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16.1.09
É preocupação de muitos pais e educadores a relação negativa que se pode estabelecer entre as crianças e a Internet.
Por um lado compreendem-se as suas vantagens em questões de informação, diversão e aprendizagem.
Por outro, surgem os perigos de ser, como a TV ou (em limite) o mundo que nos rodeia, um veículo de comunicação de TUDO – o bom e o mau...
Como proteger, então, as crianças de todos os conteúdos próprios para adultos sem lhe impedir o acesso a tudo o que de fantástico existe na Internet?
Não vamos aqui explicar o que é a Internet, visto que está a navegar nela e num site criado para crianças, mas vamos referir mais coisas boas deste meio de comunicação:- a facilidade de se encontrar o que se procura (motores de busca e pesquisas por temas);- a integração feliz entre texto, animação e imagem, o que motiva e cativa para a transmissão da informação;- a vantagem de não ter limite temporal: "nunca fecha";- ser, apesar das precauções a tomar, um meio para se relacionar com os outros.
Mas há os aspectos negativos, para além do "mais perigoso" que já mencionámos:- a informação nem sempre é correcta (e muitas vezes é incompleta);- há erros de ortografia que vão "passando", pois a preocupação de correcção nem sempre está presente;- pode "viciar" e causar problemas de relacionamento e também de ordem física (visão, postura, etc.);- é uma fonte de despesas (mesmo que a tendência seja para diminuírem, mas a de os conteúdos serem pagos está a aumentar).
Agora, uma reflexão.
Fora do ambiente familiar (casa), as crianças muitas vezes navegam em grupo, isto é, estão com amigos ou com o melhor amigo à frente do visor a jogar, a comunicar, a brincar.
Para os que criticam a Internet como algo que promove o isolamento, é uma atitude fácil de observar nas crianças quando navegam na escola ou em locais públicos.
Contudo, admitimos que, à medida que se avança na idade, torna-se efectivamente uma acção solitária.
E como proteger as crianças da navegação em sites indesejáveis?
Tal como sucede com a TV ou com a Imprensa, nem sempre proibir é a solução. Defendemos que o esclarecimento e o diálogo acabam por ser mais construtivos.
No entanto, quando esses caminhos não são viáveis, é importante que pais e educadores saibam que podem "barrar" ou "filtrar" alguns sites, com base em programas que desempenham essa função.
Esses sistemas bloqueiam o acesso quando, ao "fazerem correr" uma lista de palavras ou imagens indesejadas, impedem o acesso ao site.
Estas listas podem ser personalizadas, em alguns casos. Para além disso podem também restringir o acesso a "x" vezes por dia/espaço de tempo dado e permitir a supervisão (e registro) do acesso e acções.
Não vamos aqui referir esses sites de protecção, pois surgem novos com enorme frequência e a nossa lista pode desatualizar.
Normalmente, os sites "seguros" fazem recurso ao adulto sempre que necessário e não arriscam à colocação de matérias sensíveis ou inadequadas.
No universo da net em língua inglesa já há sites certificados e garantidos para crianças.
5 Regras de segurança on-line
Ensine às crianças que, sem o conhecimento prévio do adulto e sem a sua autorização:
1 - Não se dá o número de telefone ou o endereço sem haver garantias de segurança.
2 - Não se devem combinar encontros com alguém que se conheceu na Internet.
3 - Não se enviam fotos ou outro tipo de documentação sem autorização.
4 - Não se responde a mensagens mal-educadas ou inadequadas.
5 - Não se abrem mensagens de desconhecidos (por causa dos vírus e afins).


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:58  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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