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24.4.09
COMO A JUSTIÇA BRASILEIRA É FALHA!!!!!!!

Postado por Brandy no blog Anjos e Guerreiros em 24 de Abril de 2009 09:21

Ola! Moro no Japao e acompanho o caso desde o final do ano passado e a cada noticia me espanto com o descaso das autoridades brasileiras em nao investigar os *fatos* e provas contra os Lins e Silva.

Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


Visitas dificeis: http://today.msnbc.msn.com/id/26184891/#29220910 ------------------
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:57 

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