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19.7.09
Acre e Alagoas, os dois estados com mais baixo Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI), têm a maior proporção de mães com escolaridade precária, isto é, menos de 4 anos de estudo. No Brasil, 3,4 milhões de crianças até 6 anos estão nessa situação, o equivalente a 16% do total. Em Alagoas, são 38%; no Acre, 37%. A coincidência não é surpresa.
O IDI mede as condições de vida da população de 0 a 6 anos e foi divulgado pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), no "Caderno Brasil". O indicador é formado por quatro variáveis, uma delas a escolaridade dos pais. Há muito já se sabe que o grau de estudo da família pesa tanto ou mais do que a escola na formação dos estudantes.
O levantamento do Unicef cruzou dados de escolaridade das mães com a taxa de mortalidade infantil. A relação é direta: entre as mães com menos de 4 anos de estudo, a taxa é de 34,9 mortes no primeiro ano de vida, a cada mil bebês nascidos vivos. Nada menos do que 131% maior do que a taxa de mortalidade entre mães com oito anos ou mais anos de escola, que é de 15,1.
Claro que há outros fatores: nas famílias cujas mulheres estudaram mais, a renda tende a ser maior. Conseqüentemente, as condições de vida são melhores: do saneamento básico ao atendimento médico das gestantes, passando por melhor alimentação, vacinação e acesso a creches e pré-escolas. Não é à toa que as outras três variáveis do IDI são justamente a vacinação dos bebês menores de 1 ano, o atendimento pré-natal e as matrículas na pré-escola.
A escala do IDI vai de 0 a 1, sendo 1 a nota máxima, como ocorre com o Índice de Desenvolvimento Humano. O IDI do Brasil ficou em 0,733. O do Acre, último colocado no ranking estadual, foi de 0,562; Alagoas, o penúltimo, 0,574. Os dados são de 2006, embora o cruzamento da escolaridade das mães com a mortalidade infantil misture informações de 2004 e 2006.
De acordo com o Unicef, 74 mil brasileiros morreram antes de completar 5 anos, em 2006. A maioria por causas facilmente evitáveis. No mundo, foram 9,7 milhões.
Apesar dos avanços do Brasil em termos de matrículas na última década, 3,5 milhões de crianças e jovens de 5 a 17 anos continuavam sem estudar em 2006, segundo o IBGE. Quantas crianças terão mães com escolaridade precária nas próximas décadas?

(Para ler o "Caderno Brasil" do Unicef, clique aqui. Para ler o relatório "Situação Mundial da Infância 2008 - Sobrevivência Infantil", do Unicef, clique aqui)

Por Demétrio Weber
Para O Globo Blogs
Foto: Marcelo Piu - Dia das Mães na Rocinha
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:45  comentar


Geração Biz esclarece juventude do país africano sobre a Aids.
G1 visitou uma de suas unidades na capital, Maputo
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Moçambique está comemorando dez anos do programa Geração Biz, que dá orientação sexual e conscientiza os jovens do país africano sobre a Aids. “É o maior programa de prevenção para jovens no país e, provavelmente, um dos maiores programas de saúde sexual reprodutiva e prevenção do HIV do mundo", diz Regina Benevides, assessora técnica da Pathfinder para o programa.
Ela lembra que Moçambique tem 20 milhões de habitantes, entre os quais cerca de 6,3 milhões são jovens. Apenas no ano passado, o programa alcançou 3,7 milhões deles. O Geração Biz foi criado na Zambézia, norte do país, e em Maputo, no sul, mas hoje está em 103 distritos nas 11 províncias do país. Ele abrange 594 escolas secundárias e técnicas e tem a participação de cerca de 7.500 jovens que, como voluntários, orientam grupos em comunidades de todo o país com palestras, teatro e sessões de aconselhamento.

Os serviços de saúde, chamados SAAJ (Serviços de Saúde Amigos de Adolescentes e Jovens) são 244 em toda Moçambique e têm como meta não apenas informar sobre saúde sexual reprodutiva e direitos dos jovens, mas também sobre a responsabilidade de oferecer aconselhamento, testagem de HIV, métodos contraceptivos, além de desenvolver trabalho de apoio a jovens soropositivos.“Conseguimos perceber, ao longo desses anos, uma mudança de atitude, uma maior participação dos jovens na decisão sobre sua vida sexual”, diz Regina. Neste ano, segundo ela, será feita uma pesquisa ampla para avaliar os resultados do programa na escola. O Geração Biz é governamental e tem abordagem multissetorial. Ele é coordenado pelos ministérios de Saúde, Educação e Cultura e Juventude e Esporte, com o apoio técnico da ONG Pathfinder International e apoio programático-logístico do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas). Ele tem ainda a participação da sociedade civil, especialmente representada no programa pelas associações juvenis. Os encontros nas escolas, hospitais e dentro das próprias comunidades usam diferentes estratégias, segundo Regina. “Utilizamos vídeos e palestras com debates, teatros nas comunidades, além de disponibilizarmos preservativos e discutirmos outras formas dos jovens se apropriarem de seus direitos sexuais.” Segundo ela, as reuniões com jovens têm como prioridade aumentar a interação entre eles, tentando quebrar preconceitos e tabus. “Tenho amigos abertos para conversar, para falar sobre sexo, mas, no geral, há discriminação, há ainda muito medo em falar sobre o tema”, diz Ancha Manoel da Silva, 21 anos, que frequenta as reuniões no Hospital Central de Maputo. Durante a nossa visita, ela era uma das mais participativas, num grupo majoritariamente feminino e cheio de dúvidas, mas ainda inibido para perguntar. Os temas abordados são muito parecidos. Em quase todos os encontros eles giram em torno de masturbação, gravidez, aborto e doenças sexualmente transmissíveis. Os debates, muitas vezes, só evoluem se os voluntários questionam os jovens. “É porque ainda não se fala de sexo como um assunto normal. Os ativistas fazem perguntas, estimulam o debate durante todo o tempo e os encoraja a falar”, lembra Ancha. Em Maputo, Sergio Mahumane é supervisor e responsável por capacitar jovens que trabalham no programa. “As orientações são dadas a cada um deles, mas quando há algum problema, os ativistas passam por um curso de atualização. Também elaboramos um manual que serve de guia", explica o supervisor que entrou no programa em fevereiro de 2005. O fato de ele ser soropositivo estimulou a permanência no projeto, para ajudar pessoas a evitarem situações como as que ele enfrentou. “Quero ajudar o mundo inteiro a acabar com o preconceito. Apesar de difícil, realizo atividades para que as comunidades se sensibilizem em relação ao HIV e dissemino a nossa mensagem”, fala Sérgio.
Gil Mario é um desses jovens que aprenderam a ensinar sobre a dupla proteção, trazendo detalhes sobre métodos contraceptivos. Minoria em um grupo repleto de meninas, ele ajuda a esclarecer as dúvidas quando elas ficam, digamos, mais inibidas.


Temos que ser mais abertos. Os jovens precisam falar mais sobre a sexualidade para quebrar o tabu. Começamos por aqui. Depois pode ser feito em casa. No final, fica mais fácil de mudar a mentalidade em toda a sociedade”, conta Gil. Ele conversa com a gente enquanto observa uma discussão sobre masturbação, tema sempre muito delicado entre as mulheres de Moçambique. “Falamos de pontos importantes da vida sexual, como a masturbação, ainda repletos de mitos. Aqui, no país, ainda muitos há métodos tradicionais nos quais as pessoas acreditam. O importante é que, com o Geração Biz, ajudamos a transformar isso".
G1
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15.7.09
A gestão Gilberto Kassab (DEM) prorrogou ontem os contratos de fornecimento da merenda escolar em São Paulo com as empresas investigadas pelo Ministério Público Estadual sob suspeita de conluio, superfaturamento de preços e má qualidade dos serviços.
A decisão foi tomada porque as contratações firmadas em 2007 acabaram, sem que a prefeitura tenha conseguido concluir uma nova concorrência.
A prorrogação foi fixada inicialmente por 15 dias, mas deverá se estender até a conclusão dalicitação em andamento.
Em fevereiro, após ser pressionada pela Promotoria, a gestão Kassab prometia fazer uma concorrência em três meses para se antecipar ao fim dos contratos suspeitos -de mais de R$ 250 milhões por ano.
Das seis empresas de merenda cujos contratos foram prorrogados ontem, a Secretaria da Educação afirma que três aceitaram reduzir os preços que cobravam nos anos anteriores --embora, legalmente, não fossem obrigadas a isso. O total da queda não foi divulgado.
O promotor Silvio Marques considera que a disposição das empresas em receber menos reforça a suspeita de superfaturamento a partir de 2007.
A Nutriplus disse que reduziu em 2,7% seu preço em relação ao contrato de 2007, mas que esse desconto já começou em janeiro, "a pedido da administração, em razão do contingenciamento do orçamento". As outras duas (Sistal e Convida) não foram localizadas.
Já SP Alimentação, Geraldo J. Coan e Terra Azul tiveram prorrogação dos contratos sem reajuste nem queda de preço.
A Secretaria da Educação diz que os prazos previstos para firmar novos contratos da merenda não foram cumpridos devido à complexidade do edital e aos adiamentos do pregão para selecionar as empresas.
As duas datas agendadas neste mês para a disputa do pregão -a última delas ontem- foram adiadas por recomendação do Tribunal de Contas do Município. Algumas das atuais prestadoras do serviço contribuíram com o adiamento por terem contestado no TCM as regras da licitação em curso. Kassab disse que os contratos da merenda podem ser prorrogados (por lei, até 2012), mas que vai trocá-los porque "essas empresas estão sob forte suspeição".


Folha Online
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14.7.09

Campo Grande (MS) – Estudantes da Rede Estadual, com necessidades especiais - deficiências, altas habilidades/superdotação e transtornos globais do desenvolvimento – têm disponível brinquedotecas para um atendimento educacional especializado. Em todo o Estado, além da Capital, outras três brinquedotecas atendem os alunos. De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (SED), há previsão de mais 10 municípios serem contemplados com essas salas já neste segundo semestre de 2009.
A coordenadora de Educação Especial da SED, Vera Carbonari, diz que nas brinquedotecas são realizados trabalhos educacionais diferenciados com atividades lúdicas que contribuem no bom desenvolvimento pedagógico dos alunos com necessidades especiais. “Os estudantes têm aula no período normal e no contraturno vão para a brinquedoteca três vezes por semana, durante duas horas”, explica a coordenadora.
“Nas brinquedotecas os alunos têm a supervisão de professores brinquedistas, especialistas neste tipo de atividade, assim sem perceber os estudantes aprendem e trabalham as áreas onde têm mais dificuldades”, afirma Vera. Técnicos do Núcleo de Educação Especial (Nuesp) fazem a verificação de quais estudantes podem ser encaminhados para as atividades educacionais das brinquedotecas.
Estas brinquedotecas têm o objetivo de promover o desenvolvimento integral do aluno, de sua criatividade, aprimoramento das habilidades, aprendizagem e de sua socialização, com atividades realizadas em ambiente próprio, utilizando recursos lúdicos, como brinquedos, jogos, brincadeiras, TV, DVD, livros, entre outros.
Em Dourados, a brinquedoteca funciona na Escola Estadual Castro Alves; em Campo Grande está no Centro Estadual de Educação Especial e Inclusiva; Ponta Porã na Escola Estadual Geni Marques de Magalhães; Coxim na Escola Estadual Padre Nunes e em Anastácio na Escola Estadual Roberto Scaff. Em Mato Grosso do Sul, são 3.221 alunos com necessidades especiais matriculados na rede estadual de ensino, de acordo com o último censo escolar.

Fonte:Pantanal News
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13.7.09

A partir de agosto, 4,4 mil escolas públicas de ensino fundamental e 165 de ensino médio terão educação integral, pelo “Mais Educação”
O programa “Mais Educação”, de educação integral, tem novidades este ano. Escolas de ensino médio poderão ampliar tempo, espaço e oportunidade educacional para alunos. Ioga e natação são opções de esporte; e percussão é atividade de música que a escola pode escolher. Essas são algumas das mudanças no programa, apresentado ontem (08), em Brasília, aos secretários de Educação que participam da 9ª reunião do Grupo de Trabalho das Capitais e Grandes Cidades. A partir de agosto, 4,4 mil escolas públicas de ensino fundamental e 165 de ensino médio terão educação integral, pelo “Mais Educação”. Essas escolas receberão recursos para atividades de esporte, cultura e lazer, no contraturno das aulas. “O ‘Mais Educação’ traz uma mudança no conceito de educação escolar, pois considera a integração entre escola, família e comunidade como fator de sucesso na aprendizagem; e a cidade toda, como território educativo”, avaliou Jaqueline Moll, diretora de Educação Integral, Direitos Humanos e Cidadania da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad). O programa funciona com a parceria entre os Governos Federal, estaduais e municipais, além de diversos setores da sociedade civil, como empresas, associação de moradores e movimentos sociais. O Ministério da Educação (MEC) financia a compra de materiais, o custeio das atividades e o pagamento de monitores. Segundo Jaqueline, as escolas têm evidenciado preferência por atividades de cultura e arte; sendo que nesse ano, 1,6 mil escolas optaram por teatro. Na nova área de educomunicação, alunos de 1,5 mil escolas têm a oportunidade de elaborar jornais escolares. Entre os esportes, em 2008 os mais escolhidos foram judô e xadrez. As escolas de ensino fundamental atendidas pelo programa “Mais Educação” se situam em 129 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, incluindo todas as capitais. No conjunto dessas escolas, estão as que registraram Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de até 3,5 pontos em 2007; os municípios atendidos pelo Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci/Ministério da Justiça); e cidades com mais de 50 mil habitantes próximas das regiões metropolitanas. Já as escolas de ensino médio a serem atendidas encontram-se nos dez estados com o menor Ideb neste nível de ensino.


[Correio do Povo (RS) – 09/07/2009]

Fonte: ANDI Boletim Infância na Mídia
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:37  comentar

12.7.09

“Os alunos estão mais interessados em brincar, brigar e se divertir muito mais do que em aprender… O que será do futuro profissional dos alunos que foram aprovados sistematicamente; com diplomas, mas sem conhecimentos… O professor em sala de aula está impotente perante os alunos que se sentem reforçados pelos seus próprios pais nas suas delinqüências. A direção da escola, muitas vezes, se omite, o que reforça as delinquências pela impunidade, pelo ditado “Cliente tem sempre razão”…
São trechos ditos por um professor que me abordou em local público, identificando-se como um admirador do meu trabalho, preocupado com o futuro dos seus alunos adolescentes.
Longe de querer caçar um bode expiatório, pois somos todos responsáveis pelo que acontece nas salas de aula, buscar uma solução é extremamente necessário. Mas enquanto ela não é encontrada, temos que tomar algumas medidas paliativas.
Um dos pontos a ser controlado e que está mais ao alcance direto dos professores é o da violência entre os alunos em sala de aula.
Os adolescentes em geral passam da irritação para a raiva e em seguida para o ódio numa velocidade e numa facilidade muito grandes. Isso porque o cérebro ainda não atingiu o seu amadurecimento suficiente para controlar e trabalhar estas sensações e emoções.
Por isso mesmo, eles são mais impulsivos, irritáveis, instáveis e agressivos que os adultos. É muito hormônio, principalmente testosterona, para pouco cérebro, o que provoca destemperos emocionais por qualquer estímulo.
Além da parte hormonal, existe a paciência curta, a voz engrossando, a força física aumentando e pés (chutes) e mãos (socos) sendo transformados em armas.
A irritação e a raiva fazem parte da sensação natural das pessoas, mas agressão física e ódio já são violências que devem ser combatidas.
Brigas corporais não devem ser permitidas em lugar nenhum, muito menos numa sala de aula. Mas se houver, é preciso que o professor peça aos colegas para ajudarem a terminar situação e, depois, deve encaminhar os briguentos a um procedimento escolar que poderia ser previamente combinado.
Não se deve buscar somente as causas originais da briga. A briga já é uma transgressão da ordem de uma sala da aula. Os pais dos briguentos devem ser chamados para que tomem providências educativas.
Trabalho comunitário para os briguentos
Assinem todos o compromisso de que, se os briguentos voltarem a brigar, seja com quem for, terão que fazer um trabalho comunitário que lide com as violências sociais. Onde e com quem fazer tal trabalho deve ser cobrado pela escola, sob pena de exclusão do aluno briguento.
O trabalho comunitário é uma conseqüência do ato de brigar para que o briguento aprenda a lidar com estas situações sem partir para a violência, que é sempre destrutiva.
Na família, as palavras e ações dos pais deveriam ser suficientes para coibir uma violência entre seus filhos. Na escola, se as palavras do corpo docente não forem suficientes, é preciso que ações consequenciais sejam determinadas para que a violência seja coibida.
Um professor não deve aceitar em sala de aula uma provocação de alunos para uma briga. O professor é um educador. Quando ele é agredido em sala de aula, o aluno está agredindo a escola e a educação. É preciso que a escola pratique as ações consequenciais e não o professor durante a sua aula.



Içami Tiba é psiquiatra e educador.

Escreveu “Família de Alta Performance”, “Quem Ama, Educa!” e mais 25 livros.



Brasil Contra a Pedofilia
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11.7.09

Sucesso nos palcos ingleses e nas telinhas de todo o mundo, os irmãos Charlie e Lola chegam ao Brasil

Charlie tem sete anos e sua irmã, Lola, quatro. Os dois vivem as voltas com dilemas da infância e se divertem em aventuras imaginárias dentro da própria casa. O paciente irmão mais velho passa os dias desvendando o mundo para a inquieta e independente Lola. Ela, por sua vez, se diverte em fantasias criadas a partir das mirabolantes explicações de Charlie. Os personagens do desenho animado lançado em 2005 na Inglaterra acabam de ganhar uma montagem teatral em São Paulo e prometem encantar pais e filhos com retratos lúdicos de importantes etapas da infância.
Criados pela inglesa Lauren Child, Charlie e Lola protagonizaram uma das séries infantis de maior sucesso da televisão britânica. No Brasil, os dois irmãos também conquistaram o público infantil, com suas fantasias e aventuras educativas na TV. Em uma visita a Londres, os apresentadores Luciano Huck e Angélica levaram os filhos, Joaquim, de 4 anos, e Benício, de apenas 1, para a peça Charlie and Lola's Bestest Best Play. Encantado, o casal comprou os direitos da produção e contratou o diretor inglês Roman Stefanski para montar a peça no Brasil.
Um dos primeiros desafios para a produção de “Charlie e Lola, A Peça – Da TV para o Teatro” foi selecionar os manipuladores dos fantoches confeccionados em Londres. Para levar o efeito de desenho animado ao palco, os produtores criaram bonecos 2D e realizaram uma audiência com cerca de 250 candidatos. Uma das preocupações foi familiarizar o elenco com esta técnica de manipulação, que exige delicada movimentação das mãos. Além disso, a trilha sonora do espetáculo conta com as vozes dos dubladores do desenho exibido no Brasil.
Na peça, os pais da dupla pedem que Lola arrume o quarto e encarregam Charlie de verificar se ela realmente está colocando tudo em ordem. A tarefa se transforma em uma verdadeira aventura para a fantasiosa garota. Entram em cena personagens como o cruel Sr. Frog, o Super Gato e a amiga Eli, capazes de educar e entreter pessoas de realidades tão distintas quanto pais e filhos.
“Charlie e Lola, A Peça – Da TV para o Teatro”

Até 1 de novembro. Sábados e domingos, às 11h e 16h.
Teatro das Artes/Shopping Eldorado: Av. Rebouças 3970, Cerqueira César.
Ingressos: R$50 e R$25 (meia-entrada). Recomendado para crianças de 3 a 9 anos.
Época SP
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9.7.09

Era só o que faltava! Crianças de uma escola primária em Bournemouth (Inglaterra) estão levando os seus cachorros para participarem de práticas de leitura. O motivo? Os cachorros não riem quando as crianças cometem erros ao ler os livros para os amigos caninos. Assim, dizem os especialistas, os alunos desenvolvem maior segurança e aprendem a ler mais rapidamente. Será?"O esquema funciona porque os cachorros não fazem avaliação das crianças. Eles não riem delas e nem ficam impacientes", diz um defensor do modelo.

Bom, pelas fotos, parece que os cães estão bastante interessados nas histórias lidas. Repare como o Yorkshire ao lado está atento à leitura feita pela menina... Tudo bem que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas outros educadores acham que o método não funciona e que nada substitui a atenção de professores e pais. "É uma ideia divertida, mas se a criança cometer um erro um cão não poderá corrigi-la", defende um crítico. Faz sentido. Será que os cães não riem por dentro?


Who let the dogs out?



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link do postPor anjoseguerreiros, às 20:49  comentar

Alunos desmotivados, indisciplina, infraestrutura precária e violência. São muitas as adversidades enfrentadas pelos professores – e o maior prejudicado é, mais uma vez, o bom ensino

Os relatos dos professores que aparecem nesta reportagem lançam luz sobre um problema hoje disseminado nas escolas – públicas e particulares – do país: a relação com os alunos é tensa, quando não violenta, e motivá-los nunca foi tão difícil. Para ensinar, é preciso enfrentar toda sorte de adversidades, da indisciplina que reina na sala de aula a, em casos mais extremos, agressões físicas. A essas situações, soma-se ainda o desafio de trabalhar, muitas vezes, em lugares onde não há sequer a infraestrutura mínima, como nas escolas em que chega a faltar energia elétrica. Um conjunto recente de números ajuda a mostrar quanto tudo isso piora o clima na sala de aula. Para se ter uma ideia, 52% dos professores ouvidos em pesquisa da International Stress Management Association (Isma), feita em São Paulo e Porto Alegre, admitem atitudes agressivas com seus alunos, tendo sido irônicos ou até rudes. Não para por aí. Os próprios professores também são vítimas do ambiente ruim: de acordo com dados da Unesco, 47% já sofreram agressões verbais vindas de alunos. Nesse contexto, não causa espanto o que conclui um estudo de abrangência nacional conduzido pela educadora Tania Zagury: ele mostra que as maiores dificuldades enfrentadas pelos professores são justamente manter a disciplina e despertar a atenção dos estudantes – duas das condições básicas para uma boa aula. Diz Tania, em coro com outros especialistas: “Não há dúvida de que o desafio de ensinar ficou maior”.
Conflitos são inerentes à relação professor-aluno, e não estão circunscritos às escolas brasileiras. “Os choques são constantes em salas de aula do mundo todo”, afirma o ex-professor François Bégaudeau, protagonista e roteirista do premiado Entre os Muros da Escola, filme que retrata a rotina de um colégio público no subúrbio de Paris, onde os alunos estão entediados, os professores vivem frustrados e o convívio é penoso – como em tantos colégios no Brasil. Uma das fontes do problema é o “choque de gerações”. Não é apenas que os professores lancem mão de referências que pouco têm a ver com o cotidiano dos estudantes: a própria moldura de pensamento nas duas pontas da sala de aula é diferente. Enquanto os professores preservam a tradição das aulas expositivas, como nas escolas do século XIX, os estudantes estão imersos numa cultura digital que estimula o raciocínio não linear. “As escolas não acompanharam as transformações na sociedade, sobretudo em relação ao uso da tecnologia, daí o desinteresse dos jovens”, diz a educadora Márcia Malavasi, da Unicamp.


As concepções do que deva ser uma aula são também desencontradas. Uma pesquisa da consultoria nGenera, feita nos Estados Unidos, mostra que 67% dos jovens consideram que estudo e trabalho precisam ser prazerosos – dados que ecoam no Brasil. Já os professores sempre associaram tais atividades ao esforço, quando não ao sacrifício. “Os alunos esperam uma aula-show e os professores não acham que deva ser assim. Existe um descompasso”, conclui Márcia. Erodiu-se, por fim, um dos pilares do trabalho de transmissão de conhecimento – o princípio de autoridade do professor. Foi um processo de longo curso, iniciado nos anos 60, com a ascensão dos movimentos estudantis e da contracultura, que puseram em xeque o conceito de hierarquia. Poderia ter sido um bom passo para as instituições de ensino caso significasse apenas o fim do autoritarismo – e não a contestação absoluta da noção de autoridade. “Crianças e adolescentes sentem que podem agir como quiserem. A escola foi prejudicada por essa permissividade”, diz o especialista Claudio de Moura Castro.

A situação de ensino tende a refletir relações sociais deterioradas fora da escola. É assim nos bairros de imigrantes na França, nos guetos americanos ou nas áreas mais pobres em grandes cidades brasileiras. Os altos índices de violência no Brasil tornam ainda mais difícil, por vezes impossível, a tarefa de ensinar. Em uma pesquisa da Unesco, 20% dos alunos brasileiros de escolas públicas acusam a presença de gangues em seu colégio e 10%, de tráfico de drogas. “Cheguei sonhando aplicar Piaget, mas logo entendi que, antes, precisava humanizar alunos vindos de ruas e lares dominados pela brutalidade”, conta Marcelo Rolim, 42 anos, diretor de uma escola estadual na favela do Acari, no Rio de Janeiro. A violência pode se tornar tão acentuada a ponto de os professores terem medo de repreender os alunos. “Quando é preciso se preocupar com segurança, o ensino acaba ficando em segundo plano”, reconhece Isabel Ribeiro, 35 anos, professora numa escola pública de Brasília onde alguns dos alunos já foram parar na delegacia por furto e porte de drogas. Mesmo quando a violência não alcança tais níveis, os professores percebem o ambiente hostil, em que manter a ordem é missão duríssima. Piora o cenário não contarem com o apoio dos pais, que, se não estão ausentes, aparecem para defender os filhos. “Eles costumam ficar incondicionalmente do lado dos filhos”, diz a psicóloga Marilda Lipp, da PUC de Campinas. “Não impõem limites em casa e impedem que se faça isso na escola.”

Existe o consenso de que contar com professores experientes e qualificados seria um bom começo para enfrentar a crise que se instaurou nas escolas – só que mais da metade deles no Brasil não tem sequer formação naquelas matérias que ensinam. A motivação dos alunos aumentaria, afinal, se os professores fossem melhores. Agrava a situação o fato de que muitas escolas tampouco oferecem condições básicas para o trabalho. Basta dizer que 1 milhão de alunos frequentam colégios onde não há saneamento básico e 600 000 vão a escolas que não têm nem luz elétrica. O que isso significa? “Os estudantes vivem com dor de cabeça pela ausência de luz, têm dificuldade de concentração, e meu esforço para chamar atenção precisa ser redobrado”, diz Jane Maria Nunes, 34 anos, professora de uma escola na Ilha de Marajó, no Pará. Cenário não muito melhor se vê em Santa Quitéria, no sertão do Cea-rá, onde, sem contarem com transporte escolar adequado, as crianças empreendem viagens de até duas horas – sendo uma hora do percurso a pé – para chegar à sala de aula. “Meu desafio, antes de tudo, é mantê-las acordadas”, reconhece o professor Vadísio Saraiva, 32 anos. Investir na infraestrutura básica das escolas, portanto, também poderia ajudar. Além disso, a experiência mostra que, quando os pais participam da vida escolar e mantêm um bom canal com os professores, o ambiente melhora muito – como no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos melhores do país no ranking do Enem (veja o quadro).
É esperado que um ambiente ruim influencie negativamente o aprendizado, mas só agora se sabe quanto – e não é pouco. A maior pesquisa nessa área, feita pela Unesco em quinze países, e também no Brasil, mediu o impacto de sessenta fatores sobre a nota dos estudantes. Entre alguns indicadores já tradicionais em estudos do gênero – como tamanho das classes e nível de formação dos professores –, desta vez incluiu-se a variável “clima emocional em sala de aula”. Item que traduz algo como a tranquilidade com que o professor consegue executar seu trabalho, o relacionamento com os alunos e o nível de violência na escola. Conclusão: nada tem tanto impacto sobre o desempenho dos alunos como essa variável. Nas escolas em que o clima é considerado bom, as notas dos estudantes são 36% mais altas do que a média em testes de linguagem e 46% maiores em matemática. “Um bom ambiente tem mais peso do que todos os demais fatores somados, o que chama atenção para a necessidade de investir nessa direção”, avalia o filósofo chileno Juan Casassus, coordenador do estudo da Unesco. Tornar mais harmoniosas as relações na escola, portanto, não é relevante apenas para reduzir o stress dos professores e a desmotivação dos alunos. É, antes de tudo, decisivo para fazer a educação avançar.
Com reportagem de Cíntia Borsato, Marana Borges e Renata Betti

O medo da sala de aula
A professora de português Isabel Ribeiro, 35 anos, está com medo. Só neste ano, nove alunos do colégio público onde ela trabalha, no Distrito Federal, foram parar na delegacia por crimes como furto e porte de drogas – todos praticados dentro da escola. Muitos dos alunos ali pertencem a gangues e alguns, condenados pela Justiça, cumprem pena em liberdade. Nesse ambiente de tensão, é difícil impor a disciplina e ensinar. “Eu e meus colegas não temos coragem nem de pedir silêncio, e dá medo até de reprovar um aluno”, reconhece Isabel, que, dia desses, foi ameaçada por um estudante. “Vou quebrar a sua cara”, ele dizia, apenas porque a professora, fazendo valer uma regra da escola, lhe pediu que tirasse o boné. Como o rapaz passou a rondar suas salas de aula, numa atitude de intimidação, Isabel registrou boletim de ocorrência. “É difícil focar no ensino. Penso antes na minha segurança.”

Quarenta ameaças de morte

O professor de educação física Marcelo Rolim, 42 anos, chegou a uma escola estadual em Acari, no subúrbio carioca, com a ambição de aplicar Piaget e dar aulas de ginástica ao som de Ravel – mas encontrou ali paredes cravejadas com 108 tiros e uma favela dominada por três facções do tráfico de drogas. Há quinze anos, o ambiente na escola era de guerra, tanto pelos tiroteios quase diários no entorno quanto pela violência entre os alunos, a metade deles envolvida com o tráfico. Marcelo contabiliza quarenta amea-ças de morte feitas por alunos. “Certa vez, um deles me apontou uma arma dentro do banheiro. Achei que não sairia vivo.” Já como diretor, ele se empenhou para transformar a escola num lugar pacífico – e teve êxito. Foi à casa dos estudantes a fim de se aproximar dos pais e apelou até para as lideranças do tráfico. Seu atual esforço é para despertar o interesse desses alunos sem nenhum estímulo. Tarefa duríssima. Outro dia, Marcelo ajudava um grupo a entender a regra de três aplicando jargão local: “Lembrem que letras e números ficam sempre em lados opostos. É como o lado A e o lado B (como são conhecidas as facções do tráfico em Acari)”. Os alunos entenderam.

Pais e professores em lados opostos


A bióloga Luciana Soares, 30 anos, acaba de abandonar as aulas de ciências que dava em escolas particulares de Minas Gerais havia uma década. Preferiu ensinar na pré-escola. Ela só decidiu mudar depois de muitas frustrações. “É gritaria e conversa o tempo todo. Às vezes, os alunos simplesmente não querem aprender.” Não são raras as ocasiões em que a bagunça descamba para a falta de respeito. Recentemente, Luciana tentava apartar uma briga entre alunas da 5ª série quando levou um tapa na cara. Não contou com o apoio dos pais nesta nem em outras situações críticas. Já chegou até a ouvir de um deles: “Nosso filho é ótimo. Você é que não está ensinando direito”. A atitude dos pais certamente encorajava a dos filhos. “Faço essa tarefa se eu quiser. É meu pai que está pagando”, eles diziam. Luciana se sentia solitária – e impotente. “Agora estou feliz, ensinando crianças com quem consigo estabelecer uma relação de confiança e respeito.”

Duas aulas ao mesmo tempo


Dez minutos em uma sala, dez noutra. Nos últimos três meses, foi essa a maratona diária do professor de português Paulo Henrique Medeiros, 27 anos, na escola estadual de Cotaxé, no interior do Espírito Santo. Ali, como em outras escolas do país, não havia professores em número suficiente para todas as classes. Daí a necessidade de ele se desdobrar para tomar conta de duas salas de aula ao mesmo tempo. Parece impossível – e é. Bastava que Paulo saísse da sala para que os estudantes iniciassem um frenético entra e sai. O problema foi resolvido, recentemente, com a contratação de professores temporários. Ainda assim, mesmo quando o professor está em sala, reina a indisciplina. Os alunos não prestam atenção, e com frequência Paulo Henrique se vê falando sozinho. “Fico exaurido e com a sensação de que não ensinei nada direito. Imagine o que é não conseguir concluir um único raciocínio.” O ambiente para o aprendizado não poderia ser mais adverso e a frustração de Paulo, maior. “Sei que essas crianças não têm grandes perspectivas, e isso é o fim para um professor.”

Lição sem luz


A professora Jane Maria Nunes, 34 anos, prepara suas aulas à luz de velas e redige a mão cada uma das provas que aplica. A energia elétrica ainda não chegou à escola municipal onde ela leciona, na zona rural de Curralinho, município paraense que fica na Ilha de Marajó. Ali, também faltam água potável, merenda, biblioteca, material didático e até carteiras para os estudantes. “Já tive de dividir lápis ao meio porque não havia o suficiente para todo mundo”, diz a professora. A infraestrutura paupérrima impõe um desafio a mais para Jane. “Como a sala é escura, os alunos vivem com dor de cabeça e têm enorme dificuldade para se concentrar.” Fugir do esquema giz e lousa também não é trivial. Atividades consideradas básicas por professores, como exibir um vídeo, são impraticáveis na escola. As paredes – divisórias de madeira que nem sequer chegam ao teto – também não ajudam. Por meio de suas frestas, passa o som de uma sala para outra. “Não dá para programar aulas com muito barulho porque atrapalham a sala ao lado”, resigna-se Jane. “É uma verdadeira loucura ensinar nessas condições.”

Clima bom, notas altas
No Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CAp-UFRJ), os três laboratórios de ciências estão desativados, faltam ventiladores e não se vê sinal dos recursos tecnológicos tão comuns nos melhores colégios particulares do país. À primeira vista, parece uma escola pública como outra qualquer. A diferença do CAp leva mais tempo para ser percebida – mas é decisiva para explicar o fato de o colégio ter aparecido em 17º lugar no último ranking do Enem, à frente de 20 000 escolas públicas e particulares. Ali, o ambiente das aulas é excepcionalmente bom. “Em 25 anos, só vi dois casos de agressão de alunos contra professores”, contabiliza Miriam Kaiuca, vice-diretora. Como a escola conta com o suporte da UFRJ, seus docentes recebem salário mais alto do que a média (algo como 3 500 reais), 70% têm pelo menos o mestrado e – eis um fator determinante – nada menos que 90% deles trabalham em regime de dedicação exclusiva, raridade no Brasil. Diz o estudante Noah Miranda, 17 anos, do 3º ano do ensino médio: “Nosso contato com os professores é permanente e o vínculo que nos une, muito forte”. Ele e os outros alunos ainda participam de decisões cruciais na escola, como a eleição da diretoria, na qual têm voto. “O clima é de harmonia, não de guerra”, resume Noah.
Os pais também participam ativamente da vida escolar, o que contribui para o avanço dos filhos e também para o bom ambiente no colégio. Já na matrícula, eles são entrevistados pela coordenação, que, desse modo, consegue conhecer melhor cada família. Os professores reservam ainda um horário para atender os pais individualmente, pelo menos uma vez por semana. Fora isso, a escola é um espaço para festas, shows e eventos esportivos, os quais a Associação de Pais ajuda a organizar. Tudo isso aproxima não só as famílias, mas os alunos da escola. Tanto que, já adultos, muitos decidem colocar os próprios filhos no CAp. É o caso da advogada Fernanda Freitas, 35 anos, que, no ano passado, matriculou lá seu filho Guilherme, de 8: “Quis que frequentasse uma escola da qual me orgulho até hoje”.

Sílvia Rogar


VEJA – Edição 2117
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O Ministério da Educação faz consulta pública até o dia 31 deste mês sobre uma cartilha com parâmetros e critérios para a construção de creches e pré-escolas.
Para melhorar o documento, os gestores de 150 cidades com mais de 163 mil habitantes podem enviar contribuições para o endereço cgaap@fnde.gov.br.
Os principais itens da cartilha orientam sobre a localização do terreno, os custos de referência da construção por metro quadrado, pontos básicos do projeto arquitetônico e documentos exigidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para financiar os centros de educação infantil. Mais informações no endereço eletrônico http://www.fnde.gov.br/



Agência Brasil
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colaboradores: carmen e maria celia

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