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16.7.09

Uma falha em processo administrativo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia adiou para o dia 5 de agosto os depoimentos dos averiguados, o empresário J.E.V.D. e o médico W.R.B.G., e de Geraldo Corrêa, presidente do Instituto Pró-Cidadania, um dos que teriam denunciado o caso. A informação é do presidente da CPI da Pedofilia, o senador Magno Malta (PR-ES).
Em entrevista ao O Regional, no início da noite de ontem, o senador explicou que as oitivas dos averiguados de supostamente participarem de uma rede de pedofilia em Catanduva não foram colhidas pela falta de notificação.“Provavelmente houve falha no setor administrativo da Secretaria da CPI, que não emitiu em tempo hábil as notificações para que os averiguados pudessem prestar os depoimentos”, comentou.
Segundo o senador, a expedição das notificações chegou a ser votada. “Elas foram aprovadas e a expectativa era de que eles fossem estar em Brasília. Conversei com os advogados dos averiguados e eles afirmaram que seus clientes nem foram notificados”, explicou.Além dos três, o promotor Antônio Bandeira Neto, da Infância e Juventude de Catanduva e o vereador Marcos Crippa, também poderiam comparecer nessa oitiva. “Oficialmente, ainda não recebi nenhum tipo de notificação para prestar esses esclarecimentos”, comentou o promotor.
Ontem pela manhã, o Senado Federal havia divulgado nota dando conta da realização dos depoimentos dos averiguados.
Reconhecimentos
No último mês, o senador esteve em São José do Rio Preto para participar de uma nova sessão de reconhecimentos dos averiguados nos supostos casos de pedofilia em Catanduva. Entretanto, o resultado desses reconhecimentos ainda não foi divulgado por essa comissão.

Saiba mais sobre o caso no pesquisando no próprio blog


O Regional
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26.6.09

Após aprovação dos requerimentos de audiência para as investigações da suposta rede de pedofilia em Catanduva, foram convocados, o médico W.R.B.G e o empresário J.E.V.D ambos de Catanduva. Os convocados prestarão depoimento em Brasília. Também foram aprovadas as convocações ao presidente da Câmara Municipal de Catanduva, vereador Marcos Crippa, e ao promotor de Justiça Antônio Bandeira Neto. O senador e presidente da CPI, Magno Malta, disse que a atuação dos dois convocados tem causado constrangimentos a Geraldo Correa, integrante de uma organização não-governamental do município responsável por denúncias que permitiram a descoberta da rede de pedofilia. Ainda segundo o senador, Correa sofre perseguições e pressões de todo tipo. Geraldo Correa, será convidado a relatar o seu caso para à CPI em Brasília. Adriano Salles Vanni, advogado do empresário J. E. V. D., um dos averiguados sobre as investigações do caso de pedofilia, informou no início da semana, que foi agendado para o mês de agosto o depoimento de seu cliente em Brasília para os membros da CPI da Pedofilia. Após a realização dos reconhecimentos no último dia 17, realizada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de São José do Rio Preto, ficou definido em comum acordo entre o presidente da CPI da Pedofilia, Magno Malta e os advogados de defesa dos supostos suspeitos do caso, a realização desse depoimento. “Ficou ‘pré-agendado’ para agosto, o depoimento diante dos membros da CPI em Brasília”, informou Vanni. O promotor de Justiça Antônio Bandeira Neto, comentou que está ansioso para ir até Brasília. Porém comentou que essa ação poderia ser adiantada quando o Senador Magno Malta viesse para novo reconhecimento das crianças com o "Zé da Pipa". “Poderia ser ouvido em São José do Rio Preto. Assim penso que ganharíamos tempo e os cofres públicos não seriam mais onerados. Mas se querem Brasília, para Brasília iremos”, comentou o promotor. Segundo informações da Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Catanduva, afirmou que Marcos Crippa até o momento não recebeu oficialmente a convocação para prestar depoimento a CPI. Diante disso, prefere não se pronunciar a respeito.

Ministério Público
A Universidade de São Paulo (USP) entrou em contato com o Dr. Antônio Bandeira Neto, para se prontificar, por meio do Diretor de Psiquiatria, que um grupo de médicos especialistas da USP viessem para Catanduva, para avaliar as vítimas e dar-lhes o atendimento desejado. O Ministério Público, através do Dr. Bandeira desde então, solicitou a Dra. Sueli Juarez Alonso, Juíza de Direito, que estas crianças fossem avaliadas, mas não houve apreciação ou deferimento.
O Dr. Antônio Bandeira Neto, Curador da Infância e Juventude comentou que é indispensável que médicos de renome na área da psiquiatria infantil, venham ajudar, até para que se saiba exatamente o número de vítimas e se efetivamente esta ou aquela foi vitimizada. “Queremos que tudo seja devidamente apurado e colocado em pratos limpíssimos. A verdade pura e simples. Caso contrário, Catanduva poderá futuramente ser conhecida mundialmente como a capital da farsofilia” disse o promotor.

Fonte: O Regional
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Após aprovação dos requerimentos de audiência para as investigações da suposta rede de pedofilia em Catanduva, foram convocados, o médico W.R.B.G e o empresário J.E.V.D ambos de Catanduva. Os convocados prestarão depoimento em Brasília. Também foram aprovadas as convocações ao presidente da Câmara Municipal de Catanduva, vereador Marcos Crippa, e ao promotor de Justiça Antônio Bandeira Neto. O senador e presidente da CPI, Magno Malta, disse que a atuação dos dois convocados tem causado constrangimentos a Geraldo Correa, integrante de uma organização não-governamental do município responsável por denúncias que permitiram a descoberta da rede de pedofilia. Ainda segundo o senador, Correa sofre perseguições e pressões de todo tipo. Geraldo Correa, será convidado a relatar o seu caso para à CPI em Brasília. Adriano Salles Vanni, advogado do empresário J. E. V. D., um dos averiguados sobre as investigações do caso de pedofilia, informou no início da semana, que foi agendado para o mês de agosto o depoimento de seu cliente em Brasília para os membros da CPI da Pedofilia. Após a realização dos reconhecimentos no último dia 17, realizada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de São José do Rio Preto, ficou definido em comum acordo entre o presidente da CPI da Pedofilia, Magno Malta e os advogados de defesa dos supostos suspeitos do caso, a realização desse depoimento. “Ficou ‘pré-agendado’ para agosto, o depoimento diante dos membros da CPI em Brasília”, informou Vanni. O promotor de Justiça Antônio Bandeira Neto, comentou que está ansioso para ir até Brasília. Porém comentou que essa ação poderia ser adiantada quando o Senador Magno Malta viesse para novo reconhecimento das crianças com o "Zé da Pipa". “Poderia ser ouvido em São José do Rio Preto. Assim penso que ganharíamos tempo e os cofres públicos não seriam mais onerados. Mas se querem Brasília, para Brasília iremos”, comentou o promotor. Segundo informações da Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Catanduva, afirmou que Marcos Crippa até o momento não recebeu oficialmente a convocação para prestar depoimento a CPI. Diante disso, prefere não se pronunciar a respeito.

Ministério Público
A Universidade de São Paulo (USP) entrou em contato com o Dr. Antônio Bandeira Neto, para se prontificar, por meio do Diretor de Psiquiatria, que um grupo de médicos especialistas da USP viessem para Catanduva, para avaliar as vítimas e dar-lhes o atendimento desejado. O Ministério Público, através do Dr. Bandeira desde então, solicitou a Dra. Sueli Juarez Alonso, Juíza de Direito, que estas crianças fossem avaliadas, mas não houve apreciação ou deferimento.
O Dr. Antônio Bandeira Neto, Curador da Infância e Juventude comentou que é indispensável que médicos de renome na área da psiquiatria infantil, venham ajudar, até para que se saiba exatamente o número de vítimas e se efetivamente esta ou aquela foi vitimizada. “Queremos que tudo seja devidamente apurado e colocado em pratos limpíssimos. A verdade pura e simples. Caso contrário, Catanduva poderá futuramente ser conhecida mundialmente como a capital da farsofilia” disse o promotor.

Fonte: O Regional
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24.6.09

Adriano Salles Vanni, advogado do empresário J. E. V. D., um dos averiguados sobre as investigações do caso de pedofilia, informou que foi agendado para o mês de agosto o depoimento de seu cliente em Brasília para os membros da CPI da Pedofilia.

Apesar da definição do mês, o advogado não soube informar a data da realização da nova oitiva.
Após a realização dos reconhecimentos no último dia 17, realizada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de São José do Rio Preto, ficou definido em comum acordo entre o presidente da CPI da Pedofilia, Magno Malta e os advogados de defesa dos supostos suspeitos do caso, a realização desse depoimento.

“Ficou ‘pré-agendado’ para agosto, o depoimento diante dos membros da CPI em Brasília”, informou Vanni.
Na oportunidade, o advogado comentou que os reconhecimentos serviram para inocentar o seu cliente. Para Vanni, as crianças estavam “tranquilas” e puderam ver atentamente seu cliente no reconhecimento.

“Nenhuma das crianças o reconheceu”, garantiu. Ainda segundo o advogado do empresário catanduvense, foram disponibilizados aos promotores do caso o sigilo telefônico e os computadores do suspeito.

“Eu me adiantei e antes que me solicitassem, encaminhei a eles o sigilo. Afinal meu cliente é inocente e não tem nada a esconder”, mencionou o advogado. Vanni disse ainda que as investigações prosseguem, e aguardam os resultados dos laudos periciais.

“Como o depoimento está pré-agendado para agosto, estarei de férias em julho”, informou.
O advogado José Luis de Oliveira Lima, que defende o médico W. R. B. G., um dos averiguados de integrar a suposta rede de pedofilia em Catanduva, não foi encontrado para confirmar se o seu cliente também teria “pré-agendado” para agosto o depoimento em Brasília na CPI da Pedofilia.

A equipe de O Regional entrou em contato com o assessor Augusto Panisset da Secretaria da CPI, mas o mesmo não foi encontrado para falar sobre o assunto.A assessoria do senador Magno Malta também não confirmou seu retorno para o interior de São Paulo.

Gaeco
No total, 12 crianças participaram da sessão de reconhecimentos, que contou com outros 12 averiguados.Um dos promotores que investiga o caso, João Santa Terra, membro do Gaeco, afirmou que alguns dos averiguados haviam sido reconhecido pelas crianças. Entretanto, Santa Terra não divulgou quais dos suspeitos teriam sido reconhecidos.


O Regional
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Adriano Salles Vanni, advogado do empresário J. E. V. D., um dos averiguados sobre as investigações do caso de pedofilia, informou que foi agendado para o mês de agosto o depoimento de seu cliente em Brasília para os membros da CPI da Pedofilia.

Apesar da definição do mês, o advogado não soube informar a data da realização da nova oitiva.
Após a realização dos reconhecimentos no último dia 17, realizada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de São José do Rio Preto, ficou definido em comum acordo entre o presidente da CPI da Pedofilia, Magno Malta e os advogados de defesa dos supostos suspeitos do caso, a realização desse depoimento.

“Ficou ‘pré-agendado’ para agosto, o depoimento diante dos membros da CPI em Brasília”, informou Vanni.
Na oportunidade, o advogado comentou que os reconhecimentos serviram para inocentar o seu cliente. Para Vanni, as crianças estavam “tranquilas” e puderam ver atentamente seu cliente no reconhecimento.

“Nenhuma das crianças o reconheceu”, garantiu. Ainda segundo o advogado do empresário catanduvense, foram disponibilizados aos promotores do caso o sigilo telefônico e os computadores do suspeito.

“Eu me adiantei e antes que me solicitassem, encaminhei a eles o sigilo. Afinal meu cliente é inocente e não tem nada a esconder”, mencionou o advogado. Vanni disse ainda que as investigações prosseguem, e aguardam os resultados dos laudos periciais.

“Como o depoimento está pré-agendado para agosto, estarei de férias em julho”, informou.
O advogado José Luis de Oliveira Lima, que defende o médico W. R. B. G., um dos averiguados de integrar a suposta rede de pedofilia em Catanduva, não foi encontrado para confirmar se o seu cliente também teria “pré-agendado” para agosto o depoimento em Brasília na CPI da Pedofilia.

A equipe de O Regional entrou em contato com o assessor Augusto Panisset da Secretaria da CPI, mas o mesmo não foi encontrado para falar sobre o assunto.A assessoria do senador Magno Malta também não confirmou seu retorno para o interior de São Paulo.

Gaeco
No total, 12 crianças participaram da sessão de reconhecimentos, que contou com outros 12 averiguados.Um dos promotores que investiga o caso, João Santa Terra, membro do Gaeco, afirmou que alguns dos averiguados haviam sido reconhecido pelas crianças. Entretanto, Santa Terra não divulgou quais dos suspeitos teriam sido reconhecidos.


O Regional
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18.6.09

São José do Rio Preto - Crianças de Catanduva, no interior paulista, voltaram a apontar hoje seus agressores em mais uma sessão de reconhecimento realizada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia e pelo Grupo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Doze crianças e 13 suspeitos de crimes de pedofilia participaram das sessões, entre eles um médico, dois empresários e um comerciante. As 12 crianças, que fazem parte de um total de 47 que relataram os abusos, apresentaram novos suspeitos e, por isso, passaram pelo reconhecimento.
As sessões foram realizadas na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de São José do Rio Preto, município a 60 quilômetros de Catanduva, para onde grupos de três e quatro crianças eram levados de carro após cada depoimento. Segundo o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), a medida foi tomada para evitar exposição das crianças e problemas como os que ocorreram no primeiro reconhecimento, realizado em fevereiro, quando os menores ficaram sem amparo psicológico, sem comida e os pais não tiveram acesso aos depoimentos dos filhos.
O promotor João Santa Terra, responsável pelo caso, afirmou que alguns suspeitos foram reconhecidos, mas não apontou nomes e número de crianças que reconheceram seus agressores. Cristiane Silva, mãe de três crianças, disse que uma de suas filhas reconheceu o médico, além do comerciante. "Ela trocou os nomes, mas reconheceu quatro agressores, entre eles, o doutor", afirmou. Porém, o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, negou que seu cliente foi reconhecido. "Nenhuma das crianças o reconheceu", disse.


Agência Estado
Por Chico Siqueira
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:42  comentar


São José do Rio Preto - Crianças de Catanduva, no interior paulista, voltaram a apontar hoje seus agressores em mais uma sessão de reconhecimento realizada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia e pelo Grupo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Doze crianças e 13 suspeitos de crimes de pedofilia participaram das sessões, entre eles um médico, dois empresários e um comerciante. As 12 crianças, que fazem parte de um total de 47 que relataram os abusos, apresentaram novos suspeitos e, por isso, passaram pelo reconhecimento.
As sessões foram realizadas na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de São José do Rio Preto, município a 60 quilômetros de Catanduva, para onde grupos de três e quatro crianças eram levados de carro após cada depoimento. Segundo o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), a medida foi tomada para evitar exposição das crianças e problemas como os que ocorreram no primeiro reconhecimento, realizado em fevereiro, quando os menores ficaram sem amparo psicológico, sem comida e os pais não tiveram acesso aos depoimentos dos filhos.
O promotor João Santa Terra, responsável pelo caso, afirmou que alguns suspeitos foram reconhecidos, mas não apontou nomes e número de crianças que reconheceram seus agressores. Cristiane Silva, mãe de três crianças, disse que uma de suas filhas reconheceu o médico, além do comerciante. "Ela trocou os nomes, mas reconheceu quatro agressores, entre eles, o doutor", afirmou. Porém, o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, negou que seu cliente foi reconhecido. "Nenhuma das crianças o reconheceu", disse.


Agência Estado
Por Chico Siqueira
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São José do Rio Preto - Crianças de Catanduva, no interior paulista, voltaram a apontar hoje seus agressores em mais uma sessão de reconhecimento realizada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia e pelo Grupo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Doze crianças e 13 suspeitos de crimes de pedofilia participaram das sessões, entre eles um médico, dois empresários e um comerciante. As 12 crianças, que fazem parte de um total de 47 que relataram os abusos, apresentaram novos suspeitos e, por isso, passaram pelo reconhecimento.
As sessões foram realizadas na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de São José do Rio Preto, município a 60 quilômetros de Catanduva, para onde grupos de três e quatro crianças eram levados de carro após cada depoimento. Segundo o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), a medida foi tomada para evitar exposição das crianças e problemas como os que ocorreram no primeiro reconhecimento, realizado em fevereiro, quando os menores ficaram sem amparo psicológico, sem comida e os pais não tiveram acesso aos depoimentos dos filhos.
O promotor João Santa Terra, responsável pelo caso, afirmou que alguns suspeitos foram reconhecidos, mas não apontou nomes e número de crianças que reconheceram seus agressores. Cristiane Silva, mãe de três crianças, disse que uma de suas filhas reconheceu o médico, além do comerciante. "Ela trocou os nomes, mas reconheceu quatro agressores, entre eles, o doutor", afirmou. Porém, o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, negou que seu cliente foi reconhecido. "Nenhuma das crianças o reconheceu", disse.


Agência Estado
Por Chico Siqueira
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17.6.09
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia do Senado inicia na manhã desta quarta-feira nova sessão de reconhecimento dos suspeitos de suposto abuso sexual contra dezenas de crianças da cidade de Catanduva, interior de São Paulo. Os suspeitos, entre eles um médico e um empresário, serão submetidos a reconhecimento por 52 crianças, que relataram ter sido abusadas ou assediadas.
O reconhecimento será feito na cidade de São José do Rio Preto, a 60 km de Catanduva. As crianças serão levadas de carro, em grupos separados, para as sessões na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). “Essa medida é para evitar que as crianças fiquem expostas como ocorreu no primeiro reconhecimento realizado em Catanduva. E também atende pedido dos promotores que acompanham o caso”, disse o senador Magno Matla (PR-ES), presidente da comissão.
Segundo Malta, na primeira sessão de reconhecimento realizada em Catanduva, as crianças ficaram expostas à imprensa e também não foram bem tratadas, ficando, inclusive sem alimentação adequada durante o dia.
Além disso, segundo o senador, “a DIG tem uma sala especial para reconhecimento, que será acompanhado também pelos promotores do Grupo Especial de Ação e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Rio Preto”.
Além do médico e do empresário, o borracheiro José Barra de Melo, 46 anos, o Zé da Pipa, e seu sobrinho, William Melo de Souza, 19 anos, serão submetidos ao reconhecimento. Os dois foram os únicos, entre nove suspeitos, condenados até agora em um primeiro processo sobre o caso. Zé da Pipa pegou 11 anos de prisão e William sete anos e meio. Os trabalhos da CPI devem durar dois dias.
Malta disse que a CPI não tem poder para condenar nenhum dos suspeitos, mas tem juízo formado sobre o assunto. “O que posso dizer é que quem deve não foge, não tenta se esconder”, disse referindo-se a suspeitos de classe média e alta, como o médico e o empresário, que se recusaram a prestar depoimentos e teriam fugido para não cumprir mandado de prisão expedido pela Justiça. “A CPI não pode condenar, mas pode indiciar e recomendar e o que eu posso dizer, com certeza, é que a CPI não deixará de dar uma dar uma resposta firme e que satisfaça a sociedade”, declarou.



Terra
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:40  comentar

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia do Senado inicia na manhã desta quarta-feira nova sessão de reconhecimento dos suspeitos de suposto abuso sexual contra dezenas de crianças da cidade de Catanduva, interior de São Paulo. Os suspeitos, entre eles um médico e um empresário, serão submetidos a reconhecimento por 52 crianças, que relataram ter sido abusadas ou assediadas.
O reconhecimento será feito na cidade de São José do Rio Preto, a 60 km de Catanduva. As crianças serão levadas de carro, em grupos separados, para as sessões na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). “Essa medida é para evitar que as crianças fiquem expostas como ocorreu no primeiro reconhecimento realizado em Catanduva. E também atende pedido dos promotores que acompanham o caso”, disse o senador Magno Matla (PR-ES), presidente da comissão.
Segundo Malta, na primeira sessão de reconhecimento realizada em Catanduva, as crianças ficaram expostas à imprensa e também não foram bem tratadas, ficando, inclusive sem alimentação adequada durante o dia.
Além disso, segundo o senador, “a DIG tem uma sala especial para reconhecimento, que será acompanhado também pelos promotores do Grupo Especial de Ação e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Rio Preto”.
Além do médico e do empresário, o borracheiro José Barra de Melo, 46 anos, o Zé da Pipa, e seu sobrinho, William Melo de Souza, 19 anos, serão submetidos ao reconhecimento. Os dois foram os únicos, entre nove suspeitos, condenados até agora em um primeiro processo sobre o caso. Zé da Pipa pegou 11 anos de prisão e William sete anos e meio. Os trabalhos da CPI devem durar dois dias.
Malta disse que a CPI não tem poder para condenar nenhum dos suspeitos, mas tem juízo formado sobre o assunto. “O que posso dizer é que quem deve não foge, não tenta se esconder”, disse referindo-se a suspeitos de classe média e alta, como o médico e o empresário, que se recusaram a prestar depoimentos e teriam fugido para não cumprir mandado de prisão expedido pela Justiça. “A CPI não pode condenar, mas pode indiciar e recomendar e o que eu posso dizer, com certeza, é que a CPI não deixará de dar uma dar uma resposta firme e que satisfaça a sociedade”, declarou.



Terra
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