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25.2.09
Aeronave se partiu em três durante choque na aterrissagem; oficiais afirmam que 50 ficaram feridos na queda

AMSTERDÃ - Um avião da companhia Turkish Airlines com 135 a bordo caiu ao tentar aterrissar no aeroporto internacional de Schiphol, o mais importante da Holanda. O prefeito de Haarlemmermeer, Michel Bezuijen, confirmou que nove pessoas morreram e outras 50 foram feridas - 25 delas com gravidade -, embora a empresa e o governo turco tenham dito mais cedo que ninguém teria morrido no incidente. A aeronave, que se partiu em três após o choque, trata-se de um Boeing 737 que seguia de Istambul, na Turquia, para Amsterdã, na Holanda.
As causas do acidente ainda são desconhecidas, mas a imprensa local afirma que os motores do avião pararam pouco antes da aterrissagem, e com isso o aparelho perdeu velocidade e caiu no campo vizinho à pista. Na hora do acidente, havia uma névoa leve e ventava. O aeroporto fica a cerca de 20 quilômetros de Amsterdã e a aeronave teria caído por volta das 6h30 (hora de Brasília) em um terreno próximo da pista de pouso, perdendo um motor, uma asa e a cauda, a cerca de dois quilômetros da pista do aeroporto. Win Kok, porta-voz do escritório de coordenação antiterror da Holanda, afirmou que aparentemente não houve ação de terrorismo no acidente. Imagens de TV não mostraram vestígios de incêndio após a colisão.
Oficiais do aeroporto confirmaram que a aeronave levava 128 passageiros e sete tripulantes. O embaixador da Turquia na Holanda, Selahattin Alpar, afirmou que 72 turcos e 32 holandeses estavam na aeronave. Não há informações sobre a nacionalidade dos outros passageiros.
O diretor-geral da companhia, Temel Kotil, afirmou que "do ponto de vista técnico, não podemos dizer que tenha caído. Foi uma aterrissagem forçada e o piloto manobrou muito habilmente... Estamos felizes de dizer que ninguém morreu no acidente. O piloto Hassan Tahsin Ari tem muita experiência".
No momento do acidente, não houve chamas e, segundo declarações de pessoas que viram aterrissar o avião, este perdeu velocidade ao se aproximar da pista. O tráfego aéreo no aeroporto internacional de Schiphol permanece temporariamente suspenso em consequência do acidente. As imagens de televisão mostraram ambulâncias e macas junto aos destroços do aparelho. As autoridades fecharam uma estrada que fica perto do lugar do acidente, ao norte do aeroporto. O Schiphol é o quinto maior aeroporto da Europa.
O sobrevivente Huseyin Sumer disse à rede CNN Turk por telefone: "O avião partiu em três pedaços. Nós estamos ligando para as pessoas para dizer que a situação não é muito grave, mas pode haver mortos na parte frontal do avião". Outro passageiro disse para a emissora NTV que o avião perdeu altitude de repente enquanto se preparava para aterrissar, e que a parte de trás do equipamento atingiu o solo primeiro. "Nós estávamos em uma altitude de 600 metros quando ouvimos o anúncio de que iríamos aterrissar", afirmou Kerem Uzel. "De repente, descemos uma grande distância enquanto o avião passava por uma turbulência. A cauda da aeronave atingiu o solo". Outro sobrevivente afirmou que o avião estava fazendo um pouso normal, até que perdeu o controle e se chocou contra o solo. Segundo ele, isso acontecem entre três e cinco segundos.


fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,aviao-com-135-a-bordo-sofre-acidente-em-amsterda,329536,0.htm

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24.2.09
Dezenove famílias acusam a empresa Wyeth; amostras do leite em pó não apontam presença de melamina

PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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23.2.09
Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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18.2.09

O ladrão britânico Ronald Biggs, famoso por sua participação no assalto a um trem postal em 1963, poderá ser solto em julho próximo, segundo vários jornais britânicos desta quarta-feira.
Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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LOS ANGELES - O Tribunal Superior de Los Angeles rejeitou na terça-feira o pedido dos advogados de Roman Polanski para que fossem desprezadas as acusações de abuso sexual que pesam sobre o cineasta desde 1977, informou a imprensa local.

A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

17.2.09
Aula chegou a ser interrompida por cerca de 15 minutos.Ele só deixou a cadeia após pagamento de fiança US$ 500.

O estudante Dylan Ray Morrison, de 18 anos, foi preso pela polícia de Port St. Lucie, no estado da Flórida (EUA), porque furtou uma maçã decorativa da mesa da professora e recusou-se a devolvê-la, segundo o jornal americano "TC Palm".Morrison pegou a maçã de vidro da professora porque ela havia confiscado uma mola com a qual estava brincado. Ele disse que só iria devolver o objeto decorativo se recebesse de volta sua mola. A aula chegou a ser interrompida por cerca de 15 minutos, mas o estudante não quis devolver a maçã de vidro, que custa cerca de US$ 10. Nem a chegada do reitor dos estudantes, Robert Beasley, resolveu o impasse.
Apesar da chegada de um policial, o estudante continuou intransigente e não devolveu a maçã decorativa da professora. Ele acabou preso e só foi liberado da cadeia depois do pagamento de uma fiança de US$ 500.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:15  comentar

RIO - O fundador de um canal islâmico de TV no estado de Nova York confessou ter decapitado a esposa, de acordo com autoridades citadas pela CNN.
Muzzammil Hassan foi acusado de assassinato após a polícia encontrar o corpo de Aasiya Hassan na própria sede da Bridges TV em Orchard Park, subúrbio de Buffalo. A emissora foi criada para combater os esteréotipos dos muçulmanos disseminados nos EUA.
Aasiya, que era vítima de violência doméstica, havia dado entrada ao pedido de divórcio em 6 de janeiro. A polícia havia sido chamada várias vezes à residência do casal por denúncia de agressão cometida por Muzzammil.
O empresário tem dois filhos com Aasiya e outros dois do casamento anterior.


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16.2.09
O comandante brasileiro do barco Ericsson 4, Torben Grael, lidera a flotilha na quinta perna da Volvo Ocean Race - regata de volta ao mundo. Os competidores largaram no sábado de Qingdao, na China, rumo ao Rio de Janeiro, onde deverão chegar no dia 20 de março.

Estou contando os dias para a maior festa náutica na Marina da Glória!!!

De acordo com o último boletim da prova, Torben e cia estavam 17 milhas náuticas à frente dos "felinos" Puma. Em terceiro lugar na prova está o Green Dragon.
João Signorini, outro brasileiro na tripulação do E4, mandou um e-mail ainda na pré-largada, contando um pouco da estratégia para a mais longa perna da competição (mais de 12 mil milhas náuticas!!). Ainda tem muita água para rolar.
De acordo com Joca, a previsão do tempo para os primeiros dias é de vento forte e muito frio. "Nesses dias deveremos velejar de popa e través rumando leste-sudeste", contou.
Depois das adversidades que a galera deve enfrentar nos mares do sul, a tripulação de mar e de terra (nós) podem festejar assim que o E4 cruzar o temido Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul, porque só vai ficar faltando cerca de uma semana para a chegada no Rio de Janeiro.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/demaremmar/
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15.2.09
Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

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13.2.09
SÃO PAULO - A polícia investiga se o ferimento que forçou a cantora Rihanna a usar um tapa-olho foi causado por seu namorado Chris Brown. Segundo fontes policiais, a pop star de 20 anos teve a córnea arranhada ano passado e começou a usar um tapa olho para cobrir o olho vermelho e sensível.
Ela incorporou o assessório ao seu figurino, incluindo um modelo brilhante com diamantes usado no American Music Awards em 2008.
Rihanna sofreu sangramento no nariz, corte na boca e ferimentos na face em uma suposta briga com o cantor de r&b Chris Brown no domingo, noite da entrega dos prêmios Grammy.
A polícia de Los Angeles agora investiga outros episódios de violência entre o casal.
Uma fonte policial disse: "Estamos investigando se o ferimento em seu olho foi causado por Brown. Pode haver uma explicação inocente, mas a polícia acredita que ela tenha recusado anteriormente prestar queixas contra Brown. Ela agora está sendo questionada sobre ferimentos no passado e está começando a se abrir sobre incidentes em seu relacionamento".
Uma fonte da polícia de Los Angeles disse: "Estamos interrogando seus amigos e empresário, que contou que ela apareceu com marcas e ferimentos misteriosos antes, mas sempre se recusou a dizer o que os causou. Em uma ocasião ela apareceu com um tapa olho, dizendo que havia arranhado a córnea".
Brown foi acusado de fazer ameaças após o episódio de domingo. É provável que a acusação de violência doméstica seja acrescentada ou substitua a acusação inicial.
O tabloide "The Sun" revelou que depois da briga de domingo, Rihanna relutava em prestar queixa contra o namorado, mas foi convencida por sua mãe, Monica.
A cantora foi vista com um hematoma no pescoço em dezembro. A revista "US Weekly" afirmou: "Chris e Rihanna tem um relacionamento muito instável. Ele pode ser selvagem e exigente".
A revista informou que os problemas na relação do casal ficaram evidentes dois dias antes do Grammy, em uma festa cujo anfitrião foi o produtor Timbaland. Brown teve na festa um ataque de ciúmes, acusando Rihanna de dormir com o produtor.
Brown se entregou à polícia no domingo e foi liberado após pagar fiança. Ele tem um audiência judicial em 5 de março.
O cantor terminou seu relacionamento com Rihanna em sua página do Facebook e escreveu: "Vocês vão começar a vê-la em cores verdadeiras. Acredite!"
Chris Brown tem se mantido recluso desde domingo. O mesmo não pode ser dito sobre os membros de sua família. O padrasto do cantor negou ter batido na mãe de Brown, contrariando acusações do cantor em uma entrevista de 2007.
Agora uma prima do cantor, Phylicia Thompson, diz: "Chris não foi criado para bater em mulher. Então, ele deve ter sido provocado. Ele não faria isto para se divertir. Mas o que acontece entre quatro paredes, ninguém sabe".
Ela disse que Brown está deprimido por causa da atenção da mídia que o caso tem recebido.
"Ele está se sentindo chateado agora porque os fãs estão desconfiando dele, como se ele tivesse feito algo errado. Claro, ele errou, mas como eu disse, não sabemos o que houve. Ela deve tê-lo provocado. Chris nunca faria algo assim."
Thompson, que encontrou Brown pela última vez em abril de 2008, acrescentou: "Todos amam Chris. O que aconteceu me surpreendeu. Ele nunca foi uma criança problema."


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colaboradores: carmen e maria celia

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