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4.4.09
SÃO PAULO - A falta de chuva preocupa a população e as autoridades de Chapecó, considerada a capital brasileira da agroindústria, no oeste de Santa Catarina. Segundo a Prefeitura do município, o mês de março registrou 17 mm de chuva, para uma média histórica de 128,3 mm. Esse foi considerado pelo governo municipal o março mais seco de toda a história de Chapecó.
Este ano, segundo levantamento da Defesa Civil de Santa Catarina, outras 18 cidades das regiões oeste e centro-oeste catarinense já decretaram estado de emergência pelo mesmo motivo.
A situação do abastecimento de água e das lavouras é crítica. A indústria frigorífica também é prejudicada, com a falta de ração e de água para os animais.
- Desde o fim do ano passado, quando o leste do estado sofria com as enchentes, a chuva irregular já começava a preocupar em Chapecó. E é nessa região que está o Aquífero Guarani - diz a meteorologista Marilene de Lima, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) de Santa Catarina.
O município, que tem mais de 90% da população na área urbana, conta com duas fontes de abastecimento de água. Uma delas, o Lajeado São José, opera com apenas 30% da capacidade. A outra, a barragem de Guatambu, não pode ter a água utilizada para consumo por causa da floração de algas. Por conta desses problemas, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) foi obrigada a restringir a 12 horas por dia, em forma de rodízio, o abastecimento.
As escolas também sofrem com a seca e algumas já estudam suspender as aulas, segundo a Prefeitura. Outros setor que preocupa é o da saúde. Nas unidades básicas, o atendimento ainda não foi prejudicado, mas a continuação da estiagem pode comprometer.
Os agricultores da cidade, onde há predomínio das culturas de milho e soja, estimam em R$ 11 milhões os prejuízos causados pela seca. Segundo levantamento da Prefeitura, já foram contabilizados, entre outras, perdas de 50% na colheita de milho da 'safrinha', 30% na de soja, 40% na de feijão, também na 'safrinha', e 30% na de fumo. além de 20% na produção de carne bovina.


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:27  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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