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18.1.09
RIO GRANDE DO SUL - A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul (SES-RS) incluiu o município de Soledade, na região do planalto, na lista de cidades consideradas área de risco de febre amarela no Estado. Com isso, sobe para 110 o número de cidades gaúchas que se encontram nessa situação.
De acordo com a secretaria, a inclusão do município se deve ao relato de várias mortes de macacos na região. Até então, a região de risco abrangia principalmente municípios da região noroeste do Estado.
O secretário Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, pediu nesta semana, que seja intensificada a vacinação de casa em casa na área rural - onde está a população de maior risco. Terra também pediu aos municípios que montem equipes com voluntários para atender as pessoas que ainda não foram vacinadas, sem descuidar da área urbana. Num tom tranquïlizador, o secretário garantiu a população que "não há epidemia de febre amarela no Rio Grande do Sul", mas ressaltou que os moradores ou pessoas que queiram viajar às áreas de risco devem estar vacinadas.
Desde que o primeiro caso foi confirmado, o Governo do Estado já disponibilizou um milhão e duzentas mil doses de vacina nas áreas de risco, nos postos de vacinação em Porto Alegre e em todo o Rio Grande do Sul. Outras 500 mil doses estão chegando, garantindo que não haverá falta de vacina.
O risco começou com a incidência confirmada de bugios mortos com a doença, como em Júlio de Castilhos, no centro do Estado. Técnicos da Secretaria Estadual de Saúde monitoram a situação desde 2002, quando registraram os primeiros casos de animais mortos com a doença.
O governo gaúcho está em alerta e já vacinou 70% da população que vive nas áreas de risco da febre amarela. Duas mortes já foram confirmadas. A primeira vítima foi uma pessoa que residia em Santo Ângelo e morreu em 25 de dezembro. A vítima contraiu a doença durante um passeio na zona rural do município de Eugênio de Castro. já a segunda morte, foi um homem, de 28 anos, residente em Nova Santa Rita, morto em 6 de janeiro. Segundo a seceraria, ele contraiu a doença durante visita a Pirapó, região também considerada de risco. Uma terceira morte, de uma indígena, no interior do estado, está sendo investigada. Ela morreu no último sábado. Amostras de sangue da mulher foram encaminhadas para exames laboratoriais para o Instituto Adolfo Lutz - que também examina outro paciente internado no interior do Estado, com suspeita de ter contraído a doença.
A vacina contra febre amarela tem duração de dez anos e deve ser aplicada em crianças a partir dos 9 meses. Pessoas que pretendam viajar para os municípios de risco devem receber a dose com dez dias de antecedência. A população do Rio Grande do Sul pode obter outras informações sobre a doença e a vacinação por telefone, no número 150 da Secretaria de Saúde


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colaboradores: carmen e maria celia

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