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29.12.08

BRASÍLIA - A cidade do Rio de Janeiro ganhou nesta quarta-feira o Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar 2008, na categoria capitais e grandes cidades. O concurso é promovido pela organização não-governamental Ação Fome Zero, que tem como presidente de honra a primeira-dama Marisa Letícia. Ao todo, 24 prefeituras foram condecoradas por oferecerem alimentação escolar de qualidade aos estudantes da rede pública.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama e o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, prestigiaram a entrega do prêmio, que está em sua quinta edição. No ano passado, a vencedora dessa categoria foi Nova Iguaçu (RJ). O Rio foi elogiado por ter um instituto de nutrição encarregado pelos cardápios, um conselho de alimentação escolar atuante e uma boa administração do programa, que atende cerca de 750 mil alunos.O diretor do Departamento de Infra-Estrutura da Secretaria de Educação, José Mauro da Silva, que representou o prefeito César Maia (DEM), disse que o segredo é o investimento municipal. Segundo ele, os recursos transferidos pelo Ministério da Educação correspondem a pouco mais de um terço do gasto total com a merenda.- Por isso nós estamos aqui - resumiu José Mauro.Ele disse que os estudantes da rede municipal recebem lanche e almoço diariamente. Nas escolas de turno integral e nas creches, são servidas cinco refeições, incluindo café da manhã e jantar. A prefeitura de Duque de Caxias (RJ) também foi premiada, na categoria de desempenho administrativo-financeiro. O prefeito Washington Reis de Oliveira segue a mesma receita:- Se não colocar 200% em cima (do repasse da União), não faz a merenda boa.Em Duque de Caxias, a prefeitura investe R$ 7 milhões de recursos próprios ao ano na alimentação de 98 mil estudantes. Do MEC, recebe R$ 3,6 milhões, de acordo com o prefeito. O presidente do comitê-gestor da Ação Fome Zero, Antoninho Marmo Trevisan, lembrou que 36 milhões de alunos são beneficiados pelo programa de alimentação escolar.


PARABÉNS RIO DE JANEIRO!!!!
ESTÁ MOSTRANDO QUE NÃO É SÓ DE PRAIA E CARNAVAL QUE VIVE!!!!!
COISAS BOAS TAMBÉM ESTÃO SENDO FEITAS PELAS CRIANÇAS!!!

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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

fonte:G1
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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

fonte:G1
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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

fonte:G1
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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

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G1 ouve a experiência de mulheres que tiveram gravidez tardia.Para elas, gravidez da indiana foi ‘milagre’ e ‘ato de coragem’.
A indiana Rajo Devi, de 70 anos, provocou a um só tempo polêmica e curiosidade ao mostrar ao mundo seu bebê, nascido em 28 de novembro passado. No Brasil, mães que encararam a gravidez tardiamente, a partir dos 50 anos, reagiram às críticas e apoiaram a decisão da setuagenária de dar à luz.A avó “barriga de aluguel” Rosinete Palmeira Serrão, que deu à luz os netos gêmeos aos 51 anos, em setembro de 2007, disse ao G1 que torce para que a indiana consiga participar da criação da filha. “Peço a Deus para que ela tenha muitos anos de vida e possa acompanhar o crescimento dela”, diz.Rosinete contou que adora acompanhar o crescimento de seus netos, Antônio Bento e Vítor Gabriel. “Nada mais gostoso que vê-los dando os primeiros passinhos”, afirma. “Tive uma recuperação da gestação dos meus netos melhor que a dos meus filhos”, afirma. “Nem religião, nem governo têm que botar o dedo no direito de a pessoa exercer a sua individualidade, no caso dela, de ser mãe. Eu não julgo. A vida está acima de tudo isso”, defendeu a economista Lilian Nelmann, de 55 anos, mãe de gêmeos aos 50 anos. Rajo Devi se submeteu a tratamento de fertilização, assim como Lilian e a administradora de empresa Isadora Silva, hoje com 67 anos, que deu à luz uma menina aos 55. “Se a pessoa está a fim, se tem saúde, se tem pique, não vejo nada de mais. É uma conquista da ciência que beneficia a mulher”, comentou ela, que compara os benefícios da fertilização in vitro aos da pílula anticoncepcional.Mães cinqüentonas ouvidas pelo G1 definiram a gravidez da indiana como um milagre e um ato de coragem. Para o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, trata-se de um “caso especial”. “Aos setenta anos é um exagero. Temos de considerar que são circunstâncias especiais, de um caso especial. Foi doação de óvulo com certeza”, avalia o médico, que tem uma paciente de 62 anos que recentemente foi mãe pela primeira vez.Explicação médicaJoji Ueno, doutor em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP, explica que tecnicamente e teoricamente pode ser mais simples fazer tratamento de fertilização em mulheres de 70 anos, uma vez que elas não têm mais variação hormonal. Entretanto, ele ressalva que outros problemas, comuns a essa faixa etária, contra-indicam o procedimento.O especialista em reprodução humana assistida aconselha que, a partir dos 50 anos, o tratamento tenha abordagem multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, por exemplo. “Não é só ter o filho, é criar esse filho.”Mãe ou avó?A partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher começa a declinar devido ao envelhecimento e à perda gradual de células do ovário que podem se tornar óvulos. Quem opta pela fertilização in vitro (união do óvulo com o espermatozóide em laboratório) passa a ter maior necessidade de doação de óvulos a partir dos 45 anos, afirma Roger Abdelmassih. Uma alternativa às mulheres que planejam engravidar mais tarde é a técnica de congelamento de óvulos para fecundação futura. A gravidez em idade mais madura exige acompanhamento especial quanto a problemas como hipertensão ou alterações glicêmicas. Lilian Nelmann diz que interrompeu sua carreira para fazer repouso absoluto – à época era diabética e estava acima do peso. “Foi muito sacrifício. Eram gêmeos. Deixei todo mundo doido. As crianças nasceram prematuras, mas tudo valeu muito a pena.” Unir maturidade à maternidade é um benefício na avaliação dessas mães. Antes da experiência aos 55 anos, Isadora Silva fora mãe aos 18. “(A segunda gravidez) foi muito mais tranqüila. Na primeira, eu queria sair à noite e viajar. Na segunda, era dedicação total.” Ela se considera rigorosa com a educação da filha, hoje com 13 anos. “Diferente das mães jovenzinhas, eu uso padrões antigos, horários e regras.” Lilian Nelmann não fica constrangida se confundida com uma avó quando está com seus gêmeos, de 5 anos. “Meus filhos têm duas coisas boas: têm uma mãe e uma avó numa mulher só. Eu sou as duas coisas numa só”, define, com humor.

fonte:G1
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Polícia australiana indiciou 19 homens de participar de uma rede internacional de pornografia infantil que teria presença em 70 países.A investigação foi iniciada depois de um alerta dado pela polícia brasileira em dezembro passado.As vítimas eram de vários países e suas identidades, em muitos casos, foram difíceis de ser estabelecidas.Cerca de 500 mil imagens de abuso de crianças e 15 mil vídeos foram apreendidos. A Polícia Federal Australiana disse que devem ser feitas mais prisões nesta semana.Alguns dos vídeos apreendidos mostravam vítimas de até um ano de idade. Outras mostravam crianças sofrendo abuso por mais de duas horas.Policiais qualificaram as imagens como algumas das piores que já viram. Crianças resgatadasAs autoridades australianas disseram que as informações fornecidas pelo Brasil à rede internacional de polícia, Interpol, ajudou a identificar mais de 200 suspeitos em 70 países.Pelo menos duas crianças foram resgatadas da exposição à rede de pedofilia como resultado da investigação, disse a polícia.E embora seja difícil identificar as vítimas de abuso, aparentemente a maioria está no leste europeu, e Américas do Norte e do Sul.Todas as acusações estão relacionadas ao acesso e disponibilização das imagens na internet.Os homens indiciados enfrentam uma sentença potencial de dez anos de prisão por posse de material ligado a abuso de crianças.

QUE AS FADAS CONTINUEM ILUMINANDO COM SUAS VARINHAS DE CONDÃO AS PESSOAS DE TODOS OS PAÍSES PARA DESCOBRIREM ESSA REDE DE MONSTROS!!!!!

fonte:BBCBRASIL.COM
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Polícia australiana indiciou 19 homens de participar de uma rede internacional de pornografia infantil que teria presença em 70 países.A investigação foi iniciada depois de um alerta dado pela polícia brasileira em dezembro passado.As vítimas eram de vários países e suas identidades, em muitos casos, foram difíceis de ser estabelecidas.Cerca de 500 mil imagens de abuso de crianças e 15 mil vídeos foram apreendidos. A Polícia Federal Australiana disse que devem ser feitas mais prisões nesta semana.Alguns dos vídeos apreendidos mostravam vítimas de até um ano de idade. Outras mostravam crianças sofrendo abuso por mais de duas horas.Policiais qualificaram as imagens como algumas das piores que já viram. Crianças resgatadasAs autoridades australianas disseram que as informações fornecidas pelo Brasil à rede internacional de polícia, Interpol, ajudou a identificar mais de 200 suspeitos em 70 países.Pelo menos duas crianças foram resgatadas da exposição à rede de pedofilia como resultado da investigação, disse a polícia.E embora seja difícil identificar as vítimas de abuso, aparentemente a maioria está no leste europeu, e Américas do Norte e do Sul.Todas as acusações estão relacionadas ao acesso e disponibilização das imagens na internet.Os homens indiciados enfrentam uma sentença potencial de dez anos de prisão por posse de material ligado a abuso de crianças.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

PARABÉNS JOSÉ CARLOS E A NÓS BRASILEIROS TAMBÉM!!!

fonte:BBC Brasil
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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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fonte:BBC Brasil
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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

PARABÉNS JOSÉ CARLOS E A NÓS BRASILEIROS TAMBÉM!!!

fonte:BBC Brasil
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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

PARABÉNS JOSÉ CARLOS E A NÓS BRASILEIROS TAMBÉM!!!

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano."Durante os testes, nos 'vocalises', ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada", disse à BBC Brasil José Carlos Ferrari Júnior, pai do soprano.A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção. RotinaNascido em Fortaleza (CE), "Neto", como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país."Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano", conta Ferrari Júnior. "Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames."Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais. AfastamentoO Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. "Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois", aposta Neto.Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: "Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto", afirma ele.O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. "A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso", disse.

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Com a intenção de incentivar seus alunos a "desfrutar mais de cada momento", uma professora britânica do colégio particular Saint Mathiu, de Manchester, comunicou aos seus alunos do primário que um meteoro se aproximava com muita rapidez da Terra.
Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

QUE NÃO COMECEM A IMITAR ESSA "PROFESSORA"!!!!!!!!!!
UM AMOR DE PROFESSORA!!!!!!

fonte:BBC
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Com a intenção de incentivar seus alunos a "desfrutar mais de cada momento", uma professora britânica do colégio particular Saint Mathiu, de Manchester, comunicou aos seus alunos do primário que um meteoro se aproximava com muita rapidez da Terra.
Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

QUE NÃO COMECEM A IMITAR ESSA "PROFESSORA"!!!!!!!!!!
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Com a intenção de incentivar seus alunos a "desfrutar mais de cada momento", uma professora britânica do colégio particular Saint Mathiu, de Manchester, comunicou aos seus alunos do primário que um meteoro se aproximava com muita rapidez da Terra.
Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
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Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
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Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
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Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

QUE NÃO COMECEM A IMITAR ESSA "PROFESSORA"!!!!!!!!!!
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Com a intenção de incentivar seus alunos a "desfrutar mais de cada momento", uma professora britânica do colégio particular Saint Mathiu, de Manchester, comunicou aos seus alunos do primário que um meteoro se aproximava com muita rapidez da Terra.
Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

QUE NÃO COMECEM A IMITAR ESSA "PROFESSORA"!!!!!!!!!!
UM AMOR DE PROFESSORA!!!!!!

fonte:BBC
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Com a intenção de incentivar seus alunos a "desfrutar mais de cada momento", uma professora britânica do colégio particular Saint Mathiu, de Manchester, comunicou aos seus alunos do primário que um meteoro se aproximava com muita rapidez da Terra.
Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

QUE NÃO COMECEM A IMITAR ESSA "PROFESSORA"!!!!!!!!!!
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Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

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A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
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Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

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Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

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Com a intenção de incentivar seus alunos a "desfrutar mais de cada momento", uma professora britânica do colégio particular Saint Mathiu, de Manchester, comunicou aos seus alunos do primário que um meteoro se aproximava com muita rapidez da Terra.
Frente a suposta catástrofe, insistiu aos pequenos que ligassem para suas casas e declarassem seu amor para seus pais e irmãos. Porém, a professora logo perdeu o controle de suas boas intenções, exagerando na história.
Muitos dos alunos começaram a chorar copiosamente, alguns corriam pelos corredores enquanto outros saqueavam a cantina.
A polícia foi chamada para controlar a situação, visto que muitos pais que receberam as ligações de despedida dos filhos se revoltaram quando souberam da história.
Segundo declarou o pai de uma criança, seu filho estava "com 100% de certeza que iria morrer. Só Deus sabe o que a professora queria ensinar".

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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

FONTE:BBCBRASIL
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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

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Uma variante de um gene ligado à obesidade (conhecido como FTO) e que está presente em 63% da população influencia os hábitos alimentares de uma pessoa fazendo com que ela consuma alimentos mais calóricos, sugeriu pesquisa da Universidade de Dundee, na Escócia.Os cientistas realizaram testes com cem crianças entre quatro e 10 anos e descobriram que as portadoras da variante do "gene da obesidade" consumiram cem calorias a mais em média em cada refeição. Estas crianças optaram por tipos de alimentos que continham mais açúcar e gordura, deixando de lado opções mais saudáveis.O estudo levou em conta o metabolismo, distribuição da gordura no organismo, quantidade de exercícios físicos e hábitos alimentares das crianças.Os resultados foram obtidos com a oferta de uma refeição-teste em uma escola.A refeição oferecida incluiu opções que incluíam presunto, queijo, biscoitos, batata frita, uvas passas, pepino, cenoura, chocolate, pão, água e suco de laranja.Os pesquisadores registraram os alimentos que cada criança deixou em sua bandeja.A refeição-teste foi oferecida três vezes para confirmar as tendências."Este trabalho sugere que a obesidade ligada a esse gene pode ser modulado por um controle dietético cauteloso", disse Colin Palmer, do Instituto de Pesquisa Biomédica da Universidade de Dundee."Estes resultados não alteram as recomendações dietéticas e de estilo de vida às pessoas, que são de uma alimentação relativamente saudável e exercícios físicos regulares. Fazer isto ainda tem um efeito positivo quer você seja portador desta variante genética ou não."E Palmer fez outro alerta em função dos resultados que obteve, afirmando que eles "reforçam a hipótese de que o aumento da obesidade em crianças nos últimos anos pode ser atribuído à disponibilidade de alimentos baratos de alto valor energético, que podem ser mais atraentes à grande proporção da população portadora desta variante genética".Palmer fez parte do grande grupo de cientistas que descobriram o gene FTO em 2007. As pessoas que possuem duas cópias do gene FTO correm quase 70% mais riscos de sofrer de obesidade do que aquelas que não possuem nenhuma. Em portadores de uma cópia, o risco é de cerca de 30%.O estudo foi divulgado no New England Journal of Medicine

FONTE:BBCBRASIL
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SÃO PAULO - A chegada das férias escolares aumenta a preocupação com uma das brincadeiras preferidas das crianças: empinar pipas. A diversão pode se transformar em risco para as próprias crianças e para a população em geral caso alguns cuidados não sejam tomados.Segundo o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp), 12.771 acidentes com pipas foram registrados até novembro deste ano - o número é o menor desde 2003. Os acidentes também tiveram queda expressiva e, até o momento, foram constatados oito casos neste ano.O presidente da entidade, Carlos Reis, explica que, apesar da queda de ocorrências, o número de acidentes pode voltar a ocorrer se orientações e medidas preventivas foram feitas.- Sem o aconselhamento dos pais e campanhas educativas, as crianças não têm noção do perigo a que estão expostas. Muitas vezes, nem mesmo os adultos têm conhecimento deste risco. Descargas elétricas causam acidentes gravíssimos, apesar de serem muito fáceis de prevenir - diz ele.Reis afirma que os meses de férias são os que apresentam maior número de ocorrências e que, por isso, as campanhas devem ser intensificadas. Apenas em dezembro de 2007, foram registradas 2.819 interrupções de energia elétrica, provocadas por brincadeiras com pipas. Em 2008 o maior número foi em janeiro com 2.938 casos.Quando enroscadas em postes, transformadores e cabos elétricos elas provocam curtos-circuitos e acionamento de chaves e disjuntores para proteção de equipamentos instalados na rede elétrica, tendo como conseqüência a interrupção do fornecimento de eletricidade.Outro perigo decorrente da brincadeira é a linha com cerol. Quando entra em contato com cabos elétricos, o cerol (mistura de vidro, cola e outros ingredientes), pode provocar curto-circuito e descarga elétrica. A linha também pode romper o fio elétrico e, dessa forma, provocar o corte de energia elétrica, além da grande possibilidade de o fio atingir alguma pessoa, gerando acidentes de conseqüências trágicas.
Dicas importantes
- Soltar pipa apenas em locais afastados da rede elétrica;- Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa, eles são como condutoras de energia e podem causar choques fatais;- Se a pipa ficar presa nos fios elétricos, não tente retirá-las;- Não use cerol. Além do risco de ferir ou mesmo matar, o cerol costuma cortar os fios de alta e baixa tensão;- Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço;- Em caso de relâmpagos, recolha a pipa imediatamente;- Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte;- Preferira pipas que não precisam de rabiola;- Não suba em telhados, lajes, postes ou torres para recuperar pipas;- Caso presencie um acidente desse tipo, para separar a vítima do condutor de energia use objetos de borracha ou madeira, evitando os de metal ou que estejam molhados.

APROVEITEM BEM AS FÉRIAS....NÃO ESQUEÇAM DOS CUIDADOS!!!!

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SÃO PAULO - A chegada das férias escolares aumenta a preocupação com uma das brincadeiras preferidas das crianças: empinar pipas. A diversão pode se transformar em risco para as próprias crianças e para a população em geral caso alguns cuidados não sejam tomados.Segundo o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp), 12.771 acidentes com pipas foram registrados até novembro deste ano - o número é o menor desde 2003. Os acidentes também tiveram queda expressiva e, até o momento, foram constatados oito casos neste ano.O presidente da entidade, Carlos Reis, explica que, apesar da queda de ocorrências, o número de acidentes pode voltar a ocorrer se orientações e medidas preventivas foram feitas.- Sem o aconselhamento dos pais e campanhas educativas, as crianças não têm noção do perigo a que estão expostas. Muitas vezes, nem mesmo os adultos têm conhecimento deste risco. Descargas elétricas causam acidentes gravíssimos, apesar de serem muito fáceis de prevenir - diz ele.Reis afirma que os meses de férias são os que apresentam maior número de ocorrências e que, por isso, as campanhas devem ser intensificadas. Apenas em dezembro de 2007, foram registradas 2.819 interrupções de energia elétrica, provocadas por brincadeiras com pipas. Em 2008 o maior número foi em janeiro com 2.938 casos.Quando enroscadas em postes, transformadores e cabos elétricos elas provocam curtos-circuitos e acionamento de chaves e disjuntores para proteção de equipamentos instalados na rede elétrica, tendo como conseqüência a interrupção do fornecimento de eletricidade.Outro perigo decorrente da brincadeira é a linha com cerol. Quando entra em contato com cabos elétricos, o cerol (mistura de vidro, cola e outros ingredientes), pode provocar curto-circuito e descarga elétrica. A linha também pode romper o fio elétrico e, dessa forma, provocar o corte de energia elétrica, além da grande possibilidade de o fio atingir alguma pessoa, gerando acidentes de conseqüências trágicas.
Dicas importantes
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SÃO PAULO - A chegada das férias escolares aumenta a preocupação com uma das brincadeiras preferidas das crianças: empinar pipas. A diversão pode se transformar em risco para as próprias crianças e para a população em geral caso alguns cuidados não sejam tomados.Segundo o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp), 12.771 acidentes com pipas foram registrados até novembro deste ano - o número é o menor desde 2003. Os acidentes também tiveram queda expressiva e, até o momento, foram constatados oito casos neste ano.O presidente da entidade, Carlos Reis, explica que, apesar da queda de ocorrências, o número de acidentes pode voltar a ocorrer se orientações e medidas preventivas foram feitas.- Sem o aconselhamento dos pais e campanhas educativas, as crianças não têm noção do perigo a que estão expostas. Muitas vezes, nem mesmo os adultos têm conhecimento deste risco. Descargas elétricas causam acidentes gravíssimos, apesar de serem muito fáceis de prevenir - diz ele.Reis afirma que os meses de férias são os que apresentam maior número de ocorrências e que, por isso, as campanhas devem ser intensificadas. Apenas em dezembro de 2007, foram registradas 2.819 interrupções de energia elétrica, provocadas por brincadeiras com pipas. Em 2008 o maior número foi em janeiro com 2.938 casos.Quando enroscadas em postes, transformadores e cabos elétricos elas provocam curtos-circuitos e acionamento de chaves e disjuntores para proteção de equipamentos instalados na rede elétrica, tendo como conseqüência a interrupção do fornecimento de eletricidade.Outro perigo decorrente da brincadeira é a linha com cerol. Quando entra em contato com cabos elétricos, o cerol (mistura de vidro, cola e outros ingredientes), pode provocar curto-circuito e descarga elétrica. A linha também pode romper o fio elétrico e, dessa forma, provocar o corte de energia elétrica, além da grande possibilidade de o fio atingir alguma pessoa, gerando acidentes de conseqüências trágicas.
Dicas importantes
- Soltar pipa apenas em locais afastados da rede elétrica;- Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa, eles são como condutoras de energia e podem causar choques fatais;- Se a pipa ficar presa nos fios elétricos, não tente retirá-las;- Não use cerol. Além do risco de ferir ou mesmo matar, o cerol costuma cortar os fios de alta e baixa tensão;- Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço;- Em caso de relâmpagos, recolha a pipa imediatamente;- Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte;- Preferira pipas que não precisam de rabiola;- Não suba em telhados, lajes, postes ou torres para recuperar pipas;- Caso presencie um acidente desse tipo, para separar a vítima do condutor de energia use objetos de borracha ou madeira, evitando os de metal ou que estejam molhados.

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SÃO PAULO - A chegada das férias escolares aumenta a preocupação com uma das brincadeiras preferidas das crianças: empinar pipas. A diversão pode se transformar em risco para as próprias crianças e para a população em geral caso alguns cuidados não sejam tomados.Segundo o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp), 12.771 acidentes com pipas foram registrados até novembro deste ano - o número é o menor desde 2003. Os acidentes também tiveram queda expressiva e, até o momento, foram constatados oito casos neste ano.O presidente da entidade, Carlos Reis, explica que, apesar da queda de ocorrências, o número de acidentes pode voltar a ocorrer se orientações e medidas preventivas foram feitas.- Sem o aconselhamento dos pais e campanhas educativas, as crianças não têm noção do perigo a que estão expostas. Muitas vezes, nem mesmo os adultos têm conhecimento deste risco. Descargas elétricas causam acidentes gravíssimos, apesar de serem muito fáceis de prevenir - diz ele.Reis afirma que os meses de férias são os que apresentam maior número de ocorrências e que, por isso, as campanhas devem ser intensificadas. Apenas em dezembro de 2007, foram registradas 2.819 interrupções de energia elétrica, provocadas por brincadeiras com pipas. Em 2008 o maior número foi em janeiro com 2.938 casos.Quando enroscadas em postes, transformadores e cabos elétricos elas provocam curtos-circuitos e acionamento de chaves e disjuntores para proteção de equipamentos instalados na rede elétrica, tendo como conseqüência a interrupção do fornecimento de eletricidade.Outro perigo decorrente da brincadeira é a linha com cerol. Quando entra em contato com cabos elétricos, o cerol (mistura de vidro, cola e outros ingredientes), pode provocar curto-circuito e descarga elétrica. A linha também pode romper o fio elétrico e, dessa forma, provocar o corte de energia elétrica, além da grande possibilidade de o fio atingir alguma pessoa, gerando acidentes de conseqüências trágicas.
Dicas importantes
- Soltar pipa apenas em locais afastados da rede elétrica;- Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa, eles são como condutoras de energia e podem causar choques fatais;- Se a pipa ficar presa nos fios elétricos, não tente retirá-las;- Não use cerol. Além do risco de ferir ou mesmo matar, o cerol costuma cortar os fios de alta e baixa tensão;- Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço;- Em caso de relâmpagos, recolha a pipa imediatamente;- Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte;- Preferira pipas que não precisam de rabiola;- Não suba em telhados, lajes, postes ou torres para recuperar pipas;- Caso presencie um acidente desse tipo, para separar a vítima do condutor de energia use objetos de borracha ou madeira, evitando os de metal ou que estejam molhados.

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SÃO PAULO - A chegada das férias escolares aumenta a preocupação com uma das brincadeiras preferidas das crianças: empinar pipas. A diversão pode se transformar em risco para as próprias crianças e para a população em geral caso alguns cuidados não sejam tomados.Segundo o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp), 12.771 acidentes com pipas foram registrados até novembro deste ano - o número é o menor desde 2003. Os acidentes também tiveram queda expressiva e, até o momento, foram constatados oito casos neste ano.O presidente da entidade, Carlos Reis, explica que, apesar da queda de ocorrências, o número de acidentes pode voltar a ocorrer se orientações e medidas preventivas foram feitas.- Sem o aconselhamento dos pais e campanhas educativas, as crianças não têm noção do perigo a que estão expostas. Muitas vezes, nem mesmo os adultos têm conhecimento deste risco. Descargas elétricas causam acidentes gravíssimos, apesar de serem muito fáceis de prevenir - diz ele.Reis afirma que os meses de férias são os que apresentam maior número de ocorrências e que, por isso, as campanhas devem ser intensificadas. Apenas em dezembro de 2007, foram registradas 2.819 interrupções de energia elétrica, provocadas por brincadeiras com pipas. Em 2008 o maior número foi em janeiro com 2.938 casos.Quando enroscadas em postes, transformadores e cabos elétricos elas provocam curtos-circuitos e acionamento de chaves e disjuntores para proteção de equipamentos instalados na rede elétrica, tendo como conseqüência a interrupção do fornecimento de eletricidade.Outro perigo decorrente da brincadeira é a linha com cerol. Quando entra em contato com cabos elétricos, o cerol (mistura de vidro, cola e outros ingredientes), pode provocar curto-circuito e descarga elétrica. A linha também pode romper o fio elétrico e, dessa forma, provocar o corte de energia elétrica, além da grande possibilidade de o fio atingir alguma pessoa, gerando acidentes de conseqüências trágicas.
Dicas importantes
- Soltar pipa apenas em locais afastados da rede elétrica;- Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa, eles são como condutoras de energia e podem causar choques fatais;- Se a pipa ficar presa nos fios elétricos, não tente retirá-las;- Não use cerol. Além do risco de ferir ou mesmo matar, o cerol costuma cortar os fios de alta e baixa tensão;- Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço;- Em caso de relâmpagos, recolha a pipa imediatamente;- Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte;- Preferira pipas que não precisam de rabiola;- Não suba em telhados, lajes, postes ou torres para recuperar pipas;- Caso presencie um acidente desse tipo, para separar a vítima do condutor de energia use objetos de borracha ou madeira, evitando os de metal ou que estejam molhados.

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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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Luis Fernando GigenaHoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e nos telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que Deus tenha misericórdia daqueles:- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.Da mesma forma, que Deus abençoe:- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.- Aos Médicos Voluntários.- Às enfermeiras Voluntárias.- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.- A todos que oraram por todos.- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:COMEÇAR DE NOVOAnônimoEu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luzEu não resistia ao frio facilmenteAté passar a noite molhado numa lajeEu tinha medo dos mortosAté ter que dormir num cemitérioEu tinha rejeição por quem era de Buenos AiresAté que me deram abrigo e alimentoEu tinha aversão a JudeusAté darem remédios aos meus filhosEu adorava exibir a minha nova jaquetaAté dar ela a um garoto com hipotermiaEu escolhia cuidadosamente a minha comidaAté que tive fomeEu desconfiava da pele escuraAté que um braço forte me tirou da águaEu achava que tinha visto muita coisaAté ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruasEu não gostava do cachorro do meu vizinhoAté naquela noite eu o ouvir ganir até se afogarEu não lembrava os idososAté participar dos resgatesEu não sabia cozinharAté ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fomeEu achava que a minha casa era mais importante que as outrasAté ver todas cobertas pelas águasEu tinha orgulho do meu nome e sobrenomeAté a gente se tornar todos seres anônimosEu não ouvia rádioAté ser ela que manteve a minha energiaEu criticava a bagunça dos estudantesAté que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidáriasEu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anosAgora nem tantoEu vivia numa comunidade com uma classe políticaMas agora espero que a correnteza tenha levado emboraEu não lembrava o nome de todos os estadosAgora guardo cada um no coraçãoEu não tinha boa memóriaTalvez por isso eu não lembre de todo mundoMas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todosEu não te conheciaAgora você é meu irmãoTínhamos um rioAgora somos parte deleÉ de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frioGraças a DeusVamos começar de novo.* * *É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena
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SÃO PAULO - Uma mulher foi presa por tráfico de drogas e acusada de usar o neto de apenas um ano para tentar escapar da fiscalização. Telma de Jesus Almeida e o neto viajavam em um ônibus da Viação São Geraldo que seguia de São Paulo para Salvador. Na madrugada desta sexta-feira, o veículo foi parado para vistoria pela Polícia Rodoviária Federal na Via Dutra, na altura do Arujá.Os policiais notaram a ausência do ocupante de uma poltrona e foram informados pelos demais passageiros que a mulher havia ido ao banheiro. Durante as buscas, ela retornou ao lugar bastante nervosa. Os policiais decidiram verificar as mochilas. Em uma, ela carregava roupas e fraldas da criança. Em outra, além de roupas do bebê estavam três tijolos de drogas - 2,1 quilos de crack e 1 quilo de cocaína.Ela tentou negar ser dona da mochila com as drogas, mas os passageiros, revoltados, testemunharam que viram quando ela subiu no ônibus com a bagagem de mão. Avó e neto foram levados à polícia. Ela responderá por tráfico, agravado por corrupção de menores. A mãe da criança, Sheila Almeida do Nascimento, apesar de não estar no local também foi indiciada, com base no artigo 249 do Estatuto da Criança e do Adolescente. O bebê foi abrigado pelo conselho tutelar.

MAIS UMA VÍTIMA DA PRÓPRIA FAMÍLIA!
USADO PARA FAZEREM TRÁFICO DE DROGAS!

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SÃO PAULO - Uma mulher foi presa por tráfico de drogas e acusada de usar o neto de apenas um ano para tentar escapar da fiscalização. Telma de Jesus Almeida e o neto viajavam em um ônibus da Viação São Geraldo que seguia de São Paulo para Salvador. Na madrugada desta sexta-feira, o veículo foi parado para vistoria pela Polícia Rodoviária Federal na Via Dutra, na altura do Arujá.Os policiais notaram a ausência do ocupante de uma poltrona e foram informados pelos demais passageiros que a mulher havia ido ao banheiro. Durante as buscas, ela retornou ao lugar bastante nervosa. Os policiais decidiram verificar as mochilas. Em uma, ela carregava roupas e fraldas da criança. Em outra, além de roupas do bebê estavam três tijolos de drogas - 2,1 quilos de crack e 1 quilo de cocaína.Ela tentou negar ser dona da mochila com as drogas, mas os passageiros, revoltados, testemunharam que viram quando ela subiu no ônibus com a bagagem de mão. Avó e neto foram levados à polícia. Ela responderá por tráfico, agravado por corrupção de menores. A mãe da criança, Sheila Almeida do Nascimento, apesar de não estar no local também foi indiciada, com base no artigo 249 do Estatuto da Criança e do Adolescente. O bebê foi abrigado pelo conselho tutelar.

MAIS UMA VÍTIMA DA PRÓPRIA FAMÍLIA!
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SÃO PAULO - Uma mulher foi presa por tráfico de drogas e acusada de usar o neto de apenas um ano para tentar escapar da fiscalização. Telma de Jesus Almeida e o neto viajavam em um ônibus da Viação São Geraldo que seguia de São Paulo para Salvador. Na madrugada desta sexta-feira, o veículo foi parado para vistoria pela Polícia Rodoviária Federal na Via Dutra, na altura do Arujá.Os policiais notaram a ausência do ocupante de uma poltrona e foram informados pelos demais passageiros que a mulher havia ido ao banheiro. Durante as buscas, ela retornou ao lugar bastante nervosa. Os policiais decidiram verificar as mochilas. Em uma, ela carregava roupas e fraldas da criança. Em outra, além de roupas do bebê estavam três tijolos de drogas - 2,1 quilos de crack e 1 quilo de cocaína.Ela tentou negar ser dona da mochila com as drogas, mas os passageiros, revoltados, testemunharam que viram quando ela subiu no ônibus com a bagagem de mão. Avó e neto foram levados à polícia. Ela responderá por tráfico, agravado por corrupção de menores. A mãe da criança, Sheila Almeida do Nascimento, apesar de não estar no local também foi indiciada, com base no artigo 249 do Estatuto da Criança e do Adolescente. O bebê foi abrigado pelo conselho tutelar.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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SÃO PAULO - O sistema de progressão continuada nas escolas estaduais paulista pode ser modificado. Hoje, um aluno só pode ser reprovado na 4ª e na 8ª série. A Secretaria de Educação do estado pretente alterar os ciclos de progressão e permitir que a reprovação ocorra a cada dois anos, no 3º, 5º, 7º e 9º ano. A idéia é adotar o modelo em 2010, quando o ciclo do Ensino Fundamental, hoje de oito anos, já será de nove anos.A Secretaria de Educação vai apresentar a proposta ao Conselho Estadual de Educação e discutir com os professores no ano que vem.Desde o ano passado o governo de São Paulo investe para melhorar o ensino no estado. Foi criado um índice de qualidade para as escolas e programas de valorização dos professores. Doze mil coordenadores pedagógicos foram selecionados. No ano que vem, segundo a Secretaria, a partir do início do ano letivo será adotada uma recuperação paralela para Matemática e Língua Portuguesa e o número de alunos por classe será reduzido."A mudança de ciclos precisa de preparo. E estamos fazendo isso desde 2007. Falamos da maior rede do Brasil, com 5 milhões de alunos e 5,5 mil escolas. Queremos garantir que a rede tenha tempo para debater, que os professores estejam preparados para a alteração", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Desempenho ruimNesta quinta-feira, a ONG Todos Pela Educação, que desde o ano passado acompanha o desempenho da educação em escolas públicas e particulares, divulgou o primeiro relatório que verifica a qualidade do ensino, com base em metas que as escolas devem alcançar até o ano de 2022. Em São Paulo, houve melhora em alguns indicadores, mas a realidade é preocupante: os alunos não conseguem aprender adequadamente o conteúdo programado para a série que cursa, principalmente em Português e Matemática. Para a ONG, o país não conseguirá atingir as metas de melhoria na qualidade do ensino sem que sejam feitas mudanças.Na 4ª série do Ensino Fundamental, apenas 37,5% dos alunos conseguiram aprender o conteúdo de Português de forma adequada - a meta era 40,3%. Na 8ª série, o mau resultado se repete: 24,2%.Em Matemática, o desempenho é pior para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Em 2007, somente 10,7% dos alunos aprenderam adequadamente o conteúdo.- A gente aprendeu conta de mais e menos. Terceiro ano, vinha com continhas assim muito bestas, coisa que a gente já tinha aprendido - diz André da Silva, estudante.Em São Paulo, 93,1% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estão na escola, o que está dentro do esperado. Outro indicativo de melhora é que, no ano passado, 66,7% dos jovens até 19 anos terminaram o Ensino Médio, número acima da meta de 61,8%.Segundo a secretária, mais do que reduzir o ciclo, a proposta é curricular e a capacitação dos professores será feita com base nas mudanças.

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RIO - Michael ficou viciado em fones de ouvido na adolescência. Andou pelas ruas do Brooklyn dia após dia com as músicas favoritas entrando direto em seus ouvidos.Quando tinha cerca de 20 anos, as células sensoriais no ouvido interno tinham sido permanentemente danificadas e Michael perdeu grande parte da audição.De acordo com o Instituto de Audição das Crianças, é cada vez maior a perda de audição entre as crianças e jovens adultos nos Estados Unidos, e um terço do problema é causado pelo barulho.A cada oito crianças, uma tem perda de audição por causa do barulho, segundo a Academia Americana de Audiologia. Isso significa que 5 milhões de crianças têm uma deficiência, capaz de ser evitada, que vai acompanhá-los para o resto da vida.A academia iniciou uma campanha para evitar que gerações atuais e futuras de jovens prejudiquem a audição.Geralmente, o problema não é detectado até que as crianças desenvolvam um zumbido persistente nos ouvidos ou comecem a ter problemas de comportamento e de aprendizado na escola por não entenderem direito o que os professores falam.Apesar de recém-nascidos serem examinados rotineiramente para checar a perda de audição, não há ordem federal para examinar a audição de crianças em idade escolar. Os exames feitos geralmente falham na hora de verificar a audição em volumes de som suficientemente altos, destacou uma equipe de pesquisa federal no jornal Pediatrics.Cercado por barulhoVivemos num mundo barulhento. Jovens e idosos são bombardeados por sons sobre os quais talvez tenham pouco ou nenhum controle: cortadores de gramas, ventiladores, alarmes de casas e carros, sirenes, motocicletas, jet skis, alto-falantes, e até mesmo pré-estréias de filmes.Vamos a shows de rock, casamentos, festas e eventos esportivos nos quais a música é tão alta que dificilmente se consegue ouvir a pessoa sentada próxima a você. Em casa, televisões, aparelhos de som e jogos de computador são tão altos que as pessoas não conseguem ouvir a campainha da porta ou mesmo um telefone.Muitos restaurantes modernos optaram por aumentar em vez de reduzir o barulho. E tente ter uma conversa numa lanchonete de uma escola na hora do recreio. Toda vez que você precisa gritar para ser ouvido por alguém próximo, sua audição pode estar em perigo.Como se barulho ambiente não fosse suficiente, agora presenteamos as crianças com brinquedos barulhentos e aparelhos de som pessoais que podem afetar a audição.Brinquedos que atendem os padrões de segurança da Sociedade Americana de Testes e Materiais podem produzir som até 138 decibéis, tão alto quanto um jatinho decolando. Além disso, as regras dos locais de trabalho exigem proteção auditiva para aqueles expostos a barulho acima de 85 decibéis.Uma série de estudos conduzidos em 2002 com 116 crianças por pesquisadores da Johns Hopkins indicou que até mesmo barulho moderado pode interferir em como aprendem uma língua.O efeito de uma casa barulhenta na audição de bebês é semelhante ao que uma pessoa mais velha com perda de audição relacionada à idade encontra numa festa cheia.Um estudo de 1975 descobriu que as crianças nas salas de aula no lado mais barulhento de uma escola tinham notas mais baixas do que as que estavam no lado silencioso.A perda de audição devido ao barulho pode vir de duas formas: a partir de uma breve exposição a um som muito alto ou a partir de exposição freqüente a sons de níveis moderados. Conseqüentemente, há muita preocupação com os duradouros efeitos dos tocadores de MP3 que ficam altos o suficiente para bloquear o som ao redor, como o barulho das ruas.Um tocador de MP3 num volume máximo produz cerca de 105 decibéis - 100 vezes mais intensos que os 85 decibéis, em que o dano à audição começa. (Para cada 10 decibéis, a intensidade do som aumenta dez vezes).O Instituto Nacional de Segurança Ocupacional e Saúde diz que 110 decibéis prejudicam a audição depois de um minuto e 29 segundos de exposição. A Liga de Dificuldades de Audição alerta que os níveis acima de 85 decibéis vão danificar a audição com o tempo e que os acima de 140 decibéis (nível que causa dor) prejudicam a audição depois de uma exposição.

fonte: JB - The New York Times
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RIO - Michael ficou viciado em fones de ouvido na adolescência. Andou pelas ruas do Brooklyn dia após dia com as músicas favoritas entrando direto em seus ouvidos.Quando tinha cerca de 20 anos, as células sensoriais no ouvido interno tinham sido permanentemente danificadas e Michael perdeu grande parte da audição.De acordo com o Instituto de Audição das Crianças, é cada vez maior a perda de audição entre as crianças e jovens adultos nos Estados Unidos, e um terço do problema é causado pelo barulho.A cada oito crianças, uma tem perda de audição por causa do barulho, segundo a Academia Americana de Audiologia. Isso significa que 5 milhões de crianças têm uma deficiência, capaz de ser evitada, que vai acompanhá-los para o resto da vida.A academia iniciou uma campanha para evitar que gerações atuais e futuras de jovens prejudiquem a audição.Geralmente, o problema não é detectado até que as crianças desenvolvam um zumbido persistente nos ouvidos ou comecem a ter problemas de comportamento e de aprendizado na escola por não entenderem direito o que os professores falam.Apesar de recém-nascidos serem examinados rotineiramente para checar a perda de audição, não há ordem federal para examinar a audição de crianças em idade escolar. Os exames feitos geralmente falham na hora de verificar a audição em volumes de som suficientemente altos, destacou uma equipe de pesquisa federal no jornal Pediatrics.Cercado por barulhoVivemos num mundo barulhento. Jovens e idosos são bombardeados por sons sobre os quais talvez tenham pouco ou nenhum controle: cortadores de gramas, ventiladores, alarmes de casas e carros, sirenes, motocicletas, jet skis, alto-falantes, e até mesmo pré-estréias de filmes.Vamos a shows de rock, casamentos, festas e eventos esportivos nos quais a música é tão alta que dificilmente se consegue ouvir a pessoa sentada próxima a você. Em casa, televisões, aparelhos de som e jogos de computador são tão altos que as pessoas não conseguem ouvir a campainha da porta ou mesmo um telefone.Muitos restaurantes modernos optaram por aumentar em vez de reduzir o barulho. E tente ter uma conversa numa lanchonete de uma escola na hora do recreio. Toda vez que você precisa gritar para ser ouvido por alguém próximo, sua audição pode estar em perigo.Como se barulho ambiente não fosse suficiente, agora presenteamos as crianças com brinquedos barulhentos e aparelhos de som pessoais que podem afetar a audição.Brinquedos que atendem os padrões de segurança da Sociedade Americana de Testes e Materiais podem produzir som até 138 decibéis, tão alto quanto um jatinho decolando. Além disso, as regras dos locais de trabalho exigem proteção auditiva para aqueles expostos a barulho acima de 85 decibéis.Uma série de estudos conduzidos em 2002 com 116 crianças por pesquisadores da Johns Hopkins indicou que até mesmo barulho moderado pode interferir em como aprendem uma língua.O efeito de uma casa barulhenta na audição de bebês é semelhante ao que uma pessoa mais velha com perda de audição relacionada à idade encontra numa festa cheia.Um estudo de 1975 descobriu que as crianças nas salas de aula no lado mais barulhento de uma escola tinham notas mais baixas do que as que estavam no lado silencioso.A perda de audição devido ao barulho pode vir de duas formas: a partir de uma breve exposição a um som muito alto ou a partir de exposição freqüente a sons de níveis moderados. Conseqüentemente, há muita preocupação com os duradouros efeitos dos tocadores de MP3 que ficam altos o suficiente para bloquear o som ao redor, como o barulho das ruas.Um tocador de MP3 num volume máximo produz cerca de 105 decibéis - 100 vezes mais intensos que os 85 decibéis, em que o dano à audição começa. (Para cada 10 decibéis, a intensidade do som aumenta dez vezes).O Instituto Nacional de Segurança Ocupacional e Saúde diz que 110 decibéis prejudicam a audição depois de um minuto e 29 segundos de exposição. A Liga de Dificuldades de Audição alerta que os níveis acima de 85 decibéis vão danificar a audição com o tempo e que os acima de 140 decibéis (nível que causa dor) prejudicam a audição depois de uma exposição.

fonte: JB - The New York Times
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RIO - Michael ficou viciado em fones de ouvido na adolescência. Andou pelas ruas do Brooklyn dia após dia com as músicas favoritas entrando direto em seus ouvidos.Quando tinha cerca de 20 anos, as células sensoriais no ouvido interno tinham sido permanentemente danificadas e Michael perdeu grande parte da audição.De acordo com o Instituto de Audição das Crianças, é cada vez maior a perda de audição entre as crianças e jovens adultos nos Estados Unidos, e um terço do problema é causado pelo barulho.A cada oito crianças, uma tem perda de audição por causa do barulho, segundo a Academia Americana de Audiologia. Isso significa que 5 milhões de crianças têm uma deficiência, capaz de ser evitada, que vai acompanhá-los para o resto da vida.A academia iniciou uma campanha para evitar que gerações atuais e futuras de jovens prejudiquem a audição.Geralmente, o problema não é detectado até que as crianças desenvolvam um zumbido persistente nos ouvidos ou comecem a ter problemas de comportamento e de aprendizado na escola por não entenderem direito o que os professores falam.Apesar de recém-nascidos serem examinados rotineiramente para checar a perda de audição, não há ordem federal para examinar a audição de crianças em idade escolar. Os exames feitos geralmente falham na hora de verificar a audição em volumes de som suficientemente altos, destacou uma equipe de pesquisa federal no jornal Pediatrics.Cercado por barulhoVivemos num mundo barulhento. Jovens e idosos são bombardeados por sons sobre os quais talvez tenham pouco ou nenhum controle: cortadores de gramas, ventiladores, alarmes de casas e carros, sirenes, motocicletas, jet skis, alto-falantes, e até mesmo pré-estréias de filmes.Vamos a shows de rock, casamentos, festas e eventos esportivos nos quais a música é tão alta que dificilmente se consegue ouvir a pessoa sentada próxima a você. Em casa, televisões, aparelhos de som e jogos de computador são tão altos que as pessoas não conseguem ouvir a campainha da porta ou mesmo um telefone.Muitos restaurantes modernos optaram por aumentar em vez de reduzir o barulho. E tente ter uma conversa numa lanchonete de uma escola na hora do recreio. Toda vez que você precisa gritar para ser ouvido por alguém próximo, sua audição pode estar em perigo.Como se barulho ambiente não fosse suficiente, agora presenteamos as crianças com brinquedos barulhentos e aparelhos de som pessoais que podem afetar a audição.Brinquedos que atendem os padrões de segurança da Sociedade Americana de Testes e Materiais podem produzir som até 138 decibéis, tão alto quanto um jatinho decolando. Além disso, as regras dos locais de trabalho exigem proteção auditiva para aqueles expostos a barulho acima de 85 decibéis.Uma série de estudos conduzidos em 2002 com 116 crianças por pesquisadores da Johns Hopkins indicou que até mesmo barulho moderado pode interferir em como aprendem uma língua.O efeito de uma casa barulhenta na audição de bebês é semelhante ao que uma pessoa mais velha com perda de audição relacionada à idade encontra numa festa cheia.Um estudo de 1975 descobriu que as crianças nas salas de aula no lado mais barulhento de uma escola tinham notas mais baixas do que as que estavam no lado silencioso.A perda de audição devido ao barulho pode vir de duas formas: a partir de uma breve exposição a um som muito alto ou a partir de exposição freqüente a sons de níveis moderados. Conseqüentemente, há muita preocupação com os duradouros efeitos dos tocadores de MP3 que ficam altos o suficiente para bloquear o som ao redor, como o barulho das ruas.Um tocador de MP3 num volume máximo produz cerca de 105 decibéis - 100 vezes mais intensos que os 85 decibéis, em que o dano à audição começa. (Para cada 10 decibéis, a intensidade do som aumenta dez vezes).O Instituto Nacional de Segurança Ocupacional e Saúde diz que 110 decibéis prejudicam a audição depois de um minuto e 29 segundos de exposição. A Liga de Dificuldades de Audição alerta que os níveis acima de 85 decibéis vão danificar a audição com o tempo e que os acima de 140 decibéis (nível que causa dor) prejudicam a audição depois de uma exposição.

fonte: JB - The New York Times
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RIO - Michael ficou viciado em fones de ouvido na adolescência. Andou pelas ruas do Brooklyn dia após dia com as músicas favoritas entrando direto em seus ouvidos.Quando tinha cerca de 20 anos, as células sensoriais no ouvido interno tinham sido permanentemente danificadas e Michael perdeu grande parte da audição.De acordo com o Instituto de Audição das Crianças, é cada vez maior a perda de audição entre as crianças e jovens adultos nos Estados Unidos, e um terço do problema é causado pelo barulho.A cada oito crianças, uma tem perda de audição por causa do barulho, segundo a Academia Americana de Audiologia. Isso significa que 5 milhões de crianças têm uma deficiência, capaz de ser evitada, que vai acompanhá-los para o resto da vida.A academia iniciou uma campanha para evitar que gerações atuais e futuras de jovens prejudiquem a audição.Geralmente, o problema não é detectado até que as crianças desenvolvam um zumbido persistente nos ouvidos ou comecem a ter problemas de comportamento e de aprendizado na escola por não entenderem direito o que os professores falam.Apesar de recém-nascidos serem examinados rotineiramente para checar a perda de audição, não há ordem federal para examinar a audição de crianças em idade escolar. Os exames feitos geralmente falham na hora de verificar a audição em volumes de som suficientemente altos, destacou uma equipe de pesquisa federal no jornal Pediatrics.Cercado por barulhoVivemos num mundo barulhento. Jovens e idosos são bombardeados por sons sobre os quais talvez tenham pouco ou nenhum controle: cortadores de gramas, ventiladores, alarmes de casas e carros, sirenes, motocicletas, jet skis, alto-falantes, e até mesmo pré-estréias de filmes.Vamos a shows de rock, casamentos, festas e eventos esportivos nos quais a música é tão alta que dificilmente se consegue ouvir a pessoa sentada próxima a você. Em casa, televisões, aparelhos de som e jogos de computador são tão altos que as pessoas não conseguem ouvir a campainha da porta ou mesmo um telefone.Muitos restaurantes modernos optaram por aumentar em vez de reduzir o barulho. E tente ter uma conversa numa lanchonete de uma escola na hora do recreio. Toda vez que você precisa gritar para ser ouvido por alguém próximo, sua audição pode estar em perigo.Como se barulho ambiente não fosse suficiente, agora presenteamos as crianças com brinquedos barulhentos e aparelhos de som pessoais que podem afetar a audição.Brinquedos que atendem os padrões de segurança da Sociedade Americana de Testes e Materiais podem produzir som até 138 decibéis, tão alto quanto um jatinho decolando. Além disso, as regras dos locais de trabalho exigem proteção auditiva para aqueles expostos a barulho acima de 85 decibéis.Uma série de estudos conduzidos em 2002 com 116 crianças por pesquisadores da Johns Hopkins indicou que até mesmo barulho moderado pode interferir em como aprendem uma língua.O efeito de uma casa barulhenta na audição de bebês é semelhante ao que uma pessoa mais velha com perda de audição relacionada à idade encontra numa festa cheia.Um estudo de 1975 descobriu que as crianças nas salas de aula no lado mais barulhento de uma escola tinham notas mais baixas do que as que estavam no lado silencioso.A perda de audição devido ao barulho pode vir de duas formas: a partir de uma breve exposição a um som muito alto ou a partir de exposição freqüente a sons de níveis moderados. Conseqüentemente, há muita preocupação com os duradouros efeitos dos tocadores de MP3 que ficam altos o suficiente para bloquear o som ao redor, como o barulho das ruas.Um tocador de MP3 num volume máximo produz cerca de 105 decibéis - 100 vezes mais intensos que os 85 decibéis, em que o dano à audição começa. (Para cada 10 decibéis, a intensidade do som aumenta dez vezes).O Instituto Nacional de Segurança Ocupacional e Saúde diz que 110 decibéis prejudicam a audição depois de um minuto e 29 segundos de exposição. A Liga de Dificuldades de Audição alerta que os níveis acima de 85 decibéis vão danificar a audição com o tempo e que os acima de 140 decibéis (nível que causa dor) prejudicam a audição depois de uma exposição.

fonte: JB - The New York Times
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RIO - Michael ficou viciado em fones de ouvido na adolescência. Andou pelas ruas do Brooklyn dia após dia com as músicas favoritas entrando direto em seus ouvidos.Quando tinha cerca de 20 anos, as células sensoriais no ouvido interno tinham sido permanentemente danificadas e Michael perdeu grande parte da audição.De acordo com o Instituto de Audição das Crianças, é cada vez maior a perda de audição entre as crianças e jovens adultos nos Estados Unidos, e um terço do problema é causado pelo barulho.A cada oito crianças, uma tem perda de audição por causa do barulho, segundo a Academia Americana de Audiologia. Isso significa que 5 milhões de crianças têm uma deficiência, capaz de ser evitada, que vai acompanhá-los para o resto da vida.A academia iniciou uma campanha para evitar que gerações atuais e futuras de jovens prejudiquem a audição.Geralmente, o problema não é detectado até que as crianças desenvolvam um zumbido persistente nos ouvidos ou comecem a ter problemas de comportamento e de aprendizado na escola por não entenderem direito o que os professores falam.Apesar de recém-nascidos serem examinados rotineiramente para checar a perda de audição, não há ordem federal para examinar a audição de crianças em idade escolar. Os exames feitos geralmente falham na hora de verificar a audição em volumes de som suficientemente altos, destacou uma equipe de pesquisa federal no jornal Pediatrics.Cercado por barulhoVivemos num mundo barulhento. Jovens e idosos são bombardeados por sons sobre os quais talvez tenham pouco ou nenhum controle: cortadores de gramas, ventiladores, alarmes de casas e carros, sirenes, motocicletas, jet skis, alto-falantes, e até mesmo pré-estréias de filmes.Vamos a shows de rock, casamentos, festas e eventos esportivos nos quais a música é tão alta que dificilmente se consegue ouvir a pessoa sentada próxima a você. Em casa, televisões, aparelhos de som e jogos de computador são tão altos que as pessoas não conseguem ouvir a campainha da porta ou mesmo um telefone.Muitos restaurantes modernos optaram por aumentar em vez de reduzir o barulho. E tente ter uma conversa numa lanchonete de uma escola na hora do recreio. Toda vez que você precisa gritar para ser ouvido por alguém próximo, sua audição pode estar em perigo.Como se barulho ambiente não fosse suficiente, agora presenteamos as crianças com brinquedos barulhentos e aparelhos de som pessoais que podem afetar a audição.Brinquedos que atendem os padrões de segurança da Sociedade Americana de Testes e Materiais podem produzir som até 138 decibéis, tão alto quanto um jatinho decolando. Além disso, as regras dos locais de trabalho exigem proteção auditiva para aqueles expostos a barulho acima de 85 decibéis.Uma série de estudos conduzidos em 2002 com 116 crianças por pesquisadores da Johns Hopkins indicou que até mesmo barulho moderado pode interferir em como aprendem uma língua.O efeito de uma casa barulhenta na audição de bebês é semelhante ao que uma pessoa mais velha com perda de audição relacionada à idade encontra numa festa cheia.Um estudo de 1975 descobriu que as crianças nas salas de aula no lado mais barulhento de uma escola tinham notas mais baixas do que as que estavam no lado silencioso.A perda de audição devido ao barulho pode vir de duas formas: a partir de uma breve exposição a um som muito alto ou a partir de exposição freqüente a sons de níveis moderados. Conseqüentemente, há muita preocupação com os duradouros efeitos dos tocadores de MP3 que ficam altos o suficiente para bloquear o som ao redor, como o barulho das ruas.Um tocador de MP3 num volume máximo produz cerca de 105 decibéis - 100 vezes mais intensos que os 85 decibéis, em que o dano à audição começa. (Para cada 10 decibéis, a intensidade do som aumenta dez vezes).O Instituto Nacional de Segurança Ocupacional e Saúde diz que 110 decibéis prejudicam a audição depois de um minuto e 29 segundos de exposição. A Liga de Dificuldades de Audição alerta que os níveis acima de 85 decibéis vão danificar a audição com o tempo e que os acima de 140 decibéis (nível que causa dor) prejudicam a audição depois de uma exposição.

fonte: JB - The New York Times
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RIO - Michael ficou viciado em fones de ouvido na adolescência. Andou pelas ruas do Brooklyn dia após dia com as músicas favoritas entrando direto em seus ouvidos.Quando tinha cerca de 20 anos, as células sensoriais no ouvido interno tinham sido permanentemente danificadas e Michael perdeu grande parte da audição.De acordo com o Instituto de Audição das Crianças, é cada vez maior a perda de audição entre as crianças e jovens adultos nos Estados Unidos, e um terço do problema é causado pelo barulho.A cada oito crianças, uma tem perda de audição por causa do barulho, segundo a Academia Americana de Audiologia. Isso significa que 5 milhões de crianças têm uma deficiência, capaz de ser evitada, que vai acompanhá-los para o resto da vida.A academia iniciou uma campanha para evitar que gerações atuais e futuras de jovens prejudiquem a audição.Geralmente, o problema não é detectado até que as crianças desenvolvam um zumbido persistente nos ouvidos ou comecem a ter problemas de comportamento e de aprendizado na escola por não entenderem direito o que os professores falam.Apesar de recém-nascidos serem examinados rotineiramente para checar a perda de audição, não há ordem federal para examinar a audição de crianças em idade escolar. Os exames feitos geralmente falham na hora de verificar a audição em volumes de som suficientemente altos, destacou uma equipe de pesquisa federal no jornal Pediatrics.Cercado por barulhoVivemos num mundo barulhento. Jovens e idosos são bombardeados por sons sobre os quais talvez tenham pouco ou nenhum controle: cortadores de gramas, ventiladores, alarmes de casas e carros, sirenes, motocicletas, jet skis, alto-falantes, e até mesmo pré-estréias de filmes.Vamos a shows de rock, casamentos, festas e eventos esportivos nos quais a música é tão alta que dificilmente se consegue ouvir a pessoa sentada próxima a você. Em casa, televisões, aparelhos de som e jogos de computador são tão altos que as pessoas não conseguem ouvir a campainha da porta ou mesmo um telefone.Muitos restaurantes modernos optaram por aumentar em vez de reduzir o barulho. E tente ter uma conversa numa lanchonete de uma escola na hora do recreio. Toda vez que você precisa gritar para ser ouvido por alguém próximo, sua audição pode estar em perigo.Como se barulho ambiente não fosse suficiente, agora presenteamos as crianças com brinquedos barulhentos e aparelhos de som pessoais que podem afetar a audição.Brinquedos que atendem os padrões de segurança da Sociedade Americana de Testes e Materiais podem produzir som até 138 decibéis, tão alto quanto um jatinho decolando. Além disso, as regras dos locais de trabalho exigem proteção auditiva para aqueles expostos a barulho acima de 85 decibéis.Uma série de estudos conduzidos em 2002 com 116 crianças por pesquisadores da Johns Hopkins indicou que até mesmo barulho moderado pode interferir em como aprendem uma língua.O efeito de uma casa barulhenta na audição de bebês é semelhante ao que uma pessoa mais velha com perda de audição relacionada à idade encontra numa festa cheia.Um estudo de 1975 descobriu que as crianças nas salas de aula no lado mais barulhento de uma escola tinham notas mais baixas do que as que estavam no lado silencioso.A perda de audição devido ao barulho pode vir de duas formas: a partir de uma breve exposição a um som muito alto ou a partir de exposição freqüente a sons de níveis moderados. Conseqüentemente, há muita preocupação com os duradouros efeitos dos tocadores de MP3 que ficam altos o suficiente para bloquear o som ao redor, como o barulho das ruas.Um tocador de MP3 num volume máximo produz cerca de 105 decibéis - 100 vezes mais intensos que os 85 decibéis, em que o dano à audição começa. (Para cada 10 decibéis, a intensidade do som aumenta dez vezes).O Instituto Nacional de Segurança Ocupacional e Saúde diz que 110 decibéis prejudicam a audição depois de um minuto e 29 segundos de exposição. A Liga de Dificuldades de Audição alerta que os níveis acima de 85 decibéis vão danificar a audição com o tempo e que os acima de 140 decibéis (nível que causa dor) prejudicam a audição depois de uma exposição.

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fonte: JB - The New York Times
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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

fonte: BBC Brasil
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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, indica que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com problemas de interação social com mais freqüência.Na pesquisa, os estudiosos analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade.A cada um deles, foram feitas estas cinco perguntas com o objetivo de avaliar a capacidade social dos jovens:Levando em conta outras variáveis - como o QI do jovem, a idade de sua mãe, seu nível socioeconômico e sua ordem de nascimento em relação aos outros irmãos -, os pesquisadores concluíram que existe uma prevalência de dificuldades de interação social 50% maior nos adolescentes com pais com 45 anos ou mais.Autismo e esquizofreniaEntretanto, Mark Weiser, que liderou a pesquisa, advertiu que os resultados do estudo estão longe de serem conclusivos."Pode ser que homens com dificuldades de interação social se casem mais velhos e dessa forma transmitam essa característica aos seus filhos. Mas nossos estudos tentaram controlar essa variável analisando irmãos de um mesmo pai", disse.Pesquisas anteriores realizadas na Universidade de Tel Aviv indicaram que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo."Alguns males, como a esquizofrenia, parecem ser mais comuns à medida que os pais envelhecem", comentou Weiser.Mas o cientista alertou que "os efeitos da idade do pai sobre a saúde de seus filhos são pequenos e muitos dos efeitos mais significativos revelados no estudo ocorrem quando os pais estavam na faixa dos 50 anos"."A diferença de risco entre alguém que tem 35 e 45 anos é tão pequena que é irrelevante", completou.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

fonte: BBC Brasil
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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

fonte: BBC Brasil
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A obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade, de acordo com um estudo britânico publicado na revista Pediatrics, que acompanhou 233 crianças do nascimento à puberdade na Grã-Bretanha.Em comparação com as crianças nos anos 80, as de hoje são mais gordas e a maior parte do excesso de peso é adquirida antes de elas completarem cinco anos de idade, de acordo com os cientistas.Os autores do estudo acreditam que a dieta das crianças seria uma principias causas e sugerem que a prevenção à obesidade comece antes de as crianças entrarem na escola.Uma em cada quatro crianças de até cinco anos é obesa na Inglaterra, segundos os últimos dados. Doença de nosso tempo .Segundo o estudo, o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80.O peso aos cinco anos de idade, segundo os autores, é um bom indicativo para se prever o peso das crianças aos nove anos de idade.Antes de uma menina obesa entrar para a escola, ela já terá adquirido cerca de 90% de seu excesso de peso. Para os meninos, este número é de 70%.O chefe da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, disse que "quando elas chegam aos cinco anos, sua dieta parece já estar estabelecida, pelo menos até chegarem à puberdade"."O que está causando isso é muito difícil saber."Segundo Wilkin, há um fator hoje que não existia há 25 anos e está tornando as crianças obesas.E, dado à jovem idade, isso provavelmente ocorre nas casas das crianças, e não no ambiente escolar, e está mais ligada à criação do que à escolaridade.DietaMais do que a falta de exercícios, ele acredita que a dieta pode ser responsável pelo excesso de peso."É inteiramente possível que a densidade calórica dos alimentos e os tamanhos das porções podem ser maiores."Segundo o especialista, as estratégias para evitar a obesidade infantil e os problemas de saúde que ela acarreta, como a diabete, podem ter melhor resultado se aplicadas em crianças de idade pré-escolar.Segundo o Professor Wilkin, as estratégias se concentram muito nas refeições escolares, exercícios e sedentarismo em frente à TV e jogos eletrônicos, mas todas essas são questões que afetam as crianças em idade escolar.Mas ele afirma que a recente decisão do governo de ordenar a medição do peso e altura de todas as crianças ao entrar na escola é uma boa medida, não apenas como registro das tendências, mas para apontar futuros riscos de cada criança.Especialistas avaliam os níveis de obesidade na Grã-Bretanha como "uma crise prestes a ocorrer", mas também afirmam que nunca é tarde, já que a obsidade é um dos poucos problemas de saúde sérios que podem ser revertidos rapidamente.

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PAPAIS E MAMÃES ENSINEM A SEUS FILHOS A AMAR A NATUREZA E OS ANIMAIS...É UM GRANDE PASSO PARA UM FUTURO COM MENOS VIOLÊNCIA E MAIS AMOR!!!
SÃO PAULO - O ornitólogo Johan Dalgas Frisch conseguiu fotografar em São Paulo um raro exemplar de sabiá-laranjeira semi-albino. Para o especialista, a descoberta é como um presente de Natal antecipado para a cidade, já que esse tipo de pássaro dificilmente é visto. Exemplares totalmente albinos, segundo Dalgas Frisch, são mais comuns, mas só são vistos ao raiar do dia.- Os albinos que eu já vi e fotografei são encontrados nas primeiras horas do dia. Eles têm olhos vermelhos e dificilmente são vistos mais tarde, porque não agüentam a luminosidade. Os semi-albinos são ainda mais raros. Esse que fotografei tem a íris marrom, o que lhe permite sair com a luz do sol - afirma o ornitólogo.Segundo ele, a vida dos pássaros albinos e semi-albinos é extremamente curta, por causa dos predadores e também da concorrência com animais da mesma espécie.- Os sábias-larajanjeira acabam rejeitando esses indivíduos e se recusam a acasalar com eles porque são diferentes - diz Frisch, que fotografou o exemplar ao lado na região do Parque Alfredo Volpi, no Morumbi, zona sul da capital.O especialista lembra que até o início da década de 40, cerca de 200 espécies de aves habitavam a capital paulista. Por causa da urbanização, em 1964, esse número caiu para cerca de uma dezena de espécies, afirma Frisch. Segundo ele, com a ajuda da população, que passou a cultivar árvores frutíferas em seus jardins, as aves começaram a voltar à capital. Hoje, aproximadamente 100 espécies são vistas na cidade, de acordo com ele.- São pitangueiras, amoreiras e outras árvores que atraíram as aves de volta. Mas esse número ainda é pequeno. Podemos fazer mais. Para isso, basta que todo mundo que tem um pequeno quintal plante diversos tipos de plantas e árvores, uma cerejeira, uma laranjeira. Ou que tenha orquídeas nas paredes, uma unha-de-gato. Tem que diversificar para que haja flores e frutos durante todo o ano - afirma Frisch.- Hoje temos espécies que se adaptaram. Os bem-te-vis, por exemplo, já estão comendo até ração de cachorro. Eles pegam aqueles flocos menores, que conseguem comer. Os tico-ticos, que antes arrematavam os ninhos com crina de cavalo, agora já usam até pedaços de fio dental para isso. Mas os tico-ticos ainda enfrentam a concorrência com os chupins - diz Frisch, referindo-se ao fato dos chupins destruírem os ovos de tico-tico e deixarem os dele no local para serem chocados.Ele explica ainda que os pardais, que eram tão comuns na capital, estão perdendo espaço por falta de local para ninhos.- Antigamente, eles usavam os buracos de telhados ou uma fenda nos prédios. Como as fachadas são completamente fechadas hoje, eles estão sem espaço - diz o ornitólogo, que é autor de cinco livros sobre pássaros, entre eles o famoso Aves Brasileiras, que está na terceira edição.

LEVEM SEUS FILHOS A UM LUGAR ONDE POSSAM APRECIAR ESSA MARAVILHA DA NATUREZA
CONTEM ESSA PEQUENA REPORTAGEM
VAMOS TENTAR DIMINUIR A VIOLÊNCIA!!!!!!

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SÃO PAULO - O ornitólogo Johan Dalgas Frisch conseguiu fotografar em São Paulo um raro exemplar de sabiá-laranjeira semi-albino. Para o especialista, a descoberta é como um presente de Natal antecipado para a cidade, já que esse tipo de pássaro dificilmente é visto. Exemplares totalmente albinos, segundo Dalgas Frisch, são mais comuns, mas só são vistos ao raiar do dia.- Os albinos que eu já vi e fotografei são encontrados nas primeiras horas do dia. Eles têm olhos vermelhos e dificilmente são vistos mais tarde, porque não agüentam a luminosidade. Os semi-albinos são ainda mais raros. Esse que fotografei tem a íris marrom, o que lhe permite sair com a luz do sol - afirma o ornitólogo.Segundo ele, a vida dos pássaros albinos e semi-albinos é extremamente curta, por causa dos predadores e também da concorrência com animais da mesma espécie.- Os sábias-larajanjeira acabam rejeitando esses indivíduos e se recusam a acasalar com eles porque são diferentes - diz Frisch, que fotografou o exemplar ao lado na região do Parque Alfredo Volpi, no Morumbi, zona sul da capital.O especialista lembra que até o início da década de 40, cerca de 200 espécies de aves habitavam a capital paulista. Por causa da urbanização, em 1964, esse número caiu para cerca de uma dezena de espécies, afirma Frisch. Segundo ele, com a ajuda da população, que passou a cultivar árvores frutíferas em seus jardins, as aves começaram a voltar à capital. Hoje, aproximadamente 100 espécies são vistas na cidade, de acordo com ele.- São pitangueiras, amoreiras e outras árvores que atraíram as aves de volta. Mas esse número ainda é pequeno. Podemos fazer mais. Para isso, basta que todo mundo que tem um pequeno quintal plante diversos tipos de plantas e árvores, uma cerejeira, uma laranjeira. Ou que tenha orquídeas nas paredes, uma unha-de-gato. Tem que diversificar para que haja flores e frutos durante todo o ano - afirma Frisch.- Hoje temos espécies que se adaptaram. Os bem-te-vis, por exemplo, já estão comendo até ração de cachorro. Eles pegam aqueles flocos menores, que conseguem comer. Os tico-ticos, que antes arrematavam os ninhos com crina de cavalo, agora já usam até pedaços de fio dental para isso. Mas os tico-ticos ainda enfrentam a concorrência com os chupins - diz Frisch, referindo-se ao fato dos chupins destruírem os ovos de tico-tico e deixarem os dele no local para serem chocados.Ele explica ainda que os pardais, que eram tão comuns na capital, estão perdendo espaço por falta de local para ninhos.- Antigamente, eles usavam os buracos de telhados ou uma fenda nos prédios. Como as fachadas são completamente fechadas hoje, eles estão sem espaço - diz o ornitólogo, que é autor de cinco livros sobre pássaros, entre eles o famoso Aves Brasileiras, que está na terceira edição.

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SÃO PAULO - O ornitólogo Johan Dalgas Frisch conseguiu fotografar em São Paulo um raro exemplar de sabiá-laranjeira semi-albino. Para o especialista, a descoberta é como um presente de Natal antecipado para a cidade, já que esse tipo de pássaro dificilmente é visto. Exemplares totalmente albinos, segundo Dalgas Frisch, são mais comuns, mas só são vistos ao raiar do dia.- Os albinos que eu já vi e fotografei são encontrados nas primeiras horas do dia. Eles têm olhos vermelhos e dificilmente são vistos mais tarde, porque não agüentam a luminosidade. Os semi-albinos são ainda mais raros. Esse que fotografei tem a íris marrom, o que lhe permite sair com a luz do sol - afirma o ornitólogo.Segundo ele, a vida dos pássaros albinos e semi-albinos é extremamente curta, por causa dos predadores e também da concorrência com animais da mesma espécie.- Os sábias-larajanjeira acabam rejeitando esses indivíduos e se recusam a acasalar com eles porque são diferentes - diz Frisch, que fotografou o exemplar ao lado na região do Parque Alfredo Volpi, no Morumbi, zona sul da capital.O especialista lembra que até o início da década de 40, cerca de 200 espécies de aves habitavam a capital paulista. Por causa da urbanização, em 1964, esse número caiu para cerca de uma dezena de espécies, afirma Frisch. Segundo ele, com a ajuda da população, que passou a cultivar árvores frutíferas em seus jardins, as aves começaram a voltar à capital. Hoje, aproximadamente 100 espécies são vistas na cidade, de acordo com ele.- São pitangueiras, amoreiras e outras árvores que atraíram as aves de volta. Mas esse número ainda é pequeno. Podemos fazer mais. Para isso, basta que todo mundo que tem um pequeno quintal plante diversos tipos de plantas e árvores, uma cerejeira, uma laranjeira. Ou que tenha orquídeas nas paredes, uma unha-de-gato. Tem que diversificar para que haja flores e frutos durante todo o ano - afirma Frisch.- Hoje temos espécies que se adaptaram. Os bem-te-vis, por exemplo, já estão comendo até ração de cachorro. Eles pegam aqueles flocos menores, que conseguem comer. Os tico-ticos, que antes arrematavam os ninhos com crina de cavalo, agora já usam até pedaços de fio dental para isso. Mas os tico-ticos ainda enfrentam a concorrência com os chupins - diz Frisch, referindo-se ao fato dos chupins destruírem os ovos de tico-tico e deixarem os dele no local para serem chocados.Ele explica ainda que os pardais, que eram tão comuns na capital, estão perdendo espaço por falta de local para ninhos.- Antigamente, eles usavam os buracos de telhados ou uma fenda nos prédios. Como as fachadas são completamente fechadas hoje, eles estão sem espaço - diz o ornitólogo, que é autor de cinco livros sobre pássaros, entre eles o famoso Aves Brasileiras, que está na terceira edição.

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PAPAIS E MAMÃES ENSINEM A SEUS FILHOS A AMAR A NATUREZA E OS ANIMAIS...É UM GRANDE PASSO PARA UM FUTURO COM MENOS VIOLÊNCIA E MAIS AMOR!!!
SÃO PAULO - O ornitólogo Johan Dalgas Frisch conseguiu fotografar em São Paulo um raro exemplar de sabiá-laranjeira semi-albino. Para o especialista, a descoberta é como um presente de Natal antecipado para a cidade, já que esse tipo de pássaro dificilmente é visto. Exemplares totalmente albinos, segundo Dalgas Frisch, são mais comuns, mas só são vistos ao raiar do dia.- Os albinos que eu já vi e fotografei são encontrados nas primeiras horas do dia. Eles têm olhos vermelhos e dificilmente são vistos mais tarde, porque não agüentam a luminosidade. Os semi-albinos são ainda mais raros. Esse que fotografei tem a íris marrom, o que lhe permite sair com a luz do sol - afirma o ornitólogo.Segundo ele, a vida dos pássaros albinos e semi-albinos é extremamente curta, por causa dos predadores e também da concorrência com animais da mesma espécie.- Os sábias-larajanjeira acabam rejeitando esses indivíduos e se recusam a acasalar com eles porque são diferentes - diz Frisch, que fotografou o exemplar ao lado na região do Parque Alfredo Volpi, no Morumbi, zona sul da capital.O especialista lembra que até o início da década de 40, cerca de 200 espécies de aves habitavam a capital paulista. Por causa da urbanização, em 1964, esse número caiu para cerca de uma dezena de espécies, afirma Frisch. Segundo ele, com a ajuda da população, que passou a cultivar árvores frutíferas em seus jardins, as aves começaram a voltar à capital. Hoje, aproximadamente 100 espécies são vistas na cidade, de acordo com ele.- São pitangueiras, amoreiras e outras árvores que atraíram as aves de volta. Mas esse número ainda é pequeno. Podemos fazer mais. Para isso, basta que todo mundo que tem um pequeno quintal plante diversos tipos de plantas e árvores, uma cerejeira, uma laranjeira. Ou que tenha orquídeas nas paredes, uma unha-de-gato. Tem que diversificar para que haja flores e frutos durante todo o ano - afirma Frisch.- Hoje temos espécies que se adaptaram. Os bem-te-vis, por exemplo, já estão comendo até ração de cachorro. Eles pegam aqueles flocos menores, que conseguem comer. Os tico-ticos, que antes arrematavam os ninhos com crina de cavalo, agora já usam até pedaços de fio dental para isso. Mas os tico-ticos ainda enfrentam a concorrência com os chupins - diz Frisch, referindo-se ao fato dos chupins destruírem os ovos de tico-tico e deixarem os dele no local para serem chocados.Ele explica ainda que os pardais, que eram tão comuns na capital, estão perdendo espaço por falta de local para ninhos.- Antigamente, eles usavam os buracos de telhados ou uma fenda nos prédios. Como as fachadas são completamente fechadas hoje, eles estão sem espaço - diz o ornitólogo, que é autor de cinco livros sobre pássaros, entre eles o famoso Aves Brasileiras, que está na terceira edição.

LEVEM SEUS FILHOS A UM LUGAR ONDE POSSAM APRECIAR ESSA MARAVILHA DA NATUREZA
CONTEM ESSA PEQUENA REPORTAGEM
VAMOS TENTAR DIMINUIR A VIOLÊNCIA!!!!!!

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RIO - Foram resgatados, nesta segunda-feira, os corpos de Carlos Udison Ferreira, de apenas cinco anos, e Evandro Teixeira, de 12 anos, vítimas de um desabamento de uma casa no final da tarde de domingo, em Rio Mole, no limite de Rio Bonito com o município de Saquarema, na Região dos Lagos. Segundo os bombeiros, as crianças estavam sob uma pedra de aproximadamente 30 toneladas.
De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

QUE ESSA CHUVA PARE!!!
QUANTAS VÍTIMAS JÁ FORAM FEITAS ????

fonte:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/12/29/bombeiros-resgatam-corpos-de-criancas-vitimas-de-desabamento-na-regiao-dos-lagos-587718411.asp
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RIO - Foram resgatados, nesta segunda-feira, os corpos de Carlos Udison Ferreira, de apenas cinco anos, e Evandro Teixeira, de 12 anos, vítimas de um desabamento de uma casa no final da tarde de domingo, em Rio Mole, no limite de Rio Bonito com o município de Saquarema, na Região dos Lagos. Segundo os bombeiros, as crianças estavam sob uma pedra de aproximadamente 30 toneladas.
De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

QUE ESSA CHUVA PARE!!!
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No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

QUE ESSA CHUVA PARE!!!
QUANTAS VÍTIMAS JÁ FORAM FEITAS ????

fonte:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/12/29/bombeiros-resgatam-corpos-de-criancas-vitimas-de-desabamento-na-regiao-dos-lagos-587718411.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:01  comentar

RIO - Foram resgatados, nesta segunda-feira, os corpos de Carlos Udison Ferreira, de apenas cinco anos, e Evandro Teixeira, de 12 anos, vítimas de um desabamento de uma casa no final da tarde de domingo, em Rio Mole, no limite de Rio Bonito com o município de Saquarema, na Região dos Lagos. Segundo os bombeiros, as crianças estavam sob uma pedra de aproximadamente 30 toneladas.
De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

QUE ESSA CHUVA PARE!!!
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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

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De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

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RIO - Foram resgatados, nesta segunda-feira, os corpos de Carlos Udison Ferreira, de apenas cinco anos, e Evandro Teixeira, de 12 anos, vítimas de um desabamento de uma casa no final da tarde de domingo, em Rio Mole, no limite de Rio Bonito com o município de Saquarema, na Região dos Lagos. Segundo os bombeiros, as crianças estavam sob uma pedra de aproximadamente 30 toneladas.
De acordo com o prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, que foi até o local, além dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil, muitos voluntários ajudaram no trabalho de busca das duas vítimas. O corpo de Carlos foi encontrado no início da madrugada, mas o de Evandro só foi resgatado no início da manhã.
Ainda segundo o prefeito de Rio Bonito, cerca de duas mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas no município devido às fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Não chove neste momento na região. Estado de emergência em distrito de Quissamã
No domingo, o prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, decretou estado de emergência no distrito de João Francisco, na orla marítima do município, onde cerca de 500 casas estão inundadas em conseqüência da inundação das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Segundo o prefeito, cerca de 1.500 pessoas estão impedidas ou com dificuldade de entrar em casa porque suas propriedades foram inundadas.
Para resolver o problema, técnicos da prefeitura e do Instituto Chico Mendes decidiram abrir a barra da Lagoa de João Francisco. Eles garantem que não haverá danos ao meio ambiente porque uma outra lagoa terá suas águas represadas para recompor o ecossistema depois que a água da lagoa de João Francisco escoar através da abertura da barra, que será fechada naturalmente.
A forte chuva que atinge o estado provocou, na manhã de sábado, a queda de uma barreira na pista sentido Rio da Rodovia Presidente Dutra , na altura de Paracambi. Apesar do deslizamento de terras, o trânsito fluiu sem problemas .

QUE ESSA CHUVA PARE!!!
QUANTAS VÍTIMAS JÁ FORAM FEITAS ????

fonte:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/12/29/bombeiros-resgatam-corpos-de-criancas-vitimas-de-desabamento-na-regiao-dos-lagos-587718411.asp
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
QUANTA BUROCRACIA E FALTA DE INFORMAÇÃO!!!
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:54  comentar


SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
QUANTA BUROCRACIA E FALTA DE INFORMAÇÃO!!!
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
QUANTA BUROCRACIA E FALTA DE INFORMAÇÃO!!!
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
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Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
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Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
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Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
QUANTA BUROCRACIA E FALTA DE INFORMAÇÃO!!!
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SÃO PAULO - Lucas tem quatro meses de vida, mas ainda não é considerado um cidadão. "É ninguém", segundo a mãe, Irdeane Pereira de Sousa, de 15 anos. É que, como ela própria não tinha documentos, não pôde registrar o filho. Reportagem de Soraya Aggege publicada nesta segunda-feira no GLOBO mostra que, como Lucas, a cada ano, mais de 400 mil brasileirinhos deixam de ser registrados até o primeiro ano de vida.
Segundo o último levantamento do IBGE, divulgado neste mês, em 2007, 12,2% dos nascidos não foram registrados. Não há estatísticas sobre os brasileiros adultos sem registrosO sub-registro de nascimento é definido pelo IBGE como o conjunto de nascimentos não-registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano subseqüente. Na análise da série 2000-2007, apresentada este mês, o percentual de sub-registro de nascimento no país variou de 21,9%, em 2000, para 12,2%, em 2007, sendo que no último ano praticamente não houve alteração, com leve redução de 0,5 ponto percentual.
" Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes "
Irdeane é mãe solteira e saiu do Maranhão em maio para viver com a família em Polvilho, um bairro de Cajamar (SP). Sem documentos, nem emprego, mal sabe ler e escrever. No cômodo de 16m que divide com Lucas, seus dois irmãos e o pai, que é deficiente físico, falta comida e muito mais. Irdeane não soube explicar o que significa a palavra cidadania, mas sente na pele a falta dos seus direitos mais básicos. Ela afirma que o pior mesmo é viver sem documentos. É como se não existisse legalmente.
- Gente sem documento é ninguém. Quero que o Lucas seja doutor, para cuidar dos velhinhos doentes. Mas até agora, não consegui nem entrar no Bolsa Família - conta Irdeane, que graças à ajuda de vizinhos, acaba de receber a própria certidão de nascimento. Ela começou a procurar trabalho e agora vai tentar ser uma das beneficiárias do Bolsa Família.
A campanha nacional para o registro civil e a documentação básica, criada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e seguida por 20 instituições, como a Pastoral, Unicef e bancos federais, terminou dia 19, e o balanço será divulgado no início de 2009. A meta é atingir menos de 5% de sub-registro em todo o país até 2011. No Censo de 2010, o IBGE deverá contar também os adultos sem registros.
Zilda Arns: falta de registro alimenta baixa-estima
Para a média Zilda Arns, são dois os ingredientes para a baixa-estima de um cidadão: o analfabetismo e a falta de registro. Há 25 anos, quando fundou a Pastoral da Criança, um quarto das famílias não tinha documentos e era analfabeta. Hoje os índices caíram pela metade, mas ainda a preocupa.
" Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? "
- Era muito comum encontrarmos famílias inteiras analfabetas e sem documentação. Hoje, o problema se restringe mais aos ciganos e aos indígenas. Mas há ainda também muitos problemas com os migrantes, que não têm dinheiro nem estrutura para acessar os cartórios das cidades onde nasceram. Sem documentos, nem os postos de saúde querem atendê-los. Depois, os cemitérios não querem enterrá-los. É muito cruel.
Zilda Arns e sua pastoral participam ativamente da campanha do governo para eliminar o sub-registro. Mas ela também tem críticas:
- Como é que pode uma pessoa muito pobre ter que voltar à sua cidade natal para conseguir uma cópia de certidão? Ou ainda pagar para que o cartório envie seu documento? A certidão é a porta de entrada para a cidadania, mas ela tem estado fechada - afirma.
QUANTA BUROCRACIA E FALTA DE INFORMAÇÃO!!!
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