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7.7.09

Homem foi sentenciado pela Justiça de Bauru a 31 anos e 6 meses; irmãs tinham 12, 10 e 5 anos quando foram abusadas
Ieda Rodrigues

A Justiça de Bauru sentenciou ontem um homem a 31 anos e seis meses de prisão por abusar sexualmente de três filhas menores de idade. O caso veio à tona no início de 2008, quando as três meninas, na época com 12, 10 e 5 anos, foram abrigadas na Casa da Criança e na Casa de Nazaré por causa de denúncias de que estavam sendo maltratadas por seus pais.
Foi quando a mais velha delas relatou à assistente social que ela e suas irmãs vinha sendo abusadas sexualmente e que sua mãe sabia do caso. A menina contou que, quando seu pai bebia, ao chegar em casa, queria manter relações sexuais com sua mãe, que negava e dizia para ele “pegar uma das filhas”.
O pai, segundo o relato das filhas, fez sexo anal com elas e as obrigou a fazer sexo oral nele. A mulher, que também responde a processo e está foragida, saía de casa para que o marido abusasse das filhas. Ainda na fase de processo, o Ministério Público (MP) solicitou e a Justiça decretou a prisão do casal, mas só o pai foi localizado e preso. Ontem, ele foi condenado por atentado violento ao pudor e presunção de violência contra as três filhas, numa pena individual de dez anos e seis meses de reclusão para cada uma das vítimas, o que totaliza 31 anos e seis meses.
Os nomes dos pais não estão sendo divulgados para preservar as crianças, em cumprimento ao Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Na sentença, o juiz Jaime Ferreira Menino, da 2.ª Vara Criminal, afirma que ao final da instrução criminal restou inegável a conclusão da procedência da ação penal, pois a prova dos autos, ao contrário do que sustentou a defesa do réu, oferece respaldo suficiente para embasar a decisão condenatória.
A filha mais velha relatou que, quando estava bêbado, após a negativa de sua mãe de manter relações sexuais, seu pai a segurava pelo braço. Em seguida, ele tirava suas roupas e a da menina, passava a mão pelo corpo da filha, a beijava na boca, a chamava de “meu amor’ e fazia sexo anal. A segunda vítima, que na época tinha 10 anos, também relatou que seu pai abusou dela sexualmente várias vezes. A terceira vítima, por conta da idade, não foi ouvida, mas a mais velha informou que seu pai obrigava a irmã a fazer sexo oral nele.
A mãe das vítimas, ouvida na fase de inquérito policial, negou os abusos sexuais do marido contra as filhas. Na sentença, o juiz ressalta que o depoimento das duas vítimas foram consistentes e sustenta a condenação. Menino cita acórdão do desembargador Canguçu de Almeida de que em casos de crime sexual, geralmente cometido às escondidas, a palavra da vítima é de fundamental importância para elucidação da autoria. O pai já cumpriu pena por maus-tratos e furto e, agora, terá 31 anos de prisão, inicial em regime fechado. Ele pode apelar da sentença.
Para o advogado criminalista Sérgio Mangialardo, pela gravidade dos delitos e pela continuidade do crime, a pena total de 31 anos é adequada. Se não apelar e conseguir redução de pena, o réu terá de cumprir o primeiro um sexto da pena em regime fechado para depois solicitar progressão para o regime semi-aberto.

Fonte: JCNet
Foto: Bruno Queiros
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Meninas invisíveis
MARIA DO ROSÁRIO *

O caso das crianças de MS choca por sua brutalidade e perversidade. Deveria servir para o país olhar para o tema da prostituição infantil
Um enredo em dois atos e muitas omissões. Recentemente, o Brasil se indignou diante da TV, no horário nobre de uma noite de domingo, com uma mãe que, no interior do Pará, oferecia a filha a um repórter em troca de três latas de cerveja.
O "show da vida" ali não tratava de uma ficção, mas de um flagrante da dura realidade vivida por milhares de meninas invisíveis que são exploradas sexualmente no breu de ruas, becos, botecos e esquinas do país.
Na última semana, no conforto de suas salas climatizadas, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJ-MS), que havia absolvido dois réus acusados de exploração sexual de menores por entender que cliente ou usuário eventual de serviço oferecido por prostituta não se enquadra no crime previsto no artigo 244-A do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Aqui cabe uma pausa; vamos aos autos, senhores magistrados, digo, leitores. Uma das menores violentadas -que chamaremos de Virgínia- não nasceu nas ruas. Sua mãe ofereceu Virgínia ao amante, numa discutível prova de amor. Seviciada e humilhada, Virgínia fugiu de casa e, nas ruas, encontrou uma amiga, também menor, filha de uma trocadora de ônibus, que se iniciara na prostituição em troca de um vidro de xampu.
A decisão do STJ, em si, já é absurda. A possibilidade de criar uma jurisprudência do "liberou geral" é, então, ultrajante. Ela viola os direitos humanos e avilta o espírito da própria lei.
Afinal, os legisladores que criaram o Estatuto da Criança e do Adolescente não foram permissivos e deixaram claro que não há nenhuma distinção de classes sociais, muito menos atenuantes no caso de a violência sexual ser praticada contra crianças que já tenham sido violentadas anteriormente. Em nenhum lugar da lei está escrito que a ausência da virgindade pode se transformar numa atenuante para os que cometem os odiosos crimes sexuais.
Voltando aos autos. Dois homens em um ponto de ônibus assediam e contratam Virgínia e a outra menor para um programa mediante o pagamento de 80 reais para cada uma. No motel, além de fazer sexo, espancam as garotas e as fotografam desnudas em poses pornográficas.
O cioso tribunal manteve a condenação dos réus apenas por terem fotografado as menores -será que foi pela falta de registro profissional? Silenciou quanto ao fato de as meninas terem sido agredidas fisicamente, o que, por si só, já agrega traços de sadismo e violência que deveriam agravar a situação dos réus.
Foi uma infeliz e retrógrada decisão jurídica baseada em um anacrônico Código Penal sexagenário que tipifica esse tipo de crime apenas contra os costumes. Ora, bastava aos ilustres magistrados considerar que a atual legislação -o ECA- já responde a isso e não ficar no cômodo aguardo da alteração do Título VI do Código Penal, paralisado no Senado Federal no aguardo de discussão e votação. Torpe e lamentável interpretação, optaram os magistrados.
Quem se der ao trabalho de consultar o relatório da CPI que investigou a exploração sexual de crianças e adolescentes no país vai se deparar com o caso acima citado e outras dezenas de flagrantes do flagelo documentado por meses de apuração em todos os Estados brasileiros.
O caso das crianças matogrossenses choca pela sua brutalidade e perversidade. Deveria servir de exemplo para que o país voltasse os olhos para o tema da prostituição infantil, não pelo viés machista e sexista dos primórdios do século passado, mas pela busca de um arcabouço jurídico que garanta a igualdade entre os sexos e puna de forma rigorosa todos os crimes cometidos contra a dignidade humana, ainda mais quando as vítimas são crianças e adolescentes no desamparo de uma família esgarçada ou, no mais das vezes, não existente.
São histórias de meninas invisíveis que tiveram seus instantes de esperança e luz ao contar seus dramas diante de congressistas, procuradores e representantes da sociedade civil.
A decisão do STJ apaga essa luz e devolve ao breu, à insignificância e ao abandono jurídico essa legião de brasileiras ultrajadas e violentadas nas suas vidas. Crianças definitivamente marcadas em suas mentes, seus corpos e seus corações.

*MARIA DO ROSÁRIO NUNES, 42, pedagoga, é deputada federal pelo PT-RS. É presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e foi relatora da CPI que investigou a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil.

Enviado por Oto de Quadros - Colaborador do Fórum Últimas Notícias da Comunidade de Aprendizagem para Conselheiros Tutelares e CDCA
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A proposta de lei que aperfeiçoa o sistema de garantia à convivência familiar às crianças e aos adolescentes também está na pauta de votações da Comissão Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A questão será analisada na comissão por meio de substitutivo da Câmara dos Deputados a projeto de lei (PLS 314/04) da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE). O relator da matéria, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), deu parecer favorável ao substitutivo, com algumas adequações, passando a proposição a ser examinada, em seguida, pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O substitutivo determina que a intervenção do Estado, neste aspecto, irá priorizar a orientação, o apoio e a promoção social da família natural. Na impossibilidade de permanecerem na família natural - que terá de ser demonstrada por decisão judicial fundamentada -, a criança e o adolescente serão, então, colocados sob adoção, tutela ou guarda.
Ao regular a atuação do poder público nesta seara, o substitutivo estabelece ainda o dever de proporcionar assistência psicológica, no período pré e pós-natal, a gestantes e mães que manifestem interesse em entregar os filhos para adoção. E pune com multa de R$ 1 mil a R$ 3 mil o médico, enfermeiro ou diretor de unidade de saúde que deixar de encaminhar à Justiça da Infância e da Juventude a gestante ou mãe que revelar essa intenção. A mesma pena é fixada para funcionário de programa oficial ou comunitário dedicado à garantia do direito à convivência familiar que também souber desta intenção e deixar de informá-la à Justiça.

Adoção

Em relação à adoção, é classificada como "medida excepcional e irrevogável, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa (formada por parentes próximos com os quais o menor convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade)". A proposta permite que a adoção seja feita por maiores de 18 anos, independentemente do estado civil e, no caso de adoção conjunta, exige que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável.
É prevista a criação de cadastros nacional e estaduais de crianças e adolescentes em condições de serem adotados e de pessoas ou casais habilitados à adoção. Também haverá um cadastro de pessoas ou casais residentes fora do país interessados em adotar, que, no entanto, só serão consultados caso não haja brasileiros habilitados nos cadastros internos.
Enquanto não se localizar pessoa ou casal interessado em sua adoção, a criança ou o adolescente afastado do convívio familiar será colocado - sempre que possível e recomendável - sob a guarda de família cadastrada em programa de acolhimento familiar. Esse tipo de iniciativa terá preferência sobre o acolhimento do menor em instituições e deverá ser estimulada pelo poder público por meio da concessão de assistência judiciária, incentivos fiscais e subsídios às famílias que aderirem ao programa.

Simone Franco / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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SÃO PAULO e CAMPO GRANDE - Uma adolescente de 17 anos, detida em São José do Rio Preto , a 451 km de São Paulo, no domingo, confessou a participação em mais de 30 assassinatos. A maior parte dos crimes teria ocorrido no município de Aparecida do Taboado, a 467 quilômetros de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde a menor morava com a família. Onze dos crimes teriam sido relatados com detalhes. A adolescente disse ainda que participou de mortes nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso.
- O depoimento narra com detalhes os crimes. Ela cita várias vezes o sobrenome das vítimas, o local, que o crime sempre foi cometido com faca, o carro da vítima. Depois, fala que viu a foto das pessoas que ela teria matado em locais pregadas como desaparecido. Nos contou ainda onde jogou o corpo. Fala também de duas situações em que agiu com um parceiro - conta um policial civil de Rio Preto.
As histórias chocaram até os policiais mais experientes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São José do Rio Preto. Os investigadores já confirmaram o envolvimento dela em duas mortes. Uma delas, ocorrida em Aparecida do Taboado, confere com as informações do boletim de ocorrência.
Na madrugada de domingo, a menor foi detida pelos policiais após uma briga de rua na periferia da cidade paulista, onde ela estaria havia um mês. Na delegacia, ela resolveu confessar os crimes, todos cometidos com uma faca.
- Eu ganhei (a faca) e está comigo até hoje, aqui em Rio Preto. Eu não tenho coragem de pegar num revólver, mas numa faca eu tenho - relata a adolescente.
A menor detalha com frieza a participação dela nos crimes e decidiu confessá-los porque estava cansada.
- Não por mim, mas por minha família - diz.
A Justiça do Mato Grosso do Sul já pediu a internação provisória da adolescente pelo período de 45 dias, prazo em que os casos serão investigados pela polícia. Se for confirmado a participação da jovem, ela poderá ficar detida em uma instituição para menores por até três anos.
A adolescente foi levada para o Mato Grosso do Sul na noite desta segunda-feira. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil sul-mato-grossense, o delegado que investiga o caso acredita que as versões apresentadas pela adolescente 'são fantasiosas', devido ao fato do número de crimes que ela diz ter cometido em Aparecida do Taboado não corresponder ao número de mortes em circunstâncias parecidas no município.

Fonte: GloboOnline
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Equipe do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) desenvolveu uma série de exercícios de fonoaudiologia para fortalecer os músculos da garganta e tratar a apnéia do sono. A técnica elaborada pelos pesquisadores do Laboratório do Sono do Serviço de Pneumologia do Incor é tema de um artigo publicado na revista científica American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine (EUA).
Todos os pacientes submetidos à técnica tiveram melhora do quadro, diz o pneumologista Geraldo Lorenzi Filho, chefe da equipe e coordenador do estudo. O método consiste numa série de exercícios direcionados para o fortalecimento da musculatura da língua e garganta (palato superior). Isso porque, na apneia do sono, esses músculos relaxam além do devido, provocando o colapso da musculatura. O estreitamento da garganta decorrente desse processo resulta em paradas transitórias da respiração.
Um grupo de 31 pacientes participou do estudo do Incor – todos com diagnóstico de apneia do sono de grau moderado e leve. Um subgrupo de 16 pessoas foi sorteado para praticar os exercícios, com séries diárias de 30 minutos. Ao final de três meses, o subgrupo que foi submetido à nova técnica apresentou melhora significativa nos indicadores de apneia.
O número de cessação na respiração por hora de sono passou de 22,4 para 13,7 interrupções/hora. Em 60% dos casos, a melhora foi tão significativa que os pacientes passaram de uma apneia de grau moderado para leve. “Os resultados sugerem que a nova técnica é bastante promissora para tratamento desses casos e, o que é melhor, com baixíssimo custo”, diz Lorenzi.

Sono
Houve melhora também nos demais parâmetros do sono desses pacientes. O escore de qualidade do sono, segundo a escala de Pittsburgh, a mais comumente utilizada pelos especialistas, passou de 10,2 para 6,9 pontos. Além disso, houve diminuição na intensidade do ronco, que passou de “muito alto” para “próximo da respiração normal”.
Outro dado chamou bastante a atenção dos pesquisadores, diz Kátia Guimarães, fonoaudióloga e pós-graduanda que desenvolveu a técnica e conduziu o estudo no Incor. Houve a diminuição de, em média, 1 centímetro (cm) na circunferência do pescoço. “É um indicador de que efetivamente os exercícios remodelam as vias aéreas superiores, que resultam na melhora da apneia.”, diz Kátia. Não ocorreram alterações significativas no subgrupo controle de 15 pessoas participantes do estudo que, em função de sorteio, não foram submetidas à série de exercícios.
Estima-se que cerca de 30% da população tenha apneia obstrutiva do sono. Além de causar os incômodos roncos noturnos, acompanhados de paradas momentâneas da respiração, essa condição está ligada a uma maior incidência de problemas cardiovasculares. Em casos mais graves, a apneia é tratada com aparelhos portáteis (CPAP), que se acoplam ao rosto por meio de máscara usada durante o sono. Em grau moderado e leve, contudo, o problema persiste como um desafio para os médicos. A eficiência dos atuais métodos – aparelhos portáteis, perda de peso, cirurgia e aparelhos intraorais – varia muito em função do perfil do paciente.
Pessoas que sofrem de apneia costumam ter a qualidade de seu sono comprometida pelas interrupções na oxigenação dos pulmões. Isso acarreta não somente sonolência continuada ao longo do dia, mas a ativação de uma cascata de mudanças no metabolismo que aceleram o processo de aterosclerose nas artérias do corpo. É bastante comum a doença estar associada a outras patologias correlacionadas a doenças do coração e dos vasos do corpo, como obesidade, hipertensão e diabetes.
Fonte: Agência USP

Com informações da Assessoria de Imprensa do HC

Mais informações: (11) 3069-5437/ 3069-5016, e-mail incorpress@incor.usp.br Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
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Menores de 03 e 05 anos de idade acusam vizinho de boliná-las sob ameaça de faca na periferia de Porto Velho
Um ato monstruoso ocorrido no último sábado (04) perturbou moradores do bairro Aponiã, zona Leste de Porto Velho, quando policiais militares ao atender chamado do CIOP (Centro Integrado de Operações Policiais), se depararam com duas mulheres que em contato com os agentes informaram que duas meninas, uma de três e outra de cinco anos, foram vítimas de atentado violento ao pudor.
De acordo com uma delas, por volta da meia noite, a menor de três de anos começou a reclamar de dor na genitália, e a mãe perguntou o porque, a criança então contou que estava junto com uma amiguinha de cinco anos e que elas estavam passando em frente a residência de um vizinho, identificado pelos policiais como sendo Domingos Silva do Santos, de 44 anos.
Segundo a menina Domingos a puxou pelos cabelos e levou as duas crianças para dentro da sua casa, e em seguida as ameaçou com uma faca e passou a boliná-las e fazer ameaças dizendo que se as crianças contassem para alguém o que estava acontecendo ele iria matar a todos.
Na manhã de domingo (05) a mãe da menina de 03 anos foi até a casa da sua amiguinha, de 05 anos, e em contato com a mãe dela, perguntou se a criança não reclamou de nada ou comentou algo de estranho que tinha ocorrido. Preocupadas, as mulheres perguntaram a menina se tinha acontecido algo com ela. Chorando muito e com bastante medo ela relatou a mesma situação de violência que tinha sofrido nas mãos de Domingos.
As mães das meninas contaram aos policiais que as crianças estavam com comportamento estranho. Foi apurado junto aos vizinhos, que não quiseram se identificar à guarnição por medo de represália, que não seria primeira vez que esse fato tinha acontecido e que Domingos já havia bolinado outras crianças do bairro.
Diante do que foi apurado e dos depoimentos colhidos das testemunhas os policiais deram voz de prisão a Domingos, que foi encaminhado a Central de Polícia para as devidas providências, como descreve o relato do Boletim de Ocorrência nº 4584/2009.

Auto de Prisão
O que segue no texto abaixo é a reprodução do Auto de Prisão em Flagrante, que é anexado ao B.O. nº 4584/2009/PP – cuja natureza do fato é Atentado Violento ao Pudor (Inc. Penal: art. 214 C.C. art. 224 aline”a” e art. 225 $ 1º, Inc. I, todos do CP).
“(...) As crianças, ora vítimas, informaram para suas genitoras e as testemunhas, bem como para Autoridade Policial, os atos praticados pelo conduzido, inclusive, falando detalhes do crime.
No dia de ontem, 04/07/09, o conduzido, pegou as duas crianças, levou para o interior de sua casa e tirou as roupas delas, pegando em suas vaginas, fazendo com que as crianças chorassem. E, mais, não satisfeito, o conduzido, desferiu um tapa no rosto dela e, com uma faca, ameaçou a menor de 05 anos, dizendo que se ela falasse para alguém ele iria matar a todos, causando grande temor na cabeça da criança.
Conforme, depoimento da testemunha, PM, Acácio, foi realizado um auto de reconhecimento, onde as crianças afirmam ser o conduzido a pessoa que praticou o ato de libidinagem com elas (...).”

Fonte:Rondoniaovivo.com
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Lentes de contato têm prazo de validade
O uso persistente do produto após o vencimento pode infeccionar a córnea ou até levar à cegueira nos casos mais extremos


Segundo o especialista em doenças externas do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), o oftalmologista Eduardo Rocha, os usuários de lentes de contato devem ficar atentos ao tempo de vida útil do produto para evitar desconfortos à visão.
Normalmente o olho do usuário sinaliza quando as lentes de contato começam a agredi-lo e é hora de fazer a revisão. Mas independente dos sinais, é prudente, para quem usa lentes, visitar o oftalmologista a cada seis meses. "Quando as lentes passam do prazo, o olho começa a reagir, apresentando coceira, vermelhidão e desconforto na córnea. Se o usuário insistir em usar o produto, pode sofrer uma hipersensibilidade do olho ao uso de lentes de contato ou evoluir para uma infecção severa na córnea", alerta o especialista.
Tipos - O tempo de validade de cada produto varia de acordo com o tipo de lente utilizada pelo paciente. As lentes podem ser classificadas em dois grupos: gelatinosas e rígidas. "As gelatinosas são as mais simples, produzidas em larga escala e confortáveis. Mas em contrapartida são as menos duráveis e, por apresentarem grande quantidade de água em sua fórmula, propiciam um ambiente ideal para a proliferação de microrganismos. As gelatinosas podem ser descartáveis (com duração limitada a um mês, em média) ou de uso prolongado (normalmente duram um ano e são feitas sob medida)", explica Eduardo Rocha.
As lentes do tipo rígida, por sua vez, são feitas à base de polimetil metacrilato, uma espécie de plástico que permite a oxigenação da córnea. "As lentes tóricas rígidas, como são chamadas, são muito específicas e, por isso, feitas exclusivamente sob encomenda. São um pouco mais desconfortáveis do que as gelatinosas, mas, em compensação, duram quase dois anos e são menos propícias ao aparecimento de fungos e bactérias", compara o oftalmologista.

Duração - Eduardo Rocha explica que a duração do par de lentes está diretamente relacionada ao estilo de vida do usuário. "A validade das lentes de contato depende da quantidade de vezes e o tempo que o usuário as utiliza, bem como do ambiente em que está inserido enquanto as usa e da higienização e cuidados tomados para a sua conservação. Sendo assim, pessoas que utilizam lentes com mais frequência, aquelas as utilizam enquanto se maquiam, as que ficam expostas a ambientes refrigerados por ar-condicionado ou as que as higienizam de maneira errada, reduzem o tempo de vida útil do produto e correm risco de contrair algum tipo de infecção" diz.
Rocha alerta que o usuário deve ficar atento aos menores sinais de desconforto ou embaçamento.
"A olho nu, por exemplo, é possível perceber o aparecimento de alguns depósitos orgânicos em forma de pontinhos escuros. Quando isso ocorrer, o usuário deve procurar imediatamente um especialista para detectar, por meio de um instrumento chamado Lâmpada de Fenda, a situação em que seu par de lentes encontra-se. Este instrumento faz uma leitura microscópica do produto, indicando que tipo de microorganismo está depositado nas lentes e se é possível retirá-los com uma higienização", explica.
Segundo o especialista do HOB, o usuário de lentes deve tomar alguns cuidados para garantir a saúde de seus olhos e evitar problemas na utilização do produto. "O uso de soro fisiológico, por exemplo, deve ser restrito ao enxágue das lentes após a limpeza com os produtos específicos".
O especialista do HOB ressalta que os principais cuidados com as lentes de contato são:

- Lavar as mãos com sabão antes de manusear as lentes;
- Higienizar as lentes seguindo método orientado pelo médico;
- Usar a lente pelo tempo indicado pelo oftalmologista;
- Fazer exames oftalmológicos periodicamente (6 em 6 meses);
- Qualquer sintoma fora do padrão, interromper o uso das lentes e buscar orientação de um especialista;
- Trocar os estojos das lentes a cada compra de produto de limpeza;
- Manter as unhas curtas e higienizadas;
- Nunca lavar as lentes na água (corrente ou mineral);
- Não emprestar ou pegar emprestado lentes de contato alheias;
- Evitar piscinas e praias enquanto estiver usando as lentes;
- Usar produtos de higienização específicos para cada tipo de lente.

Redação
eAgora.com.br
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O Ministério Público do Estado do Ceará, através do promotor de Justiça da comarca de Mauriti Ythalo Frota Loureiro, concluiu a investigação da denúncia de trabalho infantil forçado de quebra de pedras no Bairro Novo Mauriti, naquela cidade. Comprovada a materialidade e autoria de crime de maus tratos (art. 136, do Código Penal) e não havendo razões para impetrar ações de natureza civil, o promotor de Justiça decidiu processar, ontem (06/07), os pais das crianças exploradas, identificados como: C. B. N. S., P. L. F., M. F. C., M. C. S. e J. F. M..
No dia 18 de junho, o promotor recebeu um ofício da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, comunicando a relação dos nomes e endereços dos beneficiários e as crianças e adolescentes cadastrados no Programa pela Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), do Município de Mauriti. Pela listagem fornecida, foi verificado que 27 menores pertenciam ao PETI Sede (Tarde) e residiam em vários bairros da cidade; 24 menores pertenciam ao PETI Sede (Manhã) e moravam em vários bairros da cidade, com maior incidência no Bairro Vila Senhora Santana; 21 menores pertenciam ao PETI do Distrito de Umburanas; 23 menores frequentavam o PETI do Distrito de Palestina do Cariri; 23 menores estavam matriculados no PETI do Distrito de Olho D´Água; e 23 menores estavam no PETI do Distrito de São Miguel. Somando-se assim um total de 141 menores matriculados no PETI.
À exceção do menor, D. B. de S., todos foram matriculados, mas já havia infrequência por parte de outro menor, J. S. C. F.. Segundo os informes colhidos nos autos, todos os menores já teriam se afastado do trabalho degradante e inadequado. Neste sentido, não houve a necessidade de ingressar com qualquer medida judicial de natureza civil, quanto menos, a destituição de poder familiar. Portanto, o promotor ofereceu uma proposta de transação penal, consistente no pagamento individual de cinco cestas básica, uma por mês, sendo cada uma fixada no valor de R$ 50,00 em favor de instituição beneficente a ser definida em audiência, ou na prestação de serviços comunitários no período de cinco meses de serviços a ser cumprida junto a órgão público ou privado com destinação pública a ser definido em audiência.
A referida “Proposta de Transação Penal” correspondente ao pagamento individual de cinco cestas básicas, uma por mês, sendo cada uma fixada no valor de R$ 50,00 em favor de instituição beneficente a ser definida em audiência. No que diz respeito às medidas restaurativas, ou seja, aquelas que implicam no afastamento das crianças e dos adolescentes do trabalho infantil, o promotor entendeu que todas elas foram tomadas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania e pelo Conselho Tutelar, na medida em que foi oferecida a oportunidade de ingressarem no Programa pela Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) a todos os menores que foram flagrados no trabalho de quebrar pedras.



AVOL
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Barretos – No final de semana foi realizada uma operação especial que envolveu o Conselho Tutelar, Polícia Militar e fiscais da Prefeitura. Das 21h às 5h30 foram fiscalizados vários estabelecimentos, casas de prostituição.
Foi identificada uma pessoa procurada pela justiça por não pagar pensão alimentícia. Também, foi constatada a presença de três menores em uma casa de prostituição.
Em um bar, dois adolescentes, que se postavam, próximos a uma mesa de bilhar, foram encaminhados as suas residências.



Jornal de Barretos
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RIO DE JANEIRO - O serviço de psiquiatria infantil da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro está recrutando crianças e adolescentes entre oito e dezesseis anos que sofram de transtorno de ansiedade. O objetivo é que participem de uma pesquisa que visa comprovar a eficiência de tratamento através da terapia cognitiva comportamental ou psicoterapia. Os inscritos passarão por uma avaliação com médicos e psicólogos e, a partir daí, iniciarão o tratamento, que inclui terapia individual e orientação aos pais.
O transtorno de ansiedade caracteriza-se pelas preocupações excessivas relacionadas a temas adultos, como futuro, família, escola ou saúde, além da dificuldade de relaxar e medos constantes.
- Muitos começam a desenvolver sintomas físicos, como palpitação, taquicardia, tremor, sudorese, dores no estômago, dores de cabeça, insônia, entre outros - explica a psiquiatra e coordenadora da pesquisa, Silvia Mariama.
Ao todo, serão selecionados 20 pacientes. A inscrição deve ser feita no ambulatório de psiquiatria, de 9h às 12h.

Mais informações através do telefone (21) 2533-0118.



JB Online
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Nova Zelândia - Vários outdoors na região de Papakura, ao sul de Auckland, maior cidade da Nova Zelândia, têm chamado a atenção de quem usa as estradas da localidade. A campnha publicitária usa como alerta a motoristas o rosto de um menino que começa a "sangrar" cada vez que chove, ilustrando os perigos de ignorar estradas molhadas
Segundo a BBC Brasil, os outdoors possuem sensores que jorram um líquido vermelho logo que começa a chover. Assim que o sol volta, o cartaz volta ao normal.A propaganda avisa aos motoristas: "Chuva muda tudo. Por favor dirija de acordo com as condições climáticas". Apesar de chocante, o Conselho do Distrito de Paparuka diz que a campanha surtiu efeito.
Com informações de agências internacionais
O DIA ONLINE
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Astros como Mariah Carey, Jennifer Hudson e Stevie Wonder emocionam público lembrando músicas do astro

Los Angeles (EUA) - Sob os olhares de 17 mil pessoas e milhões de telespectadores pelo mundo, artistas e fãs se despediram nesta terça-feira de Michael Jackson no Staples Center, em Los Angeles. A filha do cantor, Paris Michael, foi às lágrimas ao mandar um recado para o pai: 'Desde que nasci, eu queria apenas dizer que te amo. Foi o melhor pai que poderia imaginar', disse a menina, amparada pela tia Janet. Mariah Carey abriu a homenagem cantando o clássico 'I'll Be There'. Jermaine Jackson emocionou a plateia do Staples Center ao cantar a canção 'Smile', tema feito por Charles Chaplin para o filme 'Tempos modernos'. A música era a favorita de seu irmão Michael.

A cantora e atriz Jennifer Hudson também fez bonito ao cantar 'Will you be there' no despedida a Michael Jackson. Antes, Stevie Wonder foi o terceiro artista a participar da homenagem entoando 'I never dreamed...' e foi aplaudidíssimo. Mensagens de condolências enviadas por Diana Ross e Nelson Mandela foram lidas no início da cerimônia. O cortejo com o corpo do astro chegou às 13h50. Antes, por volta do meio-dia, o corpo foi velado num caixão dourado que custou U$ 25 mil no cemitério de Forest Lawn.

Cerimônia durou aproximadamente cinco horas e foi transmitida por emissoras de todo o Planeta. Foto: EFE

Além dos policiais, uma comitiva de mais 29 veículos acompanhou o o caixão nos 20 quilômetros entre o cemitério Forest Lawn, em Hollywood Hills, e o ginásio. Para evitar incidentes durante o traslado, várias ruas da cidade foram fechadas ao tráfego. Uma multidão de artistas e celebridades acompanharam a despedida, entre eles Mariah Carey, Dionne Warwick, Stevie Wonder, Usher, Lionel Richie, Jennifer Hudson, John Mayer,Smokey Robinson, Brooke Shields, Queen Latifah, Kobe Bryant, Berry Gordy (fundador da gravadora Motown), Larry King, Magic Johnson e os reverendos Jesse Jackson e Al Sharpton.

Morte precoce
Michael Jackson morreu na tarde do dia 21 de junho, após uma parada cardíaca. O cantor já estava em coma quando foi socorrido pelos paramédicos em sua casa, em Los Angeles. O cantor faria 51 anos em agosto e se preparava para uma turnê mundial que estava programada para iniciar-se no dia 13 de julho, em Londres. Há duas semanas, o tablóide The Sun divulgou que ele teria câncer de pele e estaria muito magro, insistindo em fazer apenas uma refeição por dia. Jackson deixou três filhos, chamados Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II.
Revestido de ouro, caixão custou cerca de U$ 50 mil. Foto: EFE
Confira as músicas que foram tocadas na cerimônia:
Mariah Carey - 'I'll Be There'
Lionel Richie - 'Jesus is love'
Stevie Wonder - 'I never dreamed...'
Jennifer Hudson - 'Will you be there'John Mayer - 'Human nature'
Jermaine Jackson - 'Smile'Usher - 'Gone too soon'
Shaheeen Jafargholi - Who´s lovin´ you
Todos - 'We are the world'
Todos - 'Heal the world'


O DIA ONLINE
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Com o objetivo de reunir filmes contemporâneos que mostrem histórias de crianças e suas observações em relação a temas variados, o Istituto Italiano di Cultura (região central da capital paulista) realiza um ciclo gratuito com três produções atuais, com legendas em italiano.

Divulgação
Chamado de O Mundo Sob o Olhar das Crianças, o evento começa nesta quarta-feira (8) com a exibição de "Rosso Come il Cielo" (direção de Cristiano Bortone, 2005), às 19h.
A história se passa em 1971 e fala de um menino de 10 anos que ama o cinema, mas que perde a visão após um grave acidente. Após ser internado em uma clínica em Genova, o garoto se sente perdido e consegue achar algum sentido na vida somente depois que descobre que pode contar histórias com sons e barulhos criados a partir das fitas tiradas de um gravador. A descoberta faz com que ele mostre a todas as crianças da instituição que elas podem, sim, chegar aos seus próprios sonhos e instigar a criatividade.
A programação do ciclo também inclui "Jona che Visse nella Balena" (1993), em 17 de julho (sexta-feira), e "Salvatore questa É la Vita" (2006), no dia 22 (quarta-feira).
Acesse o site Catraca Livre para saber mais sobre eventos gratuitos e populares.
Istituto Italiano di Cultura - auditório sala Torino - r. Frei Caneca, 1.071, Bela Vista, região central, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3285-6933. 60 lugares. Qua. (8), sex. (17) e qua. (22): 19h. Grátis. Classificação etária: livre.


Folha Online
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RIO - Dores nas juntas, nos punhos, na coluna ou nas articulações podem indicar a doença reumática, um grupo de mais de 100 doenças que comprometem os ossos, a cartilagem e a musculatura. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Reumatologia do Rio de Janeiro lança no próximo dia 13 a campanha "Reumatismo é coisa séria" com o objetivo de esclarecer os mitos que cercam este tipo de doença.
Os médicos querem mostrar que as doenças reumáticas podem atingir também crianças e jovens, que ela não é uma doença sazonal e, principalmente, que a doença tem tratamento. Apesar de não ter cura, a maioria das doenças reumáticas tem tratamento eficaz que melhora consideravelmente a vida do paciente. A campanha da Sociedade de Reumatologia tem apoio de 22 sociedades regionais e patrocínio do laboratório Abbott.


O Globo On Line
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Começa hoje na Corte Superior de Salem, em Massachusetts, o julgamento de Kristen LaBrie, a mãe de um menino de 9 anos que morreu por falta de tratamento contra o câncer.

Acompanhe comigo essa estória, que é recheada de elementos tristes.

Com poucos anos de vida, Jeremy Fraser foi diagnosticado com autismo. Em 2006, os médicos detectaram que menino tinha um linfoma, um tipo de câncer maligno. Sua mãe, que tinha a custódia da criança entre outubro de 2006 e fevereiro de 2008, negou à criança os remédios necessários.

Segundo documentos do tribunal, Kristen cancelou pelo menos uma dúzia de sessões de quimioterapia e deixou de dar metade dos remédios preescritos pelo médico especialista. Foi então quando o linfoma evoluiu para leucemia.

Em julho de 2008 o pai do menino, Eric J. Fraser, recuperou a custódia do filho. Fraser já tinha ganho na Justiça a custódia de um outro filho, de 15 anos, porque Kristen não tinha condição de criá-lo enquanto cuidava do bebê Jeremy. Dias depois de ter sido internado num hospital, em março passado, Jeremy faleceu.

Nos últimos meses da vida de Jeremy, Eric Fraser também se recusou a levá-lo para a quimioterapia porque os médicos disseram que o menino já se encontrava em estado terminal.

Kristen LaBrie foi presa ontem em sua casa em Berverly. O seu advogado, Kevin James, argumenta que sua cliente sofre de doença mental, por isso não conseguia distinguir o que era certo ou errado para seu filho.

Kristen vai ser julgada por colocar uma criança em perigo e por permitir sérios danos físicos a um indivíduo menor de idade.


Brasil com Z
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Matheus já lia, falava, começava a escrever com maior controle do tamanho da letra, mas Hellen percebeu que, durante a leitura ou nas atividades escritas, ele omitia alguns termos - sempre aqueles que remetiam a emoções. Na cantiga Boi da Cara Preta, por exemplo, o menino autista só cantava "pega essa menina que tem... de careta". A palavra medo era descartada do refrão.
"Deduzi que isso só poderia ocorrer, porque ele não entendia o significado dos sentimentos. Também poderia explicar sua dificuldade de saber reagir a algumas situações, uma vez que ficava agitado e agressivo tanto em momentos de alegria quanto de tristeza", lembra a professora.
Para ajudá-lo a conhecer e a lidar com as sensações, a professora decidiu pedir o apoio da turma, o que ampliou a capacidade de todos de expressarem suas emoções. A proposta de Hellen era simples e inusitada: quando alguém estivesse sentindo algo muito forte, positivo ou negativo, deveria se aproximar do Matheus e tentar explicar aquele sentimento.
"Quando uma criança com um caderno impecável recebia o meu carimbo de aprovação, por exemplo, fazia questão de abrir um sorriso para o Matheus e explicar que estava contente", exemplifica.
Assim, Matheus passou a entender as emoções que antes não conseguia expressar. "A idéia de Hellen foi genial e ilustra a importância de se construir na relação social as possibilidades de aprendizagem. Todos os alunos se beneficiaram", afirma a psicopedagoga Daniela Alonso, selecionadora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10.

Como Matheus controlou o tamanho da letra
Não foram poucos os desafios enfrentados pela professora Hellen Beatriz Custódio Figueiredo no primeiro ano do aluno Matheus Santana da Silva na EMEF Coronel Helio Franco Chávez, em São Paulo. Depois de descobrir que o menino com autismo já sabia ler e de estimulá-lo a se comunicar, Hellen criou uma estratégia para ajudá-lo a controlar o tamanho da letra e escrever no espaço de duas linhas do caderno comum. A ideia surgiu a partir de um recurso que ela costumava usar no Ensino Infantil.
Enquanto Hellen usava uma parte do quadro negro, Matheus era estimulado a escrever na outra. Aos poucos, ela foi desafiando o aluno a reduzir cada vez mais o seu espaço que usava para escrever. "Eu colei um papel pardo na lousa e disse que só escrevendo ali ele poderia levar as anotações para casa e mostrar aos pais. Então, passei a colar o papel pardo na carteira e fui substituindo os papéis para sulfite A3, caderno de desenho, caderno de desenho com pauta e, assim por diante, até chegar ao caderno brochura", lembra a professora. É claro que alguns colegas quiseram ter a mesma oportunidade. "Eu deixava, uma vez ou outra, os estudantes participarem dessa experiência, mas todos sabiam que o Matheus precisava disso mais do que eles. Sempre joguei aberto com a classe", destaca a professora. Essa conversa fez toda a diferença, garante a psicopedagoga Daniela Alonso, selecionadora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10. "Ao fazermos concessões desnecessárias, que não são necessidades, criamos privilégios. Por outro lado, ao atendermos com fundamento as necessidades de educação especial - como neste caso - todos as reconhecem e se beneficiam", explica Daniela.


Veja
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Mesmo neste início do século 21, a discussão franca e aberta entre marido e mulher sobre a falta de vontade sexual é rara e difícil. Uma minoria das mulheres casadas ou em vida quase conjugal seja em namoro ou como companheira constante do mesmo homem, estão prontas a declarar "eu não tenho vontade de fazer sexo".
Por inibição, vergonha, timidez ou medo de perder o companheiro, preferem fingir que tudo está normal. A palavra libido foi introduzida por Freud para definir uma força interior, poderosa e atuante, que exercida tanto pelo homem como pela mulher, leva a um relacionamento harmonioso e permanente.
Desde a época dos estudos iniciais de Freud e Jung, no entanto, notou-se que as mulheres queixavam-se de perda do desejo sexual com maior frequência do que os homens.
Na época pela repressão da sexualidade feminina não era de se estranhar que parcela importante de mulheres se queixava desta falta de libido. Mas com a liberação sexual que ocorreu nos séculos seguintes, com a vinda da pílula anticoncepcional, com a progressiva liberação de se falar e discutir aspectos íntimos da vida sexual é de se estranhar que um porcentual relativamente grande de mulheres não tenha vontade sexual.
As mulheres que exprimem esta queixa são variáveis para cada país, para cada grupo étnico, para cada segmento de classe social.
No Reino Unido concluiu-se após extensa pesquisa junto aos Centros de Primeiro Atendimento que cerca de 40% das mulheres se queixam de queda da libido. Seguramente este número é enganoso, pois se baseia somente nas perguntas básicas sobre vida conjugal e não abrange a imensa maioria das mulheres sem um relacionamento permanente. Provavelmente na Itália, na França, no Brasil este porcentual seja menor, embora as estatísticas são restritas a clínicas e consultórios.

Quais as causas?
As causas psicológicas, sem dúvida, ocupam o primeiro lugar em mulheres com queda da libido. É muito comum a depressão chamada endógena, isto é, que têm origem em conflitos psicológicos não resolvidos e que levam a mulher à tristeza, à falta de ânimo, ao cansaço constante, ao choro por qualquer motivo.
A mulher atual sofre com constante stress, reuniões do nascer do dia até tarde da noite, com metas a cumprir, com objetivos estabelecidos e sob o jugo do esquema que visa resultados, não terá tempo ou disposição para exercitar o seu desejo sexual, estando sempre cansada ou com dor de cabeça. No fundo esta supermulher está exausta.
Outra causa de falta de libido (que espero que seja rara) é o abuso sexual durante os anos escolares, no início da adolescência ou tentativa de estupro.
Os psicólogos nos indicam que a falta do desejo sexual na mulher pode vir de trauma nas primeiras relações sexuais com um parceiro totalmente bruto, desagradável, e egoísta. A ansiedade de ter uma performance sexual adequada também pode diminuir a libido e inibir o orgasmo.
Fatores físicos como obesidade, imagem corporal negativa, dificuldades físicas no ato sexual devida ao excesso de peso passaram a ser um fator importante em países como os Estados Unidos com altíssimo índice de obesidade.
Obviamente o oposto - a mulher em desnutrição protéico-calórica - não terá condições físicas para ter libido normal.Na fase pós-parto, em aleitamento, com níveis de hormônio chamado prolactina muito elevado na circulação, há um bloqueio hormonal do desejo sexual.
Dentro da mesma linha hormonal a hipófise pode secretar, fora da fase do aleitamento, um excesso de prolactina por um pequeno adenoma (micro tumor). Este excesso de prolactina bloqueia o desejo sexual da mulher.
No hipotireoidismo (falta de hormônios da tireóide) existe uma apatia física e mental resultando em queda da libido.Finalmente todas as mulheres secretam os seus hormônios femininos (estradiol e progesterona).
Adicionalmente hormônios tipo masculino (testosterona) são igualmente secretados pela mulher em pequenas quantidades. Aceita-se que a Testosterona na mulher tenha um papel importante no desejo sexual e no orgasmo.
A redução da libido pode, também, estar ligada a medicação utilizada, seja por fármacos, antidepressivos, ansiolíticos, bloqueadores da adrenalina e tantos outros. O abuso de drogas ilícitas, obviamente, leva a queda da libido tanto quanto o uso exagerado e constante de álcool.

O tratamento
O aconselhamento psicológico deve ser um primeiro passo. Neste campo as fantasias sexuais, história de abuso sexual, áreas de atrito constante com o parceiro, excesso de trabalho, stress total, fadiga constante, deverão ser percebidos, diagnosticados e, se possível, eliminados.
O aconselhamento conjugal sempre deverá ser realizado em conjunto com o parceiro e uma franca discussão, um amplo entendimento, uma total exposição dos problemas.
O uso de Testosterona para melhorar o desejo sexual na mulher veio com as mulheres menopausadas (que não produzem hormônios) frequentemente exibirem queda da libido.
Estudos realizados nos EUA em cerca de 600 mulheres em menopausa já em reposição hormonal com estradiol (ou similar) foram instruídas para usar um adesivo cutâneo contendo Testosterona na dose de 0,3mg, diariamente. A testosterona atravessa o tegumento cutâneo e passa para a circulação.
Cerca de 400 mulheres completaram os seis meses do estudo. Todas notaram melhora na função sexual seja na libido, no prazer, no orgasmo e na satisfação sexual.
O nível circulante de Testosterona foi mantido em valores relativamente baixos para evitar efeitos colaterais como excesso de pelos e acne, além de efeitos somáticos (musculatura).
Estes dados confirmam que a introdução de testosterona pode elevar o limiar para uma libido mais atuante tanto em mulheres na menopausa com aquelas em fase de vida fértil.

Geraldo Medeiros


Veja
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Antigo hotel foi transformado na Morada Nova Luz, inaugurada nesta segunda-feira (6), para abrigar mais de cem idosos

O Centro de São Paulo, antigo e cheio de histórias, tem agora um local a mais para abrigar um tipo de gente, antiga e cheia de histórias. Com o projeto de identidade visual assinado pelo arquiteto Ruy Othake, a Morada Nova Luz foi inaugurada pela prefeitura nesta segunda-feira (6), no lugar do antigo Hotel Arpege, na Rua Helvetia, região da Avenida Rio Branco, para acolher 103 pessoas com mais de 60 anos. "Percebemos a grande demanda de idosos que estão nos centros de acolhida normais, e o idoso precisa de um certo cuidado especial", afirma Margarida Yuba, coordenadora de assistência social da prefeitura, que acompanha o projeto. A construção foi adaptada para seu público: corrimãos em todas as escadas, banheiros com barras laterais, área de convivência em cada andar, quartos com menos pessoas, além de itens mais sutis para melhorar a estadia dos idosos.


"O detalhe laranja nas janelas representa a alegria de viver. Queríamos o ambiente bem alegre, numa leitura de fácil entendimento, especialmente para os moradores", diz Othake, que foi conferir o andamento do projeto na sexta-feira (3). "Os andares, com nome de flores [para mulheres] e de pássaros [para homens], devem colaborar para o bem-estar do idoso", afirma.
A Morada Nova Luz No final de semana antes da inauguração, as equipes trabalharam em dobro. O ambiente estava cheio de caixas empilhadas, carregadores transitando, ajustes sendo feitos e barulho de furadeiras e martelos. A estrutura do antigo hotel, que tem a mesma idade de seus futuros moradores, foi aproveitada na obra, algo que exigiu atenção dobrada na segurança e muitos retoques, afirma Ricardo Viana, engenheiro da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.


Época
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RIO - Membros da família Jackson, incluindo os irmãos La Toya e Randy, estiveram no final da noite de segunda-feira (horário local) no cemitério Forest Lawn, em Hollywood Hills, em Los Angeles. Parentes e amigos próximos do cantor realizaram um velório privado no cemitério, onde está o corpo do cantor.
O enterro de Michael Jackson deverá ser realizado esta terça-feira, às 8h (12h horário de Brasília), segundo informou o site da "ABC" e outros jornais locais. A cerimônia pode acontecer duas horas antes da festa em homenagem ao Rei do Pop no estádio Staples Center (no blog do correspondente Gilberto Scofield, um vídeo da movimentação nos arredores do ginásio) . Enquanto isso, o site TMZ, o primeiro a noticiar a morte do Rei do Pop, afirma que o corpo do astro será levado ao Staples Center parar ser velado pelos fãs.
Várias redes de TV fazem plantão desde o fim de semana na porta do cemitério de L.A. com caminhões de links ao vivo, mas a entrada está proibida para a imprensa. Os jornalistas também não terão direito a acompanhar a festa no Staples Center. No estádio, onde Michael Jackson ensaiava para os shows da turnê "This is it" , vários artistas participarão da homenagem. Uma pessoa envolvida na organização disse ao "New York Daily News" que a cerimônia não será uma festa, mas um evento respeitoso.
Os nomes de cantores confirmados são Mariah Carey, Usher, Stevie Wonder, Jennifer Hudson, Lionel Richie e John Mayer. Além deles, haverá a presença de Ron Boyd (amigo da família); Kobe Bryant (jogador de basquete); Andrae Crouch Choir (compositor); Berry Gordy (fundador da Motown); Shaheen Jafargholi (finalista do "Britain's Got Talent"); Magic Johnson (ex-jogador de basquete); Martin Luther King III (político); Bernice A. King (ativista político); Smokey Robinson (cantor); Rev. Al Sharpton (religioso); Brooke Shields (atriz); e pastor Lucious Smith (amigo da família).
A cerimônia marcada para 10h (14h horário de Brasília) será acompanhada por 17.500 fãs e transmitida ao vivo por várias redes de TV americanas, além de ser exibida em 80 cinemas dos Estados Unidos. Os ingressos para a festa no estádio foram sorteados esta segunda-feira entre os mais de 1,6 milhão de fãs que se registraram online para concorrer às entradas. Alguns contemplados preferiram colocar as entradas à venda e chegaram a cobrar no site eBay entre US$ 100 e US$ 100 mil por cada "souvenier".
Outros sortudos vibraram ao conseguirem os ingressos para o que estava sendo chamado de velório público de Michael Jackson. David Gobaud, estudante de computação de 25 anos da universidade Stanford, disse não ter acreditado quando viu que havia recebido as entradas. "É Michael Jackson, uma das maiores estrelas da música de todos os tempos", disse.
Zach Moss, de 21 anos, é de Chicago mas está trabalhando como DJ no verão em Las Vegas, contou que os frequentadores da noite não se cansam de celebrar o artista morto no dia 25. "Toca uma, duas, três músicas dele e todos levantam seus driques e gritam 'Michael Jackson!' É realmente poderoso", constatou.
Conheça a guitarrista loura que tocou no último ensaio do cantor
Tablóide publica fotos de Michael Jackson em momento 'família' e vídeo em que o astro se defende de acusações de abuso
Filhos de Michael Jackson enfrentam trauma depois de morte do pai
Madonna homenageia Rei do Pop em show
Morte de Michael Jackson aumenta número de histórias sensacionalistas e bem estranhas sobre o cantor
Críticos do GLOBO elegem as melhores músicas de Michael Jackson; escolha sua favorita
Assista aqui ao vídeo do ensaio de Jackson dois dias antes de morrer
Especial: sucessos, clipes e escândalos que marcaram vida de Michael Jackson
O Globo On Line
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Tia e prima da menina foram indiciadas por tortura seguida de morte, mas continuam em liberdade

RIO - A Justiça brasileira foi informada sobre os maus tratos a Sophie Zanger, de 4 anos, e seu irmão R., de 12 anos, 19 dias antes da morte da menina. No dia 24 de abril, um ofício dos advogados do pai das crianças, o austríaco Sascha Zanger, informou à 27ª Vara Federal do Rio que as crianças estavam abaixo do peso e estressadas em função do desajuste emocional da tia de Sophie, Geovana dos Santos, de 42 anos, e da filha dela Lílian dos Santos, de 21. As duas foram indiciadas pela polícia por tortura com resultado morte, mas continuam em liberdade. O Ministério Público deve decidir até a terça-feira, 7, se pede ou não a prisão das indiciadas.
A Justiça Federal no Rio informou que não vai se manifestar sobre a denúncia porque o processo corre em segredo de Justiça. Sophie morreu no dia 19 de junho no Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias, na baixada fluminense. Uma semana antes ela foi levada por Lílian e uma vizinha à Unidade de Pronto Atendimento de Santa Cruz, na zona oeste do Rio, em coma, com um trauma crânioencefálico e o corpo repleto de hematomas.
Sophie e o irmão foram trazidos ao Brasil pela mãe, Maristela dos Santos, de 40 anos, que tem problemas neurológicos. Eles chegaram ao País em janeiro de 2008 sem a autorização de Zanger, que lutava na Áustria pela guarda das crianças. O ex-marido tentou por um ano e meio sem sucesso na Justiça brasileira levar os filhos de volta.
No Rio, Maristela foi morar com a irmã Geovana em dezembro do ano passado. A irmã a expulsou de casa no mês seguinte e obteve a guarda provisória das crianças. Vizinhos contaram à polícia que ouviam gritos e choro de Sophie e chegaram a acionar a polícia sem sucesso. Exames do Instituto Médico Legal confirmaram que ela e R. eram agredidos há três semanas antes da morte da menina. O pai de Sophie confirmou que alertou à Justiça sobre os maus tratos contra os filhos dele.
"Antes da Páscoa vi minhas crianças desnutridas, com roupas sujas e sapatos furados. Minha filha tinha uma marca roxa na testa. Geovana falou que foi um acidente. Rafael tinha muitos quilos a menos. Minha filha morreu com 14 quilos. Escrevemos outros relatórios à Justiça sobre as condições físicas deles. Acho que o juiz não estava lendo nada, não estava se preocupando. A primeira vez que vi este juiz foi no dia da morte da minha filha. Meu grande erro foi confiar na Justiça brasileira" lamentou Zanger.
No ofício, os advogados alertam para um suposto oportunismo da família acolhedora que recebia Bolsa-Família, cestas básicas do Conselho Tutelar e 1 mil euros da bisavó de Sophie. De acordo com o documento, Lílian instigava a mãe a não assinar o recebimento da lista de gêneros alimentícios que Zanger fornecia à família dela.
Comprovantes do Bank Austria mostram que dois depósitos, nos meses de janeiro e fevereiro, no valor de 500 euros cada, feitos por Ernestine Zanger eram creditados na conta do marido de Geovana, o guarda municipal Sizenando Viana, de 47 anos. Ele não foi indiciado pela polícia no inquérito que apurou a morte de Sophie.
"Em minha opinião, não existem apenas duas culpadas pelo crime. Eu não entendo porque não fizeram nada contra ele ainda. Este homem foi ao hospital e na frente do cônsul da Áustria falou que era o pai da menina e queria enterrar o mais rápido possível. Hoje, sei que ele queria que ninguém visse os hematomas dela", criticou Zanger. Procurado, o guarda municipal não quis falar.

Embarque
Sascha Zanger deve voltar para Áustria esta semana com o filho. Ele aguarda apenas o parecer da 27ª Vara Federal para obter a guarda do menino. Um representante do Conselho Tutelar austríaco acompanhará a viagem.
R. passará por uma avaliação psicológica na Áustria. "Meu filho está bem, mas sei que precisará de ajuda psicológica por um bom tempo. R. diz que a irmã morreu para ele ser feliz'", revelou Zanger.
A mãe das crianças foi internada em um hospital psiquiátrico. O austríaco deve se encontrar em breve com o americano David Goldman, que tenta na Justiça brasileira a guarda do filho Sean trazido pela mãe brasileira ao Rio em dezembro de 2004.

Pedro Dantas


O Estado de S. Paulo
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Fareeda faz parte de um raro grupo de animais. É que essa filhote de tigre-de-bengala, que tem apenas seis meses, nasceu sem as típicas listras pretas que caracterizam a espécie – e especialistas acreditam que existam apenas 20 animais como ela no mundo, todos vivendo em cativeiro. Ela tem apenas listras bem claras no rabo. Os pais de Fareeda também não possuem as marcas no corpo, mas os demais irmãos da pequena felina branca nasceram com a pigmentação normal.
A tigresa está sendo criada por profissionais de um projeto que tem como objetivo proteger os tigres-de-bengala brancos, próximo à Cidado do Cabo, na África do Sul, chamada Cango Wildlife Ranch. Segundo Odette Claassen, que faz parte do projeto, os pesquisadores tiveram que esperam seis meses para ter certeza de que Fareeda não teria mesmo as listras. “Há filhotes que desenvolvem as marcas ao longo dos primeiros meses de vida, mas está claro que ela não as terá”, diz.
A maioria dos tigres-de-bengala brancos é criada nos Estados Unidos. Fareeda é a primeira deste raro grupo a nascer na África. “Esses animais não são albinos. Eles têm belos olhos azuis, diferente dos albinos, que têm olhos avermelhados”, diz Odette.
Os tigres-de-bengala são nativos de países como Índia, Butão e Nepal, na Ásia. Atualmente, é uma das espécies que mais está ameaçada de extinção entre os felinos no mundo.

Mariana

Blog Globo Rural
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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lança hoje (7), em São Paulo, a Plataforma dos Centros Urbanos, uma aliança nacional entre governos, sociedade civil e setor privado pelos direitos de crianças e adolescentes das comunidades populares das cidades brasileiras.
O lançamento será às 10h e terá a presença do prefeito Gilberto Kassab e de Maurício de Sousa, criador da personagem Mônica, da revista em quadrinhos, embaixadora do Unicef no Brasil.
Amanhã (8), o lançamento será feito no Rio.


Agência Brasil
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Uma aluna de 16 anos da Escola Estadual Engenheiro Padre Lopes, que fica no bairro Alto Vera Cruz, região leste de Belo Horizonte, foi apreendida após agressão com um soco a uma professora dentro da sala de aula, na manhã desta segunda-feira.
Segundo o sargento Marcelo de Paula, do 22º Batalhão da Polícia Militar, a confusão aconteceu depois que a professora E. S. N., 41 anos, chamou a atenção da estudante dizendo que ela estava na sala errada. A adolescente teria reagido agredindo a docente.
“Ela pegou uma caneta e falou que iria perfurar a professora nas partes íntimas. Depois arremessou uma cadeira, mas a professora conseguiu se defender com a mão”, explicou o policial. “Só que em seguida a aluna deu um soco no olho esquerdo da professora.”
A vice-diretora, Cibele Ávila, contou que essa não é a primeira vez que a aluna se envolve em ocorrência de agressão na escola. “Nós vamos encaminhar o caso ao Conselho Tutelar. Não é a primeira vez que isso acontece, ela já vem apresentando essa postura agressiva”, afirmou. “Talvez uma mudança de escola possa fazer com que ela mude de atitude.”
A professora precisou ser socorrida e levada para o Hospital de Pronto-Socorro para receber atendimento. Em seguida, as duas foram encaminhadas ao Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Infrator de Belo Horizonte (CIA-BH), onde foram ouvidas por uma juíza de plantão.

Ney Rubens


Terra
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Na semana do aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente, uma seleção de programas e filmes que mostram o universo infantil pelo olhar do adulto. Sábado, 11 de julho, a partir das 15h.

Programação:
15h – Ver TV – Crianças na TV
16h – Olhares – Vamos brincar – Brasil e Turquia
16h30 – Curtas na TV:O MolequePiruetas
17h – Olhares – Brinquedo popular do Nordeste
Para assistir, basta acessar aqui.


Brasil contra a Pedofilia
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CAMPO GRANDE - Um leão de um circo que foi montado em São Gabriel do Oeste, cidade a 130 quilômetros de Campo Grande, foi apreendido neste fim de semana pela Polícia Militar Ambiental (PMA) e fiscais do Ibama. O circo veio de Rondônia. O animal foi apreendido por determinação do promotor de Justiça de São Gabriel, Alexandre Magno Lacerda, baseado em lei que proíbe a exploração de animais em espetáculos circenses.
Alex, como foi apelidado em alusão ao filme Madagascar, teve os dentes serrados, está muito magro e ficava enclausurado em uma jaula minúscula, segundo o promotor, onde não podia andar. Na quinta-feira, quando foi localizado, ele também estava com diarreia. Uma pessoa denunciou ao promotor que o leão estava sendo surrado.
A operação para apreender o animal uniu equipes das Polícias Rodoviária Federal, Civil e Militar Ambiental, além do Ministério Público, do Ibama e da Prefeitura de São Gabriel do Oeste, que emprestou uma carreta Scania para realizar a transferência do animal para Campo Grande. O leão pode ser transferido em breve para o Ceará.
O dono do Circo Barnus, o cigano Valmire Alves Teixeira, apresentou documentos de autorização para manter dois leões africanos, datados de 2000, quando Alex nem era nascido. Estes dois leões ainda não foram localizados.
Os fiscais do Ibama e a polícia foram até o circo para autuar o proprietário por maus tratos, diante da denúncia de uma testemunha. O animal estaria sendo surrado. O dono do circo, Valmire Teixeira, no entanto, acabou sendo autuado também por falta de documentação e apresentou um papel que teria sido dado pelo Ibama há 9 anos.
Mas o animal não tem mais que oito anos, segundo laudo veterinário. O chefe de Divisão de Proteção Ambiental do Ibama, Luís Benatti, disse que vai averiguar a autenticidade do documento de posse.
O leão pesa 350 quilos, magro para um animal adulto. O dono do circo alegou que alimentava o animal com frequência.
O leão estava na jaula havia 12 dias, num espaço de sete metros quadrados. A jaula também não oferecia nenhuma segurança e estava amarrada com uma corda. O domador Jefiter Fabi disse que havia segurança.
Para retirar o leão da jaula foi necessário interditar a rua. Funcionários do circo serraram as grades.
O promotor informou que a situação é bem complicada, já que o estado não está adaptado para ocorrências com animais como o leão.
- Não há local para abrigá-lo, não há alimento, não há um destino para o leão - disse.
Ele pede ajuda da população para ajudar o animal, que precisa de uma média de 40 quilos de comida a cada dois dias.
Por falta de um zoológico, o leão vai ficar provisoriamente no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS). Ele vai dividir um espaço com uma onça, mas em jaulas separadas. O CRAS não é o melhor local, por isso será procurado um zoológico que queira adotar o animal, segundo o biólogo Elcio Borges.


O Globo On Line
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RIO - O Ministério Público (MP) do Rio pediu nesta segunda-feira a prisão de 30 policiais militares acusados de matar inocentes em operações que deveriam combater criminosos. A iniciativa do MP é inédita. A Justiça vai analisar o pedido de prisão, e a decisão pode sair ainda nesta semana. Os policiais poderão responder por homicídio. Leia mais no site G1.
Os casos foram registrados como auto de resistência, quando o policial alega que matou para se defender. No Rio, nos últimos seis anos, são três ocorrências desse tipo, em média, por dia. Os números chamaram a atenção do MP estadual, que passou a fazer reconstituições dos casos para questionar a versão dos PMs.
De 20 mortes investigadas em 2007 e 2008, apenas duas vítimas tinham passagem pela polícia. Todos eram jovens de 14 a 29 anos. Os laudos da perícia revelam que a maioria dos tiros foi à queima roupa ou pelas costas.
- Isso é atividade típica de grupo de extermínio, evidenciada pelas provas técnicas, que afastou a versão dos policiais de que houve confronto, de que a hipótese é de auto de resistência e evidencia a execução sumária das vitimas", afirmou o promotor Alexandre Themístocles.


O Globo On Line
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RIO - Depois da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC-Rio também vai fechar o cerco contra os estudantes que fumam maconha dentro do campus. De acordo com a reportagem de Lauro Neto e Wagner Gomes, na Megazine desta terça-feira, o vice-reitor comunitário, Augusto Sampaio, anuncia que seguranças vão fotografar os alunos que forem flagrados usando a droga. A medida, segundo ele, tem como objetivo identificar quem tenta driblar a fiscalização atual.
Opine: O que você acha da repressão às drogas nos campi?
A universidade não chama a polícia nesses casos. Em seu estatuto, prevê a criação de uma "comissão de inquérito" formada por dois professores do curso de Direito. Quando flagrados e identificados, os alunos têm o nome e a matrícula anotados pelos seguranças, que encaminham à comissão uma ata sobre o ocorrido. Os envolvidos são convidados a "depor". A punição varia: desde uma advertência verbal, se o "réu" for primário, à suspensão - gradativa, em caso de reincidência.
Na PUC paulistana, o combate ao uso de maconha começou há quase três meses . As rodinhas de estudantes no campus de Perdizes são desfeitas. A universidade criou ainda uma lista de usuários e orientou os seguranças a identificar quem acender "baseados" no Pátio da Cruz e na Prainha. Hélio Roberto Deliberador, pró-reitor de Cultura e Relações Comunitárias, diz que não fará vista grossa.
Ele conta que é a primeira vez na história da PUC-SP em que o tema é tratado assim e diz que vai manter a postura, pois "a droga causa dependência e deve ser eliminada".
Em março, o Centro Acadêmico 22 de Agosto, da Faculdade de Direito, fez enquete sobre o uso de drogas em suas dependências. Cerca de 800 dos 2.800 alunos deram opinião. Metade votou contra; 13% se disseram a favor; e 37% se mostraram indiferentes. Ficou proibido fumar maconha ali, onde, antes, havia até um espaço exclusivo, a "Toca".
Em março, o Centro Acadêmico 22 de Agosto, da Faculdade de Direito, fez enquete sobre o uso de drogas em suas dependências. Cerca de 800 dos 2.800 alunos deram opinião. Metade votou contra; 13% se disseram a favor; e 37% se mostraram indiferentes. Ficou proibido fumar maconha ali, onde, antes, havia até um espaço exclusivo, a "Toca".
O Globo On Line
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