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27.12.08
SÃO PAULO - A motociclista passeia tranqüilamente por São Paulo acompanhada de seu cachorrinho, Bibi. Uma caixa feita especialmente pra ele foi colocada na garupa da moto. A dona contou que ela viaja assim há três anos. Quem passa por eles, se diverte.A Polícia Militar disse que não existe nenhum regulamento a respeito de transporte de animais em moto. O animal só tem que ser transportado em um compartimento, de forma segura, sem oferecer riscos para ele e para o piloto, como fez essa moça que na foto.
EXCELENTE COMPANHIA!!!

fonte:http://oglobo.globo.com/sp/transito/mat/2008/12/26/motociclista-anda-com-cachorrinho-na-garupa-587695511.asp
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RIO - O risco de dar à luz uma criança com defeito genético como resultado de uma relação entre dois primos de primeiro grau não é maior do que a gravidez de uma mulher com mais de 40 anos, de acordo com dois cientistas que tentam desmistificar a prática.Segundo reportagem publicada no jornal britânico "Independent", mulheres acima dos 40 anos não devem se sentir culpadas por engravidarem, assim como um casal de primos, afirmaram os professores Diane Paul, da Universidade de Massachusetts, e Hamish Spencer, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia.Você é contra o casamento entre primos de primeiro grau?Embora o casamento entre primos de primeiro grau seja legal no Reino Unido, há uma certa movimentação pela proibição por conta de nascimentos de crianças com doenças genéticas em comunidades imigrantes do país, onde a relação entre os parentes é culturalmente aceitável.No entanto, Paul e Spencer afirmaram que o risco de defeitos genéticos em bebês nascidos fruto de uma relação entre primos é cerca de 2% mais alto do que a média - com taxa de mortalidade infantil 4,4% mais alta -, o que iguala ao risco da gravidez acima dos 40.- Mulheres com mais de 40 anos têm o mesmo risco de ter um filho com problemas e não há ninguém sugerindo que elas parem de tentar engravidar - disse Spencer, que teve o estudo publicado no jornal "Public Libary of Science".Casamentos entre primos de primeiro grau já foram muito comuns na Europa, especialmente na elite britânica - o cientista Charles Darwin casou-se com a prima Emma Wedgwood e teve dez filhos -, mas isso mudou no final do século XIX. A maioria dos estados dos EUA proibiu ou restringiu a prática, assim como a China, Taiwan, além de Coréia do Norte e do Sul.
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RIO - O risco de dar à luz uma criança com defeito genético como resultado de uma relação entre dois primos de primeiro grau não é maior do que a gravidez de uma mulher com mais de 40 anos, de acordo com dois cientistas que tentam desmistificar a prática.Segundo reportagem publicada no jornal britânico "Independent", mulheres acima dos 40 anos não devem se sentir culpadas por engravidarem, assim como um casal de primos, afirmaram os professores Diane Paul, da Universidade de Massachusetts, e Hamish Spencer, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia.Você é contra o casamento entre primos de primeiro grau?Embora o casamento entre primos de primeiro grau seja legal no Reino Unido, há uma certa movimentação pela proibição por conta de nascimentos de crianças com doenças genéticas em comunidades imigrantes do país, onde a relação entre os parentes é culturalmente aceitável.No entanto, Paul e Spencer afirmaram que o risco de defeitos genéticos em bebês nascidos fruto de uma relação entre primos é cerca de 2% mais alto do que a média - com taxa de mortalidade infantil 4,4% mais alta -, o que iguala ao risco da gravidez acima dos 40.- Mulheres com mais de 40 anos têm o mesmo risco de ter um filho com problemas e não há ninguém sugerindo que elas parem de tentar engravidar - disse Spencer, que teve o estudo publicado no jornal "Public Libary of Science".Casamentos entre primos de primeiro grau já foram muito comuns na Europa, especialmente na elite britânica - o cientista Charles Darwin casou-se com a prima Emma Wedgwood e teve dez filhos -, mas isso mudou no final do século XIX. A maioria dos estados dos EUA proibiu ou restringiu a prática, assim como a China, Taiwan, além de Coréia do Norte e do Sul.
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ATÉ O BEIJA-FLOR TEM QUE ESCONDER SEUS FILHOTES

SÃO PAULO - Uma beija-flor que fez o ninho debaixo de um automóvel estacionado na garagem de uma família da cidade de Ribeirão Preto, a 319 quilômetros da capital. A ave está chocando dois ovos no ninho e a família já decidiu: não vai usar mais o carro até os filhotes nascerem.O funcionário público Valdir Alves de Sousa conta que só percebeu o ninho porque viu a mãe voar para debaixo do carro várias vezes. Depois de pelo menos cinco vezes, o funcionário público viu que o ninho do beija-flor estava pronto. Ele foi construído sobre o cabo condutor dos fios elétricos, que virou suporte.A mãe beija-flor escolheu bem o lugar do ninho: é escuro, não toma chuva nem sol.- Quando eu cheguei com outro carro, o beija-flor fazia questão de voar para debaixo do automóvel estacionado para me mostrar que estava lá - contou o funcionário.A família decidiu deixar o automóvel parado enquanto os filhotes não saírem voando. Por enquanto, eles ainda são dois ovinhos.A mulher de Valdir, a técnica de enfermagem Paula Tinoco Alves de Sousa, diz que os filhotes serão um presente de Natal para a família.- Estamos orgulhosos. Somos os avós corujas dos filhotes - disse.
AINDA BEM QUE ESSA MÃEZINHA ACERTOU A CASA PARA FAZER SEU NINHO!!!
AINDA EXISTE MUITA GENTE BOA NO MUNDO!!!!
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Bebês unidos pelo tórax e abdômen foram separados com sucesso após cinco horas de cirurgia
Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
fonte: ODIAonline
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Bebês unidos pelo tórax e abdômen foram separados com sucesso após cinco horas de cirurgia
Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
fonte: ODIAonline
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Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
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Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
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Bebês unidos pelo tórax e abdômen foram separados com sucesso após cinco horas de cirurgia
Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
fonte: ODIAonline
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Bebês unidos pelo tórax e abdômen foram separados com sucesso após cinco horas de cirurgia
Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
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Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
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Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
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Rio - O drama de dois meninos, Lucas e Mateus Borba, que nasceram há oito meses no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), em Minas Gerais, teve um final feliz. Os gêmeos siameses, que nasceram unidos pela parte inferior do tórax e pelo abdômen, foram separados durante uma cirurgia que durou mais de cinco horas.De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, que realizou ontem uma coletiva de imprensa, os meninos nasceram no dia 3 de abril e pesavam juntos aproximadamente 2,6 kg. Segundo os médicos, após a realização de exames de raios-x, ultrassom e tomografia computadorizada constatou-se que os corações, rins e pulmões eram independentes.Apenas o fígado era único — o que segundo os médicos aumentou a chance de sucesso da cirurgia realizada dia 18, já que o órgão tem regeneração rápida. Durante os oito meses, os gêmeos Lucas e Mateus permaneceram internados no hospital, no berçário e na pediatria, até terem peso suficiente para serem submetidos à cirurgia de separação. Segundo os médicos, os meninos passam bem e estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, com aproximadamente 6 quilos cada um.A cirurgia, que começou o às 8h e terminou às 13h30, contou com a participação direta de 15 profissionais, entre médicos cirurgiões, médicos anestesistas, enfermeiras e técnicos.Em maio, outro caso de gêmeos siameses sensibilizou os moradores de Minas Gerais. Médicos da Santa Casa de Belo Horizonte realizaram a cirurgia de separação de duas gêmeas: Ana Clara e Ana Flávia. Elas nasceram em setembro de 2007, unidas pelo abdômen e fígado. A operação foi considerada simples porque as duas meninas possuem todos os órgãos. E, segundo os médicos, terão vida normal.
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Há exatamente 10 anos, quando o seu comércio começou a ser legalizado no Brasil, um bichinho de aspecto muito curioso começou a conquistar a simpatia dos apaixonados por mascotes exóticos: o ferret (Mustela putorius furo), também conhecido como furão. Depois de um grande boom por sua procura, atualmente os ferrets já se estabeleceram como animais de estimação e o número de importações cresce a cada ano. De acordo com o Ibama, até 2002 haviam 11.054 animais trazidos para o Brasil. De 1998 até o ano passado, o aumento anual tem sido de 12%. Como a sua criação para fins de reprodução não é permitida em solo brasileiro, a única forma de adquiri-lo é importando. Mas o custo não é baixo. O preço de um ferret varia de R$ 1.300 a R$ 1.500. Os animas são importados dos EUA e chegam no Brasil castrados e com duas tatuagens na orelha que identificam a sua legalidade.Mamífero da família dos mustelídeos, a mesma dos Minks, das Martas e dos Arminhos, o ferret tem origem na Europa e na Ásia. Seu tempo de vida varia de 8 e 12 anos. "São animais muito independentes e brincalhões. Podem ficar presos em gaiola durante todo o dia e soltos durante pouco tempo para se exercitar", destaca o veterinário Gustavo Gonçalves, da Veterinária & Pet Ypiranga. Ele também diz que muitas pessoas costumam confundir os ferri-los com roedores. "Na verdade, os ferrets são estritamente carnívoros. Sendo assim, precisam de uma alimentação diária balanceada com rações próprias para a espécie", explica o veterinário.Dona dos ferrets Furico Reis e Filó Medeiros, a professora Renata Reis, 25 anos, se declara fã incondicinal desse mamífero roedor. "Adoro conviver com meus ferrets. Quando estou em casa, costumo deixá-los soltos para que possam brincar à vontade. São bichinhos bem-humorados, mas pra lá de curiosos. Se descuido um minutinho, lá estão eles eslando a estante da sala, subindo a escada ou se enfiando em alguma gaveta do armário", comenta Renata. "São dois membros da família. Eles têm até perfil no Orkut", conta, empolgada.

MAIS UMA OPÇÃO PARA A GAROTADA APRENDER A CUIDAR , DAR AMOR E SE DIVERTIR!!!
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Há exatamente 10 anos, quando o seu comércio começou a ser legalizado no Brasil, um bichinho de aspecto muito curioso começou a conquistar a simpatia dos apaixonados por mascotes exóticos: o ferret (Mustela putorius furo), também conhecido como furão. Depois de um grande boom por sua procura, atualmente os ferrets já se estabeleceram como animais de estimação e o número de importações cresce a cada ano. De acordo com o Ibama, até 2002 haviam 11.054 animais trazidos para o Brasil. De 1998 até o ano passado, o aumento anual tem sido de 12%. Como a sua criação para fins de reprodução não é permitida em solo brasileiro, a única forma de adquiri-lo é importando. Mas o custo não é baixo. O preço de um ferret varia de R$ 1.300 a R$ 1.500. Os animas são importados dos EUA e chegam no Brasil castrados e com duas tatuagens na orelha que identificam a sua legalidade.Mamífero da família dos mustelídeos, a mesma dos Minks, das Martas e dos Arminhos, o ferret tem origem na Europa e na Ásia. Seu tempo de vida varia de 8 e 12 anos. "São animais muito independentes e brincalhões. Podem ficar presos em gaiola durante todo o dia e soltos durante pouco tempo para se exercitar", destaca o veterinário Gustavo Gonçalves, da Veterinária & Pet Ypiranga. Ele também diz que muitas pessoas costumam confundir os ferri-los com roedores. "Na verdade, os ferrets são estritamente carnívoros. Sendo assim, precisam de uma alimentação diária balanceada com rações próprias para a espécie", explica o veterinário.Dona dos ferrets Furico Reis e Filó Medeiros, a professora Renata Reis, 25 anos, se declara fã incondicinal desse mamífero roedor. "Adoro conviver com meus ferrets. Quando estou em casa, costumo deixá-los soltos para que possam brincar à vontade. São bichinhos bem-humorados, mas pra lá de curiosos. Se descuido um minutinho, lá estão eles eslando a estante da sala, subindo a escada ou se enfiando em alguma gaveta do armário", comenta Renata. "São dois membros da família. Eles têm até perfil no Orkut", conta, empolgada.

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Há exatamente 10 anos, quando o seu comércio começou a ser legalizado no Brasil, um bichinho de aspecto muito curioso começou a conquistar a simpatia dos apaixonados por mascotes exóticos: o ferret (Mustela putorius furo), também conhecido como furão. Depois de um grande boom por sua procura, atualmente os ferrets já se estabeleceram como animais de estimação e o número de importações cresce a cada ano. De acordo com o Ibama, até 2002 haviam 11.054 animais trazidos para o Brasil. De 1998 até o ano passado, o aumento anual tem sido de 12%. Como a sua criação para fins de reprodução não é permitida em solo brasileiro, a única forma de adquiri-lo é importando. Mas o custo não é baixo. O preço de um ferret varia de R$ 1.300 a R$ 1.500. Os animas são importados dos EUA e chegam no Brasil castrados e com duas tatuagens na orelha que identificam a sua legalidade.Mamífero da família dos mustelídeos, a mesma dos Minks, das Martas e dos Arminhos, o ferret tem origem na Europa e na Ásia. Seu tempo de vida varia de 8 e 12 anos. "São animais muito independentes e brincalhões. Podem ficar presos em gaiola durante todo o dia e soltos durante pouco tempo para se exercitar", destaca o veterinário Gustavo Gonçalves, da Veterinária & Pet Ypiranga. Ele também diz que muitas pessoas costumam confundir os ferri-los com roedores. "Na verdade, os ferrets são estritamente carnívoros. Sendo assim, precisam de uma alimentação diária balanceada com rações próprias para a espécie", explica o veterinário.Dona dos ferrets Furico Reis e Filó Medeiros, a professora Renata Reis, 25 anos, se declara fã incondicinal desse mamífero roedor. "Adoro conviver com meus ferrets. Quando estou em casa, costumo deixá-los soltos para que possam brincar à vontade. São bichinhos bem-humorados, mas pra lá de curiosos. Se descuido um minutinho, lá estão eles eslando a estante da sala, subindo a escada ou se enfiando em alguma gaveta do armário", comenta Renata. "São dois membros da família. Eles têm até perfil no Orkut", conta, empolgada.

MAIS UMA OPÇÃO PARA A GAROTADA APRENDER A CUIDAR , DAR AMOR E SE DIVERTIR!!!
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Há exatamente 10 anos, quando o seu comércio começou a ser legalizado no Brasil, um bichinho de aspecto muito curioso começou a conquistar a simpatia dos apaixonados por mascotes exóticos: o ferret (Mustela putorius furo), também conhecido como furão. Depois de um grande boom por sua procura, atualmente os ferrets já se estabeleceram como animais de estimação e o número de importações cresce a cada ano. De acordo com o Ibama, até 2002 haviam 11.054 animais trazidos para o Brasil. De 1998 até o ano passado, o aumento anual tem sido de 12%. Como a sua criação para fins de reprodução não é permitida em solo brasileiro, a única forma de adquiri-lo é importando. Mas o custo não é baixo. O preço de um ferret varia de R$ 1.300 a R$ 1.500. Os animas são importados dos EUA e chegam no Brasil castrados e com duas tatuagens na orelha que identificam a sua legalidade.Mamífero da família dos mustelídeos, a mesma dos Minks, das Martas e dos Arminhos, o ferret tem origem na Europa e na Ásia. Seu tempo de vida varia de 8 e 12 anos. "São animais muito independentes e brincalhões. Podem ficar presos em gaiola durante todo o dia e soltos durante pouco tempo para se exercitar", destaca o veterinário Gustavo Gonçalves, da Veterinária & Pet Ypiranga. Ele também diz que muitas pessoas costumam confundir os ferri-los com roedores. "Na verdade, os ferrets são estritamente carnívoros. Sendo assim, precisam de uma alimentação diária balanceada com rações próprias para a espécie", explica o veterinário.Dona dos ferrets Furico Reis e Filó Medeiros, a professora Renata Reis, 25 anos, se declara fã incondicinal desse mamífero roedor. "Adoro conviver com meus ferrets. Quando estou em casa, costumo deixá-los soltos para que possam brincar à vontade. São bichinhos bem-humorados, mas pra lá de curiosos. Se descuido um minutinho, lá estão eles eslando a estante da sala, subindo a escada ou se enfiando em alguma gaveta do armário", comenta Renata. "São dois membros da família. Eles têm até perfil no Orkut", conta, empolgada.

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