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15.7.09

FLORIANÓPOLIS - Nabor Prazeres, avô da recém-nascida que sofreu uma queimadura no braço na Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, formalizou na manhã desta terça-feira a denúncia do caso ao Ministério Público. Na segunda-feira, a Secretaria de Estado da Saúde determinou a abertura de uma sindicância para investigar o fato. A recém-nascida Isadora, que tem agora um mês de vida, está sendo tratada pela família em casa. A pomada para queimadura indicada pelos médicos custa R$ 39 e dura dois dias. O custo chega a quase R$ 600 por mês.
- Independente de qualquer causa que tenha sido, isso é responsabilidade do Estado, da Secretaria de Estado da Saúde. A responsabilidade é nossa, nós iremos assumir isso. Ela vai ter toda a atenção possível. Se houve algum gasto, esse gasto vai ter que ser ressarcido a essa família - disse o superintendente de Hospitais Públicos da Secretaria, Roberto Hess de Souza.
A Secretaria determinou ainda que seja feita uma nova revisão nos equipamentos da maternidade e uma avaliação nas condutas de enfermagem.
A diretora da maternidade, Elisa Brentano, apresentou uma nova versão para o caso. Na segunda-feira, Elisa disse que a queimadura podia ter ocorrido em um atrito durante o parto. Nesta manhã, afirmou que um tecido usado para cobrir crianças após o nascimento pode ter ferido o bebê e que a lesão não é queimadura de terceiro grau.
- Se por acaso houver uma dobra na confecção deste embrulho do bebê, pode eventualmente ter comprimido o bracinho do bebê - disse a diretora.
Segundo Elisa, obstetras afirmaram que não houve registro de casos desse tipo em partos. A diretora disse ainda que, no caso de Isadora, as bolhas no braço não foram causadas por calor ou substâncias químicas.



O Globo On Line
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5.7.09

RIO - O Secretário municipal de Saúde, Hans Dohman, esteve neste sábado na maternidade Fernando Magalhães para conversar com Manuela Costa, que perdeu o seu bebê ao ter sua internação recusada no hospital Miguel Couto e recebido orientação para pegar um ônibus para outra unidade hospitalar. Dohman afirmou que o fato ocorrido é inadmissível:
- O que aconteceu é fora do padrão do atendimento da rede municipal. Estou indignado. Já abrimos uma sindicância para apurar o caso.
Até o momento, ainda não foi identificado o médico que se recusou a atender Manuela e mais duas pacientes, encaminhando as três para a Fernando Magalhães de ônibus. Apenas Manuela tinha gravidez de alto risco. Segundo a Secretaria de Saúde, o procedimento padrão nesses casos é transportar numa ambulância a paciente para a maternidade.
- Conforme for apurado, o médico responsável pode ser demitido. Como médico, estou chocado e estarrecido com o caso. O mais inexplicável nesse caso foi a grávida ter vindo de ônibus para a maternidade. Procurei passar palavras de carinho e conforto a Manuela.
A prefeitura acredita que em duas ou três semanas o caso já vai estar esclarecido. Duas sindicâncias foram abertas e o secretário se comprometeu a pedir pressa nas investigações. Na segunda-feira, membros da Secretaria de Saúde vão se reunir com a Procuradoria Geral do Município

Fonte: GloboOnline

Veja o caso:

RIO - O sonho de ter uma menina, que viria a se juntar a dois garotos mais velhos, estava prestes a se tornar realidade, mas foi interrompido pela irresponsabilidade e pelo descaso médico durante um atendimento no Hospital Miguel Couto. No último dia 2, quinta-feira, Manuela Costa, de 29 anos, foi ao hospital sentindo fortes dores e com sangramento. Depois de ser examinada pelo obstetra de plantão, ela teve seu braço rabiscado de caneta com os dizeres: "Fernando Magalhães" e "476 e 460". Significavam o nome da maternidade que a paciente deveria procurar e os ônibus que, por conta própria, pegaria para chegar lá. Assim como ela, mais duas grávidas depois de examinadas foram "marcadas" pelo plantonista e encaminhadas para a maternidade de São Cristóvão.
Manuela chegou à maternidade, foi submetida a uma cesariana de emergência e a criança nasceu morta. Ela agora espera receber alta na segunda-feira para poder assistir ao enterro da neném. O prefeito Eduardo Paes determinou uma apuração rigorosa.
- O caso era uma emergência, um quadro clássico de descolamento prematuro da placenta, o chamado DPP. O médico do Miguel Couto jamais poderia ter encaminhado esta grávida para outro hospital, muito menos sem pedir uma ambulância. Ela tinha que ter sido operada no Miguel Couto para só depois seguir para outro hospital - denuncia um médico da Fernando Magalhães, indignado com a história. Ele garantiu que as outras duas gestantes também não tinham condições de seguir por conta própria para outro hospital.
Os casos de Manuela e das outras duas grávidas marcadas a caneta geraram revolta na maternidade, onde foram fotografadas por um funcionário. Segundo uma fonte do hospital, que passou a denúncia ao GLOBO, a direção da Fernando Magalhães acionou a Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC).
A secretaria esclareceu, em nota, que, ao saber dos casos das gestantes, abriu sindicância no Hospital Municipal Miguel Couto para apurar de quem foi a responsabilidade do ato; abriu sindicância na Superintendência Materno Infantil, no nível central, para que as medidas cabíveis sejam tomadas; e enviou carta ao Comitê de Ética do Hospital Miguel Couto para os encaminhamentos necessários. A secretaria informou ainda que, "no prazo máximo de três semanas, terá todos os esclarecimentos a respeito do caso e que todos os responsáveis serão punidos com o rigor da lei".
O chefe da Obstetrícia do Hospital Miguel Couto, Mário Guilherme da Fonseca, disse que o ocorrido já foi comunicado à direção do hospital e que a sindicância interna foi aberta.
- Se este comportamento estranho e lamentável ficar comprovado, as questões administrativas serão tratadas com o maior rigor - explicou Mario Guilherme da Fonseca.

Fonte:Extra Online
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16.6.09
O Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA) procurou a Promotoria da Infância, a Vara da Infância e Juventude e a Polícia Civil, nesta terça-feira (16), para denunciar o Conselho Tutelar de Maringá por descarte irregular de documentos.
Um saco com mais de 200 protocolos sigilosos, entre eles boletins de ocorrências, laudos do Instituto Médico Legal e denúncias de abuso sexual e de outros tipos de violência contra crianças, foi encontrado no lixo do Conselho Tutelar Zona Norte, na Zona 7, expondo detalhes que não poderiam chegar ao conhecimento de qualquer pessoa fora do âmbito do conselho.
A denúncia provocou a abertura de um inquérito na polícia. O CMDCA iniciou uma sindicância e convocou uma reunião de urgência para a quarta-feira, no gabinete do prefeito Silvio Barros (PP), e nesta terça-feira o juiz da Vara da Infância e Juventude determinou o afastamento temporário de uma conselheira tutelar e pediu uma investigação para saber quantos conselheiros têm responsabilidade no descarte de documentos.
Os documentos, todos relativos a processos de 2007 a 2009, foram encontrados no lixo na sexta-feira (12), mas o CMDCA suspeita tenham ocorrido outros descartes anteriormente, o que por lei é proibido. Isso porque esses documentos devem acompanhar toda a história do jovem e também porque é necessário um procedimento específico para a destruição desse tipo de documentos sigilosos.
O procedimento dura até um ano, é autorizado pela Justiça e os papéis devem ser incinerados diante de testemunhas determinadas pela Justiça. “Abrimos as portas para que a Justiça e a polícia façam uma investigação completa”, disse o presidente do CT da Zona Norte, Laércio Ribeiro. “Esse é um fato lamentável, que pode desgastar a imagem do Conselho Tutelar, que é um órgão de extrema confiança e muitas vezes é o último recurso para crianças que estão sofrendo abusos ou maus tratos”.
Para Ribeiro, a publicidade negativa que esse caso está proporcionando poderá desestimular pessoas que se sacrificam para que o Conselho Tutelar faça um bom serviço e as crianças tenham segurança. “Não sabemos se os documentos encontrados no lixo tratam-se de assuntos já encerrados ou de casos em andamento, mas a sindicância aberta pelo CMDCA vai mostrar, mas, de qualquer forma, estão expondo a vida de crianças que podem ter sofrido abuso sexual ou que tenha seus direitos ameaçados ou lesados”, disse a presidente do CMDCA, advogada Célia Weffort.
Segundo ela, a sindicância e o inquérito policial devem apontar quais conselheiros são responsáveis por jogar os documentos no lixo. O delegado da Infância, Gustavo Pinho Alves, que vai conduzir o inquérito policial, adiantou que destruição de documentos públicos pode ser punida com pena que vai de 1 a 4 anos de reclusão.
Uma conselheira tutelar admitiu que tinha jogado fora documentos relacionados a evasão escolar, mas nega que seja responsável pelo descarte de outros documentos. “Se essa informação está correta, então é possível que outros conselheiros tenham jogado documentos no lixo”, entende a servidora pública Sibele Cristina Telles Campos, do CMDCA. “Isso é um crime grave e precisa ser esclarecido”, completou.



O Diário do Norte do Paraná
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:07  comentar

O Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA) procurou a Promotoria da Infância, a Vara da Infância e Juventude e a Polícia Civil, nesta terça-feira (16), para denunciar o Conselho Tutelar de Maringá por descarte irregular de documentos.
Um saco com mais de 200 protocolos sigilosos, entre eles boletins de ocorrências, laudos do Instituto Médico Legal e denúncias de abuso sexual e de outros tipos de violência contra crianças, foi encontrado no lixo do Conselho Tutelar Zona Norte, na Zona 7, expondo detalhes que não poderiam chegar ao conhecimento de qualquer pessoa fora do âmbito do conselho.
A denúncia provocou a abertura de um inquérito na polícia. O CMDCA iniciou uma sindicância e convocou uma reunião de urgência para a quarta-feira, no gabinete do prefeito Silvio Barros (PP), e nesta terça-feira o juiz da Vara da Infância e Juventude determinou o afastamento temporário de uma conselheira tutelar e pediu uma investigação para saber quantos conselheiros têm responsabilidade no descarte de documentos.
Os documentos, todos relativos a processos de 2007 a 2009, foram encontrados no lixo na sexta-feira (12), mas o CMDCA suspeita tenham ocorrido outros descartes anteriormente, o que por lei é proibido. Isso porque esses documentos devem acompanhar toda a história do jovem e também porque é necessário um procedimento específico para a destruição desse tipo de documentos sigilosos.
O procedimento dura até um ano, é autorizado pela Justiça e os papéis devem ser incinerados diante de testemunhas determinadas pela Justiça. “Abrimos as portas para que a Justiça e a polícia façam uma investigação completa”, disse o presidente do CT da Zona Norte, Laércio Ribeiro. “Esse é um fato lamentável, que pode desgastar a imagem do Conselho Tutelar, que é um órgão de extrema confiança e muitas vezes é o último recurso para crianças que estão sofrendo abusos ou maus tratos”.
Para Ribeiro, a publicidade negativa que esse caso está proporcionando poderá desestimular pessoas que se sacrificam para que o Conselho Tutelar faça um bom serviço e as crianças tenham segurança. “Não sabemos se os documentos encontrados no lixo tratam-se de assuntos já encerrados ou de casos em andamento, mas a sindicância aberta pelo CMDCA vai mostrar, mas, de qualquer forma, estão expondo a vida de crianças que podem ter sofrido abuso sexual ou que tenha seus direitos ameaçados ou lesados”, disse a presidente do CMDCA, advogada Célia Weffort.
Segundo ela, a sindicância e o inquérito policial devem apontar quais conselheiros são responsáveis por jogar os documentos no lixo. O delegado da Infância, Gustavo Pinho Alves, que vai conduzir o inquérito policial, adiantou que destruição de documentos públicos pode ser punida com pena que vai de 1 a 4 anos de reclusão.
Uma conselheira tutelar admitiu que tinha jogado fora documentos relacionados a evasão escolar, mas nega que seja responsável pelo descarte de outros documentos. “Se essa informação está correta, então é possível que outros conselheiros tenham jogado documentos no lixo”, entende a servidora pública Sibele Cristina Telles Campos, do CMDCA. “Isso é um crime grave e precisa ser esclarecido”, completou.



O Diário do Norte do Paraná
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O Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA) procurou a Promotoria da Infância, a Vara da Infância e Juventude e a Polícia Civil, nesta terça-feira (16), para denunciar o Conselho Tutelar de Maringá por descarte irregular de documentos.
Um saco com mais de 200 protocolos sigilosos, entre eles boletins de ocorrências, laudos do Instituto Médico Legal e denúncias de abuso sexual e de outros tipos de violência contra crianças, foi encontrado no lixo do Conselho Tutelar Zona Norte, na Zona 7, expondo detalhes que não poderiam chegar ao conhecimento de qualquer pessoa fora do âmbito do conselho.
A denúncia provocou a abertura de um inquérito na polícia. O CMDCA iniciou uma sindicância e convocou uma reunião de urgência para a quarta-feira, no gabinete do prefeito Silvio Barros (PP), e nesta terça-feira o juiz da Vara da Infância e Juventude determinou o afastamento temporário de uma conselheira tutelar e pediu uma investigação para saber quantos conselheiros têm responsabilidade no descarte de documentos.
Os documentos, todos relativos a processos de 2007 a 2009, foram encontrados no lixo na sexta-feira (12), mas o CMDCA suspeita tenham ocorrido outros descartes anteriormente, o que por lei é proibido. Isso porque esses documentos devem acompanhar toda a história do jovem e também porque é necessário um procedimento específico para a destruição desse tipo de documentos sigilosos.
O procedimento dura até um ano, é autorizado pela Justiça e os papéis devem ser incinerados diante de testemunhas determinadas pela Justiça. “Abrimos as portas para que a Justiça e a polícia façam uma investigação completa”, disse o presidente do CT da Zona Norte, Laércio Ribeiro. “Esse é um fato lamentável, que pode desgastar a imagem do Conselho Tutelar, que é um órgão de extrema confiança e muitas vezes é o último recurso para crianças que estão sofrendo abusos ou maus tratos”.
Para Ribeiro, a publicidade negativa que esse caso está proporcionando poderá desestimular pessoas que se sacrificam para que o Conselho Tutelar faça um bom serviço e as crianças tenham segurança. “Não sabemos se os documentos encontrados no lixo tratam-se de assuntos já encerrados ou de casos em andamento, mas a sindicância aberta pelo CMDCA vai mostrar, mas, de qualquer forma, estão expondo a vida de crianças que podem ter sofrido abuso sexual ou que tenha seus direitos ameaçados ou lesados”, disse a presidente do CMDCA, advogada Célia Weffort.
Segundo ela, a sindicância e o inquérito policial devem apontar quais conselheiros são responsáveis por jogar os documentos no lixo. O delegado da Infância, Gustavo Pinho Alves, que vai conduzir o inquérito policial, adiantou que destruição de documentos públicos pode ser punida com pena que vai de 1 a 4 anos de reclusão.
Uma conselheira tutelar admitiu que tinha jogado fora documentos relacionados a evasão escolar, mas nega que seja responsável pelo descarte de outros documentos. “Se essa informação está correta, então é possível que outros conselheiros tenham jogado documentos no lixo”, entende a servidora pública Sibele Cristina Telles Campos, do CMDCA. “Isso é um crime grave e precisa ser esclarecido”, completou.



O Diário do Norte do Paraná
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3.6.09

Crise "elevou desconfiança sobre práticas do setor privado", diz Transparência

Um relatório global da organização não-governamental Transparência Internacional indica que o setor privado é cada vez mais alvo de desconfiança em decorrência de suas práticas para realizar negócios.
A impressão está retratada no relatório Barômetro Global de Corrupção, que ouviu cerca de 73 mil pessoas em 69 países do mundo. O Brasil não está entre os oito latino-americanos pesquisados.
Entre este relatório de 2009 e o último, divulgado em 2004, a percentagem de entrevistados que considera haver corrupção no setor privado pulou de 45% para 53%.
"Estes resultados refletem um público sensibilizado por uma crise financeira precipitada por regulamentações deficientes e falta de responsabilidade corporativa", afirmou a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
Comparadas com os partidos políticos, o poder legislativo e judiciário e os funcionários públicos, as empresas são percebidas como as mais corruptas na Islândia, Luxemburgo, Dinamarca, Canadá e Países Baixos, entre outros países.

Má imagem

Entretanto, ainda são os partidos políticos as instituições mais vistas como corruptas entre os entrevistados.
Em resultados iguais aos de 2004, 69% dos entrevistados consideraram que os partidos são corruptos ou extremamente corruptos. Em seguida veio o poder Legislativo (61%).
Já a polícia foi apontada pelos entrevistados como a instituição "mais subornada" - quase um entre cada quatro ouvidos teve de desembolsar recursos para ter um serviço prestado ou evitar complicações com as forças policiais.
Os níveis de suborno se mostraram alarmantes quando a entidade pesquisou a percentagem de propina que os entrevistado pagaram nos últimos 12 meses. Em Serra Leoa este nível alcançou 62%; em Camarões e Uganda, 55%.
Puxada por Bolívia (30%), Venezuela (28%) e Peru (20%), a média latino-americana ficou em 10%.
Na região, três em cada cinco entrevistados consideraram como ineficientes as iniciativas governamentais para combater a corrupção. Os mais céticos são os argentinos, entre os quais mais de 80% expressaram essa opinião.

Fonte: BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:29  comentar


Crise "elevou desconfiança sobre práticas do setor privado", diz Transparência

Um relatório global da organização não-governamental Transparência Internacional indica que o setor privado é cada vez mais alvo de desconfiança em decorrência de suas práticas para realizar negócios.
A impressão está retratada no relatório Barômetro Global de Corrupção, que ouviu cerca de 73 mil pessoas em 69 países do mundo. O Brasil não está entre os oito latino-americanos pesquisados.
Entre este relatório de 2009 e o último, divulgado em 2004, a percentagem de entrevistados que considera haver corrupção no setor privado pulou de 45% para 53%.
"Estes resultados refletem um público sensibilizado por uma crise financeira precipitada por regulamentações deficientes e falta de responsabilidade corporativa", afirmou a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
Comparadas com os partidos políticos, o poder legislativo e judiciário e os funcionários públicos, as empresas são percebidas como as mais corruptas na Islândia, Luxemburgo, Dinamarca, Canadá e Países Baixos, entre outros países.

Má imagem

Entretanto, ainda são os partidos políticos as instituições mais vistas como corruptas entre os entrevistados.
Em resultados iguais aos de 2004, 69% dos entrevistados consideraram que os partidos são corruptos ou extremamente corruptos. Em seguida veio o poder Legislativo (61%).
Já a polícia foi apontada pelos entrevistados como a instituição "mais subornada" - quase um entre cada quatro ouvidos teve de desembolsar recursos para ter um serviço prestado ou evitar complicações com as forças policiais.
Os níveis de suborno se mostraram alarmantes quando a entidade pesquisou a percentagem de propina que os entrevistado pagaram nos últimos 12 meses. Em Serra Leoa este nível alcançou 62%; em Camarões e Uganda, 55%.
Puxada por Bolívia (30%), Venezuela (28%) e Peru (20%), a média latino-americana ficou em 10%.
Na região, três em cada cinco entrevistados consideraram como ineficientes as iniciativas governamentais para combater a corrupção. Os mais céticos são os argentinos, entre os quais mais de 80% expressaram essa opinião.

Fonte: BBCBrasil
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Crise "elevou desconfiança sobre práticas do setor privado", diz Transparência

Um relatório global da organização não-governamental Transparência Internacional indica que o setor privado é cada vez mais alvo de desconfiança em decorrência de suas práticas para realizar negócios.
A impressão está retratada no relatório Barômetro Global de Corrupção, que ouviu cerca de 73 mil pessoas em 69 países do mundo. O Brasil não está entre os oito latino-americanos pesquisados.
Entre este relatório de 2009 e o último, divulgado em 2004, a percentagem de entrevistados que considera haver corrupção no setor privado pulou de 45% para 53%.
"Estes resultados refletem um público sensibilizado por uma crise financeira precipitada por regulamentações deficientes e falta de responsabilidade corporativa", afirmou a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
Comparadas com os partidos políticos, o poder legislativo e judiciário e os funcionários públicos, as empresas são percebidas como as mais corruptas na Islândia, Luxemburgo, Dinamarca, Canadá e Países Baixos, entre outros países.

Má imagem

Entretanto, ainda são os partidos políticos as instituições mais vistas como corruptas entre os entrevistados.
Em resultados iguais aos de 2004, 69% dos entrevistados consideraram que os partidos são corruptos ou extremamente corruptos. Em seguida veio o poder Legislativo (61%).
Já a polícia foi apontada pelos entrevistados como a instituição "mais subornada" - quase um entre cada quatro ouvidos teve de desembolsar recursos para ter um serviço prestado ou evitar complicações com as forças policiais.
Os níveis de suborno se mostraram alarmantes quando a entidade pesquisou a percentagem de propina que os entrevistado pagaram nos últimos 12 meses. Em Serra Leoa este nível alcançou 62%; em Camarões e Uganda, 55%.
Puxada por Bolívia (30%), Venezuela (28%) e Peru (20%), a média latino-americana ficou em 10%.
Na região, três em cada cinco entrevistados consideraram como ineficientes as iniciativas governamentais para combater a corrupção. Os mais céticos são os argentinos, entre os quais mais de 80% expressaram essa opinião.

Fonte: BBCBrasil
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30.5.09

SÃO PAULO - O governo de São Paulo mandou retirar mais quatro livros das escolas da rede pública estadual nesta sexta-feira. De acordo com a secretaria de Estado da Educação, as obras, que faziam parte do programa de melhoria da alfabetização, tinham conteúdo preconceituoso e eram inadequadas para a faixa etária a que estavam destinadas. Não foi informado o número de exemplares que foram distribuídos. Até agora, seis dos 817 livros do programa "Ler e Escrever" foram recolhidos. Uma sindicância está apurando as responsabilidades pelos erros no processo de seleção e compra dos títulos.
Dos quatro livros retirados da lista nesta sexta-feira pelo governo José Serra um continha conteúdo preconceituoso: "Um Campeonato de Piadas", de Laerte Sarrumor e Guca Domenico, da editora Nova Alexandria. Por serem inadequados para a faixa etária estavam: "O Triste Fim do Menino Ostra e Outras Histórias", de Tim Burton, da editora Girafinha; "Memórias Inventadas - A Infância", de Manoel de Barros, da editora Planeta, das salas do Programa de Recuperação Intensiva da quarta série; e "Manual de Desculpas Esfarrapadas: casos de humor", de Leo Cunha, editora FTD. Esse último era dedicado às salas do Programa de Recuperação Intensiva da 4ª série.
O secretário Paulo Renato Souza, ex-ministro da Educação, resolveu fazer um pente fino na lista do programa depois que foram descobertos os primeiros livros com conteúdos inadequados. Nesta quinta-feira, Paulo Renato anunciou a retirada de um material de apoio para alunos do 3º ano do ensino fundamental. Havia tom irônico e de difícil compreensão para as crianças em uma da poesia 'Manual de auto-ajuda para supervilões', escrita pelo poeta mato-grossense Joca Reiners Terron. Uma frase diz: 'Nunca ame ninguém. Estupre'.
No mesmo poema, os alunos ainda encontraram frases como 'Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto' e 'Seja um pouco efeminado. Isso sempre funciona com estilistas'. A outra poesia, 'Perdido nas cidades', tem um trecho que fala de um esquimó: "Meu amigo esquimó nunca me deixa só. E, quando estou prestes a congelar, ele mija em cima de mim". O livro foi selecionado por um grupo de professores do programa "Ler e Escrever". Segundo Paulo Renato, o material é destinado a adolescentes e não a crianças de 9 anos. Ele admitiu que o livro pode causar problemas nos desenvolvimento das crianças.
Na semana passada, o governo já havia mandado recolher mil exemplares de um livro que continha palavrões e expressões de conteúdo sexual: "Dez na área, um na banheira e Ninguém no Gol, uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol, também distribuído para a terceira série.
Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros de Geografia com informação errada, em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador sequer era ilustrado.
Paulo Renato explicou que a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) compra os livros, que são encaminhados para os coordenadores pedagógicos do programa Ler e Escrever. Segundo ele, houve erro grave na seleção dos livros e não foram seguidos os critérios definidos pela própria equipe da FDE.
- Logo que surgiu o primeiro problema, pedimos à coordenação do programa que revisasse os livros - disse Paulo Renato.
Em Santa Catarina, a Secretaria de Educação começou a recolher na quinta-feira 130 mil exemplares da obra "Aventuras Provisórias", do escritor catarinense Cristóvão Tezza, que haviam sido distribuídos às escolas da rede estadual, após a reclamação de duas professoras, uma de Joinville, no norte do Estado, e outra de Criciúma,
do Sul, que consideraram o vocabulário do livro inadequado para alunos do ensino médio.

Fonte: Globo
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:35  comentar


SÃO PAULO - O governo de São Paulo mandou retirar mais quatro livros das escolas da rede pública estadual nesta sexta-feira. De acordo com a secretaria de Estado da Educação, as obras, que faziam parte do programa de melhoria da alfabetização, tinham conteúdo preconceituoso e eram inadequadas para a faixa etária a que estavam destinadas. Não foi informado o número de exemplares que foram distribuídos. Até agora, seis dos 817 livros do programa "Ler e Escrever" foram recolhidos. Uma sindicância está apurando as responsabilidades pelos erros no processo de seleção e compra dos títulos.
Dos quatro livros retirados da lista nesta sexta-feira pelo governo José Serra um continha conteúdo preconceituoso: "Um Campeonato de Piadas", de Laerte Sarrumor e Guca Domenico, da editora Nova Alexandria. Por serem inadequados para a faixa etária estavam: "O Triste Fim do Menino Ostra e Outras Histórias", de Tim Burton, da editora Girafinha; "Memórias Inventadas - A Infância", de Manoel de Barros, da editora Planeta, das salas do Programa de Recuperação Intensiva da quarta série; e "Manual de Desculpas Esfarrapadas: casos de humor", de Leo Cunha, editora FTD. Esse último era dedicado às salas do Programa de Recuperação Intensiva da 4ª série.
O secretário Paulo Renato Souza, ex-ministro da Educação, resolveu fazer um pente fino na lista do programa depois que foram descobertos os primeiros livros com conteúdos inadequados. Nesta quinta-feira, Paulo Renato anunciou a retirada de um material de apoio para alunos do 3º ano do ensino fundamental. Havia tom irônico e de difícil compreensão para as crianças em uma da poesia 'Manual de auto-ajuda para supervilões', escrita pelo poeta mato-grossense Joca Reiners Terron. Uma frase diz: 'Nunca ame ninguém. Estupre'.
No mesmo poema, os alunos ainda encontraram frases como 'Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto' e 'Seja um pouco efeminado. Isso sempre funciona com estilistas'. A outra poesia, 'Perdido nas cidades', tem um trecho que fala de um esquimó: "Meu amigo esquimó nunca me deixa só. E, quando estou prestes a congelar, ele mija em cima de mim". O livro foi selecionado por um grupo de professores do programa "Ler e Escrever". Segundo Paulo Renato, o material é destinado a adolescentes e não a crianças de 9 anos. Ele admitiu que o livro pode causar problemas nos desenvolvimento das crianças.
Na semana passada, o governo já havia mandado recolher mil exemplares de um livro que continha palavrões e expressões de conteúdo sexual: "Dez na área, um na banheira e Ninguém no Gol, uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol, também distribuído para a terceira série.
Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros de Geografia com informação errada, em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador sequer era ilustrado.
Paulo Renato explicou que a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) compra os livros, que são encaminhados para os coordenadores pedagógicos do programa Ler e Escrever. Segundo ele, houve erro grave na seleção dos livros e não foram seguidos os critérios definidos pela própria equipe da FDE.
- Logo que surgiu o primeiro problema, pedimos à coordenação do programa que revisasse os livros - disse Paulo Renato.
Em Santa Catarina, a Secretaria de Educação começou a recolher na quinta-feira 130 mil exemplares da obra "Aventuras Provisórias", do escritor catarinense Cristóvão Tezza, que haviam sido distribuídos às escolas da rede estadual, após a reclamação de duas professoras, uma de Joinville, no norte do Estado, e outra de Criciúma,
do Sul, que consideraram o vocabulário do livro inadequado para alunos do ensino médio.

Fonte: Globo
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colaboradores: carmen e maria celia

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