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11.5.09

O Guia de Uso Responsável da Internet contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais

A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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30.4.09

Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
Fonte: BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:08  comentar


Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
Fonte: BBCBrasil
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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
Fonte: BBCBrasil
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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

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A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

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