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26.6.09
Apesar de ter nascido em 1993, Brooke Greenberg não anda e nem fala. Para os pais, a garota seria a "fonte da juventude"

Brooke Greenberg tem o tamanho e a capacidade mental de uma criança. Ela também não fala, não se locomove sozinha e continua a ter os mesmos dentes de quando era, de fato, um bebê.
No último mês de janeiro, porém, a americana completou 16 anos de idade. Brooke nunca foi diagnosticada como portadora de qualquer síndrome genética conhecida ou anomalia cromossômica que pudessem ajudar a explicar o motivo de ela não crescer.
Mesmo um estudo do seu DNA não foi capaz e especificar o motivo pelo qual ela continua a ter corpo e aparência de uma criança mesmo sendo uma adolescente.
O médico de Brooke, Lawrence Pakula, não sabe explicar. "Nunca tinha visto nada parecido. Ela é sempre uma surpresa", diz. Os pais de Brooke, Howard e Melanie Greenberg, também não têm qualquer explicação para o fato. "Seria ela a fonte de juventude?", pergunta-se o pai.
O casal tem outras três filhas - Emily, 22, Caitlin, 19, e Carly, 13 -, todas com desenvolvimento físico e neurológico normal.
Para Richard Walker, da Faculdade de Medicina da Universidade do Sul da Flórida, em Tampa, o corpo de Brooke não tem um desenvolvimento coordenado. É como se ele estivesse fora de sincronia. Prova disso é a sua idade óssea, estimada em 10 anos.
Segundo os próprios pais de Brooke contaram ao site do jornal inglês Daily Mail, ela teve uma série de problemas desde que nasceu. Em seus primeiros seis anos de vida, passou por uma série de emergências médicas e sobreviveu a todas, muitas vezes sem explicação. Ela sobreviveu, por exemplo, à cirurgia para tratar sete úlceras estomacais. Em seguida, sofreu uma convulsão cerebral que foi diagnosticada como um acidente vascular cerebral, uma doença que, segundo seus pais, semanas mais tarde, não havia deixado qualquer dano aparente. Aos 4 anos de idade, Brooke caiu em uma letargia que a levou dormir por 14 dias. Médicos, então, diagnosticaram um tumor cerebral. "Nós estávamos preparados para a sua morte. Foi quando, de repente, o médico nos chamou. Brooke tinha aberto os olhos e estava bem", conta Howard. "Ela supera todos os obstáculos que são lançados no seu caminho". Apesar de todas as dificuldades, Brooke frequenta uma escola para crianças com necessidades especiais. Segundo sua mãe, Melanie, ela adora fazer compras, "como toda mulher". Um documentário sobre a vida de Brooke está previsto para ir ao ar ainda neste ano, nos Estados Unidos.



Época
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:00  comentar

Apesar de ter nascido em 1993, Brooke Greenberg não anda e nem fala. Para os pais, a garota seria a "fonte da juventude"

Brooke Greenberg tem o tamanho e a capacidade mental de uma criança. Ela também não fala, não se locomove sozinha e continua a ter os mesmos dentes de quando era, de fato, um bebê.
No último mês de janeiro, porém, a americana completou 16 anos de idade. Brooke nunca foi diagnosticada como portadora de qualquer síndrome genética conhecida ou anomalia cromossômica que pudessem ajudar a explicar o motivo de ela não crescer.
Mesmo um estudo do seu DNA não foi capaz e especificar o motivo pelo qual ela continua a ter corpo e aparência de uma criança mesmo sendo uma adolescente.
O médico de Brooke, Lawrence Pakula, não sabe explicar. "Nunca tinha visto nada parecido. Ela é sempre uma surpresa", diz. Os pais de Brooke, Howard e Melanie Greenberg, também não têm qualquer explicação para o fato. "Seria ela a fonte de juventude?", pergunta-se o pai.
O casal tem outras três filhas - Emily, 22, Caitlin, 19, e Carly, 13 -, todas com desenvolvimento físico e neurológico normal.
Para Richard Walker, da Faculdade de Medicina da Universidade do Sul da Flórida, em Tampa, o corpo de Brooke não tem um desenvolvimento coordenado. É como se ele estivesse fora de sincronia. Prova disso é a sua idade óssea, estimada em 10 anos.
Segundo os próprios pais de Brooke contaram ao site do jornal inglês Daily Mail, ela teve uma série de problemas desde que nasceu. Em seus primeiros seis anos de vida, passou por uma série de emergências médicas e sobreviveu a todas, muitas vezes sem explicação. Ela sobreviveu, por exemplo, à cirurgia para tratar sete úlceras estomacais. Em seguida, sofreu uma convulsão cerebral que foi diagnosticada como um acidente vascular cerebral, uma doença que, segundo seus pais, semanas mais tarde, não havia deixado qualquer dano aparente. Aos 4 anos de idade, Brooke caiu em uma letargia que a levou dormir por 14 dias. Médicos, então, diagnosticaram um tumor cerebral. "Nós estávamos preparados para a sua morte. Foi quando, de repente, o médico nos chamou. Brooke tinha aberto os olhos e estava bem", conta Howard. "Ela supera todos os obstáculos que são lançados no seu caminho". Apesar de todas as dificuldades, Brooke frequenta uma escola para crianças com necessidades especiais. Segundo sua mãe, Melanie, ela adora fazer compras, "como toda mulher". Um documentário sobre a vida de Brooke está previsto para ir ao ar ainda neste ano, nos Estados Unidos.



Época
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18.4.09
Ela mora em Mucugê e espera a segunda etapa da cirurgia em Salvador.
Procedimento foi realizado, pelo SUS, com pele importada dos EUA.


Transplante de pele precisa de segunda cirurgia (Foto: Reprodução/TV Bahia) A estudante Letícia Pinheiro, 11 anos, recebeu o transplante de pele artificial em seu corpo no Hospital Municipal de Cruz das Almas (BA), na segunda-feira (13). Este foi o primeiro procedimento de enxerto feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (17) e espera, na casa de familiares em Salvador, para se submeter a segunda etapa da cirurgia.
Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

Glauco Araújo
Do G1, em São Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:54  comentar

Ela mora em Mucugê e espera a segunda etapa da cirurgia em Salvador.
Procedimento foi realizado, pelo SUS, com pele importada dos EUA.


Transplante de pele precisa de segunda cirurgia (Foto: Reprodução/TV Bahia) A estudante Letícia Pinheiro, 11 anos, recebeu o transplante de pele artificial em seu corpo no Hospital Municipal de Cruz das Almas (BA), na segunda-feira (13). Este foi o primeiro procedimento de enxerto feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (17) e espera, na casa de familiares em Salvador, para se submeter a segunda etapa da cirurgia.
Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

Glauco Araújo
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Procedimento foi realizado, pelo SUS, com pele importada dos EUA.


Transplante de pele precisa de segunda cirurgia (Foto: Reprodução/TV Bahia) A estudante Letícia Pinheiro, 11 anos, recebeu o transplante de pele artificial em seu corpo no Hospital Municipal de Cruz das Almas (BA), na segunda-feira (13). Este foi o primeiro procedimento de enxerto feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (17) e espera, na casa de familiares em Salvador, para se submeter a segunda etapa da cirurgia.
Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

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Ela mora em Mucugê e espera a segunda etapa da cirurgia em Salvador.
Procedimento foi realizado, pelo SUS, com pele importada dos EUA.


Transplante de pele precisa de segunda cirurgia (Foto: Reprodução/TV Bahia) A estudante Letícia Pinheiro, 11 anos, recebeu o transplante de pele artificial em seu corpo no Hospital Municipal de Cruz das Almas (BA), na segunda-feira (13). Este foi o primeiro procedimento de enxerto feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (17) e espera, na casa de familiares em Salvador, para se submeter a segunda etapa da cirurgia.
Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

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Transplante de pele precisa de segunda cirurgia (Foto: Reprodução/TV Bahia) A estudante Letícia Pinheiro, 11 anos, recebeu o transplante de pele artificial em seu corpo no Hospital Municipal de Cruz das Almas (BA), na segunda-feira (13). Este foi o primeiro procedimento de enxerto feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (17) e espera, na casa de familiares em Salvador, para se submeter a segunda etapa da cirurgia.
Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

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Ela mora em Mucugê e espera a segunda etapa da cirurgia em Salvador.
Procedimento foi realizado, pelo SUS, com pele importada dos EUA.


Transplante de pele precisa de segunda cirurgia (Foto: Reprodução/TV Bahia) A estudante Letícia Pinheiro, 11 anos, recebeu o transplante de pele artificial em seu corpo no Hospital Municipal de Cruz das Almas (BA), na segunda-feira (13). Este foi o primeiro procedimento de enxerto feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (17) e espera, na casa de familiares em Salvador, para se submeter a segunda etapa da cirurgia.
Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

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Ela mora em Mucugê e espera a segunda etapa da cirurgia em Salvador.
Procedimento foi realizado, pelo SUS, com pele importada dos EUA.


Transplante de pele precisa de segunda cirurgia (Foto: Reprodução/TV Bahia) A estudante Letícia Pinheiro, 11 anos, recebeu o transplante de pele artificial em seu corpo no Hospital Municipal de Cruz das Almas (BA), na segunda-feira (13). Este foi o primeiro procedimento de enxerto feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (17) e espera, na casa de familiares em Salvador, para se submeter a segunda etapa da cirurgia.
Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

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Procedimento foi realizado, pelo SUS, com pele importada dos EUA.


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Segundo o cirurgião plástico Carlos Briglia, um dos integrantes da equipe que realizou o enxerto, a pele foi importada dos Estados Unidos e foi avaliada em cerca de R$ 150 mil.
A paciente é moradora de Mucugê (BA), na Chapada Diamantina, e sofreu um acidente com água do radiador do carro da família, quando tinha 7 anos. "Ela brincava ao lado do pai, quando ele colocava água no radiador. A mangueira estourou e a água caiu sobre o peito dela", disse a mãe da menina, a esteticista Ana Lúcia machado, 37 anos.
A jovem sofreu queimaduras em 30% do corpo. "Como ela era criança, não tinha muito essa coisa de vaidade. Agora, como está mais crescida, na fase da adolescência, ela já começa a ser mais vaidosa, a querer usar um biquíni. Acredito que a cirurgia vá melhorar as cicatrizes que ela tinha no corpo. Os médicos estão confiantes", disse a mãe.
Briglia disse que a segunda etapa da cirurgia está marcada para a primeira semana de maio deste ano. "Ela só precisa fazer curativos e se preparar para a nova fase. A recuperação dela está sendo positiva."
Cruz das Almas (BA) é uma cidade conhecida pela tradicional guerra das espadas, feita de potentes fogos de artifícios durante as comemorações do São João. Durante as fetas juninas, o município costuma registrar muitos casos de queimaduras. Em 2008, foram atendidas mais de 300 vítimas na cidade, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo Briglia, a técnica de enxerto de pele artifical usada em Letícia vai servir de exemplo para atendimentos de vítimas de queimaduras que estão em tratamento na cidade de Cruz das Almas

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colaboradores: carmen e maria celia

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