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13.1.09
RIO - Antes de se lançar na corrida pela beleza, o aspirante a beldade do verão deve se preocupar com a saúde. Os atestados médicos cobrados pelas academias são uma boa oportunidade de verificar se tudo vai bem com o coração e não devem ser negligenciados. Segundo o cardiologista Eduardo Saad, do Instituto Nacional de Cardiologia, especialista em arritmias cardíacas, exames simples podem afastar os riscos de um problema grave e até morte súbita. - Não é que o esforço físico seja o vilão. Ele apenas torna aparente um problema já existente - explica.
Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

AFICCIONADOS...SE CUIDEM!!!!


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link do postPor anjoseguerreiros, às 11:20  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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