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10.7.09

Nem os bebês de até 1 ano escapam da brutalidade. Só em 2002, foram assassinados 90 bebês no Brasil

Em seis anos, o Ministério da Saúde registrou 5.049 homicídios de meninos e meninas com idades até 14 anos. Os números foram levantados pelo Jornal ´O Globo´ na base de dados do SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade) e correspondem aos seis últimos anos divulgados entre 2000 e 2005.
A pequena Isabella de Oliveira Nardoni, morta aos 5 anos, está na faixa mais atingida pelo crime: a de crianças entre 5 e 14 anos. Em 2005, por exemplo, 662 vítimas nessa faixa de idade foram mortas por agressão. Mas bebês de até 1 ano não escapam da brutalidade. Só em 2002, foram assassinados 90 bebês.
Jogada pela janela do apartamento do pai, Alexandre Nardoni, Isabella comoveu o país. Sua morte ainda é um mistério. Nardoni e sua mulher, Anna Carolina Jatobá, estão presos sob suspeita do crime.
Em 2007, João Hélio Fernandes Vieites, também com 6 anos, morreu arrastado pelos ladrões do carro de sua mãe.
Eles levaram o veículo, e o menino estava preso ao cinto de segurança. A agonia do garoto não os deteve. Também não deteve a mãe adotiva Silvia Calabresi o olhar de pavor da menina L., de 12 anos, amordaçada enquanto era torturada por ela em Goiânia.
Especialistas afirmam que, diante desses crimes, os adultos temem até não terem sido amados quando pequenos e perdem a crença na Humanidade. Se nem a criança é sagrada, o que será? "Ver uma criança assassinada é a experiência mais terrível que existe, porque fala do respeito que os adultos devem às crianças. A criança é sagrada, a criança é tabu. E o tabu nos protege. A gente tem limite para a maldade. Mas veja a morte de João Hélio, por exemplo, quando nem a criança impediu a fuga, o crime que já estava em andamento" afirma o psicanalista Mário Eduardo Pereira, coordenador do Laboratório de Psicopatologia Fundamental, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Segundo Pereira, esses crimes desafiam as crenças da sociedade: "Os próprios laços sociais ficam em risco, a crença na Humanidade. Ficamos com medo de não termos sido amados quando crianças, de não termos sido bem-vindos. Por outro lado, vemos que nem a criança está acima da nossa maldade e sequer a família e o lar são seguros".

PESQUISA - Maioria dos casos no ambiente familiar

A pesquisadora Maria Fernanda Tourinho Peres, do NEV (Núcleo de Estudos da Violência, da USP), analisou o crescimento da taxa de homicídios entre crianças e adolescentes até 19 anos de 1980 até 2002. Ela aponta para algo que a sociedade sempre teme ver e ouvir: ´Enquanto na faixa entre 15 e 19 anos o homicídio era cometido com arma de fogo, quanto menor a idade, menor era o uso dessas armas. Na idade até 4 anos, as crianças foram mortas de outras maneiras: por sufocamento, armas brancas (facas, por exemplo), estrangulamento. Isso pode apontar que esses crimes ocorreram dentro de um contexto familiar e não nas ruas´ disse a pesquisadora.
Na pesquisa do NEV, a morte de crianças e adolescentes até 19 anos significou 16% do total de homicídios do país. Em 2002, o coeficiente de mortalidade por homicídios na faixa etária de 0 a 19 anos para o Brasil foi de 12,56 para cada grupo de 100 mil habitantes, acima do maior coeficiente registrado em 1980, que era o do Rio (8,83). Os números de 2002, no entanto, caíram pouco ou se estabilizaram nos últimos anos em razão da queda geral no número de homicídios, segundo Maria Fernanda.
"O número de mortes por agressão de crianças pequenas é alto, mas acaba ´perdido´ diante do grande número de mortes entre os jovens. É preciso prestar mais atenção a esses dados" alerta a pesquisadora.
Para o psicanalista Mário Eduardo Pereira, uma tragédia como a de Isabella traz à tona a discussão sobre a violência contra a criança, mas deve-se ter cuidado,´ é muito importante este momento para fazermos uma discussão. Mas não podemos buscar um culpado a qualquer preço e muito menos uma razão para esse crime a qualquer custo, como uma doença. A pessoa que comete um crime assim eu não diria que é um doente, é um sujeito não tem mais limite´, disse.

Fonte:NEV - Núcleo de Estudos da Violencia
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A mamografia aponta também cânceres que não seriam descobertos
Uma pesquisa feita com dados de cinco países concluiu que um em cada três casos de câncer de mama detectados por mamografias pode ser inofensivo, não exigindo o tipo de tratamento destinado a casos de câncer que ameaçam a vida das pacientes
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O estudo do centro Nordic Cochrane, na Dinamarca, analisou informações sobre mulheres de Grã-Bretanha, Austrália, Canadá, Noruega e Suécia que se submeteram aos exames.
A mamografia detecta a ocorrência do câncer no tecido mamário, mas não estabelece seu grau de ameaça à saúde. Nem todos os casos da doença representam ameaça imediata à vida – alguns tumores encolhem e outros podem permanecer dormentes, por exemplo.
A conclusão da pesquisa foi que, depois que os programas foram introduzidos, aumentou o diagnóstico de casos de câncer de mama, mas também aumentou o número de mulheres que receberam tratamento para a doença desnecessariamente.
“Exames podem levar a detecção de casos letais de câncer ainda em seus estágios iniciais, mas também detecta os inofensivos que não vão causar morte ou mesmo sintomas”, disseram os pesquisadores em artigo na publicação científica BMJ.
“A detecção destes casos de câncer, que não ocorreria clinicamente, é apenas prejudicial a estas pessoas”, disseram eles.

Em defesa das mamografias

O professor Gilbert Welch, do instituto britânico de políticas de saúde de Dartmouth, sudoeste da Inglaterra, escreveu um artigo sobre o estudo no BMJ dizendo que “a mamografia é mais incerta do que se pensava”.
“Ela ajuda algumas mulheres, mas também tem a consequência de levar outras a tratamentos desnecessários”, disse ele.
Mas defensores da mamografia defendem o exame como vital para a detecção de células cancerígenas.
A pesquisa foi criticada pela diretora do programa britânico para prevenção do câncer, Julietta Patnick, que sugeriu que os cientistas tenham feito um uso altamente seletivo das estatísticas coletadas e ignoraram mudanças nos estilos de vida das mulheres que estão associados a um aumento nos casos de câncer de mama.
Ela disse que, apenas na Inglaterra, a mamografia salva a vida de 1,4 mil vidas anualmente.
“De cada oito mulheres diagnosticadas com câncer de mama, a vida de uma outra mulher é salva graças à mamografia”, disse.
Estatísticas recentes sugerem que os índices de mortalidade nos três tipos mais comuns de câncer na Grã-Bretanha são os mais baixos desde 1971 por causa de melhorias no tratamento e formas de detecção da doença.

Fonte: BBC
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Meninas e meninos não podem mais frequentar estabelecimentos comerciais que exploram diversão eletrônica, como lan houses, nem permanecer na rua desacompanhados de um responsável após às 22 horas

Algumas cidades do Paraná começam a adotar o toque de recolher destinado a restringir a circulação de crianças e adolescentes à noite. A entrada e a permanência de pessoas com menos de 16 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis nas ruas, em clubes, bailes, festas e restaurantes já sofre restrições em Cambará, no Norte Pioneiro, desde junho. A mesma medida está sob discussão em Palotina, Marechal Cândido Rondon e Paranavaí. Apesar de ser contrária à orientação do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), em Cambará, o toque de recolher é amparado por uma portaria assinada pela juíza Beatriz Fruet de Moraes, com o objetivo de frear os índices de envolvimento de adolescentes em atos infracionais. Pela portaria, eles não podem mais frequentar estabelecimentos comerciais que exploram diversão eletrônica, como lan houses, depois das 22 horas e durante o horário escolar. A regra vale também para os que têm entre 16 e 18 anos, com limite estendido às 23 horas. Os pais que não colaborarem terão de se explicar à Justiça. Já os estabelecimentos podem ser advertidos, multados ou fechados, e, os responsáveis, presos. Para o subcomandante da PM em Cambará, cabo Reinaldo Antônio dos Santos, a medida está surtindo efeito. Ele conta que no primeiro fim de semana de julho não houve qualquer ocorrência envolvendo adolescentes. Antes da nova regra, segundo ele, metade dos atos infracionais era cometida por adolescentes. Hoje, a proporção é de uma ocorrência para cada 30 casos registrados. Em Palotina, a Polícia Civil pediu a implantação do toque de recolher alegando preocupação com o aumento de 30% na criminalidade entre 2008 e o primeiro semestre deste ano. De acordo com a proposta, meninas e meninos não poderão circular pelas ruas a partir das 23 horas sem a companhia dos pais ou ofício concedido pelo Conselho Municipal de Segurança. O delegado Roberto Camargo conta com o apoio da prefeitura e da Câmara. “Não queremos usurpar o direito de ir e vir de ninguém, apenas impor regras de proteção”, diz. O Ministério Público é contra a iniciativa. “Antes de uma ideia dessa vingar, é preciso implementar um estatuto e uma estrutura com educadores sociais capazes de atender os jovens em situação de risco”, observa o promotor de Justiça Régis Sartori. No Oeste, a proposta encampada pelo Instituto Pais e Filhos, de Marechal Cândido Rondon, está sendo avaliada pelos municípios às margens do Lago de Itaipu. A presidente do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, Telma de Oliveira, afirma que a limitação de horários e locais é inconstitucional. O assunto será debatido nos dias 16 e 17, quando deve ser elaborado um documento em repúdio ao toque de recolher. A juíza da Vara de Infância e Juventude de Foz do Iguaçu, Sueli Fernandes da Silva, acredita que as portarias são desnecessárias e que cabe aos pais orientar os filhos sobre os horários e lugares adequados. De acordo com o Conanda, cinco estados aplicam a restrição: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Paraíba. Em Minas Gerais, promotores estão pedindo ao Tribunal de Justiça a revogação das portarias. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estuda entrar com uma ação civil pública contra as portarias.

[Gazeta do Povo (PR) – 10/07/2009]
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Mesmo admitindo que o tema deva ser abertamente debatido, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) deixou claro, nesta sexta-feira (10), que é contrário à ideia da reparação financeira a todos os brasileiros descendentes de escravos. Em Plenário, ele disse que essa forma de reparação, além de financeiramente insustentável, seria também moralmente condenável, já que não seria lícito pagar o "pecado" da escravidão com dinheiro.
- Esse não é o caminho porque, moralmente, acho que degrada uma compensação em dinheiro para comprar o sofrimento brutal em que viveram os antepassados. Além disso, não tem dinheiro que chegue - disse.
Ao abrir o pronunciamento, o senador informou que o tema da reparação foi debatido em audiência pública, nessa semana, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A ideia é pagar, em parcela única, pelo menos R$ 200 mil a todo brasileiro que comprovar ascendência negra. Considerando que existem no país cerca de 80 milhões de afrodescentes, a medida poderia custar aos cofres públicos valor superior a R$ 16 quatrilhões.
- Esse dinheiro não vai sair dos donos de escravos, porque eles já morreram. Vai sair do Estado; portanto, vai sair do povo, vai sair dos próprios descendentes dos escravos - criticou.
Cristovam lembrou que o país já vem pagando indenizações aos perseguidos políticos do regime militar de 1964, o que ele considera negativo. Como consequência, afirmou, os torturadores podem ficar soltos, já que o Estado "remunerou o sofrimento" dos que lutaram contra a ditadura. Agora, disse o senador, os torturadores se sentem no direito de dizer que "já pagaram o seu pecado".
- Quem lutou, quem enfrentou regime militar, quem sofreu tem que ser sim reparado com nomes de rua, com nomes na História em letras maiúsculas, com o reconhecimento público, com os aplausos pelo heroísmo- afirmou o senador, ressalvando que as indenizações são justificáveis para viúvas e órfãos dos que foram assassinados.
Como lembrou Cristovam, ainda não foi erguido no país um grande monumento em homenagem aos escravos brasileiros, pela contribuição que deram à construção do país. Em sua opinião, esse monumento, no entanto, não deve ser apenas "pedras ou uma escultura", mas também um centro de pesquisas e estudos sobre a experiência da escravidão e de políticas para a superação de seus efeitos.
Mas a verdadeira reparação, conforme o senador, só poderá ocorrer por meio de uma "visão de futuro", com a garantia de educação pública de qualidade para os descentes dos escravos - como salientou, com a vantagem de se tratar de uma política que não discriminaria nenhum outro brasileiro. O que ele disse ser inadmissível é o país continuar considerando como algo normal as grandes diferenças entre negros e brancos - citou que, na média, os negros possuem salários menores, escolaridade inferior e compõem a maior parte da população dos presos nas cadeias e dos analfabetos.
- Se tivéssemos, em 1889, começado um programa de educação para todos, com a inauguração da República, hoje não haveria no Brasil essa imoralidade; não haveria essa vergonha de escondermos, inclusive debaixo do tapete, que não somos racistas, quando o Brasil é um país que trata as raças de uma maneira diferente.

Da Redação / Agência Senado
Foto: Luis Mileu (Olhares)
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Uma cobrança pela efetivação do Estatuto da Criança e do Adolescente e o debate da proposta de redução da maioridade penal são os temas de audiência pública que será realizada pela Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na segunda-feira (13/7/09), às 14h30, no Auditório da ALMG. A reunião acontecerá a requerimento do presidente da comissão, deputado André Quintão (PT).
O deputado acredita que a implantação de políticas que efetivem o Estatuto são prioridade, mesmo diante da discussão relativa à maioridade penal. Só essa implantação, para André Quintão, irá permitir uma avaliação adequada da lei, que completa 19 anos neste 13 de julho. Entre as políticas que precisam ser efetivadas ou ampliadas, ele cita a Escola de Tempo Integral, o combate à desnutrição infantil, criação de oportunidades de profissionalização, apoio sociofamiliar e implantação do sistema de medidas socioeducativas.
Já a sugestão de se discutir o rebaixamento da idade penal de 18 para 16 anos partiu da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP), que discute a questão em Minas e em outros cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A associação sugeriu o tema porque a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do assunto está pronta para ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal.
Estão convidados a participar da audiência pública o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, desembargador Sérgio Resende; os senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG), Wellington Salgado (PMDB-MG) e Eliseu Resende (DEM-MG); o secretário de Estado de Defesa Social, Maurício de Oliveira Campos Júnior; a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Infância e da Juventude de Minas Gerais, Andréa Mismotto Carelli; a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Minas Gerais, Fernanda Flaviana de Sousa Martins; e a coordenadora da Frente de Defesa dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente, Karla Nunes.



ALMG
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A informatização do registro de ocorrências criminais nas delegacias policiais é fundamental para a prevenção de crimes futuros, mas ainda é pequeno o número de estados brasileiros que dispõem da tecnologia necessária para esse serviço. A conclusão é de pesquisadores, gestores públicos e policiais brasileiros e estrangeiros que participam, desde segunda-feira (6), em Brasília, do 18° Simpósio Internacional sobre Criminologia de Ambientes e Análise Criminal.
De acordo com os participantes do simpósio, que termina hoje (10), os departamentos policiais na maior parte do país não têm informações precisas no levantamento de boletins de ocorrência, porque aindanão foram feitos os investimentos necessários na tecnologia apropriada , nem foram capacitados profissionais em número suficiente para lidar com ferramentas informatizadas.
Segundo Alex Canuto, técnico da Secretaria Nacional de Segurança Pública e um dos organizadores do simpósio, isso impede a polícia de realizar uma análise espacial do crime no país. “Precisamos criar a cultura da informatização na polícia. Em muitos estados, a polícia ainda lida com os casos de crimes oralmente, não tomando nota deles”, disse o técnico.
Canuto ressaltou que, quando há informações criminais catalogadas e informatizadas nas delegacias policiais, há precisão no levantamento de boletins de ocorrência, que torna possível a criação de um mapa de “mancha criminal” – um mapeamento que indica os locais e situações onde cada tipo de crime ocorre com mais frequência.
Na opinião de Alex Canuto, isso fornecerá elementos para planejar melhor as políticas de segurança pública no país. “Permitirá executá-las com mais rapidez e mais precisão”, afirmou.
A informatização dos registros criminais é uma das propostas que os organizadores do simpósio pretendem encaminhadas para discussão na 1° Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), de 27 a 30 de agosto, em Brasília.



Agência Brasil
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Apesar de apontado como uma instituição falida, o casamento ainda é muito valorizado. Com mulheres mais independentes e homens menos poderosos, entretanto, as crises estão mais comuns e a tolerância, menor. Muitas vezes, desiste-se do laço na hora da raiva e logo partese para outra, sem dar o tempo necessário para refletir se há amor e se vale a pena insistir.
Muitas pessoas criticam o casamento, mas depois de se separarem casam-se novamente. São otimistas. Não acreditam que o problema esteja na instituição, mas sim na pessoa escolhida. Aí, não desistem de tentar, achando que vão encontrar a felicidade por intermédio do outro e sempre apostando no parceiro seguinte.
A cada tentativa, fazem festas superproduzidas, com bolos incríveis, vídeos, shows. Alguns insistem porque valorizam o simbolismo da cerimônia, outros, porque querem garantir os direitos legais que provêm do matrimônio.
Sejam quais forem os motivos, o fato é que, apesar dos divórcios e complicações, e de se repetir incansavelmente que o casamento está falido, ele continua forte. Os parceiros é que já não são os mesmos.
Antigamente se casava pensando que era para sempre, e muitas vezes convivia-se com a infelicidade eternamente, mas ninguém pensava em separar-se.
Como diz a comédia, para a mulher era assim: "Não sou feliz, mas tenho marido".
Hoje, com a independência financeira das mulheres, as coisas mudaram. Se ela ganha o próprio dinheiro, tem casa, amigos, hobbies, pode sair com amigas, só precisa se casar se encontrar alguém que a complete afetivamente, por quem tenha atração sexual, que seja carinhoso, cúmplice, leal.
O homem, por sua vez, precisa aprender a lidar com a perda de poder.
Mas, mesmo quando tudo se encaixa, há momentos de crise em um casamento.
Os motivos? Um dos dois se interessa por outra pessoa ou se cansa da rotina, há falta de dinheiro, doença, mentiras, traição. Sem falar na perda de liberdade.

Quando tudo está bom, não se pensa nela, mas se há uma crise volta o desejo de estar só, aparece a vontade de se separar. Alguns entram em depressão.

Por um lado, acham que devem jogar tudo para o ar, querem ficar sós, encontrar outro parceiro.
Por outro, pensam no que vão perder: o amor, se ele existe, a casa organizada (ou não), a família do outro, o convívio com os filhos e por último, mas não menos importante, tem a parte financeira.

Quem se separa (a não ser que seja muito rico), sempre fica mais pobre.

Afinal, o valor das contas dobra.
Então, o que seria um motivo legítimo para uma separação? Bem, em algumas situações, pelo perigo que representam, ela é necessária.
Falo de violência física ou psicológica, de parceiros alcoólicos ou drogados.

Para outras circunstâncias o desfecho depende do limite pessoal dos envolvidos.
Há casais que, juntos, conseguem resolver casos de traição, de falta de dinheiro, de diferenças de opinião, até de desinteresse sexual.
Os dois abrem o coração e encontram o jeito de se reaproximar.
Às vezes, procuram uma terapia de casal.
O que nunca se deve fazer é separar-se no momento da raiva, por impulso ou por vingança.
A decisão deve ser pensada e discutida com um amigo, um terapeuta. Quando estamos tomados pela raiva, pela humilhação, pelo ciúme, devemos esperar a cabeça esfriar e depois nos dar um tempo para refletir sobre as consequências da escolha.
Depois de um ou dois meses teremos condição de saber o que é melhor. Se concluirmos que ainda há amor, que podemos perdoar, ou nos desculpar, então é voltar atrás e reatar sem mágoas, podendo renovar o amor e sabendo que na presença dele dá para sobreviver a qualquer crise.

Leniza Castello Branco, psicóloga e analista junguiana na capital paulista, é membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA).

E-mail: leniza@castellobranco.com


Caras
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Em São Paulo, três cidades já adotam o toque de recolher para adolescentes: Ilha Solteira, Fernandópolis e Itapura. Os juízes da Infância e da Juventude das cidades, que ficam na região noroeste do estado, estão adotando a medida para diminuir o número de ocorrências com crianças e adolescentes nas ruas da cidade. A portaria determina que, sem a companhia dos pais, crianças e adolescentes de até 13 anos só poderão ficar nas ruas e em locais públicos até as 20h30. Os jovens entre 14 e 15 anos terão que se recolher até as 22 horas e os que tiverem entre 16 e 17 terão que voltar para casa até as 23 horas. Além disso, os menores de 16 anos estão proibidos de frequentar lan houses. Quem for flagrado fora do horário estipulado será levado para o Conselho Tutelar e entregue aos responsáveis. Já quem for pego praticando delito poderá ser condenado a prestação de serviço público e até ser recolhido para a Fundação Casa, uma espécie de Febem.
Os jovens das cidades consideram a decisão muito enérgica, ditatorial, mas os pais apoiam. O que vai acontecer se a moda pegar? Os pais perderam a autoridade sobre os filhos, por isso, a decisão judicial? Esta é a discussão do Participação Popular.
As perguntas foram respondidas pelos deputados Dr. Paulo César (PR-RJ) e Alice Portugal (PCdoB), Evandro Pelarin (Juiz de Direito da 1.ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude de Fernandópolis/SP), Mario Volpi (Coordenador do programa Cidadania dos Adolescentes – UNICEF Brasil), os estudantes Lucas Monteiro e Natália Pereira.



Fabrício Rocharn

Assista, aqui.

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Foi sepultada nesta quinta-feira (09), em Ibatiba, a mãe de um rapaz que morreu há dez dias. Familiares dizem que a aposentada morreu de desgosto, inconformada com a morte do filho, de 26 anos. Amigos e parentes dizem que ele não teve o atendimento adequado, nem da polícia e nem dos médicos. No velório, familiares e amigos da aposentada Dercy da Silveira estavam emocionados. Ela morreu na quarta (08), por causa de problemas no coração. Era mãe de Marco Antônio de Amorim, morto aos 26 anos, por espancamento depois de uma discussão. Para o irmão de Marco Antônio, a mãe morreu de tanta tristeza. "A mamãe adorava o meu irmão, éramos só dois filhos. Quando ela soube que ele tinha falecido, ficou em desgosto completo", lamenta João Antônio Sodré, que, agora, luta por justiça. Ele não quer que a morte de irmão caia no esquecimento: "Não foi só com meu irmão, não. Já aconteceu várias vezes e ninguém toma providência para que outras famílias não sofram o que a gente esá passando", argumenta. Marco Antônio foi morto em um estacionamento de ônibus escolares. No dia da morte, acontecia uma festa, "a festa da paz". O inquérito policial aponta que dois homens, um deles menor de idade, teriam jogado a vítima no chão e agredido-a com socos e chutes na cabeça. Um amigo de Marco viu a briga e diz que a Polícia Militar e os funcionários do Pronto Atendimento da cidade não atenderam a vítima da melhor maneira./"O Marco foi espancado. Fomos pedir socorro e o policil disse: 'não posso sair daqui agora, não'. Cheguei no pronto socorro e expliquei para enfermeira que Marco não estava só bebado, mas espancado. Aí o doutor falou: 'ele foi medicado sobre o alcoolimso e sobre os hematomas das agressões que sofreu'. Marco ficou uns quarenta minutos no pronto-socorro e depois foi liberao pelo doutor", conta o pedreiro Valter Pacheco. O coordenador do Pronto Atendiemtno de Ibatiba nega. "Isso não foi relatado. Foi relatado simplesmente que Marco Antônio teria jogado uma latinha de cerveja na cabeça. Tanto que não havia hematonas nem perfurações nem nada até então", contestou João Batista do Amaral. Mas o boletim do paciente indica: Marco Antônio deu entrada à meia noite e vinte do último dia 28. O motivo do antendimento é claro: agressão física. "Ninguém está tentando esconder nada .Tosdos os procedimetnos foram feitos", defende-se o coordenador do PA. Investigações A polícia investiga o caso. "Todos estão sendo investigados, desde a segurança da festa até o atendimento no pronto-atendimento. Se não atuaram conforme as regras técnicas, poderão ser responsabilizados", afirma o delegado de Ibatiba, Luiz Carlos Pascoal. O major Welington, da Polícia Militar de Iúna, disse que já abriu uma apuração interna para descobrir se os policiais negaram atendimento a Marco Antônio Batista ou não. Quanto à agressão, o menor que teria participado do espancamento foi apreendido e um homem maior de idade está foragido. Sobre a causa da morte, o laudo da perícia ficou pronto. Marco Antônio morreu por conta de traumatismo craniano. Crescem homicídios em Ibatiba O número de homícidios de batiba aumentou este ano. Dados da Polícia Civil do município mostram que foram dois homicídios no primeiro semestre de 2008 e cinco no mesmo período deste ano.



GAZETA ONLINE
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José Ronaldo de Oliveira, 28 anos, foi morto com um tiro de garrucha na nuca, nesta quinta-feira (9), véspera de seu casamento, em Uberaba (MG).

Segundo a polícia, o principal suspeito seria o padrasto da noiva. O sepultamento da vítima estava programado para esta sexta-feira (10), no Cemitério da Medalha Milagrosa, na mesma cidade.
A vítima celebraria sua união no cartório de Uberaba, na manhã desta sexta-feira, data em que os convidados e padrinhos do casamento participaram do velório dele.
De acordo com a polícia, o crime aconteceu na casa onde mora a sogra da vítima. Oliveira foi morto após uma discussão com o padrasto da noiva, que está foragido. O motivo do crime ainda está sendo investigado, mas a suspeita é de ciúmes, pois a noiva está grávida.
Ainda segundo a polícia, existe a suspeita da relação do crime com magia negra, pois foram encontrados, na casa do padrasto, bonecos representando noivos em meio a uma mesa de búzios. Os bonecos estariam cobertos de alfinetes e cercados de velas.



GAZETA ONLINE
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Surgiu um vídeo, divulgado pelo canal TMZ que põe em dúvida para onde o presidente Barack Obama estava olhando na hora em que a moça brasileira passou. Não percam (clique aqui)! Segundo as imagens, Obama na verdade estaria virando para a direita, para auxiliar uma outra mulher a descer o degrau.
O vídeo não me convenceu. Cá pra nós, se você observar bem, dá pra ver que ele aproveita a viradinha para espiar a brasileira. E vejam a cara do Sarkozy, esse então, não tem desculpa.


Blog do Rodrigo Lopes
Zero Hora
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Cidades do Paraná começam a copiar uma ideia surgida no interior de São Paulo: a adoção de uma espécie de “toque de recolher” destinado a restringir a circulação de crianças e adolescentes à noite. A entrada e a permanência de menores de 16 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis nas ruas, em clubes, bailes, festas e restaurantes já sofre restrições em Cambará, no Norte Pioneiro, desde o mês passado. A mesma medida vem sendo discutida em Palotina, Marechal Cândido Rondon e Paranavaí.
Apesar da orientação contrária do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) em Cambará, o toque de recolher é amparado por uma portaria assinada pela juíza Beatriz Fruet de Moraes, na tentativa de frear os índices de criminalidade envolvendo adolescentes.
O estado de São Paulo é um dos pioneiros na adoção do toque de recolher. Atualmente duas comarcas impõem limites de horário para crianças e adolescentes circularem nas ruas: Fernandópolis e Ilha Solteira. A comarca de Fernandópolis também responde pelos municípios de Macedônia, Meridiano e Pedranópolis; e a de Ilha Solteira também inclui em seus limites a cidade de Itapura.
O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) condena o toque de recolher e considera a medida ilegal. Para evitar que o exemplo inspire juízes de outras cidades, a instituição encaminhou na semana passada um parecer ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O objetivo, segundo o conselheiro Ariel Castro Alves, é fazer com que o CNJ discuta o tema e oriente as Varas de Infância quanto à ilegalidade da medida.
A presidente do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, Telma de Oliveira, diz que a limitação de horários e locais é inconstitucional. O assunto será debatido nos dias 16 e 17, quando deve ser elaborado um documento em repúdio ao toque de recolher. A juíza da Vara de Infância e Juventude de Foz do Iguaçu, Sueli Fernandes da Silva, acredita que as portarias são desnecessárias e que cabe aos pais orientar os filhos sobre os horários e lugares adequados.
De acordo com o Conanda, cinco estados aplicam a restrição: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Paraíba. Em Minas Gerais, promotores estão pedindo ao Tribunal de Justiça a revogação das portarias. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estuda entrar com uma ação civil pública contra as portarias.
Em Cambará, o toque de recolher é amparado por uma portaria assinada pela juíza Beatriz Fruet de Moraes, na tentativa de frear os índices de criminalidade envolvendo adolescentes.
Os adolescentes não podem mais frequentar estabelecimentos comerciais que exploram diversão eletrônica, como lan houses, depois das 22 horas e durante o horário escolar. A mesma regra vale para os que têm entre 16 e 18 anos, com limite estendido às 23 horas. Os pais que não colaborarem terão de se explicar à Justiça. Já os estabelecimentos podem ser advertidos, multados ou fechados. E os responsáveis, presos.
Segundo o subcomandante da PM em Cambará, cabo Reinaldo Antônio dos Santos, a medida está surtindo efeito. No primeiro fim de semana de julho não houve qualquer ocorrência envolvendo adolescentes. Antes da nova regra, segundo ele, metade dos crimes era cometida por adolescentes. Hoje, a proporção é de uma ocorrência para cada 30 casos registrados.
Mateus Henrique de Paula, 15 anos, acredita que com o toque de recolher as ruas ficarão mais seguras e os pais, mais tranquilos. Ele admite que sua rotina não mudou muito e que os encontros com os amigos passaram a ser feitos em casa, e não mais nas praças. “A gente se reúne para andar de skate, depois todos passam para o lado de dentro do portão”, diz.



O Globo e Apucarana Notícias
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As 137 crianças e adolescentes que vivem em nove abrigos de Vitória têm a chance do recomeço a partir desta sexta-feira (10). O juizado da Infância e da Juventude da capital capixaba realiza um mutirão para conseguir agilizar todos os processos dos que foram encaminhados ao Conselho Tutelar. Por conta disso, o atendimento à população foi suspenso nesta sexta.
O juiz da Vara da Infância e da Juventude de Vitória, Paulo Luppi, disse que as definições para cada processo são as mais distintas e que não será possível resolver o problema de todas as crianças e adolescentes dos abrigos.
“Existem crianças com a possível reintegração à família. Existem adolescente que estão numa faixa etária que não se consegue colocar em famílias substitutas, então pelo menos vamos tentar encaminhá-las para o mercado de trabalho, depois de 18 anos. Ainda temos as crianças que podem ser adotadas, mas com um processo de guarda para gente da própria família, que não sejam os pais”, esclareceu Luppi.
Além do juiz, participam do mutirão promotores do Ministério Público Estadual, defensores públicos, assistentes sociais, funcionários do juizado e estagiários, totalizando 50 profissionais. A assistente social Rosemira Quarto, membro da Coordenação da Campanha de Incentivo à Convivência Familiar e Comunitária, disse que a intenção principal é sempre reintegrar o menor à família. “Você tem que esgotar a chance dessa criança voltar à família de origem. Só depois disso que é viabilizada a colocação dela em família substituta.”
As Varas da Infância e da Juventude da Grande Vitória, de Cachoeiro de Itapemirim e de Guarapari também realizam mutirão nesta sexta. O objetivo é o mesmo: agilizar processos envolvendo crianças e adolescentes que estão em instituições de abrigo.



Gazeta Online
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Itália – Obama, na reunião do G8, olha para uma adolescente brasileira que estava lá representando a UNICEF, o Fundo das Nações Unidas para a Infância.


Mr. President Obama:
Would you like a man look to your daugthers the same way you looked to that brazilian teenager?

(Sr. Presidente Obama: O senhor gostaria que um homem olhasse para suas filhas com os mesmos olhos que o senhor olhou para essa adolescente?)

Brasil Contra a Pedofilia

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RECIFE e SÃO PAULO - A revista americana Time publicou na edição de 1º de fevereiro de 1963 a notícia da morte de um importante artista plástico brasileiro. O artista era o pernambucano Vitalino Pereira dos Santos, conhecido no Brasil como Mestre Vitalino, o homem que dava vida ao barro. Nesta sexta-feira, Pernambuco e todo o país lembram os cem anos de nascimento do artista. Em São Paulo, considerada a maior cidade nordestina do país, estão programados shows para o Centro de Centro de Tradições Nordestinas, neste domingo. A Banda de Pífanos de Caruaru se apresenta ao lado de Valdeck de Garanhuns, seu Jorge do Rastapé e a quadrilha Asa Branca.
Pernambuco também comemora a data com uma série de homenagens aquele que foi o primeiro artesão do estado a imortalizar no barro os tipos populares do Nordeste: as bandinhas de pífano, os caçadores, os emigrantes, os vaqueiros. Ele viveu no Alto do Moura, no município de Caruaru, a 130 quilômetros de Recife e deixou uma multidão de discípulos que fazem hoje do manipular o barro o seu meio de vida. Calcula-se que só em Caruaru 500 pessoas vivem desse tipo de artesanato.


No Alto do Moura está a casa museu onde Vitalino viveu e onde seus filhos dão continuidade ao seu ofício. É lá que acontecem as principais comemorações para lembrar o Mestre, que era também um tocador de pífano - o pife, como dizem os nordestinos da caatinga. Vitalino ganha selo dos correios e também ganha a Medalha comemorativa do centenário, instituída pela Casa da Nieda do Brasil. Além disso, no Alto do Moura, desfilam 26 grupos folclóricos. Para assinalar a data, ainda, Caruaru estendeu seus festejos juninos até esta sexta.
O artista também ganha estátua em frente à casa onde residiu e os moradores de Caruaru verão de graça o espetáculo "As Sete Luas de Barro", que conta a trajetória de Vitalino para a fama e os choques culturais que enfrentou ao viajar para cidades grandes como o Rio de Janeiro. Em Recife, a Feira Nacional de Negócios do Artesanato também presta homenagem ao Mestre e para divulgá-la, o Governo de Pernambuco colocou estátuas gigantes dos bonecos do mestre nas principais vias da Cidade. A décima edição da Fenearte se encerra nesse final de semana.
Mestre Vitalino nasceu no dia 10 de julho de 1909, na zona rural de Caruaru e morreu de varíola, aos 54 anos.Na cidade, coleções de obras do mestre estão em exposição permanente no museu do barro e no de arte popular. Neste ano do centenário, foram montadas ainda duas mostras de fotografias, uma com recriações de casas de barro, e outra no Recife, com fotos de Vitalino feitas pelo francês Pierre Verger, em 1947.
O Globo On Line
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A dor de cabeça crônica é o principal sintoma. Entenda o que é e como prevenir a enxaqueca no seu filho

Qual pai e mãe não se incomodam quando escutam que o filho está com dor de cabeça? Mas antes de pensar em alguma doença específica, como meningite, saiba que há mais de 200 causas diferentes que podem levar a esse desconforto na criança.
A dor de cabeça é um sintoma de que há algo errado no organismo, assim como a febre. E, de acordo com um estudo realizado pelo Taipei Veterans General Hospital e Kaohsiung Medical University Chun-No Memorial Hospital, cerca de 1,5% das crianças entre 12 e 14 anos podem ser afetadas com dores de cabeça crônicas diariamente.
Mas, segundo a pesquisa, que avaliou 103 crianças nessa faixa etária, 60% delas deixaram de ter dores diariamente após 1 ano e 75%, depois de 2 anos. Após 8 anos, apenas 12% das avaliadas ainda tinham sintomas das dores de cabeça crônica.
Por outro lado, cerca de 77 delas tiveram episódios de enxaqueca. E esse número é alto mesmo.
No 23o Congresso Brasileiro de Neurologia uma pesquisa revelou que mais de 90% das crianças com dor de cabeça têm enxaqueca. “A enxaqueca é uma doença benigna e hereditária.
As alterações genéticas provocam alterações químicas no cérebro, que trazem crises de dor de cabeça”, diz Marco Antônio Arruda, neurologista da infância e adolescência e responsável pela pesquisa.
Os pais podem suspeitar do problema na criança se a dor acontece sem nenhum motivo aparente, como uma virose ou gripe, e repete na semana seguinte ou no próximo mês.
As atividades do dia-a-dia também ficam comprometidas. Nas crises, ela pára de brincar, quer deitar, fica mais sensível à luz e ao barulho, fecha os olhos, tem náuseas e pode até vomitar.
Uma característica do desconforto é quando a dor ocorre somente de um lado da cabeça da criança, lateja e piora com esforço físico.
“Toda criança com dor de cabeça freqüente precisa ser encaminhada ao especialista, para identificar a causa.
Os pais normalmente levam a criança ao oftalmologista primeiro, mas a dor por motivo ocular fica em torno de 1% das crianças”, diz Marco Antônio.
Outro dado importante da pesquisa é que a dor de cabeça causada por doenças graves, como tumor, aparece em menos de 1% das crianças com o sintoma.
Deixar a criança sem um diagnóstico pode comprometer a qualidade de vida dela. Quando as crises são freqüentes, seu desempenho escolar é prejudicado, porque falta mais à escola, além de perder dias de lazer com os amigos e com a família. Quanto mais cedo a enxaqueca for tratada menor a chance de o problema continuar na vida adulta.

Tratamento
Segundo o especialista, há várias formas de tratar a enxaqueca, que pode ser com medicamentos ou não. E os pais podem ficar tranqüilos: os remédios são bastante eficazes e seguros.
Em mais de 80% dos casos há sucesso do tratamento. Por outro lado, é possível prevenir a dor de outras maneiras.

Alguns alimentos -- como chocolate, maionese, mostarda, catchup -- e o excesso de luminosidade podem desencadear crises, assim como o estresse e o acúmulo de atividades extracurriculares.

Também é fundamental a criança ter uma rotina, com horários para dormir - uma vez que a privação do sono piora o problema - e para se alimentar corretamente.

Ana Paula Pontes



Crescer
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Um dos sindicatos de pilotos da Air France está acusando as autoridades da aviação civil francesa e europeia de não terem exigido a troca dos sensores de velocidade nos aviões Airbus A330/A340, o que poderia "ter evitado o acidente com o voo 447", segundo o sindicato.
O avião da Air France caiu no dia 31 de maio no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo após ter decolado do Rio de Janeiro. O sindicato Spaf, que representa cerca de 20% dos pilotos da Air France, divulgou uma carta na qual avalia "que era responsabilidade" da Direção Geral da Aviação Civil da França (DGAC) e da Agência Europeia da Segurança Aérea (EASA) "impor ao fabricante Airbus as modificações necessárias após incidentes constatados com os tubos Pitot", os sensores que medem a velocidade do avião."Medidas apropriadas da DGAC e da EASA teriam permitido evitar o desencadeamento da sequência de eventos que conduziram à perda de controle do avião", diz a carta enviada aos diretores dos dois órgãos.No primeiro relatório preliminar sobre o acidente, divulgado no dia 2 de julho, o BEA, órgão francês que investiga a catástrofe com o voo 447, declarou que falhas nos tubos Pitot "representam um elemento, mas não a causa do acidente", que ainda não foi determinada."Os sensores de velocidade não foram descartados da sequência (de eventos) que conduziu ao acidente. Suspeitamos que os tubos Pitot possam ter alguma ligação com a incoerência das velocidades medidas", havia afirmado, no início deste mês, o investigador-chefe do acidente da Air France, Alain Bouillard, do BEA.O sindicato Spaf afirma na carta que "há vários anos, as tripulações dos aviões A330 e A340 vêm relatando perdas ou flutuações nas indicações de velocidade em condições meteorológicas rigorosas".A Airbus recomendou às companhias aéreas em 2007 a troca dos sensores de velocidade devido a problemas de congelamento do equipamento em altas altitudes.A carta cita ainda uma conferência de um responsável da Agência Europeia de Segurança da Aviação, realizada em 2007, que, segundo o sindicato, mostraria que a autoridade "tinha conhecimento de um número significativo de acontecimentos ligados ao congelamento ou a chuvas fortes", que causaram problemas nos sensores de velocidade de aviões Airbus.Após o acidente com o voo 447, a Air France trocou todos os sensores de velocidade dos aviões Airbus A330 e A340.Procuradas pela BBC Brasil, a assessoria da DGAC da França não foi localizada e a da AESA não retornou a ligação.
Segunda fase
A França deve encerrar nesta sexta-feira, conforme informou o BEA, a fase de busca das caixas-pretas do avião que utiliza métodos acústicos para tentar localizá-las, como o submarino Émeraude, equipado com sonares potentes.
A expectativa das autoridades francesas é de que as balizas das caixas pretas deixem de emitir sinais sonoros nesta semana.
Na próxima semana, a partir do dia 15 de julho, será iniciada uma segunda fase de buscas das caixas pretas, que utilizará robôs submarinos para tentar localizar a carcaça do avião.Essa segunda fase de buscas, segundo o BEA, prevê que o fundo do mar seja explorado sistematicamente por robôs.
Os 640 destroços do avião encontrados nos 26 dias de operações de busca estão sendo enviados à França por navio, informou nesta sexta-feira a Airbus.De acordo com o fabricante, os destroços, incluindo o leme do avião, devem chegar ao porto de Pauillac, no sudeste da França, na próxima terça-feira. Eles serão analisados pelo Centro Aeronáutico de Testes, em Toulouse, cidade onde se situa a sede da Airbus.




BBC Brasil
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Clone (à dir.) age como isca (Foto: I-Min Tso/Divulgação)

Cientistas em Taiwan descobriram uma espécie de aranha que cria um "clone" de si mesma para despistar seus predadores.
Em artigo publicado na revista especializada Animal Behaviour, os biólogos Ling Tseng e I-Min Tso, da Universidade de Tunghai, afirmam ainda que este pode ser o primeiro exemplo de um animal capaz de construir uma réplica em tamanho natural de seu próprio corpo.
Segundo eles, o comportamento da espécie, chamada Cyclosa mulmeinensis, também ajuda a esclarecer por que muitos aracnídeos gostam de decorar suas teias com ornamentos estranhos, como partes de plantas, dejetos e restos de presas e de ovos.
Como esses detritos geralmente têm as mesmas cores das aranhas, os cientistas suspeitam que eles ajudem a camuflar a aranha.

'Iscas'
Tseng e Tso observaram, em uma ilha na costa de Taiwan, que a Cyclosa mulmeinensis não apenas decorava sua teia, como também juntava os detritos para compor objetos de seu próprio tamanho.
Segundo os cientistas, esses "dublês" atraíam os predadores - em geral, vespas - por também terem a mesma cor e a mesma maneira de refletir a luz que as verdadeiras aranhas.
"Nossos resultados mostram que esta espécie vulnerável de aranha se protege de ataques de predadores, construindo iscas que os atraem mais do que ela própria", escreveram os pesquisadores em seu artigo.
Eles afirmam que em teias não decoradas, as vespas atacavam diretamente as aranhas.

Mistério
Há mais de cem anos, cientistas vêm tentando entender por que muitas espécies de aranhas decoram suas teias.
Mas para Tso, não há uma só resposta.
"Creio que a função da decoração varia entre as espécies", disse o cientista à BBC, citando como exemplo as teias decoradas com seda, que têm por objetivo reforçar a trama e impedir que ela seja destruída. Outras teias são decoradas para atrair e deter presas.
O disfarce é um recurso muito usado por vários animais.
Alguns tentam evitar serem vistos usando a camuflagem para se "misturar" a seu habitat, como as mariposas. Outros, como as lagartixas, desenvolvem artefatos mais sofisticados, como o de conseguir se soltar se sua cauda por pega.



BBC Brasil
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O Ministério Público de São Paulo está instaurando inquéritos civis em todo o Estado para apurar o não cumprimento de uma lei estadual que obriga todos os hospitais gerais que integram o SUS (Sistema Único de Saúde) em São Paulo a implantarem leitos psiquiátricos.
Sancionada em 2005, a lei 12.060 previa três anos para a implantação dos leitos --o prazo de adequação se encerrou em setembro de 2008.
Segundo levantamento no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), São Paulo tem hoje 744 hospitais gerais, mas apenas 60 oferecem leitos de psiquiatria pelo SUS. Presentes em 41 das 645 cidades do Estado, esses hospitais têm, ao todo, 692 leitos.
O promotor Reynaldo Mapelli Júnior, que coordena trabalhos com saúde pública, afirma que o resultado dos inquéritos pode levar o Ministério Público a fazer um termo de ajustamento de conduta obrigando à implementação dos leitos ou, caso isso não ocorra, ajuizar uma ação civil pública.
No final de 2007, o CRM (Conselho Regional de Medicina) de São Paulo chegou a enviar documento ao governador José Serra (PSDB) pedindo a regulamentação da lei, que deveria ter ocorrido 90 dias após a sanção. Segundo o psiquiatra Mauro Aranha, até hoje o CRM não obteve resposta.
Para Maurício Lucchesi, psiquiatra da Universidade de Taubaté, falta vontade política, por parte da Secretaria da Saúde, para a implantação dos leitos. O governo estadual diz ter criado um grupo para estudar o assunto.

Reforma
Pelos princípios da reforma psiquiátrica feita no país em 2001, os hospitais gerais são a alternativa à internação nos hospitais psiquiátricos.
Para o promotor, porém, "o governo está extinguindo as vagas em hospital psiquiátrico e praticamente não oferecendo quase nada em troca".
Para Maurício Lucchesi, a internação em hospitais gerais apresenta vários benefícios em relação aos hospitais psiquiátricos, desde a redução do estigma do doente até a transparência no tratamento. "Ninguém vê o que fazem dentro de um hospital psiquiátrico, mas no hospital geral o tratamento é visto por outras pessoas e profissionais de várias áreas", diz.
No nível federal, apesar de ter assinado portaria sobre o tema em 2008, o Ministério da Saúde reconhece uma participação pequena dos hospitais gerais na saúde mental.



Folha Online
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Corte calórico de 30% reduz taxa de morte por doenças ligadas á idade de 37% a 13%, mostra estudo

WASHINGTON - Um estudo realizado ao longo de 20 anos determinou que cortar calorias em cerca de 30% reduz o envelhecimento e ajuda a adiar a morte. Em macacos.
Não se trata de uma dieta rápida para perder alguns quilos. Cientistas já sabiam que é possível prolongar a vida de camundongos e de criaturas mais primitivas - moscas, vermes - com cortes profundos e prolongados no que seria o consumo normal de energia.
Agora surge a primeira evidência de que a mesma conduta adia a manifestação das doenças do envelhecimento em primatas, também - macacos reso do Centro de Primatas Nacional de Wisconsin, EUA. Os pesquisadores relatam suas descobertas na edição desta semana da revista Science.
E quanto a um outro animal da família dos primatas, os seres humanos? Ninguém ainda sabe ainda se as pessoas, num mundo de consumo exagerado, seriam capazes de suportar a privação por tempo suficiente para que ela fizesse diferença, muito menos como ela iria afetar nossos corpos, mais complexos. No entanto, há várias tentativas em andamento. "O que realmente gostaríamos nem é tanto que as pessoas vivessem mais, mas que vivessem com mais saúde", disse o médico David Finkelstein, do Instituto Nacional do Envelhecimento. Os macacos de Wisconsin parecem ter feito as duas coisas.
"O fato de haver menos doenças nesses animais é notável", afirmou Finkelstein.
As possibilidades da restrição calórica datam de estudos com roedores realizados nos anos 30. Mas hoje é um tema quente entre os pesquisadores que buscam entender os diferentes processos que levam o corpo humano a falhar com a idade, de forma que alguns talvez possam ser revertidos.
Macacos reso em cativeiro têm uma expectativa de vida média de 27 anos, e portanto notar o efeito neles demora mais que nos camundongos de vida curta. O estudo mais recente envolve 76 animais - 30 que são acompanhados desde 1989, e 46, desde 1994. Eles eram adultos de tamanho normal e em dieta normal para um macaco em cativeiro, que consiste em uma mistura enriquecida com vitaminas e algumas frutas.
Os cientistas destinaram metade dos macacos para uma dieta de restrição calórica, cortando o consumo diário de calorias em 30%, mas garantindo que não ficassem desnutridos.
Até agora, 37% dos macacos mantidos na dieta normal morreram de doenças ligadas ao envelhecimento. Entre os que receberam menos calorias, a taxa é de 13%. Alguns macacos morreram de outras causas, como ferimentos, que não são tidas como ligadas à nutrição.
A morte não foi a única diferença. Os macacos com poucas calorias tiveram menos da metade da incidência de tumores malignos e de doenças do coração que os demais. Imagens do cérebro mostraram um encolhimento menor causado pela idade. Eles também preservaram mais massa muscular.
O principal pesquisador responsável pelo estudo, Richard Weindruch, da Universidade de Wisconsin, acredita que a mudança de dieta está reprogramando o metabolismo dos animais, de um modo que reduz o envelhecimento.
O governo dos EUA está financiando um estudo em pequena escala para ver se algumas pessoas de peso normal são capazes de conviver com um corte calórico de 25% por dois anos, e se esse corte produzirá indicadores de que os problemas da idade podem estar sendo adiados.
Finkelstein adverte que ninguém deve tentar uma restrição calórica por conta própria: cortar os nutrientes de forma errada pode trazer problemas sérios de saúde.
Seu conselho para quem busca longevidade:
"Tome cuidado com o que come, mantenha uma mente ativa, faça exercícios e não seja atropelado".



Estadão
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Falei no texto anterior sobre as vantagens de velhos e crianças mandarem no mundo, e muita gente não entendeu. Claro que trata-se de uma utopia.

O que eu quis dizer pode ser resumido no seguinte:

1 - Precisamos aprender mais com as crianças, provas vivas de que o ser humano é viável quando desprovido de preconceito e quando tem o coração aberto.

2 - Precisamos ouvir o que têm a dizer os idosos, pois acumularam experiência de vida e a proximidade da morte faz qualquer um passar a dar valor ao que realmente importa.

Alguns leitores argumentaram que existem crianças e velhos muito maus. Pois não é a esses que me referi, mas à grande maioria, que não é má coisa nenhuma.O que mais me choca hoje é que os adultos não ouvem as crianças.

Ou reprimem demais, ou mimam demais, dois erros de quem busca o caminho que julga mais fácil por comodismo. Converse de igual para igual com uma criança e verá que maravilha, quanto aprendizado, quanta alegria genuína e contagiante.

E me choca também que ninguém tenha saco para aprender com os mais velhos. Uma amiga minha sempre leva a tia, que já passou dos 80, ao banco. A senhora está lúcida, mas tem dificuldade de locomoção, por isso a sobrinha a ajuda. Pois, na agência bancária, os funcionários não se dirigem à anciã, só à minha amiga, que é jovem.

Ela é obrigada a dizer: "Ei, falem com ela; ela veio resolver o problema, eu só estou acompanhando!" Só pela aparência, julgam um idoso incapaz.

Por alguns comentários irados ao texto anterior, também pude medir a quantas anda o preconceito com velhos e crianças.

Vejamos as condições dos asilos onde muitos filhos até com boa situação financeira mantêm o parente idoso.

Visitei um na Zona Sul onde se paga quase R$ 3 mil por mês. Não falta nada, exceto amor. Foi o lugar mais triste em que já estive.

A foto é do asilo Legião do Bem, no Méier (Zona Norte do Rio), para idosos carentes, que recebeu há alguns dias a visita dos dóceis cães do projeto Patinhas do Bem, filantrópico e idealizado por Denizard Baldan, que não conheço. Ele leva seus cães para divertir e dar afeto a pessoas de idade avançada e crianças enfermas.

Para muitos anciãos, a única manifestação de carinho que recebem em anos são as desses animais.

E os abrigos públicos para menores desamparados?

Sempre foram grandes cadeias formadoras de adultos marginais.

O futuro que semeamos negando atenção às crianças e desprezando a experiência dos velhos é o presente caótico em que vivemos.

Talvez por isso cometamos tantos erros...
Marcelo Miggliaccio
Rio Acima
JBlog
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Rio - Um homem de 53 anos foi preso por atentado violento ao pudor, na madrugada desta sexta-feira, na Praça de Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com agentes do 14º BPM (Bangu), ele teria oferecido R$ 6 a duas adolescentes de 13 e 16 anos para que tirassem a roupa e ficassem nuas pra ele. O homem, que não teve o nome divulgado, foi levado para a 34ª DP (Bangu), onde o caso foi registrado.



O DIA ONLINE
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Andréia Albertini estava internada há dois dias em hospital em Mauá. Mãe confirma que vítima lutava contra o HIV desde 2006

São Paulo - Morreu nesta quinta-feira, em São Paulo, de complicações em decorrência de Aids, o travesti Andréia Albertini, que no ano passado se envolveu em uma confusão com o jogador Ronaldo Fenômeno, do Corinthians. André Luiz Ribeiro Albertini, seu nome no registro de identidade, morreu no Hospital de Clínicas Doutor Radamés Nardini, em Mauá. Andréia estava há dois dias internada na unidade. A mãe dela, Sônia Regina Maria, confirmou que Andréia contraíra o vírus HIV em 2006, com um parceiro no Rio. O corpo do travesti será enterrado nesta sexta, às 10h, no Cemitério Santa Lídia.

Andréia ficou conhecida após protagonizar um escândalo com o Fenômeno e mais dois travestis, em abril de 2008, num hotel da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Ela acusou o jogador de não pagar o programa e de ter usado drogas. Mas depois recuou e admitiu ter inventado toda a história.

CHANTAGEM
Ronaldo alegou que levou o grupo ao hotel pensando que eram prostitutas e, ao perceber o erro, quis ir embora, mas foi chantageado pelo travesti. Todos acabaram na 16ª DP. À polícia, Ronaldo teria dito que Andréia exigiu R$ 50 mil para não denunciá-lo à imprensa. Por isso, ela respondia a processo na Justiça, acusada de tentativa de extorsão pelo Ministério Público. De acordo com a denúncia, Andréia teria se aproveitado do fato de estar com um cliente famoso para tentar se beneficiar financeiramente. Albertini também foi parar na delegacia outra vez, em setembro de 2008, após brigar com um homem que a acusou de roubo em Copacabana.



O DIA ONLINE
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LOS ANGELES - Os detetives que investigam a morte de Michael Jackson não descartam a hipótese de o cantor ter sido assassinado. O chefe de polícia de Los Angeles, William Bratton, disse à TV CNN que, após uma investigação "abrangente", aguarda apenas o resultado dos exames toxicológicos para chegar à conclusão sobre a morte repentina do Rei do Pop.
Muitos participantes da homenagem a Michael Jackson sequer o conheciam
- Baseado no que o legista disser teremos uma ideia sobre com que estamos lidando. Estamos tratando de um homicídio? De uma overdose acidental? Do que estamos tratando? - disse Bratton, que informou ter feito um levantamento do histórico de prescrição de medicamentos e estar tentando falar com todos os médicos que atenderam o cantor.
Enquanto isso, o pai do cantor, Joe Jackson, deu uma entrevista ao programa de TV "ABC News", exibida na manhã desta sexta-feira, em que disse acreditar que um "crime" esteja ligado à morte do filho, mas não deu detalhes.
O relatório do legista determinará a causa da morte a partir dos resultados dos exames toxicólogicos - que devem ser divulgados na próxima semana.
O chefe de polícia afirmou que detetives estão reunindo evidências, que incluem itens apreendidos na casa alugada por Jackson, e interrogando vários médicos do cantor, mas Bratton deixou claro que a palavra final sobre o caso só poderá ser dada depois que o legista determinar a causa da morte do Rei do Pop:
- O próximo passo é realmente dele. Mas não estamos parados enquanto esperamos seu relatório.
Jackson, que morreu no dia 25 de junho, tinha um conhecido histórico de uso de medicamentos prescritos, especialmente analgésicos. Depois da morte do cantor, Cherilyn Lee, uma enfermeira que trabalhou para Jackson, disse à AP que teria rejeitado várias vezes os pedidos dele para que ela aplicasse o potente anestésico Diprivan, também conhecido como Propofol.
Jackson tinha vários médicos, amigos e funcionários que entravam e saíam de sua vida. Não se sabe que pessoas estão sendo interrogadas pela polícia, porque o departamento não deu detalhes sobre a investigação.
Joe Jackson disse não saber nada sobre as drogas com que seu filho estaria envolvido.
- Não sei nem o nome delas. O que sei é que, seja lá o que estava tomando, era para fazê-lo descansar, porque ele estava trabalhando muito.
A polícia apreendeu o carro de um médico da casa de Jackson horas depois de sua morte e, mais tarde, afirmou que o veículo porderia conter medicamentos ou outras evidências. Médicos legistas também disseram que Jackson estava tomando medicamentos controlados, mas se recusaram a entrar em detalhes antes do resultado do exame toxicológico.
O pai de Jackson afirmou à ABC que ele e a esposa, Katherine, deveriam ficar com a custódia dos três filhos de Michael. Ele contou que a filha de Michael, Paris, que falou durante a homenagem ao pai na terça-feira, está sofrendo muito com a morte e que chora sempre que o nome de Michael é mencionado. Joe Jackson disse ainda que ela pode ter futuro no mundo do entretenimento, assim como o irmão mais novo, Prince Michael II, apelidado de Blanket, que ''realmente sabe dançar".




O Globo On Line
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Uma substância encontrada no solo da Ilha de Páscoa - a rapamicina - pode ajudar a combater o processo de envelhecimento, segundo uma pesquisa de cientistas americanos publicada na revista especializada Nature.
Quando os cientistas usaram a rapamicina para tratar camundongos idosos, sua expectativa de vida aumentou em até 38%.
A pesquisa aumenta as perspectivas de se conseguir retardar o processo de envelhecimento em idosos.
Mas uma especialista britânica advertiu contra o uso da droga para este fim, já que a rapamicina também afeta o sistema imunológico. Medicina
A rapamicina foi descoberta pela primeira vez na Ilha de Páscoa, nos anos 70.
Ela já é usada para evitar a rejeição de órgãos transplantados em pacientes e em tubos implantados em pacientes para manter suas artérias coronárias abertas. A substância também está sendo testada como um possível tratamento para câncer.
Os pesquisadores em três centros americanos, no Texas, Michigan e Maine, deram a substância para os camundongos com idade equivalente a 60 anos em humanos.

A rapamicina aumentou a expectativa de vida dos roedores entre 28% e 38%.
Os pesquisadores estimam que, em termos humanos, este aumento poderia ser ainda maior se tanto câncer como doenças cardíacas também fossem evitadas e curadas no processo.
O pesquisador Alan Richardson, do Barshop Institute, disse: "Faço pesquisas sobre envelhecimento há 35 anos, e já houve várias das chamadas intervenções 'anti-envelhecimento' que nunca obtiveram sucesso".
"Nunca pensei que poderíamos encontrar uma pílula anti-envelhecimento para as pessoas durante minha vida, mas a rapamicina parece prometer justamente isso."
"Acreditamos que esta seja a primeira evidência convincente de que o processo de envelhecimento pode ser retardado e a expectativa de vida estendida por uma terapia com drogas começando em uma idade avançada", disse Randy Strong, do Texas Health Science Center. Restrições calóricas
A rapamicina parece ter um efeito semelhante à uma dieta de redução calórica, que já se mostrou ser eficaz em aumentar a expectativa de vida.
Ela afeta uma proteína das células chamada mTOR, que controla vários processos envolvidos no metabolismo e resposta a situações estressantes.
Os pesquisadores tiveram que encontrar uma maneira de reformular a droga para que ela ficasse estável o suficiente para chegar até o intestino dos camundongos antes de começar a se decompor.
O objetivo original era começar a ministrar a rapamicina para os camundongos aos quatro meses de idade, mas o atraso devido à nova formulação fez com que o tratamento só começasse quando as cobaias já tinham 20 meses de idade.
Os pesquisadores acreditavam que os camundongos já estariam muito velhos para que a droga tivesse algum efeito e se surpreenderam com o resultado.
"Esse estudo claramente identificou um potencial terapêutico para o desenvolvimento de drogas com o objetivo de prevenir doenças ligadas ao envelhecimento e aumentar a expectativa de vida", disse Strong.
"Se a rapamicina ou drogas similares funcionarem como imaginamos, a potencial redução de custo para serviços de saúde é enorme." 'Não tente em casa'
A médica Lynne Cox, especialista em envelhecimento da Universidade de Oxford, descreveu o estudo como "animador".
Segundo ela, "é especialmente interessante que o remédio tenha sido eficiente mesmo quando dado a camundongos idosos, já que seria muito melhor tratar o envelhecimento em pessoas mais velhas do que usar drogas como essas por toda a vida."
Mas, ela acrescentou, "de modo algum ninguém deve pensar em usar este remédio em particular para aumentar sua própria expectativa de vida, já que a rapamicina é imuno-supressora".
"Enquanto que os camundongos de laboratório são protegidos de infecções, isso é simplesmente impossível entre a população humana."
"O que o estudo faz é ressaltar um importante caminho molecular para o qual novas e mais específicas drogas podem ser criadas."
"Se é sensível tentar aumentar a expectativa de vida é outra questão; talvez, aumentar a expectativa de vida saudável, e não de vida, seja um objetivo melhor."



O Globo On Line
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Colocar apelidos no colega gordinho, ofender o magro, humilhar o desajeitado, discriminar o negro. Quem nunca sofreu ou cometeu bullying? Embora essas atitudes sempre tenham feito parte do cotidiano de crianças e adolescentes, o assunto – e o novo termo, que diz respeito a atos cometidos pelos “brigões”, ou valentões” – veio à tona há pouco tempo.
Para se ter uma ideia, em janeiro deste ano, pesquisa conduzida pelo Centro Berkman para Internet e Sociedade e pela Universidade Harvard apontou que a pedofilia pela internet não é problema tão preocupante quanto o bullying. O assédio moral ocorre tanto virtualmente, quanto na convivência social, verbal ou fisicamente.

Diante de cenário como este, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) desenvolveu uma campanha de prevenção ao bullying no ambiente escolar, que é o de maior ocorrência. Para tanto, o Disque Denúncia (100) passou a ser utilizado como alternativa para denúncias. Outra opção é o contato direto com o MP-BA (Coordenação da Infância e Adolescência), pelo telefone 3103- 6212.
Segundo a promotora de justiça Edna Sara Dias Serqueira, no início deste ano, o número de denúncias contra o bullying era quase zero. Com a participação da imprensa e a criação dos canais de delação, mais de 40 casos foram denunciados na capital baiana em apenas dois meses.
A promotora explica que o serviço não tem objetivo apenas de punir os praticantes. “Trabalhamos no sentido de orientar e tentar buscar uma solução. Apenas em casos extremos castigamos os envolvidos”, pontua.
De acordo com a psicopedagoga Symone Vallari, vários casos já foram denunciados e trabalhados de forma consistente. “Em alguns, a família responde, em outros, o menor também, através de medidas socioeducativas. Se, ao acabar a pena, o autor não tiver sido acompanhado psicológica e afetivamente, poderá sair ainda pior”, alerta Vallari, que esclarece, ainda, que o cuidado deve ser para que a punição vá além da justiça.
“A maioria das pessoas é solidária à vítima. O que pouca gente sabe é que, muitas vezes, o agressor já foi vítima também. Por esse motivo, deve ser tratado com cuidado também”, conclui.
Serviço
Ministério Público amplia o raio de ação da campanha contra o bullying
Ação educativa – Será lançada na próxima segunda-feira, 13, uma campanha de cunho educativo, que consiste em levar informações precisas para toda a comunidade escolar, principalmente nos bairros suburbanos – embora o bullying aconteça em qualquer classe social, geralmente, com estudantes entre 9 e 17 anos.
Disque 100 – Talvez por medo de represália, poucas pessoas denunciam. É importante ressaltar, então, que a identidade do denunciante e da vítima são mantidas em sigilo.


Denuncie o bullying: disque 100 e 3103-6212.



A Tarde
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colaboradores: carmen e maria celia

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