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5.3.09

SÃO PAULO - Um homem de 53 anos recebeu nesta quarta-feira um novo coração no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. Até aí, nada de mais - não fosse o fato de que agora ele viverá com dois corações lado a lado.
Em 30 anos, essa é a sexta vez que um paciente passa por essa cirurgia no hospital. O coração sadio foi colocado do lado direito do peito em uma cirurgia que durou cerca de 12 horas e vai auxiliar o coração “antigo” a exercer sua função de bombear sangue para os órgãos. O procedimento, chamado transplante heterotópico, foi indicado porque o homem sofria há nove anos de insuficiência cardíaca e a doença havia evoluído a ponto de causar hipertensão pulmonar.
O novo órgão se comunica com o coração doente pela veia cava e as artérias aorta e pulmonar. Dessa forma, funciona como uma bomba hemodinâmica auxiliar do processo de circulação. “Se apenas substituíssemos o órgão, o coração novo não aguentaria a pressão sanguínea dos pulmões”, explica o cirurgião cardíaco Ronaldo Honorato, um dos médicos responsáveis pelo transplante. Honorato - que participou de quatro dos seis transplantes cardíacos heterotópicos realizados no Incor - afirma que o paciente deve passar o resto da vida com os dois corações. “Existem casos em que o coração ‘velho’ melhora e em raras vezes chega a ficar bom, mas, como é um homem de 53 anos, o mais provável é que fique com os dois corações”, afirma. As informações são do jornal "O Estado de S.Paulo".


São Paulo registra quase um transplante por hora no Estado

Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta o registro de 1.485 cirurgias de órgãos e 6.198 de córneas transplantados no ano de 2008, com um total 27% superior ao registrado no ano anterior. Segundo a secretaria, este foi o maior número de transplantes de órgãos e tecidos de sua história, com 7.683 cirurgias realizadas, resultado 26,7% superior ao registrado em 2007, com uma média de 21 transplantes por dia, ou seja, quase um por hora.
Do total de transplantes realizados pelos hospitais paulistas no ano passado, 1.485 foram de órgãos, dos quais 812 de rim, 430 de fígado, 122 de pâncreas, 74 de coração e 47 de pulmão. Além disso, houve 6.198 cirurgias de córneas, consideradas tecidos. A recomendação da Secretaria para quem deseja ser doador é que deixe esta intenção bem clara a seus parentes mais próximos (pais, irmãos, avós), pois somente a família pode ou não autorizar a doação.


Fonte: Agência Estado
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:46 

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