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28.2.09
SÃO PAULO - Cerca de 200 famílias ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiram, na madrugada deste sábado (28), a fazenda Espírito Santo, no município de Eldorado dos Carajás, sudeste paraense. As terraspertencemà Agropecuária Santa Bárbara, uma das empresas do Grupo Opportunity, pertencente ao banqueiro Daniel Dantas.
A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
A Fazenda Espírito Santo já foi invadida em dois outros pontos por cerca de 200 pessoas. De acordo com a empresa, com esta nova invasão pela entrada principal da propriedade, o grupo assumiu o controle da guarita e ninguém entra ninguém sai da fazenda.


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SÃO PAULO - Cerca de 200 famílias ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiram, na madrugada deste sábado (28), a fazenda Espírito Santo, no município de Eldorado dos Carajás, sudeste paraense. As terraspertencemà Agropecuária Santa Bárbara, uma das empresas do Grupo Opportunity, pertencente ao banqueiro Daniel Dantas.
A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
A Fazenda Espírito Santo já foi invadida em dois outros pontos por cerca de 200 pessoas. De acordo com a empresa, com esta nova invasão pela entrada principal da propriedade, o grupo assumiu o controle da guarita e ninguém entra ninguém sai da fazenda.


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A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
A Fazenda Espírito Santo já foi invadida em dois outros pontos por cerca de 200 pessoas. De acordo com a empresa, com esta nova invasão pela entrada principal da propriedade, o grupo assumiu o controle da guarita e ninguém entra ninguém sai da fazenda.


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A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
A Fazenda Espírito Santo já foi invadida em dois outros pontos por cerca de 200 pessoas. De acordo com a empresa, com esta nova invasão pela entrada principal da propriedade, o grupo assumiu o controle da guarita e ninguém entra ninguém sai da fazenda.


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A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
A Fazenda Espírito Santo já foi invadida em dois outros pontos por cerca de 200 pessoas. De acordo com a empresa, com esta nova invasão pela entrada principal da propriedade, o grupo assumiu o controle da guarita e ninguém entra ninguém sai da fazenda.


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SÃO PAULO - Cerca de 200 famílias ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiram, na madrugada deste sábado (28), a fazenda Espírito Santo, no município de Eldorado dos Carajás, sudeste paraense. As terraspertencemà Agropecuária Santa Bárbara, uma das empresas do Grupo Opportunity, pertencente ao banqueiro Daniel Dantas.
A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
A Fazenda Espírito Santo já foi invadida em dois outros pontos por cerca de 200 pessoas. De acordo com a empresa, com esta nova invasão pela entrada principal da propriedade, o grupo assumiu o controle da guarita e ninguém entra ninguém sai da fazenda.


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SÃO PAULO - Cerca de 200 famílias ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiram, na madrugada deste sábado (28), a fazenda Espírito Santo, no município de Eldorado dos Carajás, sudeste paraense. As terraspertencemà Agropecuária Santa Bárbara, uma das empresas do Grupo Opportunity, pertencente ao banqueiro Daniel Dantas.
A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
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A coordenação do MST na região informou que a invasão foi um protesto às recentes declarações do ministro do STF, Gilmar Mendes, de que repasses de verbas públicas ao movimento são ilegais. Os sem terra garantiram que não houve violência durante a ocupação, e que os funcionários da empresa que opera naquela área têm livre acesso para entrar ou sair da propriedade quando quiserem. A manifestação de Gilmar Mendes foi o que provocou a invasão.
- Essa é uma ação em protesto às manifestações públicas de Gilmar Mendes "Dantas" - disse o coordenador da ocupação em Eldorado dos Carajás, Charles Trocate, fazendo um trocadinho ao incluir ao nome do ministro o sobrenome de Daniel Dantas.
Charles refutou as denúncias de que o movimento promoveu um quebra-quebra durante a invasão.
- Não quebramos, não estamos mantendo ninguém refém, não fizemos saques, coisas que sempre querem impingir aos sem terra - disse ele, justificando a invasão também com uma decisão de janeiro deste ano do juiz da vara Agrária de Santa Maria dos Barreiras, no Pará, Líbio de Moura.
- O juiz sentenciou que essa é uma fazendo inegociável porque é uma área deassoreamentoum título que o Estado concedeu na década de 70 a alguns proprietários para que eles produzissem castanhas, mas o Daniel Dantas ganha dinheiro aqui com agropecuária. Sobre isso o Gilmar mendes não fala, não é? - disse Trocate.
Na quarta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou as invasões dos sem-terra comandadas por José Rainha , líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante o carnaval no Pontal do Paranapanema, em São Paulo . Segundo Gilmar Mendes, as ações extrapolam os limites da legalidade e a lei impede o poder público de financiar esses grupos. Nesta sexta, o MST rebateu, em nota, as críticas de Mendes e disse que não usou "nenhum centavo" de dinheiro público .
Em julho do ano passado, durante a operação Satiagraha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas , após ser preso por suspeita de corrupção.
Naquela época, o MST também invadiu uma fazenda da mesma empresa na região . A fazenda Maria Bonita foi invadida em 25 de julho. Segundo o monvimento, a invasão fazia parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, realizada em torno do Dia do Trabalhador Rural, em 25 de julho, que denuncia a lentidão no processo de criação de assentamentos, as promessas não cumpridas e a prioridade do governo ao modelo do agronegócio
Os manifestantes pedem a desapropriação da fazenda para assentar famílias de agricultores. De acordo com a direção do MST, a invasão é pacífica. Policiais da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá foram até o local. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Agropecuária Santa Bárbara, a situação na fazenda não é tranquila. De acordo com nota divulgada nesta sábado, os invasores assumiram o controle da entrada principal e destruíram vários equipamentos da propriedade.
A Fazenda Espírito Santo já foi invadida em dois outros pontos por cerca de 200 pessoas. De acordo com a empresa, com esta nova invasão pela entrada principal da propriedade, o grupo assumiu o controle da guarita e ninguém entra ninguém sai da fazenda.


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Hoje,28 de fevereiro,está sendo, em 23 países, incluindo o Brasil, o Dia Mundial das Doenças Raras ou Rare Diasease Day. O objetivo é aumentar o conhecimento a respeito das doenças raras e mostrar o impacto destas condições na vida dos pacientes. A iniciativa é da Organização Européia para Doenças Raras (EURODIS) e da Organização Nacional de Doenças Raras dos EUA (NORD). Os organizadores e apoiadores da causa pretendem sensibilizar os políticos e autoridades de saúde, sobre a importância de tratar o assunto como uma prioridade, dentro das políticas públicas de saúde de cada País. Como objetivo secundário da ação, o dia serve para mostrar para as pessoas em geral, que a raridade de uma doença é um paradoxo, ou seja, é rara enquanto não atinge alguém da sua família ou alguém do seu convívio social.
A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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Hoje,28 de fevereiro,está sendo, em 23 países, incluindo o Brasil, o Dia Mundial das Doenças Raras ou Rare Diasease Day. O objetivo é aumentar o conhecimento a respeito das doenças raras e mostrar o impacto destas condições na vida dos pacientes. A iniciativa é da Organização Européia para Doenças Raras (EURODIS) e da Organização Nacional de Doenças Raras dos EUA (NORD). Os organizadores e apoiadores da causa pretendem sensibilizar os políticos e autoridades de saúde, sobre a importância de tratar o assunto como uma prioridade, dentro das políticas públicas de saúde de cada País. Como objetivo secundário da ação, o dia serve para mostrar para as pessoas em geral, que a raridade de uma doença é um paradoxo, ou seja, é rara enquanto não atinge alguém da sua família ou alguém do seu convívio social.
A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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Hoje,28 de fevereiro,está sendo, em 23 países, incluindo o Brasil, o Dia Mundial das Doenças Raras ou Rare Diasease Day. O objetivo é aumentar o conhecimento a respeito das doenças raras e mostrar o impacto destas condições na vida dos pacientes. A iniciativa é da Organização Européia para Doenças Raras (EURODIS) e da Organização Nacional de Doenças Raras dos EUA (NORD). Os organizadores e apoiadores da causa pretendem sensibilizar os políticos e autoridades de saúde, sobre a importância de tratar o assunto como uma prioridade, dentro das políticas públicas de saúde de cada País. Como objetivo secundário da ação, o dia serve para mostrar para as pessoas em geral, que a raridade de uma doença é um paradoxo, ou seja, é rara enquanto não atinge alguém da sua família ou alguém do seu convívio social.
A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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Hoje,28 de fevereiro,está sendo, em 23 países, incluindo o Brasil, o Dia Mundial das Doenças Raras ou Rare Diasease Day. O objetivo é aumentar o conhecimento a respeito das doenças raras e mostrar o impacto destas condições na vida dos pacientes. A iniciativa é da Organização Européia para Doenças Raras (EURODIS) e da Organização Nacional de Doenças Raras dos EUA (NORD). Os organizadores e apoiadores da causa pretendem sensibilizar os políticos e autoridades de saúde, sobre a importância de tratar o assunto como uma prioridade, dentro das políticas públicas de saúde de cada País. Como objetivo secundário da ação, o dia serve para mostrar para as pessoas em geral, que a raridade de uma doença é um paradoxo, ou seja, é rara enquanto não atinge alguém da sua família ou alguém do seu convívio social.
A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
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A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
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A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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Hoje,28 de fevereiro,está sendo, em 23 países, incluindo o Brasil, o Dia Mundial das Doenças Raras ou Rare Diasease Day. O objetivo é aumentar o conhecimento a respeito das doenças raras e mostrar o impacto destas condições na vida dos pacientes. A iniciativa é da Organização Européia para Doenças Raras (EURODIS) e da Organização Nacional de Doenças Raras dos EUA (NORD). Os organizadores e apoiadores da causa pretendem sensibilizar os políticos e autoridades de saúde, sobre a importância de tratar o assunto como uma prioridade, dentro das políticas públicas de saúde de cada País. Como objetivo secundário da ação, o dia serve para mostrar para as pessoas em geral, que a raridade de uma doença é um paradoxo, ou seja, é rara enquanto não atinge alguém da sua família ou alguém do seu convívio social.
A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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Hoje,28 de fevereiro,está sendo, em 23 países, incluindo o Brasil, o Dia Mundial das Doenças Raras ou Rare Diasease Day. O objetivo é aumentar o conhecimento a respeito das doenças raras e mostrar o impacto destas condições na vida dos pacientes. A iniciativa é da Organização Européia para Doenças Raras (EURODIS) e da Organização Nacional de Doenças Raras dos EUA (NORD). Os organizadores e apoiadores da causa pretendem sensibilizar os políticos e autoridades de saúde, sobre a importância de tratar o assunto como uma prioridade, dentro das políticas públicas de saúde de cada País. Como objetivo secundário da ação, o dia serve para mostrar para as pessoas em geral, que a raridade de uma doença é um paradoxo, ou seja, é rara enquanto não atinge alguém da sua família ou alguém do seu convívio social.
A biofarmacêutica Shire Human Genetic Therapies (HGT), empresa farmacêutica que pesquisa e desenvolve tratamentos para doenças raras, está apoiando a iniciativa. Além do apoio para o Rare Disease Day, a Shire HGT está desenvolvendo um novo e completo recurso online, que deverá ser lançado ainda em 2009. Trata-se de um site chamado http://www.bravecommunity.com/, cujo objetivo é ajudar os pacientes a encontrar importantes informações sobre suas doenças e trocar experiências com outros pacientes, portadores de doenças raras como a doença de Fabry, a leucodistrofia metacromática, a síndrome de Hunter, entre outras.
As doenças raras são crônicas, graves, progressivas e constituem, muitas vezes, risco de vida para o paciente. Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. Hoje existem cerca de 5 mil doenças raras, sendo que 75% atingem crianças. Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em cada 2 mil pessoas. Já nos Estados Unidos, 1 em cada 10 indíviduos recebe o diagnóstico de uma doença rara. O Brasil adota as estimativas internacionais para designar a raridade de uma doença. Estima-se que mais de 50% das doenças raras são diagnosticadas tardiamente.
A presidente da Shire HGT, Sylvie Gregoire, disse que a Shire está comprometida em ajudar os pacientes com doenças raras a terem uma melhor qualidade de vida.” Melhorar a qualidade de vida inclui não só o tratamento, mas o acesso às informações sobre suas doenças”, disse Sylvie. “Em quase todos os Países, as pessoas portadoras de uma doença rara encontram problemas de exclusão social, falta de informação sobre sua doença, falta de tratamento, perda da qualidade de vida, da autonomia e dificuldade de reintegração no ambiente social e familiar. Por isso, este dia pretende trazer o assunto das doenças raras à tona e assim sensibilizar a todos sobre a causa, para melhorar a vida destas pessoas”, afirmou Peter Saltonstall, Presidente da NORD. No Brasil, a aprovação recente da Portaria 81, do Ministério da Saúde, em janeiro de 2009, deve garantir uma atenção especial às doenças de origem genética, que são raras na sua maioria.
A intenção da política é ir além do diagnóstico, criando condições para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Vale lembrar que o fenômeno das doenças raras é recente. Até bem pouco tempo, os sistemas de saúde ignoravam totalmente este tipo de patologia. Entretanto, graças ao Projeto Genoma Humano, que permitiu identificar a origem genética de muitas doenças, as pesquisas para desenvolver medicamentos para doenças raras avançaram bastante. Entre 1995 e 2005, foram lançados cerca de 160 novos medicamentos para patologias raras. Muitos destes medicamentos estão aprovados no Brasil, mas ainda falta acesso ao tratamento.


Países que participam do RARE DISEASE DAY
Argentina, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Colômbia, Cróacia, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Romênia, Suiça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.




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SÃO PAULO - Um bebê de 7 meses foi atacado por um cão da raça rottweiler no quintal de casa, no bairro Jardim Brasília, em Cascavel, Oeste do Paraná, no final da manhã desta sexta-feira. O menino brincava com o andador em frente ao canil quando o aparelho tombou no chão junto com a criança. Por um buraco na grade, ele foi puxado pelo cachorro. Na hora do acidente, a mãe do menino estava preparando o almoço, enquanto que a avó estava lavando roupa.
Nenhuma das duas conseguiu evitar o ataque. Foi preciso a ajuda de um vizinho para soltar a criança acertando uma pedrada na cabeça do cão e derramando um balde de água fria sobre o animal. O menino teve o pulmão perfurado, lesões no tórax e na cabeça.
O bebê foi encaminhado pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma Emergencial (Siate) ao Hospital Universitário de Cascavel. Ele passou por uma cirurgia e segue internado em estado grave na UTI, mas sem risco de morrer. Resultados de exames neurológicos indicarão se o garoto terá sequelas.
A família possuía o rottweiler há 3 anos. Ele foi comprado adulto e no período que esteve na casa não teve nenhum outro registro de ataque.


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SÃO PAULO - Um bebê de 7 meses foi atacado por um cão da raça rottweiler no quintal de casa, no bairro Jardim Brasília, em Cascavel, Oeste do Paraná, no final da manhã desta sexta-feira. O menino brincava com o andador em frente ao canil quando o aparelho tombou no chão junto com a criança. Por um buraco na grade, ele foi puxado pelo cachorro. Na hora do acidente, a mãe do menino estava preparando o almoço, enquanto que a avó estava lavando roupa.
Nenhuma das duas conseguiu evitar o ataque. Foi preciso a ajuda de um vizinho para soltar a criança acertando uma pedrada na cabeça do cão e derramando um balde de água fria sobre o animal. O menino teve o pulmão perfurado, lesões no tórax e na cabeça.
O bebê foi encaminhado pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma Emergencial (Siate) ao Hospital Universitário de Cascavel. Ele passou por uma cirurgia e segue internado em estado grave na UTI, mas sem risco de morrer. Resultados de exames neurológicos indicarão se o garoto terá sequelas.
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Nenhuma das duas conseguiu evitar o ataque. Foi preciso a ajuda de um vizinho para soltar a criança acertando uma pedrada na cabeça do cão e derramando um balde de água fria sobre o animal. O menino teve o pulmão perfurado, lesões no tórax e na cabeça.
O bebê foi encaminhado pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma Emergencial (Siate) ao Hospital Universitário de Cascavel. Ele passou por uma cirurgia e segue internado em estado grave na UTI, mas sem risco de morrer. Resultados de exames neurológicos indicarão se o garoto terá sequelas.
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Nenhuma das duas conseguiu evitar o ataque. Foi preciso a ajuda de um vizinho para soltar a criança acertando uma pedrada na cabeça do cão e derramando um balde de água fria sobre o animal. O menino teve o pulmão perfurado, lesões no tórax e na cabeça.
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O bebê foi encaminhado pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma Emergencial (Siate) ao Hospital Universitário de Cascavel. Ele passou por uma cirurgia e segue internado em estado grave na UTI, mas sem risco de morrer. Resultados de exames neurológicos indicarão se o garoto terá sequelas.
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Nenhuma das duas conseguiu evitar o ataque. Foi preciso a ajuda de um vizinho para soltar a criança acertando uma pedrada na cabeça do cão e derramando um balde de água fria sobre o animal. O menino teve o pulmão perfurado, lesões no tórax e na cabeça.
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Nenhuma das duas conseguiu evitar o ataque. Foi preciso a ajuda de um vizinho para soltar a criança acertando uma pedrada na cabeça do cão e derramando um balde de água fria sobre o animal. O menino teve o pulmão perfurado, lesões no tórax e na cabeça.
O bebê foi encaminhado pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma Emergencial (Siate) ao Hospital Universitário de Cascavel. Ele passou por uma cirurgia e segue internado em estado grave na UTI, mas sem risco de morrer. Resultados de exames neurológicos indicarão se o garoto terá sequelas.
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O bebê foi encaminhado pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma Emergencial (Siate) ao Hospital Universitário de Cascavel. Ele passou por uma cirurgia e segue internado em estado grave na UTI, mas sem risco de morrer. Resultados de exames neurológicos indicarão se o garoto terá sequelas.
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'Balloon Day' acontece neste sábado(28) em Bruxelas.Parada abre série de eventos relacionados a histórias em quadrinhos.

Os personagens Recruta Zero e Papai Smurf viraram balões gigantes no 'Balloon Day', parada realizada no centro da capital da Bélgica.


fonte:G1
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'Balloon Day' acontece neste sábado(28) em Bruxelas.Parada abre série de eventos relacionados a histórias em quadrinhos.

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'Balloon Day' acontece neste sábado(28) em Bruxelas.Parada abre série de eventos relacionados a histórias em quadrinhos.

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'Balloon Day' acontece neste sábado(28) em Bruxelas.Parada abre série de eventos relacionados a histórias em quadrinhos.

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'Balloon Day' acontece neste sábado(28) em Bruxelas.Parada abre série de eventos relacionados a histórias em quadrinhos.

Os personagens Recruta Zero e Papai Smurf viraram balões gigantes no 'Balloon Day', parada realizada no centro da capital da Bélgica.


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'Balloon Day' acontece neste sábado(28) em Bruxelas.Parada abre série de eventos relacionados a histórias em quadrinhos.

Os personagens Recruta Zero e Papai Smurf viraram balões gigantes no 'Balloon Day', parada realizada no centro da capital da Bélgica.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
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O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
As investigações também identificaram outras duas menores que teriam sofrido abusos do religioso.


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PORTO ALEGRE - O padre Cláudio Dias Costa, preso em fevereiro do ano passado em flagrante, acusado de manter relações sexuais com uma menina de nove anos, foi condenado pelo juiz Leonardo Sasso, da 3ª Vara Criminal de Rio Grande, a 309 quilômetros da capital Porto Alegre, a 13 anos e quatro meses de prisão.
O julgamento ocorreu no último dia 20 de fevereiro. Há um ano, o padre estava isolado em uma cela da Penitenciária de Rio Grande. Com a condenação, ele foi transferido para ala dos trabalhadores e deve cumprir a pena em regime fechado. A defesa do padre já entrou com recurso.
O bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroher, diz que Costa continua sendo padre e apenas foi suspenso quando foi preso. Depois que cumprir a pena, ele vai passar por um tratamento médico e psicológico e será avaliado se deve ou não continuar exercendo a função de religioso.

Padre foi preso em flagrante
O padre, que era diretor de um colégio onde estudavam cerca de 800 adolescentes, foi preso em fevereiro do ano passado, dentro de um carro na garagem da escola. O caso foi descoberto porque a vítima conseguiu fugir do veículo e entrou na igreja que fica ao lado do colégio para pedir socorro. Acionada, a polícia encontrou o religioso ainda dentro do automóvel, onde também estava uma peça de roupa íntima da menor.
- Foi feita a prisão em flagrante por atentado violento ao pudor. Inclusive a testemunha que prestou socorro, encontrou a vítima sem as vestes íntimas - disse a delegada Vanessa Pitrez.
A garota de 9 anos foi encaminhada para um abrigo.
- Como tinha um histórico de negligência da mãe, a menina não voltou para a família e foi para uma instituição - explicou à época Ana Torales, conselheira tutelar de Rio Grande, no RS.
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CURITIBA - Um filhote de ema rejeitado pelos pais foi adotado por um frango de granja em Curitiba, no Paraná. O filhote, nascido em dezembro de 2008, foi o único sobrevivente de uma ninhada nascida no Zoológico, no bairro do Alto Boqueirão. Dentro de um projeto de adoção estimulada entre animais de espécies diferentes, a ema passou a acompanhar o frango, que vive no Passeio Público, na região central da cidade. Já são três casos no mesmo parque.
A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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CURITIBA - Um filhote de ema rejeitado pelos pais foi adotado por um frango de granja em Curitiba, no Paraná. O filhote, nascido em dezembro de 2008, foi o único sobrevivente de uma ninhada nascida no Zoológico, no bairro do Alto Boqueirão. Dentro de um projeto de adoção estimulada entre animais de espécies diferentes, a ema passou a acompanhar o frango, que vive no Passeio Público, na região central da cidade. Já são três casos no mesmo parque.
A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
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A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
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A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
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A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
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A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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CURITIBA - Um filhote de ema rejeitado pelos pais foi adotado por um frango de granja em Curitiba, no Paraná. O filhote, nascido em dezembro de 2008, foi o único sobrevivente de uma ninhada nascida no Zoológico, no bairro do Alto Boqueirão. Dentro de um projeto de adoção estimulada entre animais de espécies diferentes, a ema passou a acompanhar o frango, que vive no Passeio Público, na região central da cidade. Já são três casos no mesmo parque.
A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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CURITIBA - Um filhote de ema rejeitado pelos pais foi adotado por um frango de granja em Curitiba, no Paraná. O filhote, nascido em dezembro de 2008, foi o único sobrevivente de uma ninhada nascida no Zoológico, no bairro do Alto Boqueirão. Dentro de um projeto de adoção estimulada entre animais de espécies diferentes, a ema passou a acompanhar o frango, que vive no Passeio Público, na região central da cidade. Já são três casos no mesmo parque.
A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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CURITIBA - Um filhote de ema rejeitado pelos pais foi adotado por um frango de granja em Curitiba, no Paraná. O filhote, nascido em dezembro de 2008, foi o único sobrevivente de uma ninhada nascida no Zoológico, no bairro do Alto Boqueirão. Dentro de um projeto de adoção estimulada entre animais de espécies diferentes, a ema passou a acompanhar o frango, que vive no Passeio Público, na região central da cidade. Já são três casos no mesmo parque.
A ema foi trazida para tratamento no Passeio Público após a rejeição da mãe. Como as emas vivem em grupos, foi colocada com o frango. Ela aprendeu a se alimentar com mãe adotiva e pode ser vista ao lado dela na exposição do parque. A ema voltará ao Zoológico quando se desenvolver o suficiente para viver com outras da mesma espécie.
O responsável pela aproximação de mães e filhos adotivos foi o tratador Edson Valtrick, que trabalha há 23 anos no Passeio Público.
- Mesmo sendo de espécies diferentes, eles têm os mesmos hábitos alimentares e a necessidade de viver em grupos, então segui a intuição - contou Valtrick em nota no site da prefeitura.
Valtrick é supervisionado por veterinários e biólogos, que acompanham as aproximações. O primeiro caso foi um filhote de periquito verde adotado por uma curica-violeta, animal pertencente ao grupo dos periquitos. O filhote também havia sido abandonado pelos pais biológicos. As aves estão juntas há dois meses.
Depois do sucesso com o periquito verde, Valtrick promoveu mais uma adoção. Uma ararajuba, espécie de arara, nascida numa ninhada de três, foi adotada há duas semanas por uma arara-severa, animal do mesmo grupo.
A ararajuba e o periquito verde estão no setor de isolamento do Passeio Público e ficarão lá por quatro meses até aprenderem a se alimentar sozinhos.


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BOSTON - Apesar dos seguidores de dietas específicas garantirem que seu plano alimentar é a fórmula do sucesso, pesquisadores afirmam que o mais importante para uma perda de peso a longo prazo é controlar a quantidade de calorias ingeridas diariamente. A pesquisa, publicada na última edição do "New England Journal of Medicine", mostra que qualquer dieta de baixas calorias, rica em fibras e com poucas gorduras saturadas funciona se feita corretamente.
Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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BOSTON - Apesar dos seguidores de dietas específicas garantirem que seu plano alimentar é a fórmula do sucesso, pesquisadores afirmam que o mais importante para uma perda de peso a longo prazo é controlar a quantidade de calorias ingeridas diariamente. A pesquisa, publicada na última edição do "New England Journal of Medicine", mostra que qualquer dieta de baixas calorias, rica em fibras e com poucas gorduras saturadas funciona se feita corretamente.
Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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BOSTON - Apesar dos seguidores de dietas específicas garantirem que seu plano alimentar é a fórmula do sucesso, pesquisadores afirmam que o mais importante para uma perda de peso a longo prazo é controlar a quantidade de calorias ingeridas diariamente. A pesquisa, publicada na última edição do "New England Journal of Medicine", mostra que qualquer dieta de baixas calorias, rica em fibras e com poucas gorduras saturadas funciona se feita corretamente.
Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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BOSTON - Apesar dos seguidores de dietas específicas garantirem que seu plano alimentar é a fórmula do sucesso, pesquisadores afirmam que o mais importante para uma perda de peso a longo prazo é controlar a quantidade de calorias ingeridas diariamente. A pesquisa, publicada na última edição do "New England Journal of Medicine", mostra que qualquer dieta de baixas calorias, rica em fibras e com poucas gorduras saturadas funciona se feita corretamente.
Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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BOSTON - Apesar dos seguidores de dietas específicas garantirem que seu plano alimentar é a fórmula do sucesso, pesquisadores afirmam que o mais importante para uma perda de peso a longo prazo é controlar a quantidade de calorias ingeridas diariamente. A pesquisa, publicada na última edição do "New England Journal of Medicine", mostra que qualquer dieta de baixas calorias, rica em fibras e com poucas gorduras saturadas funciona se feita corretamente.
Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Leila Diniz
Uma entrevista histórica ao semanário "Pasquim", em 1969, Leila Diniz disse: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Para a moral da época, foi algo revolucionário. Jovem, alegre e bonita, Leila falava de sua vida sem constrangimento algum. Os trechos com palavrões na entrevista foram substituídos por asteriscos. A ditadura militar que vigorava no Brasil de então reagiu prontamente às afirmações da atriz e decretou a censura prévia no jornal. Leila atraiu também a indignação nas feministas, em pé de guerra naqueles anos, que a acusaram de servir aos homens. Alegando razões morais, a TV Globo não renovou contrato com a atriz. O apresentador Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, a empregou então como jurada em seu programa de auditório, em1970, e a escondeu da polícia política.
Aos 15 anos, Leila trabalhou como professora, ensinando crianças do maternal e jardim de infância. Desde aquele primeiro emprego queria mudar a maneira como as coisas eram feitas. Por exemplo, aboliu a sua mesa para ficar sempre entre os alunos. Em 1961, com 17 anos, se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Estreou como atriz dirigida pelo marido, na peça infantil "Em Busca do Tesouro". No ano seguinte, foi corista em um show de Carlos Machado. Em 1964, contracenou com Cacilda Becker em "O preço de um homem". No ano seguinte, iniciou a carreira na televisão em papéis menores até ganhar papéis em "Eu compro essa mulher" e "O Sheik de Agadir", ambas escritas por Glória Magadan. No total, fez 12 novelas na TV Globo, TV Excelsior e TV Tupi. Fez também publicidade de refrigerantes, sabonetes e creme dental. Leila foi dirigida pelo ex-marido em dois filmes. O primeiro deles, "Todas as mulheres do mundo", incorporou histórias da vida em comum do casal, e, em 1967, "Edu, Coração de Ouro", história de um malandro carioca classe média estrelado por Paulo José. Baseado no romance de Antônio Callado, "Madona de Cedro", foi um de seus melhores momentos, sob a direção de Carlos Coimbra.
Entre papéis de protagonista, coadjuvante e participações especiais, Leila atuou em 14 filmes. Em 1968, foi à Alemanha representar "Fome de amor", de Nelson Pereira dos Santos, no Festival de Berlim. Leila reabilitou o teatro de revista com uma curta carreira de vedete no espetáculo "Tem Banana na Banda", improvisando a partir dos textos de Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho.
Em 1971, casou-se com o diretor de cinema Rui Guerra, pai de sua filha Janaína. É eleita a Grávida do Ano no programa do Chacrinha.
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou a tradicional família brasileira ao exibir a sua gravidez de oito meses, na praia de biquíni e ao amamentar a filha Janaína diante das câmeras. Defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. Morreu em 1972, em um acidente de avião na Índia, no auge de sua fama. Voltava de um festival de cinema na Austrália, onde ganhara o prêmio de melhor atriz com o filme "Mãos vazias".
A breve história de Leila Diniz foi como um terremoto a sacudir os usos e costumes da sociedade brasileira – especialmente nos anos 60, quando ela se transformou no maior ícone da liberdade feminina. O mundo ouvia rock’n’roll, o Brasil irradiava a bossa nova e Leila desafiava, enfrentava, estimulava e divertia os brasileiros com atitudes e simbolismo. Como atriz, tornou-se musa do embrionário cinema novo, movimento que propunha o rompimento dos padrões estéticos adotados até então – com base forte no modelo hollywoodiano.
No plano pessoal, desafiava regras que julgava impostas: era capaz de dizer palavrões em público, dar entrevistas em que revelava preferências sexuais ou trocar de namorado sem dar satisfações a ninguém. Em 1969, em entrevista ao jornal alternativo Pasquim, motivou a lei de censura prévia, apelidada de Decreto Leila Diniz, produzida pelo ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. “Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, dizia. Sua imagem mais célebre, de 1971, na qual posou grávida de biquíni, na praia carioca de Ipanema, tinha o ineditismo incômodo que levou-a a ser acusada por feministas de servir aos homens.
A esquerda a considerava artificial e a direita, imoral. Leiluska, como era chamada pelos amigos, saiu de casa aos 17 anos para morar com o cineasta Domingos de Oliveira, que a dirigiu em Todas as Mulheres do Mundo (1966). Mais tarde, casou-se com o também cineasta Ruy Guerra, pai de sua única filha, Janaína. Sete meses depois do nascimento da menina, Leila morreu no acidente aéreo em que o avião da Japan Airlines explodiu perto de Nova Déli, na Índia. A atriz voltava da Austrália, onde participara do Festival Internacional de Adelaide para promover o filme Mãos Vazias. Leila havia antecipado o vôo de volta por causa da saudade que sentia da filha. Mãe devotada, morreu aos 27 anos e deixou um exemplo para sua geração: Leila viveu a vida com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão.
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Polícia suspeita de homicídio em queda de menor em SP

Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Polícia suspeita de homicídio em queda de menor em SP

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Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

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A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

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A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Polícia suspeita de homicídio em queda de menor em SP

Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
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Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  ver comentários (2) comentar

Polícia suspeita de homicídio em queda de menor em SP

Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

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Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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Esta manchete foi uma das primeiras a serem publicadas, logo após a tragédia que representou a morte da menina Isabella Nardoni.
Lembro-me exatamente que na noite de sábado, 29 de março de 2008, garoava em São Paulo e eu lia as últimas notícias pela internet,quando me deparei com a foto do prédio , na zona Norte, e a notícia de que uma menina de cinco anos havia caído do 6° andar. Recordo-me que fiquei chocada, mas nada se compararia ao que viria depois.
Já na segunda-feira, pairava no ar a possibilidade de que seu pai , Alexandre Nardoni e sua madrasta, Ana Carolina Jatobá fossem os causadores da morte da menina, que se tornaria um ícone da Justiça.
Meus sentimentos nos dias seguintes devem ter sido os mesmos de milhares de pessoas em todo o Brasil e fora dele também, pois o caso atravessou fronteiras e chocou outras tantas pessoas fora do país.
Eu e Maria Celia, convidamos vocês , leitores do blog, a manifestarem seus sentimentos na época e relembrar conosco todos estes meses de angústia, sofrimento, indignação, revolta, que ainda persistem em nossos corações e que somente serão amainados, com a punição adequada dos culpados.
A cena que mais me emocionou e ainda me toca profundamente, foi imaginar Ana Carolina de Oliveira, dizendo à meninha caída na grama: "Mamãe está aqui. Tudo vai dar certo."............

Veja a notícia a que se refere a chamada:

Da Agência Estado
A policia vai aguardar os laudos dos exames periciais, que ficarão prontos em cerca de 30 dias, para esclarecer as circunstâncias que causaram a morte da menor Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, ontem à noite na zona norte de São Paulo. Ela morreu ao cair do sexto andar de um edifício localizado na Vila Isolina Mazzei. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, afirmou trabalhar com a hipótese de homicídio, apontando que há fortes indícios de que a criança tenha sido arremessada por alguém.
Filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, divorciados, Isabella visitava a cada 15 dias o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante. Segundo o depoimento de Alexandre, ontem ele levou a menina até o apartamento e deixou-a acomodada na cama, descendo em seguida para buscar sua atual mulher, que aguardava no carro com outras duas crianças, de 11 meses e três anos.
O pai contou que ao retornar ao apartamento ouviu um barulho, olhou pela janela e viu a criança estendida no solo. Segundo Alexandre, o apartamento havia sido invadido por um ladrão.
"Esta versão não me convence, devido à ausência de sinais de arrombamento no apartamento", afirmou o delegado Calil Filho. Além disso, ele chamou a atenção para o fato de a tela da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences. No entanto, o delegado afirmou que Alexandre e Anna Carolina não são suspeitos. "Eles são averiguados", frisou. Entre outros depoimentos que pretende reunir no inquérito, o delegado informou que deverá ouvir um engenheiro com quem Alexandre teria brigado há dias.
O porteiro do edifício também afirmou não ter notado nenhum movimento ou sinal que indicasse arrombamento e teria ouvido apenas o barulho do corpo da menina caindo no solo. Alexandre Nardoni deve ser liberado ainda hoje, a exemplo de Anna Carolina Peixoto. O corpo de Isabella Oliveira já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e será sepultado amanhã no Cemitério Parque dos Pinheiros. O avô materno da menina, Jorge Arcanjo Oliveira, disse no IML que a relação de Isabella com a madrasta "era ótima". A mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira, não teve condições de ir ao IML porque estava em estado de choque.


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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

link do postPor anjoseguerreiros, às 13:26  comentar


O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
Leonardo Ferreira - 14/02/2009

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O norte-americano David Goldman visitou Sean duas vezes no Rio de Janeiro

Segurando as lágrimas que vinha acumulando há mais de 4 anos e meio, David Goldman, residente em Tinton Falls, New Jersey, tentou descrever as emoções que sentiu ao finalmente ser capaz de abraçar seu filho e dizer-lhe o quanto o ama.
“Foi a coisa mais bonita que já vi desde o seu nascimento. Foi incrível. Fantástico. Consegui ver o meu filho”, disse David à apresentadora Meredith Vieira, do programa Today, via telefone do Rio de Janeiro.
O dia anterior, acompanhado pela representante do Governo norte-americano Chris Smith, Goldman finalmente acordou do pesadelo que começou em junho de 2004, quando sua esposa, Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, deixou os Estados Unidos com seu filho, Sean Goldman, durante uma viagem de férias de 2 semanas para visitar familiares no Brasil. Ela nunca retornou.
Desde então, David já viajou várias vezes ao Rio de Janeiro na tentativa de rever o filho, mas todo o contato que lhe foi permitido consistiu de breves ligações telefônicas.
A Corte em New Jersey determinou que Bruna deveria ir para uma audiência sobre a custódia da criança, mas, apesar dos tratados internacionais e acordos entre o Brasil e Estados Unidos, ela recusou-se a retornar aos EUA e conceder a custódia de Sean.
Ao invés disso, Bruna divorciou-se de David através de um procedimento legal que viola as leis internacionais e casou-se com um influente advogado brasileiro (João Paulo Lins e Silva). Entretanto, em agosto do ano passado, ela faleceu em virtude de complicações após o parto de seu segundo filho (uma menina). Após sua morte, o padrasto de Sean apresentou uma petição à Corte brasileira para tirar o nome de Goldman da certidão de nascimento da criança.
Embora a justiça parecesse estar contra ele, David nunca desistiu de lutar pela custódia do filho. Finalmente, com a ajuda de Smith e um congressista de New Jersey que acompanhou Goldman ao Brasil, pai e filho encontraram-se para uma visita na última segunda-feira, 9 de fevereiro.
“Depois de todo esse tempo, consegui vê-lo, abraça-lo e dizer-lhe o quanto o amo e o quanto senti saudades e como era bom estar com ele”, disse Goldman.
Ele não tinha a mínima idéia se Sean lembrava-se dele e como o receberia, revelou David.
“Estava esperando o pior e, quando nossos braços se cruzaram, foi completamente diferente. Foi lindo”, disse ele à Vieira, tentando conter as lágrimas durante todo o tempo que falou.
Sean perguntou a seu pai por que demorou tanto para que ele o visitasse. “Isso foi doloroso”, disse Goldman. “Vi a angústia em seu rosto”.
O que dizer ao menino? Goldman estava relutante em contar a Sean como sua mãe o deixou e, então, recusou-se a deixar vê-lo.
“Não quis magoá-lo contando-lhe toda a verdade, então, disse-lhe que as leis estavam fazendo as coisas muito difíceis”, disse Goldman. “Eu disse: Sean, eu estive aqui muitas, muitas vezes para tentar estar com você. A última vez que estive aqui, fiquei 10 dias e mesmo assim não consegui estar com você”.
Smith disse à Associated Press que David jogou basquete e nadou com Sean durante a visita de segunda-feira. Goldman se encontraria com o filho também na terça-feira (10). Vieira perguntou qual eram os planos para a visita de terça-feira.
“Farei tudo que puder com ele. Tudo depende das restrições”, respondeu ele.
Durante uma entrevista com Amy Robach, correspondente do Today, e Susan Filan, analista legal sênior da NBC, ela disse que eventualmente David conseguirá a custódia legal do filho, cujo quarto em Tinton Falls (NJ) permanece do mesmo jeito que no dia em que ele e sua mãe foram ao Brasil há mais de 4 anos atrás. Filan acrescentou que as leis internacionais e os acordos entre o Brasil e Estados Unidos determinam claramente os direitos paternos de Goldman.
“Você não pode tirar uma criança de um país e esconder no outro e dizer que está tudo bem”, comentou Filan. “Não há dúvidas que esse caso deva ser decidido na Corte de New Jersey”.
Filan disse que analisou o caso de todos os ângulos e não encontrou nenhuma justificação legal ou explicação para como a justiça brasileira ter agido desse jeito.
Conforme todas as leis, o homem que casou-se com a ex-mulher de Goldman “não possui nenhum direito sobre essa criança”.

Ela também comentou que a mudança de administração em Washington – DC e o envolvimento pessoal da Representante Smith claramente ajudaram a pressionar o caso. A atenção pública dedicada ao caso deveria envergonhar o governo brasileiro por ceder aos parâmetros da lei, disse ela.
“Uma vez que um governo acusa outro governo de violar um tratado, é vergonhoso”, comentou ela.
Filan alertou que talvez demore algum tempo para que Sean finalmente venha morar com seu pai em New Jersey. “Não acho que será tão rápido como todo mundo quer, mas penso que finalmente isso irá acontecer”, concluiu Smith.
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Minha mãe, que tem 75 anos, toma o avelos, preparado na cidade de Bom Jardim - Pernambuco, há quase 3 anos (dela é no pulmão). Quem viu o antes e depois fica surpreso. Por enqto.,está tudo sob controle, mas a qualidade de vida dela melhorou muito, deu ânimo novo . A todos que, insistiram na pesquisa, meus parabéns! E parabens tambem às pessoas mais antigas, q com sua sabedoria, já fazem uso da planta há muito tempo. Renata
Postado por Anônimo no blog Anjos e Guerreiros em 28 de Fevereiro de 2009 11:27
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Minha mãe, que tem 75 anos, toma o avelos, preparado na cidade de Bom Jardim - Pernambuco, há quase 3 anos (dela é no pulmão). Quem viu o antes e depois fica surpreso. Por enqto.,está tudo sob controle, mas a qualidade de vida dela melhorou muito, deu ânimo novo . A todos que, insistiram na pesquisa, meus parabéns! E parabens tambem às pessoas mais antigas, q com sua sabedoria, já fazem uso da planta há muito tempo. Renata
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MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:29  comentar

MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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MANAUS - Dois peritos feridos durante a explosão da sede da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas, em Manaus, estão em coma induzido e respiram por aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva, segundo informações do Hospital 28 de Agosto, para onde eles foram levados. Os dois estão com 95% do corpo queimado e passaram por cirurgias na madrugada deste sábado. O estado de ambos é grave, de acordo com o hospital. Eles foram identificados como Max Neves e Maurício Barreto. Um outro perito também ficou ferido, mas já foi liberado, segundo o hospital.
O corpo de Antonio Carlos Oliveira, de 45 anos, que morreu durante o acidente foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado durante a madrugada. O velório deve acontecer na Câmara Municipal.
A explosão aconteceu num laboratório de criminalística, no prédio que está na zona centro-oeste de Manaus. Segundo relato de testemunhas, a explosão aconteceu por volta das 17h20m, quando seis agentes tentavam abrir um cilindro apreendido esta semana pela PF. A suspeita era a de que ele conteria drogas. Ao utilizarem um maçarico, o artefato explodiu.
Um das testemunhas afirmou que uma das vítimas saiu com o couro cabeludo queimado. Outro funcionário, disse a testemunha, perdeu a mão direita na explosão.
- Foi um desespero. Todos correram. O barulho foi ensurdecedor - disse.
Segundo as testemunhas, portas foram arrancadas e a explosão abriu um buraco no teto.
O agente Antônio Oliveira foi levado em estado grave para o Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau e morreu. Presos foram transferidos para presídios
O departamento onde ocorreu a explosão fica sob a carceragem, onde estão sete presos. Nenhum deles ficou ferido. Segundo um agente federal, o local foi afetado, o que forçou a transferência dos presos para o Instituto Penal Antonio Trindade.
No momento da explosão, havia pelo menos três jornalistas na sede da PF. Entre eles, Caio Mota, do jornal "Diário do Amazonas", que foi atingido.
- Depois do barulho, voaram estilhaços de vidro e de cimento para todos os lados. Cheguei a receber uma pancada na cabeça. Mas nada grave - disse Caio.
As causas do incidente serão investigadas por uma equipe da própria Polícia Federal. A explosão foi seguida de um princípio de incêndio no local. Toda estrutura do laboratório, utilizado para análises de drogas e outros materiais apreendidos, ficou comprometida pelo fogo. Parte do telhado do prédio foi arrancada com a explosão. O imóvel foi interditado e a perícia deve começar ainda neste fim de semana. Só depois a PF deve se pronunciar sobre as causas da explosão.


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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:21  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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SÃO PAULO - A estudante do segundo ano de Pedagogia da da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), Layane Cristina da Silva, de 20 anos, acusada de queimar com uma mistura química a caloura Priscila Muniz, de 18 anos e grávida de 3 meses, negou que tenha tido a intenção de machucar a vítima. Em depoimento à polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, Layane disse que entrou numa loja veterinária, na companhia de um outro estudante da Funec, e pediu a atendente um produto que deixasse mal cheiro. Acabou comprando creolina, indicada pela atendente.
Segundo a polícia, o produto químico, além de Priscila, teria queimado outros três calouros durante trote na noite do último dia 9, na saída da universidade.
- Ela resolveu comprar creolina por causa do mau cheiro. Disse que não tinha a intenção de causar queimadura e afirmou que jogou o líquido apenas na Priscila - disse o delegado Gervásio Fávaro, que investiga o caso.
Ainda segundo Fávaro, uma testemunha disse que teria avisado Layane que a creolina poderia causar queimadura, o que teria sido ignorado pela veterana.
- Ela sabia disso, teria sido avisada. Ainda que ela diga que não teve a intenção, foi um ato doloso e ela responderá por isso. Estamos agora aguardando o resultado dos novos exames médicos para indiciá-la por lesão corporal leve ou grave - diz Gervásio.
O delegado disse que agora pretende ouvir outros estudantes que participaram do trote, inclusive o que acompanhou Layane na veterinária onde o produto foi comprado. A responsável pelo estabelecimento também deve ser ouvida. Lei Antitrote
A Câmara Municipal de Santa Fé do Sul aprovou nesta quarta-feira de Cinzas, em regime de urgência e por unanimidade (9 votos), um projeto de lei que proíbe o trote dentro e fora da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), única universidade do município.
O projeto, de autoria do vereador Edinho Barbieri (PSDB), permite apenas os trotes solidários e culturais. A proposta foi apresentada aos vereadores de Santa Fé do Sul logo após Priscila e outros três alunos serem queimados durante os trotes.

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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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Xuxa vai promover um concurso na TV Globo para encontrar o ator que interpretará o príncipe que vai contracenar com Sasha no seu próximo filme. Os candidatos se cadastrarão na produção do programa dela e passarão por eliminatórias na televisão, até ser selecionado o menino de 13 a 15 anos que fará par com a filha da apresentadora no longa-metragem. A menina já apareceu ao lado da apresentadora na televisão, mas esta será a primeira vez que as duas vão trabalhar juntas no cinema.
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RIO - Sentado diante da jornalista Meredith Vieira, uma das apresentadoras do programa "Dateline", da Rede NBC, o ex-modelo americano David Goldman contou, emocionado, a sua história. Ele se casou com a carioca Bruna Bianchi em dezembro de 1999 e passou a viver um conto de fadas com a "garota de Ipanema". Eles moravam em Nova Jersey e a rotina do casal girava em função do filho nascido cinco meses após a união. Tudo parecia perfeito até que Bruna decidiu viajar ao Brasil com a criança por duas semanas, em junho de 2004. Após desembarcar no Rio de Janeiro, ela ligou para o marido informando que não voltaria mais. Queria a separação. Bruna conseguiu a guarda do filho e refez a sua vida. Casou-se com o advogado João Paulo Lins e Silva, engravidou novamente e veio a tragédia. Ela morreu após o parto, aos 34 anos, em agosto de 2008.
Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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RIO - Sentado diante da jornalista Meredith Vieira, uma das apresentadoras do programa "Dateline", da Rede NBC, o ex-modelo americano David Goldman contou, emocionado, a sua história. Ele se casou com a carioca Bruna Bianchi em dezembro de 1999 e passou a viver um conto de fadas com a "garota de Ipanema". Eles moravam em Nova Jersey e a rotina do casal girava em função do filho nascido cinco meses após a união. Tudo parecia perfeito até que Bruna decidiu viajar ao Brasil com a criança por duas semanas, em junho de 2004. Após desembarcar no Rio de Janeiro, ela ligou para o marido informando que não voltaria mais. Queria a separação. Bruna conseguiu a guarda do filho e refez a sua vida. Casou-se com o advogado João Paulo Lins e Silva, engravidou novamente e veio a tragédia. Ela morreu após o parto, aos 34 anos, em agosto de 2008.
Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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RIO - Sentado diante da jornalista Meredith Vieira, uma das apresentadoras do programa "Dateline", da Rede NBC, o ex-modelo americano David Goldman contou, emocionado, a sua história. Ele se casou com a carioca Bruna Bianchi em dezembro de 1999 e passou a viver um conto de fadas com a "garota de Ipanema". Eles moravam em Nova Jersey e a rotina do casal girava em função do filho nascido cinco meses após a união. Tudo parecia perfeito até que Bruna decidiu viajar ao Brasil com a criança por duas semanas, em junho de 2004. Após desembarcar no Rio de Janeiro, ela ligou para o marido informando que não voltaria mais. Queria a separação. Bruna conseguiu a guarda do filho e refez a sua vida. Casou-se com o advogado João Paulo Lins e Silva, engravidou novamente e veio a tragédia. Ela morreu após o parto, aos 34 anos, em agosto de 2008.
Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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RIO - Sentado diante da jornalista Meredith Vieira, uma das apresentadoras do programa "Dateline", da Rede NBC, o ex-modelo americano David Goldman contou, emocionado, a sua história. Ele se casou com a carioca Bruna Bianchi em dezembro de 1999 e passou a viver um conto de fadas com a "garota de Ipanema". Eles moravam em Nova Jersey e a rotina do casal girava em função do filho nascido cinco meses após a união. Tudo parecia perfeito até que Bruna decidiu viajar ao Brasil com a criança por duas semanas, em junho de 2004. Após desembarcar no Rio de Janeiro, ela ligou para o marido informando que não voltaria mais. Queria a separação. Bruna conseguiu a guarda do filho e refez a sua vida. Casou-se com o advogado João Paulo Lins e Silva, engravidou novamente e veio a tragédia. Ela morreu após o parto, aos 34 anos, em agosto de 2008.
Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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RIO - Sentado diante da jornalista Meredith Vieira, uma das apresentadoras do programa "Dateline", da Rede NBC, o ex-modelo americano David Goldman contou, emocionado, a sua história. Ele se casou com a carioca Bruna Bianchi em dezembro de 1999 e passou a viver um conto de fadas com a "garota de Ipanema". Eles moravam em Nova Jersey e a rotina do casal girava em função do filho nascido cinco meses após a união. Tudo parecia perfeito até que Bruna decidiu viajar ao Brasil com a criança por duas semanas, em junho de 2004. Após desembarcar no Rio de Janeiro, ela ligou para o marido informando que não voltaria mais. Queria a separação. Bruna conseguiu a guarda do filho e refez a sua vida. Casou-se com o advogado João Paulo Lins e Silva, engravidou novamente e veio a tragédia. Ela morreu após o parto, aos 34 anos, em agosto de 2008.
Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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RIO - Sentado diante da jornalista Meredith Vieira, uma das apresentadoras do programa "Dateline", da Rede NBC, o ex-modelo americano David Goldman contou, emocionado, a sua história. Ele se casou com a carioca Bruna Bianchi em dezembro de 1999 e passou a viver um conto de fadas com a "garota de Ipanema". Eles moravam em Nova Jersey e a rotina do casal girava em função do filho nascido cinco meses após a união. Tudo parecia perfeito até que Bruna decidiu viajar ao Brasil com a criança por duas semanas, em junho de 2004. Após desembarcar no Rio de Janeiro, ela ligou para o marido informando que não voltaria mais. Queria a separação. Bruna conseguiu a guarda do filho e refez a sua vida. Casou-se com o advogado João Paulo Lins e Silva, engravidou novamente e veio a tragédia. Ela morreu após o parto, aos 34 anos, em agosto de 2008.
Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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Os pais de Bruna Bianchi e os Lins e Silva ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a disputa, por causa do segredo de Justiça exigido em casos na vara de família. Documentos, entre eles um depoimento de Bruna escrito após a separação e enviado à Suprema Corte de Nova Jersey, onde existia um outro processo pela guarda do menino, mostrariam que o tal conto de fadas, de fato, nunca teria existido, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo neste sábado quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . Após o nascimento do filho, o casal teria se distanciado. Bruna reclamava da sobrecarga de trabalho para sustentar sozinha a família. Fluente em italiano, ela dava aulas numa escola local e se responsabilizava por todas as contas da casa. Nos últimos quatro anos, Goldman acusou a família de nunca ter permitido visitas ao garoto. A família nega o fato.
- Meu pai chegou inclusive a pagar uma passagem aérea para o David vir ao Brasil. Mas ele se recusou a usá-la. Esse tipo de detalhe ele não menciona nas entrevistas - afirma Luca Bianchi, irmão de Bruna. - David recebe doações em seu site, além de vender camisetas, bonés e canecas com o rosto do garoto. Está explorando a imagem do próprio filho para arrecadar dinheiro.
A indignação predomina na família. Segundo relatou Maria Augusta Carneiro Ribeiro, tia de Bruna, em uma mensagem divulgada na internet, David chegou a fazer um acordo logo após o divórcio.
"David iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar US$ 150 mil", escreveu Maria Augusta. "(...) O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram abertos processos."
Na quarta-feira, a disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso. Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.


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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
Secretário de Redação da Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
Secretário de Redação da Folha Online
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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
Secretário de Redação da Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
Secretário de Redação da Folha Online
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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

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Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

Por RICARDO FELTRIN
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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora de imóvel do ex-deputado e ex-ministro José Dirceu por causa de uma dívida judicial. Dirceu foi condenado, em segunda instância, a pagar custas processuais de ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia(1987-1990).

Justiça manda penhorar casa de Dirceu para pagar custa de ação contra governo Quércia
Com o fim da ação, o ex-ministro da Casa Civil foi condenado a arcar com os honorários de um perito contratado no caso. Em valores atualizados, Dirceu deve cerca de R$ 120 mil ao perito. O advogado do ex-ministro rejeita esse valor.
O perito em questão foi um dos elementos usados pela Justiça para apurar a denúncia de Dirceu, então deputado estadual. Ele questionava judicialmente uma compra de caminhões pelo governo do Estado.
A compra foi feita sem licitação em 1989, pelo então secretário da Segurança Pública, Luís Antonio Fleury Filho. Ao final do processo, a Justiça concluiu que a compra foi feita "dentro da legalidade" e eximiu o Estado. A ação foi arquivada. Sobraram para o reclamante Dirceu os gastos do processo.
Procurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Bueno de Aguiar, que defende o ex-ministro da Casa Civil, afirmou que vai recorrer.
Para ele, "é inaceitável que a única casa de Dirceu seja penhorada". O advogado defenderá ainda que a dívida "já prescreveu".
A penhora do imóvel, localizado em Vinhedo (SP), foi decidida por unanimidade pela Justiça em 1º de dezembro, mas ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O relator foi o desembargador Oliveira Santos.
O escritório que defende o perito a quem Dirceu deve os honorários afirma que vai pedir que o imóvel vá a leilão "o mais rapidamente possível".
"Não podemos comentar processos em andamento, mas nesse caso está claro que o ex-ministro não quer pagar o que deve. E deve, aliás, a um profissional que nada tem a ver com seus interesses políticos, sejam os do passado, sejam os atuais", declarou o advogado Kiomori André Mori, 36.

Roubo
A propriedade penhorada de Dirceu está localizada em um condomínio de alto padrão.
O imóvel, aliás, foi assaltado em novembro de 2005, quando uma dupla criminosa arrombou o local.
Segundo o boletim de ocorrência lavrado na delegacia de Vinhedo, foram furtadas "uma TV de plasma de grande porte", "charutos importados" e "guloseimas finas". Também houve leve depredação: os criminosos beberam uísque importado e fumaram charutos do ex-ministro em seu próprio quarto.
Não havia pessoas na casa no momento do crime. Nem bandidos nem objetos foram jamais encontrados.
A segurança do condomínio disse à polícia só ter notado o arrombamento na manhã seguinte ao crime.

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RIO - Alguns dias depois de passar pelo tapete vermelho mais disputado de Hollywood, o ator mirim que ajudou o filme "Quem quer um milionário?" a levar oito Oscar para casa, levou uma surra do pai, na favela onde mora, em Mumbai, na Índia. O tablóide britânico "The Sun" publicou uma foto de Azharuddin Mohammed chorando. O menino, que foi recebido como um herói nesta quinta-feira, teria se recusado a receber a imprensa e ficar exposto como um troféu. O pai, Ismail, perdeu a cabeça.
Cansado após a viagem de avião de Los Angeles para Mumbai, Azharuddin tirou folga da escola e preferiu ficar dentro de casa. As cenas não duraram mais do que 30 segundos. A mãe de Azharuddin chorou e pediu para que Ismail parasse de bater no menino, mas ele continuou insistindo na punição.
"Eu me desculpo por ter feito o que fiz. Estava confuso e estressado com a chegada do meu filho. Saí de mim por um minuto. Amo meu menino e estou muito feliz de tê-lo em casa novamente", declarou o pai, arrependido.


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RIO - Alguns dias depois de passar pelo tapete vermelho mais disputado de Hollywood, o ator mirim que ajudou o filme "Quem quer um milionário?" a levar oito Oscar para casa, levou uma surra do pai, na favela onde mora, em Mumbai, na Índia. O tablóide britânico "The Sun" publicou uma foto de Azharuddin Mohammed chorando. O menino, que foi recebido como um herói nesta quinta-feira, teria se recusado a receber a imprensa e ficar exposto como um troféu. O pai, Ismail, perdeu a cabeça.
Cansado após a viagem de avião de Los Angeles para Mumbai, Azharuddin tirou folga da escola e preferiu ficar dentro de casa. As cenas não duraram mais do que 30 segundos. A mãe de Azharuddin chorou e pediu para que Ismail parasse de bater no menino, mas ele continuou insistindo na punição.
"Eu me desculpo por ter feito o que fiz. Estava confuso e estressado com a chegada do meu filho. Saí de mim por um minuto. Amo meu menino e estou muito feliz de tê-lo em casa novamente", declarou o pai, arrependido.


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RIO - Alguns dias depois de passar pelo tapete vermelho mais disputado de Hollywood, o ator mirim que ajudou o filme "Quem quer um milionário?" a levar oito Oscar para casa, levou uma surra do pai, na favela onde mora, em Mumbai, na Índia. O tablóide britânico "The Sun" publicou uma foto de Azharuddin Mohammed chorando. O menino, que foi recebido como um herói nesta quinta-feira, teria se recusado a receber a imprensa e ficar exposto como um troféu. O pai, Ismail, perdeu a cabeça.
Cansado após a viagem de avião de Los Angeles para Mumbai, Azharuddin tirou folga da escola e preferiu ficar dentro de casa. As cenas não duraram mais do que 30 segundos. A mãe de Azharuddin chorou e pediu para que Ismail parasse de bater no menino, mas ele continuou insistindo na punição.
"Eu me desculpo por ter feito o que fiz. Estava confuso e estressado com a chegada do meu filho. Saí de mim por um minuto. Amo meu menino e estou muito feliz de tê-lo em casa novamente", declarou o pai, arrependido.


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RIO - Alguns dias depois de passar pelo tapete vermelho mais disputado de Hollywood, o ator mirim que ajudou o filme "Quem quer um milionário?" a levar oito Oscar para casa, levou uma surra do pai, na favela onde mora, em Mumbai, na Índia. O tablóide britânico "The Sun" publicou uma foto de Azharuddin Mohammed chorando. O menino, que foi recebido como um herói nesta quinta-feira, teria se recusado a receber a imprensa e ficar exposto como um troféu. O pai, Ismail, perdeu a cabeça.
Cansado após a viagem de avião de Los Angeles para Mumbai, Azharuddin tirou folga da escola e preferiu ficar dentro de casa. As cenas não duraram mais do que 30 segundos. A mãe de Azharuddin chorou e pediu para que Ismail parasse de bater no menino, mas ele continuou insistindo na punição.
"Eu me desculpo por ter feito o que fiz. Estava confuso e estressado com a chegada do meu filho. Saí de mim por um minuto. Amo meu menino e estou muito feliz de tê-lo em casa novamente", declarou o pai, arrependido.


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Cansado após a viagem de avião de Los Angeles para Mumbai, Azharuddin tirou folga da escola e preferiu ficar dentro de casa. As cenas não duraram mais do que 30 segundos. A mãe de Azharuddin chorou e pediu para que Ismail parasse de bater no menino, mas ele continuou insistindo na punição.
"Eu me desculpo por ter feito o que fiz. Estava confuso e estressado com a chegada do meu filho. Saí de mim por um minuto. Amo meu menino e estou muito feliz de tê-lo em casa novamente", declarou o pai, arrependido.


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"Eu me desculpo por ter feito o que fiz. Estava confuso e estressado com a chegada do meu filho. Saí de mim por um minuto. Amo meu menino e estou muito feliz de tê-lo em casa novamente", declarou o pai, arrependido.


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"Eu me desculpo por ter feito o que fiz. Estava confuso e estressado com a chegada do meu filho. Saí de mim por um minuto. Amo meu menino e estou muito feliz de tê-lo em casa novamente", declarou o pai, arrependido.


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Cansado após a viagem de avião de Los Angeles para Mumbai, Azharuddin tirou folga da escola e preferiu ficar dentro de casa. As cenas não duraram mais do que 30 segundos. A mãe de Azharuddin chorou e pediu para que Ismail parasse de bater no menino, mas ele continuou insistindo na punição.
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colaboradores: carmen e maria celia

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