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9.6.09

Os americanos estão aumentando a pressão no caso Goldman e já falam que é “show time.” Dizem isso não no sentido de abrir um show, mas de mostrar que está na hora da decisão.

Na véspera da sessão às 14h de amanhã no Supremo Tribunal Federal, o pai de Sean, David Goldman, mostra claros sinais de cansaço. Mas diz que nunca desistirá, mesmo que o STF negue o retorno do seu filho aos EUA.

“Não vai acabar. Eu fui ‘chutado nos dentes’ desde o começo. Mas não vai acabar. Ele é o meu filho. Eu nunca vou parar, eu vou fazer o que for possível para trazê-lo de volta,” disse ele na CNN.

David revelou que nas últimas vezes que visitou o filho no Rio de Janeiro, no começo o garoto estava alegre, brincando com ele e mostrando os novos golpes de luta-livre que aprendeu. Mas que depois que voltou do apartamento da família brasileira Sean parecia agir de forma robótica, e não quis nem tirar fotos ao lado do pai.

“Por quase cinco anos esta família tem feito uma campanha para jogar o meu filho contra mim. Como eles viram que não deu certo, agora aumentaram os esforços e estão prejudicando o meu filho psicologicamente,” disse David.

O pai de Sean, que sob a Constituição brasileira deveria ganhar de volta a guarda do filho já que a mãe faleceu, disse ainda que teme que a família brasileira vá colocar Sean na TV.

“O que nós estamos pedindo não é nenhum favor, mas que respeitem as leis da natureza e devolvam um filho a um pai,” disse Goldman.

O deputado federal Chris Smith também aumentou a pressão contra o Brasil.

“O juiz Pinto falou que houve duas abduções. Primeiro quando a esposa de David levou Sean para o Brasil, e ela faleceu tristemente.

Depois quando um homem que não tem nenhuma relação com a criança conseguiu a guarda de um menino que não pode ser adotado, já que tem pai vivo,” disse Smith no programa “Good Morning America,” da ABC.


Digo que o “mundo está assistindo” porque enquanto vejo reportagens em Portugal, México, Suíça, Canadá e EUA, é do Brasil que pode vir a maior esperança. O jornal “Estadão” publicou matéria com a manchete “STF deve repatriar o menino S. aos EUA.”


Qual pai suportaria ver o filho retido ilegalmente em outro país sem desabar emocionalmente? Se você pudesse oferecer uma palavra de conforto a David Goldman qual seria?


Eduardo de Oliveira



Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:17  comentar


Os americanos estão aumentando a pressão no caso Goldman e já falam que é “show time.” Dizem isso não no sentido de abrir um show, mas de mostrar que está na hora da decisão.

Na véspera da sessão às 14h de amanhã no Supremo Tribunal Federal, o pai de Sean, David Goldman, mostra claros sinais de cansaço. Mas diz que nunca desistirá, mesmo que o STF negue o retorno do seu filho aos EUA.

“Não vai acabar. Eu fui ‘chutado nos dentes’ desde o começo. Mas não vai acabar. Ele é o meu filho. Eu nunca vou parar, eu vou fazer o que for possível para trazê-lo de volta,” disse ele na CNN.

David revelou que nas últimas vezes que visitou o filho no Rio de Janeiro, no começo o garoto estava alegre, brincando com ele e mostrando os novos golpes de luta-livre que aprendeu. Mas que depois que voltou do apartamento da família brasileira Sean parecia agir de forma robótica, e não quis nem tirar fotos ao lado do pai.

“Por quase cinco anos esta família tem feito uma campanha para jogar o meu filho contra mim. Como eles viram que não deu certo, agora aumentaram os esforços e estão prejudicando o meu filho psicologicamente,” disse David.

O pai de Sean, que sob a Constituição brasileira deveria ganhar de volta a guarda do filho já que a mãe faleceu, disse ainda que teme que a família brasileira vá colocar Sean na TV.

“O que nós estamos pedindo não é nenhum favor, mas que respeitem as leis da natureza e devolvam um filho a um pai,” disse Goldman.

O deputado federal Chris Smith também aumentou a pressão contra o Brasil.

“O juiz Pinto falou que houve duas abduções. Primeiro quando a esposa de David levou Sean para o Brasil, e ela faleceu tristemente.

Depois quando um homem que não tem nenhuma relação com a criança conseguiu a guarda de um menino que não pode ser adotado, já que tem pai vivo,” disse Smith no programa “Good Morning America,” da ABC.


Digo que o “mundo está assistindo” porque enquanto vejo reportagens em Portugal, México, Suíça, Canadá e EUA, é do Brasil que pode vir a maior esperança. O jornal “Estadão” publicou matéria com a manchete “STF deve repatriar o menino S. aos EUA.”


Qual pai suportaria ver o filho retido ilegalmente em outro país sem desabar emocionalmente? Se você pudesse oferecer uma palavra de conforto a David Goldman qual seria?


Eduardo de Oliveira



Brasil com Z
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Os americanos estão aumentando a pressão no caso Goldman e já falam que é “show time.” Dizem isso não no sentido de abrir um show, mas de mostrar que está na hora da decisão.

Na véspera da sessão às 14h de amanhã no Supremo Tribunal Federal, o pai de Sean, David Goldman, mostra claros sinais de cansaço. Mas diz que nunca desistirá, mesmo que o STF negue o retorno do seu filho aos EUA.

“Não vai acabar. Eu fui ‘chutado nos dentes’ desde o começo. Mas não vai acabar. Ele é o meu filho. Eu nunca vou parar, eu vou fazer o que for possível para trazê-lo de volta,” disse ele na CNN.

David revelou que nas últimas vezes que visitou o filho no Rio de Janeiro, no começo o garoto estava alegre, brincando com ele e mostrando os novos golpes de luta-livre que aprendeu. Mas que depois que voltou do apartamento da família brasileira Sean parecia agir de forma robótica, e não quis nem tirar fotos ao lado do pai.

“Por quase cinco anos esta família tem feito uma campanha para jogar o meu filho contra mim. Como eles viram que não deu certo, agora aumentaram os esforços e estão prejudicando o meu filho psicologicamente,” disse David.

O pai de Sean, que sob a Constituição brasileira deveria ganhar de volta a guarda do filho já que a mãe faleceu, disse ainda que teme que a família brasileira vá colocar Sean na TV.

“O que nós estamos pedindo não é nenhum favor, mas que respeitem as leis da natureza e devolvam um filho a um pai,” disse Goldman.

O deputado federal Chris Smith também aumentou a pressão contra o Brasil.

“O juiz Pinto falou que houve duas abduções. Primeiro quando a esposa de David levou Sean para o Brasil, e ela faleceu tristemente.

Depois quando um homem que não tem nenhuma relação com a criança conseguiu a guarda de um menino que não pode ser adotado, já que tem pai vivo,” disse Smith no programa “Good Morning America,” da ABC.


Digo que o “mundo está assistindo” porque enquanto vejo reportagens em Portugal, México, Suíça, Canadá e EUA, é do Brasil que pode vir a maior esperança. O jornal “Estadão” publicou matéria com a manchete “STF deve repatriar o menino S. aos EUA.”


Qual pai suportaria ver o filho retido ilegalmente em outro país sem desabar emocionalmente? Se você pudesse oferecer uma palavra de conforto a David Goldman qual seria?


Eduardo de Oliveira



Brasil com Z
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A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, e a coordenadora do Programa de Educação da organização, Maria de Salete Silva, apresentam relatório sobre o acesso de crianças e adolescentes ao ensino no país

BRASÍLIA - Um em cada quatro estudantes de ensino médio no Brasil é reprovado ou abandona a escola. É o que mostra relatório divulgado nesta terça-feira pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Citando dados de 2007, o estudo informa que 12,7% dos jovens matriculados no nível médio foram reprovados e outros 13,2% largaram o estudo, totalizando 25,9%. Amazônia Legal tem cerca de 160 mil jovens fora da escola
- A realidade dos 15 aos 17 anos é um desastre. Se tem desigualdade dos 7 aos 14 anos, dos 15 aos 17 fica pior - diz a coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva.
Mais de 70% dos municípios atingiram metas de evolução do Ideb em 2007, diz Unicef
As desigualdades são o foco do relatório "Situação da Infância e da Adolescência Brasileira - 2009 - O direito de aprender". O texto destaca que 97,6% da população de 7 a 14 anos frequentava a escola em 2007, mas chama a atenção para o fato de que os 2,4% sem estudar representavam 680 mil crianças e jovens, dos quais 450 mil negros.

Já na faixa dos 15 aos 17 anos, apenas 82,1% dos jovens estudavam, sendo que somente 48% cursavam o ensino médio. Em termos de acesso, a estatística revela que 17,9% dos brasileiros nessa faixa etária estavam fora da escola.
A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, defendeu o aumento de investimentos no ensino, subindo do atual patamar de 4,6% do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de riquezas produzidas no país) para 8% do PIB. O Ministério da Educação tem como meta atingir 6%, mesmo índice sugerido por outra agência das Nações Unidas, no caso a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
- Em relação à pergunta se o Brasil tem dinheiro para isso, sim, o Brasil tem como fazer essa escolha - disse Marie-Pierre. Escolas do Semiárido enfrentam maiores dificuldades para formar crianças e jovens
O Unicef elogia o Plano de Desenvolvimento da Educação lançado pelo presidente Lula em abril de 2007. Segundo Marie-Pierre, o programa aponta o caminho certo. Ela teme, contudo, que o fosso de exclusão cresça, caso o governo não lance mão de políticas específicas para melhorar o ensino de pobres, negros, indígenas e moradores das zonas rurais.
- Se o país só continuar melhorando alguns indicadores, esses que ficam fora podem ficar mais fora ainda - afirmou a representante do Unicef.



O Globo On Line
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A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, e a coordenadora do Programa de Educação da organização, Maria de Salete Silva, apresentam relatório sobre o acesso de crianças e adolescentes ao ensino no país

BRASÍLIA - Um em cada quatro estudantes de ensino médio no Brasil é reprovado ou abandona a escola. É o que mostra relatório divulgado nesta terça-feira pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Citando dados de 2007, o estudo informa que 12,7% dos jovens matriculados no nível médio foram reprovados e outros 13,2% largaram o estudo, totalizando 25,9%. Amazônia Legal tem cerca de 160 mil jovens fora da escola
- A realidade dos 15 aos 17 anos é um desastre. Se tem desigualdade dos 7 aos 14 anos, dos 15 aos 17 fica pior - diz a coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva.
Mais de 70% dos municípios atingiram metas de evolução do Ideb em 2007, diz Unicef
As desigualdades são o foco do relatório "Situação da Infância e da Adolescência Brasileira - 2009 - O direito de aprender". O texto destaca que 97,6% da população de 7 a 14 anos frequentava a escola em 2007, mas chama a atenção para o fato de que os 2,4% sem estudar representavam 680 mil crianças e jovens, dos quais 450 mil negros.

Já na faixa dos 15 aos 17 anos, apenas 82,1% dos jovens estudavam, sendo que somente 48% cursavam o ensino médio. Em termos de acesso, a estatística revela que 17,9% dos brasileiros nessa faixa etária estavam fora da escola.
A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, defendeu o aumento de investimentos no ensino, subindo do atual patamar de 4,6% do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de riquezas produzidas no país) para 8% do PIB. O Ministério da Educação tem como meta atingir 6%, mesmo índice sugerido por outra agência das Nações Unidas, no caso a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
- Em relação à pergunta se o Brasil tem dinheiro para isso, sim, o Brasil tem como fazer essa escolha - disse Marie-Pierre. Escolas do Semiárido enfrentam maiores dificuldades para formar crianças e jovens
O Unicef elogia o Plano de Desenvolvimento da Educação lançado pelo presidente Lula em abril de 2007. Segundo Marie-Pierre, o programa aponta o caminho certo. Ela teme, contudo, que o fosso de exclusão cresça, caso o governo não lance mão de políticas específicas para melhorar o ensino de pobres, negros, indígenas e moradores das zonas rurais.
- Se o país só continuar melhorando alguns indicadores, esses que ficam fora podem ficar mais fora ainda - afirmou a representante do Unicef.



O Globo On Line
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A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, e a coordenadora do Programa de Educação da organização, Maria de Salete Silva, apresentam relatório sobre o acesso de crianças e adolescentes ao ensino no país

BRASÍLIA - Um em cada quatro estudantes de ensino médio no Brasil é reprovado ou abandona a escola. É o que mostra relatório divulgado nesta terça-feira pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Citando dados de 2007, o estudo informa que 12,7% dos jovens matriculados no nível médio foram reprovados e outros 13,2% largaram o estudo, totalizando 25,9%. Amazônia Legal tem cerca de 160 mil jovens fora da escola
- A realidade dos 15 aos 17 anos é um desastre. Se tem desigualdade dos 7 aos 14 anos, dos 15 aos 17 fica pior - diz a coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva.
Mais de 70% dos municípios atingiram metas de evolução do Ideb em 2007, diz Unicef
As desigualdades são o foco do relatório "Situação da Infância e da Adolescência Brasileira - 2009 - O direito de aprender". O texto destaca que 97,6% da população de 7 a 14 anos frequentava a escola em 2007, mas chama a atenção para o fato de que os 2,4% sem estudar representavam 680 mil crianças e jovens, dos quais 450 mil negros.

Já na faixa dos 15 aos 17 anos, apenas 82,1% dos jovens estudavam, sendo que somente 48% cursavam o ensino médio. Em termos de acesso, a estatística revela que 17,9% dos brasileiros nessa faixa etária estavam fora da escola.
A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, defendeu o aumento de investimentos no ensino, subindo do atual patamar de 4,6% do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de riquezas produzidas no país) para 8% do PIB. O Ministério da Educação tem como meta atingir 6%, mesmo índice sugerido por outra agência das Nações Unidas, no caso a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
- Em relação à pergunta se o Brasil tem dinheiro para isso, sim, o Brasil tem como fazer essa escolha - disse Marie-Pierre. Escolas do Semiárido enfrentam maiores dificuldades para formar crianças e jovens
O Unicef elogia o Plano de Desenvolvimento da Educação lançado pelo presidente Lula em abril de 2007. Segundo Marie-Pierre, o programa aponta o caminho certo. Ela teme, contudo, que o fosso de exclusão cresça, caso o governo não lance mão de políticas específicas para melhorar o ensino de pobres, negros, indígenas e moradores das zonas rurais.
- Se o país só continuar melhorando alguns indicadores, esses que ficam fora podem ficar mais fora ainda - afirmou a representante do Unicef.



O Globo On Line
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No dia 10 de junho, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, irão se mobilizar nas cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza.
No próximo dia 10 de junho a Fundação Abrinq faz uma flash mob, ou mobilização instantânea de pessoas, em pontos estratégicos das cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza para alertar a sociedade contra o trabalho infantil, das 12h às 13h.
A ação tem como objetivo chamar a atenção para o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, 12 de junho, e articular a população para se posicionar e participar das questões da infância e da adolescência no país. Na ocasião, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, distribuirão balas nos semáforos com mensagens de conscientização e haverá a divulgação de informações sobre os prejuízos do trabalho infantil por meio de faixas, em alguns dos principais semáforos destas cidades.
Para o cruzamento da Avenida Paulista com Alameda Casa Branca, já estão confirmadas as participações de Danilo Gentili e Milton Neves que serão os embaixadores da Fundação Abrinq nesta ação.A iniciativa conta com o apoio de parceiros como a empresa Riclan que cedeu gratuitamente cem mil balas. Além disso, as concessionárias que administram as principais rodovias do estado de São Paulo, Ecovias, Novadutra, RodoAnel e ViaOeste farão a distribuição de folhetos sobre os prejuízos do trabalho infantil, em algumas praças de pedágio, entre os dias 10 a 13 de junho.
Também nesses dias a rede de hotéis Sol Meliá, a Unilever e a empresa Murrelektronik, farão divulgações internas para seus colaboradores e parceiros.
A questão do trabalho infantil vem se tornando prioridade na agenda da política pública social no Brasil, porém ainda há muito a se fazer. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no Brasil, aproximadamente 4,8 milhões de meninos e meninas brasileiros de 5 a 17 anos trabalham para ajudar a complementar a renda familiar. Esta é uma realidade tão verdadeira quanto assustadora.
Ainda há desafios. É preciso pôr fim à crença de que o trabalho infantil é uma virtude e afasta crianças e adolescentes da marginalidade. De fato, este é um destino reservado exclusivamente às parcelas mais pobres de nossa população. Ele, contudo, expõe a infância a uma condição moralmente degradante, prejudica a escolaridade e faz com que milhares de brasileiros, já em idade adequada ao início de suas vidas profissionais, estejam em desvantagem na luta por uma colocação no mercado de trabalho e em assumir suas responsabilidades sociais.
Mais do que isso, é preciso convencer a sociedade brasileira de que o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária é o maior legado que podemos deixar para o futuro de nosso país. Portanto, precisamos garantir que nossas crianças se livrem do fardo do trabalho infantil para viver de forma plena a sua infância, com tempo para brincar, aprender e também ensinar.

Locais da ação:São Paulo Avenida Paulista x Alameda Casa Branca
Rua da Consolação x Rua Maria Antônia
Av. Marquês de São Vicente x Av. Pacaembu
Av. Anhaia Melo x Av. Paes de Barros
Av. Água Rasa x Av. Regente Feijó
Av. Ibirapuera x Av. Indianópolis
Av. Brasil x Av. Brig. Luís Antônio
Av. Faria Lima x Av. Juscelino Kubitschek
Av. Dumont Villares x Praça Nippon x Term. Cargas x Av. Guilherme Cotching
Suzano
R. Prudente de Moraes X Av. Antonio Marques Figueira
Campinas
Av. Francisco Glicério X Treze de Maio
Santos
R. João Pessoa alt.129 x R.Martin AfonsoR.
João Pessoa x R.Brás Cubas
Brasília (Samambaia)Farol que liga Samambaia à Ceilândia e Taguatinga
João Pessoa
Cruzamento do parque Solon de Lucena
Fortaleza
R. Cel. Manuel Jesuino X Av. da Abolição - bairro de Mucuripe
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:42  comentar


No dia 10 de junho, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, irão se mobilizar nas cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza.
No próximo dia 10 de junho a Fundação Abrinq faz uma flash mob, ou mobilização instantânea de pessoas, em pontos estratégicos das cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza para alertar a sociedade contra o trabalho infantil, das 12h às 13h.
A ação tem como objetivo chamar a atenção para o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, 12 de junho, e articular a população para se posicionar e participar das questões da infância e da adolescência no país. Na ocasião, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, distribuirão balas nos semáforos com mensagens de conscientização e haverá a divulgação de informações sobre os prejuízos do trabalho infantil por meio de faixas, em alguns dos principais semáforos destas cidades.
Para o cruzamento da Avenida Paulista com Alameda Casa Branca, já estão confirmadas as participações de Danilo Gentili e Milton Neves que serão os embaixadores da Fundação Abrinq nesta ação.A iniciativa conta com o apoio de parceiros como a empresa Riclan que cedeu gratuitamente cem mil balas. Além disso, as concessionárias que administram as principais rodovias do estado de São Paulo, Ecovias, Novadutra, RodoAnel e ViaOeste farão a distribuição de folhetos sobre os prejuízos do trabalho infantil, em algumas praças de pedágio, entre os dias 10 a 13 de junho.
Também nesses dias a rede de hotéis Sol Meliá, a Unilever e a empresa Murrelektronik, farão divulgações internas para seus colaboradores e parceiros.
A questão do trabalho infantil vem se tornando prioridade na agenda da política pública social no Brasil, porém ainda há muito a se fazer. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no Brasil, aproximadamente 4,8 milhões de meninos e meninas brasileiros de 5 a 17 anos trabalham para ajudar a complementar a renda familiar. Esta é uma realidade tão verdadeira quanto assustadora.
Ainda há desafios. É preciso pôr fim à crença de que o trabalho infantil é uma virtude e afasta crianças e adolescentes da marginalidade. De fato, este é um destino reservado exclusivamente às parcelas mais pobres de nossa população. Ele, contudo, expõe a infância a uma condição moralmente degradante, prejudica a escolaridade e faz com que milhares de brasileiros, já em idade adequada ao início de suas vidas profissionais, estejam em desvantagem na luta por uma colocação no mercado de trabalho e em assumir suas responsabilidades sociais.
Mais do que isso, é preciso convencer a sociedade brasileira de que o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária é o maior legado que podemos deixar para o futuro de nosso país. Portanto, precisamos garantir que nossas crianças se livrem do fardo do trabalho infantil para viver de forma plena a sua infância, com tempo para brincar, aprender e também ensinar.

Locais da ação:São Paulo Avenida Paulista x Alameda Casa Branca
Rua da Consolação x Rua Maria Antônia
Av. Marquês de São Vicente x Av. Pacaembu
Av. Anhaia Melo x Av. Paes de Barros
Av. Água Rasa x Av. Regente Feijó
Av. Ibirapuera x Av. Indianópolis
Av. Brasil x Av. Brig. Luís Antônio
Av. Faria Lima x Av. Juscelino Kubitschek
Av. Dumont Villares x Praça Nippon x Term. Cargas x Av. Guilherme Cotching
Suzano
R. Prudente de Moraes X Av. Antonio Marques Figueira
Campinas
Av. Francisco Glicério X Treze de Maio
Santos
R. João Pessoa alt.129 x R.Martin AfonsoR.
João Pessoa x R.Brás Cubas
Brasília (Samambaia)Farol que liga Samambaia à Ceilândia e Taguatinga
João Pessoa
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Fortaleza
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No dia 10 de junho, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, irão se mobilizar nas cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza.
No próximo dia 10 de junho a Fundação Abrinq faz uma flash mob, ou mobilização instantânea de pessoas, em pontos estratégicos das cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza para alertar a sociedade contra o trabalho infantil, das 12h às 13h.
A ação tem como objetivo chamar a atenção para o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, 12 de junho, e articular a população para se posicionar e participar das questões da infância e da adolescência no país. Na ocasião, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, distribuirão balas nos semáforos com mensagens de conscientização e haverá a divulgação de informações sobre os prejuízos do trabalho infantil por meio de faixas, em alguns dos principais semáforos destas cidades.
Para o cruzamento da Avenida Paulista com Alameda Casa Branca, já estão confirmadas as participações de Danilo Gentili e Milton Neves que serão os embaixadores da Fundação Abrinq nesta ação.A iniciativa conta com o apoio de parceiros como a empresa Riclan que cedeu gratuitamente cem mil balas. Além disso, as concessionárias que administram as principais rodovias do estado de São Paulo, Ecovias, Novadutra, RodoAnel e ViaOeste farão a distribuição de folhetos sobre os prejuízos do trabalho infantil, em algumas praças de pedágio, entre os dias 10 a 13 de junho.
Também nesses dias a rede de hotéis Sol Meliá, a Unilever e a empresa Murrelektronik, farão divulgações internas para seus colaboradores e parceiros.
A questão do trabalho infantil vem se tornando prioridade na agenda da política pública social no Brasil, porém ainda há muito a se fazer. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no Brasil, aproximadamente 4,8 milhões de meninos e meninas brasileiros de 5 a 17 anos trabalham para ajudar a complementar a renda familiar. Esta é uma realidade tão verdadeira quanto assustadora.
Ainda há desafios. É preciso pôr fim à crença de que o trabalho infantil é uma virtude e afasta crianças e adolescentes da marginalidade. De fato, este é um destino reservado exclusivamente às parcelas mais pobres de nossa população. Ele, contudo, expõe a infância a uma condição moralmente degradante, prejudica a escolaridade e faz com que milhares de brasileiros, já em idade adequada ao início de suas vidas profissionais, estejam em desvantagem na luta por uma colocação no mercado de trabalho e em assumir suas responsabilidades sociais.
Mais do que isso, é preciso convencer a sociedade brasileira de que o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária é o maior legado que podemos deixar para o futuro de nosso país. Portanto, precisamos garantir que nossas crianças se livrem do fardo do trabalho infantil para viver de forma plena a sua infância, com tempo para brincar, aprender e também ensinar.

Locais da ação:São Paulo Avenida Paulista x Alameda Casa Branca
Rua da Consolação x Rua Maria Antônia
Av. Marquês de São Vicente x Av. Pacaembu
Av. Anhaia Melo x Av. Paes de Barros
Av. Água Rasa x Av. Regente Feijó
Av. Ibirapuera x Av. Indianópolis
Av. Brasil x Av. Brig. Luís Antônio
Av. Faria Lima x Av. Juscelino Kubitschek
Av. Dumont Villares x Praça Nippon x Term. Cargas x Av. Guilherme Cotching
Suzano
R. Prudente de Moraes X Av. Antonio Marques Figueira
Campinas
Av. Francisco Glicério X Treze de Maio
Santos
R. João Pessoa alt.129 x R.Martin AfonsoR.
João Pessoa x R.Brás Cubas
Brasília (Samambaia)Farol que liga Samambaia à Ceilândia e Taguatinga
João Pessoa
Cruzamento do parque Solon de Lucena
Fortaleza
R. Cel. Manuel Jesuino X Av. da Abolição - bairro de Mucuripe
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O pedófilo D. S. T., 29 anos, foi preso por policiais da 14ª DP (Leblon), com apoio de agentes da 12ª DP (Copacabana), em frente ao colégio em que ele estudava, na Rua República do Peru, em Copacabana, Zona Sul. Contra D. havia um mandado de prisão expedido, em maio último, pelo Plantão Judiciário, por atentado violento ao pudor.
De acordo com o delegado adjunto da 14ª DP, Gustavo Valentine, o criminoso tentava aliciar crianças do mesmo colégio, e foi capturado após 20 dias de investigação. Segundo o delegado, D. fora expulso do Morro do Vidigal por também estar abusando sexualmente de crianças.
Com ele, os agentes encontraram um estilingue, camisinhas, duas fotos e um cabo de câmera digital. O preso foi encaminhado para a carceragem da Polinter, onde aguardará decisão da Justiça.



O Dia
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O pedófilo D. S. T., 29 anos, foi preso por policiais da 14ª DP (Leblon), com apoio de agentes da 12ª DP (Copacabana), em frente ao colégio em que ele estudava, na Rua República do Peru, em Copacabana, Zona Sul. Contra D. havia um mandado de prisão expedido, em maio último, pelo Plantão Judiciário, por atentado violento ao pudor.
De acordo com o delegado adjunto da 14ª DP, Gustavo Valentine, o criminoso tentava aliciar crianças do mesmo colégio, e foi capturado após 20 dias de investigação. Segundo o delegado, D. fora expulso do Morro do Vidigal por também estar abusando sexualmente de crianças.
Com ele, os agentes encontraram um estilingue, camisinhas, duas fotos e um cabo de câmera digital. O preso foi encaminhado para a carceragem da Polinter, onde aguardará decisão da Justiça.



O Dia
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O pedófilo D. S. T., 29 anos, foi preso por policiais da 14ª DP (Leblon), com apoio de agentes da 12ª DP (Copacabana), em frente ao colégio em que ele estudava, na Rua República do Peru, em Copacabana, Zona Sul. Contra D. havia um mandado de prisão expedido, em maio último, pelo Plantão Judiciário, por atentado violento ao pudor.
De acordo com o delegado adjunto da 14ª DP, Gustavo Valentine, o criminoso tentava aliciar crianças do mesmo colégio, e foi capturado após 20 dias de investigação. Segundo o delegado, D. fora expulso do Morro do Vidigal por também estar abusando sexualmente de crianças.
Com ele, os agentes encontraram um estilingue, camisinhas, duas fotos e um cabo de câmera digital. O preso foi encaminhado para a carceragem da Polinter, onde aguardará decisão da Justiça.



O Dia
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Em comemoração ao Dia Mundial do Combate ao Trabalho Infantil, a Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretária de Promoção Social promove, no próximo dia 19 de junho, uma caminhada de sensibilização da sociedade e gestores público. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância de erradicar o trabalho infantil, em especial, no município. A caminhada começa na Praça da Todimo com destino final no ginásio do Fiotão. A abertura acontece às 8h.
Estão programadas atividades esportivas e culturais em alusão a data, como campeonato de futebol de salão e concurso de dança de quadrilha entre os alunos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). O prefeito Murilo Domingos enfatizou que o futuro das crianças está atrelado ao estudo e não ao trabalho. “Nossas crianças precisam estar brincando, estudando e não em trabalhos considerados inadequados para suas idades. Lugar de criança é na escola”, destacou Murilo.
A Prefeitura de Várzea Grande realiza várias ações voltadas para as crianças e adolescente, para a inclusão social. São cerca de duas mil crianças atendidas em programas com atividades laborais.

Outras ações – A Secretaria de Educação do município (Seduc-VG) desenvolvem em parceria com a Polícia Militar do Estado de Mato Grosso o Programa de Educação de Resistência as Drogas e a Violência (Proerd), que atende crianças com idades entre 0 e 14 anos. Elas participam, num período de três meses, de intenso treinamento contra criminalidade e drogas.
Além do Proerd, a Seduc realiza atividades de educação integral, olimpíada inclusiva, ações integradas com médicos de várias especialidades, reforço escolar, vôlei, futebol, teatro, música, pintura, coral e dança.

Outras informações na Secretaria de Promoção Social pelo telefone 3688-3064.


Jornal Documento
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Em comemoração ao Dia Mundial do Combate ao Trabalho Infantil, a Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretária de Promoção Social promove, no próximo dia 19 de junho, uma caminhada de sensibilização da sociedade e gestores público. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância de erradicar o trabalho infantil, em especial, no município. A caminhada começa na Praça da Todimo com destino final no ginásio do Fiotão. A abertura acontece às 8h.
Estão programadas atividades esportivas e culturais em alusão a data, como campeonato de futebol de salão e concurso de dança de quadrilha entre os alunos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). O prefeito Murilo Domingos enfatizou que o futuro das crianças está atrelado ao estudo e não ao trabalho. “Nossas crianças precisam estar brincando, estudando e não em trabalhos considerados inadequados para suas idades. Lugar de criança é na escola”, destacou Murilo.
A Prefeitura de Várzea Grande realiza várias ações voltadas para as crianças e adolescente, para a inclusão social. São cerca de duas mil crianças atendidas em programas com atividades laborais.

Outras ações – A Secretaria de Educação do município (Seduc-VG) desenvolvem em parceria com a Polícia Militar do Estado de Mato Grosso o Programa de Educação de Resistência as Drogas e a Violência (Proerd), que atende crianças com idades entre 0 e 14 anos. Elas participam, num período de três meses, de intenso treinamento contra criminalidade e drogas.
Além do Proerd, a Seduc realiza atividades de educação integral, olimpíada inclusiva, ações integradas com médicos de várias especialidades, reforço escolar, vôlei, futebol, teatro, música, pintura, coral e dança.

Outras informações na Secretaria de Promoção Social pelo telefone 3688-3064.


Jornal Documento
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Em comemoração ao Dia Mundial do Combate ao Trabalho Infantil, a Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretária de Promoção Social promove, no próximo dia 19 de junho, uma caminhada de sensibilização da sociedade e gestores público. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância de erradicar o trabalho infantil, em especial, no município. A caminhada começa na Praça da Todimo com destino final no ginásio do Fiotão. A abertura acontece às 8h.
Estão programadas atividades esportivas e culturais em alusão a data, como campeonato de futebol de salão e concurso de dança de quadrilha entre os alunos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). O prefeito Murilo Domingos enfatizou que o futuro das crianças está atrelado ao estudo e não ao trabalho. “Nossas crianças precisam estar brincando, estudando e não em trabalhos considerados inadequados para suas idades. Lugar de criança é na escola”, destacou Murilo.
A Prefeitura de Várzea Grande realiza várias ações voltadas para as crianças e adolescente, para a inclusão social. São cerca de duas mil crianças atendidas em programas com atividades laborais.

Outras ações – A Secretaria de Educação do município (Seduc-VG) desenvolvem em parceria com a Polícia Militar do Estado de Mato Grosso o Programa de Educação de Resistência as Drogas e a Violência (Proerd), que atende crianças com idades entre 0 e 14 anos. Elas participam, num período de três meses, de intenso treinamento contra criminalidade e drogas.
Além do Proerd, a Seduc realiza atividades de educação integral, olimpíada inclusiva, ações integradas com médicos de várias especialidades, reforço escolar, vôlei, futebol, teatro, música, pintura, coral e dança.

Outras informações na Secretaria de Promoção Social pelo telefone 3688-3064.


Jornal Documento
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No ano de 2005, a senhora L.V.K. ingressou com ação de guarda de menor com pedido de liminar para obter a guarda de um menor indígena.
A criança, então com um ano e nove meses de idade, havia sido encaminhada à Casa Abrigo CEMA, em virtude dos maus tratos sofridos por parte dos pais biológicos, com quem residia no Assentamento dos Sem Teto, em Caarapó. As agressões foram constatadas pelo Conselho Tutelar após várias denúncias e advertências.
Em visita a cidade, L.V.K. e o seu marido, imbuídos do anseio de adotar uma criança, visitaram o abrigo e se encantaram pelo menor, levando-o para passar uns dias com eles. De acordo com a requerente, nesse período, a criança foi encaminhada para tratamento médico particular e submetida a uma série de exames que constataram desnutrição e que o seu peso estava muito inferior para a sua idade, quadro que foi revertido com alimentação balanceada e dedicação em tempo integral por parte da requerente, que vem se dedicando exclusivamente a cuidá-lo.
Os pais biológicos ingressaram com apelação por intermédio da Procuradoria Federal Especial perante a Fundação Nacional do Índio (Funai) de Dourados para reformar a sentença que deferiu o pedido de adoção na ação de guarda, que posteriormente foi transformada em ação de adoção movida pelo Ministério Público Estadual, em substituição processual a L.V.K.
Na manhã de ontem (8), a 3ª Turma Cível rejeitou por unanimidade as preliminares de incompetência absoluta da Justiça Estadual e de nulidade da sentença em primeiro grau. O relator do processo, Des. Ildeu de Souza Campos, entendeu que o fato de a Funai pretender integrar a lide, da forma e pelos meios expostos no recurso de apelação, não prorroga a competência para a Justiça Federal.
O relator destacou que a questão aqui focada trata de interesse do menor, o qual, apesar de ter origem indígena, tem interesse maior protegido pela Constituição Federal, cujo artigo 227, caput, prevê que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, a dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, colocando-os a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão. “Enquanto o filho estava no abrigo, a mãe passou mais de seis meses sem visitá-lo”, ressaltou o magistrado em seu voto.
Por unanimidade e com o parecer, a 3ª Turma Cível, negou provimento ao recurso dos pais biológicos.
Este processo está sujeito a novos recursos.
Campo Grande irá sediar mairo envento da América Latina sobre adoção

Pela primeira vez Campo Grande vai sediar o maior evento do Brasil e da América Latina em questões de adoção e em 2010 será palco do XV Encontro Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ENAPA).

As datas ainda estão definidas, mas o evento está previsto para ser realizado nos dias 20, 21 e 22 de maio. A Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj) encampou tanto a idéia que o presidente da entidade, Des. Joenildo de Souza Chaves, está auxiliando nos preparativos.
Em razão disso, representantes dos grupos de adoção de Campo Grande e de Coxim, do Projeto Padrinho e membros da Abraminj se reuniram para definir detalhes importantes para o evento.
Em consequência do grande número de pessoas que devem participar da próxima edição do Enapa, os organizadores acreditam que será necessário realizar o encontro no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, local com capacidade para 1.800 lugares. O evento será aberto a toda sociedade e para auxiliar no andamento dos trabalhos, músicos e artistas do Estado estão sendo sondados para contribuir.
As presidentes do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção GEAA-VIDA, Lydia Pellat, e do Grupo de Apoio à Adoção Manjedoura (GAAM), Doêmia Ignez Ceni Gomez, lembram que esta é a primeira vez que os dois únicos grupos de Mato Grosso do Sul se unem para preparar evento tão grandioso, com apoio da Abraminj e do Projeto Padrinho.
“Os grupos de apoio à adoção estão elaborando o projeto final e nós estamos buscando parcerias, pois o bem-estar de nossas crianças e adolescentes – principalmente os que estão nos abrigos à espera de adoção – depende de nós, cidadãos. Esperamos que desta iniciativa nasçam outros grupos de apoio à adoção comprometidos. Juntos, vamos lutar por essa causa”, disse o Des. Joenildo.


MS Notícias
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No ano de 2005, a senhora L.V.K. ingressou com ação de guarda de menor com pedido de liminar para obter a guarda de um menor indígena.
A criança, então com um ano e nove meses de idade, havia sido encaminhada à Casa Abrigo CEMA, em virtude dos maus tratos sofridos por parte dos pais biológicos, com quem residia no Assentamento dos Sem Teto, em Caarapó. As agressões foram constatadas pelo Conselho Tutelar após várias denúncias e advertências.
Em visita a cidade, L.V.K. e o seu marido, imbuídos do anseio de adotar uma criança, visitaram o abrigo e se encantaram pelo menor, levando-o para passar uns dias com eles. De acordo com a requerente, nesse período, a criança foi encaminhada para tratamento médico particular e submetida a uma série de exames que constataram desnutrição e que o seu peso estava muito inferior para a sua idade, quadro que foi revertido com alimentação balanceada e dedicação em tempo integral por parte da requerente, que vem se dedicando exclusivamente a cuidá-lo.
Os pais biológicos ingressaram com apelação por intermédio da Procuradoria Federal Especial perante a Fundação Nacional do Índio (Funai) de Dourados para reformar a sentença que deferiu o pedido de adoção na ação de guarda, que posteriormente foi transformada em ação de adoção movida pelo Ministério Público Estadual, em substituição processual a L.V.K.
Na manhã de ontem (8), a 3ª Turma Cível rejeitou por unanimidade as preliminares de incompetência absoluta da Justiça Estadual e de nulidade da sentença em primeiro grau. O relator do processo, Des. Ildeu de Souza Campos, entendeu que o fato de a Funai pretender integrar a lide, da forma e pelos meios expostos no recurso de apelação, não prorroga a competência para a Justiça Federal.
O relator destacou que a questão aqui focada trata de interesse do menor, o qual, apesar de ter origem indígena, tem interesse maior protegido pela Constituição Federal, cujo artigo 227, caput, prevê que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, a dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, colocando-os a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão. “Enquanto o filho estava no abrigo, a mãe passou mais de seis meses sem visitá-lo”, ressaltou o magistrado em seu voto.
Por unanimidade e com o parecer, a 3ª Turma Cível, negou provimento ao recurso dos pais biológicos.
Este processo está sujeito a novos recursos.
Campo Grande irá sediar mairo envento da América Latina sobre adoção

Pela primeira vez Campo Grande vai sediar o maior evento do Brasil e da América Latina em questões de adoção e em 2010 será palco do XV Encontro Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ENAPA).

As datas ainda estão definidas, mas o evento está previsto para ser realizado nos dias 20, 21 e 22 de maio. A Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj) encampou tanto a idéia que o presidente da entidade, Des. Joenildo de Souza Chaves, está auxiliando nos preparativos.
Em razão disso, representantes dos grupos de adoção de Campo Grande e de Coxim, do Projeto Padrinho e membros da Abraminj se reuniram para definir detalhes importantes para o evento.
Em consequência do grande número de pessoas que devem participar da próxima edição do Enapa, os organizadores acreditam que será necessário realizar o encontro no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, local com capacidade para 1.800 lugares. O evento será aberto a toda sociedade e para auxiliar no andamento dos trabalhos, músicos e artistas do Estado estão sendo sondados para contribuir.
As presidentes do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção GEAA-VIDA, Lydia Pellat, e do Grupo de Apoio à Adoção Manjedoura (GAAM), Doêmia Ignez Ceni Gomez, lembram que esta é a primeira vez que os dois únicos grupos de Mato Grosso do Sul se unem para preparar evento tão grandioso, com apoio da Abraminj e do Projeto Padrinho.
“Os grupos de apoio à adoção estão elaborando o projeto final e nós estamos buscando parcerias, pois o bem-estar de nossas crianças e adolescentes – principalmente os que estão nos abrigos à espera de adoção – depende de nós, cidadãos. Esperamos que desta iniciativa nasçam outros grupos de apoio à adoção comprometidos. Juntos, vamos lutar por essa causa”, disse o Des. Joenildo.


MS Notícias
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No ano de 2005, a senhora L.V.K. ingressou com ação de guarda de menor com pedido de liminar para obter a guarda de um menor indígena.
A criança, então com um ano e nove meses de idade, havia sido encaminhada à Casa Abrigo CEMA, em virtude dos maus tratos sofridos por parte dos pais biológicos, com quem residia no Assentamento dos Sem Teto, em Caarapó. As agressões foram constatadas pelo Conselho Tutelar após várias denúncias e advertências.
Em visita a cidade, L.V.K. e o seu marido, imbuídos do anseio de adotar uma criança, visitaram o abrigo e se encantaram pelo menor, levando-o para passar uns dias com eles. De acordo com a requerente, nesse período, a criança foi encaminhada para tratamento médico particular e submetida a uma série de exames que constataram desnutrição e que o seu peso estava muito inferior para a sua idade, quadro que foi revertido com alimentação balanceada e dedicação em tempo integral por parte da requerente, que vem se dedicando exclusivamente a cuidá-lo.
Os pais biológicos ingressaram com apelação por intermédio da Procuradoria Federal Especial perante a Fundação Nacional do Índio (Funai) de Dourados para reformar a sentença que deferiu o pedido de adoção na ação de guarda, que posteriormente foi transformada em ação de adoção movida pelo Ministério Público Estadual, em substituição processual a L.V.K.
Na manhã de ontem (8), a 3ª Turma Cível rejeitou por unanimidade as preliminares de incompetência absoluta da Justiça Estadual e de nulidade da sentença em primeiro grau. O relator do processo, Des. Ildeu de Souza Campos, entendeu que o fato de a Funai pretender integrar a lide, da forma e pelos meios expostos no recurso de apelação, não prorroga a competência para a Justiça Federal.
O relator destacou que a questão aqui focada trata de interesse do menor, o qual, apesar de ter origem indígena, tem interesse maior protegido pela Constituição Federal, cujo artigo 227, caput, prevê que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, a dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, colocando-os a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão. “Enquanto o filho estava no abrigo, a mãe passou mais de seis meses sem visitá-lo”, ressaltou o magistrado em seu voto.
Por unanimidade e com o parecer, a 3ª Turma Cível, negou provimento ao recurso dos pais biológicos.
Este processo está sujeito a novos recursos.
Campo Grande irá sediar mairo envento da América Latina sobre adoção

Pela primeira vez Campo Grande vai sediar o maior evento do Brasil e da América Latina em questões de adoção e em 2010 será palco do XV Encontro Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ENAPA).

As datas ainda estão definidas, mas o evento está previsto para ser realizado nos dias 20, 21 e 22 de maio. A Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj) encampou tanto a idéia que o presidente da entidade, Des. Joenildo de Souza Chaves, está auxiliando nos preparativos.
Em razão disso, representantes dos grupos de adoção de Campo Grande e de Coxim, do Projeto Padrinho e membros da Abraminj se reuniram para definir detalhes importantes para o evento.
Em consequência do grande número de pessoas que devem participar da próxima edição do Enapa, os organizadores acreditam que será necessário realizar o encontro no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, local com capacidade para 1.800 lugares. O evento será aberto a toda sociedade e para auxiliar no andamento dos trabalhos, músicos e artistas do Estado estão sendo sondados para contribuir.
As presidentes do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção GEAA-VIDA, Lydia Pellat, e do Grupo de Apoio à Adoção Manjedoura (GAAM), Doêmia Ignez Ceni Gomez, lembram que esta é a primeira vez que os dois únicos grupos de Mato Grosso do Sul se unem para preparar evento tão grandioso, com apoio da Abraminj e do Projeto Padrinho.
“Os grupos de apoio à adoção estão elaborando o projeto final e nós estamos buscando parcerias, pois o bem-estar de nossas crianças e adolescentes – principalmente os que estão nos abrigos à espera de adoção – depende de nós, cidadãos. Esperamos que desta iniciativa nasçam outros grupos de apoio à adoção comprometidos. Juntos, vamos lutar por essa causa”, disse o Des. Joenildo.


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Suspeito foi encontrado em quitinete em Itajaí.Policiais chegaram a ele monitorando conhecidos e familiares.

Policiais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam, na manhã desta terça-feira (9), em Itajaí (SC), o homem suspeito de liderar uma quadrilha envolvida no sequestro de mãe e filha na semana passada, no município de Penha (SC).
O suspeito, de 28 anos, é a mesma pessoa que ficou conhecida depois que a polícia catarinense divulgou um vídeo em que ele aparecia ensinando técnicas de assalto e agressão ao filho de 4 anos e à sobrinha de 3 anos. O rapaz era procurado desde a libertação das vítimas do sequestro, no dia 2 de junho. No período, ele esteve escondido numa quitinete, segundo a polícia. Equipes da Deic e da Central de Operações Policiais (COP) de Itajaí monitoravam familiares do suspeito há dias.
Eles notaram que muitos se dirigiam à quitinete levando mantimentos e cigarros, o que levantou suspeitas sobre a possível presença de Rafael no local. Nesta terça-feira, oito policiais invadiram a quitinete e encontraram o foragido. O suspeito pulou a janela e tentou fugir, mas foi preso.
Segundo o delegado Renato Hendges, da Deic, equipes da polícia continuarão procurando por outros integrantes da quadrilha.

Vídeo
O suspeito ficou conhecido depois que a imprensa veiculou um vídeo caseiro em que ele ensinava duas crianças a roubar. Na gravação, uma boneca era usada para representar uma vítima e um revólver de brinquedo foi colocado nas mãos de uma menina de 3 anos, sobrinha do suspeito.



G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:40  comentar

Suspeito foi encontrado em quitinete em Itajaí.Policiais chegaram a ele monitorando conhecidos e familiares.

Policiais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam, na manhã desta terça-feira (9), em Itajaí (SC), o homem suspeito de liderar uma quadrilha envolvida no sequestro de mãe e filha na semana passada, no município de Penha (SC).
O suspeito, de 28 anos, é a mesma pessoa que ficou conhecida depois que a polícia catarinense divulgou um vídeo em que ele aparecia ensinando técnicas de assalto e agressão ao filho de 4 anos e à sobrinha de 3 anos. O rapaz era procurado desde a libertação das vítimas do sequestro, no dia 2 de junho. No período, ele esteve escondido numa quitinete, segundo a polícia. Equipes da Deic e da Central de Operações Policiais (COP) de Itajaí monitoravam familiares do suspeito há dias.
Eles notaram que muitos se dirigiam à quitinete levando mantimentos e cigarros, o que levantou suspeitas sobre a possível presença de Rafael no local. Nesta terça-feira, oito policiais invadiram a quitinete e encontraram o foragido. O suspeito pulou a janela e tentou fugir, mas foi preso.
Segundo o delegado Renato Hendges, da Deic, equipes da polícia continuarão procurando por outros integrantes da quadrilha.

Vídeo
O suspeito ficou conhecido depois que a imprensa veiculou um vídeo caseiro em que ele ensinava duas crianças a roubar. Na gravação, uma boneca era usada para representar uma vítima e um revólver de brinquedo foi colocado nas mãos de uma menina de 3 anos, sobrinha do suspeito.



G1
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Suspeito foi encontrado em quitinete em Itajaí.Policiais chegaram a ele monitorando conhecidos e familiares.

Policiais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam, na manhã desta terça-feira (9), em Itajaí (SC), o homem suspeito de liderar uma quadrilha envolvida no sequestro de mãe e filha na semana passada, no município de Penha (SC).
O suspeito, de 28 anos, é a mesma pessoa que ficou conhecida depois que a polícia catarinense divulgou um vídeo em que ele aparecia ensinando técnicas de assalto e agressão ao filho de 4 anos e à sobrinha de 3 anos. O rapaz era procurado desde a libertação das vítimas do sequestro, no dia 2 de junho. No período, ele esteve escondido numa quitinete, segundo a polícia. Equipes da Deic e da Central de Operações Policiais (COP) de Itajaí monitoravam familiares do suspeito há dias.
Eles notaram que muitos se dirigiam à quitinete levando mantimentos e cigarros, o que levantou suspeitas sobre a possível presença de Rafael no local. Nesta terça-feira, oito policiais invadiram a quitinete e encontraram o foragido. O suspeito pulou a janela e tentou fugir, mas foi preso.
Segundo o delegado Renato Hendges, da Deic, equipes da polícia continuarão procurando por outros integrantes da quadrilha.

Vídeo
O suspeito ficou conhecido depois que a imprensa veiculou um vídeo caseiro em que ele ensinava duas crianças a roubar. Na gravação, uma boneca era usada para representar uma vítima e um revólver de brinquedo foi colocado nas mãos de uma menina de 3 anos, sobrinha do suspeito.



G1
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SÃO PAULO - A Justiça de Minas Gerais condenou, em caráter liminar, um casal de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a pagar imediatamente pensão alimentícia a uma menina de 8 anos devolvida ao abrigo após ser adotada. Na proposta, o Ministério Público Estadual determinou uma indenização de cem salários mínimos, além do pagamento de pensão até que ela complete 24 anos. Ainda cabe recurso.
De acordo com a decisão judicial, de 1º de junho, fica determinado o desconto de 15% do salário líquido do casal, em razão de danos morais e materiais sofridos pela criança. Quanto ao valor da indenização pedido pelo promotor de Justiça Epaminondas Costa, a juíza do caso, Édila Moreira Manosso, informou que só tomará decisão no fim da ação, após o casal ser citado, 'tomar ciência do processo e, querendo, apresentar defesa nos autos'.
O promotor conta que o casal - ambos funcionários públicos - conheceram a criança, uma menina de 8 anos, durante trabalho voluntário num abrigo de menores. Durante seis meses, eles visitaram o abrigo semanalmente. A afeição em relação à menina levou o casal à ir à Justiça pedir a guarda e a adoção.
No dia 31 de janeiro de 2008, o casal protocolou o pedido de adoção. A guarda provisória foi concedida no dia seguinte, 1º de fevereiro. Segundo o MP, a criança também tinha expressado muita alegria por conviver com o casal.
Epaminondas afirma que durante os oito meses em que a menina ficou sob guarda provisória do casal os três foram avaliados por psicóloga e assistente social. Os relatórios indicavam que tudo estava bem e a criança estava bem adaptada à nova vida.
A audiência de adoção foi realizada no dia 29 de setembro de 2008. Foi nela em que o casal simplesmente "devolveu" a criança.
- Sem mais nem menos, quando foi chamado para a audiência onde a adoção seria concretizada, o casal devolveu a menina ao juiz e disse que não tinha mais interesse em ficar com ela. Foi uma surpresa - diz o promotor.
Costa afirma que tanto a Vara da Infância e Juventude quanto a Promotoria tentaram saber qual era o motivo da devolução, inclusive para oferecer apoio psicológico ao casal, mas os dois se recusaram a dizer a razão. Também a menina não contou nada que possa ser encarado como justificativa para a atitude do casal.
O promotor afirmou que o abandono acarretou problemas para a menina. Além do sofrimento emocional evidente por ter sido rejeitada e voltar ao antigo abrigo, a criança passou a se mostrar perdida e confusa em relação à sua identidade, referindo-se a si própria ora pelo seu nome legal, ora pelo nome dado pelo casal adotivo, a quem passou a se referir como seus pais.
- Sem autorização qualquer da Justiça eles combinaram com ela a troca de nome. Quando ela voltou ao abrigo, passou a se referir a ela própria, a cada hora, com um nome diferente, o que usava antes de morar com o casal e o nome que eles deram a ela - conta.
Segundo Epaminondas, esses problemas podem acarretar "distúrbios carenciais", fazendo com que a criança fique hostil, agressiva, e descrente de relacionamentos. Além disso, pode apresentar problemas de aprendizagem.
O promotor afirma que a Justiça ficou de mãos atadas.
- Se não aceitasse a devolução, a menina iria conviver num clima de hostilidade. Ela poderia vir a sofrer humilhações ou até violência física. Quanto mais tempo ficasse com eles, pior seria - diz Epaminondas.
Agora, o abrigo onde está a menina procura uma nova família que queira adotá-la. A incógnita da devolução, porém, permanece.
Outro caso
Epaminondas diz que pesquisou e não descobriu outras ações como proposta contra o casal, mas adianta que a devolução de crianças é comum. Segundo ele, os tribunais precisam se manifestar sobre a devolução de crianças que foram adotadas.
O promotor prepara uma nova ação referente a um adolescente de 15 anos, que foi "devolvido". Segundo Epaminondas Costa, em 1999, o casal ajuizou pedido de adoção de um menino, que na época tinha sete anos, e, no mesmo ano, a guarda foi concedida. Entretanto, dois anos depois, em 2001, os pais adotivos devolveram-na ao abrigo de menores.
- O pai adotivo se referia a ele como 'negrinho'.
Neste caso, o garoto já tinha idade suficiente para saber qual era o problema no relacionamento com o casal e pode ajudar o MP a decifrar as causas da devolução.



O Globo On Line
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SÃO PAULO - A Justiça de Minas Gerais condenou, em caráter liminar, um casal de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a pagar imediatamente pensão alimentícia a uma menina de 8 anos devolvida ao abrigo após ser adotada. Na proposta, o Ministério Público Estadual determinou uma indenização de cem salários mínimos, além do pagamento de pensão até que ela complete 24 anos. Ainda cabe recurso.
De acordo com a decisão judicial, de 1º de junho, fica determinado o desconto de 15% do salário líquido do casal, em razão de danos morais e materiais sofridos pela criança. Quanto ao valor da indenização pedido pelo promotor de Justiça Epaminondas Costa, a juíza do caso, Édila Moreira Manosso, informou que só tomará decisão no fim da ação, após o casal ser citado, 'tomar ciência do processo e, querendo, apresentar defesa nos autos'.
O promotor conta que o casal - ambos funcionários públicos - conheceram a criança, uma menina de 8 anos, durante trabalho voluntário num abrigo de menores. Durante seis meses, eles visitaram o abrigo semanalmente. A afeição em relação à menina levou o casal à ir à Justiça pedir a guarda e a adoção.
No dia 31 de janeiro de 2008, o casal protocolou o pedido de adoção. A guarda provisória foi concedida no dia seguinte, 1º de fevereiro. Segundo o MP, a criança também tinha expressado muita alegria por conviver com o casal.
Epaminondas afirma que durante os oito meses em que a menina ficou sob guarda provisória do casal os três foram avaliados por psicóloga e assistente social. Os relatórios indicavam que tudo estava bem e a criança estava bem adaptada à nova vida.
A audiência de adoção foi realizada no dia 29 de setembro de 2008. Foi nela em que o casal simplesmente "devolveu" a criança.
- Sem mais nem menos, quando foi chamado para a audiência onde a adoção seria concretizada, o casal devolveu a menina ao juiz e disse que não tinha mais interesse em ficar com ela. Foi uma surpresa - diz o promotor.
Costa afirma que tanto a Vara da Infância e Juventude quanto a Promotoria tentaram saber qual era o motivo da devolução, inclusive para oferecer apoio psicológico ao casal, mas os dois se recusaram a dizer a razão. Também a menina não contou nada que possa ser encarado como justificativa para a atitude do casal.
O promotor afirmou que o abandono acarretou problemas para a menina. Além do sofrimento emocional evidente por ter sido rejeitada e voltar ao antigo abrigo, a criança passou a se mostrar perdida e confusa em relação à sua identidade, referindo-se a si própria ora pelo seu nome legal, ora pelo nome dado pelo casal adotivo, a quem passou a se referir como seus pais.
- Sem autorização qualquer da Justiça eles combinaram com ela a troca de nome. Quando ela voltou ao abrigo, passou a se referir a ela própria, a cada hora, com um nome diferente, o que usava antes de morar com o casal e o nome que eles deram a ela - conta.
Segundo Epaminondas, esses problemas podem acarretar "distúrbios carenciais", fazendo com que a criança fique hostil, agressiva, e descrente de relacionamentos. Além disso, pode apresentar problemas de aprendizagem.
O promotor afirma que a Justiça ficou de mãos atadas.
- Se não aceitasse a devolução, a menina iria conviver num clima de hostilidade. Ela poderia vir a sofrer humilhações ou até violência física. Quanto mais tempo ficasse com eles, pior seria - diz Epaminondas.
Agora, o abrigo onde está a menina procura uma nova família que queira adotá-la. A incógnita da devolução, porém, permanece.
Outro caso
Epaminondas diz que pesquisou e não descobriu outras ações como proposta contra o casal, mas adianta que a devolução de crianças é comum. Segundo ele, os tribunais precisam se manifestar sobre a devolução de crianças que foram adotadas.
O promotor prepara uma nova ação referente a um adolescente de 15 anos, que foi "devolvido". Segundo Epaminondas Costa, em 1999, o casal ajuizou pedido de adoção de um menino, que na época tinha sete anos, e, no mesmo ano, a guarda foi concedida. Entretanto, dois anos depois, em 2001, os pais adotivos devolveram-na ao abrigo de menores.
- O pai adotivo se referia a ele como 'negrinho'.
Neste caso, o garoto já tinha idade suficiente para saber qual era o problema no relacionamento com o casal e pode ajudar o MP a decifrar as causas da devolução.



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SÃO PAULO - A Justiça de Minas Gerais condenou, em caráter liminar, um casal de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a pagar imediatamente pensão alimentícia a uma menina de 8 anos devolvida ao abrigo após ser adotada. Na proposta, o Ministério Público Estadual determinou uma indenização de cem salários mínimos, além do pagamento de pensão até que ela complete 24 anos. Ainda cabe recurso.
De acordo com a decisão judicial, de 1º de junho, fica determinado o desconto de 15% do salário líquido do casal, em razão de danos morais e materiais sofridos pela criança. Quanto ao valor da indenização pedido pelo promotor de Justiça Epaminondas Costa, a juíza do caso, Édila Moreira Manosso, informou que só tomará decisão no fim da ação, após o casal ser citado, 'tomar ciência do processo e, querendo, apresentar defesa nos autos'.
O promotor conta que o casal - ambos funcionários públicos - conheceram a criança, uma menina de 8 anos, durante trabalho voluntário num abrigo de menores. Durante seis meses, eles visitaram o abrigo semanalmente. A afeição em relação à menina levou o casal à ir à Justiça pedir a guarda e a adoção.
No dia 31 de janeiro de 2008, o casal protocolou o pedido de adoção. A guarda provisória foi concedida no dia seguinte, 1º de fevereiro. Segundo o MP, a criança também tinha expressado muita alegria por conviver com o casal.
Epaminondas afirma que durante os oito meses em que a menina ficou sob guarda provisória do casal os três foram avaliados por psicóloga e assistente social. Os relatórios indicavam que tudo estava bem e a criança estava bem adaptada à nova vida.
A audiência de adoção foi realizada no dia 29 de setembro de 2008. Foi nela em que o casal simplesmente "devolveu" a criança.
- Sem mais nem menos, quando foi chamado para a audiência onde a adoção seria concretizada, o casal devolveu a menina ao juiz e disse que não tinha mais interesse em ficar com ela. Foi uma surpresa - diz o promotor.
Costa afirma que tanto a Vara da Infância e Juventude quanto a Promotoria tentaram saber qual era o motivo da devolução, inclusive para oferecer apoio psicológico ao casal, mas os dois se recusaram a dizer a razão. Também a menina não contou nada que possa ser encarado como justificativa para a atitude do casal.
O promotor afirmou que o abandono acarretou problemas para a menina. Além do sofrimento emocional evidente por ter sido rejeitada e voltar ao antigo abrigo, a criança passou a se mostrar perdida e confusa em relação à sua identidade, referindo-se a si própria ora pelo seu nome legal, ora pelo nome dado pelo casal adotivo, a quem passou a se referir como seus pais.
- Sem autorização qualquer da Justiça eles combinaram com ela a troca de nome. Quando ela voltou ao abrigo, passou a se referir a ela própria, a cada hora, com um nome diferente, o que usava antes de morar com o casal e o nome que eles deram a ela - conta.
Segundo Epaminondas, esses problemas podem acarretar "distúrbios carenciais", fazendo com que a criança fique hostil, agressiva, e descrente de relacionamentos. Além disso, pode apresentar problemas de aprendizagem.
O promotor afirma que a Justiça ficou de mãos atadas.
- Se não aceitasse a devolução, a menina iria conviver num clima de hostilidade. Ela poderia vir a sofrer humilhações ou até violência física. Quanto mais tempo ficasse com eles, pior seria - diz Epaminondas.
Agora, o abrigo onde está a menina procura uma nova família que queira adotá-la. A incógnita da devolução, porém, permanece.
Outro caso
Epaminondas diz que pesquisou e não descobriu outras ações como proposta contra o casal, mas adianta que a devolução de crianças é comum. Segundo ele, os tribunais precisam se manifestar sobre a devolução de crianças que foram adotadas.
O promotor prepara uma nova ação referente a um adolescente de 15 anos, que foi "devolvido". Segundo Epaminondas Costa, em 1999, o casal ajuizou pedido de adoção de um menino, que na época tinha sete anos, e, no mesmo ano, a guarda foi concedida. Entretanto, dois anos depois, em 2001, os pais adotivos devolveram-na ao abrigo de menores.
- O pai adotivo se referia a ele como 'negrinho'.
Neste caso, o garoto já tinha idade suficiente para saber qual era o problema no relacionamento com o casal e pode ajudar o MP a decifrar as causas da devolução.



O Globo On Line
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RIO - A Secretaria municipal de Educação informa que as escolas do Complexo da Maré estão funcionando com baixa frequência de alunos. Desde a segunda-feira da semana passada, havia problemas nos colégios da região quando traficantes da Favela Baixa do Sapateiro, com a ajuda de bandidos da Vila Cruzeiro, invadiram a Vila dos Pinheiros para tomar os pontos de venda de drogas. Em consequência disso, várias pessoas foram mortas, entre elas um policial militar e oito ficaram feridas.
Na segunda-feira, a secretaria havia informado que, ao todo, 6.898 alunos estavam sem aulas. Quatro escolas e quatro creches ficaram fechadas. Ainda de acordo com a secretaria, as aulas serão repostas.
Nesta terça-feira, a secretaria de Segurança Pública informou, por meio de nota, que recebeu uma informação pelo disque-denúncia apontando o envolvimento de policiais militares na briga de traficantes da Maré, mas isso foi "prontamente desqualificado pelos especialistas da Inteligência".



O Globo On Line
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RIO - A Secretaria municipal de Educação informa que as escolas do Complexo da Maré estão funcionando com baixa frequência de alunos. Desde a segunda-feira da semana passada, havia problemas nos colégios da região quando traficantes da Favela Baixa do Sapateiro, com a ajuda de bandidos da Vila Cruzeiro, invadiram a Vila dos Pinheiros para tomar os pontos de venda de drogas. Em consequência disso, várias pessoas foram mortas, entre elas um policial militar e oito ficaram feridas.
Na segunda-feira, a secretaria havia informado que, ao todo, 6.898 alunos estavam sem aulas. Quatro escolas e quatro creches ficaram fechadas. Ainda de acordo com a secretaria, as aulas serão repostas.
Nesta terça-feira, a secretaria de Segurança Pública informou, por meio de nota, que recebeu uma informação pelo disque-denúncia apontando o envolvimento de policiais militares na briga de traficantes da Maré, mas isso foi "prontamente desqualificado pelos especialistas da Inteligência".



O Globo On Line
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RIO - A Secretaria municipal de Educação informa que as escolas do Complexo da Maré estão funcionando com baixa frequência de alunos. Desde a segunda-feira da semana passada, havia problemas nos colégios da região quando traficantes da Favela Baixa do Sapateiro, com a ajuda de bandidos da Vila Cruzeiro, invadiram a Vila dos Pinheiros para tomar os pontos de venda de drogas. Em consequência disso, várias pessoas foram mortas, entre elas um policial militar e oito ficaram feridas.
Na segunda-feira, a secretaria havia informado que, ao todo, 6.898 alunos estavam sem aulas. Quatro escolas e quatro creches ficaram fechadas. Ainda de acordo com a secretaria, as aulas serão repostas.
Nesta terça-feira, a secretaria de Segurança Pública informou, por meio de nota, que recebeu uma informação pelo disque-denúncia apontando o envolvimento de policiais militares na briga de traficantes da Maré, mas isso foi "prontamente desqualificado pelos especialistas da Inteligência".



O Globo On Line
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O consumo de crack entre crianças e adolescentes está aumentando no Brasil e a rede pública de saúde mental não tem condições de responder ao aumento da demanda. No Brasil, os 101 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), especializados em dependência química e destinados a cuidar de pessoas de até 17 anos, não têm estrutura para atender essa população, de quase 60 milhões de crianças e adolescentes. Dados do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) revelam que a região Sul do País é onde o consumo do entorpecente é maior. Os números mostram que 1,1% da população já usou crack pelo menos uma vez na vida – percentual maior que a média nacional, de 0,7%. Em Montenegro, no Rio Grande do Sul, 2,9% da população é usuária de crack. De acordo com o secretário estadual de saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, absolutamente nada, nos dias de hoje, é mais grave que a epidemia de crack, que ele classifica como uma “chaga social”.


Estado de Minas
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:22  comentar

O consumo de crack entre crianças e adolescentes está aumentando no Brasil e a rede pública de saúde mental não tem condições de responder ao aumento da demanda. No Brasil, os 101 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), especializados em dependência química e destinados a cuidar de pessoas de até 17 anos, não têm estrutura para atender essa população, de quase 60 milhões de crianças e adolescentes. Dados do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) revelam que a região Sul do País é onde o consumo do entorpecente é maior. Os números mostram que 1,1% da população já usou crack pelo menos uma vez na vida – percentual maior que a média nacional, de 0,7%. Em Montenegro, no Rio Grande do Sul, 2,9% da população é usuária de crack. De acordo com o secretário estadual de saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, absolutamente nada, nos dias de hoje, é mais grave que a epidemia de crack, que ele classifica como uma “chaga social”.


Estado de Minas
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O consumo de crack entre crianças e adolescentes está aumentando no Brasil e a rede pública de saúde mental não tem condições de responder ao aumento da demanda. No Brasil, os 101 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), especializados em dependência química e destinados a cuidar de pessoas de até 17 anos, não têm estrutura para atender essa população, de quase 60 milhões de crianças e adolescentes. Dados do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) revelam que a região Sul do País é onde o consumo do entorpecente é maior. Os números mostram que 1,1% da população já usou crack pelo menos uma vez na vida – percentual maior que a média nacional, de 0,7%. Em Montenegro, no Rio Grande do Sul, 2,9% da população é usuária de crack. De acordo com o secretário estadual de saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, absolutamente nada, nos dias de hoje, é mais grave que a epidemia de crack, que ele classifica como uma “chaga social”.


Estado de Minas
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O deputado estadual Nivaldo Manoel (PPS) denunciou nesta terça-feira, 9, o “leilão” da virgindade, com a participação de adolescentes no município de Patos, e pediu providências do Ministério Público do Estado e da Polícia Federal. Ele lembrou que o procurador Eduardo Varandas já havia alertado sobre o problema. “Estamos reforçando na tentativa de haver uma tomada de providência”, argumentou o deputado.
Nivaldo disse ainda que não tem conhecimento de quem possa estar a frente dessa situação real, conforme considerou. “Isso é coisa que está acontecendo. Necessário se faz que a Polícia Federal investigue, até para que outras providências sejam adotadas”, enfatizou o parlamentar.
Ele afirmou que já vai comunicar esse fato ao senador Magno Malta (PR), responsável pelo combate a prostituição infantil no país. “Sem dúvida, precisamos denunciar em nível de Brasil, pois como é que se faz leilão da virgindade?”, indagou o deputado Nivaldo Manoel, que demonstrou uma certa apreensão diante desse acontecimento.



Paraíba.com.br
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:07  comentar

O deputado estadual Nivaldo Manoel (PPS) denunciou nesta terça-feira, 9, o “leilão” da virgindade, com a participação de adolescentes no município de Patos, e pediu providências do Ministério Público do Estado e da Polícia Federal. Ele lembrou que o procurador Eduardo Varandas já havia alertado sobre o problema. “Estamos reforçando na tentativa de haver uma tomada de providência”, argumentou o deputado.
Nivaldo disse ainda que não tem conhecimento de quem possa estar a frente dessa situação real, conforme considerou. “Isso é coisa que está acontecendo. Necessário se faz que a Polícia Federal investigue, até para que outras providências sejam adotadas”, enfatizou o parlamentar.
Ele afirmou que já vai comunicar esse fato ao senador Magno Malta (PR), responsável pelo combate a prostituição infantil no país. “Sem dúvida, precisamos denunciar em nível de Brasil, pois como é que se faz leilão da virgindade?”, indagou o deputado Nivaldo Manoel, que demonstrou uma certa apreensão diante desse acontecimento.



Paraíba.com.br
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O deputado estadual Nivaldo Manoel (PPS) denunciou nesta terça-feira, 9, o “leilão” da virgindade, com a participação de adolescentes no município de Patos, e pediu providências do Ministério Público do Estado e da Polícia Federal. Ele lembrou que o procurador Eduardo Varandas já havia alertado sobre o problema. “Estamos reforçando na tentativa de haver uma tomada de providência”, argumentou o deputado.
Nivaldo disse ainda que não tem conhecimento de quem possa estar a frente dessa situação real, conforme considerou. “Isso é coisa que está acontecendo. Necessário se faz que a Polícia Federal investigue, até para que outras providências sejam adotadas”, enfatizou o parlamentar.
Ele afirmou que já vai comunicar esse fato ao senador Magno Malta (PR), responsável pelo combate a prostituição infantil no país. “Sem dúvida, precisamos denunciar em nível de Brasil, pois como é que se faz leilão da virgindade?”, indagou o deputado Nivaldo Manoel, que demonstrou uma certa apreensão diante desse acontecimento.



Paraíba.com.br
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Um australiano que estava paralisado havia mais de duas décadas após ter sofrido um derrame conseguiu voltar a andar graças a um tratamento com injeções de Botox.

Russel McPhee, que tinha apenas 26 anos quando sofreu um derrame e ficou confinado a uma cadeira de rodas, diz conseguir andar até cem metros sem a ajuda de andadores.
O Botox, nome comercial da toxina botulínica, tem o efeito de relaxar a musculação, e é normalmente associado ao tratamento estético, para a eliminação de rugas de expressão.
Mas o uso da toxina botulínica já é aprovado há vários anos para o tratamento de espasmos que impedem o movimento normal de membros em vítimas de derrames e fraturas da medula espinhal ou de pacientes de esclerose múltipla.

Surpresa

O caso de McPhee surpreendeu os médicos, porém, já que normalmente o tratamento com injeção de Botox apresenta melhores resultados quando iniciado pouco após o aparecimento do problema.
Segundo o médico Nathan Johns, que tratou McPhee no centro de reabilitação St. John of God Nepean, a aplicação do Botox em pacientes de derrame normalmente ajuda a reduzir a rigidez dos membros, mas por outro lado enfraqueceria também o músculo, tornando difícil a recuperação dos movimentos.
Além disso, quanto mais tempo a pessoa fica paralisada, mais fracos estariam seus músculos. No caso de McPhee, porém, teria ajudado o fato de ele ter tentado, ao longo dos anos, se movimentar sozinho.
Apesar de nunca ter conseguido ficar mais do que poucos segundos de pé, isso teria ajudado a manter a musculação das pernas forte, ajudando no resultado do tratamento com o Botox.
Segundo Lisa Norman, diretora do St John of God Nepean, o centro vem usando a toxina botulínica nesse tipo de tratamento há cinco anos, "com variados graus de sucesso".
"Mas o que torna o caso de Russell tão único é que sua melhora foi tão dramática. Ele estabeleceu para si um objetivo de voltar a andar e estava determinado a fazer isso acontecer", disse.



BBC Brasil
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Um australiano que estava paralisado havia mais de duas décadas após ter sofrido um derrame conseguiu voltar a andar graças a um tratamento com injeções de Botox.

Russel McPhee, que tinha apenas 26 anos quando sofreu um derrame e ficou confinado a uma cadeira de rodas, diz conseguir andar até cem metros sem a ajuda de andadores.
O Botox, nome comercial da toxina botulínica, tem o efeito de relaxar a musculação, e é normalmente associado ao tratamento estético, para a eliminação de rugas de expressão.
Mas o uso da toxina botulínica já é aprovado há vários anos para o tratamento de espasmos que impedem o movimento normal de membros em vítimas de derrames e fraturas da medula espinhal ou de pacientes de esclerose múltipla.

Surpresa

O caso de McPhee surpreendeu os médicos, porém, já que normalmente o tratamento com injeção de Botox apresenta melhores resultados quando iniciado pouco após o aparecimento do problema.
Segundo o médico Nathan Johns, que tratou McPhee no centro de reabilitação St. John of God Nepean, a aplicação do Botox em pacientes de derrame normalmente ajuda a reduzir a rigidez dos membros, mas por outro lado enfraqueceria também o músculo, tornando difícil a recuperação dos movimentos.
Além disso, quanto mais tempo a pessoa fica paralisada, mais fracos estariam seus músculos. No caso de McPhee, porém, teria ajudado o fato de ele ter tentado, ao longo dos anos, se movimentar sozinho.
Apesar de nunca ter conseguido ficar mais do que poucos segundos de pé, isso teria ajudado a manter a musculação das pernas forte, ajudando no resultado do tratamento com o Botox.
Segundo Lisa Norman, diretora do St John of God Nepean, o centro vem usando a toxina botulínica nesse tipo de tratamento há cinco anos, "com variados graus de sucesso".
"Mas o que torna o caso de Russell tão único é que sua melhora foi tão dramática. Ele estabeleceu para si um objetivo de voltar a andar e estava determinado a fazer isso acontecer", disse.



BBC Brasil
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Um australiano que estava paralisado havia mais de duas décadas após ter sofrido um derrame conseguiu voltar a andar graças a um tratamento com injeções de Botox.

Russel McPhee, que tinha apenas 26 anos quando sofreu um derrame e ficou confinado a uma cadeira de rodas, diz conseguir andar até cem metros sem a ajuda de andadores.
O Botox, nome comercial da toxina botulínica, tem o efeito de relaxar a musculação, e é normalmente associado ao tratamento estético, para a eliminação de rugas de expressão.
Mas o uso da toxina botulínica já é aprovado há vários anos para o tratamento de espasmos que impedem o movimento normal de membros em vítimas de derrames e fraturas da medula espinhal ou de pacientes de esclerose múltipla.

Surpresa

O caso de McPhee surpreendeu os médicos, porém, já que normalmente o tratamento com injeção de Botox apresenta melhores resultados quando iniciado pouco após o aparecimento do problema.
Segundo o médico Nathan Johns, que tratou McPhee no centro de reabilitação St. John of God Nepean, a aplicação do Botox em pacientes de derrame normalmente ajuda a reduzir a rigidez dos membros, mas por outro lado enfraqueceria também o músculo, tornando difícil a recuperação dos movimentos.
Além disso, quanto mais tempo a pessoa fica paralisada, mais fracos estariam seus músculos. No caso de McPhee, porém, teria ajudado o fato de ele ter tentado, ao longo dos anos, se movimentar sozinho.
Apesar de nunca ter conseguido ficar mais do que poucos segundos de pé, isso teria ajudado a manter a musculação das pernas forte, ajudando no resultado do tratamento com o Botox.
Segundo Lisa Norman, diretora do St John of God Nepean, o centro vem usando a toxina botulínica nesse tipo de tratamento há cinco anos, "com variados graus de sucesso".
"Mas o que torna o caso de Russell tão único é que sua melhora foi tão dramática. Ele estabeleceu para si um objetivo de voltar a andar e estava determinado a fazer isso acontecer", disse.



BBC Brasil
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Uma exposição de fotografia nos Estados Unidos está atraindo a atenção por um motivo inusitado: todos os artistas participantes são deficientes visuais - muitos são completamente cegos.

A mostra Sight Unseen ("Vista não vista", em tradução livre), em cartaz no Museu da Fotografia da Califórnia, ligado à Universidade da Califórnia em Riverside, reúne mais de cem imagens realizadas por 12 profissionais de cinco países.
Nelas, os artistas retratam cenas do cotidiano ou saídas de suas próprias mentes.
"A maioria dos fotógrafos enxergam para fotografar. Estes artistas fotografam para enxergar", resume o curador da exibição, Douglas McCulloh.
Sight Unseen fica em cartaz até 29 de agosto.



BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:10  comentar

Uma exposição de fotografia nos Estados Unidos está atraindo a atenção por um motivo inusitado: todos os artistas participantes são deficientes visuais - muitos são completamente cegos.

A mostra Sight Unseen ("Vista não vista", em tradução livre), em cartaz no Museu da Fotografia da Califórnia, ligado à Universidade da Califórnia em Riverside, reúne mais de cem imagens realizadas por 12 profissionais de cinco países.
Nelas, os artistas retratam cenas do cotidiano ou saídas de suas próprias mentes.
"A maioria dos fotógrafos enxergam para fotografar. Estes artistas fotografam para enxergar", resume o curador da exibição, Douglas McCulloh.
Sight Unseen fica em cartaz até 29 de agosto.



BBC Brasil
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Uma exposição de fotografia nos Estados Unidos está atraindo a atenção por um motivo inusitado: todos os artistas participantes são deficientes visuais - muitos são completamente cegos.

A mostra Sight Unseen ("Vista não vista", em tradução livre), em cartaz no Museu da Fotografia da Califórnia, ligado à Universidade da Califórnia em Riverside, reúne mais de cem imagens realizadas por 12 profissionais de cinco países.
Nelas, os artistas retratam cenas do cotidiano ou saídas de suas próprias mentes.
"A maioria dos fotógrafos enxergam para fotografar. Estes artistas fotografam para enxergar", resume o curador da exibição, Douglas McCulloh.
Sight Unseen fica em cartaz até 29 de agosto.



BBC Brasil
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SÃO LUÍS - A campanha “Trabalho Infantil Doméstico: não deixe entrar na sua casa!” foi lançada hoje (9) em São Luis. O evento ocorreu no auditório do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (TRT-MA), no bairro Areinha. A ação faz parte da programação da Semana Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e é uma promoção do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FEPETIMA), com apoio do Centro de Defesa Padre Marcos Passerini e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 1,2 milhão de crianças, entre 5 e 13 anos, são vítimas de exploração do trabalho Infantil no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando se estende a faixa etária para os 17 anos, o número sobe para 5 milhões.Visando proteger as crianças do trabalho infantil doméstico, foi aprovado em 2007 a Lei nº 11.542, que institui o 12 de junho como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.



Imirante - AL
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:03  comentar


SÃO LUÍS - A campanha “Trabalho Infantil Doméstico: não deixe entrar na sua casa!” foi lançada hoje (9) em São Luis. O evento ocorreu no auditório do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (TRT-MA), no bairro Areinha. A ação faz parte da programação da Semana Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e é uma promoção do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FEPETIMA), com apoio do Centro de Defesa Padre Marcos Passerini e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 1,2 milhão de crianças, entre 5 e 13 anos, são vítimas de exploração do trabalho Infantil no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando se estende a faixa etária para os 17 anos, o número sobe para 5 milhões.Visando proteger as crianças do trabalho infantil doméstico, foi aprovado em 2007 a Lei nº 11.542, que institui o 12 de junho como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.



Imirante - AL
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SÃO LUÍS - A campanha “Trabalho Infantil Doméstico: não deixe entrar na sua casa!” foi lançada hoje (9) em São Luis. O evento ocorreu no auditório do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (TRT-MA), no bairro Areinha. A ação faz parte da programação da Semana Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e é uma promoção do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FEPETIMA), com apoio do Centro de Defesa Padre Marcos Passerini e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 1,2 milhão de crianças, entre 5 e 13 anos, são vítimas de exploração do trabalho Infantil no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando se estende a faixa etária para os 17 anos, o número sobe para 5 milhões.Visando proteger as crianças do trabalho infantil doméstico, foi aprovado em 2007 a Lei nº 11.542, que institui o 12 de junho como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.



Imirante - AL
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Procuradora da República, Neide Cardoso,sugere maior fiscalização do material nas páginas

O Ministério Público Federal encaminhou ontem ofício ao Google Brasil solicitando a retirada de “todas as expressões que induzam à prática de crimes de pedofilia e pornografia infantil” no site. A decisão foi tomada após a verificação de falhas existentes no novo programa da empresa — Google Suggest (Sugestões do Google) — que desde domingo vêm sendo reveladas por O DIA.
A nova ferramenta adotada no último dia 25 oferece até 10 sugestões de buscas antes mesmo que o usuário termine de digitar sua pesquisa. Os trechos sugeridos correspondem, segundo o Google, às frases mais pesquisadas na Web.
Impressionadas com as sugestões feitas a quem começa a pesquisar sobre ‘meninas d’ e ‘adolescentes’, por exemplo, as procuradoras da República Neide Cardoso e Daniella Dias Sueira afirmaram que vão tomar providências. Elas também destacaram a necessidade de aumentar a fiscalização sobre o material disponível nas páginas indicadas pelo site.
“Estou assustada com o que vi. Não podemos permitir que materiais como esses continuem sendo exibidos, quem dirá sugeridos numa pesquisa na Internet”, afirma a Procuradora Daniella Sueira.
“Se acesso um site e abro uma tela onde há cenas de meninas de 13, 14 ou 15 anos, enfim, de uma menor de idade transando com um adulto mesmo que seja com o seu consentimento, eu estarei assistindo a um estupro. E isso é crime”, ressalta a Procuradora Neide Cardoso.
“Quem acessa com frequência esse tipo de site, ou até mesmo mantém material pornográfico em seu computador, também pode ser indiciado por crime de pornografia infantil na Internet. Portanto a punição não é só para quem produz ou aparece nas cenas. Mas também para quem as divulga ou as guarda”, explica.
Em novembro do ano passado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aumentando a punição para estes tipos de crimes. A pena para quem produz material de pornografia infantil agora varia de 6 a 8 anos de prisão.
Para fazer denúncias de sites que divulgam material proibido é só enviar um e-mail para disquedenuncia@sedh.gov.br ou ligar para o número 100.

“Brasil está muito avançado no combate à pedofilia”

Coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, Sheila Paiva, também criticou as mudanças recentes no sistema de buscas do Google. E cobrou agilidade na solução do problema.
“O Brasil está muito avançado no combate à pornografia infantil e à pedofilia, se comparado a outros países. Mas não podemos permitir falhas como essa. É fundamental que o Google altere este sistema novo o quanto antes”, frisou Leila.
Ligado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, o Programa atua no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes em todo o Brasil. As denúncias de abusos recebidas pelo programa também seguem para a Polícia Federal.

</span>
Empresa resolverá problema detectado no programa
De acordo com as Procuradoras do Ministério Público Federal no Rio, todos os dias são enviadas novas denúncias de sites com conteúdo de pornografia infantil. As informações são repassadas à Polícia Federal, que inicia as investigações.
Procurado por nossa equipe, o diretor de comunicação do Google Brasil, Félix Ximenes, informou que todas as providências para solucionar os problemas detectados por O DIA no Suggest já estão sendo tomadas pela empresa.

“Nós não vamos nos eximir das nossas responsabilidades. Estamos com nossas equipes de engenheiros tanto no Brasil como no exterior trabalhando para fazer os ajustes necessários no programa”, disse.

BUSCAS POLÊMICAS
</span>
367 MIL RESULTADOS

Com ‘meninas de 13 anos fazendo sexo’ são apresentados a quem digita simplesmente ‘meninas d’, sem completar a frase

104 MIL RESULTADOS

Número de sites identificados pelo programa com o termo ‘adolescente nua’. Para receber esta sugestão o usuário do site só precisa digitar a palavra ‘adol’. O restante é indicado pelo Suggest



O Dia
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Procuradora da República, Neide Cardoso,sugere maior fiscalização do material nas páginas

O Ministério Público Federal encaminhou ontem ofício ao Google Brasil solicitando a retirada de “todas as expressões que induzam à prática de crimes de pedofilia e pornografia infantil” no site. A decisão foi tomada após a verificação de falhas existentes no novo programa da empresa — Google Suggest (Sugestões do Google) — que desde domingo vêm sendo reveladas por O DIA.
A nova ferramenta adotada no último dia 25 oferece até 10 sugestões de buscas antes mesmo que o usuário termine de digitar sua pesquisa. Os trechos sugeridos correspondem, segundo o Google, às frases mais pesquisadas na Web.
Impressionadas com as sugestões feitas a quem começa a pesquisar sobre ‘meninas d’ e ‘adolescentes’, por exemplo, as procuradoras da República Neide Cardoso e Daniella Dias Sueira afirmaram que vão tomar providências. Elas também destacaram a necessidade de aumentar a fiscalização sobre o material disponível nas páginas indicadas pelo site.
“Estou assustada com o que vi. Não podemos permitir que materiais como esses continuem sendo exibidos, quem dirá sugeridos numa pesquisa na Internet”, afirma a Procuradora Daniella Sueira.
“Se acesso um site e abro uma tela onde há cenas de meninas de 13, 14 ou 15 anos, enfim, de uma menor de idade transando com um adulto mesmo que seja com o seu consentimento, eu estarei assistindo a um estupro. E isso é crime”, ressalta a Procuradora Neide Cardoso.
“Quem acessa com frequência esse tipo de site, ou até mesmo mantém material pornográfico em seu computador, também pode ser indiciado por crime de pornografia infantil na Internet. Portanto a punição não é só para quem produz ou aparece nas cenas. Mas também para quem as divulga ou as guarda”, explica.
Em novembro do ano passado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aumentando a punição para estes tipos de crimes. A pena para quem produz material de pornografia infantil agora varia de 6 a 8 anos de prisão.
Para fazer denúncias de sites que divulgam material proibido é só enviar um e-mail para disquedenuncia@sedh.gov.br ou ligar para o número 100.

“Brasil está muito avançado no combate à pedofilia”

Coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, Sheila Paiva, também criticou as mudanças recentes no sistema de buscas do Google. E cobrou agilidade na solução do problema.
“O Brasil está muito avançado no combate à pornografia infantil e à pedofilia, se comparado a outros países. Mas não podemos permitir falhas como essa. É fundamental que o Google altere este sistema novo o quanto antes”, frisou Leila.
Ligado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, o Programa atua no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes em todo o Brasil. As denúncias de abusos recebidas pelo programa também seguem para a Polícia Federal.

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Empresa resolverá problema detectado no programa
De acordo com as Procuradoras do Ministério Público Federal no Rio, todos os dias são enviadas novas denúncias de sites com conteúdo de pornografia infantil. As informações são repassadas à Polícia Federal, que inicia as investigações.
Procurado por nossa equipe, o diretor de comunicação do Google Brasil, Félix Ximenes, informou que todas as providências para solucionar os problemas detectados por O DIA no Suggest já estão sendo tomadas pela empresa.

“Nós não vamos nos eximir das nossas responsabilidades. Estamos com nossas equipes de engenheiros tanto no Brasil como no exterior trabalhando para fazer os ajustes necessários no programa”, disse.

BUSCAS POLÊMICAS
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367 MIL RESULTADOS

Com ‘meninas de 13 anos fazendo sexo’ são apresentados a quem digita simplesmente ‘meninas d’, sem completar a frase

104 MIL RESULTADOS

Número de sites identificados pelo programa com o termo ‘adolescente nua’. Para receber esta sugestão o usuário do site só precisa digitar a palavra ‘adol’. O restante é indicado pelo Suggest



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Procuradora da República, Neide Cardoso,sugere maior fiscalização do material nas páginas

O Ministério Público Federal encaminhou ontem ofício ao Google Brasil solicitando a retirada de “todas as expressões que induzam à prática de crimes de pedofilia e pornografia infantil” no site. A decisão foi tomada após a verificação de falhas existentes no novo programa da empresa — Google Suggest (Sugestões do Google) — que desde domingo vêm sendo reveladas por O DIA.
A nova ferramenta adotada no último dia 25 oferece até 10 sugestões de buscas antes mesmo que o usuário termine de digitar sua pesquisa. Os trechos sugeridos correspondem, segundo o Google, às frases mais pesquisadas na Web.
Impressionadas com as sugestões feitas a quem começa a pesquisar sobre ‘meninas d’ e ‘adolescentes’, por exemplo, as procuradoras da República Neide Cardoso e Daniella Dias Sueira afirmaram que vão tomar providências. Elas também destacaram a necessidade de aumentar a fiscalização sobre o material disponível nas páginas indicadas pelo site.
“Estou assustada com o que vi. Não podemos permitir que materiais como esses continuem sendo exibidos, quem dirá sugeridos numa pesquisa na Internet”, afirma a Procuradora Daniella Sueira.
“Se acesso um site e abro uma tela onde há cenas de meninas de 13, 14 ou 15 anos, enfim, de uma menor de idade transando com um adulto mesmo que seja com o seu consentimento, eu estarei assistindo a um estupro. E isso é crime”, ressalta a Procuradora Neide Cardoso.
“Quem acessa com frequência esse tipo de site, ou até mesmo mantém material pornográfico em seu computador, também pode ser indiciado por crime de pornografia infantil na Internet. Portanto a punição não é só para quem produz ou aparece nas cenas. Mas também para quem as divulga ou as guarda”, explica.
Em novembro do ano passado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aumentando a punição para estes tipos de crimes. A pena para quem produz material de pornografia infantil agora varia de 6 a 8 anos de prisão.
Para fazer denúncias de sites que divulgam material proibido é só enviar um e-mail para disquedenuncia@sedh.gov.br ou ligar para o número 100.

“Brasil está muito avançado no combate à pedofilia”

Coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, Sheila Paiva, também criticou as mudanças recentes no sistema de buscas do Google. E cobrou agilidade na solução do problema.
“O Brasil está muito avançado no combate à pornografia infantil e à pedofilia, se comparado a outros países. Mas não podemos permitir falhas como essa. É fundamental que o Google altere este sistema novo o quanto antes”, frisou Leila.
Ligado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, o Programa atua no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes em todo o Brasil. As denúncias de abusos recebidas pelo programa também seguem para a Polícia Federal.

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Empresa resolverá problema detectado no programa
De acordo com as Procuradoras do Ministério Público Federal no Rio, todos os dias são enviadas novas denúncias de sites com conteúdo de pornografia infantil. As informações são repassadas à Polícia Federal, que inicia as investigações.
Procurado por nossa equipe, o diretor de comunicação do Google Brasil, Félix Ximenes, informou que todas as providências para solucionar os problemas detectados por O DIA no Suggest já estão sendo tomadas pela empresa.

“Nós não vamos nos eximir das nossas responsabilidades. Estamos com nossas equipes de engenheiros tanto no Brasil como no exterior trabalhando para fazer os ajustes necessários no programa”, disse.

BUSCAS POLÊMICAS
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367 MIL RESULTADOS

Com ‘meninas de 13 anos fazendo sexo’ são apresentados a quem digita simplesmente ‘meninas d’, sem completar a frase

104 MIL RESULTADOS

Número de sites identificados pelo programa com o termo ‘adolescente nua’. Para receber esta sugestão o usuário do site só precisa digitar a palavra ‘adol’. O restante é indicado pelo Suggest



O Dia
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A Aeronáutica e a Marinha informaram na manhã desta terça-feira (9) que subiu para 28 o número de corpos resgatados pela operação de buscas às vítimas do Airbus A330 da Air France, depois que a fragata Bosísio recuperou mais quatro corpos. Os corpos encontrados nesta terça-feira foram resgatados a noroeste do arquipélago de São Pedro e São Paulo, num ponto próximo ao resgate das demais vítimas.
O helicóptero Black Hawk já pousou em Fernando de Noronha com oito dos 16 corpos transportados da fragata Constituição. O helicóptero Super Puma deve pousar em breve com os outros oito corpos que estavam na fragata, afirmou a Aeronáutica.
O içamento para a aeronave sofreu atraso por conta da instabilidade do tempo na região do arquipélago. Nas áreas de busca, no entanto, as condições do tempo não atrapalham as operações, afirmaram as autoridades. "Após a preparação inicial, os corpos virão diretamente para o Recife. O tempo estimado de viagem é de uma hora.
Os corpos virão num avião Hércules C-130, com tempo de voo entre Fernando de Noronha e a base aérea do Recife é de uma hora", explica o tenente-coronel Henry Munhoz.A Marinha voltou a afirmar que a missão de resgate desta terça-feira será apenas para corpos. "Os destroços seguem no navio e serão trazidos num momento oportuno. Por enquanto, a prioridade é o resgate dos corpos", informou o capitão-de-fragata Giucemar Tabosa.Segundo Tabosa, a fragata Bosísio está com 12 corpos a bordo e vai permanecer na área de buscas até chegar a 20.
"A fragata vai aproveitar a capacidade máxima das câmaras frigoríficas. A fragata Constituição voltará, após a missão desta manhã, às áreas de buscas", informou o capitão-de-fragata.Segundo a Aeronáutica, os locais onde são realizadas as buscas serão apresentados nesta noite à imprensa.
"Estamos confeccionando um mapa esclarecedor sobre a situação dos corpos e destroços. Ele será apresentado em coletiva às 19 horas", disse Henry Munhoz.Os destroços encontrados ainda não foram identificados pela Aeronáutica brasileira. "As peças da aeronave só serão confirmadas pelo fabricante. Podemos pensar que é de uma estrutura do avião, mas precisamos prestar atenção. Não podemos dizer que peça é essa", explicou o tenente-coronel, mostrando uma imagem com o maior pedaço da aeronave encontrado até agora.
O Airbus A330 da Air France desapareceu dos radares dos controladores de voo na noite do dia 31 de maio, ao fazer o voo AF 447, do Rio de Janeiro a Paris. O acidente ocorreu quando o avião sobrevoava o oceano Atlântico.

*Com reportagem de Carlos Madeiro, em Recife

UOL Notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:12  comentar

A Aeronáutica e a Marinha informaram na manhã desta terça-feira (9) que subiu para 28 o número de corpos resgatados pela operação de buscas às vítimas do Airbus A330 da Air France, depois que a fragata Bosísio recuperou mais quatro corpos. Os corpos encontrados nesta terça-feira foram resgatados a noroeste do arquipélago de São Pedro e São Paulo, num ponto próximo ao resgate das demais vítimas.
O helicóptero Black Hawk já pousou em Fernando de Noronha com oito dos 16 corpos transportados da fragata Constituição. O helicóptero Super Puma deve pousar em breve com os outros oito corpos que estavam na fragata, afirmou a Aeronáutica.
O içamento para a aeronave sofreu atraso por conta da instabilidade do tempo na região do arquipélago. Nas áreas de busca, no entanto, as condições do tempo não atrapalham as operações, afirmaram as autoridades. "Após a preparação inicial, os corpos virão diretamente para o Recife. O tempo estimado de viagem é de uma hora.
Os corpos virão num avião Hércules C-130, com tempo de voo entre Fernando de Noronha e a base aérea do Recife é de uma hora", explica o tenente-coronel Henry Munhoz.A Marinha voltou a afirmar que a missão de resgate desta terça-feira será apenas para corpos. "Os destroços seguem no navio e serão trazidos num momento oportuno. Por enquanto, a prioridade é o resgate dos corpos", informou o capitão-de-fragata Giucemar Tabosa.Segundo Tabosa, a fragata Bosísio está com 12 corpos a bordo e vai permanecer na área de buscas até chegar a 20.
"A fragata vai aproveitar a capacidade máxima das câmaras frigoríficas. A fragata Constituição voltará, após a missão desta manhã, às áreas de buscas", informou o capitão-de-fragata.Segundo a Aeronáutica, os locais onde são realizadas as buscas serão apresentados nesta noite à imprensa.
"Estamos confeccionando um mapa esclarecedor sobre a situação dos corpos e destroços. Ele será apresentado em coletiva às 19 horas", disse Henry Munhoz.Os destroços encontrados ainda não foram identificados pela Aeronáutica brasileira. "As peças da aeronave só serão confirmadas pelo fabricante. Podemos pensar que é de uma estrutura do avião, mas precisamos prestar atenção. Não podemos dizer que peça é essa", explicou o tenente-coronel, mostrando uma imagem com o maior pedaço da aeronave encontrado até agora.
O Airbus A330 da Air France desapareceu dos radares dos controladores de voo na noite do dia 31 de maio, ao fazer o voo AF 447, do Rio de Janeiro a Paris. O acidente ocorreu quando o avião sobrevoava o oceano Atlântico.

*Com reportagem de Carlos Madeiro, em Recife

UOL Notícias
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A Aeronáutica e a Marinha informaram na manhã desta terça-feira (9) que subiu para 28 o número de corpos resgatados pela operação de buscas às vítimas do Airbus A330 da Air France, depois que a fragata Bosísio recuperou mais quatro corpos. Os corpos encontrados nesta terça-feira foram resgatados a noroeste do arquipélago de São Pedro e São Paulo, num ponto próximo ao resgate das demais vítimas.
O helicóptero Black Hawk já pousou em Fernando de Noronha com oito dos 16 corpos transportados da fragata Constituição. O helicóptero Super Puma deve pousar em breve com os outros oito corpos que estavam na fragata, afirmou a Aeronáutica.
O içamento para a aeronave sofreu atraso por conta da instabilidade do tempo na região do arquipélago. Nas áreas de busca, no entanto, as condições do tempo não atrapalham as operações, afirmaram as autoridades. "Após a preparação inicial, os corpos virão diretamente para o Recife. O tempo estimado de viagem é de uma hora.
Os corpos virão num avião Hércules C-130, com tempo de voo entre Fernando de Noronha e a base aérea do Recife é de uma hora", explica o tenente-coronel Henry Munhoz.A Marinha voltou a afirmar que a missão de resgate desta terça-feira será apenas para corpos. "Os destroços seguem no navio e serão trazidos num momento oportuno. Por enquanto, a prioridade é o resgate dos corpos", informou o capitão-de-fragata Giucemar Tabosa.Segundo Tabosa, a fragata Bosísio está com 12 corpos a bordo e vai permanecer na área de buscas até chegar a 20.
"A fragata vai aproveitar a capacidade máxima das câmaras frigoríficas. A fragata Constituição voltará, após a missão desta manhã, às áreas de buscas", informou o capitão-de-fragata.Segundo a Aeronáutica, os locais onde são realizadas as buscas serão apresentados nesta noite à imprensa.
"Estamos confeccionando um mapa esclarecedor sobre a situação dos corpos e destroços. Ele será apresentado em coletiva às 19 horas", disse Henry Munhoz.Os destroços encontrados ainda não foram identificados pela Aeronáutica brasileira. "As peças da aeronave só serão confirmadas pelo fabricante. Podemos pensar que é de uma estrutura do avião, mas precisamos prestar atenção. Não podemos dizer que peça é essa", explicou o tenente-coronel, mostrando uma imagem com o maior pedaço da aeronave encontrado até agora.
O Airbus A330 da Air France desapareceu dos radares dos controladores de voo na noite do dia 31 de maio, ao fazer o voo AF 447, do Rio de Janeiro a Paris. O acidente ocorreu quando o avião sobrevoava o oceano Atlântico.

*Com reportagem de Carlos Madeiro, em Recife

UOL Notícias
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Cerca de mil famílias vivem o drama do desaparecimento dos filhos hoje no Estado

Daiane foi buscar água para a irmã, que estava grávida. Teria entrado em uma padaria do Mercado Público de Porto Alegre e desapareceu. Graziela foi para a escola em Gravataí e não voltou. Bruno pegou a bicicleta na praia de Imara, em Imbé, para encontrar o pai no trabalho e não chegou ao seu destino.Para mães e pais, o sumiço de um filho é uma ferida sempre exposta. Um telefone que não toca, uma campainha silenciosa, uma longa e talvez infinita espera, uma vida em suspenso.Cerca de mil famílias vivem este drama hoje no Estado, como mostra a série de reportagens multimídia de Zero Hora, RBS TV e Rádio Gaúcha que vai até quinta-feira. São a versão brasileira das Mães da Praça de Maio argentina, as “loucas” que varam madrugadas à procura dos filhos desaparecidos pela ditadura. Autoridades, família ou amigos não sabem se suas crianças estão mortas ou se integram um exército invisível que vaga por aí.É o caso de Graziela Godoy, 11 anos, que desapareceu a caminho da escola em Gravataí em maio de 2006. No casebre, na Morada do Vale, ficou a mãe, Maria Alves de Souza, 51 anos. É difícil encontrá-la em casa: quando não está na Igreja rezando, a dona de casa está de plantão em frente à escola.Em março de 2007, um casal preso pela Polícia Civil de Gravataí em Minas Gerais confessou ter levado em dois anos 30 crianças e adolescentes da Região Metropolitana para outros Estados – entre eles Graziela. Destes, 29 continuam longe de casa. A garota teria sido entregue em troca de R$ 600 e encaminhada para adoção no Exterior, segundo a polícia. Mesmo assim, Maria não perde as esperanças.– Quando vocês chegaram (os repórteres), já pensei que estavam trazendo a minha filha. Sempre quando vem alguém diferente, eu já penso que vem me dar notícia boa.

*Colaboraram Cid Martins, Jocimar Farina (Rádio Gaúcha) e Fabio Almeida (RBS TV)


ZERO HORA
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Cerca de mil famílias vivem o drama do desaparecimento dos filhos hoje no Estado

Daiane foi buscar água para a irmã, que estava grávida. Teria entrado em uma padaria do Mercado Público de Porto Alegre e desapareceu. Graziela foi para a escola em Gravataí e não voltou. Bruno pegou a bicicleta na praia de Imara, em Imbé, para encontrar o pai no trabalho e não chegou ao seu destino.Para mães e pais, o sumiço de um filho é uma ferida sempre exposta. Um telefone que não toca, uma campainha silenciosa, uma longa e talvez infinita espera, uma vida em suspenso.Cerca de mil famílias vivem este drama hoje no Estado, como mostra a série de reportagens multimídia de Zero Hora, RBS TV e Rádio Gaúcha que vai até quinta-feira. São a versão brasileira das Mães da Praça de Maio argentina, as “loucas” que varam madrugadas à procura dos filhos desaparecidos pela ditadura. Autoridades, família ou amigos não sabem se suas crianças estão mortas ou se integram um exército invisível que vaga por aí.É o caso de Graziela Godoy, 11 anos, que desapareceu a caminho da escola em Gravataí em maio de 2006. No casebre, na Morada do Vale, ficou a mãe, Maria Alves de Souza, 51 anos. É difícil encontrá-la em casa: quando não está na Igreja rezando, a dona de casa está de plantão em frente à escola.Em março de 2007, um casal preso pela Polícia Civil de Gravataí em Minas Gerais confessou ter levado em dois anos 30 crianças e adolescentes da Região Metropolitana para outros Estados – entre eles Graziela. Destes, 29 continuam longe de casa. A garota teria sido entregue em troca de R$ 600 e encaminhada para adoção no Exterior, segundo a polícia. Mesmo assim, Maria não perde as esperanças.– Quando vocês chegaram (os repórteres), já pensei que estavam trazendo a minha filha. Sempre quando vem alguém diferente, eu já penso que vem me dar notícia boa.

*Colaboraram Cid Martins, Jocimar Farina (Rádio Gaúcha) e Fabio Almeida (RBS TV)


ZERO HORA
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Cerca de mil famílias vivem o drama do desaparecimento dos filhos hoje no Estado

Daiane foi buscar água para a irmã, que estava grávida. Teria entrado em uma padaria do Mercado Público de Porto Alegre e desapareceu. Graziela foi para a escola em Gravataí e não voltou. Bruno pegou a bicicleta na praia de Imara, em Imbé, para encontrar o pai no trabalho e não chegou ao seu destino.Para mães e pais, o sumiço de um filho é uma ferida sempre exposta. Um telefone que não toca, uma campainha silenciosa, uma longa e talvez infinita espera, uma vida em suspenso.Cerca de mil famílias vivem este drama hoje no Estado, como mostra a série de reportagens multimídia de Zero Hora, RBS TV e Rádio Gaúcha que vai até quinta-feira. São a versão brasileira das Mães da Praça de Maio argentina, as “loucas” que varam madrugadas à procura dos filhos desaparecidos pela ditadura. Autoridades, família ou amigos não sabem se suas crianças estão mortas ou se integram um exército invisível que vaga por aí.É o caso de Graziela Godoy, 11 anos, que desapareceu a caminho da escola em Gravataí em maio de 2006. No casebre, na Morada do Vale, ficou a mãe, Maria Alves de Souza, 51 anos. É difícil encontrá-la em casa: quando não está na Igreja rezando, a dona de casa está de plantão em frente à escola.Em março de 2007, um casal preso pela Polícia Civil de Gravataí em Minas Gerais confessou ter levado em dois anos 30 crianças e adolescentes da Região Metropolitana para outros Estados – entre eles Graziela. Destes, 29 continuam longe de casa. A garota teria sido entregue em troca de R$ 600 e encaminhada para adoção no Exterior, segundo a polícia. Mesmo assim, Maria não perde as esperanças.– Quando vocês chegaram (os repórteres), já pensei que estavam trazendo a minha filha. Sempre quando vem alguém diferente, eu já penso que vem me dar notícia boa.

*Colaboraram Cid Martins, Jocimar Farina (Rádio Gaúcha) e Fabio Almeida (RBS TV)


ZERO HORA
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O animal era um dos personagens mais queridos do campus

No colo do médico e professor de genética Renato Zamora Flores, um cão vira-lata ajudava dezenas de crianças a superarem o trauma da violência. Fascinadas pelo animal, usado em um programa de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para ajudar na terapia, elas não viam a hora de reencontrá-lo nas consultas. No sábado, o cachorro foi morto, aparentemente, com uma paulada no Campus do Vale, no bairro Agronomia, na Capital.
– Ele era tão querido que o treinei para ajudar na terapia das crianças, uma técnica muito usada pela capacidade dos animais cativarem os pequenos. Elas não contavam o problema para mim, mas para o doutor Alegria. E ele ficava quietinho no meu colo, ouvindo por mais de uma hora – lembra Flores, o primeiro a receber a notícia.
Adotado há cerca de três anos, o animal era um dos personagens mais queridos do campus. Além de auxiliar os atendimentos do Projeto Proteger – Saúde e Comportamento Violento, era parceiro durante as aulas. Alegria acompanhava o professor e, segundo ele, conquistava as alunas. Era comum o cachorro terminar as aulas no colo de alguma moça, ganhando fama de paquerador.

Funcionários suspeitam que cães estão sendo exterminados
A maior parte do dia, Alegria ficava na sala do professor. À noite, eventualmente, dormia na rua. No começo da noite de sábado, um segurança da universidade ligou para ele dizendo que o cão havia morrido. Ao voltar ao campus, o professor encontrou o cachorro com a marca de um golpe na cabeça. Com isso, tornou-se o 10º animal morto no campus em dois meses, indicando a possibilidade de um ou mais exterminadores de cães.Os casos foram registrados na 15ª Delegacia da Polícia Civil, que encaminhou o caso para a Polícia Federal por se tratar de uma área da UFRGS.– Estamos preocupados com isso. Sempre existiram animais no campus, soltos, e isso dificulta um pouco descobrir como estão sendo mortos. Vamos instalar 39 câmeras para monitorar a área, uma medida que deverá ajudar a reprimir esses e outros crimes – diz o coordenador de segurança da UFRGS, Daniel Augusto Pereira.Estudantes e funcionários choraram a morte de Alegria. Após a veiculação da notícia no Jornal do Almoço, da RBS TV, Flores recebeu dezenas de telefonemas e mensagens eletrônicas de solidariedade.– As crianças perguntavam se ele era doutor de verdade. Eu dizia que sim, que era um cãozinho doutor para quem elas podiam contar tudo – lembra o professor Flores.



Zero Hora
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O animal era um dos personagens mais queridos do campus

No colo do médico e professor de genética Renato Zamora Flores, um cão vira-lata ajudava dezenas de crianças a superarem o trauma da violência. Fascinadas pelo animal, usado em um programa de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para ajudar na terapia, elas não viam a hora de reencontrá-lo nas consultas. No sábado, o cachorro foi morto, aparentemente, com uma paulada no Campus do Vale, no bairro Agronomia, na Capital.
– Ele era tão querido que o treinei para ajudar na terapia das crianças, uma técnica muito usada pela capacidade dos animais cativarem os pequenos. Elas não contavam o problema para mim, mas para o doutor Alegria. E ele ficava quietinho no meu colo, ouvindo por mais de uma hora – lembra Flores, o primeiro a receber a notícia.
Adotado há cerca de três anos, o animal era um dos personagens mais queridos do campus. Além de auxiliar os atendimentos do Projeto Proteger – Saúde e Comportamento Violento, era parceiro durante as aulas. Alegria acompanhava o professor e, segundo ele, conquistava as alunas. Era comum o cachorro terminar as aulas no colo de alguma moça, ganhando fama de paquerador.

Funcionários suspeitam que cães estão sendo exterminados
A maior parte do dia, Alegria ficava na sala do professor. À noite, eventualmente, dormia na rua. No começo da noite de sábado, um segurança da universidade ligou para ele dizendo que o cão havia morrido. Ao voltar ao campus, o professor encontrou o cachorro com a marca de um golpe na cabeça. Com isso, tornou-se o 10º animal morto no campus em dois meses, indicando a possibilidade de um ou mais exterminadores de cães.Os casos foram registrados na 15ª Delegacia da Polícia Civil, que encaminhou o caso para a Polícia Federal por se tratar de uma área da UFRGS.– Estamos preocupados com isso. Sempre existiram animais no campus, soltos, e isso dificulta um pouco descobrir como estão sendo mortos. Vamos instalar 39 câmeras para monitorar a área, uma medida que deverá ajudar a reprimir esses e outros crimes – diz o coordenador de segurança da UFRGS, Daniel Augusto Pereira.Estudantes e funcionários choraram a morte de Alegria. Após a veiculação da notícia no Jornal do Almoço, da RBS TV, Flores recebeu dezenas de telefonemas e mensagens eletrônicas de solidariedade.– As crianças perguntavam se ele era doutor de verdade. Eu dizia que sim, que era um cãozinho doutor para quem elas podiam contar tudo – lembra o professor Flores.



Zero Hora
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O animal era um dos personagens mais queridos do campus

No colo do médico e professor de genética Renato Zamora Flores, um cão vira-lata ajudava dezenas de crianças a superarem o trauma da violência. Fascinadas pelo animal, usado em um programa de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para ajudar na terapia, elas não viam a hora de reencontrá-lo nas consultas. No sábado, o cachorro foi morto, aparentemente, com uma paulada no Campus do Vale, no bairro Agronomia, na Capital.
– Ele era tão querido que o treinei para ajudar na terapia das crianças, uma técnica muito usada pela capacidade dos animais cativarem os pequenos. Elas não contavam o problema para mim, mas para o doutor Alegria. E ele ficava quietinho no meu colo, ouvindo por mais de uma hora – lembra Flores, o primeiro a receber a notícia.
Adotado há cerca de três anos, o animal era um dos personagens mais queridos do campus. Além de auxiliar os atendimentos do Projeto Proteger – Saúde e Comportamento Violento, era parceiro durante as aulas. Alegria acompanhava o professor e, segundo ele, conquistava as alunas. Era comum o cachorro terminar as aulas no colo de alguma moça, ganhando fama de paquerador.

Funcionários suspeitam que cães estão sendo exterminados
A maior parte do dia, Alegria ficava na sala do professor. À noite, eventualmente, dormia na rua. No começo da noite de sábado, um segurança da universidade ligou para ele dizendo que o cão havia morrido. Ao voltar ao campus, o professor encontrou o cachorro com a marca de um golpe na cabeça. Com isso, tornou-se o 10º animal morto no campus em dois meses, indicando a possibilidade de um ou mais exterminadores de cães.Os casos foram registrados na 15ª Delegacia da Polícia Civil, que encaminhou o caso para a Polícia Federal por se tratar de uma área da UFRGS.– Estamos preocupados com isso. Sempre existiram animais no campus, soltos, e isso dificulta um pouco descobrir como estão sendo mortos. Vamos instalar 39 câmeras para monitorar a área, uma medida que deverá ajudar a reprimir esses e outros crimes – diz o coordenador de segurança da UFRGS, Daniel Augusto Pereira.Estudantes e funcionários choraram a morte de Alegria. Após a veiculação da notícia no Jornal do Almoço, da RBS TV, Flores recebeu dezenas de telefonemas e mensagens eletrônicas de solidariedade.– As crianças perguntavam se ele era doutor de verdade. Eu dizia que sim, que era um cãozinho doutor para quem elas podiam contar tudo – lembra o professor Flores.



Zero Hora
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A novela sobre o destino do menino S. terá novo capítulo na quarta-feira (10). O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta quarta-feira se confirma ou derruba liminar concedida na semana passada pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello que impediu a entrega do garoto para o consulado dos Estados Unidos. A expectativa no governo e no tribunal é de que a Corte casse a liminar.
Filho de uma brasileira com um americano, S., de 9 anos, vive no Brasil há cinco anos, desde que viajou de férias para o Rio com a mãe, que morreu no ano passado. O pai, David Goldman, iniciou campanha pela devolução do garoto, que mora no Rio com os avós maternos e o padrasto, João Paulo Lins e Silva, que disputa a guarda do menino com Goldman.
O caso chegou ao STF na semana passada, quando o PP protocolou uma ação pedindo a suspensão de decisão da Justiça Federal que tinha determinado a entrega de S. ao consulado americano. O partido alegou que não poderia ser desconsiderado o desejo do garoto de permanecer no Brasil com a família da mãe. Ao conceder a liminar, Marco Aurélio levou em consideração esse argumento.
Os ministros do STF decidirão se a liminar será referendada ou cassada. Segundo integrantes do tribunal, a expectativa é de que a ação do PP - arguição de descumprimento de preceito fundamental (Adpf) - seja rejeitada porque não estaria de acordo com a jurisprudência do Supremo.
Se esse for realmente o entendimento do tribunal, a liminar de Marco Aurélio perderá a validade. Na avaliação de integrantes do Supremo, esse tipo de ação não serve para contestar uma decisão judicial que envolva um caso único e específico, como o de S.. As Adpfs podem questionar atos estatais que violem preceitos da Constituição, mas que envolvam interesses da coletividade. Uma Adpf foi usada, por exemplo, para pedir o reconhecimento do direito das mulheres de interromper gestações de fetos com anencefalia.
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, já pediu para participar do processo. Em documento enviado na semana passada ao STF, Toffoli observou que o Brasil assinou a Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças. O advogado-geral afirma que os EUA enviaram um pedido expresso de cooperação ao Brasil, com base na convenção, "cujo descumprimento implica imposição de sanções ao País, além de comprometer obrigações assumidas perante a comunidade internacional".


ARGUMENTOS
Os advogados de Goldman e de Lins e Silva centram na vontade da criança os argumentos que preparam para a sessão desta terça-feira (9) do STF. Não está prevista a fala dos advogados, mas o presidente Gilmar Mendes poderá lhes conceder a palavra antes da votação.(AE)



Jornal Cruzeiro do Sul
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:16  comentar

A novela sobre o destino do menino S. terá novo capítulo na quarta-feira (10). O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta quarta-feira se confirma ou derruba liminar concedida na semana passada pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello que impediu a entrega do garoto para o consulado dos Estados Unidos. A expectativa no governo e no tribunal é de que a Corte casse a liminar.
Filho de uma brasileira com um americano, S., de 9 anos, vive no Brasil há cinco anos, desde que viajou de férias para o Rio com a mãe, que morreu no ano passado. O pai, David Goldman, iniciou campanha pela devolução do garoto, que mora no Rio com os avós maternos e o padrasto, João Paulo Lins e Silva, que disputa a guarda do menino com Goldman.
O caso chegou ao STF na semana passada, quando o PP protocolou uma ação pedindo a suspensão de decisão da Justiça Federal que tinha determinado a entrega de S. ao consulado americano. O partido alegou que não poderia ser desconsiderado o desejo do garoto de permanecer no Brasil com a família da mãe. Ao conceder a liminar, Marco Aurélio levou em consideração esse argumento.
Os ministros do STF decidirão se a liminar será referendada ou cassada. Segundo integrantes do tribunal, a expectativa é de que a ação do PP - arguição de descumprimento de preceito fundamental (Adpf) - seja rejeitada porque não estaria de acordo com a jurisprudência do Supremo.
Se esse for realmente o entendimento do tribunal, a liminar de Marco Aurélio perderá a validade. Na avaliação de integrantes do Supremo, esse tipo de ação não serve para contestar uma decisão judicial que envolva um caso único e específico, como o de S.. As Adpfs podem questionar atos estatais que violem preceitos da Constituição, mas que envolvam interesses da coletividade. Uma Adpf foi usada, por exemplo, para pedir o reconhecimento do direito das mulheres de interromper gestações de fetos com anencefalia.
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, já pediu para participar do processo. Em documento enviado na semana passada ao STF, Toffoli observou que o Brasil assinou a Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças. O advogado-geral afirma que os EUA enviaram um pedido expresso de cooperação ao Brasil, com base na convenção, "cujo descumprimento implica imposição de sanções ao País, além de comprometer obrigações assumidas perante a comunidade internacional".


ARGUMENTOS
Os advogados de Goldman e de Lins e Silva centram na vontade da criança os argumentos que preparam para a sessão desta terça-feira (9) do STF. Não está prevista a fala dos advogados, mas o presidente Gilmar Mendes poderá lhes conceder a palavra antes da votação.(AE)



Jornal Cruzeiro do Sul
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A novela sobre o destino do menino S. terá novo capítulo na quarta-feira (10). O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta quarta-feira se confirma ou derruba liminar concedida na semana passada pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello que impediu a entrega do garoto para o consulado dos Estados Unidos. A expectativa no governo e no tribunal é de que a Corte casse a liminar.
Filho de uma brasileira com um americano, S., de 9 anos, vive no Brasil há cinco anos, desde que viajou de férias para o Rio com a mãe, que morreu no ano passado. O pai, David Goldman, iniciou campanha pela devolução do garoto, que mora no Rio com os avós maternos e o padrasto, João Paulo Lins e Silva, que disputa a guarda do menino com Goldman.
O caso chegou ao STF na semana passada, quando o PP protocolou uma ação pedindo a suspensão de decisão da Justiça Federal que tinha determinado a entrega de S. ao consulado americano. O partido alegou que não poderia ser desconsiderado o desejo do garoto de permanecer no Brasil com a família da mãe. Ao conceder a liminar, Marco Aurélio levou em consideração esse argumento.
Os ministros do STF decidirão se a liminar será referendada ou cassada. Segundo integrantes do tribunal, a expectativa é de que a ação do PP - arguição de descumprimento de preceito fundamental (Adpf) - seja rejeitada porque não estaria de acordo com a jurisprudência do Supremo.
Se esse for realmente o entendimento do tribunal, a liminar de Marco Aurélio perderá a validade. Na avaliação de integrantes do Supremo, esse tipo de ação não serve para contestar uma decisão judicial que envolva um caso único e específico, como o de S.. As Adpfs podem questionar atos estatais que violem preceitos da Constituição, mas que envolvam interesses da coletividade. Uma Adpf foi usada, por exemplo, para pedir o reconhecimento do direito das mulheres de interromper gestações de fetos com anencefalia.
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, já pediu para participar do processo. Em documento enviado na semana passada ao STF, Toffoli observou que o Brasil assinou a Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças. O advogado-geral afirma que os EUA enviaram um pedido expresso de cooperação ao Brasil, com base na convenção, "cujo descumprimento implica imposição de sanções ao País, além de comprometer obrigações assumidas perante a comunidade internacional".


ARGUMENTOS
Os advogados de Goldman e de Lins e Silva centram na vontade da criança os argumentos que preparam para a sessão desta terça-feira (9) do STF. Não está prevista a fala dos advogados, mas o presidente Gilmar Mendes poderá lhes conceder a palavra antes da votação.(AE)



Jornal Cruzeiro do Sul
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Homem é preso suspeito de pedofilia em Belo Horizonte
Um homem foi preso em flagrante na tarde desta segunda-feira em Belo Horizonte. No computador pessoal dele foram encontradas imagens pornográficas envolvendo crianças.
De acordo com a Polícia Federal (PF), a prisão do suspeito foi um desdobramento da operação OPPA (Ódio, Preconceito e Pedofilia no Acesso à internet). As mensagens eletrônicas de alguns suspeitos estavam sendo monitoradas e o material pornográfico foi encontrado em uma delas.
A PF solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão e prendeu o suspeito em flagrante. O computador pessoal do homem foi levado para a perícia. O acusado foi encaminhado à penitenciária Nelson Hungria em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A operação OPPA já tinha levado a polícia a prender um grupo de internautas da Grande BH, que espalhava mensagens neonazistas na rede, no dia 29 de maio deste ano.
Portal UAI

Preso homem suspeito de pedofilia no interior de MT
Um homem de 46 anos foi preso neste fim de semana no município de Nova Nazaré (269 quilômetros de Cuiabá) por suspeita de pedofilia. O acusado teria tentado violentar um menino de 12 anos e agarrar três meninas com idade entre 12 e 13 anos.
A prisão foi feita por policiais militares no sábado (06), dentro de um quarto de hotel, na mesma data em que chegou à cidade. A PM também apreendeu no quarto dele dezenas de revistas pornográficas, além de fotografias de crianças, incluindo uma delas sem roupa.
De acordo o sargento Robisson Galvão, comandante do Núcleo da PM, o suspeito teria atraído a criança ao hotel com a promessa de dar presentes ao garoto. O suspeito teria tirado a roupa e a criança fugiu assustada, pois o homem se esqueceu de trancar a porta.
Logo em seguida, segundo o sargento, o suspeito abordou um grupo de meninas que brincava em frente a uma oficina mecânica, vizinha ao estabelecimento onde ele estava hospedado. Inicialmente, ele tentou levá-las para o quarto, mas diante da recusa o homem teria mostrado o órgão genital às garotas. Uma das vítimas, uma garota de 13 anos, contou à mãe e ela denunciou o caso à PM.
"Quando chegamos ele tentou fugir e se escondeu no quarto", contou o sargento. "Todo material pornográfico encontrado foi recolhido e encaminhado para delegacia de Polícia Civil", informou o comandante.
Segundo checagem criminal feita, o criminoso é natural de Goiânia e residente no Estado do Pará. Ele possui histórico de crimes de furto e roubo em São Paulo e já foi preso por tráfico de entorpecente. O suspeito foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania do Água Boa.
Circuito Mato Grosso

Suspeito de pedofilia é preso no município de Nova Nazaré
Um homem de 46 anos foi preso no sábado, 6, no município de Nova Nazaré, suspeito do crime de pedofilia. Ele tentou violentar um menino de 12 anos e agarrar três meninas, com idade entre 12 e 13 anos. O suspeito foi preso dentro de um quarto de hotel, no mesmo dia em que chegou à cidade. A Polícia Militar, PM, também apreendeu no quarto dele dezenas de revistas de mulheres nuas, além de fotografias de crianças sem roupa.
O sargento Robisson Galvão, comandante do Núcleo da PM, conta que o homem prometeu dar presentes ao menino, que reside próximo ao hotel, pedindo para que a criança entrasse no quarto onde estava hospedado para buscar o tal presente. Lá, ele tirou a roupa e insistiu para que o menino o masturbasse. A criança, muito assustada, conseguiu deixar o local, pois o homem havia se esquecido de trancar a porta.
Depois do ocorrido, em seguida, ele abordou um grupo de meninas que brincava em frente a uma oficina mecânica, vizinha ao hotel. Inicialmente, ele tentou levá-las para o quarto, mas, diante da recusa, passou a mostrar o órgão genital para as meninas. Uma das vítimas, uma garota de 13 anos, contou à mãe o que havia se passado e ela denunciou o caso a PM.
O sargento Galvão conta que quando chegaram ao hotel o homem tentou fugir e se escondeu no quarto. “Todo material pornográfico encontrado foi recolhido e encaminhado para delegacia de Polícia Civil”, informa.
Segundo checagem criminal feita, o criminoso é natural de Goiânia mas mora no Estado do Pará. Ele possui histórico de crimes na cidade de Nerópolis (GO) por furto e roubo. E, em São Paulo, já foi preso por tráfico de entorpecente. O suspeito foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania de Água Boa. O Núcleo da Polícia Militar de Nova Nazaré é subordinado ao 14º Batalhão, área do Comando Regional V (Barra do Garças).

Olhar Direto
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Homem é preso suspeito de pedofilia em Belo Horizonte
Um homem foi preso em flagrante na tarde desta segunda-feira em Belo Horizonte. No computador pessoal dele foram encontradas imagens pornográficas envolvendo crianças.
De acordo com a Polícia Federal (PF), a prisão do suspeito foi um desdobramento da operação OPPA (Ódio, Preconceito e Pedofilia no Acesso à internet). As mensagens eletrônicas de alguns suspeitos estavam sendo monitoradas e o material pornográfico foi encontrado em uma delas.
A PF solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão e prendeu o suspeito em flagrante. O computador pessoal do homem foi levado para a perícia. O acusado foi encaminhado à penitenciária Nelson Hungria em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A operação OPPA já tinha levado a polícia a prender um grupo de internautas da Grande BH, que espalhava mensagens neonazistas na rede, no dia 29 de maio deste ano.
Portal UAI

Preso homem suspeito de pedofilia no interior de MT
Um homem de 46 anos foi preso neste fim de semana no município de Nova Nazaré (269 quilômetros de Cuiabá) por suspeita de pedofilia. O acusado teria tentado violentar um menino de 12 anos e agarrar três meninas com idade entre 12 e 13 anos.
A prisão foi feita por policiais militares no sábado (06), dentro de um quarto de hotel, na mesma data em que chegou à cidade. A PM também apreendeu no quarto dele dezenas de revistas pornográficas, além de fotografias de crianças, incluindo uma delas sem roupa.
De acordo o sargento Robisson Galvão, comandante do Núcleo da PM, o suspeito teria atraído a criança ao hotel com a promessa de dar presentes ao garoto. O suspeito teria tirado a roupa e a criança fugiu assustada, pois o homem se esqueceu de trancar a porta.
Logo em seguida, segundo o sargento, o suspeito abordou um grupo de meninas que brincava em frente a uma oficina mecânica, vizinha ao estabelecimento onde ele estava hospedado. Inicialmente, ele tentou levá-las para o quarto, mas diante da recusa o homem teria mostrado o órgão genital às garotas. Uma das vítimas, uma garota de 13 anos, contou à mãe e ela denunciou o caso à PM.
"Quando chegamos ele tentou fugir e se escondeu no quarto", contou o sargento. "Todo material pornográfico encontrado foi recolhido e encaminhado para delegacia de Polícia Civil", informou o comandante.
Segundo checagem criminal feita, o criminoso é natural de Goiânia e residente no Estado do Pará. Ele possui histórico de crimes de furto e roubo em São Paulo e já foi preso por tráfico de entorpecente. O suspeito foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania do Água Boa.
Circuito Mato Grosso

Suspeito de pedofilia é preso no município de Nova Nazaré
Um homem de 46 anos foi preso no sábado, 6, no município de Nova Nazaré, suspeito do crime de pedofilia. Ele tentou violentar um menino de 12 anos e agarrar três meninas, com idade entre 12 e 13 anos. O suspeito foi preso dentro de um quarto de hotel, no mesmo dia em que chegou à cidade. A Polícia Militar, PM, também apreendeu no quarto dele dezenas de revistas de mulheres nuas, além de fotografias de crianças sem roupa.
O sargento Robisson Galvão, comandante do Núcleo da PM, conta que o homem prometeu dar presentes ao menino, que reside próximo ao hotel, pedindo para que a criança entrasse no quarto onde estava hospedado para buscar o tal presente. Lá, ele tirou a roupa e insistiu para que o menino o masturbasse. A criança, muito assustada, conseguiu deixar o local, pois o homem havia se esquecido de trancar a porta.
Depois do ocorrido, em seguida, ele abordou um grupo de meninas que brincava em frente a uma oficina mecânica, vizinha ao hotel. Inicialmente, ele tentou levá-las para o quarto, mas, diante da recusa, passou a mostrar o órgão genital para as meninas. Uma das vítimas, uma garota de 13 anos, contou à mãe o que havia se passado e ela denunciou o caso a PM.
O sargento Galvão conta que quando chegaram ao hotel o homem tentou fugir e se escondeu no quarto. “Todo material pornográfico encontrado foi recolhido e encaminhado para delegacia de Polícia Civil”, informa.
Segundo checagem criminal feita, o criminoso é natural de Goiânia mas mora no Estado do Pará. Ele possui histórico de crimes na cidade de Nerópolis (GO) por furto e roubo. E, em São Paulo, já foi preso por tráfico de entorpecente. O suspeito foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania de Água Boa. O Núcleo da Polícia Militar de Nova Nazaré é subordinado ao 14º Batalhão, área do Comando Regional V (Barra do Garças).

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Homem é preso suspeito de pedofilia em Belo Horizonte
Um homem foi preso em flagrante na tarde desta segunda-feira em Belo Horizonte. No computador pessoal dele foram encontradas imagens pornográficas envolvendo crianças.
De acordo com a Polícia Federal (PF), a prisão do suspeito foi um desdobramento da operação OPPA (Ódio, Preconceito e Pedofilia no Acesso à internet). As mensagens eletrônicas de alguns suspeitos estavam sendo monitoradas e o material pornográfico foi encontrado em uma delas.
A PF solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão e prendeu o suspeito em flagrante. O computador pessoal do homem foi levado para a perícia. O acusado foi encaminhado à penitenciária Nelson Hungria em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A operação OPPA já tinha levado a polícia a prender um grupo de internautas da Grande BH, que espalhava mensagens neonazistas na rede, no dia 29 de maio deste ano.
Portal UAI

Preso homem suspeito de pedofilia no interior de MT
Um homem de 46 anos foi preso neste fim de semana no município de Nova Nazaré (269 quilômetros de Cuiabá) por suspeita de pedofilia. O acusado teria tentado violentar um menino de 12 anos e agarrar três meninas com idade entre 12 e 13 anos.
A prisão foi feita por policiais militares no sábado (06), dentro de um quarto de hotel, na mesma data em que chegou à cidade. A PM também apreendeu no quarto dele dezenas de revistas pornográficas, além de fotografias de crianças, incluindo uma delas sem roupa.
De acordo o sargento Robisson Galvão, comandante do Núcleo da PM, o suspeito teria atraído a criança ao hotel com a promessa de dar presentes ao garoto. O suspeito teria tirado a roupa e a criança fugiu assustada, pois o homem se esqueceu de trancar a porta.
Logo em seguida, segundo o sargento, o suspeito abordou um grupo de meninas que brincava em frente a uma oficina mecânica, vizinha ao estabelecimento onde ele estava hospedado. Inicialmente, ele tentou levá-las para o quarto, mas diante da recusa o homem teria mostrado o órgão genital às garotas. Uma das vítimas, uma garota de 13 anos, contou à mãe e ela denunciou o caso à PM.
"Quando chegamos ele tentou fugir e se escondeu no quarto", contou o sargento. "Todo material pornográfico encontrado foi recolhido e encaminhado para delegacia de Polícia Civil", informou o comandante.
Segundo checagem criminal feita, o criminoso é natural de Goiânia e residente no Estado do Pará. Ele possui histórico de crimes de furto e roubo em São Paulo e já foi preso por tráfico de entorpecente. O suspeito foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania do Água Boa.
Circuito Mato Grosso

Suspeito de pedofilia é preso no município de Nova Nazaré
Um homem de 46 anos foi preso no sábado, 6, no município de Nova Nazaré, suspeito do crime de pedofilia. Ele tentou violentar um menino de 12 anos e agarrar três meninas, com idade entre 12 e 13 anos. O suspeito foi preso dentro de um quarto de hotel, no mesmo dia em que chegou à cidade. A Polícia Militar, PM, também apreendeu no quarto dele dezenas de revistas de mulheres nuas, além de fotografias de crianças sem roupa.
O sargento Robisson Galvão, comandante do Núcleo da PM, conta que o homem prometeu dar presentes ao menino, que reside próximo ao hotel, pedindo para que a criança entrasse no quarto onde estava hospedado para buscar o tal presente. Lá, ele tirou a roupa e insistiu para que o menino o masturbasse. A criança, muito assustada, conseguiu deixar o local, pois o homem havia se esquecido de trancar a porta.
Depois do ocorrido, em seguida, ele abordou um grupo de meninas que brincava em frente a uma oficina mecânica, vizinha ao hotel. Inicialmente, ele tentou levá-las para o quarto, mas, diante da recusa, passou a mostrar o órgão genital para as meninas. Uma das vítimas, uma garota de 13 anos, contou à mãe o que havia se passado e ela denunciou o caso a PM.
O sargento Galvão conta que quando chegaram ao hotel o homem tentou fugir e se escondeu no quarto. “Todo material pornográfico encontrado foi recolhido e encaminhado para delegacia de Polícia Civil”, informa.
Segundo checagem criminal feita, o criminoso é natural de Goiânia mas mora no Estado do Pará. Ele possui histórico de crimes na cidade de Nerópolis (GO) por furto e roubo. E, em São Paulo, já foi preso por tráfico de entorpecente. O suspeito foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania de Água Boa. O Núcleo da Polícia Militar de Nova Nazaré é subordinado ao 14º Batalhão, área do Comando Regional V (Barra do Garças).

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Na semana passada, o relator Contra Assassinatos Sumários, Phillip Alston, colocou em dúvida a redução de mortes apresentadas pelo governo

O governo brasileiro comprou briga com um relator da Organização das Nações Unidas (ONU) em torno dos números de homicídios no País. Na semana passada, o relator Contra Assassinatos Sumários, Phillip Alston, colocou em dúvida a redução de mortes apresentadas pelo governo. O Brasil chama o relator de "irresponsável".Ele esteve no Brasil em 2007 e preparou uma avaliação sobre a violência que foi divulgada na semana passada. Na quinta-feira passada, o governo brasileiro afirmou que, entre 2002 e 2007, o número de homicídios no País caiu 20%. Alston, porém, afirmou em uma conferência de imprensa ter dúvidas sobre a credibilidade dos números. O Itamaraty, em uma dura resposta, garantiu que Alston "está errado" e que existem estudos que mostram essa queda."Queremos convidar o relator a revisitar seus preconceitos e aposentar seus estereótipos que prejudicam sua avaliação objetiva sobre a realidade", afirmou a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo. Além disso, segundo o Itamaraty, ao optar por falar do Brasil à imprensa e não ao Conselho de Direitos Humanos, Alston "violou o código de conduta" dos relatores da ONU.

Agencia Estado
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:27  comentar

Na semana passada, o relator Contra Assassinatos Sumários, Phillip Alston, colocou em dúvida a redução de mortes apresentadas pelo governo

O governo brasileiro comprou briga com um relator da Organização das Nações Unidas (ONU) em torno dos números de homicídios no País. Na semana passada, o relator Contra Assassinatos Sumários, Phillip Alston, colocou em dúvida a redução de mortes apresentadas pelo governo. O Brasil chama o relator de "irresponsável".Ele esteve no Brasil em 2007 e preparou uma avaliação sobre a violência que foi divulgada na semana passada. Na quinta-feira passada, o governo brasileiro afirmou que, entre 2002 e 2007, o número de homicídios no País caiu 20%. Alston, porém, afirmou em uma conferência de imprensa ter dúvidas sobre a credibilidade dos números. O Itamaraty, em uma dura resposta, garantiu que Alston "está errado" e que existem estudos que mostram essa queda."Queremos convidar o relator a revisitar seus preconceitos e aposentar seus estereótipos que prejudicam sua avaliação objetiva sobre a realidade", afirmou a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo. Além disso, segundo o Itamaraty, ao optar por falar do Brasil à imprensa e não ao Conselho de Direitos Humanos, Alston "violou o código de conduta" dos relatores da ONU.

Agencia Estado
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Na semana passada, o relator Contra Assassinatos Sumários, Phillip Alston, colocou em dúvida a redução de mortes apresentadas pelo governo

O governo brasileiro comprou briga com um relator da Organização das Nações Unidas (ONU) em torno dos números de homicídios no País. Na semana passada, o relator Contra Assassinatos Sumários, Phillip Alston, colocou em dúvida a redução de mortes apresentadas pelo governo. O Brasil chama o relator de "irresponsável".Ele esteve no Brasil em 2007 e preparou uma avaliação sobre a violência que foi divulgada na semana passada. Na quinta-feira passada, o governo brasileiro afirmou que, entre 2002 e 2007, o número de homicídios no País caiu 20%. Alston, porém, afirmou em uma conferência de imprensa ter dúvidas sobre a credibilidade dos números. O Itamaraty, em uma dura resposta, garantiu que Alston "está errado" e que existem estudos que mostram essa queda."Queremos convidar o relator a revisitar seus preconceitos e aposentar seus estereótipos que prejudicam sua avaliação objetiva sobre a realidade", afirmou a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo. Além disso, segundo o Itamaraty, ao optar por falar do Brasil à imprensa e não ao Conselho de Direitos Humanos, Alston "violou o código de conduta" dos relatores da ONU.

Agencia Estado
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Por Flávio Lauria*

O episodio envolvendo o Exercito brasileiro em ações de segurança pública no Rio de Janeiro mostram o quadro crítico que o Brasil está vivendo. A violência está inserida no dia-a-dia do brasileiro e presente em todas as esferas sociais. Não agindo de forma discriminada, mas sim, democrática, isto é, as várias formas de violência democratizam a realidade social brasileira.Se outrora apenas a favela era sinônimo de violência, no presente condomínios de luxo, bairros nobres e casas noturnas freqüentadas por filhos de pais abastados, são também referência do cotidiano violento. Esse novo quadro permite aos pesquisadores da violência abortarem parcialmente algumas variáveis que até bem pouco tempo eram as únicas que explicavam a motivação da violência.A variável crise social foi por muito tempo aceita como a única motivadora da violência. O raciocínio era simplista, ou seja, se temos desemprego e uma má distribuição de renda temos necessariamente práticas violentas no cotidiano social. Uma outra variável que também explica de modo simplista a prática violenta é a ausência do Estado no combate à criminalidade. Essa ausência do Estado gera a impunidade dos transgressores da lei.Será que um indivíduo assalta apenas por está passando por necessidade financeira? Se a resposta é sim, como explicamos assaltos praticados por integrantes da classe média e rica brasileira, principalmente no âmbito de assaltos a carros e tráfico de drogas? Será que agressões físicas só ocorrem no interior de favelas, onde estas agressões são motivadas por alcoolismo, jogos de azar, disputa amorosa ou má educação? Se a conclusão é sim, como podemos explicar as agressões promovidas por pessoas abastadas na saída de uma casa noturna, onde uma pessoa é brutalmente espancada? Será que pura e simplesmente a presença do Estado (força policial) em bairros de baixa renda acabará com as práticas violentas neste território? Será que o desenvolvimento de políticas públicas no âmbito da geração de emprego e renda proporciona o fim das ações violentas? Será que a ação policial voltada basicamente para bairros de baixa renda permite um combate eficaz ao tráfico de drogas e consequentemente da violência?No que concerne à defesa de uma maior presença do Estado (força policial) no cotidiano da sociedade e especialmente em bairros de baixa renda deixamos de analisar uma variável complicada. Ao mesmo tempo em que cobramos uma maior presença do Estado não podemos deixar de evidenciar que as instituições estatais brasileiras estão parcialmente contaminadas por indivíduos que pregam a aplicação das leis, mas as transgridem através de práticas criminais, as quais são escondidas pelas próprias instituições de que fazem parte. Os transgressores da lei estão por todas as partes, inclusive no Estado, democratizando de forma rápida as práticas de violência em nossa sociedade.

Fonte: Portal Amazonia.com
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Por Flávio Lauria*

O episodio envolvendo o Exercito brasileiro em ações de segurança pública no Rio de Janeiro mostram o quadro crítico que o Brasil está vivendo. A violência está inserida no dia-a-dia do brasileiro e presente em todas as esferas sociais. Não agindo de forma discriminada, mas sim, democrática, isto é, as várias formas de violência democratizam a realidade social brasileira.Se outrora apenas a favela era sinônimo de violência, no presente condomínios de luxo, bairros nobres e casas noturnas freqüentadas por filhos de pais abastados, são também referência do cotidiano violento. Esse novo quadro permite aos pesquisadores da violência abortarem parcialmente algumas variáveis que até bem pouco tempo eram as únicas que explicavam a motivação da violência.A variável crise social foi por muito tempo aceita como a única motivadora da violência. O raciocínio era simplista, ou seja, se temos desemprego e uma má distribuição de renda temos necessariamente práticas violentas no cotidiano social. Uma outra variável que também explica de modo simplista a prática violenta é a ausência do Estado no combate à criminalidade. Essa ausência do Estado gera a impunidade dos transgressores da lei.Será que um indivíduo assalta apenas por está passando por necessidade financeira? Se a resposta é sim, como explicamos assaltos praticados por integrantes da classe média e rica brasileira, principalmente no âmbito de assaltos a carros e tráfico de drogas? Será que agressões físicas só ocorrem no interior de favelas, onde estas agressões são motivadas por alcoolismo, jogos de azar, disputa amorosa ou má educação? Se a conclusão é sim, como podemos explicar as agressões promovidas por pessoas abastadas na saída de uma casa noturna, onde uma pessoa é brutalmente espancada? Será que pura e simplesmente a presença do Estado (força policial) em bairros de baixa renda acabará com as práticas violentas neste território? Será que o desenvolvimento de políticas públicas no âmbito da geração de emprego e renda proporciona o fim das ações violentas? Será que a ação policial voltada basicamente para bairros de baixa renda permite um combate eficaz ao tráfico de drogas e consequentemente da violência?No que concerne à defesa de uma maior presença do Estado (força policial) no cotidiano da sociedade e especialmente em bairros de baixa renda deixamos de analisar uma variável complicada. Ao mesmo tempo em que cobramos uma maior presença do Estado não podemos deixar de evidenciar que as instituições estatais brasileiras estão parcialmente contaminadas por indivíduos que pregam a aplicação das leis, mas as transgridem através de práticas criminais, as quais são escondidas pelas próprias instituições de que fazem parte. Os transgressores da lei estão por todas as partes, inclusive no Estado, democratizando de forma rápida as práticas de violência em nossa sociedade.

Fonte: Portal Amazonia.com
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Por Flávio Lauria*

O episodio envolvendo o Exercito brasileiro em ações de segurança pública no Rio de Janeiro mostram o quadro crítico que o Brasil está vivendo. A violência está inserida no dia-a-dia do brasileiro e presente em todas as esferas sociais. Não agindo de forma discriminada, mas sim, democrática, isto é, as várias formas de violência democratizam a realidade social brasileira.Se outrora apenas a favela era sinônimo de violência, no presente condomínios de luxo, bairros nobres e casas noturnas freqüentadas por filhos de pais abastados, são também referência do cotidiano violento. Esse novo quadro permite aos pesquisadores da violência abortarem parcialmente algumas variáveis que até bem pouco tempo eram as únicas que explicavam a motivação da violência.A variável crise social foi por muito tempo aceita como a única motivadora da violência. O raciocínio era simplista, ou seja, se temos desemprego e uma má distribuição de renda temos necessariamente práticas violentas no cotidiano social. Uma outra variável que também explica de modo simplista a prática violenta é a ausência do Estado no combate à criminalidade. Essa ausência do Estado gera a impunidade dos transgressores da lei.Será que um indivíduo assalta apenas por está passando por necessidade financeira? Se a resposta é sim, como explicamos assaltos praticados por integrantes da classe média e rica brasileira, principalmente no âmbito de assaltos a carros e tráfico de drogas? Será que agressões físicas só ocorrem no interior de favelas, onde estas agressões são motivadas por alcoolismo, jogos de azar, disputa amorosa ou má educação? Se a conclusão é sim, como podemos explicar as agressões promovidas por pessoas abastadas na saída de uma casa noturna, onde uma pessoa é brutalmente espancada? Será que pura e simplesmente a presença do Estado (força policial) em bairros de baixa renda acabará com as práticas violentas neste território? Será que o desenvolvimento de políticas públicas no âmbito da geração de emprego e renda proporciona o fim das ações violentas? Será que a ação policial voltada basicamente para bairros de baixa renda permite um combate eficaz ao tráfico de drogas e consequentemente da violência?No que concerne à defesa de uma maior presença do Estado (força policial) no cotidiano da sociedade e especialmente em bairros de baixa renda deixamos de analisar uma variável complicada. Ao mesmo tempo em que cobramos uma maior presença do Estado não podemos deixar de evidenciar que as instituições estatais brasileiras estão parcialmente contaminadas por indivíduos que pregam a aplicação das leis, mas as transgridem através de práticas criminais, as quais são escondidas pelas próprias instituições de que fazem parte. Os transgressores da lei estão por todas as partes, inclusive no Estado, democratizando de forma rápida as práticas de violência em nossa sociedade.

Fonte: Portal Amazonia.com
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O documento comprova que milhares de crianças e adolescentes são vítimas desse tipo de violência, muitas delas vendidas para países estrangeiros

Segundo informe publicado ontem (02) pela seção alemã do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), um total de 150 milhões de meninas e 73 milhões de meninos com menos de 18 anos são vítimas de exploração sexual no mundo. Estatísticas da entidade, apresentadas em Berlim, revelam que centenas de milhares de crianças são vendidas a cada ano para países estrangeiros, frequentemente com objetivos de exploração sexual comercial. “Apesar dos progressos alcançados em matéria de legislação para proteger as crianças, esta situação se repete em numerosos países”, comentou o ator britânico Roger Moore, embaixador de boa vontade do Unicef. Para ele, o desenvolvimento da internet e das tecnologias provocaram uma explosão da difusão de imagens relacionadas a esse tipo de crime. Segundo as estimativas do Unicef, entre 60 mil e 100 mil crianças são vítimas do comércio sexual nas Filipinas; em Bangladesh, a média de idade das vítimas de exploração sexual é de 13 anos. Nas praias do Quênia, 150 mil crianças são exploradas, diariamente, por turistas oriundos de países mais ricos. Em outro relatório, divulgado na Índia, o Unicef informou que o número de pessoas que passam fome no sul da Ásia aumentou em 100 milhões nos últimos dois anos, um quadro agravado pela alta dos preços dos alimentos dos combustíveis e pelo desaquecimento econômico global. O documento mostra que o consumo de calorias permaneceu estagnado ou diminuiu em muitos países apesar do crescimento da renda per capita, e, com isso, quase 33% da população do sul da Ásia não têm alimentos suficientes para ingerir o mínimo de calorias recomendado para suprir as necessidades diárias.

[Folha de Pernambuco (PE) – 03/06/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

O documento comprova que milhares de crianças e adolescentes são vítimas desse tipo de violência, muitas delas vendidas para países estrangeiros

Segundo informe publicado ontem (02) pela seção alemã do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), um total de 150 milhões de meninas e 73 milhões de meninos com menos de 18 anos são vítimas de exploração sexual no mundo. Estatísticas da entidade, apresentadas em Berlim, revelam que centenas de milhares de crianças são vendidas a cada ano para países estrangeiros, frequentemente com objetivos de exploração sexual comercial. “Apesar dos progressos alcançados em matéria de legislação para proteger as crianças, esta situação se repete em numerosos países”, comentou o ator britânico Roger Moore, embaixador de boa vontade do Unicef. Para ele, o desenvolvimento da internet e das tecnologias provocaram uma explosão da difusão de imagens relacionadas a esse tipo de crime. Segundo as estimativas do Unicef, entre 60 mil e 100 mil crianças são vítimas do comércio sexual nas Filipinas; em Bangladesh, a média de idade das vítimas de exploração sexual é de 13 anos. Nas praias do Quênia, 150 mil crianças são exploradas, diariamente, por turistas oriundos de países mais ricos. Em outro relatório, divulgado na Índia, o Unicef informou que o número de pessoas que passam fome no sul da Ásia aumentou em 100 milhões nos últimos dois anos, um quadro agravado pela alta dos preços dos alimentos dos combustíveis e pelo desaquecimento econômico global. O documento mostra que o consumo de calorias permaneceu estagnado ou diminuiu em muitos países apesar do crescimento da renda per capita, e, com isso, quase 33% da população do sul da Ásia não têm alimentos suficientes para ingerir o mínimo de calorias recomendado para suprir as necessidades diárias.

[Folha de Pernambuco (PE) – 03/06/2009]
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O documento comprova que milhares de crianças e adolescentes são vítimas desse tipo de violência, muitas delas vendidas para países estrangeiros

Segundo informe publicado ontem (02) pela seção alemã do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), um total de 150 milhões de meninas e 73 milhões de meninos com menos de 18 anos são vítimas de exploração sexual no mundo. Estatísticas da entidade, apresentadas em Berlim, revelam que centenas de milhares de crianças são vendidas a cada ano para países estrangeiros, frequentemente com objetivos de exploração sexual comercial. “Apesar dos progressos alcançados em matéria de legislação para proteger as crianças, esta situação se repete em numerosos países”, comentou o ator britânico Roger Moore, embaixador de boa vontade do Unicef. Para ele, o desenvolvimento da internet e das tecnologias provocaram uma explosão da difusão de imagens relacionadas a esse tipo de crime. Segundo as estimativas do Unicef, entre 60 mil e 100 mil crianças são vítimas do comércio sexual nas Filipinas; em Bangladesh, a média de idade das vítimas de exploração sexual é de 13 anos. Nas praias do Quênia, 150 mil crianças são exploradas, diariamente, por turistas oriundos de países mais ricos. Em outro relatório, divulgado na Índia, o Unicef informou que o número de pessoas que passam fome no sul da Ásia aumentou em 100 milhões nos últimos dois anos, um quadro agravado pela alta dos preços dos alimentos dos combustíveis e pelo desaquecimento econômico global. O documento mostra que o consumo de calorias permaneceu estagnado ou diminuiu em muitos países apesar do crescimento da renda per capita, e, com isso, quase 33% da população do sul da Ásia não têm alimentos suficientes para ingerir o mínimo de calorias recomendado para suprir as necessidades diárias.

[Folha de Pernambuco (PE) – 03/06/2009]
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Pernambuco tem 20 unidades de internação que abrigam 1.406 adolescentes, mas sem oferecer as mínimas condições de higiene e educação
A situação das unidades de internação e semiliberdade que abrigam os jovens em conflito com a lei em Pernambuco é precária. Estruturas físicas precárias, cozinhas sem as mínimas condições de higiene e a ausência de aulas para adolescentes em idade escolar. Essa é a realidade de garotos e garotas que cumprem medida socioeducativa de internação, de acordo com o relatório apresentado ontem (02) pela coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude, Delane Barros, e as promotoras Catarina Gusmão e Isabela Bandeira. O estado tem 20 unidades, que abrigam 1.406 internos e semi-internos. O Ministério Público recomendou que, até o final do ano, seja regularizada a situação da educação e que haja a imediata realização de um concurso público pela Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) para a contratação de profissionais. O presidente da Funase, Alberto Vinícius Melo, garante que todas as unidades estão sendo reformadas e recuperadas. “Quanto à situação das cozinhas, já existia um estudo para se terceirizar esse serviço. Acredito que até o fim do ano, a estrutura física terá melhorado consideravelmente”, afirma. Ele disse, ainda, que, para solucionar a superlotação, novas unidades estão em construção. “Já está em processo de licitação para a elaboração de um delas em Vitória de Santo Antão e estamos construindo outro espaço em Caruaru. Recentemente, reformamos a unidade Arcoverde e a de Petrolina deverá ser finalizada em breve”, informou. Quanto à questão da falta de aulas, Alberto esclarece que será solucionada por meio de um convênio com a Secretaria de Educação do Estado. “Além do ensino regular, já há um projeto que irá oferecer cursos profissionalizantes para 800 jovens em todas as unidades”, concluiu.

[Folha de Pernambuco (PE), Júlia Veras – 03/06/2009]


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Pernambuco tem 20 unidades de internação que abrigam 1.406 adolescentes, mas sem oferecer as mínimas condições de higiene e educação
A situação das unidades de internação e semiliberdade que abrigam os jovens em conflito com a lei em Pernambuco é precária. Estruturas físicas precárias, cozinhas sem as mínimas condições de higiene e a ausência de aulas para adolescentes em idade escolar. Essa é a realidade de garotos e garotas que cumprem medida socioeducativa de internação, de acordo com o relatório apresentado ontem (02) pela coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude, Delane Barros, e as promotoras Catarina Gusmão e Isabela Bandeira. O estado tem 20 unidades, que abrigam 1.406 internos e semi-internos. O Ministério Público recomendou que, até o final do ano, seja regularizada a situação da educação e que haja a imediata realização de um concurso público pela Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) para a contratação de profissionais. O presidente da Funase, Alberto Vinícius Melo, garante que todas as unidades estão sendo reformadas e recuperadas. “Quanto à situação das cozinhas, já existia um estudo para se terceirizar esse serviço. Acredito que até o fim do ano, a estrutura física terá melhorado consideravelmente”, afirma. Ele disse, ainda, que, para solucionar a superlotação, novas unidades estão em construção. “Já está em processo de licitação para a elaboração de um delas em Vitória de Santo Antão e estamos construindo outro espaço em Caruaru. Recentemente, reformamos a unidade Arcoverde e a de Petrolina deverá ser finalizada em breve”, informou. Quanto à questão da falta de aulas, Alberto esclarece que será solucionada por meio de um convênio com a Secretaria de Educação do Estado. “Além do ensino regular, já há um projeto que irá oferecer cursos profissionalizantes para 800 jovens em todas as unidades”, concluiu.

[Folha de Pernambuco (PE), Júlia Veras – 03/06/2009]


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Pernambuco tem 20 unidades de internação que abrigam 1.406 adolescentes, mas sem oferecer as mínimas condições de higiene e educação
A situação das unidades de internação e semiliberdade que abrigam os jovens em conflito com a lei em Pernambuco é precária. Estruturas físicas precárias, cozinhas sem as mínimas condições de higiene e a ausência de aulas para adolescentes em idade escolar. Essa é a realidade de garotos e garotas que cumprem medida socioeducativa de internação, de acordo com o relatório apresentado ontem (02) pela coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude, Delane Barros, e as promotoras Catarina Gusmão e Isabela Bandeira. O estado tem 20 unidades, que abrigam 1.406 internos e semi-internos. O Ministério Público recomendou que, até o final do ano, seja regularizada a situação da educação e que haja a imediata realização de um concurso público pela Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) para a contratação de profissionais. O presidente da Funase, Alberto Vinícius Melo, garante que todas as unidades estão sendo reformadas e recuperadas. “Quanto à situação das cozinhas, já existia um estudo para se terceirizar esse serviço. Acredito que até o fim do ano, a estrutura física terá melhorado consideravelmente”, afirma. Ele disse, ainda, que, para solucionar a superlotação, novas unidades estão em construção. “Já está em processo de licitação para a elaboração de um delas em Vitória de Santo Antão e estamos construindo outro espaço em Caruaru. Recentemente, reformamos a unidade Arcoverde e a de Petrolina deverá ser finalizada em breve”, informou. Quanto à questão da falta de aulas, Alberto esclarece que será solucionada por meio de um convênio com a Secretaria de Educação do Estado. “Além do ensino regular, já há um projeto que irá oferecer cursos profissionalizantes para 800 jovens em todas as unidades”, concluiu.

[Folha de Pernambuco (PE), Júlia Veras – 03/06/2009]


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”Os fogos de artifícios não deverão ser armazenados em locais quentes e no alcance de criança”, alertou o comandante

Bandeirinhas, fogueira, quadrilha, vestido florido, vinho quente, quentão e fogos de artifício são típicos de festas de São João realizadas no mês de junho. Diante da periculosidade dos artefatos, o comandante do Posto de Bombeiros de Catanduva, José Luciano Val, profere algumas orientações acerca de riscos que os fogos de artifícios podem causar.
Antes de falar sobre os fogos, o comandante recomenda que a população não compre nem solte fogos de artifício e que busquem outras formas de diversão e comemoração, seja em festas juninas ou para expressar emoção quando o time de futebol faz gol ou ganha partidas e campeonatos.
A recomendação do comandante é seguir a instrução do fabricante e fazer o procedimento correto e respeitar a idade descrita contido na embalagem dos fogos.
O comandante disse que os fogos de artifícios não deverão ser armazenados em locais quentes e no alcance de criança. “Na hora da soltura, não direcionar a outras pessoas e não ingerir bebidas alcoólicas antes de soltar fogos. Caso a bomba não estoure, a pessoa deverá descartá-la e não tentar reaproveitar ou insistir na soltura. E, em casos de bateria de fogos contratar empresa responsável”, informou.
Segundo Val, a população não deve em hipótese alguma fabricar artefatos caseiros, pois o risco é ainda maior. “O problema maior é quando há defeito de fabricação na bomba. As lesões provocadas por soltura de fogos de artifícios são: queimaduras nas mãos, rosto e tórax. Dependendo a quantidade de pólvora existente na bomba, a pessoa poderá perder o braço e até a vida, em casos de lesões graves”, alertou.

Por Suélen Petek
Portal Notícia da Manhã
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”Os fogos de artifícios não deverão ser armazenados em locais quentes e no alcance de criança”, alertou o comandante

Bandeirinhas, fogueira, quadrilha, vestido florido, vinho quente, quentão e fogos de artifício são típicos de festas de São João realizadas no mês de junho. Diante da periculosidade dos artefatos, o comandante do Posto de Bombeiros de Catanduva, José Luciano Val, profere algumas orientações acerca de riscos que os fogos de artifícios podem causar.
Antes de falar sobre os fogos, o comandante recomenda que a população não compre nem solte fogos de artifício e que busquem outras formas de diversão e comemoração, seja em festas juninas ou para expressar emoção quando o time de futebol faz gol ou ganha partidas e campeonatos.
A recomendação do comandante é seguir a instrução do fabricante e fazer o procedimento correto e respeitar a idade descrita contido na embalagem dos fogos.
O comandante disse que os fogos de artifícios não deverão ser armazenados em locais quentes e no alcance de criança. “Na hora da soltura, não direcionar a outras pessoas e não ingerir bebidas alcoólicas antes de soltar fogos. Caso a bomba não estoure, a pessoa deverá descartá-la e não tentar reaproveitar ou insistir na soltura. E, em casos de bateria de fogos contratar empresa responsável”, informou.
Segundo Val, a população não deve em hipótese alguma fabricar artefatos caseiros, pois o risco é ainda maior. “O problema maior é quando há defeito de fabricação na bomba. As lesões provocadas por soltura de fogos de artifícios são: queimaduras nas mãos, rosto e tórax. Dependendo a quantidade de pólvora existente na bomba, a pessoa poderá perder o braço e até a vida, em casos de lesões graves”, alertou.

Por Suélen Petek
Portal Notícia da Manhã
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”Os fogos de artifícios não deverão ser armazenados em locais quentes e no alcance de criança”, alertou o comandante

Bandeirinhas, fogueira, quadrilha, vestido florido, vinho quente, quentão e fogos de artifício são típicos de festas de São João realizadas no mês de junho. Diante da periculosidade dos artefatos, o comandante do Posto de Bombeiros de Catanduva, José Luciano Val, profere algumas orientações acerca de riscos que os fogos de artifícios podem causar.
Antes de falar sobre os fogos, o comandante recomenda que a população não compre nem solte fogos de artifício e que busquem outras formas de diversão e comemoração, seja em festas juninas ou para expressar emoção quando o time de futebol faz gol ou ganha partidas e campeonatos.
A recomendação do comandante é seguir a instrução do fabricante e fazer o procedimento correto e respeitar a idade descrita contido na embalagem dos fogos.
O comandante disse que os fogos de artifícios não deverão ser armazenados em locais quentes e no alcance de criança. “Na hora da soltura, não direcionar a outras pessoas e não ingerir bebidas alcoólicas antes de soltar fogos. Caso a bomba não estoure, a pessoa deverá descartá-la e não tentar reaproveitar ou insistir na soltura. E, em casos de bateria de fogos contratar empresa responsável”, informou.
Segundo Val, a população não deve em hipótese alguma fabricar artefatos caseiros, pois o risco é ainda maior. “O problema maior é quando há defeito de fabricação na bomba. As lesões provocadas por soltura de fogos de artifícios são: queimaduras nas mãos, rosto e tórax. Dependendo a quantidade de pólvora existente na bomba, a pessoa poderá perder o braço e até a vida, em casos de lesões graves”, alertou.

Por Suélen Petek
Portal Notícia da Manhã
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Os municípios da região que tiveram áreas desapropriadas para a construção de presídios têm se manifestado contra a implantação das unidades prisionais. Assim como Porto Feliz, Itapetininga, Capela do Alto e Mairinque, também buscam alternativas para o problema. Da região, apenas Votorantim, que abrigará um Centro de Detenção Provisória (CDP) Feminino, vê com bons olhos a implantação da unidade, já que irá desafogar a Cadeia Pública Feminina, que há anos enfrenta o problema da superlotação.Com medidas menos enfáticas do que a tomada pelo prefeito de Porto Feliz, Claudio Maffei, que no mês passado foi a pé até a Capital, protestar contra a instalação do Centro de Progressão Penitenciária (CPP); os representantes dos municípios garantem que não estão parados. Itapetininga, informou via assessoria de imprensa do Executivo, que o prefeito Roberto Ramalho (PMDB) tem negociado nas esferas políticas para que o Governo do Estado desista da construção do presídio na cidade. A justificativa é o fato do município já abrigar outras cinco unidades prisionais - três penitenciárias, um centro de ressocialização feminino e outro para adolescentes. Capela do Alto, que deve receber dois novos presídios, informou que está reunindo argumentos para entrar com ação judicial contra a medida do governo. Já Mairinque, informou que a Prefeitura tem reunido forças com políticos da região também evitar a instalação de uma unidade no município.Em Porto FelizPorto Feliz conquistou nesta semana a primeira vitória na luta contra o Governo do Estado com a liminar concedida em primeira instância que suspende o decreto estadual que desapropria a área para a construção da unidade prisional. Tanto a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SAP) quanto a Secretaria de Estado da Casa Civil informaram que não foram oficiadas sobre a liminar expedida pela juíza de Porto Feliz e que por isso não iriam se manifestar sobre o assunto. Nesta semana também, o prefeito de Porto Feliz, Cláudio Maffei (PT), protocolou a negativa à Certidão de Uso e Ocupação do Solo à Secretária de Administração Penitenciária (SAP) requisitada pelo Governo do Estado no dia 27 de março último. Naquele local não pode ser construído um presídio, já que a APA (Área de Preservação Ambiental) do Engenho D‘Água é uma reserva estratégica de recursos hídricos que poderá ser usada futuramente no abastecimento da cidade, salientou Maffei. Além disso, o prefeito e técnicos da Prefeitura estiveram na APA do Engenho D‘Água na última terça-feira, onde constataram visualmente a existência de duas vertentes no local. No mapa apresentado pela diretoria de Meio Ambiente já constam essas vertentes, mas assim mesmo a Prefeitura irá demarcar, documentar e fotografar a área.Plano do governoO plano de expansão do sistema penitenciário do Governo do Estado prevê a implantação de 49 novas unidades em São Paulo, que vão criar mais de 39 mil vagas, com investimento de R$ 1,5 bilhão. Serão gerados ainda 13.190 novos empregos públicos, entre área administrativa e de saúde e agentes de segurança penitenciária.Entre os novos presídios haverá 12 Centros de Detenção Provisória masculinos, nos quais serão abrigados presos que aguardam julgamento; 7 Centros de Progressão Penitenciária, para os que estão em regime de prisão semiaberta; 8 Penitenciárias Femininas, com instalações adequadas para mulheres condenadas em regimes fechado e semiaberto, ou aguardando condenação; e 22 Penitenciárias Masculinas, para presos condenados em regime fechado.Segundo informações da Secretaria de Estado da Casa Civil, a distribuição geográfica das 49 novas unidades, e também as suas especificidades, são estratégicas e levam em conta as necessidades de cada região do Estado. Elas serão construídas em áreas distantes dos centros urbanos. Por se tratar de prédios novos e modernos, terão equipamentos de segurança de altíssima tecnologia, que irão coibir a entrada de armas e o uso de telefones celulares.
Fonte: Elizabeth Misciasci
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Os municípios da região que tiveram áreas desapropriadas para a construção de presídios têm se manifestado contra a implantação das unidades prisionais. Assim como Porto Feliz, Itapetininga, Capela do Alto e Mairinque, também buscam alternativas para o problema. Da região, apenas Votorantim, que abrigará um Centro de Detenção Provisória (CDP) Feminino, vê com bons olhos a implantação da unidade, já que irá desafogar a Cadeia Pública Feminina, que há anos enfrenta o problema da superlotação.Com medidas menos enfáticas do que a tomada pelo prefeito de Porto Feliz, Claudio Maffei, que no mês passado foi a pé até a Capital, protestar contra a instalação do Centro de Progressão Penitenciária (CPP); os representantes dos municípios garantem que não estão parados. Itapetininga, informou via assessoria de imprensa do Executivo, que o prefeito Roberto Ramalho (PMDB) tem negociado nas esferas políticas para que o Governo do Estado desista da construção do presídio na cidade. A justificativa é o fato do município já abrigar outras cinco unidades prisionais - três penitenciárias, um centro de ressocialização feminino e outro para adolescentes. Capela do Alto, que deve receber dois novos presídios, informou que está reunindo argumentos para entrar com ação judicial contra a medida do governo. Já Mairinque, informou que a Prefeitura tem reunido forças com políticos da região também evitar a instalação de uma unidade no município.Em Porto FelizPorto Feliz conquistou nesta semana a primeira vitória na luta contra o Governo do Estado com a liminar concedida em primeira instância que suspende o decreto estadual que desapropria a área para a construção da unidade prisional. Tanto a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SAP) quanto a Secretaria de Estado da Casa Civil informaram que não foram oficiadas sobre a liminar expedida pela juíza de Porto Feliz e que por isso não iriam se manifestar sobre o assunto. Nesta semana também, o prefeito de Porto Feliz, Cláudio Maffei (PT), protocolou a negativa à Certidão de Uso e Ocupação do Solo à Secretária de Administração Penitenciária (SAP) requisitada pelo Governo do Estado no dia 27 de março último. Naquele local não pode ser construído um presídio, já que a APA (Área de Preservação Ambiental) do Engenho D‘Água é uma reserva estratégica de recursos hídricos que poderá ser usada futuramente no abastecimento da cidade, salientou Maffei. Além disso, o prefeito e técnicos da Prefeitura estiveram na APA do Engenho D‘Água na última terça-feira, onde constataram visualmente a existência de duas vertentes no local. No mapa apresentado pela diretoria de Meio Ambiente já constam essas vertentes, mas assim mesmo a Prefeitura irá demarcar, documentar e fotografar a área.Plano do governoO plano de expansão do sistema penitenciário do Governo do Estado prevê a implantação de 49 novas unidades em São Paulo, que vão criar mais de 39 mil vagas, com investimento de R$ 1,5 bilhão. Serão gerados ainda 13.190 novos empregos públicos, entre área administrativa e de saúde e agentes de segurança penitenciária.Entre os novos presídios haverá 12 Centros de Detenção Provisória masculinos, nos quais serão abrigados presos que aguardam julgamento; 7 Centros de Progressão Penitenciária, para os que estão em regime de prisão semiaberta; 8 Penitenciárias Femininas, com instalações adequadas para mulheres condenadas em regimes fechado e semiaberto, ou aguardando condenação; e 22 Penitenciárias Masculinas, para presos condenados em regime fechado.Segundo informações da Secretaria de Estado da Casa Civil, a distribuição geográfica das 49 novas unidades, e também as suas especificidades, são estratégicas e levam em conta as necessidades de cada região do Estado. Elas serão construídas em áreas distantes dos centros urbanos. Por se tratar de prédios novos e modernos, terão equipamentos de segurança de altíssima tecnologia, que irão coibir a entrada de armas e o uso de telefones celulares.
Fonte: Elizabeth Misciasci
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Os municípios da região que tiveram áreas desapropriadas para a construção de presídios têm se manifestado contra a implantação das unidades prisionais. Assim como Porto Feliz, Itapetininga, Capela do Alto e Mairinque, também buscam alternativas para o problema. Da região, apenas Votorantim, que abrigará um Centro de Detenção Provisória (CDP) Feminino, vê com bons olhos a implantação da unidade, já que irá desafogar a Cadeia Pública Feminina, que há anos enfrenta o problema da superlotação.Com medidas menos enfáticas do que a tomada pelo prefeito de Porto Feliz, Claudio Maffei, que no mês passado foi a pé até a Capital, protestar contra a instalação do Centro de Progressão Penitenciária (CPP); os representantes dos municípios garantem que não estão parados. Itapetininga, informou via assessoria de imprensa do Executivo, que o prefeito Roberto Ramalho (PMDB) tem negociado nas esferas políticas para que o Governo do Estado desista da construção do presídio na cidade. A justificativa é o fato do município já abrigar outras cinco unidades prisionais - três penitenciárias, um centro de ressocialização feminino e outro para adolescentes. Capela do Alto, que deve receber dois novos presídios, informou que está reunindo argumentos para entrar com ação judicial contra a medida do governo. Já Mairinque, informou que a Prefeitura tem reunido forças com políticos da região também evitar a instalação de uma unidade no município.Em Porto FelizPorto Feliz conquistou nesta semana a primeira vitória na luta contra o Governo do Estado com a liminar concedida em primeira instância que suspende o decreto estadual que desapropria a área para a construção da unidade prisional. Tanto a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SAP) quanto a Secretaria de Estado da Casa Civil informaram que não foram oficiadas sobre a liminar expedida pela juíza de Porto Feliz e que por isso não iriam se manifestar sobre o assunto. Nesta semana também, o prefeito de Porto Feliz, Cláudio Maffei (PT), protocolou a negativa à Certidão de Uso e Ocupação do Solo à Secretária de Administração Penitenciária (SAP) requisitada pelo Governo do Estado no dia 27 de março último. Naquele local não pode ser construído um presídio, já que a APA (Área de Preservação Ambiental) do Engenho D‘Água é uma reserva estratégica de recursos hídricos que poderá ser usada futuramente no abastecimento da cidade, salientou Maffei. Além disso, o prefeito e técnicos da Prefeitura estiveram na APA do Engenho D‘Água na última terça-feira, onde constataram visualmente a existência de duas vertentes no local. No mapa apresentado pela diretoria de Meio Ambiente já constam essas vertentes, mas assim mesmo a Prefeitura irá demarcar, documentar e fotografar a área.Plano do governoO plano de expansão do sistema penitenciário do Governo do Estado prevê a implantação de 49 novas unidades em São Paulo, que vão criar mais de 39 mil vagas, com investimento de R$ 1,5 bilhão. Serão gerados ainda 13.190 novos empregos públicos, entre área administrativa e de saúde e agentes de segurança penitenciária.Entre os novos presídios haverá 12 Centros de Detenção Provisória masculinos, nos quais serão abrigados presos que aguardam julgamento; 7 Centros de Progressão Penitenciária, para os que estão em regime de prisão semiaberta; 8 Penitenciárias Femininas, com instalações adequadas para mulheres condenadas em regimes fechado e semiaberto, ou aguardando condenação; e 22 Penitenciárias Masculinas, para presos condenados em regime fechado.Segundo informações da Secretaria de Estado da Casa Civil, a distribuição geográfica das 49 novas unidades, e também as suas especificidades, são estratégicas e levam em conta as necessidades de cada região do Estado. Elas serão construídas em áreas distantes dos centros urbanos. Por se tratar de prédios novos e modernos, terão equipamentos de segurança de altíssima tecnologia, que irão coibir a entrada de armas e o uso de telefones celulares.
Fonte: Elizabeth Misciasci
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*Marilena Flores Martins

Todo mundo precisa brincar, faz parte do crescimento. Crianças necessitam de diferentes oportunidades de brincar. Brincar faz com que as crianças mudem cada estágio do seu desenvolvimento naturalmente, permitindo-lhes fazer amigos, resolver dificuldades, seguir seus instintos, pensar e aprender com os outros. Brincar, ao lado da satisfação das necessidades básicas de: nutrição, saúde, habitação e educação, é uma atividade fundamental para o desenvolvimento das capacidades potenciais de todas as crianças.
Pais e mães preocupam-se com o futuro dos seus filhos, principalmente em questões como o sucesso profissional, o desenvolvimento saudável e as habilidades sociais, como base para a felicidade. O importante é saber que brincar faz seus filhos mais felizes e que a criança que brinca fica mais esperta, aprende com mais facilidade e se torna um adulto mais realizado. As brincadeiras ajudam a criança a relacionar-se melhor com os outros, desenvolvem a sua criatividade, fazendo-as mais tranqüilas e inteligentes.
Ao atender as crianças em suas necessidades estaremos tornando-as resilientes. A resiliência é a capacidade de se recuperar e se superar psicologicamente e de ter um bom desempenho socialmente aceitável, apesar de alguma forma de tensão ou adversidade, provenientes de circunstâncias externas negativas. Os pilares da resiliência são: o Afeto, a Aceitação Incondicional, a Descoberta do Significado, as Habilidades Sociais, o Humor e a Auto-Estima.
Toda criança precisa de, pelo menos, um adulto que a aceite, incondicionalmente. Quando as crianças e os adultos estão brincando juntos demonstram o seu afeto e expressam a aceitação incondicional: não há outro motivo para desfrutar, a não ser a presença de um pelo outro, sendo um, parte da vida do outro e pertencendo um ao outro.
Um ambiente afetuoso e a aceitação incondicional desenvolvem a auto-estima, que é o sentimento de estar bem consigo mesmo. Enquanto brincam, as crianças recebem continuamente informações sobre quem elas são; avaliam umas às outras e a si próprias. Portanto elas estão desenvolvendo a auto-estima.
As crianças precisam ter experiências em que elas possam descobrir o significado de suas vidas, o significado de viver neste mundo, o significado das relações interpessoais. Brincar é o estímulo que ajuda a criança a construir o seu projeto de vida.
As habilidades sociais como: conviver em grupo, capacidade de negociação, tolerância às diferenças são aquelas que tornam possível a nossa vida em sociedade, contribuindo para o nosso desempenho pessoal e profissional. Brincando, as crianças desenvolvem essas habilidades naturalmente.
O humor é a capacidade que temos de rir dos nossos próprios erros e nos ajuda a ir em frente, levando a vida como se ela fosse uma brincadeira. Além disso contribui para o equilibrio emocional das pessoas e para o desenvolvimento da Paz.
Visão IPA Brasil*
As crianças sempre brincaram ao longo da história e em todas as culturas porque:
• Brincar é comunicação e expressão, associando pensamento e ação criadora.
• Brincar é um ato instintivo voluntário e espontâneo.
• Brincar é uma atividade natural e exploratória e ajuda as crianças no seu desenvolvimento físico, mental, emocional e social.
• Brincar é o testemunho vivo do imaginário e da cultura da criança.
• Brincar é uma meio de aprender a viver e não um mero passatempo.
• Brincar é um instrumento pelo qual os seres humanos e os animais exploram
uma variedade de experiências em diferentes situações, para diversos propósitos.

Brincar é para toda a vida!

* Marilena Flores Martins é presidente da IPA Brasil – Associação Brasileira pelo Direito de Brincar, organização sem fins lucrativos que existe desde 1997 com a missão de lutar pela defesa dos direitos das crianças e jovens, notadamente o direito de brincar explicitado no artigo 31 da Convenção do Direitos da Criança - ONU.

Fonte: Pró-Menino
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:33  comentar


*Marilena Flores Martins

Todo mundo precisa brincar, faz parte do crescimento. Crianças necessitam de diferentes oportunidades de brincar. Brincar faz com que as crianças mudem cada estágio do seu desenvolvimento naturalmente, permitindo-lhes fazer amigos, resolver dificuldades, seguir seus instintos, pensar e aprender com os outros. Brincar, ao lado da satisfação das necessidades básicas de: nutrição, saúde, habitação e educação, é uma atividade fundamental para o desenvolvimento das capacidades potenciais de todas as crianças.
Pais e mães preocupam-se com o futuro dos seus filhos, principalmente em questões como o sucesso profissional, o desenvolvimento saudável e as habilidades sociais, como base para a felicidade. O importante é saber que brincar faz seus filhos mais felizes e que a criança que brinca fica mais esperta, aprende com mais facilidade e se torna um adulto mais realizado. As brincadeiras ajudam a criança a relacionar-se melhor com os outros, desenvolvem a sua criatividade, fazendo-as mais tranqüilas e inteligentes.
Ao atender as crianças em suas necessidades estaremos tornando-as resilientes. A resiliência é a capacidade de se recuperar e se superar psicologicamente e de ter um bom desempenho socialmente aceitável, apesar de alguma forma de tensão ou adversidade, provenientes de circunstâncias externas negativas. Os pilares da resiliência são: o Afeto, a Aceitação Incondicional, a Descoberta do Significado, as Habilidades Sociais, o Humor e a Auto-Estima.
Toda criança precisa de, pelo menos, um adulto que a aceite, incondicionalmente. Quando as crianças e os adultos estão brincando juntos demonstram o seu afeto e expressam a aceitação incondicional: não há outro motivo para desfrutar, a não ser a presença de um pelo outro, sendo um, parte da vida do outro e pertencendo um ao outro.
Um ambiente afetuoso e a aceitação incondicional desenvolvem a auto-estima, que é o sentimento de estar bem consigo mesmo. Enquanto brincam, as crianças recebem continuamente informações sobre quem elas são; avaliam umas às outras e a si próprias. Portanto elas estão desenvolvendo a auto-estima.
As crianças precisam ter experiências em que elas possam descobrir o significado de suas vidas, o significado de viver neste mundo, o significado das relações interpessoais. Brincar é o estímulo que ajuda a criança a construir o seu projeto de vida.
As habilidades sociais como: conviver em grupo, capacidade de negociação, tolerância às diferenças são aquelas que tornam possível a nossa vida em sociedade, contribuindo para o nosso desempenho pessoal e profissional. Brincando, as crianças desenvolvem essas habilidades naturalmente.
O humor é a capacidade que temos de rir dos nossos próprios erros e nos ajuda a ir em frente, levando a vida como se ela fosse uma brincadeira. Além disso contribui para o equilibrio emocional das pessoas e para o desenvolvimento da Paz.
Visão IPA Brasil*
As crianças sempre brincaram ao longo da história e em todas as culturas porque:
• Brincar é comunicação e expressão, associando pensamento e ação criadora.
• Brincar é um ato instintivo voluntário e espontâneo.
• Brincar é uma atividade natural e exploratória e ajuda as crianças no seu desenvolvimento físico, mental, emocional e social.
• Brincar é o testemunho vivo do imaginário e da cultura da criança.
• Brincar é uma meio de aprender a viver e não um mero passatempo.
• Brincar é um instrumento pelo qual os seres humanos e os animais exploram
uma variedade de experiências em diferentes situações, para diversos propósitos.

Brincar é para toda a vida!

* Marilena Flores Martins é presidente da IPA Brasil – Associação Brasileira pelo Direito de Brincar, organização sem fins lucrativos que existe desde 1997 com a missão de lutar pela defesa dos direitos das crianças e jovens, notadamente o direito de brincar explicitado no artigo 31 da Convenção do Direitos da Criança - ONU.

Fonte: Pró-Menino
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*Marilena Flores Martins

Todo mundo precisa brincar, faz parte do crescimento. Crianças necessitam de diferentes oportunidades de brincar. Brincar faz com que as crianças mudem cada estágio do seu desenvolvimento naturalmente, permitindo-lhes fazer amigos, resolver dificuldades, seguir seus instintos, pensar e aprender com os outros. Brincar, ao lado da satisfação das necessidades básicas de: nutrição, saúde, habitação e educação, é uma atividade fundamental para o desenvolvimento das capacidades potenciais de todas as crianças.
Pais e mães preocupam-se com o futuro dos seus filhos, principalmente em questões como o sucesso profissional, o desenvolvimento saudável e as habilidades sociais, como base para a felicidade. O importante é saber que brincar faz seus filhos mais felizes e que a criança que brinca fica mais esperta, aprende com mais facilidade e se torna um adulto mais realizado. As brincadeiras ajudam a criança a relacionar-se melhor com os outros, desenvolvem a sua criatividade, fazendo-as mais tranqüilas e inteligentes.
Ao atender as crianças em suas necessidades estaremos tornando-as resilientes. A resiliência é a capacidade de se recuperar e se superar psicologicamente e de ter um bom desempenho socialmente aceitável, apesar de alguma forma de tensão ou adversidade, provenientes de circunstâncias externas negativas. Os pilares da resiliência são: o Afeto, a Aceitação Incondicional, a Descoberta do Significado, as Habilidades Sociais, o Humor e a Auto-Estima.
Toda criança precisa de, pelo menos, um adulto que a aceite, incondicionalmente. Quando as crianças e os adultos estão brincando juntos demonstram o seu afeto e expressam a aceitação incondicional: não há outro motivo para desfrutar, a não ser a presença de um pelo outro, sendo um, parte da vida do outro e pertencendo um ao outro.
Um ambiente afetuoso e a aceitação incondicional desenvolvem a auto-estima, que é o sentimento de estar bem consigo mesmo. Enquanto brincam, as crianças recebem continuamente informações sobre quem elas são; avaliam umas às outras e a si próprias. Portanto elas estão desenvolvendo a auto-estima.
As crianças precisam ter experiências em que elas possam descobrir o significado de suas vidas, o significado de viver neste mundo, o significado das relações interpessoais. Brincar é o estímulo que ajuda a criança a construir o seu projeto de vida.
As habilidades sociais como: conviver em grupo, capacidade de negociação, tolerância às diferenças são aquelas que tornam possível a nossa vida em sociedade, contribuindo para o nosso desempenho pessoal e profissional. Brincando, as crianças desenvolvem essas habilidades naturalmente.
O humor é a capacidade que temos de rir dos nossos próprios erros e nos ajuda a ir em frente, levando a vida como se ela fosse uma brincadeira. Além disso contribui para o equilibrio emocional das pessoas e para o desenvolvimento da Paz.
Visão IPA Brasil*
As crianças sempre brincaram ao longo da história e em todas as culturas porque:
• Brincar é comunicação e expressão, associando pensamento e ação criadora.
• Brincar é um ato instintivo voluntário e espontâneo.
• Brincar é uma atividade natural e exploratória e ajuda as crianças no seu desenvolvimento físico, mental, emocional e social.
• Brincar é o testemunho vivo do imaginário e da cultura da criança.
• Brincar é uma meio de aprender a viver e não um mero passatempo.
• Brincar é um instrumento pelo qual os seres humanos e os animais exploram
uma variedade de experiências em diferentes situações, para diversos propósitos.

Brincar é para toda a vida!

* Marilena Flores Martins é presidente da IPA Brasil – Associação Brasileira pelo Direito de Brincar, organização sem fins lucrativos que existe desde 1997 com a missão de lutar pela defesa dos direitos das crianças e jovens, notadamente o direito de brincar explicitado no artigo 31 da Convenção do Direitos da Criança - ONU.

Fonte: Pró-Menino
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O grupo Alcoólicos Anônimos (A.A.) completa 74 anos de fundação, amanhã. Atuante em mais de 150 países, a irmandade funciona por meio de 97 mil grupos. Em Bauru, a entidade foi criada há 35 anos e conta com dois grupos em atividade. Apesar de ser gratuito e voltado para homens e mulheres, na cidade apenas 3% das pessoas que procuram ajuda para abandonar o alcoolismo são do sexo feminino.
Maria é um nome fictício usado pela reportagem para contar a história de uma mulher de quase 50 anos, que foi ajudada pelo A.A.. Com o fim de seu casamento, ela começou a beber, mas nenhum de seus filhos sabiam. “Comecei a beber no processo de separação. Quando eu bebia, me anulava. Para mulher é mais difícil procurar ajuda. Acredito que o preconceito é maior”, conta. “Percebi que precisava ser ajudada quando procurei o A.A. para tentar ajudar uma outra pessoa. Quando cheguei lá, vi que estava na mesma situação”, acrescenta.
Maria faz parte da irmandade há seis anos. Passou por tratamentos psicológicos e psiquiátricos, quis deixar o vício e, hoje, leva uma vida normal. Tem um bom emprego e bom relacionamento social. “O alcoolismo é uma doença que não tem cura, sobrevive quem não toma o primeiro gole. Por isso, acredito na força do programa espiritual usado pelo A.A.”, revela.
“Aprendi a ter autoconfiança e a viver o hoje. Geralmente, o alcoólatra é ansioso e sofre pelo ontem e pelo amanhã. Graças a Deus, não cheguei a perder nada, mas tive força de vontade e estou no grupo até hoje porque aprendo uma coisa nova a cada dia”, complementa Maria.
Segundo João, também nome fictício de um homem que procurou ajuda há 20 anos e atualmente ajuda na coordenação e nos trabalhos realizados por um dos grupos de Bauru, o A.A. não faz distinção de cor, raça, sexo, opção sexual ou idade, aceita todos. “Para o tratamento dar certo, a pessoa precisa admitir que tem problema de alcoolismo e depois querer parar de beber. Se não tiver essas duas atitudes fundamentais, não dá certo”, explica.
Talvez isso justifique o por que apenas 2% das pessoas que procuram o A.A. continuam o tratamento e deixam o vício da bebida. Na cidade, a reunião do grupo realizada na avenida Cruzeiro do Sul, no Jardim Redentor, reúne cerca de 25 pessoas. Já o grupo Caminho da Vida, que realiza as reuniões na rua Bandeirantes, no Centro, tem 18 pessoas.

Método adota ajuda mútua

Os Alcoólicos Anônimos (A.A.) adotam método para recuperação do alcoolismo do grupo no qual os membros ajudam-se mutuamente, compartilhando experiências semelhantes em sofrimento e recuperação do vício. A irmandade se preocupa com a recuperação social e a contínua recuperação individual dos alcoólicos que procuram socorro.
O movimento não se dedica à pesquisa sobre alcoolismo, ao tratamento médico ou psiquiátrico. Trabalha com a política de “cooperação, mas não afiliação” com outras organizações que se dedicam ao problema do alcoolismo. Para ser membro da irmandade não há taxas ou mensalidades.
Para os A.A. o alcoolismo é uma doença física, mental e emocional progressiva e incurável que, se não for detida a tempo, termina fatalmente na loucura ou na morte prematura de seus portadores.
O método trabalha com 12 passos essenciais para a recuperação do alcoolismo. Não são teorias abstratas, mas sim baseadas na experiência de êxitos e fracassos dos primeiros membros dos A.A.. Há também 12 tradições, que são princípios sugeridos para assegurar a sobrevivência e o crescimento de milhares de grupos que compõem a irmandade.

Por:Juliana Franco
Para: Jornal da Cidade de Bauru
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O grupo Alcoólicos Anônimos (A.A.) completa 74 anos de fundação, amanhã. Atuante em mais de 150 países, a irmandade funciona por meio de 97 mil grupos. Em Bauru, a entidade foi criada há 35 anos e conta com dois grupos em atividade. Apesar de ser gratuito e voltado para homens e mulheres, na cidade apenas 3% das pessoas que procuram ajuda para abandonar o alcoolismo são do sexo feminino.
Maria é um nome fictício usado pela reportagem para contar a história de uma mulher de quase 50 anos, que foi ajudada pelo A.A.. Com o fim de seu casamento, ela começou a beber, mas nenhum de seus filhos sabiam. “Comecei a beber no processo de separação. Quando eu bebia, me anulava. Para mulher é mais difícil procurar ajuda. Acredito que o preconceito é maior”, conta. “Percebi que precisava ser ajudada quando procurei o A.A. para tentar ajudar uma outra pessoa. Quando cheguei lá, vi que estava na mesma situação”, acrescenta.
Maria faz parte da irmandade há seis anos. Passou por tratamentos psicológicos e psiquiátricos, quis deixar o vício e, hoje, leva uma vida normal. Tem um bom emprego e bom relacionamento social. “O alcoolismo é uma doença que não tem cura, sobrevive quem não toma o primeiro gole. Por isso, acredito na força do programa espiritual usado pelo A.A.”, revela.
“Aprendi a ter autoconfiança e a viver o hoje. Geralmente, o alcoólatra é ansioso e sofre pelo ontem e pelo amanhã. Graças a Deus, não cheguei a perder nada, mas tive força de vontade e estou no grupo até hoje porque aprendo uma coisa nova a cada dia”, complementa Maria.
Segundo João, também nome fictício de um homem que procurou ajuda há 20 anos e atualmente ajuda na coordenação e nos trabalhos realizados por um dos grupos de Bauru, o A.A. não faz distinção de cor, raça, sexo, opção sexual ou idade, aceita todos. “Para o tratamento dar certo, a pessoa precisa admitir que tem problema de alcoolismo e depois querer parar de beber. Se não tiver essas duas atitudes fundamentais, não dá certo”, explica.
Talvez isso justifique o por que apenas 2% das pessoas que procuram o A.A. continuam o tratamento e deixam o vício da bebida. Na cidade, a reunião do grupo realizada na avenida Cruzeiro do Sul, no Jardim Redentor, reúne cerca de 25 pessoas. Já o grupo Caminho da Vida, que realiza as reuniões na rua Bandeirantes, no Centro, tem 18 pessoas.

Método adota ajuda mútua

Os Alcoólicos Anônimos (A.A.) adotam método para recuperação do alcoolismo do grupo no qual os membros ajudam-se mutuamente, compartilhando experiências semelhantes em sofrimento e recuperação do vício. A irmandade se preocupa com a recuperação social e a contínua recuperação individual dos alcoólicos que procuram socorro.
O movimento não se dedica à pesquisa sobre alcoolismo, ao tratamento médico ou psiquiátrico. Trabalha com a política de “cooperação, mas não afiliação” com outras organizações que se dedicam ao problema do alcoolismo. Para ser membro da irmandade não há taxas ou mensalidades.
Para os A.A. o alcoolismo é uma doença física, mental e emocional progressiva e incurável que, se não for detida a tempo, termina fatalmente na loucura ou na morte prematura de seus portadores.
O método trabalha com 12 passos essenciais para a recuperação do alcoolismo. Não são teorias abstratas, mas sim baseadas na experiência de êxitos e fracassos dos primeiros membros dos A.A.. Há também 12 tradições, que são princípios sugeridos para assegurar a sobrevivência e o crescimento de milhares de grupos que compõem a irmandade.

Por:Juliana Franco
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O grupo Alcoólicos Anônimos (A.A.) completa 74 anos de fundação, amanhã. Atuante em mais de 150 países, a irmandade funciona por meio de 97 mil grupos. Em Bauru, a entidade foi criada há 35 anos e conta com dois grupos em atividade. Apesar de ser gratuito e voltado para homens e mulheres, na cidade apenas 3% das pessoas que procuram ajuda para abandonar o alcoolismo são do sexo feminino.
Maria é um nome fictício usado pela reportagem para contar a história de uma mulher de quase 50 anos, que foi ajudada pelo A.A.. Com o fim de seu casamento, ela começou a beber, mas nenhum de seus filhos sabiam. “Comecei a beber no processo de separação. Quando eu bebia, me anulava. Para mulher é mais difícil procurar ajuda. Acredito que o preconceito é maior”, conta. “Percebi que precisava ser ajudada quando procurei o A.A. para tentar ajudar uma outra pessoa. Quando cheguei lá, vi que estava na mesma situação”, acrescenta.
Maria faz parte da irmandade há seis anos. Passou por tratamentos psicológicos e psiquiátricos, quis deixar o vício e, hoje, leva uma vida normal. Tem um bom emprego e bom relacionamento social. “O alcoolismo é uma doença que não tem cura, sobrevive quem não toma o primeiro gole. Por isso, acredito na força do programa espiritual usado pelo A.A.”, revela.
“Aprendi a ter autoconfiança e a viver o hoje. Geralmente, o alcoólatra é ansioso e sofre pelo ontem e pelo amanhã. Graças a Deus, não cheguei a perder nada, mas tive força de vontade e estou no grupo até hoje porque aprendo uma coisa nova a cada dia”, complementa Maria.
Segundo João, também nome fictício de um homem que procurou ajuda há 20 anos e atualmente ajuda na coordenação e nos trabalhos realizados por um dos grupos de Bauru, o A.A. não faz distinção de cor, raça, sexo, opção sexual ou idade, aceita todos. “Para o tratamento dar certo, a pessoa precisa admitir que tem problema de alcoolismo e depois querer parar de beber. Se não tiver essas duas atitudes fundamentais, não dá certo”, explica.
Talvez isso justifique o por que apenas 2% das pessoas que procuram o A.A. continuam o tratamento e deixam o vício da bebida. Na cidade, a reunião do grupo realizada na avenida Cruzeiro do Sul, no Jardim Redentor, reúne cerca de 25 pessoas. Já o grupo Caminho da Vida, que realiza as reuniões na rua Bandeirantes, no Centro, tem 18 pessoas.

Método adota ajuda mútua

Os Alcoólicos Anônimos (A.A.) adotam método para recuperação do alcoolismo do grupo no qual os membros ajudam-se mutuamente, compartilhando experiências semelhantes em sofrimento e recuperação do vício. A irmandade se preocupa com a recuperação social e a contínua recuperação individual dos alcoólicos que procuram socorro.
O movimento não se dedica à pesquisa sobre alcoolismo, ao tratamento médico ou psiquiátrico. Trabalha com a política de “cooperação, mas não afiliação” com outras organizações que se dedicam ao problema do alcoolismo. Para ser membro da irmandade não há taxas ou mensalidades.
Para os A.A. o alcoolismo é uma doença física, mental e emocional progressiva e incurável que, se não for detida a tempo, termina fatalmente na loucura ou na morte prematura de seus portadores.
O método trabalha com 12 passos essenciais para a recuperação do alcoolismo. Não são teorias abstratas, mas sim baseadas na experiência de êxitos e fracassos dos primeiros membros dos A.A.. Há também 12 tradições, que são princípios sugeridos para assegurar a sobrevivência e o crescimento de milhares de grupos que compõem a irmandade.

Por:Juliana Franco
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