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5.2.09
ROMA - O prefeito de Roma, Gianni Alemanno, ratificou nesta quinta-feira seu apoio à aprovação de um decreto, que é analisado pelo governo italiano, para proibir a suspensão da alimentação e hidratação de Eluana Englaro, de 38 anos, que está em estado vegetativo há 17. - Compartilho o desejo para a aprovação de um decreto que finalize o que está acontecendo com Eluana Englaro - apelou Alemanno, explicando que este caso não é "particular ou familiar, é uma situação que envolve a comunidade nacional e as leis do Estado".
Na quarta-feira, o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, declarou que o governo está avaliando como intervir no caso. Fontes do Executivo do país disseram que havia a possibilidade de emitir um decreto de urgência que proibisse a suspensão da alimentação artificial de Eluana.
Beppino Englaro, pai da italiana, obteve o direito de interromper a alimentação e a hidratação da filha graças a uma decisão definitiva da Corte de Cassação em novembro passado.
- Sinto que agora posso libertar a criatura mais esplêndida que já conheci - disse Beppino, que raramente fala em público, após a sentença.
Vista como um ato de eutanásia ativa, que é proibida pela Constituição da Itália, a decisão foi criticada pelo Vaticano e pelo governo.
- Eu acredito que a vida humana não pode ser um fato particular - disse Alemanno para a rede de televisão TeleRoma 56. - Creio que devemos defender a vida de todos, sou absolutamente contra a decisão de suspender a alimentação de Eluana. Devemos defender a vida humana em todas as suas formas - acrescentou.
Eluana está internada na clínica La Quiete, localizada em Udine, no Nordeste da Itália, desde terça-feira e deve iniciar nesta quinta-feira a redução progressiva da alimentação e da hidratação.
Eluana tem sido muito comparada à americana Terri Schiavo, que morreu em circunstâncias semelhantes, em 2005, após passar 15 anos em coma. No caso dela, também houve uma intensa batalha judicial e muita polêmica na opinião pública.
Especialistas dizem que a morte de Eluana depois da retirada do tubo pode levar cerca de duas semanas, mas que ela não sentirá dor. Médicos da clinica de Udine disseram que ela será sedada para evitar possíveis desconfortos.

MAIS UMA!!!!


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link do postPor anjoseguerreiros, às 16:28  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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