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9.3.09

Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:14 

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