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24.6.09
RIO - O escritor brasileiro Paulo Coelho, que foi a público informar que um dos homens vistos ao lado da iraniana Neda era seu melhor amigo iraniano, afirma nesta quarta-feira que seu colega conseguiu deixar o Irã hoje e chegou em segurança a Londres. O escritor e o médico começaram a trocar mensagens no domingo, quando a imagem da morte da mulher ficou conhecida em todo o mundo.
Sem revelar o nome do amigo, o escritor falou ao site do GLOBO na terça-feira, pedindo que a imprensa esperasse algumas horas, pois Arash - nome hoje divulgado - tentaria na manhã desta quarta-feira fugir do país.
"Ele está tentando sair do Irã neste momento", disse.
Arash pede ao amigo que não divulgue seu nome até às 14h (10h em Brasília), pois isso poderia prejudicar sua fuga. O escritor então prometeu que na tarde de hoje (em Londres), informaria o nome do colega juntamente com a informação de sua chegada ao Reino Unido ou possível sumiço.
"Se nao tiver noticias até 14h, eu vou dar a entrevista".
Abaixo, a troca de e-mails entre o brasileiro e o iraniano nos últimos dias:

Domingo
21 23h11m

Querido Arash,
Eu preciso saber onde você está, se as coisas que estou vendo/lendo são verdadeiras. Então, eu posso tomar uma posição - dependendo do seu informe, é claro.
Amor
Paulo


Segunda
22 2h05m

Querido Paulo,
Eu estou agora em Teerã. O vídeo do assassinato de Neda foi gravado por meu amigo, e você pode me reconhecer no vídeo. Eu era o médico que tentou salvá-la e falhou. Ela morreu em meus braços. Estou escrevendo com lágrimas nos meus olhos. Por favor, não mencione meu nome. Eu vou te contactar com mais detalhes em breve
Amor
Arash

Segunda

22 17:46

Querido Arash
Até agora, nenhuma notícia de você. Depois que publiquei o vídeo no meu blog, parece que ele se espalhou pelo mundo, incluindo posts no New York Times, Guardian, National Review, etc.
Portanto, minha preocupação agora é com você. Você PRECISA responder este mail, dizendo que está tudo bem e o nome da pessoa com quem passamos juntos a véspera do Ano Novo em 2001, apenas para ter certeza que é realmente você que está respondendo ao e-mail. Eu não comprei essa pessoa da CNN respondendo o seu celular.
Se você não fizer isso, posso vazar o seu nome para a imprensa, para te proteger - visibilidade é a única proteção neste ponto. Eu sei disso porque eu sou ex-prisioneiro da consciência. Se eu fizer isso, a não ser que você me instrua ao contrário, vou parar de te pressionar por agora. Minha maior preocupação é com você e sua família.
Love
Paulo
P.S. - há vários amigos confiáveis em cópia oculta aqui


Terça,
Junho 23, 2009
1h35m

Querido Paulo
Está tudo bem por agora. Não estou ficando em casa. Não sei nada sobre a CNN. O nome do amigo era Frederick
Amor
Arash

Terça,
Junho 23, 2009
1h37m
Querido Paulo,
Tentando sair do país amanhã de manhã. Se eu não chegar em Londres ás duas da tarde, alguma coisa aconteceu comigo. Até lá, espere.
Minha esposa e filho estão em (editado). O telefone deles (editado) O email dela (editado)
Por favor, espere até amanhã. Se alguma coisa acontecer comigo, por favor, tome conta de (nome da esposa) e (nome do filho), ele estão lá, sozinhos, e não tem mais ninguém no mundo.
Muito amor, foi uma honra ter você como amigo
Arash

Quarta,
24 de junho, 2009
13h55m

Arash aterrissou em Londres



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:51  comentar

RIO - O escritor brasileiro Paulo Coelho, que foi a público informar que um dos homens vistos ao lado da iraniana Neda era seu melhor amigo iraniano, afirma nesta quarta-feira que seu colega conseguiu deixar o Irã hoje e chegou em segurança a Londres. O escritor e o médico começaram a trocar mensagens no domingo, quando a imagem da morte da mulher ficou conhecida em todo o mundo.
Sem revelar o nome do amigo, o escritor falou ao site do GLOBO na terça-feira, pedindo que a imprensa esperasse algumas horas, pois Arash - nome hoje divulgado - tentaria na manhã desta quarta-feira fugir do país.
"Ele está tentando sair do Irã neste momento", disse.
Arash pede ao amigo que não divulgue seu nome até às 14h (10h em Brasília), pois isso poderia prejudicar sua fuga. O escritor então prometeu que na tarde de hoje (em Londres), informaria o nome do colega juntamente com a informação de sua chegada ao Reino Unido ou possível sumiço.
"Se nao tiver noticias até 14h, eu vou dar a entrevista".
Abaixo, a troca de e-mails entre o brasileiro e o iraniano nos últimos dias:

Domingo
21 23h11m

Querido Arash,
Eu preciso saber onde você está, se as coisas que estou vendo/lendo são verdadeiras. Então, eu posso tomar uma posição - dependendo do seu informe, é claro.
Amor
Paulo


Segunda
22 2h05m

Querido Paulo,
Eu estou agora em Teerã. O vídeo do assassinato de Neda foi gravado por meu amigo, e você pode me reconhecer no vídeo. Eu era o médico que tentou salvá-la e falhou. Ela morreu em meus braços. Estou escrevendo com lágrimas nos meus olhos. Por favor, não mencione meu nome. Eu vou te contactar com mais detalhes em breve
Amor
Arash

Segunda

22 17:46

Querido Arash
Até agora, nenhuma notícia de você. Depois que publiquei o vídeo no meu blog, parece que ele se espalhou pelo mundo, incluindo posts no New York Times, Guardian, National Review, etc.
Portanto, minha preocupação agora é com você. Você PRECISA responder este mail, dizendo que está tudo bem e o nome da pessoa com quem passamos juntos a véspera do Ano Novo em 2001, apenas para ter certeza que é realmente você que está respondendo ao e-mail. Eu não comprei essa pessoa da CNN respondendo o seu celular.
Se você não fizer isso, posso vazar o seu nome para a imprensa, para te proteger - visibilidade é a única proteção neste ponto. Eu sei disso porque eu sou ex-prisioneiro da consciência. Se eu fizer isso, a não ser que você me instrua ao contrário, vou parar de te pressionar por agora. Minha maior preocupação é com você e sua família.
Love
Paulo
P.S. - há vários amigos confiáveis em cópia oculta aqui


Terça,
Junho 23, 2009
1h35m

Querido Paulo
Está tudo bem por agora. Não estou ficando em casa. Não sei nada sobre a CNN. O nome do amigo era Frederick
Amor
Arash

Terça,
Junho 23, 2009
1h37m
Querido Paulo,
Tentando sair do país amanhã de manhã. Se eu não chegar em Londres ás duas da tarde, alguma coisa aconteceu comigo. Até lá, espere.
Minha esposa e filho estão em (editado). O telefone deles (editado) O email dela (editado)
Por favor, espere até amanhã. Se alguma coisa acontecer comigo, por favor, tome conta de (nome da esposa) e (nome do filho), ele estão lá, sozinhos, e não tem mais ninguém no mundo.
Muito amor, foi uma honra ter você como amigo
Arash

Quarta,
24 de junho, 2009
13h55m

Arash aterrissou em Londres



O Globo On Line
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20.6.09
Mundo tinha 42 milhões de refugiados ou deslocados internos em 2008.Angelina Jolie gravou vídeo para chamar a atenção para o problema.

Garota paquistanesa neste sábado (20) no campo de refugiados de Jalozai, no Vale do Swat. Ela e sua família foram expulsos de sua aldeia de origem por conta dos confrontos entre o Exército e a guerrilha Talibã. A ONU celebra hoje o Dia Mundial dos Refugiados, lembrando os 42 milhões de refugiados e deslocados internos espalhados pelo mundo.



G1

link do postPor anjoseguerreiros, às 17:56  comentar

Mundo tinha 42 milhões de refugiados ou deslocados internos em 2008.Angelina Jolie gravou vídeo para chamar a atenção para o problema.

Garota paquistanesa neste sábado (20) no campo de refugiados de Jalozai, no Vale do Swat. Ela e sua família foram expulsos de sua aldeia de origem por conta dos confrontos entre o Exército e a guerrilha Talibã. A ONU celebra hoje o Dia Mundial dos Refugiados, lembrando os 42 milhões de refugiados e deslocados internos espalhados pelo mundo.



G1

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Mundo tinha 42 milhões de refugiados ou deslocados internos em 2008.Angelina Jolie gravou vídeo para chamar a atenção para o problema.

Garota paquistanesa neste sábado (20) no campo de refugiados de Jalozai, no Vale do Swat. Ela e sua família foram expulsos de sua aldeia de origem por conta dos confrontos entre o Exército e a guerrilha Talibã. A ONU celebra hoje o Dia Mundial dos Refugiados, lembrando os 42 milhões de refugiados e deslocados internos espalhados pelo mundo.



G1

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Brasília - Será realizado hoje (20) no Sesc de Interlagos, em São Paulo, o torneio de futebol Esporte sem Fronteiras, promovido pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) em parceria com a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo e o Serviço Social do Comércio (Sesc). A competição marca o Dia Mundial do Refugiado, comemorado neste sábado.Participarão do torneio brasileiros e estrangeiros que pediram refúgio no país. Entre os times está o Brazsat Futebol Clube, time profissional da segunda divisão do campeonato brasiliense (fundado em 2005) que tem três refugiados (de Serra Leoa, Palestina, Colômbia) entre os jogadores contratados.
O interesse pelo futebol é grande entre os refugiados. Segundo Luiz Paulo Barreto, secretário executivo do Ministério da Justiça, que preside o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), alguns dizem na migração que escolheram o Brasil por causa da bola.
“O entrevistador sempre pergunta 'por que o Brasil?'. As respostas são as mais variadas. Muitos dizem que é por causa do clima, outros dizem que é por causa da língua, outros dizem que é por que no Brasil os estrangeiros não são perseguidos e podem ter sua fé, vestimenta e costumes preservados. Outros dizem até que é por causa do futebol”, conta Barreto.


Agência Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:34  comentar

Brasília - Será realizado hoje (20) no Sesc de Interlagos, em São Paulo, o torneio de futebol Esporte sem Fronteiras, promovido pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) em parceria com a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo e o Serviço Social do Comércio (Sesc). A competição marca o Dia Mundial do Refugiado, comemorado neste sábado.Participarão do torneio brasileiros e estrangeiros que pediram refúgio no país. Entre os times está o Brazsat Futebol Clube, time profissional da segunda divisão do campeonato brasiliense (fundado em 2005) que tem três refugiados (de Serra Leoa, Palestina, Colômbia) entre os jogadores contratados.
O interesse pelo futebol é grande entre os refugiados. Segundo Luiz Paulo Barreto, secretário executivo do Ministério da Justiça, que preside o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), alguns dizem na migração que escolheram o Brasil por causa da bola.
“O entrevistador sempre pergunta 'por que o Brasil?'. As respostas são as mais variadas. Muitos dizem que é por causa do clima, outros dizem que é por causa da língua, outros dizem que é por que no Brasil os estrangeiros não são perseguidos e podem ter sua fé, vestimenta e costumes preservados. Outros dizem até que é por causa do futebol”, conta Barreto.


Agência Brasil
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Brasília - Será realizado hoje (20) no Sesc de Interlagos, em São Paulo, o torneio de futebol Esporte sem Fronteiras, promovido pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) em parceria com a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo e o Serviço Social do Comércio (Sesc). A competição marca o Dia Mundial do Refugiado, comemorado neste sábado.Participarão do torneio brasileiros e estrangeiros que pediram refúgio no país. Entre os times está o Brazsat Futebol Clube, time profissional da segunda divisão do campeonato brasiliense (fundado em 2005) que tem três refugiados (de Serra Leoa, Palestina, Colômbia) entre os jogadores contratados.
O interesse pelo futebol é grande entre os refugiados. Segundo Luiz Paulo Barreto, secretário executivo do Ministério da Justiça, que preside o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), alguns dizem na migração que escolheram o Brasil por causa da bola.
“O entrevistador sempre pergunta 'por que o Brasil?'. As respostas são as mais variadas. Muitos dizem que é por causa do clima, outros dizem que é por causa da língua, outros dizem que é por que no Brasil os estrangeiros não são perseguidos e podem ter sua fé, vestimenta e costumes preservados. Outros dizem até que é por causa do futebol”, conta Barreto.


Agência Brasil
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Luanda – Comemora-se hoje, 20 de Junho, o Dia Mundial do Refugiado, instituído em 2.000 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, para reafirmar os valores dos acordos internacionais de protecção dos refugiados.
A efeméride foi igualmente adoptada com o objectivo de aumentar a consciência da sociedade sobre a problemática dos homens e mulheres deslocados por guerras e conflitos armados ou perseguidos por motivo de religião, nacionalidade, raça, grupo social e opinião política.
A deslocação humana representa um dos maiores problemas da actualidade. Aproximadamente 40 milhões de pessoas encontram-se deslocadas devido a conflitos, violência, perseguições, degradação ambiental ou desastres naturais, e este número continua a crescer.
Assim, torna-se cada vez mais essencial e urgente o comprometimento da comunidade internacional em discutir e desenvolver soluções efectivas para esta questão.
De acordo um relatório anual do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), o número de pessoas forçadas a se deslocar devido a conflitos e perseguições chegou a 42 milhões em todo o mundo no final de 2008.
Esta cifra, segundo o ACNUR, inclui 16 milhões de refugiados e solicitantes de refúgio e 26 milhões de pessoas deslocadas em seus próprios países, de acordo com o relatório “Refúgio no Mundo – Tendências Globais”.
O documento indica ainda que 80 porcento dos refugiados estão em países em desenvolvimento, assim como a maior parte dos deslocados internos – uma população com a qual a agência da ONU para refugiados está cada vez mais envolvida.
“Em 2009, já observamos novos deslocados no Paquistão, Sri Lanka e Somália”, informou o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres.
O relatório enumera 29 diferentes grupos de 25 mil ou mais refugiados em 22 nações que vivem exilados há cinco anos ou mais e para os quais não existe nenhuma solução imediata à vista.

Isto significa que pelo menos 5,7 milhões de refugiados vivem num limbo.

Aproximadamente 2 milhões de refugiados e de deslocados internos puderam retornar para casa em 2008, o que representa um declínio em comparação ao ano anterior. Retornaram para casa durante os últimos 10 anos - a maioria deles com o apoio do ACNUR.
Em 2008, a agência da ONU para os refugiados propôs o reassentamento de 121 mil indivíduos a terceiros países, sendo que mais de 67 mil partiram para suas novas pátrias com a ajuda do ACNUR.
Em Angola, o acto central das comemorações do Dia Mundial dos Refugiados vai realizar-se na cidade do Luena, província do Moxico.
Segundo o programa de actividades elaborado pela Direcção Provincial de Assistência e Reinserção Social (MINARS), estão a ser realizados ciclos de palestras subordinadas aos temas "Pedido de nacionalidade e direito jurídico", assim como "Protecção dos Refugiados e Movimentos Migratórios em Angola".
Constam igualmente temas sobre a "Violência de género no seio dos refugiados" e o "Processo migratório internacional", e a entrega de kits de reintegração sustentável e bens de primeira necessidades aos refugiados.
Exibição de peças teatrais, danças modernas e tradicionais, realização de maratona músico-cultural figuram também do programa.
A fonte garantiu que as condições logísticas e humanas estão criadas para a realização condigna da efeméride.
Refugiado, segundo a ONU, é uma pessoa que se encontra fora do seu país de origem porque tem fortes probabilidades de ser objecto de abusos graves, em virtude da sua religião, etnia, raça, crença ou ideologia.

Por Paulino Neto



Angola Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:32  comentar

Luanda – Comemora-se hoje, 20 de Junho, o Dia Mundial do Refugiado, instituído em 2.000 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, para reafirmar os valores dos acordos internacionais de protecção dos refugiados.
A efeméride foi igualmente adoptada com o objectivo de aumentar a consciência da sociedade sobre a problemática dos homens e mulheres deslocados por guerras e conflitos armados ou perseguidos por motivo de religião, nacionalidade, raça, grupo social e opinião política.
A deslocação humana representa um dos maiores problemas da actualidade. Aproximadamente 40 milhões de pessoas encontram-se deslocadas devido a conflitos, violência, perseguições, degradação ambiental ou desastres naturais, e este número continua a crescer.
Assim, torna-se cada vez mais essencial e urgente o comprometimento da comunidade internacional em discutir e desenvolver soluções efectivas para esta questão.
De acordo um relatório anual do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), o número de pessoas forçadas a se deslocar devido a conflitos e perseguições chegou a 42 milhões em todo o mundo no final de 2008.
Esta cifra, segundo o ACNUR, inclui 16 milhões de refugiados e solicitantes de refúgio e 26 milhões de pessoas deslocadas em seus próprios países, de acordo com o relatório “Refúgio no Mundo – Tendências Globais”.
O documento indica ainda que 80 porcento dos refugiados estão em países em desenvolvimento, assim como a maior parte dos deslocados internos – uma população com a qual a agência da ONU para refugiados está cada vez mais envolvida.
“Em 2009, já observamos novos deslocados no Paquistão, Sri Lanka e Somália”, informou o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres.
O relatório enumera 29 diferentes grupos de 25 mil ou mais refugiados em 22 nações que vivem exilados há cinco anos ou mais e para os quais não existe nenhuma solução imediata à vista.

Isto significa que pelo menos 5,7 milhões de refugiados vivem num limbo.

Aproximadamente 2 milhões de refugiados e de deslocados internos puderam retornar para casa em 2008, o que representa um declínio em comparação ao ano anterior. Retornaram para casa durante os últimos 10 anos - a maioria deles com o apoio do ACNUR.
Em 2008, a agência da ONU para os refugiados propôs o reassentamento de 121 mil indivíduos a terceiros países, sendo que mais de 67 mil partiram para suas novas pátrias com a ajuda do ACNUR.
Em Angola, o acto central das comemorações do Dia Mundial dos Refugiados vai realizar-se na cidade do Luena, província do Moxico.
Segundo o programa de actividades elaborado pela Direcção Provincial de Assistência e Reinserção Social (MINARS), estão a ser realizados ciclos de palestras subordinadas aos temas "Pedido de nacionalidade e direito jurídico", assim como "Protecção dos Refugiados e Movimentos Migratórios em Angola".
Constam igualmente temas sobre a "Violência de género no seio dos refugiados" e o "Processo migratório internacional", e a entrega de kits de reintegração sustentável e bens de primeira necessidades aos refugiados.
Exibição de peças teatrais, danças modernas e tradicionais, realização de maratona músico-cultural figuram também do programa.
A fonte garantiu que as condições logísticas e humanas estão criadas para a realização condigna da efeméride.
Refugiado, segundo a ONU, é uma pessoa que se encontra fora do seu país de origem porque tem fortes probabilidades de ser objecto de abusos graves, em virtude da sua religião, etnia, raça, crença ou ideologia.

Por Paulino Neto



Angola Press
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colaboradores: carmen e maria celia

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