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1.6.09

O menino Sean Goldman, de 8 anos, cuja guarda estava sendo disputada desde o início do ano pelo pai biológico e pelo padrasto, terá que voltar para os EUA imediatamente.
A decisão acaba de ser tomada pelo juiz Rafael Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Em sua sentença, Pereira Pinto determina o "retorno imediato" para os EUA.

(Atualização, 18h31: Em 48 horas, Sean terá ser entregue a Karen Andrade, funcionária do consulado americano no Rio de Janeiro. Até lá, determina a sentença, Sean deverá ser monitorado por agentes da Polícia Federal.)

Sérgio Tostes, o advogado da família brasileira de Sean, diz que está neste momento examinando a possibilidade de entrar com um recurso "o mais rápido possível" para evitar que o menino siga para os EUA.

Atualização, às 18h32: Tostes impetrará ainda hoje no Tribunal Regional Federal um mandato de segurança para tentar suspender a sentença e evitar que Sean embarque para os EUA. "A sentença é de uma violência jamais vista na história da Justiça brasileira", diz Tostes. Clique aqui para ler o mandato)

Sean Goldman nasceu nos EUA, mas vive desde os 4 anos no Rio de Janeiro. Sua mãe, Bruna, separou-se e mudou-se para o Brasil. Agora, voltará para a casa do pai biológico, o americano David Goldman. A disputa pela guarda de Sean mobilizou Hillary Clinton, o embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel e chegou a ser tema de uma conversa entre Lula e Barack Obama. Leia reportagem de VEJA "Um menino e dois países"



Veja
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O menino Sean Goldman, de 8 anos, cuja guarda estava sendo disputada desde o início do ano pelo pai biológico e pelo padrasto, terá que voltar para os EUA imediatamente.
A decisão acaba de ser tomada pelo juiz Rafael Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Em sua sentença, Pereira Pinto determina o "retorno imediato" para os EUA.

(Atualização, 18h31: Em 48 horas, Sean terá ser entregue a Karen Andrade, funcionária do consulado americano no Rio de Janeiro. Até lá, determina a sentença, Sean deverá ser monitorado por agentes da Polícia Federal.)

Sérgio Tostes, o advogado da família brasileira de Sean, diz que está neste momento examinando a possibilidade de entrar com um recurso "o mais rápido possível" para evitar que o menino siga para os EUA.

Atualização, às 18h32: Tostes impetrará ainda hoje no Tribunal Regional Federal um mandato de segurança para tentar suspender a sentença e evitar que Sean embarque para os EUA. "A sentença é de uma violência jamais vista na história da Justiça brasileira", diz Tostes. Clique aqui para ler o mandato)

Sean Goldman nasceu nos EUA, mas vive desde os 4 anos no Rio de Janeiro. Sua mãe, Bruna, separou-se e mudou-se para o Brasil. Agora, voltará para a casa do pai biológico, o americano David Goldman. A disputa pela guarda de Sean mobilizou Hillary Clinton, o embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel e chegou a ser tema de uma conversa entre Lula e Barack Obama. Leia reportagem de VEJA "Um menino e dois países"



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A decisão acaba de ser tomada pelo juiz Rafael Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Em sua sentença, Pereira Pinto determina o "retorno imediato" para os EUA.

(Atualização, 18h31: Em 48 horas, Sean terá ser entregue a Karen Andrade, funcionária do consulado americano no Rio de Janeiro. Até lá, determina a sentença, Sean deverá ser monitorado por agentes da Polícia Federal.)

Sérgio Tostes, o advogado da família brasileira de Sean, diz que está neste momento examinando a possibilidade de entrar com um recurso "o mais rápido possível" para evitar que o menino siga para os EUA.

Atualização, às 18h32: Tostes impetrará ainda hoje no Tribunal Regional Federal um mandato de segurança para tentar suspender a sentença e evitar que Sean embarque para os EUA. "A sentença é de uma violência jamais vista na história da Justiça brasileira", diz Tostes. Clique aqui para ler o mandato)

Sean Goldman nasceu nos EUA, mas vive desde os 4 anos no Rio de Janeiro. Sua mãe, Bruna, separou-se e mudou-se para o Brasil. Agora, voltará para a casa do pai biológico, o americano David Goldman. A disputa pela guarda de Sean mobilizou Hillary Clinton, o embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel e chegou a ser tema de uma conversa entre Lula e Barack Obama. Leia reportagem de VEJA "Um menino e dois países"



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O menino Sean Goldman, de 8 anos, cuja guarda estava sendo disputada desde o início do ano pelo pai biológico e pelo padrasto, terá que voltar para os EUA imediatamente.
A decisão acaba de ser tomada pelo juiz Rafael Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Em sua sentença, Pereira Pinto determina o "retorno imediato" para os EUA.

(Atualização, 18h31: Em 48 horas, Sean terá ser entregue a Karen Andrade, funcionária do consulado americano no Rio de Janeiro. Até lá, determina a sentença, Sean deverá ser monitorado por agentes da Polícia Federal.)

Sérgio Tostes, o advogado da família brasileira de Sean, diz que está neste momento examinando a possibilidade de entrar com um recurso "o mais rápido possível" para evitar que o menino siga para os EUA.

Atualização, às 18h32: Tostes impetrará ainda hoje no Tribunal Regional Federal um mandato de segurança para tentar suspender a sentença e evitar que Sean embarque para os EUA. "A sentença é de uma violência jamais vista na história da Justiça brasileira", diz Tostes. Clique aqui para ler o mandato)

Sean Goldman nasceu nos EUA, mas vive desde os 4 anos no Rio de Janeiro. Sua mãe, Bruna, separou-se e mudou-se para o Brasil. Agora, voltará para a casa do pai biológico, o americano David Goldman. A disputa pela guarda de Sean mobilizou Hillary Clinton, o embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel e chegou a ser tema de uma conversa entre Lula e Barack Obama. Leia reportagem de VEJA "Um menino e dois países"



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Por insistências do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos e do então governador Geraldo Alckimin, o Congresso Nacional editou norma que, ao alterar dispositivo da Lei de Execução Penal, não mais exige exame de verificação de periculosidade social no condenado que deseja mudar de regime prisional.

O argumento da dupla mencionada, o ex-ministro e o então governador de São Paulo, era de laudos ineptos, mal elaborados e demorados. Ou seja, ao invés de se melhorar o quadro de peritos, partiu-se para o fim do chamado exame criminológico. No particular, o argumento faz lembrar a conhecida piada dos pais que mandaram tirar o sofá da sala em face de terem surpreendido a filha a copular com o namorado.
Como o juiz, para formar o seu convencimento, pode designar perícia, o objetivo da nova lei, — voltada a esvaziar presídios–, não vingou.
Assim, Suzane von Richthofen, presa na cidade de Taubaté, será submetida a perícia.
Os peritos, um psiquiatra, uma psicóloga e uma assistente social, deverão apresentar laudo criminológico que, depois de discutido pelo ministério público e pela defesa, será apreciado pelo juiz da Vara de Execuções Criminais de Taubaté.
O juiz de execuções penais não estará obrigado a aceitar a conclusão dos peritos, pois vale, para todos os magistrados, o princípio do livre convencimento motivado.
Para muitos, Suzane é uma psicopata, sem senso moral a ponto de ter lutado judicialmente para dividir com o irmão a fortuna deixada pelos pais, avaliada em R$800 mil. Até agora, perdeu o direito à herança, em decisões da Justiça de São Paulo e do Superior Tribunal de Justiça.
O (a) psicopata envolvido em assassinatos, ensinam os livros de Medicina Legal, tem “personalidade perversa”, conhecida como “personalidade amoral”. Para os saudosos professores Almeida Júnior e Costa Júnior, o (a) psicopata ignora as normas éticas, falta-lhe compreensão acerca das obrigações morais. Ainda, o (a) psicopata possui tendências instintivas antissociais, carência de inibição consciente, ausência de sentimentos morais e periculosidade na razão direta do maior grau de inteligência.
Caso seja considerada socialmente perigosa, Suzane não poderá progredir para regime semi-aberto. Nele, o contemplado deixa a prisão para trabalho externo, com obrigação de retorno no final do expediente laborativo. Em outras palavras, permanecerá no cárcere fechado até o final da pena, caso ainda considerada perigosa.
De se acrescentar, que Suzane, pelo Júri, foi dada como imputável. Assim, recebeu pena e não medida de segurança.
Condenada a 38 anos de reclusão em regime fechado pelo bárbaro assassinato dos pais em 2002, Suzane von Richthofen sabe que, alcançada a semi-liberdade, conseguirá, com facilidade, progredir para o regime aberto. Um regime que, como o semi-berto, não é fiscalizado: o uso de pulseira ou tornozeleira eletrônicas para controle de albergados (regime aberto) ainda não se efetivou no nosso país.
Parêntese. A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou projeto de lei sobre uso de pulseiras eletrônicas. Muitos juristas e operadores do Direito, à luz da constituição da República e com acerto, entendem que a matéria é de competência legislativa federal e tudo não passou de jogada de “marquetagem” do governador José Serra.
Vale lembrar que Osmany Ramos, famoso cirurgião plástico condenado por homicídios e tráfico de drogas, recebeu, em regime fechado, um benefício de saída temporária. Sem monitoramente, não retornou ao cárcere: está foragido.
No Brasil, ninguém pode ficar no cárcere por mais de 30 anos.
Assim, os 38 anos de pena imposta a Suzane foram unificados em 30 anos de prisão.
Mais ainda, a cada dia de trabalho ou de estudo, abate-se um dia da pena, pelo instituto da remição, previsto na lei de execução penal. Suzane já abateu 11 meses: ela trabalha e estuda na prisão.
Pela supracitada lei de execução penal, o sistema prisional é progressivo, ou seja, pode-se passar do regime fechado para o semi-aberto e aberto. Lógico, o descumprimento de condições implica em regressão.
Suzane já cumpriu 1/6 da pena imposta, conforme reconheceu o Superior Tribunal de Justiça. Objetivamente, portanto, já pode progredir a regime menos rígido. Subjetivamente, dependerá de decisão que afirme não ser socialmente perigosa.
Convém frisar, também, que Suzane está enquadrada, no que toca ao 1/6 do cumprimento da pena, em dispositivo que já foi mudado, mas não a alcança. Os seus crimes já estavam consumados quando ocorreu a mudança legislativa: a lei de natureza penal nunca retroage para prejudicar o infrator. Ou seja, para Suzane, objetivamente, basta cumprir 1/6 da pena para postular, como já fez, a progressão a regime melhor (semi-aberto).
PANO RÁPIDO. No cárcere desde 2002, Suzane, em 2007, acusou o promotor de Justiça, encarregado de fiscalizar o cumprimento da pena, de assédio sexual. Na ocasião, ela estava a cumprir pena em Ribeirão Preto.
O promotor, Eliseu José Berardo, negou a acusação e a Corregedoria do Ministério Público iniciou um procedimento apuratório.
A conclusão do referido procedimento pode servir, também, de subsídio para os peritos analisarem o tipo de personalidade de Suzane.
O juiz apelidado Lalau conseguiu, sob alegação de problemas de saúde, ser colocado em prisão domiciliar, ou seja, na sua mansão no bairro do Morumbi. Da mansão, contratou advogados para evitar a repatriação de dinheiro cuja origem ele afirma ser de herança, sem comprovação.
Talvez Suzane, com a acusação contra o promotor de Justiça, tenha encenado uma manobra para se beneficiar da “jurisprudência” do chamado juiz Lalau.

–Wálter Fanganiello Maierovitch–

Fonte: Terra Magazine

*ENVIADO POR NOSSA LEITORA E COLABORADORA CELIA FERNANDES RUIZ
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Por insistências do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos e do então governador Geraldo Alckimin, o Congresso Nacional editou norma que, ao alterar dispositivo da Lei de Execução Penal, não mais exige exame de verificação de periculosidade social no condenado que deseja mudar de regime prisional.

O argumento da dupla mencionada, o ex-ministro e o então governador de São Paulo, era de laudos ineptos, mal elaborados e demorados. Ou seja, ao invés de se melhorar o quadro de peritos, partiu-se para o fim do chamado exame criminológico. No particular, o argumento faz lembrar a conhecida piada dos pais que mandaram tirar o sofá da sala em face de terem surpreendido a filha a copular com o namorado.
Como o juiz, para formar o seu convencimento, pode designar perícia, o objetivo da nova lei, — voltada a esvaziar presídios–, não vingou.
Assim, Suzane von Richthofen, presa na cidade de Taubaté, será submetida a perícia.
Os peritos, um psiquiatra, uma psicóloga e uma assistente social, deverão apresentar laudo criminológico que, depois de discutido pelo ministério público e pela defesa, será apreciado pelo juiz da Vara de Execuções Criminais de Taubaté.
O juiz de execuções penais não estará obrigado a aceitar a conclusão dos peritos, pois vale, para todos os magistrados, o princípio do livre convencimento motivado.
Para muitos, Suzane é uma psicopata, sem senso moral a ponto de ter lutado judicialmente para dividir com o irmão a fortuna deixada pelos pais, avaliada em R$800 mil. Até agora, perdeu o direito à herança, em decisões da Justiça de São Paulo e do Superior Tribunal de Justiça.
O (a) psicopata envolvido em assassinatos, ensinam os livros de Medicina Legal, tem “personalidade perversa”, conhecida como “personalidade amoral”. Para os saudosos professores Almeida Júnior e Costa Júnior, o (a) psicopata ignora as normas éticas, falta-lhe compreensão acerca das obrigações morais. Ainda, o (a) psicopata possui tendências instintivas antissociais, carência de inibição consciente, ausência de sentimentos morais e periculosidade na razão direta do maior grau de inteligência.
Caso seja considerada socialmente perigosa, Suzane não poderá progredir para regime semi-aberto. Nele, o contemplado deixa a prisão para trabalho externo, com obrigação de retorno no final do expediente laborativo. Em outras palavras, permanecerá no cárcere fechado até o final da pena, caso ainda considerada perigosa.
De se acrescentar, que Suzane, pelo Júri, foi dada como imputável. Assim, recebeu pena e não medida de segurança.
Condenada a 38 anos de reclusão em regime fechado pelo bárbaro assassinato dos pais em 2002, Suzane von Richthofen sabe que, alcançada a semi-liberdade, conseguirá, com facilidade, progredir para o regime aberto. Um regime que, como o semi-berto, não é fiscalizado: o uso de pulseira ou tornozeleira eletrônicas para controle de albergados (regime aberto) ainda não se efetivou no nosso país.
Parêntese. A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou projeto de lei sobre uso de pulseiras eletrônicas. Muitos juristas e operadores do Direito, à luz da constituição da República e com acerto, entendem que a matéria é de competência legislativa federal e tudo não passou de jogada de “marquetagem” do governador José Serra.
Vale lembrar que Osmany Ramos, famoso cirurgião plástico condenado por homicídios e tráfico de drogas, recebeu, em regime fechado, um benefício de saída temporária. Sem monitoramente, não retornou ao cárcere: está foragido.
No Brasil, ninguém pode ficar no cárcere por mais de 30 anos.
Assim, os 38 anos de pena imposta a Suzane foram unificados em 30 anos de prisão.
Mais ainda, a cada dia de trabalho ou de estudo, abate-se um dia da pena, pelo instituto da remição, previsto na lei de execução penal. Suzane já abateu 11 meses: ela trabalha e estuda na prisão.
Pela supracitada lei de execução penal, o sistema prisional é progressivo, ou seja, pode-se passar do regime fechado para o semi-aberto e aberto. Lógico, o descumprimento de condições implica em regressão.
Suzane já cumpriu 1/6 da pena imposta, conforme reconheceu o Superior Tribunal de Justiça. Objetivamente, portanto, já pode progredir a regime menos rígido. Subjetivamente, dependerá de decisão que afirme não ser socialmente perigosa.
Convém frisar, também, que Suzane está enquadrada, no que toca ao 1/6 do cumprimento da pena, em dispositivo que já foi mudado, mas não a alcança. Os seus crimes já estavam consumados quando ocorreu a mudança legislativa: a lei de natureza penal nunca retroage para prejudicar o infrator. Ou seja, para Suzane, objetivamente, basta cumprir 1/6 da pena para postular, como já fez, a progressão a regime melhor (semi-aberto).
PANO RÁPIDO. No cárcere desde 2002, Suzane, em 2007, acusou o promotor de Justiça, encarregado de fiscalizar o cumprimento da pena, de assédio sexual. Na ocasião, ela estava a cumprir pena em Ribeirão Preto.
O promotor, Eliseu José Berardo, negou a acusação e a Corregedoria do Ministério Público iniciou um procedimento apuratório.
A conclusão do referido procedimento pode servir, também, de subsídio para os peritos analisarem o tipo de personalidade de Suzane.
O juiz apelidado Lalau conseguiu, sob alegação de problemas de saúde, ser colocado em prisão domiciliar, ou seja, na sua mansão no bairro do Morumbi. Da mansão, contratou advogados para evitar a repatriação de dinheiro cuja origem ele afirma ser de herança, sem comprovação.
Talvez Suzane, com a acusação contra o promotor de Justiça, tenha encenado uma manobra para se beneficiar da “jurisprudência” do chamado juiz Lalau.

–Wálter Fanganiello Maierovitch–

Fonte: Terra Magazine

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Por insistências do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos e do então governador Geraldo Alckimin, o Congresso Nacional editou norma que, ao alterar dispositivo da Lei de Execução Penal, não mais exige exame de verificação de periculosidade social no condenado que deseja mudar de regime prisional.

O argumento da dupla mencionada, o ex-ministro e o então governador de São Paulo, era de laudos ineptos, mal elaborados e demorados. Ou seja, ao invés de se melhorar o quadro de peritos, partiu-se para o fim do chamado exame criminológico. No particular, o argumento faz lembrar a conhecida piada dos pais que mandaram tirar o sofá da sala em face de terem surpreendido a filha a copular com o namorado.
Como o juiz, para formar o seu convencimento, pode designar perícia, o objetivo da nova lei, — voltada a esvaziar presídios–, não vingou.
Assim, Suzane von Richthofen, presa na cidade de Taubaté, será submetida a perícia.
Os peritos, um psiquiatra, uma psicóloga e uma assistente social, deverão apresentar laudo criminológico que, depois de discutido pelo ministério público e pela defesa, será apreciado pelo juiz da Vara de Execuções Criminais de Taubaté.
O juiz de execuções penais não estará obrigado a aceitar a conclusão dos peritos, pois vale, para todos os magistrados, o princípio do livre convencimento motivado.
Para muitos, Suzane é uma psicopata, sem senso moral a ponto de ter lutado judicialmente para dividir com o irmão a fortuna deixada pelos pais, avaliada em R$800 mil. Até agora, perdeu o direito à herança, em decisões da Justiça de São Paulo e do Superior Tribunal de Justiça.
O (a) psicopata envolvido em assassinatos, ensinam os livros de Medicina Legal, tem “personalidade perversa”, conhecida como “personalidade amoral”. Para os saudosos professores Almeida Júnior e Costa Júnior, o (a) psicopata ignora as normas éticas, falta-lhe compreensão acerca das obrigações morais. Ainda, o (a) psicopata possui tendências instintivas antissociais, carência de inibição consciente, ausência de sentimentos morais e periculosidade na razão direta do maior grau de inteligência.
Caso seja considerada socialmente perigosa, Suzane não poderá progredir para regime semi-aberto. Nele, o contemplado deixa a prisão para trabalho externo, com obrigação de retorno no final do expediente laborativo. Em outras palavras, permanecerá no cárcere fechado até o final da pena, caso ainda considerada perigosa.
De se acrescentar, que Suzane, pelo Júri, foi dada como imputável. Assim, recebeu pena e não medida de segurança.
Condenada a 38 anos de reclusão em regime fechado pelo bárbaro assassinato dos pais em 2002, Suzane von Richthofen sabe que, alcançada a semi-liberdade, conseguirá, com facilidade, progredir para o regime aberto. Um regime que, como o semi-berto, não é fiscalizado: o uso de pulseira ou tornozeleira eletrônicas para controle de albergados (regime aberto) ainda não se efetivou no nosso país.
Parêntese. A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou projeto de lei sobre uso de pulseiras eletrônicas. Muitos juristas e operadores do Direito, à luz da constituição da República e com acerto, entendem que a matéria é de competência legislativa federal e tudo não passou de jogada de “marquetagem” do governador José Serra.
Vale lembrar que Osmany Ramos, famoso cirurgião plástico condenado por homicídios e tráfico de drogas, recebeu, em regime fechado, um benefício de saída temporária. Sem monitoramente, não retornou ao cárcere: está foragido.
No Brasil, ninguém pode ficar no cárcere por mais de 30 anos.
Assim, os 38 anos de pena imposta a Suzane foram unificados em 30 anos de prisão.
Mais ainda, a cada dia de trabalho ou de estudo, abate-se um dia da pena, pelo instituto da remição, previsto na lei de execução penal. Suzane já abateu 11 meses: ela trabalha e estuda na prisão.
Pela supracitada lei de execução penal, o sistema prisional é progressivo, ou seja, pode-se passar do regime fechado para o semi-aberto e aberto. Lógico, o descumprimento de condições implica em regressão.
Suzane já cumpriu 1/6 da pena imposta, conforme reconheceu o Superior Tribunal de Justiça. Objetivamente, portanto, já pode progredir a regime menos rígido. Subjetivamente, dependerá de decisão que afirme não ser socialmente perigosa.
Convém frisar, também, que Suzane está enquadrada, no que toca ao 1/6 do cumprimento da pena, em dispositivo que já foi mudado, mas não a alcança. Os seus crimes já estavam consumados quando ocorreu a mudança legislativa: a lei de natureza penal nunca retroage para prejudicar o infrator. Ou seja, para Suzane, objetivamente, basta cumprir 1/6 da pena para postular, como já fez, a progressão a regime melhor (semi-aberto).
PANO RÁPIDO. No cárcere desde 2002, Suzane, em 2007, acusou o promotor de Justiça, encarregado de fiscalizar o cumprimento da pena, de assédio sexual. Na ocasião, ela estava a cumprir pena em Ribeirão Preto.
O promotor, Eliseu José Berardo, negou a acusação e a Corregedoria do Ministério Público iniciou um procedimento apuratório.
A conclusão do referido procedimento pode servir, também, de subsídio para os peritos analisarem o tipo de personalidade de Suzane.
O juiz apelidado Lalau conseguiu, sob alegação de problemas de saúde, ser colocado em prisão domiciliar, ou seja, na sua mansão no bairro do Morumbi. Da mansão, contratou advogados para evitar a repatriação de dinheiro cuja origem ele afirma ser de herança, sem comprovação.
Talvez Suzane, com a acusação contra o promotor de Justiça, tenha encenado uma manobra para se beneficiar da “jurisprudência” do chamado juiz Lalau.

–Wálter Fanganiello Maierovitch–

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Por insistências do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos e do então governador Geraldo Alckimin, o Congresso Nacional editou norma que, ao alterar dispositivo da Lei de Execução Penal, não mais exige exame de verificação de periculosidade social no condenado que deseja mudar de regime prisional.

O argumento da dupla mencionada, o ex-ministro e o então governador de São Paulo, era de laudos ineptos, mal elaborados e demorados. Ou seja, ao invés de se melhorar o quadro de peritos, partiu-se para o fim do chamado exame criminológico. No particular, o argumento faz lembrar a conhecida piada dos pais que mandaram tirar o sofá da sala em face de terem surpreendido a filha a copular com o namorado.
Como o juiz, para formar o seu convencimento, pode designar perícia, o objetivo da nova lei, — voltada a esvaziar presídios–, não vingou.
Assim, Suzane von Richthofen, presa na cidade de Taubaté, será submetida a perícia.
Os peritos, um psiquiatra, uma psicóloga e uma assistente social, deverão apresentar laudo criminológico que, depois de discutido pelo ministério público e pela defesa, será apreciado pelo juiz da Vara de Execuções Criminais de Taubaté.
O juiz de execuções penais não estará obrigado a aceitar a conclusão dos peritos, pois vale, para todos os magistrados, o princípio do livre convencimento motivado.
Para muitos, Suzane é uma psicopata, sem senso moral a ponto de ter lutado judicialmente para dividir com o irmão a fortuna deixada pelos pais, avaliada em R$800 mil. Até agora, perdeu o direito à herança, em decisões da Justiça de São Paulo e do Superior Tribunal de Justiça.
O (a) psicopata envolvido em assassinatos, ensinam os livros de Medicina Legal, tem “personalidade perversa”, conhecida como “personalidade amoral”. Para os saudosos professores Almeida Júnior e Costa Júnior, o (a) psicopata ignora as normas éticas, falta-lhe compreensão acerca das obrigações morais. Ainda, o (a) psicopata possui tendências instintivas antissociais, carência de inibição consciente, ausência de sentimentos morais e periculosidade na razão direta do maior grau de inteligência.
Caso seja considerada socialmente perigosa, Suzane não poderá progredir para regime semi-aberto. Nele, o contemplado deixa a prisão para trabalho externo, com obrigação de retorno no final do expediente laborativo. Em outras palavras, permanecerá no cárcere fechado até o final da pena, caso ainda considerada perigosa.
De se acrescentar, que Suzane, pelo Júri, foi dada como imputável. Assim, recebeu pena e não medida de segurança.
Condenada a 38 anos de reclusão em regime fechado pelo bárbaro assassinato dos pais em 2002, Suzane von Richthofen sabe que, alcançada a semi-liberdade, conseguirá, com facilidade, progredir para o regime aberto. Um regime que, como o semi-berto, não é fiscalizado: o uso de pulseira ou tornozeleira eletrônicas para controle de albergados (regime aberto) ainda não se efetivou no nosso país.
Parêntese. A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou projeto de lei sobre uso de pulseiras eletrônicas. Muitos juristas e operadores do Direito, à luz da constituição da República e com acerto, entendem que a matéria é de competência legislativa federal e tudo não passou de jogada de “marquetagem” do governador José Serra.
Vale lembrar que Osmany Ramos, famoso cirurgião plástico condenado por homicídios e tráfico de drogas, recebeu, em regime fechado, um benefício de saída temporária. Sem monitoramente, não retornou ao cárcere: está foragido.
No Brasil, ninguém pode ficar no cárcere por mais de 30 anos.
Assim, os 38 anos de pena imposta a Suzane foram unificados em 30 anos de prisão.
Mais ainda, a cada dia de trabalho ou de estudo, abate-se um dia da pena, pelo instituto da remição, previsto na lei de execução penal. Suzane já abateu 11 meses: ela trabalha e estuda na prisão.
Pela supracitada lei de execução penal, o sistema prisional é progressivo, ou seja, pode-se passar do regime fechado para o semi-aberto e aberto. Lógico, o descumprimento de condições implica em regressão.
Suzane já cumpriu 1/6 da pena imposta, conforme reconheceu o Superior Tribunal de Justiça. Objetivamente, portanto, já pode progredir a regime menos rígido. Subjetivamente, dependerá de decisão que afirme não ser socialmente perigosa.
Convém frisar, também, que Suzane está enquadrada, no que toca ao 1/6 do cumprimento da pena, em dispositivo que já foi mudado, mas não a alcança. Os seus crimes já estavam consumados quando ocorreu a mudança legislativa: a lei de natureza penal nunca retroage para prejudicar o infrator. Ou seja, para Suzane, objetivamente, basta cumprir 1/6 da pena para postular, como já fez, a progressão a regime melhor (semi-aberto).
PANO RÁPIDO. No cárcere desde 2002, Suzane, em 2007, acusou o promotor de Justiça, encarregado de fiscalizar o cumprimento da pena, de assédio sexual. Na ocasião, ela estava a cumprir pena em Ribeirão Preto.
O promotor, Eliseu José Berardo, negou a acusação e a Corregedoria do Ministério Público iniciou um procedimento apuratório.
A conclusão do referido procedimento pode servir, também, de subsídio para os peritos analisarem o tipo de personalidade de Suzane.
O juiz apelidado Lalau conseguiu, sob alegação de problemas de saúde, ser colocado em prisão domiciliar, ou seja, na sua mansão no bairro do Morumbi. Da mansão, contratou advogados para evitar a repatriação de dinheiro cuja origem ele afirma ser de herança, sem comprovação.
Talvez Suzane, com a acusação contra o promotor de Justiça, tenha encenado uma manobra para se beneficiar da “jurisprudência” do chamado juiz Lalau.

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Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro
Por Eliane Potiguara
Publicado em 12/03/2009, na revista ZaP

Aconteceu no dia 09/03/2009 no auditório Horácio Macedo na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) pela ocasião das comemorações do Dia da Mulher, o evento “Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro”, apoiado pelo Centro de Estudos Afrânio Coutinho/Faculdade de Letras. Organizado pela UFRJ e a Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas os participantes discutiram sobre a inserção da mulher indígena no mercado de trabalho, sobre saúde e educação; sobre a violência e o preconceito sofrido ainda hoje; trouxeram suas próprias experiências e seus exemplos de conquista. O evento aconteceu somente para indígenas do Rio de Janeiro, como as guaranis da Aldeia de Paratimirim e de Camboinhas, indígenas da ocupação do antigo Museu do Índio e indígenas que vivem na cidade, entre outros indígenas, como uma prévia da Quarta Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena para novembro de 2009. Essa 4ª Mesa de Trabalho acontecerá no início de maio com a participação de indígenas de outros Estados e três indígenas internacionais. Envolvidos com o tema e com o apoio e presenças dos homens indígenas, Cristino Wapixana do Nearin (Núcleo de escritores e artistas indígenas) do INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual) homenageia as mulheres com trechos de seu poema e sua flauta: “Mulher morena, amarela, vermelha, parda, branca pele, peso leve. É brisa branda, ventania, belas formas, linda lua, soberana estrela nua!”.Tini-á Fulni-ô disse que no seu povo a sociedade é matriarcal, e nos contou histórias sobre a força feminina fulni-ô. Disse que aos nove anos de idade perguntou à sua mãe como ele nasceu. Seus pais mostraram-lhe naturalmente a beleza do ato sexual, que é um ato de amor, e logo depois lhe contaram que foi assim que ele nasceu, comparando a mulher à terra. Já a líder guarani de Camboinhas, Dona Lídia disse que as mulheres da sua aldeia ouvem seus conselhos, pois no seu povo o mais velho é respeitado e passa valores aos mais jovens.A curandeira disse contente junto às suas filhas presentes, que no próximo evento falará bem mais, e se desculpou por não dominar a língua portuguesa. A professora Vera Kauss, uma das organizadoras do evento, ressaltou a importância de se registrar e publicar as histórias indígenas, que trazem o conhecimento, a sabedoria dos povos indígenas, tão necessária à sociedade ocidental. Também foi importante a fala das jovens guarani, de Paratimirin.Evaneide falou sobre a importância do curso que está fazendo de reciclagem de papéis, onde tivemos a oportunidade de ver uma bela agenda feita no referido curso. A jovem guarani nos disse que dos cinco alunos do curso, ela é a única mulher. Evanilde nos contou sobre o treinamento da saúde da mulher guarani, do qual ela participou. Ela respondeu a perguntas do público sobre métodos anticoncepcionais, que não são aceitos pela comunidade. Ela nos disse que o pré-natal é feito com sucesso na aldeia. Silvia Nobre Wajãpi fez um oportuno comentário sobre a fala da jovem guarani, dizendo que hoje o infanticídio tem diminuído com relação às crianças que nascem com deficiências nas aldeias, pois são realizados tratamentos médicos com essas crianças, para que se tornem saudáveis. A fala de Silvia foi confirmada pela agente de saúde guarani. A professora Nelilda Ormond disse que o que importa é que este evento será registrado, estando a universidade ciente da realização do mesmo e que está fazendo todo empenho para apoiar os eventos do GRUMIN e NEARIN. Nelilda é a coordenadora geral do evento. Eliane Potiguara apresentou os instrumentos jurídicos nacionais e internacionais como caminhos para a garantia dos direitos das mulheres indígenas, além de citar os avanços após a Constituinte de 1988 e avanços após a Declaração Universal dos Direitos Indígenas que ajudou a escrever nas décadas passadas, além de agradecer o “finca pé” que estão realizando como parceria com a UFRJ.O líder Darci Guarani enfatizou a importância dos cânticos e coral indígenas, assim como Xohã frisou os traços, o design indígena como uma marca da ancestralidade. O evento ocorreu num clima de muita paz e respeito entre todos e todas. Tajira Kilima secretariou o evento e recolheu assinaturas para a constituição dos “AMIGOS DO GRUMIN”. O GRUMIN, UFRJ e parceiros partem agora para a realização da 4ª Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena, para início de maio de 2009.
Na íntegra por *ELIANE POTIGUARA
*Nota -Elizane potiguara -Escritora, professora e ativista indígena coordenadora do GRUMIN e Diretora do INBRAPI

Fonte: Revista zaP!
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Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro
Por Eliane Potiguara
Publicado em 12/03/2009, na revista ZaP

Aconteceu no dia 09/03/2009 no auditório Horácio Macedo na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) pela ocasião das comemorações do Dia da Mulher, o evento “Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro”, apoiado pelo Centro de Estudos Afrânio Coutinho/Faculdade de Letras. Organizado pela UFRJ e a Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas os participantes discutiram sobre a inserção da mulher indígena no mercado de trabalho, sobre saúde e educação; sobre a violência e o preconceito sofrido ainda hoje; trouxeram suas próprias experiências e seus exemplos de conquista. O evento aconteceu somente para indígenas do Rio de Janeiro, como as guaranis da Aldeia de Paratimirim e de Camboinhas, indígenas da ocupação do antigo Museu do Índio e indígenas que vivem na cidade, entre outros indígenas, como uma prévia da Quarta Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena para novembro de 2009. Essa 4ª Mesa de Trabalho acontecerá no início de maio com a participação de indígenas de outros Estados e três indígenas internacionais. Envolvidos com o tema e com o apoio e presenças dos homens indígenas, Cristino Wapixana do Nearin (Núcleo de escritores e artistas indígenas) do INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual) homenageia as mulheres com trechos de seu poema e sua flauta: “Mulher morena, amarela, vermelha, parda, branca pele, peso leve. É brisa branda, ventania, belas formas, linda lua, soberana estrela nua!”.Tini-á Fulni-ô disse que no seu povo a sociedade é matriarcal, e nos contou histórias sobre a força feminina fulni-ô. Disse que aos nove anos de idade perguntou à sua mãe como ele nasceu. Seus pais mostraram-lhe naturalmente a beleza do ato sexual, que é um ato de amor, e logo depois lhe contaram que foi assim que ele nasceu, comparando a mulher à terra. Já a líder guarani de Camboinhas, Dona Lídia disse que as mulheres da sua aldeia ouvem seus conselhos, pois no seu povo o mais velho é respeitado e passa valores aos mais jovens.A curandeira disse contente junto às suas filhas presentes, que no próximo evento falará bem mais, e se desculpou por não dominar a língua portuguesa. A professora Vera Kauss, uma das organizadoras do evento, ressaltou a importância de se registrar e publicar as histórias indígenas, que trazem o conhecimento, a sabedoria dos povos indígenas, tão necessária à sociedade ocidental. Também foi importante a fala das jovens guarani, de Paratimirin.Evaneide falou sobre a importância do curso que está fazendo de reciclagem de papéis, onde tivemos a oportunidade de ver uma bela agenda feita no referido curso. A jovem guarani nos disse que dos cinco alunos do curso, ela é a única mulher. Evanilde nos contou sobre o treinamento da saúde da mulher guarani, do qual ela participou. Ela respondeu a perguntas do público sobre métodos anticoncepcionais, que não são aceitos pela comunidade. Ela nos disse que o pré-natal é feito com sucesso na aldeia. Silvia Nobre Wajãpi fez um oportuno comentário sobre a fala da jovem guarani, dizendo que hoje o infanticídio tem diminuído com relação às crianças que nascem com deficiências nas aldeias, pois são realizados tratamentos médicos com essas crianças, para que se tornem saudáveis. A fala de Silvia foi confirmada pela agente de saúde guarani. A professora Nelilda Ormond disse que o que importa é que este evento será registrado, estando a universidade ciente da realização do mesmo e que está fazendo todo empenho para apoiar os eventos do GRUMIN e NEARIN. Nelilda é a coordenadora geral do evento. Eliane Potiguara apresentou os instrumentos jurídicos nacionais e internacionais como caminhos para a garantia dos direitos das mulheres indígenas, além de citar os avanços após a Constituinte de 1988 e avanços após a Declaração Universal dos Direitos Indígenas que ajudou a escrever nas décadas passadas, além de agradecer o “finca pé” que estão realizando como parceria com a UFRJ.O líder Darci Guarani enfatizou a importância dos cânticos e coral indígenas, assim como Xohã frisou os traços, o design indígena como uma marca da ancestralidade. O evento ocorreu num clima de muita paz e respeito entre todos e todas. Tajira Kilima secretariou o evento e recolheu assinaturas para a constituição dos “AMIGOS DO GRUMIN”. O GRUMIN, UFRJ e parceiros partem agora para a realização da 4ª Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena, para início de maio de 2009.
Na íntegra por *ELIANE POTIGUARA
*Nota -Elizane potiguara -Escritora, professora e ativista indígena coordenadora do GRUMIN e Diretora do INBRAPI

Fonte: Revista zaP!
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Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro
Por Eliane Potiguara
Publicado em 12/03/2009, na revista ZaP

Aconteceu no dia 09/03/2009 no auditório Horácio Macedo na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) pela ocasião das comemorações do Dia da Mulher, o evento “Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro”, apoiado pelo Centro de Estudos Afrânio Coutinho/Faculdade de Letras. Organizado pela UFRJ e a Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas os participantes discutiram sobre a inserção da mulher indígena no mercado de trabalho, sobre saúde e educação; sobre a violência e o preconceito sofrido ainda hoje; trouxeram suas próprias experiências e seus exemplos de conquista. O evento aconteceu somente para indígenas do Rio de Janeiro, como as guaranis da Aldeia de Paratimirim e de Camboinhas, indígenas da ocupação do antigo Museu do Índio e indígenas que vivem na cidade, entre outros indígenas, como uma prévia da Quarta Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena para novembro de 2009. Essa 4ª Mesa de Trabalho acontecerá no início de maio com a participação de indígenas de outros Estados e três indígenas internacionais. Envolvidos com o tema e com o apoio e presenças dos homens indígenas, Cristino Wapixana do Nearin (Núcleo de escritores e artistas indígenas) do INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual) homenageia as mulheres com trechos de seu poema e sua flauta: “Mulher morena, amarela, vermelha, parda, branca pele, peso leve. É brisa branda, ventania, belas formas, linda lua, soberana estrela nua!”.Tini-á Fulni-ô disse que no seu povo a sociedade é matriarcal, e nos contou histórias sobre a força feminina fulni-ô. Disse que aos nove anos de idade perguntou à sua mãe como ele nasceu. Seus pais mostraram-lhe naturalmente a beleza do ato sexual, que é um ato de amor, e logo depois lhe contaram que foi assim que ele nasceu, comparando a mulher à terra. Já a líder guarani de Camboinhas, Dona Lídia disse que as mulheres da sua aldeia ouvem seus conselhos, pois no seu povo o mais velho é respeitado e passa valores aos mais jovens.A curandeira disse contente junto às suas filhas presentes, que no próximo evento falará bem mais, e se desculpou por não dominar a língua portuguesa. A professora Vera Kauss, uma das organizadoras do evento, ressaltou a importância de se registrar e publicar as histórias indígenas, que trazem o conhecimento, a sabedoria dos povos indígenas, tão necessária à sociedade ocidental. Também foi importante a fala das jovens guarani, de Paratimirin.Evaneide falou sobre a importância do curso que está fazendo de reciclagem de papéis, onde tivemos a oportunidade de ver uma bela agenda feita no referido curso. A jovem guarani nos disse que dos cinco alunos do curso, ela é a única mulher. Evanilde nos contou sobre o treinamento da saúde da mulher guarani, do qual ela participou. Ela respondeu a perguntas do público sobre métodos anticoncepcionais, que não são aceitos pela comunidade. Ela nos disse que o pré-natal é feito com sucesso na aldeia. Silvia Nobre Wajãpi fez um oportuno comentário sobre a fala da jovem guarani, dizendo que hoje o infanticídio tem diminuído com relação às crianças que nascem com deficiências nas aldeias, pois são realizados tratamentos médicos com essas crianças, para que se tornem saudáveis. A fala de Silvia foi confirmada pela agente de saúde guarani. A professora Nelilda Ormond disse que o que importa é que este evento será registrado, estando a universidade ciente da realização do mesmo e que está fazendo todo empenho para apoiar os eventos do GRUMIN e NEARIN. Nelilda é a coordenadora geral do evento. Eliane Potiguara apresentou os instrumentos jurídicos nacionais e internacionais como caminhos para a garantia dos direitos das mulheres indígenas, além de citar os avanços após a Constituinte de 1988 e avanços após a Declaração Universal dos Direitos Indígenas que ajudou a escrever nas décadas passadas, além de agradecer o “finca pé” que estão realizando como parceria com a UFRJ.O líder Darci Guarani enfatizou a importância dos cânticos e coral indígenas, assim como Xohã frisou os traços, o design indígena como uma marca da ancestralidade. O evento ocorreu num clima de muita paz e respeito entre todos e todas. Tajira Kilima secretariou o evento e recolheu assinaturas para a constituição dos “AMIGOS DO GRUMIN”. O GRUMIN, UFRJ e parceiros partem agora para a realização da 4ª Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena, para início de maio de 2009.
Na íntegra por *ELIANE POTIGUARA
*Nota -Elizane potiguara -Escritora, professora e ativista indígena coordenadora do GRUMIN e Diretora do INBRAPI

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Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro
Por Eliane Potiguara
Publicado em 12/03/2009, na revista ZaP

Aconteceu no dia 09/03/2009 no auditório Horácio Macedo na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) pela ocasião das comemorações do Dia da Mulher, o evento “Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro”, apoiado pelo Centro de Estudos Afrânio Coutinho/Faculdade de Letras. Organizado pela UFRJ e a Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas os participantes discutiram sobre a inserção da mulher indígena no mercado de trabalho, sobre saúde e educação; sobre a violência e o preconceito sofrido ainda hoje; trouxeram suas próprias experiências e seus exemplos de conquista. O evento aconteceu somente para indígenas do Rio de Janeiro, como as guaranis da Aldeia de Paratimirim e de Camboinhas, indígenas da ocupação do antigo Museu do Índio e indígenas que vivem na cidade, entre outros indígenas, como uma prévia da Quarta Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena para novembro de 2009. Essa 4ª Mesa de Trabalho acontecerá no início de maio com a participação de indígenas de outros Estados e três indígenas internacionais. Envolvidos com o tema e com o apoio e presenças dos homens indígenas, Cristino Wapixana do Nearin (Núcleo de escritores e artistas indígenas) do INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual) homenageia as mulheres com trechos de seu poema e sua flauta: “Mulher morena, amarela, vermelha, parda, branca pele, peso leve. É brisa branda, ventania, belas formas, linda lua, soberana estrela nua!”.Tini-á Fulni-ô disse que no seu povo a sociedade é matriarcal, e nos contou histórias sobre a força feminina fulni-ô. Disse que aos nove anos de idade perguntou à sua mãe como ele nasceu. Seus pais mostraram-lhe naturalmente a beleza do ato sexual, que é um ato de amor, e logo depois lhe contaram que foi assim que ele nasceu, comparando a mulher à terra. Já a líder guarani de Camboinhas, Dona Lídia disse que as mulheres da sua aldeia ouvem seus conselhos, pois no seu povo o mais velho é respeitado e passa valores aos mais jovens.A curandeira disse contente junto às suas filhas presentes, que no próximo evento falará bem mais, e se desculpou por não dominar a língua portuguesa. A professora Vera Kauss, uma das organizadoras do evento, ressaltou a importância de se registrar e publicar as histórias indígenas, que trazem o conhecimento, a sabedoria dos povos indígenas, tão necessária à sociedade ocidental. Também foi importante a fala das jovens guarani, de Paratimirin.Evaneide falou sobre a importância do curso que está fazendo de reciclagem de papéis, onde tivemos a oportunidade de ver uma bela agenda feita no referido curso. A jovem guarani nos disse que dos cinco alunos do curso, ela é a única mulher. Evanilde nos contou sobre o treinamento da saúde da mulher guarani, do qual ela participou. Ela respondeu a perguntas do público sobre métodos anticoncepcionais, que não são aceitos pela comunidade. Ela nos disse que o pré-natal é feito com sucesso na aldeia. Silvia Nobre Wajãpi fez um oportuno comentário sobre a fala da jovem guarani, dizendo que hoje o infanticídio tem diminuído com relação às crianças que nascem com deficiências nas aldeias, pois são realizados tratamentos médicos com essas crianças, para que se tornem saudáveis. A fala de Silvia foi confirmada pela agente de saúde guarani. A professora Nelilda Ormond disse que o que importa é que este evento será registrado, estando a universidade ciente da realização do mesmo e que está fazendo todo empenho para apoiar os eventos do GRUMIN e NEARIN. Nelilda é a coordenadora geral do evento. Eliane Potiguara apresentou os instrumentos jurídicos nacionais e internacionais como caminhos para a garantia dos direitos das mulheres indígenas, além de citar os avanços após a Constituinte de 1988 e avanços após a Declaração Universal dos Direitos Indígenas que ajudou a escrever nas décadas passadas, além de agradecer o “finca pé” que estão realizando como parceria com a UFRJ.O líder Darci Guarani enfatizou a importância dos cânticos e coral indígenas, assim como Xohã frisou os traços, o design indígena como uma marca da ancestralidade. O evento ocorreu num clima de muita paz e respeito entre todos e todas. Tajira Kilima secretariou o evento e recolheu assinaturas para a constituição dos “AMIGOS DO GRUMIN”. O GRUMIN, UFRJ e parceiros partem agora para a realização da 4ª Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena, para início de maio de 2009.
Na íntegra por *ELIANE POTIGUARA
*Nota -Elizane potiguara -Escritora, professora e ativista indígena coordenadora do GRUMIN e Diretora do INBRAPI

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A apresentadora Astrid Fontenelle, mãe do pequeno Gabriel, é só alegria com o filhão de nove meses. Quase diariamente, em seu blog, no Bloglog, ela coloca fotos do filho fazendo gracinhas ou usando roupinhas fashion.

Astrid acredita que a história de Gabriel, adotado por ela em outubro de 2008, pode ajudar a acabar com o preconceito em relação ao assunto. “A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito”, diz ela, em entrevista ao EGO.

Como vai o Gabriel? Está fazendo muitas gracinhas?
Já! Ele fala “mamama”, já sabe que o dedo indicador significa “não”, já engatinha, já fala “eeeel” de Gabriel...

Como ficou a Astrid depois da maternidade? Depois do Gabriel, fiquei mais tranqüila, mais serena. Faltava alguma coisa para me sossegar. Sinto por ele um amor incondicional, algo que nunca senti por ninguém. Dá até dor no coração...
Como se pode amar uma pessoa tanto? Mas é um amor sereno, eu sinto paz. Ele é o maior parceiro que eu já tive.
Como é a relação do Fausto, o seu namorado, com o Gabriel? Estamos juntos há quase um ano. No início ele tinha zero talento com crianças. Hoje a primeira coisa que ele pergunta quando me liga é como está o Gabriel. Acho que serão bons amigos.

Você sempre coloca fotos do Gabriel no seu blog. As pessoas curtem?
No começo, eu estava preocupada em não expor. Tanto que colocava só fotos do pezinho, da mãozinha, ou ele de costas. Até mesmo por um pedido do juizado. Afinal, ele não é artista. Mas depois percebi que a história dele era importante para ajudar outras pessoas. Graças ao blog muitas mulheres me escrevem, querem saber sobre adoção. Contando a história do Gabriel, posso ajudar. E o público acaba acompanhando o crescimento dele... Existe a curiosidade em torno dele. Mas é uma “vibe” positiva, de amor. As pessoas acompanham o crescimento dele de forma amorosa. Por isso gosto de colocar fotos divertidas. Quando coloquei ele com a camiseta dos Beatles, foi o maior sucesso.
Você responde os comentários? Respondo um por um. Por isso todo mundo gosta.

Por enquanto, nada de adotar um segundo filho? Não agora. Um bebê demanda muito tempo, dinheiro... Agora mesmo eu vou ter que trocar de carro, porque quando a gente viaja para o Guarujá, o porta-malas é pequeno para carregar as tralhas do Gabriel.(risos) De repente daqui a uns dois anos. Afinal, a mamãe aqui não tem papai... (risos). Não ganhou herança, não é rica... Além disso, o processo de adoção é algo que demora. Não é só porque adotei uma vez que vou ter facilidade de adotar de novo. Vou ter que fazer tudo como se fosse a primeira vez, entregar a papelada...

E caso você resolva ter uma menina, já tem um nome em mente? Ainda não. Eu hoje em dia me cuido para não engravidar. Tenho 48 anos. Passei muito tempo tentando engravidar, me esforcei muito. São tratamentos caros, que deixam a gente inchada. A natureza não foi favorável, mas o universo foi favorável com a adoção do Gabriel. Não tenho problemas quanto a isso. A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito. Ainda é um assunto difícil, mas eu pretendo torná-lo fácil para o Gabriel.

Fonte: G1
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A apresentadora Astrid Fontenelle, mãe do pequeno Gabriel, é só alegria com o filhão de nove meses. Quase diariamente, em seu blog, no Bloglog, ela coloca fotos do filho fazendo gracinhas ou usando roupinhas fashion.

Astrid acredita que a história de Gabriel, adotado por ela em outubro de 2008, pode ajudar a acabar com o preconceito em relação ao assunto. “A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito”, diz ela, em entrevista ao EGO.

Como vai o Gabriel? Está fazendo muitas gracinhas?
Já! Ele fala “mamama”, já sabe que o dedo indicador significa “não”, já engatinha, já fala “eeeel” de Gabriel...

Como ficou a Astrid depois da maternidade? Depois do Gabriel, fiquei mais tranqüila, mais serena. Faltava alguma coisa para me sossegar. Sinto por ele um amor incondicional, algo que nunca senti por ninguém. Dá até dor no coração...
Como se pode amar uma pessoa tanto? Mas é um amor sereno, eu sinto paz. Ele é o maior parceiro que eu já tive.
Como é a relação do Fausto, o seu namorado, com o Gabriel? Estamos juntos há quase um ano. No início ele tinha zero talento com crianças. Hoje a primeira coisa que ele pergunta quando me liga é como está o Gabriel. Acho que serão bons amigos.

Você sempre coloca fotos do Gabriel no seu blog. As pessoas curtem?
No começo, eu estava preocupada em não expor. Tanto que colocava só fotos do pezinho, da mãozinha, ou ele de costas. Até mesmo por um pedido do juizado. Afinal, ele não é artista. Mas depois percebi que a história dele era importante para ajudar outras pessoas. Graças ao blog muitas mulheres me escrevem, querem saber sobre adoção. Contando a história do Gabriel, posso ajudar. E o público acaba acompanhando o crescimento dele... Existe a curiosidade em torno dele. Mas é uma “vibe” positiva, de amor. As pessoas acompanham o crescimento dele de forma amorosa. Por isso gosto de colocar fotos divertidas. Quando coloquei ele com a camiseta dos Beatles, foi o maior sucesso.
Você responde os comentários? Respondo um por um. Por isso todo mundo gosta.

Por enquanto, nada de adotar um segundo filho? Não agora. Um bebê demanda muito tempo, dinheiro... Agora mesmo eu vou ter que trocar de carro, porque quando a gente viaja para o Guarujá, o porta-malas é pequeno para carregar as tralhas do Gabriel.(risos) De repente daqui a uns dois anos. Afinal, a mamãe aqui não tem papai... (risos). Não ganhou herança, não é rica... Além disso, o processo de adoção é algo que demora. Não é só porque adotei uma vez que vou ter facilidade de adotar de novo. Vou ter que fazer tudo como se fosse a primeira vez, entregar a papelada...

E caso você resolva ter uma menina, já tem um nome em mente? Ainda não. Eu hoje em dia me cuido para não engravidar. Tenho 48 anos. Passei muito tempo tentando engravidar, me esforcei muito. São tratamentos caros, que deixam a gente inchada. A natureza não foi favorável, mas o universo foi favorável com a adoção do Gabriel. Não tenho problemas quanto a isso. A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito. Ainda é um assunto difícil, mas eu pretendo torná-lo fácil para o Gabriel.

Fonte: G1
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A apresentadora Astrid Fontenelle, mãe do pequeno Gabriel, é só alegria com o filhão de nove meses. Quase diariamente, em seu blog, no Bloglog, ela coloca fotos do filho fazendo gracinhas ou usando roupinhas fashion.

Astrid acredita que a história de Gabriel, adotado por ela em outubro de 2008, pode ajudar a acabar com o preconceito em relação ao assunto. “A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito”, diz ela, em entrevista ao EGO.

Como vai o Gabriel? Está fazendo muitas gracinhas?
Já! Ele fala “mamama”, já sabe que o dedo indicador significa “não”, já engatinha, já fala “eeeel” de Gabriel...

Como ficou a Astrid depois da maternidade? Depois do Gabriel, fiquei mais tranqüila, mais serena. Faltava alguma coisa para me sossegar. Sinto por ele um amor incondicional, algo que nunca senti por ninguém. Dá até dor no coração...
Como se pode amar uma pessoa tanto? Mas é um amor sereno, eu sinto paz. Ele é o maior parceiro que eu já tive.
Como é a relação do Fausto, o seu namorado, com o Gabriel? Estamos juntos há quase um ano. No início ele tinha zero talento com crianças. Hoje a primeira coisa que ele pergunta quando me liga é como está o Gabriel. Acho que serão bons amigos.

Você sempre coloca fotos do Gabriel no seu blog. As pessoas curtem?
No começo, eu estava preocupada em não expor. Tanto que colocava só fotos do pezinho, da mãozinha, ou ele de costas. Até mesmo por um pedido do juizado. Afinal, ele não é artista. Mas depois percebi que a história dele era importante para ajudar outras pessoas. Graças ao blog muitas mulheres me escrevem, querem saber sobre adoção. Contando a história do Gabriel, posso ajudar. E o público acaba acompanhando o crescimento dele... Existe a curiosidade em torno dele. Mas é uma “vibe” positiva, de amor. As pessoas acompanham o crescimento dele de forma amorosa. Por isso gosto de colocar fotos divertidas. Quando coloquei ele com a camiseta dos Beatles, foi o maior sucesso.
Você responde os comentários? Respondo um por um. Por isso todo mundo gosta.

Por enquanto, nada de adotar um segundo filho? Não agora. Um bebê demanda muito tempo, dinheiro... Agora mesmo eu vou ter que trocar de carro, porque quando a gente viaja para o Guarujá, o porta-malas é pequeno para carregar as tralhas do Gabriel.(risos) De repente daqui a uns dois anos. Afinal, a mamãe aqui não tem papai... (risos). Não ganhou herança, não é rica... Além disso, o processo de adoção é algo que demora. Não é só porque adotei uma vez que vou ter facilidade de adotar de novo. Vou ter que fazer tudo como se fosse a primeira vez, entregar a papelada...

E caso você resolva ter uma menina, já tem um nome em mente? Ainda não. Eu hoje em dia me cuido para não engravidar. Tenho 48 anos. Passei muito tempo tentando engravidar, me esforcei muito. São tratamentos caros, que deixam a gente inchada. A natureza não foi favorável, mas o universo foi favorável com a adoção do Gabriel. Não tenho problemas quanto a isso. A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito. Ainda é um assunto difícil, mas eu pretendo torná-lo fácil para o Gabriel.

Fonte: G1
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A apresentadora Astrid Fontenelle, mãe do pequeno Gabriel, é só alegria com o filhão de nove meses. Quase diariamente, em seu blog, no Bloglog, ela coloca fotos do filho fazendo gracinhas ou usando roupinhas fashion.

Astrid acredita que a história de Gabriel, adotado por ela em outubro de 2008, pode ajudar a acabar com o preconceito em relação ao assunto. “A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito”, diz ela, em entrevista ao EGO.

Como vai o Gabriel? Está fazendo muitas gracinhas?
Já! Ele fala “mamama”, já sabe que o dedo indicador significa “não”, já engatinha, já fala “eeeel” de Gabriel...

Como ficou a Astrid depois da maternidade? Depois do Gabriel, fiquei mais tranqüila, mais serena. Faltava alguma coisa para me sossegar. Sinto por ele um amor incondicional, algo que nunca senti por ninguém. Dá até dor no coração...
Como se pode amar uma pessoa tanto? Mas é um amor sereno, eu sinto paz. Ele é o maior parceiro que eu já tive.
Como é a relação do Fausto, o seu namorado, com o Gabriel? Estamos juntos há quase um ano. No início ele tinha zero talento com crianças. Hoje a primeira coisa que ele pergunta quando me liga é como está o Gabriel. Acho que serão bons amigos.

Você sempre coloca fotos do Gabriel no seu blog. As pessoas curtem?
No começo, eu estava preocupada em não expor. Tanto que colocava só fotos do pezinho, da mãozinha, ou ele de costas. Até mesmo por um pedido do juizado. Afinal, ele não é artista. Mas depois percebi que a história dele era importante para ajudar outras pessoas. Graças ao blog muitas mulheres me escrevem, querem saber sobre adoção. Contando a história do Gabriel, posso ajudar. E o público acaba acompanhando o crescimento dele... Existe a curiosidade em torno dele. Mas é uma “vibe” positiva, de amor. As pessoas acompanham o crescimento dele de forma amorosa. Por isso gosto de colocar fotos divertidas. Quando coloquei ele com a camiseta dos Beatles, foi o maior sucesso.
Você responde os comentários? Respondo um por um. Por isso todo mundo gosta.

Por enquanto, nada de adotar um segundo filho? Não agora. Um bebê demanda muito tempo, dinheiro... Agora mesmo eu vou ter que trocar de carro, porque quando a gente viaja para o Guarujá, o porta-malas é pequeno para carregar as tralhas do Gabriel.(risos) De repente daqui a uns dois anos. Afinal, a mamãe aqui não tem papai... (risos). Não ganhou herança, não é rica... Além disso, o processo de adoção é algo que demora. Não é só porque adotei uma vez que vou ter facilidade de adotar de novo. Vou ter que fazer tudo como se fosse a primeira vez, entregar a papelada...

E caso você resolva ter uma menina, já tem um nome em mente? Ainda não. Eu hoje em dia me cuido para não engravidar. Tenho 48 anos. Passei muito tempo tentando engravidar, me esforcei muito. São tratamentos caros, que deixam a gente inchada. A natureza não foi favorável, mas o universo foi favorável com a adoção do Gabriel. Não tenho problemas quanto a isso. A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito. Ainda é um assunto difícil, mas eu pretendo torná-lo fácil para o Gabriel.

Fonte: G1
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Pagamento irregular para professores
A professora de Jaguaretama Josefa Nogueira, denuncia que recebeu pagamento irregular em seu contracheque. Ela diz que isso não está correto Professores de Jaguaretama denunciam que recebem salário a mais e têm que repassar para outros funcionários

Jaguaretama - O velho jeitinho brasileiro é usado também para a malversação do dinheiro da educação em municípios do Interior e uma prática “antiga” é adotada por novos gestores, mas alguns, com a pressão da sociedade e do Ministério Público estão se “ajeitando” na lei. Em Jaguaretama, a 313 quilômetros de Fortaleza, professores recebem dobrado no contracheque e têm que repassar a servidores “ilegais”, que trabalham, mas não podem ter o nome na lista. Professora recebe R$ 300,00 de auxílio deslocamento morando ao lado da escola onde trabalha e motos são contratadas pela Prefeitura para fazer o transporte escolar. Esse dinheiro é retirado ilegalmente dos 60% do Fundeb. Prefeitura e Secretaria da Educação falam em politização das denúncias, mas admitem as irregularidades, que consideram existirem todas desde as gestões passadas, mas que uma “boa parte” já foi resolvida e outras denúncias seriam infundadas.
A professora Maria de Fancime de Sousa recebeu seu contracheque no dia 9 de abril e ficou espantada com o que viu: R$ 1.010,00, sendo que deveria receber aproximadamente metade disso. Trabalhou 100 horas por mês e recebeu como se trabalhasse 200 horas. Percebeu que estava errado, e como “só quero o que é meu”, foi orientada a repassar o valor extra a outra funcionária da creche Maria Conceição Silva Lima, onde trabalha. Ainda lhe disseram que o repasse extra não foi engano, ela só tinha que entregar a uma colega de trabalho “e pronto”. A professora Fancime teme perder o Pasep porque sua remuneração tinha vindo “alta demais”.
As professoras Sara da Silva Sales, Silvaneide Saldanha Peixoto e Josefa Nogueira de Queiroz também receberam os contracheques e a surpresa foi um aumento referente a 10, 21 e 29 horas extras de aulas que elas disseram não ter dado. Auto-declarando a irregularidade, as professoras teriam repassado, por orientação da diretora escolar, os valores para outro professor. Todos trabalham na Escola de Ensino Fundamental Claudio Oliveira, a mesma do vigilante Raimundo Lucivan, que recebeu dobrado no contracheque do mês de março e, pensando que fosse uma bonificação, gastou o dinheiro fazendo pagamentos domésticos. No próximo dia de trabalho, foi cobrado pelo “extra” que veio em seu pagamento.
As pessoas ouvidas pela reportagem reclamavam que só eram informadas do depósito extra, quem nem delas seria, no dia do pagamento. A reportagem teve acesso à folha de pagamento do mês de março (das irregularidades), pago em abril, dos servidores da educação de Jaguaretama e observou esses e outros salários “engordados” nos pagamentos de professores e todos que foram procurados confirmaram o recebimento a mais, alegaram não ter dado aulas extras e que os valores foram repassados para outros funcionários – fantasmas às avessas, porque trabalham, mas não tem o nome na folha, seja porque não têm a especialidade exigida para o cargo ou por outros fatores que a Associação dos Professores do Município de Jaguaretama (Apremuj), que levantou as denúncias, diz desconhecer.

Desvio de dinheiro

“É um verdadeiro desvio do dinheiro público, não sabemos o que é feito nem porque é repassado o dinheiro para estas pessoas em nome de outras”, diz Catarina de Castro, professora e presidenta da Apremuj. Em maio, os professores da rede municipal entraram em greve por aumento. Pediam 25%, mas acataram os 15% contra-propostos pela Prefeitura, que alegou não ter recurso para pagar mais.
A reportagem entrou em contato com a diretora Maria Francizete, da Escola Claudio Oliveira, citada acima. Questionada sobre as denúncias, inicialmente disse que “eu não posso informar nada, não faço a folha de pagamento, sou apenas diretora da escola”. Com a afirmativa do repórter de que este estava com cópia da folha de pagamento e declaração por escrito das professoras Sara, Silvaneide e Josefa (citadas no início da matéria), a diretora explicou que o caso “aconteceu, e não tinha nada demais, isso aí não é de hoje, vem de anos atrás. Trabalho na Educação desde 1997 e é normal um professor dar aula e ser colocado no cheque de outra”, alegou a diretora.
A secretária de Educação, Lindalva Pinheiro, admitiu que as irregularidades citadas existiram, mas uma boa parte foi corrigida. Ainda alega que há motivação política nas denúncias. “As pessoas não estão em função desviada, quando assumimos a gestão percebemos várias irregularidades de gestões anteriores, e estamos resolvendo isso. Não temos medo de ser fiscalizados, pelo contrário, até queremos que apontem onde existem erros, mas muitas das denúncias são infundadas”, afirmou ela.

Certificados

Quanto à denúncia da Apremuj de que professores estariam atuando sem a especialização exigida para o cargo, a secretária afirmou que “estamos comprovando, junto ao Ministério Público, os certificados de todos os professores citados”. Na localidade de São Pedro, 72km distante do município, um professor faleceu e, para os alunos não ficarem sem aula, a Prefeitura contratou um professor da comunidade que tem o Ensino Médio. Em outra, a coordenadora de uma escola recebe R$ 300,00 por auxílio deslocamento, mesmo morando ao lado do trabalho.
A secretária da Educação de Jaguaretama, Lindalva Pinheiro, alegou que esse dinheiro é integralmente repassado para pagar o aluguel da sala de uma casa para comportar parte dos alunos, visto que dentro do colégio ‘não cabe mais’.
“Quando assumimos a administração percebemos isso, que eu acho uma aberração, mas aberração maior é os alunos ficarem sem aula”, afirmou ela. Evitar que os alunos percam aula, “porque têm bairros em que os carros não conseguem chegar”, também foi o argumento usado pela secretária ao admitir que motoristas pagos pela Prefeitura fazem o transporte escolar de alunos em motos, o que é proibido por lei. No dia 8 de julho vence o prazo dado pelo Ministério Público para que a Prefeitura Municipal de Jaguaretama resolva essas e outras “pendências”.

DENÚNCIAS

110 supostas irregularidades foram apontadas pela Associação dos Professores Municipais de Jaguaretama, cidade localizada no Vale do Jaguaribe. A Prefeitura diz estar resolvendo as existentes

Mais informações:
Secretaria da Educação de Jaguaretama
(88)3576.1571
Associação dos Professores Municipais de Jaguaretama (Apremuj)
(88) 3576.1802


(Foto e colaboração: MELQUÍADES JÚNIOR)


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:05  comentar



Pagamento irregular para professores
A professora de Jaguaretama Josefa Nogueira, denuncia que recebeu pagamento irregular em seu contracheque. Ela diz que isso não está correto Professores de Jaguaretama denunciam que recebem salário a mais e têm que repassar para outros funcionários

Jaguaretama - O velho jeitinho brasileiro é usado também para a malversação do dinheiro da educação em municípios do Interior e uma prática “antiga” é adotada por novos gestores, mas alguns, com a pressão da sociedade e do Ministério Público estão se “ajeitando” na lei. Em Jaguaretama, a 313 quilômetros de Fortaleza, professores recebem dobrado no contracheque e têm que repassar a servidores “ilegais”, que trabalham, mas não podem ter o nome na lista. Professora recebe R$ 300,00 de auxílio deslocamento morando ao lado da escola onde trabalha e motos são contratadas pela Prefeitura para fazer o transporte escolar. Esse dinheiro é retirado ilegalmente dos 60% do Fundeb. Prefeitura e Secretaria da Educação falam em politização das denúncias, mas admitem as irregularidades, que consideram existirem todas desde as gestões passadas, mas que uma “boa parte” já foi resolvida e outras denúncias seriam infundadas.
A professora Maria de Fancime de Sousa recebeu seu contracheque no dia 9 de abril e ficou espantada com o que viu: R$ 1.010,00, sendo que deveria receber aproximadamente metade disso. Trabalhou 100 horas por mês e recebeu como se trabalhasse 200 horas. Percebeu que estava errado, e como “só quero o que é meu”, foi orientada a repassar o valor extra a outra funcionária da creche Maria Conceição Silva Lima, onde trabalha. Ainda lhe disseram que o repasse extra não foi engano, ela só tinha que entregar a uma colega de trabalho “e pronto”. A professora Fancime teme perder o Pasep porque sua remuneração tinha vindo “alta demais”.
As professoras Sara da Silva Sales, Silvaneide Saldanha Peixoto e Josefa Nogueira de Queiroz também receberam os contracheques e a surpresa foi um aumento referente a 10, 21 e 29 horas extras de aulas que elas disseram não ter dado. Auto-declarando a irregularidade, as professoras teriam repassado, por orientação da diretora escolar, os valores para outro professor. Todos trabalham na Escola de Ensino Fundamental Claudio Oliveira, a mesma do vigilante Raimundo Lucivan, que recebeu dobrado no contracheque do mês de março e, pensando que fosse uma bonificação, gastou o dinheiro fazendo pagamentos domésticos. No próximo dia de trabalho, foi cobrado pelo “extra” que veio em seu pagamento.
As pessoas ouvidas pela reportagem reclamavam que só eram informadas do depósito extra, quem nem delas seria, no dia do pagamento. A reportagem teve acesso à folha de pagamento do mês de março (das irregularidades), pago em abril, dos servidores da educação de Jaguaretama e observou esses e outros salários “engordados” nos pagamentos de professores e todos que foram procurados confirmaram o recebimento a mais, alegaram não ter dado aulas extras e que os valores foram repassados para outros funcionários – fantasmas às avessas, porque trabalham, mas não tem o nome na folha, seja porque não têm a especialidade exigida para o cargo ou por outros fatores que a Associação dos Professores do Município de Jaguaretama (Apremuj), que levantou as denúncias, diz desconhecer.

Desvio de dinheiro

“É um verdadeiro desvio do dinheiro público, não sabemos o que é feito nem porque é repassado o dinheiro para estas pessoas em nome de outras”, diz Catarina de Castro, professora e presidenta da Apremuj. Em maio, os professores da rede municipal entraram em greve por aumento. Pediam 25%, mas acataram os 15% contra-propostos pela Prefeitura, que alegou não ter recurso para pagar mais.
A reportagem entrou em contato com a diretora Maria Francizete, da Escola Claudio Oliveira, citada acima. Questionada sobre as denúncias, inicialmente disse que “eu não posso informar nada, não faço a folha de pagamento, sou apenas diretora da escola”. Com a afirmativa do repórter de que este estava com cópia da folha de pagamento e declaração por escrito das professoras Sara, Silvaneide e Josefa (citadas no início da matéria), a diretora explicou que o caso “aconteceu, e não tinha nada demais, isso aí não é de hoje, vem de anos atrás. Trabalho na Educação desde 1997 e é normal um professor dar aula e ser colocado no cheque de outra”, alegou a diretora.
A secretária de Educação, Lindalva Pinheiro, admitiu que as irregularidades citadas existiram, mas uma boa parte foi corrigida. Ainda alega que há motivação política nas denúncias. “As pessoas não estão em função desviada, quando assumimos a gestão percebemos várias irregularidades de gestões anteriores, e estamos resolvendo isso. Não temos medo de ser fiscalizados, pelo contrário, até queremos que apontem onde existem erros, mas muitas das denúncias são infundadas”, afirmou ela.

Certificados

Quanto à denúncia da Apremuj de que professores estariam atuando sem a especialização exigida para o cargo, a secretária afirmou que “estamos comprovando, junto ao Ministério Público, os certificados de todos os professores citados”. Na localidade de São Pedro, 72km distante do município, um professor faleceu e, para os alunos não ficarem sem aula, a Prefeitura contratou um professor da comunidade que tem o Ensino Médio. Em outra, a coordenadora de uma escola recebe R$ 300,00 por auxílio deslocamento, mesmo morando ao lado do trabalho.
A secretária da Educação de Jaguaretama, Lindalva Pinheiro, alegou que esse dinheiro é integralmente repassado para pagar o aluguel da sala de uma casa para comportar parte dos alunos, visto que dentro do colégio ‘não cabe mais’.
“Quando assumimos a administração percebemos isso, que eu acho uma aberração, mas aberração maior é os alunos ficarem sem aula”, afirmou ela. Evitar que os alunos percam aula, “porque têm bairros em que os carros não conseguem chegar”, também foi o argumento usado pela secretária ao admitir que motoristas pagos pela Prefeitura fazem o transporte escolar de alunos em motos, o que é proibido por lei. No dia 8 de julho vence o prazo dado pelo Ministério Público para que a Prefeitura Municipal de Jaguaretama resolva essas e outras “pendências”.

DENÚNCIAS

110 supostas irregularidades foram apontadas pela Associação dos Professores Municipais de Jaguaretama, cidade localizada no Vale do Jaguaribe. A Prefeitura diz estar resolvendo as existentes

Mais informações:
Secretaria da Educação de Jaguaretama
(88)3576.1571
Associação dos Professores Municipais de Jaguaretama (Apremuj)
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A professora de Jaguaretama Josefa Nogueira, denuncia que recebeu pagamento irregular em seu contracheque. Ela diz que isso não está correto Professores de Jaguaretama denunciam que recebem salário a mais e têm que repassar para outros funcionários

Jaguaretama - O velho jeitinho brasileiro é usado também para a malversação do dinheiro da educação em municípios do Interior e uma prática “antiga” é adotada por novos gestores, mas alguns, com a pressão da sociedade e do Ministério Público estão se “ajeitando” na lei. Em Jaguaretama, a 313 quilômetros de Fortaleza, professores recebem dobrado no contracheque e têm que repassar a servidores “ilegais”, que trabalham, mas não podem ter o nome na lista. Professora recebe R$ 300,00 de auxílio deslocamento morando ao lado da escola onde trabalha e motos são contratadas pela Prefeitura para fazer o transporte escolar. Esse dinheiro é retirado ilegalmente dos 60% do Fundeb. Prefeitura e Secretaria da Educação falam em politização das denúncias, mas admitem as irregularidades, que consideram existirem todas desde as gestões passadas, mas que uma “boa parte” já foi resolvida e outras denúncias seriam infundadas.
A professora Maria de Fancime de Sousa recebeu seu contracheque no dia 9 de abril e ficou espantada com o que viu: R$ 1.010,00, sendo que deveria receber aproximadamente metade disso. Trabalhou 100 horas por mês e recebeu como se trabalhasse 200 horas. Percebeu que estava errado, e como “só quero o que é meu”, foi orientada a repassar o valor extra a outra funcionária da creche Maria Conceição Silva Lima, onde trabalha. Ainda lhe disseram que o repasse extra não foi engano, ela só tinha que entregar a uma colega de trabalho “e pronto”. A professora Fancime teme perder o Pasep porque sua remuneração tinha vindo “alta demais”.
As professoras Sara da Silva Sales, Silvaneide Saldanha Peixoto e Josefa Nogueira de Queiroz também receberam os contracheques e a surpresa foi um aumento referente a 10, 21 e 29 horas extras de aulas que elas disseram não ter dado. Auto-declarando a irregularidade, as professoras teriam repassado, por orientação da diretora escolar, os valores para outro professor. Todos trabalham na Escola de Ensino Fundamental Claudio Oliveira, a mesma do vigilante Raimundo Lucivan, que recebeu dobrado no contracheque do mês de março e, pensando que fosse uma bonificação, gastou o dinheiro fazendo pagamentos domésticos. No próximo dia de trabalho, foi cobrado pelo “extra” que veio em seu pagamento.
As pessoas ouvidas pela reportagem reclamavam que só eram informadas do depósito extra, quem nem delas seria, no dia do pagamento. A reportagem teve acesso à folha de pagamento do mês de março (das irregularidades), pago em abril, dos servidores da educação de Jaguaretama e observou esses e outros salários “engordados” nos pagamentos de professores e todos que foram procurados confirmaram o recebimento a mais, alegaram não ter dado aulas extras e que os valores foram repassados para outros funcionários – fantasmas às avessas, porque trabalham, mas não tem o nome na folha, seja porque não têm a especialidade exigida para o cargo ou por outros fatores que a Associação dos Professores do Município de Jaguaretama (Apremuj), que levantou as denúncias, diz desconhecer.

Desvio de dinheiro

“É um verdadeiro desvio do dinheiro público, não sabemos o que é feito nem porque é repassado o dinheiro para estas pessoas em nome de outras”, diz Catarina de Castro, professora e presidenta da Apremuj. Em maio, os professores da rede municipal entraram em greve por aumento. Pediam 25%, mas acataram os 15% contra-propostos pela Prefeitura, que alegou não ter recurso para pagar mais.
A reportagem entrou em contato com a diretora Maria Francizete, da Escola Claudio Oliveira, citada acima. Questionada sobre as denúncias, inicialmente disse que “eu não posso informar nada, não faço a folha de pagamento, sou apenas diretora da escola”. Com a afirmativa do repórter de que este estava com cópia da folha de pagamento e declaração por escrito das professoras Sara, Silvaneide e Josefa (citadas no início da matéria), a diretora explicou que o caso “aconteceu, e não tinha nada demais, isso aí não é de hoje, vem de anos atrás. Trabalho na Educação desde 1997 e é normal um professor dar aula e ser colocado no cheque de outra”, alegou a diretora.
A secretária de Educação, Lindalva Pinheiro, admitiu que as irregularidades citadas existiram, mas uma boa parte foi corrigida. Ainda alega que há motivação política nas denúncias. “As pessoas não estão em função desviada, quando assumimos a gestão percebemos várias irregularidades de gestões anteriores, e estamos resolvendo isso. Não temos medo de ser fiscalizados, pelo contrário, até queremos que apontem onde existem erros, mas muitas das denúncias são infundadas”, afirmou ela.

Certificados

Quanto à denúncia da Apremuj de que professores estariam atuando sem a especialização exigida para o cargo, a secretária afirmou que “estamos comprovando, junto ao Ministério Público, os certificados de todos os professores citados”. Na localidade de São Pedro, 72km distante do município, um professor faleceu e, para os alunos não ficarem sem aula, a Prefeitura contratou um professor da comunidade que tem o Ensino Médio. Em outra, a coordenadora de uma escola recebe R$ 300,00 por auxílio deslocamento, mesmo morando ao lado do trabalho.
A secretária da Educação de Jaguaretama, Lindalva Pinheiro, alegou que esse dinheiro é integralmente repassado para pagar o aluguel da sala de uma casa para comportar parte dos alunos, visto que dentro do colégio ‘não cabe mais’.
“Quando assumimos a administração percebemos isso, que eu acho uma aberração, mas aberração maior é os alunos ficarem sem aula”, afirmou ela. Evitar que os alunos percam aula, “porque têm bairros em que os carros não conseguem chegar”, também foi o argumento usado pela secretária ao admitir que motoristas pagos pela Prefeitura fazem o transporte escolar de alunos em motos, o que é proibido por lei. No dia 8 de julho vence o prazo dado pelo Ministério Público para que a Prefeitura Municipal de Jaguaretama resolva essas e outras “pendências”.

DENÚNCIAS

110 supostas irregularidades foram apontadas pela Associação dos Professores Municipais de Jaguaretama, cidade localizada no Vale do Jaguaribe. A Prefeitura diz estar resolvendo as existentes

Mais informações:
Secretaria da Educação de Jaguaretama
(88)3576.1571
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Pagamento irregular para professores
A professora de Jaguaretama Josefa Nogueira, denuncia que recebeu pagamento irregular em seu contracheque. Ela diz que isso não está correto Professores de Jaguaretama denunciam que recebem salário a mais e têm que repassar para outros funcionários

Jaguaretama - O velho jeitinho brasileiro é usado também para a malversação do dinheiro da educação em municípios do Interior e uma prática “antiga” é adotada por novos gestores, mas alguns, com a pressão da sociedade e do Ministério Público estão se “ajeitando” na lei. Em Jaguaretama, a 313 quilômetros de Fortaleza, professores recebem dobrado no contracheque e têm que repassar a servidores “ilegais”, que trabalham, mas não podem ter o nome na lista. Professora recebe R$ 300,00 de auxílio deslocamento morando ao lado da escola onde trabalha e motos são contratadas pela Prefeitura para fazer o transporte escolar. Esse dinheiro é retirado ilegalmente dos 60% do Fundeb. Prefeitura e Secretaria da Educação falam em politização das denúncias, mas admitem as irregularidades, que consideram existirem todas desde as gestões passadas, mas que uma “boa parte” já foi resolvida e outras denúncias seriam infundadas.
A professora Maria de Fancime de Sousa recebeu seu contracheque no dia 9 de abril e ficou espantada com o que viu: R$ 1.010,00, sendo que deveria receber aproximadamente metade disso. Trabalhou 100 horas por mês e recebeu como se trabalhasse 200 horas. Percebeu que estava errado, e como “só quero o que é meu”, foi orientada a repassar o valor extra a outra funcionária da creche Maria Conceição Silva Lima, onde trabalha. Ainda lhe disseram que o repasse extra não foi engano, ela só tinha que entregar a uma colega de trabalho “e pronto”. A professora Fancime teme perder o Pasep porque sua remuneração tinha vindo “alta demais”.
As professoras Sara da Silva Sales, Silvaneide Saldanha Peixoto e Josefa Nogueira de Queiroz também receberam os contracheques e a surpresa foi um aumento referente a 10, 21 e 29 horas extras de aulas que elas disseram não ter dado. Auto-declarando a irregularidade, as professoras teriam repassado, por orientação da diretora escolar, os valores para outro professor. Todos trabalham na Escola de Ensino Fundamental Claudio Oliveira, a mesma do vigilante Raimundo Lucivan, que recebeu dobrado no contracheque do mês de março e, pensando que fosse uma bonificação, gastou o dinheiro fazendo pagamentos domésticos. No próximo dia de trabalho, foi cobrado pelo “extra” que veio em seu pagamento.
As pessoas ouvidas pela reportagem reclamavam que só eram informadas do depósito extra, quem nem delas seria, no dia do pagamento. A reportagem teve acesso à folha de pagamento do mês de março (das irregularidades), pago em abril, dos servidores da educação de Jaguaretama e observou esses e outros salários “engordados” nos pagamentos de professores e todos que foram procurados confirmaram o recebimento a mais, alegaram não ter dado aulas extras e que os valores foram repassados para outros funcionários – fantasmas às avessas, porque trabalham, mas não tem o nome na folha, seja porque não têm a especialidade exigida para o cargo ou por outros fatores que a Associação dos Professores do Município de Jaguaretama (Apremuj), que levantou as denúncias, diz desconhecer.

Desvio de dinheiro

“É um verdadeiro desvio do dinheiro público, não sabemos o que é feito nem porque é repassado o dinheiro para estas pessoas em nome de outras”, diz Catarina de Castro, professora e presidenta da Apremuj. Em maio, os professores da rede municipal entraram em greve por aumento. Pediam 25%, mas acataram os 15% contra-propostos pela Prefeitura, que alegou não ter recurso para pagar mais.
A reportagem entrou em contato com a diretora Maria Francizete, da Escola Claudio Oliveira, citada acima. Questionada sobre as denúncias, inicialmente disse que “eu não posso informar nada, não faço a folha de pagamento, sou apenas diretora da escola”. Com a afirmativa do repórter de que este estava com cópia da folha de pagamento e declaração por escrito das professoras Sara, Silvaneide e Josefa (citadas no início da matéria), a diretora explicou que o caso “aconteceu, e não tinha nada demais, isso aí não é de hoje, vem de anos atrás. Trabalho na Educação desde 1997 e é normal um professor dar aula e ser colocado no cheque de outra”, alegou a diretora.
A secretária de Educação, Lindalva Pinheiro, admitiu que as irregularidades citadas existiram, mas uma boa parte foi corrigida. Ainda alega que há motivação política nas denúncias. “As pessoas não estão em função desviada, quando assumimos a gestão percebemos várias irregularidades de gestões anteriores, e estamos resolvendo isso. Não temos medo de ser fiscalizados, pelo contrário, até queremos que apontem onde existem erros, mas muitas das denúncias são infundadas”, afirmou ela.

Certificados

Quanto à denúncia da Apremuj de que professores estariam atuando sem a especialização exigida para o cargo, a secretária afirmou que “estamos comprovando, junto ao Ministério Público, os certificados de todos os professores citados”. Na localidade de São Pedro, 72km distante do município, um professor faleceu e, para os alunos não ficarem sem aula, a Prefeitura contratou um professor da comunidade que tem o Ensino Médio. Em outra, a coordenadora de uma escola recebe R$ 300,00 por auxílio deslocamento, mesmo morando ao lado do trabalho.
A secretária da Educação de Jaguaretama, Lindalva Pinheiro, alegou que esse dinheiro é integralmente repassado para pagar o aluguel da sala de uma casa para comportar parte dos alunos, visto que dentro do colégio ‘não cabe mais’.
“Quando assumimos a administração percebemos isso, que eu acho uma aberração, mas aberração maior é os alunos ficarem sem aula”, afirmou ela. Evitar que os alunos percam aula, “porque têm bairros em que os carros não conseguem chegar”, também foi o argumento usado pela secretária ao admitir que motoristas pagos pela Prefeitura fazem o transporte escolar de alunos em motos, o que é proibido por lei. No dia 8 de julho vence o prazo dado pelo Ministério Público para que a Prefeitura Municipal de Jaguaretama resolva essas e outras “pendências”.

DENÚNCIAS

110 supostas irregularidades foram apontadas pela Associação dos Professores Municipais de Jaguaretama, cidade localizada no Vale do Jaguaribe. A Prefeitura diz estar resolvendo as existentes

Mais informações:
Secretaria da Educação de Jaguaretama
(88)3576.1571
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Policia Militar de Aquidauana A Policia Militar de Aquidauana efetuou a detenção na ultima sexta feira, 30, por volta das 06h30min, do servidor publico municipal identificado como Cecílio Mauro Colino, vulgo “Maurão”, de 59 anos, residente na Rua Marechal Mallet nº 1290, centro.
Segundo informações através de nota de imprensa da Policia Militar, a equipe do Serviço Reservado do 7º BPM, realizou a prisão de individuo por tentativa de atentado violento ao pudor contra menor. O individuo estava sendo monitorado pela equipe do Serviço Reservado da PM em razão de denúncia de familiares do menor. As denúncias foram encaminhadas diretamente ao Comandante da PM Coronel Júdice que determinou o monitoramento das ações de Cecílio Mauro Colino sendo que a prisão ocorreu no momento da abordagem da vitima cuja identificação está sendo preservada pela policia aquidauanense. Mauro Colino foi entregue à autoridade plantão na Delegacia de Policia Civil de Aquidauana e pelo que consta o elemento estava cumprindo pena no Estabelecimento Penal de Regime Semi-Aberto e Assistência ao Albergado de Aquidauana.Em abril de 2007 Cecílio Mauro Colino foi preso por ter invadido a residência de um garoto, oportunidade em que o molestou sexualmente sob ameaça. Durante o fato, o acusado se identificou como “Toninho”. O inquérito policial foi presidido pelo Delegado de Policia Civil, Dr. José Raimundo Pinto Filho.

Fonte:Aquidauna News
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Policia Militar de Aquidauana A Policia Militar de Aquidauana efetuou a detenção na ultima sexta feira, 30, por volta das 06h30min, do servidor publico municipal identificado como Cecílio Mauro Colino, vulgo “Maurão”, de 59 anos, residente na Rua Marechal Mallet nº 1290, centro.
Segundo informações através de nota de imprensa da Policia Militar, a equipe do Serviço Reservado do 7º BPM, realizou a prisão de individuo por tentativa de atentado violento ao pudor contra menor. O individuo estava sendo monitorado pela equipe do Serviço Reservado da PM em razão de denúncia de familiares do menor. As denúncias foram encaminhadas diretamente ao Comandante da PM Coronel Júdice que determinou o monitoramento das ações de Cecílio Mauro Colino sendo que a prisão ocorreu no momento da abordagem da vitima cuja identificação está sendo preservada pela policia aquidauanense. Mauro Colino foi entregue à autoridade plantão na Delegacia de Policia Civil de Aquidauana e pelo que consta o elemento estava cumprindo pena no Estabelecimento Penal de Regime Semi-Aberto e Assistência ao Albergado de Aquidauana.Em abril de 2007 Cecílio Mauro Colino foi preso por ter invadido a residência de um garoto, oportunidade em que o molestou sexualmente sob ameaça. Durante o fato, o acusado se identificou como “Toninho”. O inquérito policial foi presidido pelo Delegado de Policia Civil, Dr. José Raimundo Pinto Filho.

Fonte:Aquidauna News
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Policia Militar de Aquidauana A Policia Militar de Aquidauana efetuou a detenção na ultima sexta feira, 30, por volta das 06h30min, do servidor publico municipal identificado como Cecílio Mauro Colino, vulgo “Maurão”, de 59 anos, residente na Rua Marechal Mallet nº 1290, centro.
Segundo informações através de nota de imprensa da Policia Militar, a equipe do Serviço Reservado do 7º BPM, realizou a prisão de individuo por tentativa de atentado violento ao pudor contra menor. O individuo estava sendo monitorado pela equipe do Serviço Reservado da PM em razão de denúncia de familiares do menor. As denúncias foram encaminhadas diretamente ao Comandante da PM Coronel Júdice que determinou o monitoramento das ações de Cecílio Mauro Colino sendo que a prisão ocorreu no momento da abordagem da vitima cuja identificação está sendo preservada pela policia aquidauanense. Mauro Colino foi entregue à autoridade plantão na Delegacia de Policia Civil de Aquidauana e pelo que consta o elemento estava cumprindo pena no Estabelecimento Penal de Regime Semi-Aberto e Assistência ao Albergado de Aquidauana.Em abril de 2007 Cecílio Mauro Colino foi preso por ter invadido a residência de um garoto, oportunidade em que o molestou sexualmente sob ameaça. Durante o fato, o acusado se identificou como “Toninho”. O inquérito policial foi presidido pelo Delegado de Policia Civil, Dr. José Raimundo Pinto Filho.

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Policia Militar de Aquidauana A Policia Militar de Aquidauana efetuou a detenção na ultima sexta feira, 30, por volta das 06h30min, do servidor publico municipal identificado como Cecílio Mauro Colino, vulgo “Maurão”, de 59 anos, residente na Rua Marechal Mallet nº 1290, centro.
Segundo informações através de nota de imprensa da Policia Militar, a equipe do Serviço Reservado do 7º BPM, realizou a prisão de individuo por tentativa de atentado violento ao pudor contra menor. O individuo estava sendo monitorado pela equipe do Serviço Reservado da PM em razão de denúncia de familiares do menor. As denúncias foram encaminhadas diretamente ao Comandante da PM Coronel Júdice que determinou o monitoramento das ações de Cecílio Mauro Colino sendo que a prisão ocorreu no momento da abordagem da vitima cuja identificação está sendo preservada pela policia aquidauanense. Mauro Colino foi entregue à autoridade plantão na Delegacia de Policia Civil de Aquidauana e pelo que consta o elemento estava cumprindo pena no Estabelecimento Penal de Regime Semi-Aberto e Assistência ao Albergado de Aquidauana.Em abril de 2007 Cecílio Mauro Colino foi preso por ter invadido a residência de um garoto, oportunidade em que o molestou sexualmente sob ameaça. Durante o fato, o acusado se identificou como “Toninho”. O inquérito policial foi presidido pelo Delegado de Policia Civil, Dr. José Raimundo Pinto Filho.

Fonte:Aquidauna News
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Durante 40 dias, a família da comerciante Albertina Rodrigues de Lima, de 42 anos, teve de viver ao relento, na laje de sua casa na cidade de Trizidela do Vale, uma das mais atingidas pelas enchentes no Maranhão.

Expulsos de dentro do imóvel pelas águas, que chegaram até o teto, Albertina, o marido, a filha de sete anos, o filho de dez, um cachorro, um gato, quatro galinhas e um galo passaram dias e noites ao relento.
O único espaço para se abrigar da chuva e do sol era uma pequena lona amarela, que também servia para proteger alguns móveis, roupas e utensílios salvos da enchente.
"De dia, o sol queimava a 40 graus. De noite, chovia sem parar", diz Albertina, que somente na semana passada pôde voltar para dentro de casa e ainda tenta limpar a sujeira e a lama deixadas pelas águas.
Ao lado do marido, Genésio Alves de Souza, de 58 anos, Albertina administra o bar Faça Farra, que funciona em um dos cinco cômodos de sua casa e onde vende cerveja, refrigerantes, carne de sol e espetinhos.
Ela conta que a família tomou a decisão de morar na laje, em vez de ir para a casa de parentes ou para um abrigo, por medo de furtos.
"Ficamos lá, noite e dia, para não roubarem nossas coisas", diz Albertina. São comuns em Trizidela do Vale e em outras cidades do Vale do Mearim atingidas pelas enchentes relatos de furtos de telhas, móveis, roupas e até portas das casas abandonadas.
"Muitas pessoas foram roubadas aqui. De nós, não levaram nada", diz a comerciante.

A nado
Albertina também quis evitar ter de viver nos abrigos improvisados e superlotados que alojam quem teve de fugir de casa por causa das chuvas.
"A última casa desta rua que alagou foi a minha. Aí não tinha mais lugar nos abrigos daqui, queriam nos levar para um abrigo muito longe, fora da cidade", diz.
Durante o tempo em que viveram ilhados em cima de casa, Albertina e a família sobreviveram graças às cestas básicas doadas aos atingidos pelas cheias.
Como os funcionários que faziam a entrega não conseguiam chegar até a laje, Albertina diz que buscava os mantimentos a nado, enfrentando a água turva do rio, misturada à chuva, à lama e ao esgoto.
"Eu ia e voltava nadando, mergulhando dentro dessa água", diz a comerciante.
Albertina vive há 22 anos em Trizidela do Vale e há dois nesta casa, construída por ela e o marido.
Apesar de as enchentes serem comuns nesta região, Albertina diz nunca ter visto uma como a deste ano.
"No ano passado, também alagou, mas por bem menos tempo", afirma.

Prejuízo
Segundo a Defesa Civil, cerca de 15,5 mil dos 18 mil habitantes de Trizidela do Vale foram afetados pelas enchentes neste ano.
Na casa de Albertina, ainda não há eletricidade. "Acho que vão demorar mais uma semana para ligar a luz", diz.
A comerciante afirma faturar cerca de R$ 1,3 mil mensais com o bar, dinheiro que deixou de ganhar neste período de mais de um mês embaixo d'água.
"Ainda estamos calculando o prejuízo", diz.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:42  comentar

Durante 40 dias, a família da comerciante Albertina Rodrigues de Lima, de 42 anos, teve de viver ao relento, na laje de sua casa na cidade de Trizidela do Vale, uma das mais atingidas pelas enchentes no Maranhão.

Expulsos de dentro do imóvel pelas águas, que chegaram até o teto, Albertina, o marido, a filha de sete anos, o filho de dez, um cachorro, um gato, quatro galinhas e um galo passaram dias e noites ao relento.
O único espaço para se abrigar da chuva e do sol era uma pequena lona amarela, que também servia para proteger alguns móveis, roupas e utensílios salvos da enchente.
"De dia, o sol queimava a 40 graus. De noite, chovia sem parar", diz Albertina, que somente na semana passada pôde voltar para dentro de casa e ainda tenta limpar a sujeira e a lama deixadas pelas águas.
Ao lado do marido, Genésio Alves de Souza, de 58 anos, Albertina administra o bar Faça Farra, que funciona em um dos cinco cômodos de sua casa e onde vende cerveja, refrigerantes, carne de sol e espetinhos.
Ela conta que a família tomou a decisão de morar na laje, em vez de ir para a casa de parentes ou para um abrigo, por medo de furtos.
"Ficamos lá, noite e dia, para não roubarem nossas coisas", diz Albertina. São comuns em Trizidela do Vale e em outras cidades do Vale do Mearim atingidas pelas enchentes relatos de furtos de telhas, móveis, roupas e até portas das casas abandonadas.
"Muitas pessoas foram roubadas aqui. De nós, não levaram nada", diz a comerciante.

A nado
Albertina também quis evitar ter de viver nos abrigos improvisados e superlotados que alojam quem teve de fugir de casa por causa das chuvas.
"A última casa desta rua que alagou foi a minha. Aí não tinha mais lugar nos abrigos daqui, queriam nos levar para um abrigo muito longe, fora da cidade", diz.
Durante o tempo em que viveram ilhados em cima de casa, Albertina e a família sobreviveram graças às cestas básicas doadas aos atingidos pelas cheias.
Como os funcionários que faziam a entrega não conseguiam chegar até a laje, Albertina diz que buscava os mantimentos a nado, enfrentando a água turva do rio, misturada à chuva, à lama e ao esgoto.
"Eu ia e voltava nadando, mergulhando dentro dessa água", diz a comerciante.
Albertina vive há 22 anos em Trizidela do Vale e há dois nesta casa, construída por ela e o marido.
Apesar de as enchentes serem comuns nesta região, Albertina diz nunca ter visto uma como a deste ano.
"No ano passado, também alagou, mas por bem menos tempo", afirma.

Prejuízo
Segundo a Defesa Civil, cerca de 15,5 mil dos 18 mil habitantes de Trizidela do Vale foram afetados pelas enchentes neste ano.
Na casa de Albertina, ainda não há eletricidade. "Acho que vão demorar mais uma semana para ligar a luz", diz.
A comerciante afirma faturar cerca de R$ 1,3 mil mensais com o bar, dinheiro que deixou de ganhar neste período de mais de um mês embaixo d'água.
"Ainda estamos calculando o prejuízo", diz.


BBC Brasil
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Durante 40 dias, a família da comerciante Albertina Rodrigues de Lima, de 42 anos, teve de viver ao relento, na laje de sua casa na cidade de Trizidela do Vale, uma das mais atingidas pelas enchentes no Maranhão.

Expulsos de dentro do imóvel pelas águas, que chegaram até o teto, Albertina, o marido, a filha de sete anos, o filho de dez, um cachorro, um gato, quatro galinhas e um galo passaram dias e noites ao relento.
O único espaço para se abrigar da chuva e do sol era uma pequena lona amarela, que também servia para proteger alguns móveis, roupas e utensílios salvos da enchente.
"De dia, o sol queimava a 40 graus. De noite, chovia sem parar", diz Albertina, que somente na semana passada pôde voltar para dentro de casa e ainda tenta limpar a sujeira e a lama deixadas pelas águas.
Ao lado do marido, Genésio Alves de Souza, de 58 anos, Albertina administra o bar Faça Farra, que funciona em um dos cinco cômodos de sua casa e onde vende cerveja, refrigerantes, carne de sol e espetinhos.
Ela conta que a família tomou a decisão de morar na laje, em vez de ir para a casa de parentes ou para um abrigo, por medo de furtos.
"Ficamos lá, noite e dia, para não roubarem nossas coisas", diz Albertina. São comuns em Trizidela do Vale e em outras cidades do Vale do Mearim atingidas pelas enchentes relatos de furtos de telhas, móveis, roupas e até portas das casas abandonadas.
"Muitas pessoas foram roubadas aqui. De nós, não levaram nada", diz a comerciante.

A nado
Albertina também quis evitar ter de viver nos abrigos improvisados e superlotados que alojam quem teve de fugir de casa por causa das chuvas.
"A última casa desta rua que alagou foi a minha. Aí não tinha mais lugar nos abrigos daqui, queriam nos levar para um abrigo muito longe, fora da cidade", diz.
Durante o tempo em que viveram ilhados em cima de casa, Albertina e a família sobreviveram graças às cestas básicas doadas aos atingidos pelas cheias.
Como os funcionários que faziam a entrega não conseguiam chegar até a laje, Albertina diz que buscava os mantimentos a nado, enfrentando a água turva do rio, misturada à chuva, à lama e ao esgoto.
"Eu ia e voltava nadando, mergulhando dentro dessa água", diz a comerciante.
Albertina vive há 22 anos em Trizidela do Vale e há dois nesta casa, construída por ela e o marido.
Apesar de as enchentes serem comuns nesta região, Albertina diz nunca ter visto uma como a deste ano.
"No ano passado, também alagou, mas por bem menos tempo", afirma.

Prejuízo
Segundo a Defesa Civil, cerca de 15,5 mil dos 18 mil habitantes de Trizidela do Vale foram afetados pelas enchentes neste ano.
Na casa de Albertina, ainda não há eletricidade. "Acho que vão demorar mais uma semana para ligar a luz", diz.
A comerciante afirma faturar cerca de R$ 1,3 mil mensais com o bar, dinheiro que deixou de ganhar neste período de mais de um mês embaixo d'água.
"Ainda estamos calculando o prejuízo", diz.


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Durante 40 dias, a família da comerciante Albertina Rodrigues de Lima, de 42 anos, teve de viver ao relento, na laje de sua casa na cidade de Trizidela do Vale, uma das mais atingidas pelas enchentes no Maranhão.

Expulsos de dentro do imóvel pelas águas, que chegaram até o teto, Albertina, o marido, a filha de sete anos, o filho de dez, um cachorro, um gato, quatro galinhas e um galo passaram dias e noites ao relento.
O único espaço para se abrigar da chuva e do sol era uma pequena lona amarela, que também servia para proteger alguns móveis, roupas e utensílios salvos da enchente.
"De dia, o sol queimava a 40 graus. De noite, chovia sem parar", diz Albertina, que somente na semana passada pôde voltar para dentro de casa e ainda tenta limpar a sujeira e a lama deixadas pelas águas.
Ao lado do marido, Genésio Alves de Souza, de 58 anos, Albertina administra o bar Faça Farra, que funciona em um dos cinco cômodos de sua casa e onde vende cerveja, refrigerantes, carne de sol e espetinhos.
Ela conta que a família tomou a decisão de morar na laje, em vez de ir para a casa de parentes ou para um abrigo, por medo de furtos.
"Ficamos lá, noite e dia, para não roubarem nossas coisas", diz Albertina. São comuns em Trizidela do Vale e em outras cidades do Vale do Mearim atingidas pelas enchentes relatos de furtos de telhas, móveis, roupas e até portas das casas abandonadas.
"Muitas pessoas foram roubadas aqui. De nós, não levaram nada", diz a comerciante.

A nado
Albertina também quis evitar ter de viver nos abrigos improvisados e superlotados que alojam quem teve de fugir de casa por causa das chuvas.
"A última casa desta rua que alagou foi a minha. Aí não tinha mais lugar nos abrigos daqui, queriam nos levar para um abrigo muito longe, fora da cidade", diz.
Durante o tempo em que viveram ilhados em cima de casa, Albertina e a família sobreviveram graças às cestas básicas doadas aos atingidos pelas cheias.
Como os funcionários que faziam a entrega não conseguiam chegar até a laje, Albertina diz que buscava os mantimentos a nado, enfrentando a água turva do rio, misturada à chuva, à lama e ao esgoto.
"Eu ia e voltava nadando, mergulhando dentro dessa água", diz a comerciante.
Albertina vive há 22 anos em Trizidela do Vale e há dois nesta casa, construída por ela e o marido.
Apesar de as enchentes serem comuns nesta região, Albertina diz nunca ter visto uma como a deste ano.
"No ano passado, também alagou, mas por bem menos tempo", afirma.

Prejuízo
Segundo a Defesa Civil, cerca de 15,5 mil dos 18 mil habitantes de Trizidela do Vale foram afetados pelas enchentes neste ano.
Na casa de Albertina, ainda não há eletricidade. "Acho que vão demorar mais uma semana para ligar a luz", diz.
A comerciante afirma faturar cerca de R$ 1,3 mil mensais com o bar, dinheiro que deixou de ganhar neste período de mais de um mês embaixo d'água.
"Ainda estamos calculando o prejuízo", diz.


BBC Brasil
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Um santuário de filhotes de orangotangos na Malásia e gerou polêmica por tratar os animais como se fossem bebês humanos.

A fundação Ilha Orangotango, em Bukit Merah, localizada numa ilha de 35 acres no norte da Malásia, abriga 25 filhotes de orangotangos que usam fraldas, dormem em berços e são cuidados por enfermeiras.
A instituição é uma grande atração para turistas, que tiram fotos dos animais no berçário.
Mas o cuidado dispensado aos animais, alimentados a cada duas horas pelas sete enfermeiras em serviço, não agrada especialistas, que dizem que essa não é a forma adequada para cuidar de animais selvagens em perigo de extinção.
Monitorados 24 horas por dia, os animais tomam vitaminas, fazem exames de sangue, e são tratados com aparelhos de alta-tecnologia do mesmo nível de uma unidade de pré-natal.
"Eles cuidam deles como se fossem bebês porque esses animais perderam as mães ou houve algum outro problema", disse à BBC Brasil a Associação Australiana de Sobrevivência de Orangotangos de Bornéo.
"Há vários níveis, primeiro é o berçário, depois a escola na floresta, onde eles aprendem e ficam preparados para, mais tarde, serem transferidos ao seu habitat natural. Eles não se apegam às pessoas, mas é como cuidar de uma criança pequena", disse Susan Chen, da associação, que recentemente visitou o local.

Críticas
Segundo especialistas, o tratamento dado aos animais distancia eles da realidade de seu habitat natural.
"Até o momento nenhum dos animais foi libertado no habitat natural", disse Roy Sirinanne, veterinário que trabalha em zoológicos na Ásia por mais de 40 anos.
"É ridículo ter orangotangos em fraldas. Como eles vão conseguir ser reintroduzidos à selva", disse Sirinanne à mídia australiana.
"Manter os animais em uma ilha em cativeiro não é um programa de conservação, pois é quase impossível colocá-los novamente nas florestas".
O Grupo Amigos da Terra, na Malásia, também se opõe ao santuário, que chama de "parque temático com vida selvagem em cativeiro".
"Orangotangos criados em cativeiro não possuem resistência a doenças", disse Mohamad Idris, presidente da instituição.

Ecoturismo
O centro veterinário, aberto em 2000, foi inaugurado como um parque de ecoturismo; Um dos diretores, D. Sabapathy, admitiu que houve falhas que induziram a morte de animais entre os anos de 2000 e 2003.
"Mas muito foi aprendido desde então. O que queremos é proteger a espécie da extinção", disse. A Fundação estuda e coleta dados de orangotangos confiscados no estado florestal de Sarawak, em Bornéo.
"Depois de estudá-los os levaremos de volta a Sarawak", disse ele.
Segundo Sabapathy, os filhotes são apenas removidos das mães no caso de estarem desnutridos, terem sido rejeitados ou estarem correndo risco de vida.
Cerca de 60 mil orangotangos vivem em habitat natural atualmente. Destes, 80% estão na Indonésia e o resto na Malásia.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:10  comentar



Um santuário de filhotes de orangotangos na Malásia e gerou polêmica por tratar os animais como se fossem bebês humanos.

A fundação Ilha Orangotango, em Bukit Merah, localizada numa ilha de 35 acres no norte da Malásia, abriga 25 filhotes de orangotangos que usam fraldas, dormem em berços e são cuidados por enfermeiras.
A instituição é uma grande atração para turistas, que tiram fotos dos animais no berçário.
Mas o cuidado dispensado aos animais, alimentados a cada duas horas pelas sete enfermeiras em serviço, não agrada especialistas, que dizem que essa não é a forma adequada para cuidar de animais selvagens em perigo de extinção.
Monitorados 24 horas por dia, os animais tomam vitaminas, fazem exames de sangue, e são tratados com aparelhos de alta-tecnologia do mesmo nível de uma unidade de pré-natal.
"Eles cuidam deles como se fossem bebês porque esses animais perderam as mães ou houve algum outro problema", disse à BBC Brasil a Associação Australiana de Sobrevivência de Orangotangos de Bornéo.
"Há vários níveis, primeiro é o berçário, depois a escola na floresta, onde eles aprendem e ficam preparados para, mais tarde, serem transferidos ao seu habitat natural. Eles não se apegam às pessoas, mas é como cuidar de uma criança pequena", disse Susan Chen, da associação, que recentemente visitou o local.

Críticas
Segundo especialistas, o tratamento dado aos animais distancia eles da realidade de seu habitat natural.
"Até o momento nenhum dos animais foi libertado no habitat natural", disse Roy Sirinanne, veterinário que trabalha em zoológicos na Ásia por mais de 40 anos.
"É ridículo ter orangotangos em fraldas. Como eles vão conseguir ser reintroduzidos à selva", disse Sirinanne à mídia australiana.
"Manter os animais em uma ilha em cativeiro não é um programa de conservação, pois é quase impossível colocá-los novamente nas florestas".
O Grupo Amigos da Terra, na Malásia, também se opõe ao santuário, que chama de "parque temático com vida selvagem em cativeiro".
"Orangotangos criados em cativeiro não possuem resistência a doenças", disse Mohamad Idris, presidente da instituição.

Ecoturismo
O centro veterinário, aberto em 2000, foi inaugurado como um parque de ecoturismo; Um dos diretores, D. Sabapathy, admitiu que houve falhas que induziram a morte de animais entre os anos de 2000 e 2003.
"Mas muito foi aprendido desde então. O que queremos é proteger a espécie da extinção", disse. A Fundação estuda e coleta dados de orangotangos confiscados no estado florestal de Sarawak, em Bornéo.
"Depois de estudá-los os levaremos de volta a Sarawak", disse ele.
Segundo Sabapathy, os filhotes são apenas removidos das mães no caso de estarem desnutridos, terem sido rejeitados ou estarem correndo risco de vida.
Cerca de 60 mil orangotangos vivem em habitat natural atualmente. Destes, 80% estão na Indonésia e o resto na Malásia.


BBC Brasil
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Um santuário de filhotes de orangotangos na Malásia e gerou polêmica por tratar os animais como se fossem bebês humanos.

A fundação Ilha Orangotango, em Bukit Merah, localizada numa ilha de 35 acres no norte da Malásia, abriga 25 filhotes de orangotangos que usam fraldas, dormem em berços e são cuidados por enfermeiras.
A instituição é uma grande atração para turistas, que tiram fotos dos animais no berçário.
Mas o cuidado dispensado aos animais, alimentados a cada duas horas pelas sete enfermeiras em serviço, não agrada especialistas, que dizem que essa não é a forma adequada para cuidar de animais selvagens em perigo de extinção.
Monitorados 24 horas por dia, os animais tomam vitaminas, fazem exames de sangue, e são tratados com aparelhos de alta-tecnologia do mesmo nível de uma unidade de pré-natal.
"Eles cuidam deles como se fossem bebês porque esses animais perderam as mães ou houve algum outro problema", disse à BBC Brasil a Associação Australiana de Sobrevivência de Orangotangos de Bornéo.
"Há vários níveis, primeiro é o berçário, depois a escola na floresta, onde eles aprendem e ficam preparados para, mais tarde, serem transferidos ao seu habitat natural. Eles não se apegam às pessoas, mas é como cuidar de uma criança pequena", disse Susan Chen, da associação, que recentemente visitou o local.

Críticas
Segundo especialistas, o tratamento dado aos animais distancia eles da realidade de seu habitat natural.
"Até o momento nenhum dos animais foi libertado no habitat natural", disse Roy Sirinanne, veterinário que trabalha em zoológicos na Ásia por mais de 40 anos.
"É ridículo ter orangotangos em fraldas. Como eles vão conseguir ser reintroduzidos à selva", disse Sirinanne à mídia australiana.
"Manter os animais em uma ilha em cativeiro não é um programa de conservação, pois é quase impossível colocá-los novamente nas florestas".
O Grupo Amigos da Terra, na Malásia, também se opõe ao santuário, que chama de "parque temático com vida selvagem em cativeiro".
"Orangotangos criados em cativeiro não possuem resistência a doenças", disse Mohamad Idris, presidente da instituição.

Ecoturismo
O centro veterinário, aberto em 2000, foi inaugurado como um parque de ecoturismo; Um dos diretores, D. Sabapathy, admitiu que houve falhas que induziram a morte de animais entre os anos de 2000 e 2003.
"Mas muito foi aprendido desde então. O que queremos é proteger a espécie da extinção", disse. A Fundação estuda e coleta dados de orangotangos confiscados no estado florestal de Sarawak, em Bornéo.
"Depois de estudá-los os levaremos de volta a Sarawak", disse ele.
Segundo Sabapathy, os filhotes são apenas removidos das mães no caso de estarem desnutridos, terem sido rejeitados ou estarem correndo risco de vida.
Cerca de 60 mil orangotangos vivem em habitat natural atualmente. Destes, 80% estão na Indonésia e o resto na Malásia.


BBC Brasil
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Um santuário de filhotes de orangotangos na Malásia e gerou polêmica por tratar os animais como se fossem bebês humanos.

A fundação Ilha Orangotango, em Bukit Merah, localizada numa ilha de 35 acres no norte da Malásia, abriga 25 filhotes de orangotangos que usam fraldas, dormem em berços e são cuidados por enfermeiras.
A instituição é uma grande atração para turistas, que tiram fotos dos animais no berçário.
Mas o cuidado dispensado aos animais, alimentados a cada duas horas pelas sete enfermeiras em serviço, não agrada especialistas, que dizem que essa não é a forma adequada para cuidar de animais selvagens em perigo de extinção.
Monitorados 24 horas por dia, os animais tomam vitaminas, fazem exames de sangue, e são tratados com aparelhos de alta-tecnologia do mesmo nível de uma unidade de pré-natal.
"Eles cuidam deles como se fossem bebês porque esses animais perderam as mães ou houve algum outro problema", disse à BBC Brasil a Associação Australiana de Sobrevivência de Orangotangos de Bornéo.
"Há vários níveis, primeiro é o berçário, depois a escola na floresta, onde eles aprendem e ficam preparados para, mais tarde, serem transferidos ao seu habitat natural. Eles não se apegam às pessoas, mas é como cuidar de uma criança pequena", disse Susan Chen, da associação, que recentemente visitou o local.

Críticas
Segundo especialistas, o tratamento dado aos animais distancia eles da realidade de seu habitat natural.
"Até o momento nenhum dos animais foi libertado no habitat natural", disse Roy Sirinanne, veterinário que trabalha em zoológicos na Ásia por mais de 40 anos.
"É ridículo ter orangotangos em fraldas. Como eles vão conseguir ser reintroduzidos à selva", disse Sirinanne à mídia australiana.
"Manter os animais em uma ilha em cativeiro não é um programa de conservação, pois é quase impossível colocá-los novamente nas florestas".
O Grupo Amigos da Terra, na Malásia, também se opõe ao santuário, que chama de "parque temático com vida selvagem em cativeiro".
"Orangotangos criados em cativeiro não possuem resistência a doenças", disse Mohamad Idris, presidente da instituição.

Ecoturismo
O centro veterinário, aberto em 2000, foi inaugurado como um parque de ecoturismo; Um dos diretores, D. Sabapathy, admitiu que houve falhas que induziram a morte de animais entre os anos de 2000 e 2003.
"Mas muito foi aprendido desde então. O que queremos é proteger a espécie da extinção", disse. A Fundação estuda e coleta dados de orangotangos confiscados no estado florestal de Sarawak, em Bornéo.
"Depois de estudá-los os levaremos de volta a Sarawak", disse ele.
Segundo Sabapathy, os filhotes são apenas removidos das mães no caso de estarem desnutridos, terem sido rejeitados ou estarem correndo risco de vida.
Cerca de 60 mil orangotangos vivem em habitat natural atualmente. Destes, 80% estão na Indonésia e o resto na Malásia.


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Homem de 40 anos estava internado desde março com quadro de infecção grave

Morreu na noite de sábado (30) um paciente que estava internado em Londrina desde março com criptococose, a chamada "doença do pombo". Márcio Marcos Kovaleski Moreira, de 40 anos, estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Londrina com um quadro grave de infecção e não resistiu na noite de sábado.
A possível causa da contaminação pelo fungo, segundo informações médicas na ocasião da internação, era o ofício da vítima, que trabalhava em uma serralheria. A criptococose é transmitida pelas fezes dos pombos e também pela madeira e solo.
Em novembro de 2007, uma pessoa morreu no município em consequência desse mal e, naquele mesmo ano, foram registradas sete mortes no Estado.
Na ocasião, estimava-se que a cidade tinha cerca de 200 mil pombos. As fezes dos pombos são consideradas as principais transmissoras do fungo causador da doença, normalmente por inalação.



Site Londrix
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Homem de 40 anos estava internado desde março com quadro de infecção grave

Morreu na noite de sábado (30) um paciente que estava internado em Londrina desde março com criptococose, a chamada "doença do pombo". Márcio Marcos Kovaleski Moreira, de 40 anos, estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Londrina com um quadro grave de infecção e não resistiu na noite de sábado.
A possível causa da contaminação pelo fungo, segundo informações médicas na ocasião da internação, era o ofício da vítima, que trabalhava em uma serralheria. A criptococose é transmitida pelas fezes dos pombos e também pela madeira e solo.
Em novembro de 2007, uma pessoa morreu no município em consequência desse mal e, naquele mesmo ano, foram registradas sete mortes no Estado.
Na ocasião, estimava-se que a cidade tinha cerca de 200 mil pombos. As fezes dos pombos são consideradas as principais transmissoras do fungo causador da doença, normalmente por inalação.



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Homem de 40 anos estava internado desde março com quadro de infecção grave

Morreu na noite de sábado (30) um paciente que estava internado em Londrina desde março com criptococose, a chamada "doença do pombo". Márcio Marcos Kovaleski Moreira, de 40 anos, estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Londrina com um quadro grave de infecção e não resistiu na noite de sábado.
A possível causa da contaminação pelo fungo, segundo informações médicas na ocasião da internação, era o ofício da vítima, que trabalhava em uma serralheria. A criptococose é transmitida pelas fezes dos pombos e também pela madeira e solo.
Em novembro de 2007, uma pessoa morreu no município em consequência desse mal e, naquele mesmo ano, foram registradas sete mortes no Estado.
Na ocasião, estimava-se que a cidade tinha cerca de 200 mil pombos. As fezes dos pombos são consideradas as principais transmissoras do fungo causador da doença, normalmente por inalação.



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Homem de 40 anos estava internado desde março com quadro de infecção grave

Morreu na noite de sábado (30) um paciente que estava internado em Londrina desde março com criptococose, a chamada "doença do pombo". Márcio Marcos Kovaleski Moreira, de 40 anos, estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Londrina com um quadro grave de infecção e não resistiu na noite de sábado.
A possível causa da contaminação pelo fungo, segundo informações médicas na ocasião da internação, era o ofício da vítima, que trabalhava em uma serralheria. A criptococose é transmitida pelas fezes dos pombos e também pela madeira e solo.
Em novembro de 2007, uma pessoa morreu no município em consequência desse mal e, naquele mesmo ano, foram registradas sete mortes no Estado.
Na ocasião, estimava-se que a cidade tinha cerca de 200 mil pombos. As fezes dos pombos são consideradas as principais transmissoras do fungo causador da doença, normalmente por inalação.



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A restrição do direito de visita do pai à filha só deve ser concedida diante de prova concreta de motivos que possam prejudicar o crescimento psicológico e afetivo da criança. Esse foi o entendimento de monocrático de um desembargador da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao julgar recurso contra decisão que alterou o regime de visitas por conta de acusações de prática de violência sexual contra uma garota de quatro anos.
A turma julgadora entendeu que não há provas segura e convincente de abuso sexual e considerou contraditória a alegação de que o fato era de conhecimento da Justiça desde 2007. O relator do recurso ressaltou que o amplo direito de visita busca fortalecer os laços de amizade entre filhos e pais, que são enfraquecidos pela separação do casal – principalmente daquele que não dispõe da guarda.
“O direito de visita tem origem no pátrio poder e é conseqüência da guarda atribuída ao outro genitor, e ambos possuem iguais deveres e direitos no que tange aos filhos comuns, sendo um deles o da visita ampla cuja restrição só se dá se houver comprovado motivo prejudicial aos filhos”, destacou o relator.
Em primeira instância, a Justiça restringiu o regime de visitas para proibir o pai de pernoitar com a filha. Também suspendeu as férias que estavam programadas para passarem juntos. A decisão foi tomada diante da alegação de abuso sexual. O tribunal resolveu o litígio a favor do pai com o fundamento de que não havia indício de prova consistente a justificar a restrição.

O caso
A mãe acusa o ex-marido de atentado violento ao pudor e pede que as visitas aconteçam em sua casa, na presença de adulto. E mais: que o pai seja proibido de retirar a criança de sua moradia e de ficar sozinho com ela. O pai nega as acusações.
A mulher sofre de transtorno bipolar, o que afeta sua estabilidade emocional. Segundo o relator, a acusação foge das regras de experiência de como age uma mãe diante de fato tão grave como abuso sexual.
“Ainda haverá apuração civil e criminal para que não fique impune o crime ou a denunciação caluniosa, mas não há como deixar de concluir que, se for real a acusação, a liberalidade da mãe não a recomenda para o encargo responsável da guarda da filha de quatro anos”, completou o relator.


Conjur
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A restrição do direito de visita do pai à filha só deve ser concedida diante de prova concreta de motivos que possam prejudicar o crescimento psicológico e afetivo da criança. Esse foi o entendimento de monocrático de um desembargador da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao julgar recurso contra decisão que alterou o regime de visitas por conta de acusações de prática de violência sexual contra uma garota de quatro anos.
A turma julgadora entendeu que não há provas segura e convincente de abuso sexual e considerou contraditória a alegação de que o fato era de conhecimento da Justiça desde 2007. O relator do recurso ressaltou que o amplo direito de visita busca fortalecer os laços de amizade entre filhos e pais, que são enfraquecidos pela separação do casal – principalmente daquele que não dispõe da guarda.
“O direito de visita tem origem no pátrio poder e é conseqüência da guarda atribuída ao outro genitor, e ambos possuem iguais deveres e direitos no que tange aos filhos comuns, sendo um deles o da visita ampla cuja restrição só se dá se houver comprovado motivo prejudicial aos filhos”, destacou o relator.
Em primeira instância, a Justiça restringiu o regime de visitas para proibir o pai de pernoitar com a filha. Também suspendeu as férias que estavam programadas para passarem juntos. A decisão foi tomada diante da alegação de abuso sexual. O tribunal resolveu o litígio a favor do pai com o fundamento de que não havia indício de prova consistente a justificar a restrição.

O caso
A mãe acusa o ex-marido de atentado violento ao pudor e pede que as visitas aconteçam em sua casa, na presença de adulto. E mais: que o pai seja proibido de retirar a criança de sua moradia e de ficar sozinho com ela. O pai nega as acusações.
A mulher sofre de transtorno bipolar, o que afeta sua estabilidade emocional. Segundo o relator, a acusação foge das regras de experiência de como age uma mãe diante de fato tão grave como abuso sexual.
“Ainda haverá apuração civil e criminal para que não fique impune o crime ou a denunciação caluniosa, mas não há como deixar de concluir que, se for real a acusação, a liberalidade da mãe não a recomenda para o encargo responsável da guarda da filha de quatro anos”, completou o relator.


Conjur
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A restrição do direito de visita do pai à filha só deve ser concedida diante de prova concreta de motivos que possam prejudicar o crescimento psicológico e afetivo da criança. Esse foi o entendimento de monocrático de um desembargador da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao julgar recurso contra decisão que alterou o regime de visitas por conta de acusações de prática de violência sexual contra uma garota de quatro anos.
A turma julgadora entendeu que não há provas segura e convincente de abuso sexual e considerou contraditória a alegação de que o fato era de conhecimento da Justiça desde 2007. O relator do recurso ressaltou que o amplo direito de visita busca fortalecer os laços de amizade entre filhos e pais, que são enfraquecidos pela separação do casal – principalmente daquele que não dispõe da guarda.
“O direito de visita tem origem no pátrio poder e é conseqüência da guarda atribuída ao outro genitor, e ambos possuem iguais deveres e direitos no que tange aos filhos comuns, sendo um deles o da visita ampla cuja restrição só se dá se houver comprovado motivo prejudicial aos filhos”, destacou o relator.
Em primeira instância, a Justiça restringiu o regime de visitas para proibir o pai de pernoitar com a filha. Também suspendeu as férias que estavam programadas para passarem juntos. A decisão foi tomada diante da alegação de abuso sexual. O tribunal resolveu o litígio a favor do pai com o fundamento de que não havia indício de prova consistente a justificar a restrição.

O caso
A mãe acusa o ex-marido de atentado violento ao pudor e pede que as visitas aconteçam em sua casa, na presença de adulto. E mais: que o pai seja proibido de retirar a criança de sua moradia e de ficar sozinho com ela. O pai nega as acusações.
A mulher sofre de transtorno bipolar, o que afeta sua estabilidade emocional. Segundo o relator, a acusação foge das regras de experiência de como age uma mãe diante de fato tão grave como abuso sexual.
“Ainda haverá apuração civil e criminal para que não fique impune o crime ou a denunciação caluniosa, mas não há como deixar de concluir que, se for real a acusação, a liberalidade da mãe não a recomenda para o encargo responsável da guarda da filha de quatro anos”, completou o relator.


Conjur
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A restrição do direito de visita do pai à filha só deve ser concedida diante de prova concreta de motivos que possam prejudicar o crescimento psicológico e afetivo da criança. Esse foi o entendimento de monocrático de um desembargador da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao julgar recurso contra decisão que alterou o regime de visitas por conta de acusações de prática de violência sexual contra uma garota de quatro anos.
A turma julgadora entendeu que não há provas segura e convincente de abuso sexual e considerou contraditória a alegação de que o fato era de conhecimento da Justiça desde 2007. O relator do recurso ressaltou que o amplo direito de visita busca fortalecer os laços de amizade entre filhos e pais, que são enfraquecidos pela separação do casal – principalmente daquele que não dispõe da guarda.
“O direito de visita tem origem no pátrio poder e é conseqüência da guarda atribuída ao outro genitor, e ambos possuem iguais deveres e direitos no que tange aos filhos comuns, sendo um deles o da visita ampla cuja restrição só se dá se houver comprovado motivo prejudicial aos filhos”, destacou o relator.
Em primeira instância, a Justiça restringiu o regime de visitas para proibir o pai de pernoitar com a filha. Também suspendeu as férias que estavam programadas para passarem juntos. A decisão foi tomada diante da alegação de abuso sexual. O tribunal resolveu o litígio a favor do pai com o fundamento de que não havia indício de prova consistente a justificar a restrição.

O caso
A mãe acusa o ex-marido de atentado violento ao pudor e pede que as visitas aconteçam em sua casa, na presença de adulto. E mais: que o pai seja proibido de retirar a criança de sua moradia e de ficar sozinho com ela. O pai nega as acusações.
A mulher sofre de transtorno bipolar, o que afeta sua estabilidade emocional. Segundo o relator, a acusação foge das regras de experiência de como age uma mãe diante de fato tão grave como abuso sexual.
“Ainda haverá apuração civil e criminal para que não fique impune o crime ou a denunciação caluniosa, mas não há como deixar de concluir que, se for real a acusação, a liberalidade da mãe não a recomenda para o encargo responsável da guarda da filha de quatro anos”, completou o relator.


Conjur
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Pesquisadores de duas universidades do Canadá e dos Estados Unidos conseguiram fazer com que cobaias se comportassem como drogadas, após injetar, no cérebro de ratos, uma proteína secretada naturalmente pelo organismo.

A experiência, publicada hoje na revista "Science", é "um passo importante" para entender os mecanismos biológicos envolvidos na dependência às drogas, informou o autor principal do estudo, o neurobiólogo mexicano Héctor Vargas-Pérez, da Universidade de Toronto.
Quando alguém se vicia em drogas, o centro de prazer do cérebro é "sequestrado", fazendo com que o funcionamento normal dos circuitos de "recompensa" sofram alterações.
Agora ficou comprovado que uma proteína natural é responsável por essa mudança de um estado não dependente a um estado dependente dos opiáceos (morfina, heroína, etc.).
Este efeito ocorre quando esta proteína, conhecida como Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), é encontrada em altas concentrações na área tegmental ventral (VTA, na sigla em inglês) do cérebro, associada aos circuitos de recompensa do organismo, explicou Vargas.
Uma injeção de uma dose extra da proteína nos neurônios da VTA dos ratos fez com que os animais se comportassem como drogados e buscassem entorpecentes compulsivamente como se fossem viciados, apesar de não serem.
Segundo os cientistas, a proteína está diretamente ligada ao mecanismo que atua como uma intersecção, a fim de mudar o circuito de recompensa do cérebro, de um sistema independente da dopamina a um dependente.
"Quando se injeta diretamente BDNF na VTA, os mecanismos de recompensa dos animais funcionam como se estes fossem dependentes dos opiáceos, mas sem ter recebido droga alguma", diz Vargas.
Pesquisas anteriores já tinham demonstrado que uma exposição crônica às drogas pode elevar os níveis da proteína BDNF nessa zona do cérebro.
"Se conseguirmos entender como os circuitos do cérebro mudam com o abuso das drogas, poderíamos potencialmente sugerir medidas para conter, por meio de medicamentos, os efeitos da dependência", afirmou o neurocientista Scott Steffensen, Universidade Brigham Young (EUA), coautor do estudo.



Folha Online
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Pesquisadores de duas universidades do Canadá e dos Estados Unidos conseguiram fazer com que cobaias se comportassem como drogadas, após injetar, no cérebro de ratos, uma proteína secretada naturalmente pelo organismo.

A experiência, publicada hoje na revista "Science", é "um passo importante" para entender os mecanismos biológicos envolvidos na dependência às drogas, informou o autor principal do estudo, o neurobiólogo mexicano Héctor Vargas-Pérez, da Universidade de Toronto.
Quando alguém se vicia em drogas, o centro de prazer do cérebro é "sequestrado", fazendo com que o funcionamento normal dos circuitos de "recompensa" sofram alterações.
Agora ficou comprovado que uma proteína natural é responsável por essa mudança de um estado não dependente a um estado dependente dos opiáceos (morfina, heroína, etc.).
Este efeito ocorre quando esta proteína, conhecida como Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), é encontrada em altas concentrações na área tegmental ventral (VTA, na sigla em inglês) do cérebro, associada aos circuitos de recompensa do organismo, explicou Vargas.
Uma injeção de uma dose extra da proteína nos neurônios da VTA dos ratos fez com que os animais se comportassem como drogados e buscassem entorpecentes compulsivamente como se fossem viciados, apesar de não serem.
Segundo os cientistas, a proteína está diretamente ligada ao mecanismo que atua como uma intersecção, a fim de mudar o circuito de recompensa do cérebro, de um sistema independente da dopamina a um dependente.
"Quando se injeta diretamente BDNF na VTA, os mecanismos de recompensa dos animais funcionam como se estes fossem dependentes dos opiáceos, mas sem ter recebido droga alguma", diz Vargas.
Pesquisas anteriores já tinham demonstrado que uma exposição crônica às drogas pode elevar os níveis da proteína BDNF nessa zona do cérebro.
"Se conseguirmos entender como os circuitos do cérebro mudam com o abuso das drogas, poderíamos potencialmente sugerir medidas para conter, por meio de medicamentos, os efeitos da dependência", afirmou o neurocientista Scott Steffensen, Universidade Brigham Young (EUA), coautor do estudo.



Folha Online
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Pesquisadores de duas universidades do Canadá e dos Estados Unidos conseguiram fazer com que cobaias se comportassem como drogadas, após injetar, no cérebro de ratos, uma proteína secretada naturalmente pelo organismo.

A experiência, publicada hoje na revista "Science", é "um passo importante" para entender os mecanismos biológicos envolvidos na dependência às drogas, informou o autor principal do estudo, o neurobiólogo mexicano Héctor Vargas-Pérez, da Universidade de Toronto.
Quando alguém se vicia em drogas, o centro de prazer do cérebro é "sequestrado", fazendo com que o funcionamento normal dos circuitos de "recompensa" sofram alterações.
Agora ficou comprovado que uma proteína natural é responsável por essa mudança de um estado não dependente a um estado dependente dos opiáceos (morfina, heroína, etc.).
Este efeito ocorre quando esta proteína, conhecida como Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), é encontrada em altas concentrações na área tegmental ventral (VTA, na sigla em inglês) do cérebro, associada aos circuitos de recompensa do organismo, explicou Vargas.
Uma injeção de uma dose extra da proteína nos neurônios da VTA dos ratos fez com que os animais se comportassem como drogados e buscassem entorpecentes compulsivamente como se fossem viciados, apesar de não serem.
Segundo os cientistas, a proteína está diretamente ligada ao mecanismo que atua como uma intersecção, a fim de mudar o circuito de recompensa do cérebro, de um sistema independente da dopamina a um dependente.
"Quando se injeta diretamente BDNF na VTA, os mecanismos de recompensa dos animais funcionam como se estes fossem dependentes dos opiáceos, mas sem ter recebido droga alguma", diz Vargas.
Pesquisas anteriores já tinham demonstrado que uma exposição crônica às drogas pode elevar os níveis da proteína BDNF nessa zona do cérebro.
"Se conseguirmos entender como os circuitos do cérebro mudam com o abuso das drogas, poderíamos potencialmente sugerir medidas para conter, por meio de medicamentos, os efeitos da dependência", afirmou o neurocientista Scott Steffensen, Universidade Brigham Young (EUA), coautor do estudo.



Folha Online
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Pesquisadores de duas universidades do Canadá e dos Estados Unidos conseguiram fazer com que cobaias se comportassem como drogadas, após injetar, no cérebro de ratos, uma proteína secretada naturalmente pelo organismo.

A experiência, publicada hoje na revista "Science", é "um passo importante" para entender os mecanismos biológicos envolvidos na dependência às drogas, informou o autor principal do estudo, o neurobiólogo mexicano Héctor Vargas-Pérez, da Universidade de Toronto.
Quando alguém se vicia em drogas, o centro de prazer do cérebro é "sequestrado", fazendo com que o funcionamento normal dos circuitos de "recompensa" sofram alterações.
Agora ficou comprovado que uma proteína natural é responsável por essa mudança de um estado não dependente a um estado dependente dos opiáceos (morfina, heroína, etc.).
Este efeito ocorre quando esta proteína, conhecida como Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), é encontrada em altas concentrações na área tegmental ventral (VTA, na sigla em inglês) do cérebro, associada aos circuitos de recompensa do organismo, explicou Vargas.
Uma injeção de uma dose extra da proteína nos neurônios da VTA dos ratos fez com que os animais se comportassem como drogados e buscassem entorpecentes compulsivamente como se fossem viciados, apesar de não serem.
Segundo os cientistas, a proteína está diretamente ligada ao mecanismo que atua como uma intersecção, a fim de mudar o circuito de recompensa do cérebro, de um sistema independente da dopamina a um dependente.
"Quando se injeta diretamente BDNF na VTA, os mecanismos de recompensa dos animais funcionam como se estes fossem dependentes dos opiáceos, mas sem ter recebido droga alguma", diz Vargas.
Pesquisas anteriores já tinham demonstrado que uma exposição crônica às drogas pode elevar os níveis da proteína BDNF nessa zona do cérebro.
"Se conseguirmos entender como os circuitos do cérebro mudam com o abuso das drogas, poderíamos potencialmente sugerir medidas para conter, por meio de medicamentos, os efeitos da dependência", afirmou o neurocientista Scott Steffensen, Universidade Brigham Young (EUA), coautor do estudo.



Folha Online
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Aeronave desapareceu no caminho entre Rio e Paris.Lista oficial com nomes dos passageiros ainda não foi divulgada.

Pessoas de diversas origens estão entre os passageiros do voo AF 447, da Air France, que saiu do Rio de Janeiro na noite de domingo (31) rumo a Paris e desapareceu sobre o Oceano Atlântico. A lista oficial com os nomes dos passageiros ainda não foi divulgada, mas familiares e empresas já começaram a apresentar nomes de brasileiros que embarcaram. O voo levava 216 passageiros e 12 tripulantes, segundo a companhia aérea.

Luiz Roberto Anastácio
Executivo da Michelin, fabricante de pneus, Luiz Roberto Anastácio, de 50 anos, é presidente da empresa para a América Latina.

Antônio Augusto Gueiros
Antônio Augusto Gueiros, de 46 anos, é diretor de informática da Michelin, fabricante de pneus.

Roberto Corrêa Chem
O cirurgião plástico gaúcho Roberto Corrêa Chem, de 65 anos, é diretor do banco de peles e chefe do serviço de cirurgia plástica da Santa Casa de Porto Alegre. Ele voava com a mulher Vera Chem, de 63 anos, e a filha Letícia Chem, 36 anos. A família ia para a Grécia.

Deise Possamai
A catarinense de Nova Veneza, Deise Possamai, de 34 anos, é funcionária pública da prefeitura de Criciúma e viajava para fazer cursos na França.

Juliana de Aquino
A cantora Juliana de Aquino, de 29 anos, morava há seis anos na Alemanha e tinha vindo a Brasília visitar a família. Muito abalado, o pai disse ter certeza de que a filha estava a bordo do avião, pois conversou com ela por telefone pouco antes da decolagem.

Hilton Jadir Silveira de Souza
A família de Hilton Jadir Silveira de Souza, de 50 anos, confirmou que ele estava no voo. Engenheiro da Petrobrás e natural de Montes Claros, Minas Gerais, ele ia para a Alemanha a serviço da empresa. A Petrobrás disse que só vai se pronunciar depois da divulgação da lista de passageiros.

Erich Heine
A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) confirmou em comunicado que o presidente de seu Conselho de Administração, Erich Heine, está entre os passageiros do voo.

Christin Pieraerts
A funcionária francesa da Michelin, Christin Pieraerts, que estava no Brasil e voltava para a França, também embarcou no avião da Air France.

Harald Maximillian Winner
O alemão Harald Maximillian Winner, 44 anos, iria à Alemanha para providenciar os documentos necessários para se casar no Brasil, segundo sua noiva, Helen Pedroso.

João Marques da Silva Filho
João Marques da Silva Filho, de 67 anos, que pertence ao quadro de gerentes do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, viajava para acompanhar testes de equipamentos.
G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:23  comentar

Aeronave desapareceu no caminho entre Rio e Paris.Lista oficial com nomes dos passageiros ainda não foi divulgada.

Pessoas de diversas origens estão entre os passageiros do voo AF 447, da Air France, que saiu do Rio de Janeiro na noite de domingo (31) rumo a Paris e desapareceu sobre o Oceano Atlântico. A lista oficial com os nomes dos passageiros ainda não foi divulgada, mas familiares e empresas já começaram a apresentar nomes de brasileiros que embarcaram. O voo levava 216 passageiros e 12 tripulantes, segundo a companhia aérea.

Luiz Roberto Anastácio
Executivo da Michelin, fabricante de pneus, Luiz Roberto Anastácio, de 50 anos, é presidente da empresa para a América Latina.

Antônio Augusto Gueiros
Antônio Augusto Gueiros, de 46 anos, é diretor de informática da Michelin, fabricante de pneus.

Roberto Corrêa Chem
O cirurgião plástico gaúcho Roberto Corrêa Chem, de 65 anos, é diretor do banco de peles e chefe do serviço de cirurgia plástica da Santa Casa de Porto Alegre. Ele voava com a mulher Vera Chem, de 63 anos, e a filha Letícia Chem, 36 anos. A família ia para a Grécia.

Deise Possamai
A catarinense de Nova Veneza, Deise Possamai, de 34 anos, é funcionária pública da prefeitura de Criciúma e viajava para fazer cursos na França.

Juliana de Aquino
A cantora Juliana de Aquino, de 29 anos, morava há seis anos na Alemanha e tinha vindo a Brasília visitar a família. Muito abalado, o pai disse ter certeza de que a filha estava a bordo do avião, pois conversou com ela por telefone pouco antes da decolagem.

Hilton Jadir Silveira de Souza
A família de Hilton Jadir Silveira de Souza, de 50 anos, confirmou que ele estava no voo. Engenheiro da Petrobrás e natural de Montes Claros, Minas Gerais, ele ia para a Alemanha a serviço da empresa. A Petrobrás disse que só vai se pronunciar depois da divulgação da lista de passageiros.

Erich Heine
A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) confirmou em comunicado que o presidente de seu Conselho de Administração, Erich Heine, está entre os passageiros do voo.

Christin Pieraerts
A funcionária francesa da Michelin, Christin Pieraerts, que estava no Brasil e voltava para a França, também embarcou no avião da Air France.

Harald Maximillian Winner
O alemão Harald Maximillian Winner, 44 anos, iria à Alemanha para providenciar os documentos necessários para se casar no Brasil, segundo sua noiva, Helen Pedroso.

João Marques da Silva Filho
João Marques da Silva Filho, de 67 anos, que pertence ao quadro de gerentes do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, viajava para acompanhar testes de equipamentos.
G1
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Aeronave desapareceu no caminho entre Rio e Paris.Lista oficial com nomes dos passageiros ainda não foi divulgada.

Pessoas de diversas origens estão entre os passageiros do voo AF 447, da Air France, que saiu do Rio de Janeiro na noite de domingo (31) rumo a Paris e desapareceu sobre o Oceano Atlântico. A lista oficial com os nomes dos passageiros ainda não foi divulgada, mas familiares e empresas já começaram a apresentar nomes de brasileiros que embarcaram. O voo levava 216 passageiros e 12 tripulantes, segundo a companhia aérea.

Luiz Roberto Anastácio
Executivo da Michelin, fabricante de pneus, Luiz Roberto Anastácio, de 50 anos, é presidente da empresa para a América Latina.

Antônio Augusto Gueiros
Antônio Augusto Gueiros, de 46 anos, é diretor de informática da Michelin, fabricante de pneus.

Roberto Corrêa Chem
O cirurgião plástico gaúcho Roberto Corrêa Chem, de 65 anos, é diretor do banco de peles e chefe do serviço de cirurgia plástica da Santa Casa de Porto Alegre. Ele voava com a mulher Vera Chem, de 63 anos, e a filha Letícia Chem, 36 anos. A família ia para a Grécia.

Deise Possamai
A catarinense de Nova Veneza, Deise Possamai, de 34 anos, é funcionária pública da prefeitura de Criciúma e viajava para fazer cursos na França.

Juliana de Aquino
A cantora Juliana de Aquino, de 29 anos, morava há seis anos na Alemanha e tinha vindo a Brasília visitar a família. Muito abalado, o pai disse ter certeza de que a filha estava a bordo do avião, pois conversou com ela por telefone pouco antes da decolagem.

Hilton Jadir Silveira de Souza
A família de Hilton Jadir Silveira de Souza, de 50 anos, confirmou que ele estava no voo. Engenheiro da Petrobrás e natural de Montes Claros, Minas Gerais, ele ia para a Alemanha a serviço da empresa. A Petrobrás disse que só vai se pronunciar depois da divulgação da lista de passageiros.

Erich Heine
A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) confirmou em comunicado que o presidente de seu Conselho de Administração, Erich Heine, está entre os passageiros do voo.

Christin Pieraerts
A funcionária francesa da Michelin, Christin Pieraerts, que estava no Brasil e voltava para a França, também embarcou no avião da Air France.

Harald Maximillian Winner
O alemão Harald Maximillian Winner, 44 anos, iria à Alemanha para providenciar os documentos necessários para se casar no Brasil, segundo sua noiva, Helen Pedroso.

João Marques da Silva Filho
João Marques da Silva Filho, de 67 anos, que pertence ao quadro de gerentes do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, viajava para acompanhar testes de equipamentos.
G1
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Aeronave desapareceu no caminho entre Rio e Paris.Lista oficial com nomes dos passageiros ainda não foi divulgada.

Pessoas de diversas origens estão entre os passageiros do voo AF 447, da Air France, que saiu do Rio de Janeiro na noite de domingo (31) rumo a Paris e desapareceu sobre o Oceano Atlântico. A lista oficial com os nomes dos passageiros ainda não foi divulgada, mas familiares e empresas já começaram a apresentar nomes de brasileiros que embarcaram. O voo levava 216 passageiros e 12 tripulantes, segundo a companhia aérea.

Luiz Roberto Anastácio
Executivo da Michelin, fabricante de pneus, Luiz Roberto Anastácio, de 50 anos, é presidente da empresa para a América Latina.

Antônio Augusto Gueiros
Antônio Augusto Gueiros, de 46 anos, é diretor de informática da Michelin, fabricante de pneus.

Roberto Corrêa Chem
O cirurgião plástico gaúcho Roberto Corrêa Chem, de 65 anos, é diretor do banco de peles e chefe do serviço de cirurgia plástica da Santa Casa de Porto Alegre. Ele voava com a mulher Vera Chem, de 63 anos, e a filha Letícia Chem, 36 anos. A família ia para a Grécia.

Deise Possamai
A catarinense de Nova Veneza, Deise Possamai, de 34 anos, é funcionária pública da prefeitura de Criciúma e viajava para fazer cursos na França.

Juliana de Aquino
A cantora Juliana de Aquino, de 29 anos, morava há seis anos na Alemanha e tinha vindo a Brasília visitar a família. Muito abalado, o pai disse ter certeza de que a filha estava a bordo do avião, pois conversou com ela por telefone pouco antes da decolagem.

Hilton Jadir Silveira de Souza
A família de Hilton Jadir Silveira de Souza, de 50 anos, confirmou que ele estava no voo. Engenheiro da Petrobrás e natural de Montes Claros, Minas Gerais, ele ia para a Alemanha a serviço da empresa. A Petrobrás disse que só vai se pronunciar depois da divulgação da lista de passageiros.

Erich Heine
A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) confirmou em comunicado que o presidente de seu Conselho de Administração, Erich Heine, está entre os passageiros do voo.

Christin Pieraerts
A funcionária francesa da Michelin, Christin Pieraerts, que estava no Brasil e voltava para a França, também embarcou no avião da Air France.

Harald Maximillian Winner
O alemão Harald Maximillian Winner, 44 anos, iria à Alemanha para providenciar os documentos necessários para se casar no Brasil, segundo sua noiva, Helen Pedroso.

João Marques da Silva Filho
João Marques da Silva Filho, de 67 anos, que pertence ao quadro de gerentes do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, viajava para acompanhar testes de equipamentos.
G1
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Animal ainda não tem nome e pesa 100 kg.O filhote tem apenas um mês de vida.

Filhote de elefante de um mês brinca com adultos no zoológico de Moscou. O animal, ainda sem nome e pesando cerca de 100 kg, é o primeiro elefante nascido no zoológico em mais de 12 anos.


G1
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Animal ainda não tem nome e pesa 100 kg.O filhote tem apenas um mês de vida.

Filhote de elefante de um mês brinca com adultos no zoológico de Moscou. O animal, ainda sem nome e pesando cerca de 100 kg, é o primeiro elefante nascido no zoológico em mais de 12 anos.


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Animal ainda não tem nome e pesa 100 kg.O filhote tem apenas um mês de vida.

Filhote de elefante de um mês brinca com adultos no zoológico de Moscou. O animal, ainda sem nome e pesando cerca de 100 kg, é o primeiro elefante nascido no zoológico em mais de 12 anos.


G1
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Animal ainda não tem nome e pesa 100 kg.O filhote tem apenas um mês de vida.

Filhote de elefante de um mês brinca com adultos no zoológico de Moscou. O animal, ainda sem nome e pesando cerca de 100 kg, é o primeiro elefante nascido no zoológico em mais de 12 anos.


G1
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Entre as principais reivindicações estão a contratação de professores surdos e intérpretes de Libras para todas as escolas do estado, além do ensino da linguagem de sinais nos colégios onde estudam alunos surdos

Um grupo de surdos, professores e familiares realizou na manhã desta segunda-feira (1º) uma passeata pelas ruas do Centro e do Centro Cívico de Curitiba em um protesto em defesa dos direitos dos deficientes auditivos na educação pública do Paraná. De acordo com a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), mais de 500 pessoas estariam participando do movimento, que foi encerrado no fim da manhã em frente ao Palácio das Araucárias, sede do governo estadual. A Polícia Militar informa não ter estimativa do número de participantes.
Entre as principais reivindicações do grupo estão a contratação imediata de professores surdos e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuarem em todas as escolas do estado; o ensino de Libras nos cursos de formação de professores, em universidade públicas e privadas; além do ensino de Libras nas escolas onde estudam alunos surdos.
Segundo Iraci Suzin, diretora administrativa da Feneis-PR, o protesto é pacífico. “Estamos apenas pedindo o cumprimento de determinações que já estão previstas em lei”, diz. O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), que acompanha a passeata, informou por volta das 10h30 que o movimento não chegava a afetar o tráfego de veículos. A polícia não tinha uma estimativa de quantas pessoas integravam a passeata.
Grupos de outras regionais do Paraná, como Foz do Iguaçu e Guarapuava, participam da manifestação. No Centro Cívico, o grupo pretende fazer protestos em frente à sede da prefeitura de Curitiba, da Assembleia Legislativa e do Palácio das Araucárias, para chamar a atenção das autoridades para as reivindicações.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação (Seed) informou que Angelina Carmela, chefe do departamento de educação especial da pasta, estaria no local da passeata para conversar com os manifestantes. Angelina não atendeu às ligações da reportagem para o celular dela durante a manhã.
Já a assessoria de imprensa da secretaria municipal de educação informou que dispõe de programa de formação de professores em linguagem de sinais, além de cursos de capacitação em Libras em atividades do programa Comunidade Escola, voltada para profissionais de educação, além de familiares de surdos e a comunidade em geral.
Segundo a prefeitura, embora não tenha sido feito um agendamento prévio de uma reunião entre os manifestantes e a administração municipal, a secretaria de governo da prefeitura recebeu uma comissão do grupo por volta do meio-dia. As reivindicações foram recebidas pelo diretor da secretria, Eduardo Aichinger, que as repassará à assessoria especial de assistência à pessoa com deficiência


Gazeta do Povo
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Entre as principais reivindicações estão a contratação de professores surdos e intérpretes de Libras para todas as escolas do estado, além do ensino da linguagem de sinais nos colégios onde estudam alunos surdos

Um grupo de surdos, professores e familiares realizou na manhã desta segunda-feira (1º) uma passeata pelas ruas do Centro e do Centro Cívico de Curitiba em um protesto em defesa dos direitos dos deficientes auditivos na educação pública do Paraná. De acordo com a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), mais de 500 pessoas estariam participando do movimento, que foi encerrado no fim da manhã em frente ao Palácio das Araucárias, sede do governo estadual. A Polícia Militar informa não ter estimativa do número de participantes.
Entre as principais reivindicações do grupo estão a contratação imediata de professores surdos e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuarem em todas as escolas do estado; o ensino de Libras nos cursos de formação de professores, em universidade públicas e privadas; além do ensino de Libras nas escolas onde estudam alunos surdos.
Segundo Iraci Suzin, diretora administrativa da Feneis-PR, o protesto é pacífico. “Estamos apenas pedindo o cumprimento de determinações que já estão previstas em lei”, diz. O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), que acompanha a passeata, informou por volta das 10h30 que o movimento não chegava a afetar o tráfego de veículos. A polícia não tinha uma estimativa de quantas pessoas integravam a passeata.
Grupos de outras regionais do Paraná, como Foz do Iguaçu e Guarapuava, participam da manifestação. No Centro Cívico, o grupo pretende fazer protestos em frente à sede da prefeitura de Curitiba, da Assembleia Legislativa e do Palácio das Araucárias, para chamar a atenção das autoridades para as reivindicações.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação (Seed) informou que Angelina Carmela, chefe do departamento de educação especial da pasta, estaria no local da passeata para conversar com os manifestantes. Angelina não atendeu às ligações da reportagem para o celular dela durante a manhã.
Já a assessoria de imprensa da secretaria municipal de educação informou que dispõe de programa de formação de professores em linguagem de sinais, além de cursos de capacitação em Libras em atividades do programa Comunidade Escola, voltada para profissionais de educação, além de familiares de surdos e a comunidade em geral.
Segundo a prefeitura, embora não tenha sido feito um agendamento prévio de uma reunião entre os manifestantes e a administração municipal, a secretaria de governo da prefeitura recebeu uma comissão do grupo por volta do meio-dia. As reivindicações foram recebidas pelo diretor da secretria, Eduardo Aichinger, que as repassará à assessoria especial de assistência à pessoa com deficiência


Gazeta do Povo
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:49  comentar

Entre as principais reivindicações estão a contratação de professores surdos e intérpretes de Libras para todas as escolas do estado, além do ensino da linguagem de sinais nos colégios onde estudam alunos surdos

Um grupo de surdos, professores e familiares realizou na manhã desta segunda-feira (1º) uma passeata pelas ruas do Centro e do Centro Cívico de Curitiba em um protesto em defesa dos direitos dos deficientes auditivos na educação pública do Paraná. De acordo com a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), mais de 500 pessoas estariam participando do movimento, que foi encerrado no fim da manhã em frente ao Palácio das Araucárias, sede do governo estadual. A Polícia Militar informa não ter estimativa do número de participantes.
Entre as principais reivindicações do grupo estão a contratação imediata de professores surdos e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuarem em todas as escolas do estado; o ensino de Libras nos cursos de formação de professores, em universidade públicas e privadas; além do ensino de Libras nas escolas onde estudam alunos surdos.
Segundo Iraci Suzin, diretora administrativa da Feneis-PR, o protesto é pacífico. “Estamos apenas pedindo o cumprimento de determinações que já estão previstas em lei”, diz. O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), que acompanha a passeata, informou por volta das 10h30 que o movimento não chegava a afetar o tráfego de veículos. A polícia não tinha uma estimativa de quantas pessoas integravam a passeata.
Grupos de outras regionais do Paraná, como Foz do Iguaçu e Guarapuava, participam da manifestação. No Centro Cívico, o grupo pretende fazer protestos em frente à sede da prefeitura de Curitiba, da Assembleia Legislativa e do Palácio das Araucárias, para chamar a atenção das autoridades para as reivindicações.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação (Seed) informou que Angelina Carmela, chefe do departamento de educação especial da pasta, estaria no local da passeata para conversar com os manifestantes. Angelina não atendeu às ligações da reportagem para o celular dela durante a manhã.
Já a assessoria de imprensa da secretaria municipal de educação informou que dispõe de programa de formação de professores em linguagem de sinais, além de cursos de capacitação em Libras em atividades do programa Comunidade Escola, voltada para profissionais de educação, além de familiares de surdos e a comunidade em geral.
Segundo a prefeitura, embora não tenha sido feito um agendamento prévio de uma reunião entre os manifestantes e a administração municipal, a secretaria de governo da prefeitura recebeu uma comissão do grupo por volta do meio-dia. As reivindicações foram recebidas pelo diretor da secretria, Eduardo Aichinger, que as repassará à assessoria especial de assistência à pessoa com deficiência


Gazeta do Povo
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Entre as principais reivindicações estão a contratação de professores surdos e intérpretes de Libras para todas as escolas do estado, além do ensino da linguagem de sinais nos colégios onde estudam alunos surdos

Um grupo de surdos, professores e familiares realizou na manhã desta segunda-feira (1º) uma passeata pelas ruas do Centro e do Centro Cívico de Curitiba em um protesto em defesa dos direitos dos deficientes auditivos na educação pública do Paraná. De acordo com a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), mais de 500 pessoas estariam participando do movimento, que foi encerrado no fim da manhã em frente ao Palácio das Araucárias, sede do governo estadual. A Polícia Militar informa não ter estimativa do número de participantes.
Entre as principais reivindicações do grupo estão a contratação imediata de professores surdos e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuarem em todas as escolas do estado; o ensino de Libras nos cursos de formação de professores, em universidade públicas e privadas; além do ensino de Libras nas escolas onde estudam alunos surdos.
Segundo Iraci Suzin, diretora administrativa da Feneis-PR, o protesto é pacífico. “Estamos apenas pedindo o cumprimento de determinações que já estão previstas em lei”, diz. O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), que acompanha a passeata, informou por volta das 10h30 que o movimento não chegava a afetar o tráfego de veículos. A polícia não tinha uma estimativa de quantas pessoas integravam a passeata.
Grupos de outras regionais do Paraná, como Foz do Iguaçu e Guarapuava, participam da manifestação. No Centro Cívico, o grupo pretende fazer protestos em frente à sede da prefeitura de Curitiba, da Assembleia Legislativa e do Palácio das Araucárias, para chamar a atenção das autoridades para as reivindicações.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação (Seed) informou que Angelina Carmela, chefe do departamento de educação especial da pasta, estaria no local da passeata para conversar com os manifestantes. Angelina não atendeu às ligações da reportagem para o celular dela durante a manhã.
Já a assessoria de imprensa da secretaria municipal de educação informou que dispõe de programa de formação de professores em linguagem de sinais, além de cursos de capacitação em Libras em atividades do programa Comunidade Escola, voltada para profissionais de educação, além de familiares de surdos e a comunidade em geral.
Segundo a prefeitura, embora não tenha sido feito um agendamento prévio de uma reunião entre os manifestantes e a administração municipal, a secretaria de governo da prefeitura recebeu uma comissão do grupo por volta do meio-dia. As reivindicações foram recebidas pelo diretor da secretria, Eduardo Aichinger, que as repassará à assessoria especial de assistência à pessoa com deficiência


Gazeta do Povo
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BELÉM - Uma investigação conjunta do Fantástico e do Jornal da Globo, durante cinco meses, mostrou a venda de seres humanos no Pará. No mercado de exploração sexual, uma mãe é capaz de vender a própria filha, menor de idade
- Eu sinto uma indignação grande. Uma revolta em saber que as crianças são tratadas como objeto - afirma Anginaldo Oliveira Vieira, chefe da Defensoria Pública da União/PA.
Em Portel, uma cidade isolada, a 18 horas de barco de Belém, Edina dos Santos Balieiro oferece a própria a filha para programas. Para chegar até ela, primeiro é preciso falar com os homens, que também lucram com esse mercado.
Usando uma câmera escondida, os repórteres Francisco Regueira e Alberto Fernandes vão em busca dos aliciadores que fazem o contato entre os interessados e as famílias. Uma oferta que ocorre livremente nas ruas.
- Essa uma é mãe, que já tá com 16 anos. Tem a outra que tá com 13. Às vezes, traziam ela de lá do colégio - oferece um homem.
Na tabela da exploração sexual de menores, a noite com uma virgem pode custar R$ 1 mil.
- Foi um barão para o cara estourar - conta o aliciador.
E geralmente tudo é feito com conhecimento dos pais.
- Tinha vez que ia as duas para o quarto. Ela com a filha são mesmo que duas molecas - conta o aliciador.
O aliciador é bem próximo das vítimas.
- Nasci e me criei aqui. Eu conheço a rotina. Eu vou lá. Vou bater na casa da mãe dela, vou chamar a mãe dela. Um amigo meu, assim, assim, de São Paulo - avisa o aliciador.
Dois aliciadores nos levam até Edina, a mãe que vende a filha. Ela é dona de um bar, onde acontece o encontro. Primeiro simulamos interesse num programa com a adolescente de 17 anos. A mãe aceita negociar. Foi uma surpresa descobrir o que ela queria em troca.
- Deixa quatro cervejas aí pra mim (sic) beber - pede Edina.
A menina acompanha tudo de perto sem interferir.
- Você acha que eu vou dar minha filha por 10 reais, é? É louco, é ? - diz Edina.
Apesar do que diz, a mãe fica, sim, com o dinheiro para comprar as cervejas. E a menina chega a entrar num táxi. O repórter revela então que não vai haver programa. E a jovem é levada de volta pra casa. Cada passo da reportagem foi acompanhado por pessoas ligadas à Igreja Católica.
- Essa mãe precisa responder a um processo. Ela cometeu um crime. A polícia precisa apurar isso. Sem o exemplo de que a lei existe as pessoas vão continuar praticando isso dentro da normalidade - explica Anginaldo.
- Lá, mulher não é uma mercadoria. Lá, mulher é um lixo, porque uma mercadoria vale bem mais. Ela tem um valor - declara uma jovem que conhece bem as histórias desse Brasil sem lei.
Mas até onde pode chegar a negociação feita por Edina, mãe da adolescente de 17 anos? No dia seguinte, o repórter volta
O Globo On Line
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BELÉM - Uma investigação conjunta do Fantástico e do Jornal da Globo, durante cinco meses, mostrou a venda de seres humanos no Pará. No mercado de exploração sexual, uma mãe é capaz de vender a própria filha, menor de idade
- Eu sinto uma indignação grande. Uma revolta em saber que as crianças são tratadas como objeto - afirma Anginaldo Oliveira Vieira, chefe da Defensoria Pública da União/PA.
Em Portel, uma cidade isolada, a 18 horas de barco de Belém, Edina dos Santos Balieiro oferece a própria a filha para programas. Para chegar até ela, primeiro é preciso falar com os homens, que também lucram com esse mercado.
Usando uma câmera escondida, os repórteres Francisco Regueira e Alberto Fernandes vão em busca dos aliciadores que fazem o contato entre os interessados e as famílias. Uma oferta que ocorre livremente nas ruas.
- Essa uma é mãe, que já tá com 16 anos. Tem a outra que tá com 13. Às vezes, traziam ela de lá do colégio - oferece um homem.
Na tabela da exploração sexual de menores, a noite com uma virgem pode custar R$ 1 mil.
- Foi um barão para o cara estourar - conta o aliciador.
E geralmente tudo é feito com conhecimento dos pais.
- Tinha vez que ia as duas para o quarto. Ela com a filha são mesmo que duas molecas - conta o aliciador.
O aliciador é bem próximo das vítimas.
- Nasci e me criei aqui. Eu conheço a rotina. Eu vou lá. Vou bater na casa da mãe dela, vou chamar a mãe dela. Um amigo meu, assim, assim, de São Paulo - avisa o aliciador.
Dois aliciadores nos levam até Edina, a mãe que vende a filha. Ela é dona de um bar, onde acontece o encontro. Primeiro simulamos interesse num programa com a adolescente de 17 anos. A mãe aceita negociar. Foi uma surpresa descobrir o que ela queria em troca.
- Deixa quatro cervejas aí pra mim (sic) beber - pede Edina.
A menina acompanha tudo de perto sem interferir.
- Você acha que eu vou dar minha filha por 10 reais, é? É louco, é ? - diz Edina.
Apesar do que diz, a mãe fica, sim, com o dinheiro para comprar as cervejas. E a menina chega a entrar num táxi. O repórter revela então que não vai haver programa. E a jovem é levada de volta pra casa. Cada passo da reportagem foi acompanhado por pessoas ligadas à Igreja Católica.
- Essa mãe precisa responder a um processo. Ela cometeu um crime. A polícia precisa apurar isso. Sem o exemplo de que a lei existe as pessoas vão continuar praticando isso dentro da normalidade - explica Anginaldo.
- Lá, mulher não é uma mercadoria. Lá, mulher é um lixo, porque uma mercadoria vale bem mais. Ela tem um valor - declara uma jovem que conhece bem as histórias desse Brasil sem lei.
Mas até onde pode chegar a negociação feita por Edina, mãe da adolescente de 17 anos? No dia seguinte, o repórter volta
O Globo On Line
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BELÉM - Uma investigação conjunta do Fantástico e do Jornal da Globo, durante cinco meses, mostrou a venda de seres humanos no Pará. No mercado de exploração sexual, uma mãe é capaz de vender a própria filha, menor de idade
- Eu sinto uma indignação grande. Uma revolta em saber que as crianças são tratadas como objeto - afirma Anginaldo Oliveira Vieira, chefe da Defensoria Pública da União/PA.
Em Portel, uma cidade isolada, a 18 horas de barco de Belém, Edina dos Santos Balieiro oferece a própria a filha para programas. Para chegar até ela, primeiro é preciso falar com os homens, que também lucram com esse mercado.
Usando uma câmera escondida, os repórteres Francisco Regueira e Alberto Fernandes vão em busca dos aliciadores que fazem o contato entre os interessados e as famílias. Uma oferta que ocorre livremente nas ruas.
- Essa uma é mãe, que já tá com 16 anos. Tem a outra que tá com 13. Às vezes, traziam ela de lá do colégio - oferece um homem.
Na tabela da exploração sexual de menores, a noite com uma virgem pode custar R$ 1 mil.
- Foi um barão para o cara estourar - conta o aliciador.
E geralmente tudo é feito com conhecimento dos pais.
- Tinha vez que ia as duas para o quarto. Ela com a filha são mesmo que duas molecas - conta o aliciador.
O aliciador é bem próximo das vítimas.
- Nasci e me criei aqui. Eu conheço a rotina. Eu vou lá. Vou bater na casa da mãe dela, vou chamar a mãe dela. Um amigo meu, assim, assim, de São Paulo - avisa o aliciador.
Dois aliciadores nos levam até Edina, a mãe que vende a filha. Ela é dona de um bar, onde acontece o encontro. Primeiro simulamos interesse num programa com a adolescente de 17 anos. A mãe aceita negociar. Foi uma surpresa descobrir o que ela queria em troca.
- Deixa quatro cervejas aí pra mim (sic) beber - pede Edina.
A menina acompanha tudo de perto sem interferir.
- Você acha que eu vou dar minha filha por 10 reais, é? É louco, é ? - diz Edina.
Apesar do que diz, a mãe fica, sim, com o dinheiro para comprar as cervejas. E a menina chega a entrar num táxi. O repórter revela então que não vai haver programa. E a jovem é levada de volta pra casa. Cada passo da reportagem foi acompanhado por pessoas ligadas à Igreja Católica.
- Essa mãe precisa responder a um processo. Ela cometeu um crime. A polícia precisa apurar isso. Sem o exemplo de que a lei existe as pessoas vão continuar praticando isso dentro da normalidade - explica Anginaldo.
- Lá, mulher não é uma mercadoria. Lá, mulher é um lixo, porque uma mercadoria vale bem mais. Ela tem um valor - declara uma jovem que conhece bem as histórias desse Brasil sem lei.
Mas até onde pode chegar a negociação feita por Edina, mãe da adolescente de 17 anos? No dia seguinte, o repórter volta
O Globo On Line
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BELÉM - Uma investigação conjunta do Fantástico e do Jornal da Globo, durante cinco meses, mostrou a venda de seres humanos no Pará. No mercado de exploração sexual, uma mãe é capaz de vender a própria filha, menor de idade
- Eu sinto uma indignação grande. Uma revolta em saber que as crianças são tratadas como objeto - afirma Anginaldo Oliveira Vieira, chefe da Defensoria Pública da União/PA.
Em Portel, uma cidade isolada, a 18 horas de barco de Belém, Edina dos Santos Balieiro oferece a própria a filha para programas. Para chegar até ela, primeiro é preciso falar com os homens, que também lucram com esse mercado.
Usando uma câmera escondida, os repórteres Francisco Regueira e Alberto Fernandes vão em busca dos aliciadores que fazem o contato entre os interessados e as famílias. Uma oferta que ocorre livremente nas ruas.
- Essa uma é mãe, que já tá com 16 anos. Tem a outra que tá com 13. Às vezes, traziam ela de lá do colégio - oferece um homem.
Na tabela da exploração sexual de menores, a noite com uma virgem pode custar R$ 1 mil.
- Foi um barão para o cara estourar - conta o aliciador.
E geralmente tudo é feito com conhecimento dos pais.
- Tinha vez que ia as duas para o quarto. Ela com a filha são mesmo que duas molecas - conta o aliciador.
O aliciador é bem próximo das vítimas.
- Nasci e me criei aqui. Eu conheço a rotina. Eu vou lá. Vou bater na casa da mãe dela, vou chamar a mãe dela. Um amigo meu, assim, assim, de São Paulo - avisa o aliciador.
Dois aliciadores nos levam até Edina, a mãe que vende a filha. Ela é dona de um bar, onde acontece o encontro. Primeiro simulamos interesse num programa com a adolescente de 17 anos. A mãe aceita negociar. Foi uma surpresa descobrir o que ela queria em troca.
- Deixa quatro cervejas aí pra mim (sic) beber - pede Edina.
A menina acompanha tudo de perto sem interferir.
- Você acha que eu vou dar minha filha por 10 reais, é? É louco, é ? - diz Edina.
Apesar do que diz, a mãe fica, sim, com o dinheiro para comprar as cervejas. E a menina chega a entrar num táxi. O repórter revela então que não vai haver programa. E a jovem é levada de volta pra casa. Cada passo da reportagem foi acompanhado por pessoas ligadas à Igreja Católica.
- Essa mãe precisa responder a um processo. Ela cometeu um crime. A polícia precisa apurar isso. Sem o exemplo de que a lei existe as pessoas vão continuar praticando isso dentro da normalidade - explica Anginaldo.
- Lá, mulher não é uma mercadoria. Lá, mulher é um lixo, porque uma mercadoria vale bem mais. Ela tem um valor - declara uma jovem que conhece bem as histórias desse Brasil sem lei.
Mas até onde pode chegar a negociação feita por Edina, mãe da adolescente de 17 anos? No dia seguinte, o repórter volta
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Parentes de passageiros aguardam a chegada de voos no aeroporto Charles de Gaulle após a divulgação da notícia do desaparecimento do voo 447, que ia do Rio a Paris. O brasileiro Gustavo Ciríaco quase embarcou na aeronave por um erro da Air France

O coreógrafo Gustavo Ciríaco tinha passagem para outro voo mas, por um erro da empresa aérea, quase foi obrigado a embarcar no voo 447

O coreógrafo brasileiro Gustavo Ciríaco quase foi obrigado a embarcar no voo 447 da Air France por um erro da companhia aérea. Ciríaco, que havia comprado um bilhete para o voo que saía às 16h, recebeu a informação de que tinha assento reservado no avião que partia às 19h do Rio de Janeiro rumo a Paris. O brasileiro havia chegado a comunicar parentes de que poderia estar no voo 447 quando, depois de discutir com atendentes da Air France, conseguiu embarcar às 16h, seguindo seus planos originais.
Gustavo Ciríaco ligou nesta segunda-feira (1º) de Frankfurt para a família para informar que estava tudo bem. Antes de receber informações do irmão, Bernardo Ciríaco, foi ao Aeroporto Internacional Tom Jobim para verificar informações sobre o voo 447 da Air France."Estamos aliviados e, ao mesmo tempo, torcendo para que tudo termine bem para as famílias que estão vivendo o drama", disse Bernardo a reportagem de ÉPOCA.


Época
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:12  comentar

Parentes de passageiros aguardam a chegada de voos no aeroporto Charles de Gaulle após a divulgação da notícia do desaparecimento do voo 447, que ia do Rio a Paris. O brasileiro Gustavo Ciríaco quase embarcou na aeronave por um erro da Air France

O coreógrafo Gustavo Ciríaco tinha passagem para outro voo mas, por um erro da empresa aérea, quase foi obrigado a embarcar no voo 447

O coreógrafo brasileiro Gustavo Ciríaco quase foi obrigado a embarcar no voo 447 da Air France por um erro da companhia aérea. Ciríaco, que havia comprado um bilhete para o voo que saía às 16h, recebeu a informação de que tinha assento reservado no avião que partia às 19h do Rio de Janeiro rumo a Paris. O brasileiro havia chegado a comunicar parentes de que poderia estar no voo 447 quando, depois de discutir com atendentes da Air France, conseguiu embarcar às 16h, seguindo seus planos originais.
Gustavo Ciríaco ligou nesta segunda-feira (1º) de Frankfurt para a família para informar que estava tudo bem. Antes de receber informações do irmão, Bernardo Ciríaco, foi ao Aeroporto Internacional Tom Jobim para verificar informações sobre o voo 447 da Air France."Estamos aliviados e, ao mesmo tempo, torcendo para que tudo termine bem para as famílias que estão vivendo o drama", disse Bernardo a reportagem de ÉPOCA.


Época
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Parentes de passageiros aguardam a chegada de voos no aeroporto Charles de Gaulle após a divulgação da notícia do desaparecimento do voo 447, que ia do Rio a Paris. O brasileiro Gustavo Ciríaco quase embarcou na aeronave por um erro da Air France

O coreógrafo Gustavo Ciríaco tinha passagem para outro voo mas, por um erro da empresa aérea, quase foi obrigado a embarcar no voo 447

O coreógrafo brasileiro Gustavo Ciríaco quase foi obrigado a embarcar no voo 447 da Air France por um erro da companhia aérea. Ciríaco, que havia comprado um bilhete para o voo que saía às 16h, recebeu a informação de que tinha assento reservado no avião que partia às 19h do Rio de Janeiro rumo a Paris. O brasileiro havia chegado a comunicar parentes de que poderia estar no voo 447 quando, depois de discutir com atendentes da Air France, conseguiu embarcar às 16h, seguindo seus planos originais.
Gustavo Ciríaco ligou nesta segunda-feira (1º) de Frankfurt para a família para informar que estava tudo bem. Antes de receber informações do irmão, Bernardo Ciríaco, foi ao Aeroporto Internacional Tom Jobim para verificar informações sobre o voo 447 da Air France."Estamos aliviados e, ao mesmo tempo, torcendo para que tudo termine bem para as famílias que estão vivendo o drama", disse Bernardo a reportagem de ÉPOCA.


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Parentes de passageiros aguardam a chegada de voos no aeroporto Charles de Gaulle após a divulgação da notícia do desaparecimento do voo 447, que ia do Rio a Paris. O brasileiro Gustavo Ciríaco quase embarcou na aeronave por um erro da Air France

O coreógrafo Gustavo Ciríaco tinha passagem para outro voo mas, por um erro da empresa aérea, quase foi obrigado a embarcar no voo 447

O coreógrafo brasileiro Gustavo Ciríaco quase foi obrigado a embarcar no voo 447 da Air France por um erro da companhia aérea. Ciríaco, que havia comprado um bilhete para o voo que saía às 16h, recebeu a informação de que tinha assento reservado no avião que partia às 19h do Rio de Janeiro rumo a Paris. O brasileiro havia chegado a comunicar parentes de que poderia estar no voo 447 quando, depois de discutir com atendentes da Air France, conseguiu embarcar às 16h, seguindo seus planos originais.
Gustavo Ciríaco ligou nesta segunda-feira (1º) de Frankfurt para a família para informar que estava tudo bem. Antes de receber informações do irmão, Bernardo Ciríaco, foi ao Aeroporto Internacional Tom Jobim para verificar informações sobre o voo 447 da Air France."Estamos aliviados e, ao mesmo tempo, torcendo para que tudo termine bem para as famílias que estão vivendo o drama", disse Bernardo a reportagem de ÉPOCA.


Época
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A grande incidência de denuncias de pedofilia e exploração sexual infantil no município de Guaraí está levando a Promotoria da Infância e Juventude da cidade a realizar diversas ações que visam a proteção das crianças da cidade. Em virtude disto o Ministério Público Estadual é parceiro da Patrulha Escolar, promovida pela Polícia Militar que tem como objetivo combater os crimes e identificar os possíveis envolvidos nestas práticas. O intercâmbio de informações é a ferramenta principal para a atuação ministerial nestes casos.
De acordo com a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Clenda Lúcia Fernandes Siqueira, a proximidade de Guaraí com a Rodovia Federal BR 153, que corta o município, é o que pode estar levando ao grande número de crimes de exploração sexual infantil, em tese, praticados por caminhoneiros que transitam pela cidade. Assim, no intuito de amenizar tal situação, foi realizado um Termo de Compromisso de Cooperação ao Combate a Exploração Sexual Infantil, com a Polícia Militar, Prefeitura Municipal, através da gerência de trânsito, Polícia Rodoviária Federal, Conselho Tutelar e os proprietários de postos de combustíveis da região, para que possam colaborar com uma fiscalização através de uma força tarefa. A força tarefa englobará a fiscalização diurna, denúncias e efetivação na delimitação das áreas dos pátios dos postos de combustíveis quanto ao número máximo de veículos de grande porte que poderão permanecer estacionados para pernoite.
Recentemente, o MPE, através da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, fez cumprir determinação da Lei Federal 11.577/07 que torna obrigatória a divulgação, através de cartazes, de mensagens contra a exploração sexual infantil. A comunicação está sendo feita em hotéis, restaurantes, bares, posto de combustíveis, casas noturnas e similares.
De acordo ainda com a Promotora de Justiça, na comarca de Guaraí, as denuncias de pedofilia têm sido crescentes, principalmente após o efetivo trabalho da Patrulha Escolar. Contudo, argumenta, haver pessoas que por descrédito nas autoridades e na justiça deixam de denunciar.
Assim, Clenda Lúcia garante que o Ministério Público Estadual não vai medir esforços para barrar a prática destes crimes, inclusive estando atento ao desenrolar dos processos que estão tramitando no judiciário contra alguns supostos criminosos que, inclusive, já foram detidos e depois liberados pela Justiça. Ela ressalta que o crime de pedofilia em Guaraí está sendo praticado, em sua grande maioria, por parentes das crianças envolvidas.


Portal Stylo
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:05  comentar

A grande incidência de denuncias de pedofilia e exploração sexual infantil no município de Guaraí está levando a Promotoria da Infância e Juventude da cidade a realizar diversas ações que visam a proteção das crianças da cidade. Em virtude disto o Ministério Público Estadual é parceiro da Patrulha Escolar, promovida pela Polícia Militar que tem como objetivo combater os crimes e identificar os possíveis envolvidos nestas práticas. O intercâmbio de informações é a ferramenta principal para a atuação ministerial nestes casos.
De acordo com a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Clenda Lúcia Fernandes Siqueira, a proximidade de Guaraí com a Rodovia Federal BR 153, que corta o município, é o que pode estar levando ao grande número de crimes de exploração sexual infantil, em tese, praticados por caminhoneiros que transitam pela cidade. Assim, no intuito de amenizar tal situação, foi realizado um Termo de Compromisso de Cooperação ao Combate a Exploração Sexual Infantil, com a Polícia Militar, Prefeitura Municipal, através da gerência de trânsito, Polícia Rodoviária Federal, Conselho Tutelar e os proprietários de postos de combustíveis da região, para que possam colaborar com uma fiscalização através de uma força tarefa. A força tarefa englobará a fiscalização diurna, denúncias e efetivação na delimitação das áreas dos pátios dos postos de combustíveis quanto ao número máximo de veículos de grande porte que poderão permanecer estacionados para pernoite.
Recentemente, o MPE, através da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, fez cumprir determinação da Lei Federal 11.577/07 que torna obrigatória a divulgação, através de cartazes, de mensagens contra a exploração sexual infantil. A comunicação está sendo feita em hotéis, restaurantes, bares, posto de combustíveis, casas noturnas e similares.
De acordo ainda com a Promotora de Justiça, na comarca de Guaraí, as denuncias de pedofilia têm sido crescentes, principalmente após o efetivo trabalho da Patrulha Escolar. Contudo, argumenta, haver pessoas que por descrédito nas autoridades e na justiça deixam de denunciar.
Assim, Clenda Lúcia garante que o Ministério Público Estadual não vai medir esforços para barrar a prática destes crimes, inclusive estando atento ao desenrolar dos processos que estão tramitando no judiciário contra alguns supostos criminosos que, inclusive, já foram detidos e depois liberados pela Justiça. Ela ressalta que o crime de pedofilia em Guaraí está sendo praticado, em sua grande maioria, por parentes das crianças envolvidas.


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A grande incidência de denuncias de pedofilia e exploração sexual infantil no município de Guaraí está levando a Promotoria da Infância e Juventude da cidade a realizar diversas ações que visam a proteção das crianças da cidade. Em virtude disto o Ministério Público Estadual é parceiro da Patrulha Escolar, promovida pela Polícia Militar que tem como objetivo combater os crimes e identificar os possíveis envolvidos nestas práticas. O intercâmbio de informações é a ferramenta principal para a atuação ministerial nestes casos.
De acordo com a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Clenda Lúcia Fernandes Siqueira, a proximidade de Guaraí com a Rodovia Federal BR 153, que corta o município, é o que pode estar levando ao grande número de crimes de exploração sexual infantil, em tese, praticados por caminhoneiros que transitam pela cidade. Assim, no intuito de amenizar tal situação, foi realizado um Termo de Compromisso de Cooperação ao Combate a Exploração Sexual Infantil, com a Polícia Militar, Prefeitura Municipal, através da gerência de trânsito, Polícia Rodoviária Federal, Conselho Tutelar e os proprietários de postos de combustíveis da região, para que possam colaborar com uma fiscalização através de uma força tarefa. A força tarefa englobará a fiscalização diurna, denúncias e efetivação na delimitação das áreas dos pátios dos postos de combustíveis quanto ao número máximo de veículos de grande porte que poderão permanecer estacionados para pernoite.
Recentemente, o MPE, através da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, fez cumprir determinação da Lei Federal 11.577/07 que torna obrigatória a divulgação, através de cartazes, de mensagens contra a exploração sexual infantil. A comunicação está sendo feita em hotéis, restaurantes, bares, posto de combustíveis, casas noturnas e similares.
De acordo ainda com a Promotora de Justiça, na comarca de Guaraí, as denuncias de pedofilia têm sido crescentes, principalmente após o efetivo trabalho da Patrulha Escolar. Contudo, argumenta, haver pessoas que por descrédito nas autoridades e na justiça deixam de denunciar.
Assim, Clenda Lúcia garante que o Ministério Público Estadual não vai medir esforços para barrar a prática destes crimes, inclusive estando atento ao desenrolar dos processos que estão tramitando no judiciário contra alguns supostos criminosos que, inclusive, já foram detidos e depois liberados pela Justiça. Ela ressalta que o crime de pedofilia em Guaraí está sendo praticado, em sua grande maioria, por parentes das crianças envolvidas.


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A grande incidência de denuncias de pedofilia e exploração sexual infantil no município de Guaraí está levando a Promotoria da Infância e Juventude da cidade a realizar diversas ações que visam a proteção das crianças da cidade. Em virtude disto o Ministério Público Estadual é parceiro da Patrulha Escolar, promovida pela Polícia Militar que tem como objetivo combater os crimes e identificar os possíveis envolvidos nestas práticas. O intercâmbio de informações é a ferramenta principal para a atuação ministerial nestes casos.
De acordo com a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Clenda Lúcia Fernandes Siqueira, a proximidade de Guaraí com a Rodovia Federal BR 153, que corta o município, é o que pode estar levando ao grande número de crimes de exploração sexual infantil, em tese, praticados por caminhoneiros que transitam pela cidade. Assim, no intuito de amenizar tal situação, foi realizado um Termo de Compromisso de Cooperação ao Combate a Exploração Sexual Infantil, com a Polícia Militar, Prefeitura Municipal, através da gerência de trânsito, Polícia Rodoviária Federal, Conselho Tutelar e os proprietários de postos de combustíveis da região, para que possam colaborar com uma fiscalização através de uma força tarefa. A força tarefa englobará a fiscalização diurna, denúncias e efetivação na delimitação das áreas dos pátios dos postos de combustíveis quanto ao número máximo de veículos de grande porte que poderão permanecer estacionados para pernoite.
Recentemente, o MPE, através da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, fez cumprir determinação da Lei Federal 11.577/07 que torna obrigatória a divulgação, através de cartazes, de mensagens contra a exploração sexual infantil. A comunicação está sendo feita em hotéis, restaurantes, bares, posto de combustíveis, casas noturnas e similares.
De acordo ainda com a Promotora de Justiça, na comarca de Guaraí, as denuncias de pedofilia têm sido crescentes, principalmente após o efetivo trabalho da Patrulha Escolar. Contudo, argumenta, haver pessoas que por descrédito nas autoridades e na justiça deixam de denunciar.
Assim, Clenda Lúcia garante que o Ministério Público Estadual não vai medir esforços para barrar a prática destes crimes, inclusive estando atento ao desenrolar dos processos que estão tramitando no judiciário contra alguns supostos criminosos que, inclusive, já foram detidos e depois liberados pela Justiça. Ela ressalta que o crime de pedofilia em Guaraí está sendo praticado, em sua grande maioria, por parentes das crianças envolvidas.


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SÃO PAULO - Há pelo menos um ano a Barragem de Algodões 1, que rompeu na última quarta-feira, destruindo 10 povoados , era considerada de risco e vinha tendo suas fissuras controladas com injeção de cimento pela Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi), responsável por 11 barragens do estado. Segundo Lucile de Souza Moura, presidente da Emgerpi, a primeira injeção de cimento para conter o vazamento d'água pelas paredes da barragem foi feita em junho passado. Sete pessoas morreram e duas estão sendo procuradas - uma criança de 1 ano e 3 meses e uma menina de 9 anos (esta segunda havia sido inicialmente identificada como adolescente).
A situação levou o governo do Piauí a contratar, em outubro do ano passado, a consultoria Geoprojetos para avaliar a obra. A empresa entregou no dia 19 de abril um pré-projeto à Emgerpi, sugerindo a reconstrução inteira do maciço de terra, com adição de argila.
Mesmo diante da avaliação da Geoprojetos e do volume de chuva que cai na região, obras de emergência continuaram a ser feitas para sustentação. A última delas, segundo a presidente da Emgerpi, foi feita no começo de maio, com o reforço do dique a 6 metros de profundidade e o início de construção de uma nova estrada de acesso, que serve também para amparar a estrutura.
Cerca de 20 dias antes do rompimento, a Geoprojetos sugeriu ainda retirar os moradores da área e quebrar 2 metros do sangradouro da barragem, para liberar o excesso de água, o que não foi feito.
- Foi entregue apenas um esboço, íamos começar a fazer. Sou administradora, não sou engenheira. O que fiz foi com base no que disseram os engenheiros - diz Lucile, justificando a decisão da Emgerpi de autorizar a volta de cerca de 3 mil famílias para a área de risco uma semana antes da tragédia.
De acordo com Lucile, o engenheiro Luís Hernani Carvalho afirmou que apenas a rampa cairia, mas que as paredes da barragem, de 40 metros de altura, não se romperiam.
Porém, segundo ela, não foi só a barragem que estourou. Foi o sangradouro, feito justamente para permitir que o excesso de acumulado vaze sem que se torne uma tromba d'água.
- O sangradouro rompeu primeiro, era a última coisa que poderia romper numa barragem. Não tem um centimetro do sangradouro, que tinha 20 metros de altura e cerca de 15 degraus - diz ela.
Com posto de observação 40 km antes da barragem, a Emgerpi emitiu alerta para que os moradores deixassem o local às 10h da última quarta-feira, seis horas antes da tromba d'água, ocorrida às 16h. Segundo Lucile, o número de vítimas poderia ser bem maior se o alerta não fosse dado.
- As famílias já estavam alertadas. Qualquer coisa, era para subir o morro, que tem entre 40 a 50 metros de altura - diz ela.
Lucile afirma que a decisão de mandar as pessoas de volta para suas casas, uma semana antes, foi baseada na avaliação do engenheiro Luiz Hernani Carvalho, que não foi contratado nem recebeu para emitir seu parecer, dado na quinta-feira, dia 21. Ela explica que não é fácil manter cerca de 2.500 famílias em abrigo.
- Tivemos até denúncia de estupro. As famílias brigam, há muita briga de casal, adolescentes desaparecem e precisamos ir atrás. Há uma ansiedade muito grande das pessoas de voltarem para suas casas. Por que manter em abrigo se não há risco? - diz Lucile.
Segundo a presidente da Emgerpi, o governo do Piauí teria apenas pagado a passagem de avião de Carvalho, que estava fora do estado. A opinião dele, segundo Lucile, era importante porque o engenheiro participou da construção da maioria das barragens do Piauí.
Carvalho foi responsável pelo projeto de construção do sangradouro da barragem - do qual diz não ter dúvidas sobre a segurança -, mas levantou suspeitas sobre a fiscalização e a execução das obras . Segundo Carvalho, fatos "estranhos aos padrões internacionais de segurança" contribuíram para o colapso daquela barragem.
A construtora que fez a barragem é a Getel. É a mesma que construiu a barragem de Piaus, no município de São Julião, que está em fase de acabamento, prestes a ser entregue à população.
Porém, segundo Lucila, por contrato, a Barragem de Algodões já não está mais dentro do prazo de garantia da obra, que é de cinco anos.
- O prazo de garantia é de cinco anos, a barragem tem 10.
Perguntada se o prazo não seria curto para uma obra deste porte, Lucila afirma seria preciso fundamentar com pareceres técnicos para emitir opinião sobre isso.
- Geralmente se dá prazo maior, mas essa é uma obra mais simples, de barragem de terra. Para as barragens de concreto o prazo de garantia é de 15 anos - explica.
A avaliação da construção da barragem de Algodões 1 será feita por uma comissão cuja formação foi determinada pelo governador Wellington Dias. Segundo Lucile, a construção será avaliada também pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), que integrará a comissão.
O Ministério Público Federal também abriu inquérito para apurar responsabilidades. Neste fim de semana, a Polícia Federal esteve na barragem para iniciar as apurações .
Foi o DNOCS que repassou dinheiro para a construção de Algodões I, em convênio com o governo do Piauí. Segundo Lucile, o DNOCS recebeu a obra quando ficou pronta, atestando que estava de acordo com o contrato.
- Tem obra que nunca é recebida, porque não está de acordo com o contrato. Neste caso, foi recebida. É precoce culpar qualquer pessoa, estamos lidando com um dado da natureza - diz a presidente da Emgerpi.
Para Lucile, a quantidade de chuva que caiu no Ceará ultrapassou as previsões. Segundo ela, a chuva chegou a 140 mm e a água que chegou à barragem de Cocal foi quase duas vezes a capacidade da represa, de 52 bilhões de litros.
- Antes de cair no Rio Pirangi a água quebrou 10 pequenos açudes. Foi uma pressão imensa, água demais para a capacidade dela - argumenta. Veja íntegra da nota divulgada pelo governo do Piauí :
"Em relação às matérias publicadas, com informações inverídicas sobre suposto pagamento por laudo relativo à Barragem de Algodões I, a Empresa de Gestão de Recursos do Piauí - EMGERPI esclarece que não realizou nenhum pagamento ao engenheiro Luiz Hernani de Carvalho.
De fato, foi firmado um contrato no valor de R$ 273.400,00 (duzentos e setenta e três e quatrocentos reais), para a elaboração de projeto executivo da obra de recuperação da Barragem de Algodões I, mas com a Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro.
A necessidade de tal contrato foi constatada após a adoção de várias medidas relativas à segurança da Barragem de Algodões I, pois ainda em Agosto de 2008, foi realizada vistoria técnica da Barragem, na qual foi constatada a necessidade de proceder a sua recuperação.
Em decorrência disso, foi realizada licitação (Tomada de Preços nº 40/2008) para contratação de empresa de consultoria na área de engenharia, com o fim de elaborar projeto executivo para posterior recuperação da Barragem. Mas realizada a licitação, nenhum licitante dela participou, o que levou a contratação direta, em fevereiro de 2009, da Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro, por R$ 273.400,00, para a elaboração do projeto executivo no prazo de 5 (cinco) meses.
Na verdade, com o aumento da intensidade das chuvas e o início do sangramento da Barragem de Algodões I, o Governo do Estado convidou o doutor Luiz Hernani, na qualidade de autor do projeto de sangradouro da Barragem, que a visitou sem cobrar nenhum valor.
Não houve, em nenhum momento, qualquer omissão do Governo do Estado. Todas as providências vinham sendo tomadas, desde a vistoria até o trabalho de recuperação. Mas em razão da alta precipitação pluviométrica (148 mm), muito superior à média normal, infelizmente, a Barragem acabou rompendo.
As 35 famílias que moravam em áreas de maior risco, nas proximidades do leito do rio, permaneciam em abrigos no momento da explosão da Barragem, seguindo orientação das autoridades presentes à primeira reunião realizada há 15 dias."
O Globo On Line
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SÃO PAULO - Há pelo menos um ano a Barragem de Algodões 1, que rompeu na última quarta-feira, destruindo 10 povoados , era considerada de risco e vinha tendo suas fissuras controladas com injeção de cimento pela Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi), responsável por 11 barragens do estado. Segundo Lucile de Souza Moura, presidente da Emgerpi, a primeira injeção de cimento para conter o vazamento d'água pelas paredes da barragem foi feita em junho passado. Sete pessoas morreram e duas estão sendo procuradas - uma criança de 1 ano e 3 meses e uma menina de 9 anos (esta segunda havia sido inicialmente identificada como adolescente).
A situação levou o governo do Piauí a contratar, em outubro do ano passado, a consultoria Geoprojetos para avaliar a obra. A empresa entregou no dia 19 de abril um pré-projeto à Emgerpi, sugerindo a reconstrução inteira do maciço de terra, com adição de argila.
Mesmo diante da avaliação da Geoprojetos e do volume de chuva que cai na região, obras de emergência continuaram a ser feitas para sustentação. A última delas, segundo a presidente da Emgerpi, foi feita no começo de maio, com o reforço do dique a 6 metros de profundidade e o início de construção de uma nova estrada de acesso, que serve também para amparar a estrutura.
Cerca de 20 dias antes do rompimento, a Geoprojetos sugeriu ainda retirar os moradores da área e quebrar 2 metros do sangradouro da barragem, para liberar o excesso de água, o que não foi feito.
- Foi entregue apenas um esboço, íamos começar a fazer. Sou administradora, não sou engenheira. O que fiz foi com base no que disseram os engenheiros - diz Lucile, justificando a decisão da Emgerpi de autorizar a volta de cerca de 3 mil famílias para a área de risco uma semana antes da tragédia.
De acordo com Lucile, o engenheiro Luís Hernani Carvalho afirmou que apenas a rampa cairia, mas que as paredes da barragem, de 40 metros de altura, não se romperiam.
Porém, segundo ela, não foi só a barragem que estourou. Foi o sangradouro, feito justamente para permitir que o excesso de acumulado vaze sem que se torne uma tromba d'água.
- O sangradouro rompeu primeiro, era a última coisa que poderia romper numa barragem. Não tem um centimetro do sangradouro, que tinha 20 metros de altura e cerca de 15 degraus - diz ela.
Com posto de observação 40 km antes da barragem, a Emgerpi emitiu alerta para que os moradores deixassem o local às 10h da última quarta-feira, seis horas antes da tromba d'água, ocorrida às 16h. Segundo Lucile, o número de vítimas poderia ser bem maior se o alerta não fosse dado.
- As famílias já estavam alertadas. Qualquer coisa, era para subir o morro, que tem entre 40 a 50 metros de altura - diz ela.
Lucile afirma que a decisão de mandar as pessoas de volta para suas casas, uma semana antes, foi baseada na avaliação do engenheiro Luiz Hernani Carvalho, que não foi contratado nem recebeu para emitir seu parecer, dado na quinta-feira, dia 21. Ela explica que não é fácil manter cerca de 2.500 famílias em abrigo.
- Tivemos até denúncia de estupro. As famílias brigam, há muita briga de casal, adolescentes desaparecem e precisamos ir atrás. Há uma ansiedade muito grande das pessoas de voltarem para suas casas. Por que manter em abrigo se não há risco? - diz Lucile.
Segundo a presidente da Emgerpi, o governo do Piauí teria apenas pagado a passagem de avião de Carvalho, que estava fora do estado. A opinião dele, segundo Lucile, era importante porque o engenheiro participou da construção da maioria das barragens do Piauí.
Carvalho foi responsável pelo projeto de construção do sangradouro da barragem - do qual diz não ter dúvidas sobre a segurança -, mas levantou suspeitas sobre a fiscalização e a execução das obras . Segundo Carvalho, fatos "estranhos aos padrões internacionais de segurança" contribuíram para o colapso daquela barragem.
A construtora que fez a barragem é a Getel. É a mesma que construiu a barragem de Piaus, no município de São Julião, que está em fase de acabamento, prestes a ser entregue à população.
Porém, segundo Lucila, por contrato, a Barragem de Algodões já não está mais dentro do prazo de garantia da obra, que é de cinco anos.
- O prazo de garantia é de cinco anos, a barragem tem 10.
Perguntada se o prazo não seria curto para uma obra deste porte, Lucila afirma seria preciso fundamentar com pareceres técnicos para emitir opinião sobre isso.
- Geralmente se dá prazo maior, mas essa é uma obra mais simples, de barragem de terra. Para as barragens de concreto o prazo de garantia é de 15 anos - explica.
A avaliação da construção da barragem de Algodões 1 será feita por uma comissão cuja formação foi determinada pelo governador Wellington Dias. Segundo Lucile, a construção será avaliada também pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), que integrará a comissão.
O Ministério Público Federal também abriu inquérito para apurar responsabilidades. Neste fim de semana, a Polícia Federal esteve na barragem para iniciar as apurações .
Foi o DNOCS que repassou dinheiro para a construção de Algodões I, em convênio com o governo do Piauí. Segundo Lucile, o DNOCS recebeu a obra quando ficou pronta, atestando que estava de acordo com o contrato.
- Tem obra que nunca é recebida, porque não está de acordo com o contrato. Neste caso, foi recebida. É precoce culpar qualquer pessoa, estamos lidando com um dado da natureza - diz a presidente da Emgerpi.
Para Lucile, a quantidade de chuva que caiu no Ceará ultrapassou as previsões. Segundo ela, a chuva chegou a 140 mm e a água que chegou à barragem de Cocal foi quase duas vezes a capacidade da represa, de 52 bilhões de litros.
- Antes de cair no Rio Pirangi a água quebrou 10 pequenos açudes. Foi uma pressão imensa, água demais para a capacidade dela - argumenta. Veja íntegra da nota divulgada pelo governo do Piauí :
"Em relação às matérias publicadas, com informações inverídicas sobre suposto pagamento por laudo relativo à Barragem de Algodões I, a Empresa de Gestão de Recursos do Piauí - EMGERPI esclarece que não realizou nenhum pagamento ao engenheiro Luiz Hernani de Carvalho.
De fato, foi firmado um contrato no valor de R$ 273.400,00 (duzentos e setenta e três e quatrocentos reais), para a elaboração de projeto executivo da obra de recuperação da Barragem de Algodões I, mas com a Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro.
A necessidade de tal contrato foi constatada após a adoção de várias medidas relativas à segurança da Barragem de Algodões I, pois ainda em Agosto de 2008, foi realizada vistoria técnica da Barragem, na qual foi constatada a necessidade de proceder a sua recuperação.
Em decorrência disso, foi realizada licitação (Tomada de Preços nº 40/2008) para contratação de empresa de consultoria na área de engenharia, com o fim de elaborar projeto executivo para posterior recuperação da Barragem. Mas realizada a licitação, nenhum licitante dela participou, o que levou a contratação direta, em fevereiro de 2009, da Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro, por R$ 273.400,00, para a elaboração do projeto executivo no prazo de 5 (cinco) meses.
Na verdade, com o aumento da intensidade das chuvas e o início do sangramento da Barragem de Algodões I, o Governo do Estado convidou o doutor Luiz Hernani, na qualidade de autor do projeto de sangradouro da Barragem, que a visitou sem cobrar nenhum valor.
Não houve, em nenhum momento, qualquer omissão do Governo do Estado. Todas as providências vinham sendo tomadas, desde a vistoria até o trabalho de recuperação. Mas em razão da alta precipitação pluviométrica (148 mm), muito superior à média normal, infelizmente, a Barragem acabou rompendo.
As 35 famílias que moravam em áreas de maior risco, nas proximidades do leito do rio, permaneciam em abrigos no momento da explosão da Barragem, seguindo orientação das autoridades presentes à primeira reunião realizada há 15 dias."
O Globo On Line
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SÃO PAULO - Há pelo menos um ano a Barragem de Algodões 1, que rompeu na última quarta-feira, destruindo 10 povoados , era considerada de risco e vinha tendo suas fissuras controladas com injeção de cimento pela Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi), responsável por 11 barragens do estado. Segundo Lucile de Souza Moura, presidente da Emgerpi, a primeira injeção de cimento para conter o vazamento d'água pelas paredes da barragem foi feita em junho passado. Sete pessoas morreram e duas estão sendo procuradas - uma criança de 1 ano e 3 meses e uma menina de 9 anos (esta segunda havia sido inicialmente identificada como adolescente).
A situação levou o governo do Piauí a contratar, em outubro do ano passado, a consultoria Geoprojetos para avaliar a obra. A empresa entregou no dia 19 de abril um pré-projeto à Emgerpi, sugerindo a reconstrução inteira do maciço de terra, com adição de argila.
Mesmo diante da avaliação da Geoprojetos e do volume de chuva que cai na região, obras de emergência continuaram a ser feitas para sustentação. A última delas, segundo a presidente da Emgerpi, foi feita no começo de maio, com o reforço do dique a 6 metros de profundidade e o início de construção de uma nova estrada de acesso, que serve também para amparar a estrutura.
Cerca de 20 dias antes do rompimento, a Geoprojetos sugeriu ainda retirar os moradores da área e quebrar 2 metros do sangradouro da barragem, para liberar o excesso de água, o que não foi feito.
- Foi entregue apenas um esboço, íamos começar a fazer. Sou administradora, não sou engenheira. O que fiz foi com base no que disseram os engenheiros - diz Lucile, justificando a decisão da Emgerpi de autorizar a volta de cerca de 3 mil famílias para a área de risco uma semana antes da tragédia.
De acordo com Lucile, o engenheiro Luís Hernani Carvalho afirmou que apenas a rampa cairia, mas que as paredes da barragem, de 40 metros de altura, não se romperiam.
Porém, segundo ela, não foi só a barragem que estourou. Foi o sangradouro, feito justamente para permitir que o excesso de acumulado vaze sem que se torne uma tromba d'água.
- O sangradouro rompeu primeiro, era a última coisa que poderia romper numa barragem. Não tem um centimetro do sangradouro, que tinha 20 metros de altura e cerca de 15 degraus - diz ela.
Com posto de observação 40 km antes da barragem, a Emgerpi emitiu alerta para que os moradores deixassem o local às 10h da última quarta-feira, seis horas antes da tromba d'água, ocorrida às 16h. Segundo Lucile, o número de vítimas poderia ser bem maior se o alerta não fosse dado.
- As famílias já estavam alertadas. Qualquer coisa, era para subir o morro, que tem entre 40 a 50 metros de altura - diz ela.
Lucile afirma que a decisão de mandar as pessoas de volta para suas casas, uma semana antes, foi baseada na avaliação do engenheiro Luiz Hernani Carvalho, que não foi contratado nem recebeu para emitir seu parecer, dado na quinta-feira, dia 21. Ela explica que não é fácil manter cerca de 2.500 famílias em abrigo.
- Tivemos até denúncia de estupro. As famílias brigam, há muita briga de casal, adolescentes desaparecem e precisamos ir atrás. Há uma ansiedade muito grande das pessoas de voltarem para suas casas. Por que manter em abrigo se não há risco? - diz Lucile.
Segundo a presidente da Emgerpi, o governo do Piauí teria apenas pagado a passagem de avião de Carvalho, que estava fora do estado. A opinião dele, segundo Lucile, era importante porque o engenheiro participou da construção da maioria das barragens do Piauí.
Carvalho foi responsável pelo projeto de construção do sangradouro da barragem - do qual diz não ter dúvidas sobre a segurança -, mas levantou suspeitas sobre a fiscalização e a execução das obras . Segundo Carvalho, fatos "estranhos aos padrões internacionais de segurança" contribuíram para o colapso daquela barragem.
A construtora que fez a barragem é a Getel. É a mesma que construiu a barragem de Piaus, no município de São Julião, que está em fase de acabamento, prestes a ser entregue à população.
Porém, segundo Lucila, por contrato, a Barragem de Algodões já não está mais dentro do prazo de garantia da obra, que é de cinco anos.
- O prazo de garantia é de cinco anos, a barragem tem 10.
Perguntada se o prazo não seria curto para uma obra deste porte, Lucila afirma seria preciso fundamentar com pareceres técnicos para emitir opinião sobre isso.
- Geralmente se dá prazo maior, mas essa é uma obra mais simples, de barragem de terra. Para as barragens de concreto o prazo de garantia é de 15 anos - explica.
A avaliação da construção da barragem de Algodões 1 será feita por uma comissão cuja formação foi determinada pelo governador Wellington Dias. Segundo Lucile, a construção será avaliada também pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), que integrará a comissão.
O Ministério Público Federal também abriu inquérito para apurar responsabilidades. Neste fim de semana, a Polícia Federal esteve na barragem para iniciar as apurações .
Foi o DNOCS que repassou dinheiro para a construção de Algodões I, em convênio com o governo do Piauí. Segundo Lucile, o DNOCS recebeu a obra quando ficou pronta, atestando que estava de acordo com o contrato.
- Tem obra que nunca é recebida, porque não está de acordo com o contrato. Neste caso, foi recebida. É precoce culpar qualquer pessoa, estamos lidando com um dado da natureza - diz a presidente da Emgerpi.
Para Lucile, a quantidade de chuva que caiu no Ceará ultrapassou as previsões. Segundo ela, a chuva chegou a 140 mm e a água que chegou à barragem de Cocal foi quase duas vezes a capacidade da represa, de 52 bilhões de litros.
- Antes de cair no Rio Pirangi a água quebrou 10 pequenos açudes. Foi uma pressão imensa, água demais para a capacidade dela - argumenta. Veja íntegra da nota divulgada pelo governo do Piauí :
"Em relação às matérias publicadas, com informações inverídicas sobre suposto pagamento por laudo relativo à Barragem de Algodões I, a Empresa de Gestão de Recursos do Piauí - EMGERPI esclarece que não realizou nenhum pagamento ao engenheiro Luiz Hernani de Carvalho.
De fato, foi firmado um contrato no valor de R$ 273.400,00 (duzentos e setenta e três e quatrocentos reais), para a elaboração de projeto executivo da obra de recuperação da Barragem de Algodões I, mas com a Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro.
A necessidade de tal contrato foi constatada após a adoção de várias medidas relativas à segurança da Barragem de Algodões I, pois ainda em Agosto de 2008, foi realizada vistoria técnica da Barragem, na qual foi constatada a necessidade de proceder a sua recuperação.
Em decorrência disso, foi realizada licitação (Tomada de Preços nº 40/2008) para contratação de empresa de consultoria na área de engenharia, com o fim de elaborar projeto executivo para posterior recuperação da Barragem. Mas realizada a licitação, nenhum licitante dela participou, o que levou a contratação direta, em fevereiro de 2009, da Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro, por R$ 273.400,00, para a elaboração do projeto executivo no prazo de 5 (cinco) meses.
Na verdade, com o aumento da intensidade das chuvas e o início do sangramento da Barragem de Algodões I, o Governo do Estado convidou o doutor Luiz Hernani, na qualidade de autor do projeto de sangradouro da Barragem, que a visitou sem cobrar nenhum valor.
Não houve, em nenhum momento, qualquer omissão do Governo do Estado. Todas as providências vinham sendo tomadas, desde a vistoria até o trabalho de recuperação. Mas em razão da alta precipitação pluviométrica (148 mm), muito superior à média normal, infelizmente, a Barragem acabou rompendo.
As 35 famílias que moravam em áreas de maior risco, nas proximidades do leito do rio, permaneciam em abrigos no momento da explosão da Barragem, seguindo orientação das autoridades presentes à primeira reunião realizada há 15 dias."
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SÃO PAULO - Há pelo menos um ano a Barragem de Algodões 1, que rompeu na última quarta-feira, destruindo 10 povoados , era considerada de risco e vinha tendo suas fissuras controladas com injeção de cimento pela Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi), responsável por 11 barragens do estado. Segundo Lucile de Souza Moura, presidente da Emgerpi, a primeira injeção de cimento para conter o vazamento d'água pelas paredes da barragem foi feita em junho passado. Sete pessoas morreram e duas estão sendo procuradas - uma criança de 1 ano e 3 meses e uma menina de 9 anos (esta segunda havia sido inicialmente identificada como adolescente).
A situação levou o governo do Piauí a contratar, em outubro do ano passado, a consultoria Geoprojetos para avaliar a obra. A empresa entregou no dia 19 de abril um pré-projeto à Emgerpi, sugerindo a reconstrução inteira do maciço de terra, com adição de argila.
Mesmo diante da avaliação da Geoprojetos e do volume de chuva que cai na região, obras de emergência continuaram a ser feitas para sustentação. A última delas, segundo a presidente da Emgerpi, foi feita no começo de maio, com o reforço do dique a 6 metros de profundidade e o início de construção de uma nova estrada de acesso, que serve também para amparar a estrutura.
Cerca de 20 dias antes do rompimento, a Geoprojetos sugeriu ainda retirar os moradores da área e quebrar 2 metros do sangradouro da barragem, para liberar o excesso de água, o que não foi feito.
- Foi entregue apenas um esboço, íamos começar a fazer. Sou administradora, não sou engenheira. O que fiz foi com base no que disseram os engenheiros - diz Lucile, justificando a decisão da Emgerpi de autorizar a volta de cerca de 3 mil famílias para a área de risco uma semana antes da tragédia.
De acordo com Lucile, o engenheiro Luís Hernani Carvalho afirmou que apenas a rampa cairia, mas que as paredes da barragem, de 40 metros de altura, não se romperiam.
Porém, segundo ela, não foi só a barragem que estourou. Foi o sangradouro, feito justamente para permitir que o excesso de acumulado vaze sem que se torne uma tromba d'água.
- O sangradouro rompeu primeiro, era a última coisa que poderia romper numa barragem. Não tem um centimetro do sangradouro, que tinha 20 metros de altura e cerca de 15 degraus - diz ela.
Com posto de observação 40 km antes da barragem, a Emgerpi emitiu alerta para que os moradores deixassem o local às 10h da última quarta-feira, seis horas antes da tromba d'água, ocorrida às 16h. Segundo Lucile, o número de vítimas poderia ser bem maior se o alerta não fosse dado.
- As famílias já estavam alertadas. Qualquer coisa, era para subir o morro, que tem entre 40 a 50 metros de altura - diz ela.
Lucile afirma que a decisão de mandar as pessoas de volta para suas casas, uma semana antes, foi baseada na avaliação do engenheiro Luiz Hernani Carvalho, que não foi contratado nem recebeu para emitir seu parecer, dado na quinta-feira, dia 21. Ela explica que não é fácil manter cerca de 2.500 famílias em abrigo.
- Tivemos até denúncia de estupro. As famílias brigam, há muita briga de casal, adolescentes desaparecem e precisamos ir atrás. Há uma ansiedade muito grande das pessoas de voltarem para suas casas. Por que manter em abrigo se não há risco? - diz Lucile.
Segundo a presidente da Emgerpi, o governo do Piauí teria apenas pagado a passagem de avião de Carvalho, que estava fora do estado. A opinião dele, segundo Lucile, era importante porque o engenheiro participou da construção da maioria das barragens do Piauí.
Carvalho foi responsável pelo projeto de construção do sangradouro da barragem - do qual diz não ter dúvidas sobre a segurança -, mas levantou suspeitas sobre a fiscalização e a execução das obras . Segundo Carvalho, fatos "estranhos aos padrões internacionais de segurança" contribuíram para o colapso daquela barragem.
A construtora que fez a barragem é a Getel. É a mesma que construiu a barragem de Piaus, no município de São Julião, que está em fase de acabamento, prestes a ser entregue à população.
Porém, segundo Lucila, por contrato, a Barragem de Algodões já não está mais dentro do prazo de garantia da obra, que é de cinco anos.
- O prazo de garantia é de cinco anos, a barragem tem 10.
Perguntada se o prazo não seria curto para uma obra deste porte, Lucila afirma seria preciso fundamentar com pareceres técnicos para emitir opinião sobre isso.
- Geralmente se dá prazo maior, mas essa é uma obra mais simples, de barragem de terra. Para as barragens de concreto o prazo de garantia é de 15 anos - explica.
A avaliação da construção da barragem de Algodões 1 será feita por uma comissão cuja formação foi determinada pelo governador Wellington Dias. Segundo Lucile, a construção será avaliada também pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), que integrará a comissão.
O Ministério Público Federal também abriu inquérito para apurar responsabilidades. Neste fim de semana, a Polícia Federal esteve na barragem para iniciar as apurações .
Foi o DNOCS que repassou dinheiro para a construção de Algodões I, em convênio com o governo do Piauí. Segundo Lucile, o DNOCS recebeu a obra quando ficou pronta, atestando que estava de acordo com o contrato.
- Tem obra que nunca é recebida, porque não está de acordo com o contrato. Neste caso, foi recebida. É precoce culpar qualquer pessoa, estamos lidando com um dado da natureza - diz a presidente da Emgerpi.
Para Lucile, a quantidade de chuva que caiu no Ceará ultrapassou as previsões. Segundo ela, a chuva chegou a 140 mm e a água que chegou à barragem de Cocal foi quase duas vezes a capacidade da represa, de 52 bilhões de litros.
- Antes de cair no Rio Pirangi a água quebrou 10 pequenos açudes. Foi uma pressão imensa, água demais para a capacidade dela - argumenta. Veja íntegra da nota divulgada pelo governo do Piauí :
"Em relação às matérias publicadas, com informações inverídicas sobre suposto pagamento por laudo relativo à Barragem de Algodões I, a Empresa de Gestão de Recursos do Piauí - EMGERPI esclarece que não realizou nenhum pagamento ao engenheiro Luiz Hernani de Carvalho.
De fato, foi firmado um contrato no valor de R$ 273.400,00 (duzentos e setenta e três e quatrocentos reais), para a elaboração de projeto executivo da obra de recuperação da Barragem de Algodões I, mas com a Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro.
A necessidade de tal contrato foi constatada após a adoção de várias medidas relativas à segurança da Barragem de Algodões I, pois ainda em Agosto de 2008, foi realizada vistoria técnica da Barragem, na qual foi constatada a necessidade de proceder a sua recuperação.
Em decorrência disso, foi realizada licitação (Tomada de Preços nº 40/2008) para contratação de empresa de consultoria na área de engenharia, com o fim de elaborar projeto executivo para posterior recuperação da Barragem. Mas realizada a licitação, nenhum licitante dela participou, o que levou a contratação direta, em fevereiro de 2009, da Empresa Geoprojetos, do Rio de Janeiro, por R$ 273.400,00, para a elaboração do projeto executivo no prazo de 5 (cinco) meses.
Na verdade, com o aumento da intensidade das chuvas e o início do sangramento da Barragem de Algodões I, o Governo do Estado convidou o doutor Luiz Hernani, na qualidade de autor do projeto de sangradouro da Barragem, que a visitou sem cobrar nenhum valor.
Não houve, em nenhum momento, qualquer omissão do Governo do Estado. Todas as providências vinham sendo tomadas, desde a vistoria até o trabalho de recuperação. Mas em razão da alta precipitação pluviométrica (148 mm), muito superior à média normal, infelizmente, a Barragem acabou rompendo.
As 35 famílias que moravam em áreas de maior risco, nas proximidades do leito do rio, permaneciam em abrigos no momento da explosão da Barragem, seguindo orientação das autoridades presentes à primeira reunião realizada há 15 dias."
O Globo On Line
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Suzane Von Richtofen acusa promotor de assédio sexual

O promotor da Vara de Execuções Criminais de Ribeirão Preto, Eliseu José Berardo, de 44 anos, acusado por Suzane Von Richthofen, de 25 anos, de tentar seduzi-la dentro de seu gabinete afirma ser inocente. Berardo, que é casado há 14 anos, considerou a história um absurdo.
Suzane, condenada em 2006 pelo assassinato da mãe e do pai, ocorrido em outubro de 2002 disse a uma juíza que o promotor a chamou duas vezes em seu gabinete e até pôs uma música romântica quando para ela depor sobre supostos maus-tratos em uma penitenciária de Ribeirão, onde estava presa, em 2007.
Suzane teria dito à juíza que o promotor afirmou estar apaixonado por uma moça, para quem tinha escrito inúmeras poesias e sonhava em beijá-la e abraçá-la. Ele teria confessado que essa moça era ela. Após a acusação, a Corregedoria do Ministério Público abriu procedimento para apurar o caso.
"É um absurdo, nego tudo", disse o promotor. Segundo ele, quando Suzane foi transferida para a Penitenciária de Ribeirão Preto, surgiram denúncias de que ela teria privilégios na cela. O promotor disse ter ido à penitenciária, com um oficial de Promotoria, para apurar as denúncias.
"Tiramos fotografias da cela, com autorização da direção da penitenciária, e não constatamos nada. No mesmo dia, ela e detentas da cela reclamaram muito das condições e do tratamento recebido. Então, instaurei um inquérito civil para apurar", disse.
Berardo afirmou que, durante a investigação, ouviu as pessoas que fizeram denúncias, além da direção e funcionários da penitenciária, outras presas e a própria Suzane. "Ela foi ouvida, mas foi ouvida na Promotoria e com autorização judicial. Está tudo documentado", disse.
O promotor afirmou que não imagina o motivo pelo qual Suzane teria o acusado. "É uma situação muito chata. Principalmente porque as pessoas não conhecem os fatos, mesmo que a acusação venha de uma presa", disse. Ele disse que se sente constrangido com as acusações, tanto no trabalho, quanto em casa ou com amigos. No entanto, afirmou que não pretende processar Suzane. "Eu me sinto triste, magoado com isso tudo, mas fazer o quê?".



Jornale
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Suzane Von Richtofen acusa promotor de assédio sexual

O promotor da Vara de Execuções Criminais de Ribeirão Preto, Eliseu José Berardo, de 44 anos, acusado por Suzane Von Richthofen, de 25 anos, de tentar seduzi-la dentro de seu gabinete afirma ser inocente. Berardo, que é casado há 14 anos, considerou a história um absurdo.
Suzane, condenada em 2006 pelo assassinato da mãe e do pai, ocorrido em outubro de 2002 disse a uma juíza que o promotor a chamou duas vezes em seu gabinete e até pôs uma música romântica quando para ela depor sobre supostos maus-tratos em uma penitenciária de Ribeirão, onde estava presa, em 2007.
Suzane teria dito à juíza que o promotor afirmou estar apaixonado por uma moça, para quem tinha escrito inúmeras poesias e sonhava em beijá-la e abraçá-la. Ele teria confessado que essa moça era ela. Após a acusação, a Corregedoria do Ministério Público abriu procedimento para apurar o caso.
"É um absurdo, nego tudo", disse o promotor. Segundo ele, quando Suzane foi transferida para a Penitenciária de Ribeirão Preto, surgiram denúncias de que ela teria privilégios na cela. O promotor disse ter ido à penitenciária, com um oficial de Promotoria, para apurar as denúncias.
"Tiramos fotografias da cela, com autorização da direção da penitenciária, e não constatamos nada. No mesmo dia, ela e detentas da cela reclamaram muito das condições e do tratamento recebido. Então, instaurei um inquérito civil para apurar", disse.
Berardo afirmou que, durante a investigação, ouviu as pessoas que fizeram denúncias, além da direção e funcionários da penitenciária, outras presas e a própria Suzane. "Ela foi ouvida, mas foi ouvida na Promotoria e com autorização judicial. Está tudo documentado", disse.
O promotor afirmou que não imagina o motivo pelo qual Suzane teria o acusado. "É uma situação muito chata. Principalmente porque as pessoas não conhecem os fatos, mesmo que a acusação venha de uma presa", disse. Ele disse que se sente constrangido com as acusações, tanto no trabalho, quanto em casa ou com amigos. No entanto, afirmou que não pretende processar Suzane. "Eu me sinto triste, magoado com isso tudo, mas fazer o quê?".



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Suzane Von Richtofen acusa promotor de assédio sexual

O promotor da Vara de Execuções Criminais de Ribeirão Preto, Eliseu José Berardo, de 44 anos, acusado por Suzane Von Richthofen, de 25 anos, de tentar seduzi-la dentro de seu gabinete afirma ser inocente. Berardo, que é casado há 14 anos, considerou a história um absurdo.
Suzane, condenada em 2006 pelo assassinato da mãe e do pai, ocorrido em outubro de 2002 disse a uma juíza que o promotor a chamou duas vezes em seu gabinete e até pôs uma música romântica quando para ela depor sobre supostos maus-tratos em uma penitenciária de Ribeirão, onde estava presa, em 2007.
Suzane teria dito à juíza que o promotor afirmou estar apaixonado por uma moça, para quem tinha escrito inúmeras poesias e sonhava em beijá-la e abraçá-la. Ele teria confessado que essa moça era ela. Após a acusação, a Corregedoria do Ministério Público abriu procedimento para apurar o caso.
"É um absurdo, nego tudo", disse o promotor. Segundo ele, quando Suzane foi transferida para a Penitenciária de Ribeirão Preto, surgiram denúncias de que ela teria privilégios na cela. O promotor disse ter ido à penitenciária, com um oficial de Promotoria, para apurar as denúncias.
"Tiramos fotografias da cela, com autorização da direção da penitenciária, e não constatamos nada. No mesmo dia, ela e detentas da cela reclamaram muito das condições e do tratamento recebido. Então, instaurei um inquérito civil para apurar", disse.
Berardo afirmou que, durante a investigação, ouviu as pessoas que fizeram denúncias, além da direção e funcionários da penitenciária, outras presas e a própria Suzane. "Ela foi ouvida, mas foi ouvida na Promotoria e com autorização judicial. Está tudo documentado", disse.
O promotor afirmou que não imagina o motivo pelo qual Suzane teria o acusado. "É uma situação muito chata. Principalmente porque as pessoas não conhecem os fatos, mesmo que a acusação venha de uma presa", disse. Ele disse que se sente constrangido com as acusações, tanto no trabalho, quanto em casa ou com amigos. No entanto, afirmou que não pretende processar Suzane. "Eu me sinto triste, magoado com isso tudo, mas fazer o quê?".



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Suzane Von Richtofen acusa promotor de assédio sexual

O promotor da Vara de Execuções Criminais de Ribeirão Preto, Eliseu José Berardo, de 44 anos, acusado por Suzane Von Richthofen, de 25 anos, de tentar seduzi-la dentro de seu gabinete afirma ser inocente. Berardo, que é casado há 14 anos, considerou a história um absurdo.
Suzane, condenada em 2006 pelo assassinato da mãe e do pai, ocorrido em outubro de 2002 disse a uma juíza que o promotor a chamou duas vezes em seu gabinete e até pôs uma música romântica quando para ela depor sobre supostos maus-tratos em uma penitenciária de Ribeirão, onde estava presa, em 2007.
Suzane teria dito à juíza que o promotor afirmou estar apaixonado por uma moça, para quem tinha escrito inúmeras poesias e sonhava em beijá-la e abraçá-la. Ele teria confessado que essa moça era ela. Após a acusação, a Corregedoria do Ministério Público abriu procedimento para apurar o caso.
"É um absurdo, nego tudo", disse o promotor. Segundo ele, quando Suzane foi transferida para a Penitenciária de Ribeirão Preto, surgiram denúncias de que ela teria privilégios na cela. O promotor disse ter ido à penitenciária, com um oficial de Promotoria, para apurar as denúncias.
"Tiramos fotografias da cela, com autorização da direção da penitenciária, e não constatamos nada. No mesmo dia, ela e detentas da cela reclamaram muito das condições e do tratamento recebido. Então, instaurei um inquérito civil para apurar", disse.
Berardo afirmou que, durante a investigação, ouviu as pessoas que fizeram denúncias, além da direção e funcionários da penitenciária, outras presas e a própria Suzane. "Ela foi ouvida, mas foi ouvida na Promotoria e com autorização judicial. Está tudo documentado", disse.
O promotor afirmou que não imagina o motivo pelo qual Suzane teria o acusado. "É uma situação muito chata. Principalmente porque as pessoas não conhecem os fatos, mesmo que a acusação venha de uma presa", disse. Ele disse que se sente constrangido com as acusações, tanto no trabalho, quanto em casa ou com amigos. No entanto, afirmou que não pretende processar Suzane. "Eu me sinto triste, magoado com isso tudo, mas fazer o quê?".



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Presença de bactéria foi detectada em paciente de 66 anos

A presença de uma bactéria enterobacter, que é resistente a vários antibióticos e pode provocar uma série de infecções, fez com que a Santa Casa de Londrina isolasse 16 dos 36 leitos da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neste sábado (30).
Segundo a direção da Santa Casa, a presença da bactéria foi detectada em exames realizados num paciente de 66 anos que está internado na UTI. A contraprova dos exames ainda não saiu.
Duas alas do hospital – a que o paciente está e outra onde esteve internado antes - foram interditadas por precaução e os pacientes nestas unidades estão sendo monitorados. Os exames para identificar que tipo exato de enterobacter ainda não foram concluídos.
De acordo com a direção da Santa Casa, três diferentes tipos de antibióticos foram usados e nenhum deles combateu a bactéria


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Presença de bactéria foi detectada em paciente de 66 anos

A presença de uma bactéria enterobacter, que é resistente a vários antibióticos e pode provocar uma série de infecções, fez com que a Santa Casa de Londrina isolasse 16 dos 36 leitos da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neste sábado (30).
Segundo a direção da Santa Casa, a presença da bactéria foi detectada em exames realizados num paciente de 66 anos que está internado na UTI. A contraprova dos exames ainda não saiu.
Duas alas do hospital – a que o paciente está e outra onde esteve internado antes - foram interditadas por precaução e os pacientes nestas unidades estão sendo monitorados. Os exames para identificar que tipo exato de enterobacter ainda não foram concluídos.
De acordo com a direção da Santa Casa, três diferentes tipos de antibióticos foram usados e nenhum deles combateu a bactéria


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Presença de bactéria foi detectada em paciente de 66 anos

A presença de uma bactéria enterobacter, que é resistente a vários antibióticos e pode provocar uma série de infecções, fez com que a Santa Casa de Londrina isolasse 16 dos 36 leitos da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neste sábado (30).
Segundo a direção da Santa Casa, a presença da bactéria foi detectada em exames realizados num paciente de 66 anos que está internado na UTI. A contraprova dos exames ainda não saiu.
Duas alas do hospital – a que o paciente está e outra onde esteve internado antes - foram interditadas por precaução e os pacientes nestas unidades estão sendo monitorados. Os exames para identificar que tipo exato de enterobacter ainda não foram concluídos.
De acordo com a direção da Santa Casa, três diferentes tipos de antibióticos foram usados e nenhum deles combateu a bactéria


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Presença de bactéria foi detectada em paciente de 66 anos

A presença de uma bactéria enterobacter, que é resistente a vários antibióticos e pode provocar uma série de infecções, fez com que a Santa Casa de Londrina isolasse 16 dos 36 leitos da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neste sábado (30).
Segundo a direção da Santa Casa, a presença da bactéria foi detectada em exames realizados num paciente de 66 anos que está internado na UTI. A contraprova dos exames ainda não saiu.
Duas alas do hospital – a que o paciente está e outra onde esteve internado antes - foram interditadas por precaução e os pacientes nestas unidades estão sendo monitorados. Os exames para identificar que tipo exato de enterobacter ainda não foram concluídos.
De acordo com a direção da Santa Casa, três diferentes tipos de antibióticos foram usados e nenhum deles combateu a bactéria


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BELO HORIZONTE E SÃO PAULO - A Polícia Federal apreendeu material de conteúdo racista e neonazista na manhã desta sexta-feira, na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o delegado responsável pelo caso, as denúncias foram encaminhadas por usuários de sites de relacionamento na internet.
Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na operação batizada de "Opa", três em Belo Horizonte e um e Contagem. Segundo a polícia, nos locais havia muito material impresso e arquivos de computador. Tudo foi levado para a sede da Polícia Federal em Belo Horizonte.
Quatro pessoas vão responder a processo na Justiça Federal por crime de ódio e preconceito. Se forem condenados, a pena prevista é de dois a cinco anos de prisão, além de multa.
Em abril passado, o jovem Bernardo Dayrell Pedroso, de 24 anos, morador de Minas Gerais, foi morto no Paraná ao lado da namorada, Renata Waechter Ferreira, de 21 anos. Segundo a polícia do Paraná, que investigou o crime, Dayrell foi morto a mando de um economista de São Paulo, Ricardo Barollo. A polícia de São Paulo acusa Barollo de integrar um grupo neonazista armado. Armas compradas pelo grupo foram apreendidas também no Rio Grande do Sul, onde a polícia estima que moram pelo menos 50 integrantes do movimento neonazista. No total seis pessoas foram presas pela morte dos jovens, incluindo Barollo.
Grupos neonazistas são acusados de comprar armas na Argentina e a eles são atribuídas pelo menos 10 mortes em dois meses , que estão sendo investigadas.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:00  comentar

BELO HORIZONTE E SÃO PAULO - A Polícia Federal apreendeu material de conteúdo racista e neonazista na manhã desta sexta-feira, na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o delegado responsável pelo caso, as denúncias foram encaminhadas por usuários de sites de relacionamento na internet.
Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na operação batizada de "Opa", três em Belo Horizonte e um e Contagem. Segundo a polícia, nos locais havia muito material impresso e arquivos de computador. Tudo foi levado para a sede da Polícia Federal em Belo Horizonte.
Quatro pessoas vão responder a processo na Justiça Federal por crime de ódio e preconceito. Se forem condenados, a pena prevista é de dois a cinco anos de prisão, além de multa.
Em abril passado, o jovem Bernardo Dayrell Pedroso, de 24 anos, morador de Minas Gerais, foi morto no Paraná ao lado da namorada, Renata Waechter Ferreira, de 21 anos. Segundo a polícia do Paraná, que investigou o crime, Dayrell foi morto a mando de um economista de São Paulo, Ricardo Barollo. A polícia de São Paulo acusa Barollo de integrar um grupo neonazista armado. Armas compradas pelo grupo foram apreendidas também no Rio Grande do Sul, onde a polícia estima que moram pelo menos 50 integrantes do movimento neonazista. No total seis pessoas foram presas pela morte dos jovens, incluindo Barollo.
Grupos neonazistas são acusados de comprar armas na Argentina e a eles são atribuídas pelo menos 10 mortes em dois meses , que estão sendo investigadas.



O Globo On Line
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BELO HORIZONTE E SÃO PAULO - A Polícia Federal apreendeu material de conteúdo racista e neonazista na manhã desta sexta-feira, na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o delegado responsável pelo caso, as denúncias foram encaminhadas por usuários de sites de relacionamento na internet.
Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na operação batizada de "Opa", três em Belo Horizonte e um e Contagem. Segundo a polícia, nos locais havia muito material impresso e arquivos de computador. Tudo foi levado para a sede da Polícia Federal em Belo Horizonte.
Quatro pessoas vão responder a processo na Justiça Federal por crime de ódio e preconceito. Se forem condenados, a pena prevista é de dois a cinco anos de prisão, além de multa.
Em abril passado, o jovem Bernardo Dayrell Pedroso, de 24 anos, morador de Minas Gerais, foi morto no Paraná ao lado da namorada, Renata Waechter Ferreira, de 21 anos. Segundo a polícia do Paraná, que investigou o crime, Dayrell foi morto a mando de um economista de São Paulo, Ricardo Barollo. A polícia de São Paulo acusa Barollo de integrar um grupo neonazista armado. Armas compradas pelo grupo foram apreendidas também no Rio Grande do Sul, onde a polícia estima que moram pelo menos 50 integrantes do movimento neonazista. No total seis pessoas foram presas pela morte dos jovens, incluindo Barollo.
Grupos neonazistas são acusados de comprar armas na Argentina e a eles são atribuídas pelo menos 10 mortes em dois meses , que estão sendo investigadas.



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Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na operação batizada de "Opa", três em Belo Horizonte e um e Contagem. Segundo a polícia, nos locais havia muito material impresso e arquivos de computador. Tudo foi levado para a sede da Polícia Federal em Belo Horizonte.
Quatro pessoas vão responder a processo na Justiça Federal por crime de ódio e preconceito. Se forem condenados, a pena prevista é de dois a cinco anos de prisão, além de multa.
Em abril passado, o jovem Bernardo Dayrell Pedroso, de 24 anos, morador de Minas Gerais, foi morto no Paraná ao lado da namorada, Renata Waechter Ferreira, de 21 anos. Segundo a polícia do Paraná, que investigou o crime, Dayrell foi morto a mando de um economista de São Paulo, Ricardo Barollo. A polícia de São Paulo acusa Barollo de integrar um grupo neonazista armado. Armas compradas pelo grupo foram apreendidas também no Rio Grande do Sul, onde a polícia estima que moram pelo menos 50 integrantes do movimento neonazista. No total seis pessoas foram presas pela morte dos jovens, incluindo Barollo.
Grupos neonazistas são acusados de comprar armas na Argentina e a eles são atribuídas pelo menos 10 mortes em dois meses , que estão sendo investigadas.



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Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso.

Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso. A opinião é do representante do Ministério Público, o promotor Antônio Bandeira Neto (foto).
Nos últimos meses, três casos de abusos sexuais contra crianças foram registrados, além dos já citados, que estão sob investigação e prococou a vinda da CPI do Senado a Catanduva. Em abril, uma criança denunciou o próprio avô, que teria tentado assediá-lo, ao pedir que ele abaixasse suas calças longe de sua avó.
No início deste mês, uma criança reclamou para seus familiares que um amigo próximo da família também teria tentado molestá-la em uma praça próxima à residência.
Nesta semana, uma criança de quatro anos também teria sido vítima de um vendedor em Catanduva, que morava a um quarteirão da vítima.
O crime de pedofilia, para ser caracterizado, o indivíduo deve ter mais de 16 anos e, no mínimo, 5 anos mais do que a vítima. Em regra, o pedófilo é um adulto e prefere crianças do sexo masculino.
Para Bandeira, o crime de pedofilia ocorre sempre na clandestinidade. “A pedofilia nada mais é do que a perversão sexual do adulto, dirigida prioritariamente para crianças. Trata-se de uma desordem mental e pode estar ligada a incontáveis fatores”, argumentou.
Na visão do promotor, na maioria dos casos o criminoso age de forma solitária. “Eles agem na intimidade, sem um prévio acerto entre outros elementos.
O crime ocorre sempre na clandestinidade. Há hipóteses em que, com a utilização da internet, há uma exposição maior e onde gravita o comércio de fotografias e vídeos”, argumentou.
O delegado responsável pela Seccional de Catanduva, Édson Antônio Ermenegildo, comenta que não há um histórico de casos de pedofilia na cidade. “Sempre foram casos esporádicos, como em qualquer outra comunidade”, disse.
Segundo Ermenegildo, municípios menores que Catanduva apresentam mais casos desse tipo. “Trata-se de um crime que choca bastante e que precisa ser combatido”, comentou.
Bandeira corrobora com a opinião do delegado, ao dizer que é um crime de pouca incidência na cidade.
A repercussão das investigações desse caso também contribuiu para que ocorressem novas denúncias.
“É um crime grave e de pouca incidência. Mas o que chamou a atenção foi o número exagerado de vítimas e toda esta exposição na imprensa, que de certa forma contribuiu para que novas denúncias viessem à tona. Também há o lado negativo, que permitiu o surgimento ou poderá permitir a existência de novas denúncias sem o menor e filigrânico indício de prova, calcado em distúrbios de ordem psicótica”, disse.

Doente ou criminoso?

Para o delegado, o pedófilo deve ser encarado pela sociedade como um criminoso.
“A pedofilia é um crime previsto nos códigos penais. Quem a comete deve ser punido, assim como os demais criminosos”, comentou. Bandeira explicou que o pedófilo não é um doente. “No meu entendimento, ele deve ser visto não como um doente, um psicopata, mas sim como um criminoso, que deve ser punido de acordo com as leis brasileiras”, disse.
Esse crime, segundo Bandeira, é mais comum de ocorrer do que se pensa. “Os crimes de atentado violento ao pudor e estupro, sempre existiram em nosso meio, como de resto em inúmeras cidades do Brasil. Catanduva nada deve em face de outras cidades de igual porte”, finalizou.


Por: Ênio Franco
Para: O Regional - Catanduva
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:02  comentar

Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso.

Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso. A opinião é do representante do Ministério Público, o promotor Antônio Bandeira Neto (foto).
Nos últimos meses, três casos de abusos sexuais contra crianças foram registrados, além dos já citados, que estão sob investigação e prococou a vinda da CPI do Senado a Catanduva. Em abril, uma criança denunciou o próprio avô, que teria tentado assediá-lo, ao pedir que ele abaixasse suas calças longe de sua avó.
No início deste mês, uma criança reclamou para seus familiares que um amigo próximo da família também teria tentado molestá-la em uma praça próxima à residência.
Nesta semana, uma criança de quatro anos também teria sido vítima de um vendedor em Catanduva, que morava a um quarteirão da vítima.
O crime de pedofilia, para ser caracterizado, o indivíduo deve ter mais de 16 anos e, no mínimo, 5 anos mais do que a vítima. Em regra, o pedófilo é um adulto e prefere crianças do sexo masculino.
Para Bandeira, o crime de pedofilia ocorre sempre na clandestinidade. “A pedofilia nada mais é do que a perversão sexual do adulto, dirigida prioritariamente para crianças. Trata-se de uma desordem mental e pode estar ligada a incontáveis fatores”, argumentou.
Na visão do promotor, na maioria dos casos o criminoso age de forma solitária. “Eles agem na intimidade, sem um prévio acerto entre outros elementos.
O crime ocorre sempre na clandestinidade. Há hipóteses em que, com a utilização da internet, há uma exposição maior e onde gravita o comércio de fotografias e vídeos”, argumentou.
O delegado responsável pela Seccional de Catanduva, Édson Antônio Ermenegildo, comenta que não há um histórico de casos de pedofilia na cidade. “Sempre foram casos esporádicos, como em qualquer outra comunidade”, disse.
Segundo Ermenegildo, municípios menores que Catanduva apresentam mais casos desse tipo. “Trata-se de um crime que choca bastante e que precisa ser combatido”, comentou.
Bandeira corrobora com a opinião do delegado, ao dizer que é um crime de pouca incidência na cidade.
A repercussão das investigações desse caso também contribuiu para que ocorressem novas denúncias.
“É um crime grave e de pouca incidência. Mas o que chamou a atenção foi o número exagerado de vítimas e toda esta exposição na imprensa, que de certa forma contribuiu para que novas denúncias viessem à tona. Também há o lado negativo, que permitiu o surgimento ou poderá permitir a existência de novas denúncias sem o menor e filigrânico indício de prova, calcado em distúrbios de ordem psicótica”, disse.

Doente ou criminoso?

Para o delegado, o pedófilo deve ser encarado pela sociedade como um criminoso.
“A pedofilia é um crime previsto nos códigos penais. Quem a comete deve ser punido, assim como os demais criminosos”, comentou. Bandeira explicou que o pedófilo não é um doente. “No meu entendimento, ele deve ser visto não como um doente, um psicopata, mas sim como um criminoso, que deve ser punido de acordo com as leis brasileiras”, disse.
Esse crime, segundo Bandeira, é mais comum de ocorrer do que se pensa. “Os crimes de atentado violento ao pudor e estupro, sempre existiram em nosso meio, como de resto em inúmeras cidades do Brasil. Catanduva nada deve em face de outras cidades de igual porte”, finalizou.


Por: Ênio Franco
Para: O Regional - Catanduva
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Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso.

Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso. A opinião é do representante do Ministério Público, o promotor Antônio Bandeira Neto (foto).
Nos últimos meses, três casos de abusos sexuais contra crianças foram registrados, além dos já citados, que estão sob investigação e prococou a vinda da CPI do Senado a Catanduva. Em abril, uma criança denunciou o próprio avô, que teria tentado assediá-lo, ao pedir que ele abaixasse suas calças longe de sua avó.
No início deste mês, uma criança reclamou para seus familiares que um amigo próximo da família também teria tentado molestá-la em uma praça próxima à residência.
Nesta semana, uma criança de quatro anos também teria sido vítima de um vendedor em Catanduva, que morava a um quarteirão da vítima.
O crime de pedofilia, para ser caracterizado, o indivíduo deve ter mais de 16 anos e, no mínimo, 5 anos mais do que a vítima. Em regra, o pedófilo é um adulto e prefere crianças do sexo masculino.
Para Bandeira, o crime de pedofilia ocorre sempre na clandestinidade. “A pedofilia nada mais é do que a perversão sexual do adulto, dirigida prioritariamente para crianças. Trata-se de uma desordem mental e pode estar ligada a incontáveis fatores”, argumentou.
Na visão do promotor, na maioria dos casos o criminoso age de forma solitária. “Eles agem na intimidade, sem um prévio acerto entre outros elementos.
O crime ocorre sempre na clandestinidade. Há hipóteses em que, com a utilização da internet, há uma exposição maior e onde gravita o comércio de fotografias e vídeos”, argumentou.
O delegado responsável pela Seccional de Catanduva, Édson Antônio Ermenegildo, comenta que não há um histórico de casos de pedofilia na cidade. “Sempre foram casos esporádicos, como em qualquer outra comunidade”, disse.
Segundo Ermenegildo, municípios menores que Catanduva apresentam mais casos desse tipo. “Trata-se de um crime que choca bastante e que precisa ser combatido”, comentou.
Bandeira corrobora com a opinião do delegado, ao dizer que é um crime de pouca incidência na cidade.
A repercussão das investigações desse caso também contribuiu para que ocorressem novas denúncias.
“É um crime grave e de pouca incidência. Mas o que chamou a atenção foi o número exagerado de vítimas e toda esta exposição na imprensa, que de certa forma contribuiu para que novas denúncias viessem à tona. Também há o lado negativo, que permitiu o surgimento ou poderá permitir a existência de novas denúncias sem o menor e filigrânico indício de prova, calcado em distúrbios de ordem psicótica”, disse.

Doente ou criminoso?

Para o delegado, o pedófilo deve ser encarado pela sociedade como um criminoso.
“A pedofilia é um crime previsto nos códigos penais. Quem a comete deve ser punido, assim como os demais criminosos”, comentou. Bandeira explicou que o pedófilo não é um doente. “No meu entendimento, ele deve ser visto não como um doente, um psicopata, mas sim como um criminoso, que deve ser punido de acordo com as leis brasileiras”, disse.
Esse crime, segundo Bandeira, é mais comum de ocorrer do que se pensa. “Os crimes de atentado violento ao pudor e estupro, sempre existiram em nosso meio, como de resto em inúmeras cidades do Brasil. Catanduva nada deve em face de outras cidades de igual porte”, finalizou.


Por: Ênio Franco
Para: O Regional - Catanduva
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:02  comentar

Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso.

Com o crescente número de casos de pedofilia em Catanduva, aliado ao grande destaque que a mídia nacional tem dado ao assunto, o pedófilo precisa ser encarado pela sociedade como um criminoso. A opinião é do representante do Ministério Público, o promotor Antônio Bandeira Neto (foto).
Nos últimos meses, três casos de abusos sexuais contra crianças foram registrados, além dos já citados, que estão sob investigação e prococou a vinda da CPI do Senado a Catanduva. Em abril, uma criança denunciou o próprio avô, que teria tentado assediá-lo, ao pedir que ele abaixasse suas calças longe de sua avó.
No início deste mês, uma criança reclamou para seus familiares que um amigo próximo da família também teria tentado molestá-la em uma praça próxima à residência.
Nesta semana, uma criança de quatro anos também teria sido vítima de um vendedor em Catanduva, que morava a um quarteirão da vítima.
O crime de pedofilia, para ser caracterizado, o indivíduo deve ter mais de 16 anos e, no mínimo, 5 anos mais do que a vítima. Em regra, o pedófilo é um adulto e prefere crianças do sexo masculino.
Para Bandeira, o crime de pedofilia ocorre sempre na clandestinidade. “A pedofilia nada mais é do que a perversão sexual do adulto, dirigida prioritariamente para crianças. Trata-se de uma desordem mental e pode estar ligada a incontáveis fatores”, argumentou.
Na visão do promotor, na maioria dos casos o criminoso age de forma solitária. “Eles agem na intimidade, sem um prévio acerto entre outros elementos.
O crime ocorre sempre na clandestinidade. Há hipóteses em que, com a utilização da internet, há uma exposição maior e onde gravita o comércio de fotografias e vídeos”, argumentou.
O delegado responsável pela Seccional de Catanduva, Édson Antônio Ermenegildo, comenta que não há um histórico de casos de pedofilia na cidade. “Sempre foram casos esporádicos, como em qualquer outra comunidade”, disse.
Segundo Ermenegildo, municípios menores que Catanduva apresentam mais casos desse tipo. “Trata-se de um crime que choca bastante e que precisa ser combatido”, comentou.
Bandeira corrobora com a opinião do delegado, ao dizer que é um crime de pouca incidência na cidade.
A repercussão das investigações desse caso também contribuiu para que ocorressem novas denúncias.
“É um crime grave e de pouca incidência. Mas o que chamou a atenção foi o número exagerado de vítimas e toda esta exposição na imprensa, que de certa forma contribuiu para que novas denúncias viessem à tona. Também há o lado negativo, que permitiu o surgimento ou poderá permitir a existência de novas denúncias sem o menor e filigrânico indício de prova, calcado em distúrbios de ordem psicótica”, disse.

Doente ou criminoso?

Para o delegado, o pedófilo deve ser encarado pela sociedade como um criminoso.
“A pedofilia é um crime previsto nos códigos penais. Quem a comete deve ser punido, assim como os demais criminosos”, comentou. Bandeira explicou que o pedófilo não é um doente. “No meu entendimento, ele deve ser visto não como um doente, um psicopata, mas sim como um criminoso, que deve ser punido de acordo com as leis brasileiras”, disse.
Esse crime, segundo Bandeira, é mais comum de ocorrer do que se pensa. “Os crimes de atentado violento ao pudor e estupro, sempre existiram em nosso meio, como de resto em inúmeras cidades do Brasil. Catanduva nada deve em face de outras cidades de igual porte”, finalizou.


Por: Ênio Franco
Para: O Regional - Catanduva
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Mais eficaz do que desenvolver programas para evitar a segunda gravidez na adolescência é apostar na educação sexual no período escolar, de preferência na primeira infância. A estratégia apontada por especialistas é vista como um dos caminhos para trabalhar a sexualidade sem tabus, evitar a gravidez e problemas como as doenças sexualmente transmissíveis.
Parâmetros curriculares propostos pelo MEC (Ministério da Educação) em 1996 preveem nas salas de aulas discussões sobre temas transversais, como Saúde, ética, meio ambiente e sexualidade. "As escolas estão acordando mais para a responsabilidade de assumir a educação sexual, mas ainda estamos aquém de como deveria ser o trabalho. Todos são responsáveis pelo tema, não só o professor de Ciências", diz a psicóloga, doutora em Educação e especialista em Educação Sexual, Mary Neide Damico Figueiró. Para ela, é necessário um debate mais aberto por meio de dinâmicas e dramatização, incentivado por filmes e literatura. "A escola tem de ser tornar o espaço onde o adolescente pode conversar e perguntar sobre sexualidade. Na educação sexual de qualidade, os alunos podem falar de sentimentos, emoções e dúvidas."
O primeiro passo, na visão de Mary Neide, é investir na formação de professores que nem sempre sabem lidar com o tema, já que os currículos das universidades não o abordam. "Os alunos se afeiçoam mais aos professores que tratam da sexualidade. Até o relacionamento entre eles melhora."
Sem planejamento, descuido ‘acontece''
Profissionais que atuam no Pampa (Programa de Assistência Médica e Psicossocial à Adolescência) da Faculdade de Medicina do ABC contam que a média da faixa etária das garotas atendidas pelo programa caiu: hoje há muitos casos de meninas grávidas aos 13 e 14 anos, logo após terem a primeira menstruação.
Independentemente da idade, as histórias são parecidas. O filho nunca é planejado e a gravidez "acontece." Desespero é o primeira sensação. "Minha menstruação atrasou uma semana, fiz o teste de farmácia e confirmei. Sou a caçula de quatro irmãos. Levei uma bronca da minha mãe, mas agora já está tudo bem", conta Fernanda (nome fictício), 17, grávida de sete meses. "No começo me arrependi. Sei que a vida vai mudar, não vou mais poder sair, mas já me acostumei com a ideia de ser mãe."
Bianca (nome fictício), 16, completou o oitavo mês de gestação. "Deu desespero no começo, mas meus pais aceitaram. Meu filho vai mudar minha vida, terei de ter mais responsabilidade, mas não me arrependo." Matriculada no 1º ano do Ensino Médio, Bianca não quer parar de estudar. "Vou voltar depois que o nenê nascer."
Prefeituras da região oferecem serviços
Além da distribuição de camisinhas e pílulas nas UBSs (Unidade Básica de Saúde), alguns municípios da região investem em programas diferenciados de orientação e contracepção às adolescentes. Em São Caetano, mães com mais de 19 anos podem utilizar o Implanon - um implante com ação contraceptiva que dura três anos. Até o momento, 35 jovens aderiram ao método.
Desde 2006, há em São Bernardo o ambulatório pré-natal de adolescentes no Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) para meninas com menos de 16 anos. As garotas recebem atendimento especializado e suporte social e psicológico.
Em Rio Grande da Serra, a prefeitura implantou os programas Gestação na Adolescência e Tá na Roda. Ambos trabalham os temas por meio de debates para pais, educadores e líderes religiosos. Com caráter mais informal, o Tá na Roda acontece em espaços diversos, como as UBSs (Unidades Básica de Saúde), centros comunitários e igrejas. Segundo a prefeitura, o programa tem sido bem aceito porque o formato ‘bate-papo'' permite a aproximação entre médicos e população. Nas rodas, os métodos de contracepção e a necessidade de manter o diálogo na família são temas bastante abordados. Até março 1.600 adolescentes foram atendidas pelos programas.
A Prefeitura de Diadema informou que promove palestras e orientações sobre educação sexual nas UBSs, escolas estaduais e em instituições mantidas por moradores.
Em Santo André, o trabalho é focado no acompanhamento das gestantes visando o bem-estar da mulher e do bebê.
Ribeirão Pires informou que faz a distribuição de preservativos e anticoncepcionais nas UBSs, quando os adolescentes também recebem orientação.
Mauá não retornou ao pedido de informações do Diário.

Por:Vanessa Fajardo
Diário do Grande ABC
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:45  comentar


Mais eficaz do que desenvolver programas para evitar a segunda gravidez na adolescência é apostar na educação sexual no período escolar, de preferência na primeira infância. A estratégia apontada por especialistas é vista como um dos caminhos para trabalhar a sexualidade sem tabus, evitar a gravidez e problemas como as doenças sexualmente transmissíveis.
Parâmetros curriculares propostos pelo MEC (Ministério da Educação) em 1996 preveem nas salas de aulas discussões sobre temas transversais, como Saúde, ética, meio ambiente e sexualidade. "As escolas estão acordando mais para a responsabilidade de assumir a educação sexual, mas ainda estamos aquém de como deveria ser o trabalho. Todos são responsáveis pelo tema, não só o professor de Ciências", diz a psicóloga, doutora em Educação e especialista em Educação Sexual, Mary Neide Damico Figueiró. Para ela, é necessário um debate mais aberto por meio de dinâmicas e dramatização, incentivado por filmes e literatura. "A escola tem de ser tornar o espaço onde o adolescente pode conversar e perguntar sobre sexualidade. Na educação sexual de qualidade, os alunos podem falar de sentimentos, emoções e dúvidas."
O primeiro passo, na visão de Mary Neide, é investir na formação de professores que nem sempre sabem lidar com o tema, já que os currículos das universidades não o abordam. "Os alunos se afeiçoam mais aos professores que tratam da sexualidade. Até o relacionamento entre eles melhora."
Sem planejamento, descuido ‘acontece''
Profissionais que atuam no Pampa (Programa de Assistência Médica e Psicossocial à Adolescência) da Faculdade de Medicina do ABC contam que a média da faixa etária das garotas atendidas pelo programa caiu: hoje há muitos casos de meninas grávidas aos 13 e 14 anos, logo após terem a primeira menstruação.
Independentemente da idade, as histórias são parecidas. O filho nunca é planejado e a gravidez "acontece." Desespero é o primeira sensação. "Minha menstruação atrasou uma semana, fiz o teste de farmácia e confirmei. Sou a caçula de quatro irmãos. Levei uma bronca da minha mãe, mas agora já está tudo bem", conta Fernanda (nome fictício), 17, grávida de sete meses. "No começo me arrependi. Sei que a vida vai mudar, não vou mais poder sair, mas já me acostumei com a ideia de ser mãe."
Bianca (nome fictício), 16, completou o oitavo mês de gestação. "Deu desespero no começo, mas meus pais aceitaram. Meu filho vai mudar minha vida, terei de ter mais responsabilidade, mas não me arrependo." Matriculada no 1º ano do Ensino Médio, Bianca não quer parar de estudar. "Vou voltar depois que o nenê nascer."
Prefeituras da região oferecem serviços
Além da distribuição de camisinhas e pílulas nas UBSs (Unidade Básica de Saúde), alguns municípios da região investem em programas diferenciados de orientação e contracepção às adolescentes. Em São Caetano, mães com mais de 19 anos podem utilizar o Implanon - um implante com ação contraceptiva que dura três anos. Até o momento, 35 jovens aderiram ao método.
Desde 2006, há em São Bernardo o ambulatório pré-natal de adolescentes no Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) para meninas com menos de 16 anos. As garotas recebem atendimento especializado e suporte social e psicológico.
Em Rio Grande da Serra, a prefeitura implantou os programas Gestação na Adolescência e Tá na Roda. Ambos trabalham os temas por meio de debates para pais, educadores e líderes religiosos. Com caráter mais informal, o Tá na Roda acontece em espaços diversos, como as UBSs (Unidades Básica de Saúde), centros comunitários e igrejas. Segundo a prefeitura, o programa tem sido bem aceito porque o formato ‘bate-papo'' permite a aproximação entre médicos e população. Nas rodas, os métodos de contracepção e a necessidade de manter o diálogo na família são temas bastante abordados. Até março 1.600 adolescentes foram atendidas pelos programas.
A Prefeitura de Diadema informou que promove palestras e orientações sobre educação sexual nas UBSs, escolas estaduais e em instituições mantidas por moradores.
Em Santo André, o trabalho é focado no acompanhamento das gestantes visando o bem-estar da mulher e do bebê.
Ribeirão Pires informou que faz a distribuição de preservativos e anticoncepcionais nas UBSs, quando os adolescentes também recebem orientação.
Mauá não retornou ao pedido de informações do Diário.

Por:Vanessa Fajardo
Diário do Grande ABC
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Mais eficaz do que desenvolver programas para evitar a segunda gravidez na adolescência é apostar na educação sexual no período escolar, de preferência na primeira infância. A estratégia apontada por especialistas é vista como um dos caminhos para trabalhar a sexualidade sem tabus, evitar a gravidez e problemas como as doenças sexualmente transmissíveis.
Parâmetros curriculares propostos pelo MEC (Ministério da Educação) em 1996 preveem nas salas de aulas discussões sobre temas transversais, como Saúde, ética, meio ambiente e sexualidade. "As escolas estão acordando mais para a responsabilidade de assumir a educação sexual, mas ainda estamos aquém de como deveria ser o trabalho. Todos são responsáveis pelo tema, não só o professor de Ciências", diz a psicóloga, doutora em Educação e especialista em Educação Sexual, Mary Neide Damico Figueiró. Para ela, é necessário um debate mais aberto por meio de dinâmicas e dramatização, incentivado por filmes e literatura. "A escola tem de ser tornar o espaço onde o adolescente pode conversar e perguntar sobre sexualidade. Na educação sexual de qualidade, os alunos podem falar de sentimentos, emoções e dúvidas."
O primeiro passo, na visão de Mary Neide, é investir na formação de professores que nem sempre sabem lidar com o tema, já que os currículos das universidades não o abordam. "Os alunos se afeiçoam mais aos professores que tratam da sexualidade. Até o relacionamento entre eles melhora."
Sem planejamento, descuido ‘acontece''
Profissionais que atuam no Pampa (Programa de Assistência Médica e Psicossocial à Adolescência) da Faculdade de Medicina do ABC contam que a média da faixa etária das garotas atendidas pelo programa caiu: hoje há muitos casos de meninas grávidas aos 13 e 14 anos, logo após terem a primeira menstruação.
Independentemente da idade, as histórias são parecidas. O filho nunca é planejado e a gravidez "acontece." Desespero é o primeira sensação. "Minha menstruação atrasou uma semana, fiz o teste de farmácia e confirmei. Sou a caçula de quatro irmãos. Levei uma bronca da minha mãe, mas agora já está tudo bem", conta Fernanda (nome fictício), 17, grávida de sete meses. "No começo me arrependi. Sei que a vida vai mudar, não vou mais poder sair, mas já me acostumei com a ideia de ser mãe."
Bianca (nome fictício), 16, completou o oitavo mês de gestação. "Deu desespero no começo, mas meus pais aceitaram. Meu filho vai mudar minha vida, terei de ter mais responsabilidade, mas não me arrependo." Matriculada no 1º ano do Ensino Médio, Bianca não quer parar de estudar. "Vou voltar depois que o nenê nascer."
Prefeituras da região oferecem serviços
Além da distribuição de camisinhas e pílulas nas UBSs (Unidade Básica de Saúde), alguns municípios da região investem em programas diferenciados de orientação e contracepção às adolescentes. Em São Caetano, mães com mais de 19 anos podem utilizar o Implanon - um implante com ação contraceptiva que dura três anos. Até o momento, 35 jovens aderiram ao método.
Desde 2006, há em São Bernardo o ambulatório pré-natal de adolescentes no Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) para meninas com menos de 16 anos. As garotas recebem atendimento especializado e suporte social e psicológico.
Em Rio Grande da Serra, a prefeitura implantou os programas Gestação na Adolescência e Tá na Roda. Ambos trabalham os temas por meio de debates para pais, educadores e líderes religiosos. Com caráter mais informal, o Tá na Roda acontece em espaços diversos, como as UBSs (Unidades Básica de Saúde), centros comunitários e igrejas. Segundo a prefeitura, o programa tem sido bem aceito porque o formato ‘bate-papo'' permite a aproximação entre médicos e população. Nas rodas, os métodos de contracepção e a necessidade de manter o diálogo na família são temas bastante abordados. Até março 1.600 adolescentes foram atendidas pelos programas.
A Prefeitura de Diadema informou que promove palestras e orientações sobre educação sexual nas UBSs, escolas estaduais e em instituições mantidas por moradores.
Em Santo André, o trabalho é focado no acompanhamento das gestantes visando o bem-estar da mulher e do bebê.
Ribeirão Pires informou que faz a distribuição de preservativos e anticoncepcionais nas UBSs, quando os adolescentes também recebem orientação.
Mauá não retornou ao pedido de informações do Diário.

Por:Vanessa Fajardo
Diário do Grande ABC
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Mais eficaz do que desenvolver programas para evitar a segunda gravidez na adolescência é apostar na educação sexual no período escolar, de preferência na primeira infância. A estratégia apontada por especialistas é vista como um dos caminhos para trabalhar a sexualidade sem tabus, evitar a gravidez e problemas como as doenças sexualmente transmissíveis.
Parâmetros curriculares propostos pelo MEC (Ministério da Educação) em 1996 preveem nas salas de aulas discussões sobre temas transversais, como Saúde, ética, meio ambiente e sexualidade. "As escolas estão acordando mais para a responsabilidade de assumir a educação sexual, mas ainda estamos aquém de como deveria ser o trabalho. Todos são responsáveis pelo tema, não só o professor de Ciências", diz a psicóloga, doutora em Educação e especialista em Educação Sexual, Mary Neide Damico Figueiró. Para ela, é necessário um debate mais aberto por meio de dinâmicas e dramatização, incentivado por filmes e literatura. "A escola tem de ser tornar o espaço onde o adolescente pode conversar e perguntar sobre sexualidade. Na educação sexual de qualidade, os alunos podem falar de sentimentos, emoções e dúvidas."
O primeiro passo, na visão de Mary Neide, é investir na formação de professores que nem sempre sabem lidar com o tema, já que os currículos das universidades não o abordam. "Os alunos se afeiçoam mais aos professores que tratam da sexualidade. Até o relacionamento entre eles melhora."
Sem planejamento, descuido ‘acontece''
Profissionais que atuam no Pampa (Programa de Assistência Médica e Psicossocial à Adolescência) da Faculdade de Medicina do ABC contam que a média da faixa etária das garotas atendidas pelo programa caiu: hoje há muitos casos de meninas grávidas aos 13 e 14 anos, logo após terem a primeira menstruação.
Independentemente da idade, as histórias são parecidas. O filho nunca é planejado e a gravidez "acontece." Desespero é o primeira sensação. "Minha menstruação atrasou uma semana, fiz o teste de farmácia e confirmei. Sou a caçula de quatro irmãos. Levei uma bronca da minha mãe, mas agora já está tudo bem", conta Fernanda (nome fictício), 17, grávida de sete meses. "No começo me arrependi. Sei que a vida vai mudar, não vou mais poder sair, mas já me acostumei com a ideia de ser mãe."
Bianca (nome fictício), 16, completou o oitavo mês de gestação. "Deu desespero no começo, mas meus pais aceitaram. Meu filho vai mudar minha vida, terei de ter mais responsabilidade, mas não me arrependo." Matriculada no 1º ano do Ensino Médio, Bianca não quer parar de estudar. "Vou voltar depois que o nenê nascer."
Prefeituras da região oferecem serviços
Além da distribuição de camisinhas e pílulas nas UBSs (Unidade Básica de Saúde), alguns municípios da região investem em programas diferenciados de orientação e contracepção às adolescentes. Em São Caetano, mães com mais de 19 anos podem utilizar o Implanon - um implante com ação contraceptiva que dura três anos. Até o momento, 35 jovens aderiram ao método.
Desde 2006, há em São Bernardo o ambulatório pré-natal de adolescentes no Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) para meninas com menos de 16 anos. As garotas recebem atendimento especializado e suporte social e psicológico.
Em Rio Grande da Serra, a prefeitura implantou os programas Gestação na Adolescência e Tá na Roda. Ambos trabalham os temas por meio de debates para pais, educadores e líderes religiosos. Com caráter mais informal, o Tá na Roda acontece em espaços diversos, como as UBSs (Unidades Básica de Saúde), centros comunitários e igrejas. Segundo a prefeitura, o programa tem sido bem aceito porque o formato ‘bate-papo'' permite a aproximação entre médicos e população. Nas rodas, os métodos de contracepção e a necessidade de manter o diálogo na família são temas bastante abordados. Até março 1.600 adolescentes foram atendidas pelos programas.
A Prefeitura de Diadema informou que promove palestras e orientações sobre educação sexual nas UBSs, escolas estaduais e em instituições mantidas por moradores.
Em Santo André, o trabalho é focado no acompanhamento das gestantes visando o bem-estar da mulher e do bebê.
Ribeirão Pires informou que faz a distribuição de preservativos e anticoncepcionais nas UBSs, quando os adolescentes também recebem orientação.
Mauá não retornou ao pedido de informações do Diário.

Por:Vanessa Fajardo
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Pensão e partilha: controvérsias são decididas no STJ
Extraído de: Jus Vigilantibus

As diversas formas de colocar um ponto final ao casamento ou união estável, de maneira amigável ou não, são objeto de milhares de ações que chegam ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vasta jurisprudência sobre o tema foi fixada pelos ministros da Corte em decisões que se referem principalmente ao pagamento de pensão e à partilha de bens.
Entre os processos julgados no STJ, consta a decisão segundo a qual a última vontade de um falecido declarada em testamento prevalece sobre o direito de usufruto do cônjuge sobrevivente. Com esse entendimento, o Tribunal negou a incidência do artigo 1.611 do Código Civil de 1916 e aplicou o 1.725 do mesmo Código no caso em que uma mulher, ao dispor de seu patrimônio em testamento público, não mencionou o marido. Assim, ele foi excluído da sucessão. Para a Turma, por ter a mulher deixado a parte disponível de seu patrimônio por meio do testamento (resguardando os direitos dos herdeiros necessários) e excluído o cônjuge sobrevivente, este não tem direito ao usufruto dos bens.
Já sobre pensão, se o direito ao benefício ainda está sendo discutido pelo ex-casal na Justiça, a concessão de pensão alimentícia provisória tem efeito retroativo, ou seja, não pode ser desconstituída caso o Judiciário entenda depois que o cônjuge não tem o direito. Segundo o ministro Aldir Passarinho Junior, a decisão que fixa alimentos provisórios (enquanto não sai o julgamento definitivo) produz efeitos imediatos, integrando ao patrimônio do alimentando um direito que, embora provisório, é existente, efetivo e juridicamente protegido.
Em outro julgado, o STJ também determinou que os efeitos da ação que extingue a pensão não retroagem à citação da parte sobre o processo, mas apenas incidem a partir do trânsito em julgado da decisão judicial (quando não cabe mais recurso). E, atenção, se o ex-cônjuge renunciar à pensão alimentícia, com renúncia firmada durante o acordo de separação homologado conforme a lei, não poderá solicitar o benefício posteriormente. Esse entendimento tem, no entanto, uma exceção prevista na Súmula 336/STJ e com relação à pensão por morte: a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária por morte do ex-marido, comprovada a necessidade econômica superveniente, ou seja, se ela provar que depois surgiu a necessidade de receber esses valores.
Ainda que o casal não tenha efetivado a divisão dos bens em comum, a pensão pode ser revisada, mesmo sem alteração das condições financeiras das partes. No entanto, deve haver o devido cuidado com a questão. Em julgado de 2008, ao analisar o pedido da ex-mulher para aumentar sua pensão, o STJ acabou liberando o ex-marido de pagar os valores, pois concluiu que ela teria plenas condições de se manter. Para a ministra Nancy Andrighi, o artigo 1.694 do novo Código Civil cita que os alimentos devem garantir modo de vida compatível com a condição social, mas esse conceito deve ser interpretado com moderação.
Em alguns casos, a pensão pode ser disputada entre esposa (casamento) ou companheira (união estável) e concubina (amante). Decisões recentes do STJ negaram pedidos de concubinas para receber pensão e até mesmo dividi-la com a esposa do falecido. Em voto no processo que negou à concubina o direito a dividir pensão com esposa, o ministro Hamilton Carvalhido destacou que "o reconhecimento impuro, concubinagem ou concubinato adulterino, simultâneo à relação de casamento, mantém-se à margem da legislação previdenciária". Para o ministro, mesmo com a vigência de uma nova visão de valores em matéria familiar, o instituto da união estável efetiva importante distinção entre relações livres e relações adulterinas.
Já em processo que discutia o rateio de pensão entre ex-esposa e viúva, o Tribunal concluiu que a divisão deve ser feita em partes iguais. Segundo a ministra Laurita Vaz, no caso em análise e "nos termos do artigo 354 do Decreto nº 83.080/79, aplicável à espécie e vigente à época do óbito do instituidor do benefício pleiteado, a ex-mulher divorciada que percebe pensão alimentícia concorrerá em igualdade de condições com a esposa do de cujus [falecido]".
Em outro caso de concubinato, o Tribunal rejeitou pedido de concubina por pensão de militar falecido. O ministro Jorge Mussi ressaltou que a proteção do Estado à união estável alcança apenas as situações legítimas e nelas não está incluído o concubinato. A união estável pressupõe que não haja impedimentos para o casamento ou, pelo menos, que esteja o companheiro separado de fato, não podendo ser conferido status de união estável à relação concubinária concomitante a casamento válido.
A respeito de pensão com referência à união estável, a Corte proferiu, em 2006, importante decisão: validou o direito de receber pensão de companheira que teve união estável reconhecida após a morte do companheiro. Com o reconhecimento e a respectiva dissolução da união estável, o STJ deu o direito a uma dona de casa de ingressar no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com o pedido de pensão. Em outro julgado, o STJ definiu que a mulher que viveu com o companheiro em união estável até a morte dele tem direito à pensão, mas não faz jus à indenização por serviços domésticos prestados. A pensão deve-se à relação de companheirismo e mútua colaboração, e não por serviços domésticos.
Pedaços da união
Na separação, a partilha de bens pode ser um momento complicado e o Judiciário deverá dar a palavra final. Decisões do STJ definiram vários aspectos da partilha, como valores que devem ou não integrar o montante a ser dividido entre o ex-casal. Segundo a Corte, devem integrar a partilha de bens as verbas de aposentadoria junto ao INSS, caso geradas durante o casamento, mesmo que recebidas após a separação.
De acordo com o Tribunal, também integram a partilha de bens durante separação, quando o casamento for sob o regime de comunhão universal: a indenização trabalhista correspondente a direito adquirido durante o matrimônio, os bens que porventura forem sonegados por um dos cônjuges durante processo de separação amigável (neste julgamento, o STJ determinou a sobrepartilha dos bens sonegados, totalmente desconhecidos pela ex-mulher) e os bens obtidos pelo falecido na constância do casamento, com o recebimento de honorários advocatícios.
Por outro lado, o STJ concluiu que não integram a partilha de bens o seguro e a indenização obtidos em virtude de acidente de trabalho e a pensão recebida por invalidez. Para o ministro João Otávio de Noronha, a indenização recebida em razão de acidente de trabalho é personalíssima, pois a reparação deve-se àquele que sofreu o dano e carrega consigo a deficiência adquirida. Já a pensão por invalidez não integra a partilha porque, segundo a Terceira Turma, isso poderia comprometer a subsistência do segurado. O Tribunal também entendeu não compor a partilha, para a meação da viúva, imóvel comprado pelo marido antes do casamento, mesmo que registrado durante o matrimônio.
Ao analisar uma partilha de bens com o fim de uma união estável, a Corte concluiu que ex-companheiro tem direito à metade dos bens adquiridos durante a convivência, mesmo sem contribuir financeiramente. Para os ministros, neste caso, deve-se levar em conta também a contribuição indireta (não material) de cada um na construção de uma família, não apenas as provas de contribuição direta com recursos financeiros. No julgado, eles reconheceram o direito do ex-companheiro à metade da casa erguida durante a união estável. O terreno, recebido pela ex-companheira por meio de doação do pai, fica só para ela.
Um caso não permitido em partilha no STJ é o envolvimento de bem de terceiro na divisão. O Tribunal entendeu nulo esse tipo de partilha, visto que o bem não pertencia nem ao ex-marido nem à ex-esposa, mas a terceiros (pais da ex-mulher). Ainda sobre partilha, a Corte definiu que a divisão de bens também influencia o registro de nova relação. No caso de um viúvo em segundas núpcias, o registro da nova união no regime de comunhão universal somente é possível se já efetivada a partilha amigável dos bens da relação anterior, para não haver confusão patrimonial entre os bens do novo casal e os do primeiro matrimônio.
O STJ editou, ainda, uma súmula sobre o tema "partilha", a de número 197 , segundo a qual o divórcio direto pode ser concedido sem que haja prévia partilha dos bens.
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Pensão e partilha: controvérsias são decididas no STJ
Extraído de: Jus Vigilantibus

As diversas formas de colocar um ponto final ao casamento ou união estável, de maneira amigável ou não, são objeto de milhares de ações que chegam ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vasta jurisprudência sobre o tema foi fixada pelos ministros da Corte em decisões que se referem principalmente ao pagamento de pensão e à partilha de bens.
Entre os processos julgados no STJ, consta a decisão segundo a qual a última vontade de um falecido declarada em testamento prevalece sobre o direito de usufruto do cônjuge sobrevivente. Com esse entendimento, o Tribunal negou a incidência do artigo 1.611 do Código Civil de 1916 e aplicou o 1.725 do mesmo Código no caso em que uma mulher, ao dispor de seu patrimônio em testamento público, não mencionou o marido. Assim, ele foi excluído da sucessão. Para a Turma, por ter a mulher deixado a parte disponível de seu patrimônio por meio do testamento (resguardando os direitos dos herdeiros necessários) e excluído o cônjuge sobrevivente, este não tem direito ao usufruto dos bens.
Já sobre pensão, se o direito ao benefício ainda está sendo discutido pelo ex-casal na Justiça, a concessão de pensão alimentícia provisória tem efeito retroativo, ou seja, não pode ser desconstituída caso o Judiciário entenda depois que o cônjuge não tem o direito. Segundo o ministro Aldir Passarinho Junior, a decisão que fixa alimentos provisórios (enquanto não sai o julgamento definitivo) produz efeitos imediatos, integrando ao patrimônio do alimentando um direito que, embora provisório, é existente, efetivo e juridicamente protegido.
Em outro julgado, o STJ também determinou que os efeitos da ação que extingue a pensão não retroagem à citação da parte sobre o processo, mas apenas incidem a partir do trânsito em julgado da decisão judicial (quando não cabe mais recurso). E, atenção, se o ex-cônjuge renunciar à pensão alimentícia, com renúncia firmada durante o acordo de separação homologado conforme a lei, não poderá solicitar o benefício posteriormente. Esse entendimento tem, no entanto, uma exceção prevista na Súmula 336/STJ e com relação à pensão por morte: a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária por morte do ex-marido, comprovada a necessidade econômica superveniente, ou seja, se ela provar que depois surgiu a necessidade de receber esses valores.
Ainda que o casal não tenha efetivado a divisão dos bens em comum, a pensão pode ser revisada, mesmo sem alteração das condições financeiras das partes. No entanto, deve haver o devido cuidado com a questão. Em julgado de 2008, ao analisar o pedido da ex-mulher para aumentar sua pensão, o STJ acabou liberando o ex-marido de pagar os valores, pois concluiu que ela teria plenas condições de se manter. Para a ministra Nancy Andrighi, o artigo 1.694 do novo Código Civil cita que os alimentos devem garantir modo de vida compatível com a condição social, mas esse conceito deve ser interpretado com moderação.
Em alguns casos, a pensão pode ser disputada entre esposa (casamento) ou companheira (união estável) e concubina (amante). Decisões recentes do STJ negaram pedidos de concubinas para receber pensão e até mesmo dividi-la com a esposa do falecido. Em voto no processo que negou à concubina o direito a dividir pensão com esposa, o ministro Hamilton Carvalhido destacou que "o reconhecimento impuro, concubinagem ou concubinato adulterino, simultâneo à relação de casamento, mantém-se à margem da legislação previdenciária". Para o ministro, mesmo com a vigência de uma nova visão de valores em matéria familiar, o instituto da união estável efetiva importante distinção entre relações livres e relações adulterinas.
Já em processo que discutia o rateio de pensão entre ex-esposa e viúva, o Tribunal concluiu que a divisão deve ser feita em partes iguais. Segundo a ministra Laurita Vaz, no caso em análise e "nos termos do artigo 354 do Decreto nº 83.080/79, aplicável à espécie e vigente à época do óbito do instituidor do benefício pleiteado, a ex-mulher divorciada que percebe pensão alimentícia concorrerá em igualdade de condições com a esposa do de cujus [falecido]".
Em outro caso de concubinato, o Tribunal rejeitou pedido de concubina por pensão de militar falecido. O ministro Jorge Mussi ressaltou que a proteção do Estado à união estável alcança apenas as situações legítimas e nelas não está incluído o concubinato. A união estável pressupõe que não haja impedimentos para o casamento ou, pelo menos, que esteja o companheiro separado de fato, não podendo ser conferido status de união estável à relação concubinária concomitante a casamento válido.
A respeito de pensão com referência à união estável, a Corte proferiu, em 2006, importante decisão: validou o direito de receber pensão de companheira que teve união estável reconhecida após a morte do companheiro. Com o reconhecimento e a respectiva dissolução da união estável, o STJ deu o direito a uma dona de casa de ingressar no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com o pedido de pensão. Em outro julgado, o STJ definiu que a mulher que viveu com o companheiro em união estável até a morte dele tem direito à pensão, mas não faz jus à indenização por serviços domésticos prestados. A pensão deve-se à relação de companheirismo e mútua colaboração, e não por serviços domésticos.
Pedaços da união
Na separação, a partilha de bens pode ser um momento complicado e o Judiciário deverá dar a palavra final. Decisões do STJ definiram vários aspectos da partilha, como valores que devem ou não integrar o montante a ser dividido entre o ex-casal. Segundo a Corte, devem integrar a partilha de bens as verbas de aposentadoria junto ao INSS, caso geradas durante o casamento, mesmo que recebidas após a separação.
De acordo com o Tribunal, também integram a partilha de bens durante separação, quando o casamento for sob o regime de comunhão universal: a indenização trabalhista correspondente a direito adquirido durante o matrimônio, os bens que porventura forem sonegados por um dos cônjuges durante processo de separação amigável (neste julgamento, o STJ determinou a sobrepartilha dos bens sonegados, totalmente desconhecidos pela ex-mulher) e os bens obtidos pelo falecido na constância do casamento, com o recebimento de honorários advocatícios.
Por outro lado, o STJ concluiu que não integram a partilha de bens o seguro e a indenização obtidos em virtude de acidente de trabalho e a pensão recebida por invalidez. Para o ministro João Otávio de Noronha, a indenização recebida em razão de acidente de trabalho é personalíssima, pois a reparação deve-se àquele que sofreu o dano e carrega consigo a deficiência adquirida. Já a pensão por invalidez não integra a partilha porque, segundo a Terceira Turma, isso poderia comprometer a subsistência do segurado. O Tribunal também entendeu não compor a partilha, para a meação da viúva, imóvel comprado pelo marido antes do casamento, mesmo que registrado durante o matrimônio.
Ao analisar uma partilha de bens com o fim de uma união estável, a Corte concluiu que ex-companheiro tem direito à metade dos bens adquiridos durante a convivência, mesmo sem contribuir financeiramente. Para os ministros, neste caso, deve-se levar em conta também a contribuição indireta (não material) de cada um na construção de uma família, não apenas as provas de contribuição direta com recursos financeiros. No julgado, eles reconheceram o direito do ex-companheiro à metade da casa erguida durante a união estável. O terreno, recebido pela ex-companheira por meio de doação do pai, fica só para ela.
Um caso não permitido em partilha no STJ é o envolvimento de bem de terceiro na divisão. O Tribunal entendeu nulo esse tipo de partilha, visto que o bem não pertencia nem ao ex-marido nem à ex-esposa, mas a terceiros (pais da ex-mulher). Ainda sobre partilha, a Corte definiu que a divisão de bens também influencia o registro de nova relação. No caso de um viúvo em segundas núpcias, o registro da nova união no regime de comunhão universal somente é possível se já efetivada a partilha amigável dos bens da relação anterior, para não haver confusão patrimonial entre os bens do novo casal e os do primeiro matrimônio.
O STJ editou, ainda, uma súmula sobre o tema "partilha", a de número 197 , segundo a qual o divórcio direto pode ser concedido sem que haja prévia partilha dos bens.
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

Pensão e partilha: controvérsias são decididas no STJ
Extraído de: Jus Vigilantibus

As diversas formas de colocar um ponto final ao casamento ou união estável, de maneira amigável ou não, são objeto de milhares de ações que chegam ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vasta jurisprudência sobre o tema foi fixada pelos ministros da Corte em decisões que se referem principalmente ao pagamento de pensão e à partilha de bens.
Entre os processos julgados no STJ, consta a decisão segundo a qual a última vontade de um falecido declarada em testamento prevalece sobre o direito de usufruto do cônjuge sobrevivente. Com esse entendimento, o Tribunal negou a incidência do artigo 1.611 do Código Civil de 1916 e aplicou o 1.725 do mesmo Código no caso em que uma mulher, ao dispor de seu patrimônio em testamento público, não mencionou o marido. Assim, ele foi excluído da sucessão. Para a Turma, por ter a mulher deixado a parte disponível de seu patrimônio por meio do testamento (resguardando os direitos dos herdeiros necessários) e excluído o cônjuge sobrevivente, este não tem direito ao usufruto dos bens.
Já sobre pensão, se o direito ao benefício ainda está sendo discutido pelo ex-casal na Justiça, a concessão de pensão alimentícia provisória tem efeito retroativo, ou seja, não pode ser desconstituída caso o Judiciário entenda depois que o cônjuge não tem o direito. Segundo o ministro Aldir Passarinho Junior, a decisão que fixa alimentos provisórios (enquanto não sai o julgamento definitivo) produz efeitos imediatos, integrando ao patrimônio do alimentando um direito que, embora provisório, é existente, efetivo e juridicamente protegido.
Em outro julgado, o STJ também determinou que os efeitos da ação que extingue a pensão não retroagem à citação da parte sobre o processo, mas apenas incidem a partir do trânsito em julgado da decisão judicial (quando não cabe mais recurso). E, atenção, se o ex-cônjuge renunciar à pensão alimentícia, com renúncia firmada durante o acordo de separação homologado conforme a lei, não poderá solicitar o benefício posteriormente. Esse entendimento tem, no entanto, uma exceção prevista na Súmula 336/STJ e com relação à pensão por morte: a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária por morte do ex-marido, comprovada a necessidade econômica superveniente, ou seja, se ela provar que depois surgiu a necessidade de receber esses valores.
Ainda que o casal não tenha efetivado a divisão dos bens em comum, a pensão pode ser revisada, mesmo sem alteração das condições financeiras das partes. No entanto, deve haver o devido cuidado com a questão. Em julgado de 2008, ao analisar o pedido da ex-mulher para aumentar sua pensão, o STJ acabou liberando o ex-marido de pagar os valores, pois concluiu que ela teria plenas condições de se manter. Para a ministra Nancy Andrighi, o artigo 1.694 do novo Código Civil cita que os alimentos devem garantir modo de vida compatível com a condição social, mas esse conceito deve ser interpretado com moderação.
Em alguns casos, a pensão pode ser disputada entre esposa (casamento) ou companheira (união estável) e concubina (amante). Decisões recentes do STJ negaram pedidos de concubinas para receber pensão e até mesmo dividi-la com a esposa do falecido. Em voto no processo que negou à concubina o direito a dividir pensão com esposa, o ministro Hamilton Carvalhido destacou que "o reconhecimento impuro, concubinagem ou concubinato adulterino, simultâneo à relação de casamento, mantém-se à margem da legislação previdenciária". Para o ministro, mesmo com a vigência de uma nova visão de valores em matéria familiar, o instituto da união estável efetiva importante distinção entre relações livres e relações adulterinas.
Já em processo que discutia o rateio de pensão entre ex-esposa e viúva, o Tribunal concluiu que a divisão deve ser feita em partes iguais. Segundo a ministra Laurita Vaz, no caso em análise e "nos termos do artigo 354 do Decreto nº 83.080/79, aplicável à espécie e vigente à época do óbito do instituidor do benefício pleiteado, a ex-mulher divorciada que percebe pensão alimentícia concorrerá em igualdade de condições com a esposa do de cujus [falecido]".
Em outro caso de concubinato, o Tribunal rejeitou pedido de concubina por pensão de militar falecido. O ministro Jorge Mussi ressaltou que a proteção do Estado à união estável alcança apenas as situações legítimas e nelas não está incluído o concubinato. A união estável pressupõe que não haja impedimentos para o casamento ou, pelo menos, que esteja o companheiro separado de fato, não podendo ser conferido status de união estável à relação concubinária concomitante a casamento válido.
A respeito de pensão com referência à união estável, a Corte proferiu, em 2006, importante decisão: validou o direito de receber pensão de companheira que teve união estável reconhecida após a morte do companheiro. Com o reconhecimento e a respectiva dissolução da união estável, o STJ deu o direito a uma dona de casa de ingressar no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com o pedido de pensão. Em outro julgado, o STJ definiu que a mulher que viveu com o companheiro em união estável até a morte dele tem direito à pensão, mas não faz jus à indenização por serviços domésticos prestados. A pensão deve-se à relação de companheirismo e mútua colaboração, e não por serviços domésticos.
Pedaços da união
Na separação, a partilha de bens pode ser um momento complicado e o Judiciário deverá dar a palavra final. Decisões do STJ definiram vários aspectos da partilha, como valores que devem ou não integrar o montante a ser dividido entre o ex-casal. Segundo a Corte, devem integrar a partilha de bens as verbas de aposentadoria junto ao INSS, caso geradas durante o casamento, mesmo que recebidas após a separação.
De acordo com o Tribunal, também integram a partilha de bens durante separação, quando o casamento for sob o regime de comunhão universal: a indenização trabalhista correspondente a direito adquirido durante o matrimônio, os bens que porventura forem sonegados por um dos cônjuges durante processo de separação amigável (neste julgamento, o STJ determinou a sobrepartilha dos bens sonegados, totalmente desconhecidos pela ex-mulher) e os bens obtidos pelo falecido na constância do casamento, com o recebimento de honorários advocatícios.
Por outro lado, o STJ concluiu que não integram a partilha de bens o seguro e a indenização obtidos em virtude de acidente de trabalho e a pensão recebida por invalidez. Para o ministro João Otávio de Noronha, a indenização recebida em razão de acidente de trabalho é personalíssima, pois a reparação deve-se àquele que sofreu o dano e carrega consigo a deficiência adquirida. Já a pensão por invalidez não integra a partilha porque, segundo a Terceira Turma, isso poderia comprometer a subsistência do segurado. O Tribunal também entendeu não compor a partilha, para a meação da viúva, imóvel comprado pelo marido antes do casamento, mesmo que registrado durante o matrimônio.
Ao analisar uma partilha de bens com o fim de uma união estável, a Corte concluiu que ex-companheiro tem direito à metade dos bens adquiridos durante a convivência, mesmo sem contribuir financeiramente. Para os ministros, neste caso, deve-se levar em conta também a contribuição indireta (não material) de cada um na construção de uma família, não apenas as provas de contribuição direta com recursos financeiros. No julgado, eles reconheceram o direito do ex-companheiro à metade da casa erguida durante a união estável. O terreno, recebido pela ex-companheira por meio de doação do pai, fica só para ela.
Um caso não permitido em partilha no STJ é o envolvimento de bem de terceiro na divisão. O Tribunal entendeu nulo esse tipo de partilha, visto que o bem não pertencia nem ao ex-marido nem à ex-esposa, mas a terceiros (pais da ex-mulher). Ainda sobre partilha, a Corte definiu que a divisão de bens também influencia o registro de nova relação. No caso de um viúvo em segundas núpcias, o registro da nova união no regime de comunhão universal somente é possível se já efetivada a partilha amigável dos bens da relação anterior, para não haver confusão patrimonial entre os bens do novo casal e os do primeiro matrimônio.
O STJ editou, ainda, uma súmula sobre o tema "partilha", a de número 197 , segundo a qual o divórcio direto pode ser concedido sem que haja prévia partilha dos bens.
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Pensão e partilha: controvérsias são decididas no STJ
Extraído de: Jus Vigilantibus

As diversas formas de colocar um ponto final ao casamento ou união estável, de maneira amigável ou não, são objeto de milhares de ações que chegam ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vasta jurisprudência sobre o tema foi fixada pelos ministros da Corte em decisões que se referem principalmente ao pagamento de pensão e à partilha de bens.
Entre os processos julgados no STJ, consta a decisão segundo a qual a última vontade de um falecido declarada em testamento prevalece sobre o direito de usufruto do cônjuge sobrevivente. Com esse entendimento, o Tribunal negou a incidência do artigo 1.611 do Código Civil de 1916 e aplicou o 1.725 do mesmo Código no caso em que uma mulher, ao dispor de seu patrimônio em testamento público, não mencionou o marido. Assim, ele foi excluído da sucessão. Para a Turma, por ter a mulher deixado a parte disponível de seu patrimônio por meio do testamento (resguardando os direitos dos herdeiros necessários) e excluído o cônjuge sobrevivente, este não tem direito ao usufruto dos bens.
Já sobre pensão, se o direito ao benefício ainda está sendo discutido pelo ex-casal na Justiça, a concessão de pensão alimentícia provisória tem efeito retroativo, ou seja, não pode ser desconstituída caso o Judiciário entenda depois que o cônjuge não tem o direito. Segundo o ministro Aldir Passarinho Junior, a decisão que fixa alimentos provisórios (enquanto não sai o julgamento definitivo) produz efeitos imediatos, integrando ao patrimônio do alimentando um direito que, embora provisório, é existente, efetivo e juridicamente protegido.
Em outro julgado, o STJ também determinou que os efeitos da ação que extingue a pensão não retroagem à citação da parte sobre o processo, mas apenas incidem a partir do trânsito em julgado da decisão judicial (quando não cabe mais recurso). E, atenção, se o ex-cônjuge renunciar à pensão alimentícia, com renúncia firmada durante o acordo de separação homologado conforme a lei, não poderá solicitar o benefício posteriormente. Esse entendimento tem, no entanto, uma exceção prevista na Súmula 336/STJ e com relação à pensão por morte: a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária por morte do ex-marido, comprovada a necessidade econômica superveniente, ou seja, se ela provar que depois surgiu a necessidade de receber esses valores.
Ainda que o casal não tenha efetivado a divisão dos bens em comum, a pensão pode ser revisada, mesmo sem alteração das condições financeiras das partes. No entanto, deve haver o devido cuidado com a questão. Em julgado de 2008, ao analisar o pedido da ex-mulher para aumentar sua pensão, o STJ acabou liberando o ex-marido de pagar os valores, pois concluiu que ela teria plenas condições de se manter. Para a ministra Nancy Andrighi, o artigo 1.694 do novo Código Civil cita que os alimentos devem garantir modo de vida compatível com a condição social, mas esse conceito deve ser interpretado com moderação.
Em alguns casos, a pensão pode ser disputada entre esposa (casamento) ou companheira (união estável) e concubina (amante). Decisões recentes do STJ negaram pedidos de concubinas para receber pensão e até mesmo dividi-la com a esposa do falecido. Em voto no processo que negou à concubina o direito a dividir pensão com esposa, o ministro Hamilton Carvalhido destacou que "o reconhecimento impuro, concubinagem ou concubinato adulterino, simultâneo à relação de casamento, mantém-se à margem da legislação previdenciária". Para o ministro, mesmo com a vigência de uma nova visão de valores em matéria familiar, o instituto da união estável efetiva importante distinção entre relações livres e relações adulterinas.
Já em processo que discutia o rateio de pensão entre ex-esposa e viúva, o Tribunal concluiu que a divisão deve ser feita em partes iguais. Segundo a ministra Laurita Vaz, no caso em análise e "nos termos do artigo 354 do Decreto nº 83.080/79, aplicável à espécie e vigente à época do óbito do instituidor do benefício pleiteado, a ex-mulher divorciada que percebe pensão alimentícia concorrerá em igualdade de condições com a esposa do de cujus [falecido]".
Em outro caso de concubinato, o Tribunal rejeitou pedido de concubina por pensão de militar falecido. O ministro Jorge Mussi ressaltou que a proteção do Estado à união estável alcança apenas as situações legítimas e nelas não está incluído o concubinato. A união estável pressupõe que não haja impedimentos para o casamento ou, pelo menos, que esteja o companheiro separado de fato, não podendo ser conferido status de união estável à relação concubinária concomitante a casamento válido.
A respeito de pensão com referência à união estável, a Corte proferiu, em 2006, importante decisão: validou o direito de receber pensão de companheira que teve união estável reconhecida após a morte do companheiro. Com o reconhecimento e a respectiva dissolução da união estável, o STJ deu o direito a uma dona de casa de ingressar no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com o pedido de pensão. Em outro julgado, o STJ definiu que a mulher que viveu com o companheiro em união estável até a morte dele tem direito à pensão, mas não faz jus à indenização por serviços domésticos prestados. A pensão deve-se à relação de companheirismo e mútua colaboração, e não por serviços domésticos.
Pedaços da união
Na separação, a partilha de bens pode ser um momento complicado e o Judiciário deverá dar a palavra final. Decisões do STJ definiram vários aspectos da partilha, como valores que devem ou não integrar o montante a ser dividido entre o ex-casal. Segundo a Corte, devem integrar a partilha de bens as verbas de aposentadoria junto ao INSS, caso geradas durante o casamento, mesmo que recebidas após a separação.
De acordo com o Tribunal, também integram a partilha de bens durante separação, quando o casamento for sob o regime de comunhão universal: a indenização trabalhista correspondente a direito adquirido durante o matrimônio, os bens que porventura forem sonegados por um dos cônjuges durante processo de separação amigável (neste julgamento, o STJ determinou a sobrepartilha dos bens sonegados, totalmente desconhecidos pela ex-mulher) e os bens obtidos pelo falecido na constância do casamento, com o recebimento de honorários advocatícios.
Por outro lado, o STJ concluiu que não integram a partilha de bens o seguro e a indenização obtidos em virtude de acidente de trabalho e a pensão recebida por invalidez. Para o ministro João Otávio de Noronha, a indenização recebida em razão de acidente de trabalho é personalíssima, pois a reparação deve-se àquele que sofreu o dano e carrega consigo a deficiência adquirida. Já a pensão por invalidez não integra a partilha porque, segundo a Terceira Turma, isso poderia comprometer a subsistência do segurado. O Tribunal também entendeu não compor a partilha, para a meação da viúva, imóvel comprado pelo marido antes do casamento, mesmo que registrado durante o matrimônio.
Ao analisar uma partilha de bens com o fim de uma união estável, a Corte concluiu que ex-companheiro tem direito à metade dos bens adquiridos durante a convivência, mesmo sem contribuir financeiramente. Para os ministros, neste caso, deve-se levar em conta também a contribuição indireta (não material) de cada um na construção de uma família, não apenas as provas de contribuição direta com recursos financeiros. No julgado, eles reconheceram o direito do ex-companheiro à metade da casa erguida durante a união estável. O terreno, recebido pela ex-companheira por meio de doação do pai, fica só para ela.
Um caso não permitido em partilha no STJ é o envolvimento de bem de terceiro na divisão. O Tribunal entendeu nulo esse tipo de partilha, visto que o bem não pertencia nem ao ex-marido nem à ex-esposa, mas a terceiros (pais da ex-mulher). Ainda sobre partilha, a Corte definiu que a divisão de bens também influencia o registro de nova relação. No caso de um viúvo em segundas núpcias, o registro da nova união no regime de comunhão universal somente é possível se já efetivada a partilha amigável dos bens da relação anterior, para não haver confusão patrimonial entre os bens do novo casal e os do primeiro matrimônio.
O STJ editou, ainda, uma súmula sobre o tema "partilha", a de número 197 , segundo a qual o divórcio direto pode ser concedido sem que haja prévia partilha dos bens.
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Está tomando forma o mutirão para combater a epidemia de crack que já atormenta mais de 50 mil famílias no Rio Grande do Sul.

Desde sexta-feira, entidades, instituições, comunidades e pessoas estão aderindo à campanha da RBS Crack, Nem Pensar. A ideia é de que o flagelo seja uma preocupação Ações contra o mais devastador dos tóxicos em circulação no Estado já são encaminhadas. A Assembleia Legislativa lançou o Comitê Estadual de Luta Contra o Crack, a partir da Comissão de Serviços Públicos (CSP). Mais de 50 entidades, além das comissões de Saúde, Educação e de Constituição e Justiça, se integraram ao comitê. No segundo semestre, será realizado um seminário para divulgar experiências positivas de enfrentamento à droga.coletiva.
Uma das representantes no comitê da Assembleia, Loiva Santos, do Conselho Regional de Psicologia, destaca que a proposta é incentivar os municípios a implantarem uma política pública contra as drogas. Seriam criados comitês municipais, interligados ao estadual, para atuação em rede. Um dos desafios do comitê é amparar aqueles que concluíram o tratamento e voltaram para casa.
Para o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Alceu Moreira (PMDB), outra iniciativa desejável é montar grupos de vigilância voluntária nas escolas. Além de orientar estudantes e familiares, teria a incumbência de inibir o assédio de traficantes.

Campanha da comunidade cresce pela internet
A mobilização para enfrentar o crack, que já responde por cerca de 60% dos crimes registrados pela Polícia Civil, também ocorre nas comunidades Orkut e via internet. O técnico em telecomunicações Cristiano Costa dos Santos, 33 anos, lançou uma discussão, no site de relacionamentos, em torno da campanha. Até o meio-dia de sábado, 76 membros haviam postado opiniões e sugestões sobre o assunto.
– Essa droga é desgraçada mesmo. Quando vi a campanha da RBS, bolei a ideia de discutir o assunto no Orkut – destaca Cristiano.
Não apenas a internet está multiplicando adesões. Em Santo Ângelo, a empresa Cine Cisne oferece duas salas para exibir o material publicitário sobre a campanha contra o crack. Os cinéfilos querem ajudar no combate à droga que também se infiltrou na região das Missões.
Em São Leopoldo, a Comunidade Terapêutica Zé Maria quer mostrar seus métodos de tratamento, baseados na reinserção social, na valorização dos pacientes e, principalmente, na desconstrução do mito de “doença crônica e irrecuperável”.
Profissionais que lidam com dependentes de crack engrossaram a campanha. Enviaram e-mails de Sapucaia do Sul, Alvorada, Guaporé, Cruz Alta, Porto Alegre e outros municípios, prometendo ampliar o mutirão. De Barra Funda, no noroeste do Estado, a assistente social Micheli Zandoná conta que trabalha com grupos de crianças e jovens, orientando sobre a prevenção ao álcool e aos tóxicos.
– Enfatizamos muito bem a questão do crack, pois nosso município tem aproximadamente 2,4 mil habitantes, fica na rota do tráfico e percebemos que o crack esta entrando nas casas – alerta Micheli.
Mães de viciados também se aliaram ao mutirão. Uma delas, de Porto Alegre, faz uma advertência para outras famílias. Lembra que as vítimas do crack começam pelo cigarro, depois bebem álcool, experimentam maconha e cocaína, sempre em busca de algo mais forte.
– Sou mãe de um dependente que usa crack há sete anos. Isso destruiu minha família e a vida dele, que hoje tem 27 anos – lamenta a mãe.

Saiba mais sobre o crack e como buscar ajuda.


Zero Hora
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar


Está tomando forma o mutirão para combater a epidemia de crack que já atormenta mais de 50 mil famílias no Rio Grande do Sul.

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Uma das representantes no comitê da Assembleia, Loiva Santos, do Conselho Regional de Psicologia, destaca que a proposta é incentivar os municípios a implantarem uma política pública contra as drogas. Seriam criados comitês municipais, interligados ao estadual, para atuação em rede. Um dos desafios do comitê é amparar aqueles que concluíram o tratamento e voltaram para casa.
Para o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Alceu Moreira (PMDB), outra iniciativa desejável é montar grupos de vigilância voluntária nas escolas. Além de orientar estudantes e familiares, teria a incumbência de inibir o assédio de traficantes.

Campanha da comunidade cresce pela internet
A mobilização para enfrentar o crack, que já responde por cerca de 60% dos crimes registrados pela Polícia Civil, também ocorre nas comunidades Orkut e via internet. O técnico em telecomunicações Cristiano Costa dos Santos, 33 anos, lançou uma discussão, no site de relacionamentos, em torno da campanha. Até o meio-dia de sábado, 76 membros haviam postado opiniões e sugestões sobre o assunto.
– Essa droga é desgraçada mesmo. Quando vi a campanha da RBS, bolei a ideia de discutir o assunto no Orkut – destaca Cristiano.
Não apenas a internet está multiplicando adesões. Em Santo Ângelo, a empresa Cine Cisne oferece duas salas para exibir o material publicitário sobre a campanha contra o crack. Os cinéfilos querem ajudar no combate à droga que também se infiltrou na região das Missões.
Em São Leopoldo, a Comunidade Terapêutica Zé Maria quer mostrar seus métodos de tratamento, baseados na reinserção social, na valorização dos pacientes e, principalmente, na desconstrução do mito de “doença crônica e irrecuperável”.
Profissionais que lidam com dependentes de crack engrossaram a campanha. Enviaram e-mails de Sapucaia do Sul, Alvorada, Guaporé, Cruz Alta, Porto Alegre e outros municípios, prometendo ampliar o mutirão. De Barra Funda, no noroeste do Estado, a assistente social Micheli Zandoná conta que trabalha com grupos de crianças e jovens, orientando sobre a prevenção ao álcool e aos tóxicos.
– Enfatizamos muito bem a questão do crack, pois nosso município tem aproximadamente 2,4 mil habitantes, fica na rota do tráfico e percebemos que o crack esta entrando nas casas – alerta Micheli.
Mães de viciados também se aliaram ao mutirão. Uma delas, de Porto Alegre, faz uma advertência para outras famílias. Lembra que as vítimas do crack começam pelo cigarro, depois bebem álcool, experimentam maconha e cocaína, sempre em busca de algo mais forte.
– Sou mãe de um dependente que usa crack há sete anos. Isso destruiu minha família e a vida dele, que hoje tem 27 anos – lamenta a mãe.

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Está tomando forma o mutirão para combater a epidemia de crack que já atormenta mais de 50 mil famílias no Rio Grande do Sul.

Desde sexta-feira, entidades, instituições, comunidades e pessoas estão aderindo à campanha da RBS Crack, Nem Pensar. A ideia é de que o flagelo seja uma preocupação Ações contra o mais devastador dos tóxicos em circulação no Estado já são encaminhadas. A Assembleia Legislativa lançou o Comitê Estadual de Luta Contra o Crack, a partir da Comissão de Serviços Públicos (CSP). Mais de 50 entidades, além das comissões de Saúde, Educação e de Constituição e Justiça, se integraram ao comitê. No segundo semestre, será realizado um seminário para divulgar experiências positivas de enfrentamento à droga.coletiva.
Uma das representantes no comitê da Assembleia, Loiva Santos, do Conselho Regional de Psicologia, destaca que a proposta é incentivar os municípios a implantarem uma política pública contra as drogas. Seriam criados comitês municipais, interligados ao estadual, para atuação em rede. Um dos desafios do comitê é amparar aqueles que concluíram o tratamento e voltaram para casa.
Para o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Alceu Moreira (PMDB), outra iniciativa desejável é montar grupos de vigilância voluntária nas escolas. Além de orientar estudantes e familiares, teria a incumbência de inibir o assédio de traficantes.

Campanha da comunidade cresce pela internet
A mobilização para enfrentar o crack, que já responde por cerca de 60% dos crimes registrados pela Polícia Civil, também ocorre nas comunidades Orkut e via internet. O técnico em telecomunicações Cristiano Costa dos Santos, 33 anos, lançou uma discussão, no site de relacionamentos, em torno da campanha. Até o meio-dia de sábado, 76 membros haviam postado opiniões e sugestões sobre o assunto.
– Essa droga é desgraçada mesmo. Quando vi a campanha da RBS, bolei a ideia de discutir o assunto no Orkut – destaca Cristiano.
Não apenas a internet está multiplicando adesões. Em Santo Ângelo, a empresa Cine Cisne oferece duas salas para exibir o material publicitário sobre a campanha contra o crack. Os cinéfilos querem ajudar no combate à droga que também se infiltrou na região das Missões.
Em São Leopoldo, a Comunidade Terapêutica Zé Maria quer mostrar seus métodos de tratamento, baseados na reinserção social, na valorização dos pacientes e, principalmente, na desconstrução do mito de “doença crônica e irrecuperável”.
Profissionais que lidam com dependentes de crack engrossaram a campanha. Enviaram e-mails de Sapucaia do Sul, Alvorada, Guaporé, Cruz Alta, Porto Alegre e outros municípios, prometendo ampliar o mutirão. De Barra Funda, no noroeste do Estado, a assistente social Micheli Zandoná conta que trabalha com grupos de crianças e jovens, orientando sobre a prevenção ao álcool e aos tóxicos.
– Enfatizamos muito bem a questão do crack, pois nosso município tem aproximadamente 2,4 mil habitantes, fica na rota do tráfico e percebemos que o crack esta entrando nas casas – alerta Micheli.
Mães de viciados também se aliaram ao mutirão. Uma delas, de Porto Alegre, faz uma advertência para outras famílias. Lembra que as vítimas do crack começam pelo cigarro, depois bebem álcool, experimentam maconha e cocaína, sempre em busca de algo mais forte.
– Sou mãe de um dependente que usa crack há sete anos. Isso destruiu minha família e a vida dele, que hoje tem 27 anos – lamenta a mãe.

Saiba mais sobre o crack e como buscar ajuda.


Zero Hora
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar


Está tomando forma o mutirão para combater a epidemia de crack que já atormenta mais de 50 mil famílias no Rio Grande do Sul.

Desde sexta-feira, entidades, instituições, comunidades e pessoas estão aderindo à campanha da RBS Crack, Nem Pensar. A ideia é de que o flagelo seja uma preocupação Ações contra o mais devastador dos tóxicos em circulação no Estado já são encaminhadas. A Assembleia Legislativa lançou o Comitê Estadual de Luta Contra o Crack, a partir da Comissão de Serviços Públicos (CSP). Mais de 50 entidades, além das comissões de Saúde, Educação e de Constituição e Justiça, se integraram ao comitê. No segundo semestre, será realizado um seminário para divulgar experiências positivas de enfrentamento à droga.coletiva.
Uma das representantes no comitê da Assembleia, Loiva Santos, do Conselho Regional de Psicologia, destaca que a proposta é incentivar os municípios a implantarem uma política pública contra as drogas. Seriam criados comitês municipais, interligados ao estadual, para atuação em rede. Um dos desafios do comitê é amparar aqueles que concluíram o tratamento e voltaram para casa.
Para o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Alceu Moreira (PMDB), outra iniciativa desejável é montar grupos de vigilância voluntária nas escolas. Além de orientar estudantes e familiares, teria a incumbência de inibir o assédio de traficantes.

Campanha da comunidade cresce pela internet
A mobilização para enfrentar o crack, que já responde por cerca de 60% dos crimes registrados pela Polícia Civil, também ocorre nas comunidades Orkut e via internet. O técnico em telecomunicações Cristiano Costa dos Santos, 33 anos, lançou uma discussão, no site de relacionamentos, em torno da campanha. Até o meio-dia de sábado, 76 membros haviam postado opiniões e sugestões sobre o assunto.
– Essa droga é desgraçada mesmo. Quando vi a campanha da RBS, bolei a ideia de discutir o assunto no Orkut – destaca Cristiano.
Não apenas a internet está multiplicando adesões. Em Santo Ângelo, a empresa Cine Cisne oferece duas salas para exibir o material publicitário sobre a campanha contra o crack. Os cinéfilos querem ajudar no combate à droga que também se infiltrou na região das Missões.
Em São Leopoldo, a Comunidade Terapêutica Zé Maria quer mostrar seus métodos de tratamento, baseados na reinserção social, na valorização dos pacientes e, principalmente, na desconstrução do mito de “doença crônica e irrecuperável”.
Profissionais que lidam com dependentes de crack engrossaram a campanha. Enviaram e-mails de Sapucaia do Sul, Alvorada, Guaporé, Cruz Alta, Porto Alegre e outros municípios, prometendo ampliar o mutirão. De Barra Funda, no noroeste do Estado, a assistente social Micheli Zandoná conta que trabalha com grupos de crianças e jovens, orientando sobre a prevenção ao álcool e aos tóxicos.
– Enfatizamos muito bem a questão do crack, pois nosso município tem aproximadamente 2,4 mil habitantes, fica na rota do tráfico e percebemos que o crack esta entrando nas casas – alerta Micheli.
Mães de viciados também se aliaram ao mutirão. Uma delas, de Porto Alegre, faz uma advertência para outras famílias. Lembra que as vítimas do crack começam pelo cigarro, depois bebem álcool, experimentam maconha e cocaína, sempre em busca de algo mais forte.
– Sou mãe de um dependente que usa crack há sete anos. Isso destruiu minha família e a vida dele, que hoje tem 27 anos – lamenta a mãe.

Saiba mais sobre o crack e como buscar ajuda.


Zero Hora
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Um avião Airbus 330-200 da Air France que seguia do Rio de Janeiro para Paris desapareceu dos radares franceses quando sobrevoava o Oceano Atlântico, disseram as autoridades portuárias de Paris nesta segunda-feira, de acordo com agências de notícias internacionais.

Segundo a Reuters, o avião partiu do Rio às 19h00 de domingo e deveria chegar a Paris nesta segunda-feira às 11h15 (06h15, hora de Brasília).
Controladores de voo do Aeroporto Charles De Gaulle perderam contato com o avião por volta das 6h00 GMT (3h00, hora de Brasília).
Uma fonte do aeroporto disse à agência AFP que é possível que o transponder do avião (um rádio receptor-transmissor que envia e recebe sinais, incluindo o tipo de avião e sua altitude, para outros aviões e as torres de controle) esteja com defeito, mas isto é raro.
O avião tem a bordo 216 passageiros e 12 tripulantes.



BBC Brasil
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Um avião Airbus 330-200 da Air France que seguia do Rio de Janeiro para Paris desapareceu dos radares franceses quando sobrevoava o Oceano Atlântico, disseram as autoridades portuárias de Paris nesta segunda-feira, de acordo com agências de notícias internacionais.

Segundo a Reuters, o avião partiu do Rio às 19h00 de domingo e deveria chegar a Paris nesta segunda-feira às 11h15 (06h15, hora de Brasília).
Controladores de voo do Aeroporto Charles De Gaulle perderam contato com o avião por volta das 6h00 GMT (3h00, hora de Brasília).
Uma fonte do aeroporto disse à agência AFP que é possível que o transponder do avião (um rádio receptor-transmissor que envia e recebe sinais, incluindo o tipo de avião e sua altitude, para outros aviões e as torres de controle) esteja com defeito, mas isto é raro.
O avião tem a bordo 216 passageiros e 12 tripulantes.



BBC Brasil
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Um avião Airbus 330-200 da Air France que seguia do Rio de Janeiro para Paris desapareceu dos radares franceses quando sobrevoava o Oceano Atlântico, disseram as autoridades portuárias de Paris nesta segunda-feira, de acordo com agências de notícias internacionais.

Segundo a Reuters, o avião partiu do Rio às 19h00 de domingo e deveria chegar a Paris nesta segunda-feira às 11h15 (06h15, hora de Brasília).
Controladores de voo do Aeroporto Charles De Gaulle perderam contato com o avião por volta das 6h00 GMT (3h00, hora de Brasília).
Uma fonte do aeroporto disse à agência AFP que é possível que o transponder do avião (um rádio receptor-transmissor que envia e recebe sinais, incluindo o tipo de avião e sua altitude, para outros aviões e as torres de controle) esteja com defeito, mas isto é raro.
O avião tem a bordo 216 passageiros e 12 tripulantes.



BBC Brasil
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Um avião Airbus 330-200 da Air France que seguia do Rio de Janeiro para Paris desapareceu dos radares franceses quando sobrevoava o Oceano Atlântico, disseram as autoridades portuárias de Paris nesta segunda-feira, de acordo com agências de notícias internacionais.

Segundo a Reuters, o avião partiu do Rio às 19h00 de domingo e deveria chegar a Paris nesta segunda-feira às 11h15 (06h15, hora de Brasília).
Controladores de voo do Aeroporto Charles De Gaulle perderam contato com o avião por volta das 6h00 GMT (3h00, hora de Brasília).
Uma fonte do aeroporto disse à agência AFP que é possível que o transponder do avião (um rádio receptor-transmissor que envia e recebe sinais, incluindo o tipo de avião e sua altitude, para outros aviões e as torres de controle) esteja com defeito, mas isto é raro.
O avião tem a bordo 216 passageiros e 12 tripulantes.



BBC Brasil
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*Moçambique é o terceiro país mais afectado pelos desastres naturais em África, depois das Maurícias e Benin e um dos mais vulneráveis às mudanças climáticas que já estão a ser sentidas em todo globo, segundo estudo divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades. Esta situação resulta da sua longa costa (2700 quilómetros), na qual se situam os principais portos nas cidades de Maputo, Beira e Nacala.Como resultado, num período de 13 anos, entre 1980 e 1993, a costa moçambicana registou quatro ciclones com velocidades a se situarem entre 70 e 110 quilómetros por hora, tendo criado diversos estragos nas regiões afectadas.
Entre 1994 e 2007 Moçambique registou quase o triplo dos desastres naturais e ainda com maior intensidade, com destaque para os ciclones “Nadia”, “Bonita”, “Eline”, “Hudah”, “Jafet” e “Favio”, todos com velocidade superior a 110 quilómetros por hora, deixando para trás danos avultados que ainda hoje não foram reparados. O mais intenso foi o ciclone “Eline”, que chegou a atingir acima de 180 quilómetros horários.
O estudo foi apresentado por Rui Brito, docente da Universidade Eduardo Mondlane e envolveu especialistas nacionais e internacionais provenientes de instituições e estabelecimentos do Ensino Superior de África, Ásia e América. Os resultados do estudo trazem ao de cima o grave problema que ameaça as cidades moçambicanas num período relativamente curto.
Devido ao aumento gradual da temperatura verifica-se maior evaporação dos rios e muitos fenómenos naturais começam a conhecer alterações, como é o caso da deslocação do período chuvoso que sempre foi entre Outubro e Dezembro, passando agora para Janeiro a Março, o que afecta a produção agrícola dos camponeses. Prevê-se que os mares aumentem de níveis em consequência do degelo, o que pode influenciar no agravamento da erosão costeira e a invasão das águas marinhas nos rios, o que pode aumentar a salinidade das águas e provocar uma crise no abastecimento deste líquido vital.
“Na presente situação os especialistas desenham dois cenários possíveis de ocorrer entre 2030 e 2100. O primeiro prevê um aumento gradual do nível do mar entre 10 e 20 centímetros até 2060 devido à expansão térmica resultante do aumento da temperatura. Pode ocorrer também um aumento extremo que pode chegar até 5 metros devido à expansão térmica e ao degelo das calotes polares, não se sabendo ainda o tempo que isso poderá levar. Considerando os dois cenários, calcula-se que em 2030 a cidade da Beira, que actualmente conta com uma protecção de 3.4 metros, se acha insuficiente para os eventos anuais. Assim, em 2050 a cidade da Beira poderá se separar do interior e ficará uma ilha. O porto e linhas férreas terão de ser movidas para outros locais, para além de ser necessário estabelecer uma estratégia de evacuação organizada”, disse Rui Brito. Mesma situação pode ocorrer em Maputo, Pemba e Nampula.

* texto na escrita original
Fonte: Moçambique Magazine

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*Moçambique é o terceiro país mais afectado pelos desastres naturais em África, depois das Maurícias e Benin e um dos mais vulneráveis às mudanças climáticas que já estão a ser sentidas em todo globo, segundo estudo divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades. Esta situação resulta da sua longa costa (2700 quilómetros), na qual se situam os principais portos nas cidades de Maputo, Beira e Nacala.Como resultado, num período de 13 anos, entre 1980 e 1993, a costa moçambicana registou quatro ciclones com velocidades a se situarem entre 70 e 110 quilómetros por hora, tendo criado diversos estragos nas regiões afectadas.
Entre 1994 e 2007 Moçambique registou quase o triplo dos desastres naturais e ainda com maior intensidade, com destaque para os ciclones “Nadia”, “Bonita”, “Eline”, “Hudah”, “Jafet” e “Favio”, todos com velocidade superior a 110 quilómetros por hora, deixando para trás danos avultados que ainda hoje não foram reparados. O mais intenso foi o ciclone “Eline”, que chegou a atingir acima de 180 quilómetros horários.
O estudo foi apresentado por Rui Brito, docente da Universidade Eduardo Mondlane e envolveu especialistas nacionais e internacionais provenientes de instituições e estabelecimentos do Ensino Superior de África, Ásia e América. Os resultados do estudo trazem ao de cima o grave problema que ameaça as cidades moçambicanas num período relativamente curto.
Devido ao aumento gradual da temperatura verifica-se maior evaporação dos rios e muitos fenómenos naturais começam a conhecer alterações, como é o caso da deslocação do período chuvoso que sempre foi entre Outubro e Dezembro, passando agora para Janeiro a Março, o que afecta a produção agrícola dos camponeses. Prevê-se que os mares aumentem de níveis em consequência do degelo, o que pode influenciar no agravamento da erosão costeira e a invasão das águas marinhas nos rios, o que pode aumentar a salinidade das águas e provocar uma crise no abastecimento deste líquido vital.
“Na presente situação os especialistas desenham dois cenários possíveis de ocorrer entre 2030 e 2100. O primeiro prevê um aumento gradual do nível do mar entre 10 e 20 centímetros até 2060 devido à expansão térmica resultante do aumento da temperatura. Pode ocorrer também um aumento extremo que pode chegar até 5 metros devido à expansão térmica e ao degelo das calotes polares, não se sabendo ainda o tempo que isso poderá levar. Considerando os dois cenários, calcula-se que em 2030 a cidade da Beira, que actualmente conta com uma protecção de 3.4 metros, se acha insuficiente para os eventos anuais. Assim, em 2050 a cidade da Beira poderá se separar do interior e ficará uma ilha. O porto e linhas férreas terão de ser movidas para outros locais, para além de ser necessário estabelecer uma estratégia de evacuação organizada”, disse Rui Brito. Mesma situação pode ocorrer em Maputo, Pemba e Nampula.

* texto na escrita original
Fonte: Moçambique Magazine

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*Moçambique é o terceiro país mais afectado pelos desastres naturais em África, depois das Maurícias e Benin e um dos mais vulneráveis às mudanças climáticas que já estão a ser sentidas em todo globo, segundo estudo divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades. Esta situação resulta da sua longa costa (2700 quilómetros), na qual se situam os principais portos nas cidades de Maputo, Beira e Nacala.Como resultado, num período de 13 anos, entre 1980 e 1993, a costa moçambicana registou quatro ciclones com velocidades a se situarem entre 70 e 110 quilómetros por hora, tendo criado diversos estragos nas regiões afectadas.
Entre 1994 e 2007 Moçambique registou quase o triplo dos desastres naturais e ainda com maior intensidade, com destaque para os ciclones “Nadia”, “Bonita”, “Eline”, “Hudah”, “Jafet” e “Favio”, todos com velocidade superior a 110 quilómetros por hora, deixando para trás danos avultados que ainda hoje não foram reparados. O mais intenso foi o ciclone “Eline”, que chegou a atingir acima de 180 quilómetros horários.
O estudo foi apresentado por Rui Brito, docente da Universidade Eduardo Mondlane e envolveu especialistas nacionais e internacionais provenientes de instituições e estabelecimentos do Ensino Superior de África, Ásia e América. Os resultados do estudo trazem ao de cima o grave problema que ameaça as cidades moçambicanas num período relativamente curto.
Devido ao aumento gradual da temperatura verifica-se maior evaporação dos rios e muitos fenómenos naturais começam a conhecer alterações, como é o caso da deslocação do período chuvoso que sempre foi entre Outubro e Dezembro, passando agora para Janeiro a Março, o que afecta a produção agrícola dos camponeses. Prevê-se que os mares aumentem de níveis em consequência do degelo, o que pode influenciar no agravamento da erosão costeira e a invasão das águas marinhas nos rios, o que pode aumentar a salinidade das águas e provocar uma crise no abastecimento deste líquido vital.
“Na presente situação os especialistas desenham dois cenários possíveis de ocorrer entre 2030 e 2100. O primeiro prevê um aumento gradual do nível do mar entre 10 e 20 centímetros até 2060 devido à expansão térmica resultante do aumento da temperatura. Pode ocorrer também um aumento extremo que pode chegar até 5 metros devido à expansão térmica e ao degelo das calotes polares, não se sabendo ainda o tempo que isso poderá levar. Considerando os dois cenários, calcula-se que em 2030 a cidade da Beira, que actualmente conta com uma protecção de 3.4 metros, se acha insuficiente para os eventos anuais. Assim, em 2050 a cidade da Beira poderá se separar do interior e ficará uma ilha. O porto e linhas férreas terão de ser movidas para outros locais, para além de ser necessário estabelecer uma estratégia de evacuação organizada”, disse Rui Brito. Mesma situação pode ocorrer em Maputo, Pemba e Nampula.

* texto na escrita original
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*Moçambique é o terceiro país mais afectado pelos desastres naturais em África, depois das Maurícias e Benin e um dos mais vulneráveis às mudanças climáticas que já estão a ser sentidas em todo globo, segundo estudo divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades. Esta situação resulta da sua longa costa (2700 quilómetros), na qual se situam os principais portos nas cidades de Maputo, Beira e Nacala.Como resultado, num período de 13 anos, entre 1980 e 1993, a costa moçambicana registou quatro ciclones com velocidades a se situarem entre 70 e 110 quilómetros por hora, tendo criado diversos estragos nas regiões afectadas.
Entre 1994 e 2007 Moçambique registou quase o triplo dos desastres naturais e ainda com maior intensidade, com destaque para os ciclones “Nadia”, “Bonita”, “Eline”, “Hudah”, “Jafet” e “Favio”, todos com velocidade superior a 110 quilómetros por hora, deixando para trás danos avultados que ainda hoje não foram reparados. O mais intenso foi o ciclone “Eline”, que chegou a atingir acima de 180 quilómetros horários.
O estudo foi apresentado por Rui Brito, docente da Universidade Eduardo Mondlane e envolveu especialistas nacionais e internacionais provenientes de instituições e estabelecimentos do Ensino Superior de África, Ásia e América. Os resultados do estudo trazem ao de cima o grave problema que ameaça as cidades moçambicanas num período relativamente curto.
Devido ao aumento gradual da temperatura verifica-se maior evaporação dos rios e muitos fenómenos naturais começam a conhecer alterações, como é o caso da deslocação do período chuvoso que sempre foi entre Outubro e Dezembro, passando agora para Janeiro a Março, o que afecta a produção agrícola dos camponeses. Prevê-se que os mares aumentem de níveis em consequência do degelo, o que pode influenciar no agravamento da erosão costeira e a invasão das águas marinhas nos rios, o que pode aumentar a salinidade das águas e provocar uma crise no abastecimento deste líquido vital.
“Na presente situação os especialistas desenham dois cenários possíveis de ocorrer entre 2030 e 2100. O primeiro prevê um aumento gradual do nível do mar entre 10 e 20 centímetros até 2060 devido à expansão térmica resultante do aumento da temperatura. Pode ocorrer também um aumento extremo que pode chegar até 5 metros devido à expansão térmica e ao degelo das calotes polares, não se sabendo ainda o tempo que isso poderá levar. Considerando os dois cenários, calcula-se que em 2030 a cidade da Beira, que actualmente conta com uma protecção de 3.4 metros, se acha insuficiente para os eventos anuais. Assim, em 2050 a cidade da Beira poderá se separar do interior e ficará uma ilha. O porto e linhas férreas terão de ser movidas para outros locais, para além de ser necessário estabelecer uma estratégia de evacuação organizada”, disse Rui Brito. Mesma situação pode ocorrer em Maputo, Pemba e Nampula.

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colaboradores: carmen e maria celia

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