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22.2.09
Um menino de 11 anos atirou na nuca da namorada grávida de seu pai nesta sexta-feira, quando ela estava deitada na cama da fazenda onde viviam na Pennsylvania, nos Estados Unidos, e em seguida foi à escola, afirmou a polícia neste sábado.
Jordan Brown foi acusado como um adulto neste sábado do assassinato de Kenzie Marie Houk, grávida de oito meses, disse John Bongivengo, promotor distrital do Condado Lawrence.
Brown, filho do namorado de Houk, foi acusado de homicídio criminoso e homicídio criminoso de uma criança que ainda não nasceu, segundo Bongivengo. O menino está detido na prisão do Condado Lawrence.
O aluno da quinta série foi pego na escola nesta sexta-feira pela Polícia do Estado da Pennsylvania, que encontrou o corpo da Houk após sua filha de sete anos ter dito a funcionários da fazenda que ela acreditava que sua mãe estava morta, segundo o promotor.
Caminhonete preta
O garoto havia dito à polícia que havia uma caminhonete preta suspeita na propriedade naquela manhã, o que fez os investigadores ficarem durante cinco horas atrás da pista falsa, de acordo com Bongivengo.
Inconsistências na descrição do veículo feita pelo menino fizeram a polícia interrogar novamente a filha de sete anos da vítima, que o envolveu no assassinato.
"Ela não testemunhou pessoalmente os disparos. Ela o viu com o que acreditava ser uma arma de fogo e ouviu um barulho alto", disse Bongivengo, acrescentando que a arma foi encontrada onde a polícia crê ser o quarto do garoto.
A arma, que aparentemente pertence a Brown, é criada para crianças, e armas do tipo não precisam de registro, afirmou o promotor.
O advogado de Brown, Dennis Elisco, disse ter se encontrado neste sábado com o pai do garoto, Christopher Brown, e que planeja mover uma ação para possibilitar a libertação do menino mediante fiança e para levar o caso a uma corte juvenil.
Motivos
Elisco e a polícia disseram não ver motivos para o assassinato.
O promotor afirmou que o pai do menino estava "em um estado de choque e descrença". Não há indicações de que o garoto tinha problemas com Houk, acrescentou.
"Essa é uma situação trágica, extremamente trágica, e ainda émuito cedo para ter qualquer comentário substancial", disse Elisco.
Bongivengo não revelou se o menino confessou o crime. Uma audiência preliminar será realizada na próxima quinta-feira.
Um vizinho, Cameron Tucker, disse que Houk era esforçada e que havia alugado a casa há mais de um ano.
"Ela era muito protetora das suas crianças", disse, acrescentando que ela parecia muito feliz com a gravidez.
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:15  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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