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24.2.09

Renata Pontes era a delegada de plantão quando a menina foi morta.

Depois de meses sem falar sobre o caso, ela revela a ÉPOCA as evidências que pesam sobre os acusados, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


Neste link, você pode ver ainda um resumo do caso.Vale a pena relembrar.
Esta notícia foi gentilmente enviada por nossa amiga e leitora Celia Ruiz
Retirada da revista Época
Escrita por Valdir Sanches
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:26  ver comentários (9) comentar


Renata Pontes era a delegada de plantão quando a menina foi morta.

Depois de meses sem falar sobre o caso, ela revela a ÉPOCA as evidências que pesam sobre os acusados, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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Renata Pontes era a delegada de plantão quando a menina foi morta.

Depois de meses sem falar sobre o caso, ela revela a ÉPOCA as evidências que pesam sobre os acusados, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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Depois de meses sem falar sobre o caso, ela revela a ÉPOCA as evidências que pesam sobre os acusados, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
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Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


Neste link, você pode ver ainda um resumo do caso.Vale a pena relembrar.
Esta notícia foi gentilmente enviada por nossa amiga e leitora Celia Ruiz
Retirada da revista Época
Escrita por Valdir Sanches
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:26  ver comentários (7) comentar


Renata Pontes era a delegada de plantão quando a menina foi morta.

Depois de meses sem falar sobre o caso, ela revela a ÉPOCA as evidências que pesam sobre os acusados, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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Renata Pontes era a delegada de plantão quando a menina foi morta.

Depois de meses sem falar sobre o caso, ela revela a ÉPOCA as evidências que pesam sobre os acusados, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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Renata Pontes era a delegada de plantão quando a menina foi morta.

Depois de meses sem falar sobre o caso, ela revela a ÉPOCA as evidências que pesam sobre os acusados, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
No começo das investigações, Renata não esperou pelos laudos. Foi direto aos peritos. “Fiz várias reuniões com eles. Estive no IML e saí às 3 horas manhã”. Eram seis médicos, cada um explicando conclusões ligadas a sua especialidade. “As provas convergiam, uma encaixava na outra”, diz Renata. Os peritos concluíram que Alexandre entrou no apartamento com a filha no colo, sangrando, e a atirou no chão, junto do sofá. As manchas de sangue da entrada da sala até o sofá são compatíveis com essa situação.
Sobre o ferimento na testa: a menina viajava atrás do pai, que dirigia, com Anna no banco a seu lado. Renata concluiu que foi Anna quem acertou a menina na testa, erguendo o braço esquerdo. Uma hipótese é que tenha usado a chave tetra do apartamento – compatível com o ferimento. Isabella também tinha lesões na parte interna da boca e nos lábios. Sinal de que alguém comprimiu sua boca com força. Concluiu-se que Alexandre fez isso para impedir que Isabella chorasse alto ou gritasse enquanto a levava, no colo, para o apartamento.
Em 29 de abril, Renata Pontes terminou o inquérito e pediu a prisão preventiva do casal. Alexandre e Anna estão presos, à espera de julgamento. O advogado do casal, Marco Pólo Levorin, acusa a polícia de ter “criado e imaginado” os fatos e de ter sido tendenciosa. Diz deduzir, de um laudo oficial, que Isabella não foi esganada e que a asfixia deveu-se à queda. Afirma existir outro laudo, segundo o qual Alexandre não poderia, sozinho, ter jogado a menina pela janela. “Os fatos não poderiam ter ocorrido como foram demonstrados”, afirma. Para ele, a perícia oficial só comprovou a existência de sangue humano em quatro peças de roupa, o que exclui o apartamento, o carro e a fralda lavada. As peças, diz Levorin, são a calça de Isabella, uma blusa feminina, uma bermuda e uma camiseta de manga longa, encontrada no apartamento vizinho. Para ele, a camiseta “é da terceira pessoa”, o autor do crime. Levorin diz que não foram investigadas “possíveis rotas de fuga” dessa terceira pessoa. Afirma ter provas de que uma casa, que dá para os fundos do prédio, foi arrombada na noite do crime. Diz ainda que a polícia não investigou funcionários e prestadores de serviço do prédio.
Com o fim do inquérito, a foto de Isabella saiu da mesa de trabalho de Renata – e foi para seu apartamento. “A foto era para me dar motivação. Para ter forças, ficar sem dormir e seguir investigando, eu pensava na mãe que não podia mais beijar sua filha”. Pediu à mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira, fotos para colocar no inquérito. A professora Paula Cristiane de Aquino, da Escola Isaac Newton, onde Isabella estudava, levou cerca de cem fotos. Nesse dia, Renata, que é solteira, se emocionou. Colocou no inquérito 20 fotos de Isabella. A primeira é do dia do nascimento. A última, da menina morta.


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Fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio.Templo estava interditado desde maio, por risco de desabamento.

Um incêndio destruiu uma igreja tradicional em Dores de Guanhães (MG), na madrugada desta terça-feira (24). O fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio, com estrutura de madeira.
A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


fonte:G1
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Fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio.Templo estava interditado desde maio, por risco de desabamento.

Um incêndio destruiu uma igreja tradicional em Dores de Guanhães (MG), na madrugada desta terça-feira (24). O fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio, com estrutura de madeira.
A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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Fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio.Templo estava interditado desde maio, por risco de desabamento.

Um incêndio destruiu uma igreja tradicional em Dores de Guanhães (MG), na madrugada desta terça-feira (24). O fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio, com estrutura de madeira.
A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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Fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio.Templo estava interditado desde maio, por risco de desabamento.

Um incêndio destruiu uma igreja tradicional em Dores de Guanhães (MG), na madrugada desta terça-feira (24). O fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio, com estrutura de madeira.
A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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Fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio.Templo estava interditado desde maio, por risco de desabamento.

Um incêndio destruiu uma igreja tradicional em Dores de Guanhães (MG), na madrugada desta terça-feira (24). O fogo começou em uma das torres e atingiu todo o prédio, com estrutura de madeira.
A igreja foi construída em 1860, em homenagem à Nossa Senhora das Dores, santa de devoção dos primeiros colonizadores portugueses na região. Bombeiros de Ipatinga (MG) que atenderam a ocorrência ainda não sabem o que provocou o incêndio. A igreja já estava interditada desde maio do ano passado, por risco de desabamento.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


fonte:G1
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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


fonte:G1
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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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Richard Williamson empurrou jornalista no aeroporto antes de embarcar. Bispo católico foi para Londres, segundo fontes da Igreja.

O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira (23) depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão.
Pouco antes de partir, ele protagonizou um áspero episódio no terminal aéreo ao mostrar um punho e empurrar um jornalista enquanto avançava rapidamente em direção à área de embarque. O bispo negou-se a responder as perguntas dos jornalistas.

Williamson viajou para Londres pouco depois que párocos de sua comunidade realizaram os trâmites de sua saída nos balcões da companhia aérea British Airways no aeroporto internacional de Ezeiza, perto de Buenos Aires.
"Foi-se", disse um porta-voz do Ministério do Interior, que também revelou o destino europeu do bispo.
"Sim, está indo... queremos um pouco de tranquilidade, mas é assim, ele se vai do país", disse um pouco antes o padre Christian Bouchacourt, chefe do distrito da América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Nascido na Inglaterra, o bispo viveu durante vários anos na Argentina, onde dirigia um seminário nas cercanias de Buenos Aires.
O Vaticano ordenou que o prelado se retrate publicamente das suas declarações, mas Williamson afirmou recentemente a um veículo de comunicação alemão que primeiro tem de revisar a evidencia histórica antes de considerar um pedido de desculpas.


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O atleta Rafael dos Anjos Fontenelle Duarte, 25, que em 2002 foi quarto lugar no Mundial juvenil de marcha atlética (10 km), foi encontrado morto na piscina do prédio onde morava, em Brasília, na manhã de domingo. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou afogamento como causa; segundo as primeiras investigações , o atleta poderia ter morrido em consequência de uma brincadeira bastante comum: prender a respiração embaixo d'água pelo maior tempo possível.
Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4893&ReturnCatID=487
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O atleta Rafael dos Anjos Fontenelle Duarte, 25, que em 2002 foi quarto lugar no Mundial juvenil de marcha atlética (10 km), foi encontrado morto na piscina do prédio onde morava, em Brasília, na manhã de domingo. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou afogamento como causa; segundo as primeiras investigações , o atleta poderia ter morrido em consequência de uma brincadeira bastante comum: prender a respiração embaixo d'água pelo maior tempo possível.
Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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O atleta Rafael dos Anjos Fontenelle Duarte, 25, que em 2002 foi quarto lugar no Mundial juvenil de marcha atlética (10 km), foi encontrado morto na piscina do prédio onde morava, em Brasília, na manhã de domingo. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou afogamento como causa; segundo as primeiras investigações , o atleta poderia ter morrido em consequência de uma brincadeira bastante comum: prender a respiração embaixo d'água pelo maior tempo possível.
Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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O atleta Rafael dos Anjos Fontenelle Duarte, 25, que em 2002 foi quarto lugar no Mundial juvenil de marcha atlética (10 km), foi encontrado morto na piscina do prédio onde morava, em Brasília, na manhã de domingo. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou afogamento como causa; segundo as primeiras investigações , o atleta poderia ter morrido em consequência de uma brincadeira bastante comum: prender a respiração embaixo d'água pelo maior tempo possível.
Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4893&ReturnCatID=487
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O atleta Rafael dos Anjos Fontenelle Duarte, 25, que em 2002 foi quarto lugar no Mundial juvenil de marcha atlética (10 km), foi encontrado morto na piscina do prédio onde morava, em Brasília, na manhã de domingo. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou afogamento como causa; segundo as primeiras investigações , o atleta poderia ter morrido em consequência de uma brincadeira bastante comum: prender a respiração embaixo d'água pelo maior tempo possível.
Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

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O atleta Rafael dos Anjos Fontenelle Duarte, 25, que em 2002 foi quarto lugar no Mundial juvenil de marcha atlética (10 km), foi encontrado morto na piscina do prédio onde morava, em Brasília, na manhã de domingo. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou afogamento como causa; segundo as primeiras investigações , o atleta poderia ter morrido em consequência de uma brincadeira bastante comum: prender a respiração embaixo d'água pelo maior tempo possível.
Quem já não brincou assim? É, mas esta brincadeira pode acabar mal.
A apnéia é a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Se a suspensão da respiração foi involuntária, ou seja, se não foi determinada nem programada, o tempo de apnéia será sempre inferior àquele obtido por quem decidiu voluntariamente fazer a apnéia.
Um ser humano não pode optar, por exemplo, por colocar um fim à própria vida prendendo a respiração. Há um mecanismo no cérebro que, a exemplo de um sensor, inicia uma série de respostas fisiológicas frente à detecção de baixos níveis de oxigênio na corrente sanguínea. Em outras palavras, normalmente, a pessoa em apnéia retorna á superfície, levada por uma série de fenômenos fisiológicos, em busca do ar. Existem, contudo, casos de apagamento. O apagamento é a principal causa de mortes entre praticantes de mergulho livre, ou seja, entre aqueles que mergulham sem o uso de equipamentos que possibilitem a respiração debaixo d`água. O apagamento ocorre quando os níveis de oxigênio ficam tão baixos que não são suficientes para manter o cérebro ativo. Um apagamento pode ou não ser fatal. Abaixo da cota de equilíbrio, em caso de apagamento, as chances de sobrevivência são remotíssimas. O mergulhador, privado da possibilidade de respirar, se afogará, consciente ou não. O apagamento, só pra esclarecer, é mais uma daquelas maravilhas inventadas pelo Criador. Ele ocorre exatamente para poupar o cérebro de danos.

Apnéia no Sono
Normalmente, durante o sono, ocorrem alguns episódios de apnéia, mas quando esses episódios são muito freqüentes e prolongados, a ponto de interferirem na qualidade do sono da pessoa, configura-se o quadro denominado Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS).
O tipo mais comum de apnéia do sono é a obstrutiva. Durante o sono, ar suficiente não consegue ir para os pulmões através da boca e nariz, mesmo que a pessoa tente respirar. Quando isso acontece, a quantidade de oxigênio no sangue pode cair. A respiração normal então começa novamente com o ronco alto. isto pode acontecer porque:
* Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal.
* As amídalas e adenóides são grandes.
* A pessoa está acima do peso. Excesso de tecido mole na garganta dificultam mantê-la aberta.
* O formato da cabeça e pescoço resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
Pessoas com apnéia do sono devem algumas mudanças de hábitos, como:
* Evitar o consumo de álcool, fumo, e remédios para dormir.
* Emagrecer caso esteja acima do peso.
* Dormir de lado ao invés de bruços.


Apnéia no mergulho
Os mergulhadores se utilizam deste tipo de mergulho, onde mantém o ar em seus pulmões durante a imersão sem o uso de aparelhos. O desafio desses mergulhadores é manter o fôlego para alcançar a maior profundidade possível, ou atingir o maior tempo submerso.
Karol Meyer, integrante da equipe da Associação Inernacional pa o Desnvolvimento da Apnéia alerta que: "os riscos mais comuns do mergulho em apnéia são o barotrauma de ouvido e o ocular, e sem dúvida o mais temido é o apagamento".
Karol, que entre outras conquistas é quatro vezes recordista mundial de apnéia estática, recomenda não mergulhar sozinho em nenhum tipo de mergulho. "Na apnéia, mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível."
Luciano Prado dos Santos, recordista mundial de ultramaratona, Joon Sok Seo, medalhista da natação paraolímpica, Romeu Bruno e Silvio Mancusi, surfistas profissionais de ondas gigantes (Tow In) são alguns dos esportistas que usam a apnéia em seu treinamento. Segundo o Dr. Jorge Ribeira, médico vascular, que está desenvolvendo a técnica da utilização da apnéia como preparação para diversos esportes, a melhora da performance do atleta é adquirida por um aumento dos glóbulos vermelhos, efetivamente e conseqüentemente por uma melhora do limiar anaeróbio.
Vale ressaltar , entretanto, que essa é um opinião particular; na verdade, o consenso geral é de que a apnéia pode ser muito prejudicial e levar a danos cerebrais sérios, com prejuízos de várias funções. Além disso aumenta o risco de derrame, doenças coronárias e diabetes., quando não leva à morte.

http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4893&ReturnCatID=487
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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


da BBC Brasil
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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


da BBC Brasil
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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


da BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:07  comentar


A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


da BBC Brasil
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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


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A absolvição na última sexta-feira de um homem acusado de matar a punhaladas o brasileiro Julio Anderson Luciano e seu companheiro, o espanhol Isaac Pérez, está provocando enorme polêmica na Espanha.
A promotoria da cidade espanhola de Vigo anunciou nesta terça-feira que vai recorrer junto ao Tribunal Superior de Justiça da Galícia contra a absolvição de Jacobo Piñeiro no caso que ficou conhecido como "o crime da rua Oporto", ocorrido em julho de 2006.
Na sexta-feira passada, Piñeiro foi absolvido por um júri popular --por sete votos a dois-- das acusações de duplo assassinato e roubo, apesar de ter confessado ser o autor das 57 punhaladas que mataram Anderson e Pérez.
O júri, no entanto, considerou Piñeiro culpado apenas de ter provocado um incêndio após o duplo homicídio, no que poderia ter sido uma tentativa de destruir as provas. A sentença para este crime será ditada por um juiz, provavelmente até o fim desta semana, e pode chegar a até 20 anos de prisão.
A promotoria e o advogado da mãe da vítima espanhola haviam pedido para Piñeiro a pena máxima, que podia chegar a 60 anos. O chefe da promotoria de Vigo, Juan Carlos Horro, disse à BBC Brasil que pretende entrar com recurso após a sentença ser ditada.
"Temos 10 dias úteis para apresentar o recurso depois da última notificação". O recurso vai pedir a anulação do julgamento realizado na Quinta Seção da Audiência Provincial, em Vigo. Se for aceito, o caso voltará a ser julgado, por outro juiz e um novo júri popular.
"Esperamos que ele seja aceito, já que temos provas de sobra para condená-lo", disse o promotor, que considerou o veredicto "um escândalo". A defesa alegou que Piñeiro cometeu os assassinatos em legítima defesa e por 'um medo insuperável' de ser violentado.
Crime
Piñeiro teria conhecido Pérez em uma festa em Vigo e voltou com ele ao apartamento que dividia com Anderson, onde consumiram cocaína durante toda a tarde. Anderson teria chegado à noite, com outros amigos.
O casal de homossexuais foi assassinado entre quatro e cinco da manhã. Piñeiro, no entanto, só deixou o apartamento cinco horas depois, de banho tomado e carregando uma mala com pertences dos dois.
A defesa alega que por volta de quatro horas da manhã Anderson teria tentado convencer Piñeiro a ter relações sexuais com o casal, ameaçando-o com uma faca. Ainda segundo a defesa, Piñeiro teria conseguido desarmá-lo e ferido Anderson mortalmente. A promotoria contesta a afirmação:
"Depois de duas punhaladas, ele [Anderson] já estava indefeso", disse o promotor, afirmando que ainda assim o réu continuou a esfaqueá-lo. A defesa afirma que o réu teria atacado Pérez quando ele tentou "apartar a briga com Anderson".
De acordo com a perícia, as três primeiras facadas, por si só, já teriam causado a morte de Pérez, mesmo que ele recebesse atendimento médico em pouco tempo. A perícia afirma ainda que pesar de ter consumido grande quantidade de álcool e drogas na véspera e no dia do crime Piñeiro já não estava sob o efeito de entorpecentes no momento em que ocorreram os assassinatos.
O réu foi acusado de dois assassinatos, roubo e incêndio, mas o júri o absolveu de todas as acusações, exceto da de incêndio. O veredicto foi dado apesar de Piñeiro ter declarado, em juízo, ter cometido os assassinatos.
Segundo o promotor responsável pelo caso, a vítima brasileira foi representada apenas pelo Estado, já que nem a família, nem o consulado brasileiro na Espanha se pronunciaram sobre o caso.
A mãe de Pérez, Marta Triviño, disse à imprensa espanhola que "se as vítimas fossem mulheres, a condenação seria certa".
Segundo disse à BBC Brasil a jornalista Marta Fontán, do jornal Faro de Vigo, que acompanhou o caso, a reação na cidade foi de surpresa, já que este foi um dos crimes mais violentos na região, nos últimos anos, e era esperada a condenação do réu.


da BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:57  comentar

Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:57  comentar

Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

*Colaborou Jair Rattner, de Lisboa para a BBC Brasil
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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

BBC BRASIL, de Sydney

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Um porta-voz da polícia da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor-Leste confirmou à BBC Brasil que a entidade abriu um inquérito para investigar uma possível agressão sofrida por um brasileiro no país.
O professor paraibano Márcio Gutemberg, que trabalha em Dili em uma missão especial de educação, disse ter sido agredido violentamente por membros da Guarda Nacional Republicana portuguesa (GNR) no final das comemorações do Carnaval no país.
Gutemberg afirmou que, depois de apanhar, foi preso pela GNR. A força é formada por militares portugueses e está no Timor desde 1999 para ajudar temporariamente no patrulhamento e na manutenção da ordem. Uma funcionária da GNR em Dili disse à BBC Brasil que a entidade não está comentando o caso.
Em Lisboa, o porta-voz da GNR, o tentente-coronel Costa Lima, relatou a versão que lhe foi contada pelos militares portugueses: "Foi tudo fruto de um mal-entendido. Houve pessoas que tentaram entrar numa área vedada, o que originou confrontamento".
Ele afirma que não foi só o brasileiro que sofreu ferimentos: "Houve mazelas (ferimentos) de ambos os lados. Uma militar da GNR teve escoriações e recebeu assistência em hospital".
Segundo Costa Lima, além das averiguações por parte da ONU, já está em andamento um inquérito por parte da GNR. "Será um rigoroso inquérito ao que foi qualificado pelos próprios militares em Timor como um incidente lamentável. Para nós é importante que seja feito o inquérito por parte da ONU, para que não fiquem dúvidas de parcialidade que poderiam surgir caso fosse apenas um inquérito da nossa parte."
"Fico surpreso porque nunca foi apresentada qualquer queixa a respeito do comportamento de um militar da guarda no Timor", afirmou. "Estamos na Bósnia, estamos presentes em mais de 20 países desde os anos 80 e nunca houve um único militar da guarda que tivesse sido alvo de qualquer queixa".
Os cerca de 230 militares da GNR no ex-território indonésio --e ex-colônia portuguesa-- integram a Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), que conta com um efetivo de cerca de 5.000 no país.
No ano passado, o governo português anunciou que suas forças permaneceriam no país, a convite do governo timorense, mesmo no caso de uma retirada das força da ONU do país.


Segundo os brasileiros Afonso Prado e Rodrigo Rezende, que também trabalham em missão especial no Timor Leste e estão atuando na qualidade de defensores públicos de Gutemberg, ele teria sido agredido ao tentar proteger sua mulher, Ivana, durante uma festa de rua em Dili.
De acordo com Rezende, a agressão teria ocorrido quando ela pediu a um guarda que deixasse um funcionário da embaixada brasileira passar pelo cordão de isolamento.
"O policial o deixou passar, mas abordou-a com um forte tapa no ombro. Quando a brasileira se virou para ver o que acontecia, o guarda agarrou-a pelo braço e pelo pescoço, gritando que ela não iria ensiná-lo a fazer o seu trabalho", explicou Rezende à BBC Brasil.
Neste momento, segundo ele, Gutemberg teria se aproximado e empurrado o policial para que largasse a esposa. Logo em seguida, cerca de mais seis policiais o teriam rodeado e agredido.
"Eles agiram covardemente. Ataram minhas mãos antes de me bater", contou Gutemberg à BBC Brasil. "Vou lutar até as últimas consequências. Vou atrás dos meus direitos, que foram todos violados."
O paraibano afirmou ainda que foi então levado para uma guarnição da GNR, onde limparam seus ferimentos, principalmente o sangue do nariz. Depois o levaram para o Centro de Operações das Nações Unidas.
O brasileiro teria ficado detido por cerca de quatro horas até que pudesse receber os defensores públicos e representantes da embaixada brasileira e, então, ser liberado.

Embaixada
Segundo a diplomata Sabine Popoff, ministra-conselheira da embaixada brasileira em Dili, representantes da embaixada foram à polícia da ONU interceder pela libertação do brasileiro.
Popoff afirmou que darão a Gutemberg todo o apoio necessário enquanto esperam pelos resultados das investigações da entidade. O caso revoltou a comunidade brasileira em Dili, que pretende protestar caso não haja um pedido formal de desculpas ao professor e sua esposa.
Gutemberg disse à BBC Brasil que não pretende sair do Timor antes de completar sua missão educacional no país. "Não posso me abater por causa de covardes que agridem mulheres e homens imobilizados", afirmou. "Meu papel é de divulgar toda brutalidade, para que os responsáveis pelo efetivo militar repensem sobre que tipo de 'força de paz' eles querem aqui no Timor".
Este foi o primeiro Carnaval comemorado no Timor Leste desde que o país ficou independente da Indonésia, em 2002. A festa não era celebrada há 35 anos.


GIOVANA VITOLA

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Dois jornalistas que produziam uma reportagem sobre a vida dos moradores da favela Paraisópolis, na divisa entre as zonas sul e oeste de São Paulo, foram mantidos reféns na noite de ontem por criminosos.
Por questões de segurança, a Folha não revela a identidade dos profissionais --um repórter e uma fotógrafa free-lance que apuravam a reportagem para uma revista de circulação nacional.
O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
A libertação deles ocorreu quando os criminosos os colocaram em um carro e os levaram para um posto de gasolina, na avenida Giovanni Gronchi. Eles não sofreram violência física.


ANDRÉ CARAMANTE
da Folha de S.Paulo
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Dois jornalistas que produziam uma reportagem sobre a vida dos moradores da favela Paraisópolis, na divisa entre as zonas sul e oeste de São Paulo, foram mantidos reféns na noite de ontem por criminosos.
Por questões de segurança, a Folha não revela a identidade dos profissionais --um repórter e uma fotógrafa free-lance que apuravam a reportagem para uma revista de circulação nacional.
O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
A libertação deles ocorreu quando os criminosos os colocaram em um carro e os levaram para um posto de gasolina, na avenida Giovanni Gronchi. Eles não sofreram violência física.


ANDRÉ CARAMANTE
da Folha de S.Paulo
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Por questões de segurança, a Folha não revela a identidade dos profissionais --um repórter e uma fotógrafa free-lance que apuravam a reportagem para uma revista de circulação nacional.
O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
A libertação deles ocorreu quando os criminosos os colocaram em um carro e os levaram para um posto de gasolina, na avenida Giovanni Gronchi. Eles não sofreram violência física.


ANDRÉ CARAMANTE
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O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
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O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
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O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
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O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
A libertação deles ocorreu quando os criminosos os colocaram em um carro e os levaram para um posto de gasolina, na avenida Giovanni Gronchi. Eles não sofreram violência física.


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Por questões de segurança, a Folha não revela a identidade dos profissionais --um repórter e uma fotógrafa free-lance que apuravam a reportagem para uma revista de circulação nacional.
O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
A libertação deles ocorreu quando os criminosos os colocaram em um carro e os levaram para um posto de gasolina, na avenida Giovanni Gronchi. Eles não sofreram violência física.


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Dois jornalistas que produziam uma reportagem sobre a vida dos moradores da favela Paraisópolis, na divisa entre as zonas sul e oeste de São Paulo, foram mantidos reféns na noite de ontem por criminosos.
Por questões de segurança, a Folha não revela a identidade dos profissionais --um repórter e uma fotógrafa free-lance que apuravam a reportagem para uma revista de circulação nacional.
O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
A libertação deles ocorreu quando os criminosos os colocaram em um carro e os levaram para um posto de gasolina, na avenida Giovanni Gronchi. Eles não sofreram violência física.


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Dois jornalistas que produziam uma reportagem sobre a vida dos moradores da favela Paraisópolis, na divisa entre as zonas sul e oeste de São Paulo, foram mantidos reféns na noite de ontem por criminosos.
Por questões de segurança, a Folha não revela a identidade dos profissionais --um repórter e uma fotógrafa free-lance que apuravam a reportagem para uma revista de circulação nacional.
O equipamento da fotógrafa foi roubado pelos homens que os mantiveram reféns por cerca de 40 minutos.
Os jornalistas entraram na favela às 10h e passaram o dia circulando a pé. Ao anoitecer, apesar de o governo de São Paulo ter determinado no início deste mês uma ocupação por parte da Polícia Militar no local, os profissionais foram capturados por homens armados que se apresentaram como traficantes.
A libertação deles ocorreu quando os criminosos os colocaram em um carro e os levaram para um posto de gasolina, na avenida Giovanni Gronchi. Eles não sofreram violência física.


ANDRÉ CARAMANTE
da Folha de S.Paulo
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Estudo na Suécia propõe estratégia para vencer resistência de células de câncer de mama à droga tamoxifeno

Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Estudo na Suécia propõe estratégia para vencer resistência de células de câncer de mama à droga tamoxifeno

Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Estudo na Suécia propõe estratégia para vencer resistência de células de câncer de mama à droga tamoxifeno

Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Estudo na Suécia propõe estratégia para vencer resistência de células de câncer de mama à droga tamoxifeno

Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Estudo na Suécia propõe estratégia para vencer resistência de células de câncer de mama à droga tamoxifeno

Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Estudo na Suécia propõe estratégia para vencer resistência de células de câncer de mama à droga tamoxifeno

Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Cientistas europeus descobriram uma molécula capaz de quebrar a resistência de alguns tumores ao tamoxifeno, uma das principais drogas usadas no tratamento do câncer de mama. Os resultados, por enquanto limitados a experimentos in vitro e com camundongos, abrem mais uma porta de esperança para mulheres que hoje não respondem ao medicamento e, por isso, precisam recorrer a tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.Cerca de 30% das pacientes com câncer de mama são resistentes ao tamoxifeno, segundo o diretor de Oncologia Clínica do Hospital A. C. Camargo, Marcello Fanelli. Além disso, nos outros 70%, muitas mulheres são sensíveis à droga no início, mas tornam-se resistentes no decorrer do tratamento.O tamoxifeno funciona como um bloqueador da interação entre as células tumorais e o hormônio feminino estrógeno. A molécula da droga se liga ao receptor de estrógeno na membrana celular, impedindo que o hormônio estimule o desenvolvimento do tumor - como uma chave falsa que se encaixa na fechadura e impede a abertura da porta.Muitos tumores (cerca de 30%) não possuem o receptor de estrógeno. À primeira vista, isso pode parecer bom - afinal, se não há fechadura, não é preciso bloqueá-la. O problema é que os tumores sem receptor são tipicamente mais agressivos, formados por células mais "primitivas" (indiferenciadas). E sem a fechadura do estrógeno, a chave do tamoxifeno não tem como se encaixar na célula. "Você perde o seu mecanismo de controle", explica Fanelli. "Sem o receptor, o tratamento não funciona."A solução, proposta por cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, consiste em produzir uma molécula que restaura a expressão dos receptores de estrógeno nas células tumorais, tornando-as suscetíveis ao tamoxifeno. Eles identificaram uma molécula natural que faz exatamente isso, chamada Wnt-5a, e fabricaram uma outra muito parecida com ela, a Foxy-5, que mostrou ter o mesmo efeito. Em experimentos in vitro, células resistentes tratadas com a molécula Foxy-5 voltaram a produzir receptores de estrógeno e tornaram-se vulneráveis ao tamoxifeno - ou seja, foram destruídas. O mesmo ocorreu com células de tumores em camundongos.Os resultados estão publicados na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os dois autores principais do estudo, Caroline Ford e Tommy Andersson, tem um pedido de patente sobre a molécula Foxy-5.Segundo Fanelli, o estudo abre uma perspectiva promissora, mas é preciso aguardar mais pesquisas para saber se a técnica funcionará como terapia em seres humanos.

GENÉTICA
Dois outros estudos publicados na revista PLoS Biology identificam um gene que pode inibir (ou induzir) o câncer em seres humanos, camundongos e moscas-das-frutas. Experimentos mostraram que o gene, ATOH1, inibe a formação de tumores quando ativado, porque induz a diferenciação das células. Animais nos quais o gene foi desligado tiveram uma ocorrência maior de tumores. O gene, portanto, pode ser um importante alvo terapêutico.


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Igreja irlandesa conta com seguro para cobrir indenizações; casos são são de 100, ocorridos desde 1962

DUBLIN - A diocese de Ferns, no sul da Irlanda, pagou cerca de 8 milhões de euros, ou R$ 24 milhões, para compensar abusos sexuais cometidos por padres contra menores, confirmaram fontes da Igreja.
Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Igreja irlandesa conta com seguro para cobrir indenizações; casos são são de 100, ocorridos desde 1962

DUBLIN - A diocese de Ferns, no sul da Irlanda, pagou cerca de 8 milhões de euros, ou R$ 24 milhões, para compensar abusos sexuais cometidos por padres contra menores, confirmaram fontes da Igreja.
Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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DUBLIN - A diocese de Ferns, no sul da Irlanda, pagou cerca de 8 milhões de euros, ou R$ 24 milhões, para compensar abusos sexuais cometidos por padres contra menores, confirmaram fontes da Igreja.
Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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DUBLIN - A diocese de Ferns, no sul da Irlanda, pagou cerca de 8 milhões de euros, ou R$ 24 milhões, para compensar abusos sexuais cometidos por padres contra menores, confirmaram fontes da Igreja.
Segundo reconheceu o bispo de Ferns, Denis Brennan, a diocese "chegou a um acordo, fora dos tribunais, com 46 queixosos para pagar um total de 8.120.775 euros".
Brennan explicou, durante uma prestação de contas da diocese, que o dinheiro virá dos recursos próprios da administração, de um seguro contratado para fazer frente a esse tipo de pagamento e de um fundo da Igreja Católica na Irlanda, o chamado Stewardship Trust.
Cerca de 10% desse total será destinado ao tratamento médico e psicológico dos padres implicados nos abusos, o que as autoridades eclesiásticas definiram como "investimento para o futuro e para a proteção do menor".
Em 2006, relatório elaborado pela própria Igreja Católica islandesa detectou mais de 100 casos de abuso sexual de menores em Ferns, cometidos de 1962 a 2002 por 21 padres. Os especialistas referiram-se a esses dados como apenas "a ponta do iceberg".


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Dezenove famílias acusam a empresa Wyeth; amostras do leite em pó não apontam presença de melamina

PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Dezenove famílias acusam a empresa Wyeth; amostras do leite em pó não apontam presença de melamina

PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Dezenove famílias acusam a empresa Wyeth; amostras do leite em pó não apontam presença de melamina

PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Dezenove famílias acusam a empresa Wyeth; amostras do leite em pó não apontam presença de melamina

PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Dezenove famílias acusam a empresa Wyeth; amostras do leite em pó não apontam presença de melamina

PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Dezenove famílias acusam a empresa Wyeth; amostras do leite em pó não apontam presença de melamina

PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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PEQUIM - Dezenove famílias chinesas acusam a empresa americana Wyeth, fabricante de leite em pó para crianças, de causar problemas renais a seus filhos, segundo informa nesta terça-feira, 24, o jornal China Daily.
Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Um dos pais, Li Xuefeng, da cidade de Chongqing, na região central do país, disse que seu filho de dois anos foi alimentado desde seu nascimento com essa marca e que em setembro foi diagnosticado com pedras no rim esquerdo.
"Pelo menos 19 famílias com experiências semelhantes à do meu filho entraram em contato comigo", afirmou.
No entanto, a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena confirmou em um relatório do mês passado que as amostras de leite em pó Wyeth analisadas não continham melamina, a substância química que misturada no leite de outras marcas matou seis bebês chineses e deixou 300 mil doentes no ano passado.


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Um cachorro invadiu o desfile da Imperatriz Leopoldinense na Marquês de Sapucaí, durante passagem de uma ala.

Na véspera, um cachorro também passou pela avenida, no desfile da Grande Rio, durante o samba da atriz Susana Vieira.

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Um cachorro invadiu o desfile da Imperatriz Leopoldinense na Marquês de Sapucaí, durante passagem de uma ala.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
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O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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SÃO PAULO - A administradora financeira Juliana Marques de Almeida, de 25 anos, foi baleada na cabeça na orla de Peruíbe, litoral sul de São Paulo, a 129 da capital paulista. Moradora de Mauá, na Grande São Paulo, a jovem estava com amigas no Quiosque 42, no Balneário Oásis, por volta das 2h, quando foi alvejada.
Segundo testemunhas, dois homens chegaram de moto ao quiosque, um deles armado com uma pistola calibre 38, e anunciaram o assalto. A dupla levou cerca de R$ 2 mil em dinheiro do estabelecimento e, em seguida, um dos bandidos efetuou dois disparos contra um cão da raça pitbull que estava dentro do quiosque.
O animal morreu na hora. Ao fugir, o rapaz armado disparou mais duas vezes, acertando Juliana na cabeça. Quando começou o tiroteio, os amigos de Juliana se desesperaram e resolveram correr em direção à casa onde estavam hospedados, que fica a 700 metros do local do crime.
- Quando chegaram lá é que deram falta de Juliana. Voltaram ao quiosque, mas ela já estava sendo resgatada - contou a mãe da jovem, Sandra Almeida.
Juliana foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Peruíbe e transferida para o Hospital Ana Costa, em Santos, onde passou por uma cirurgia neurológica que durou quatro horas. A bala permanece alojada na cabeça da jovem. Juliana está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma induzido, se recuperando do procedimento cirúrgico.
A mãe de Juliana, que estava passando o Carnaval em Praia Grande, recebeu a notícia do ocorrido no meio da madrugada. Inconformada com o crime, ela contou que a filha tinha saído de Mauá no domingo pela manhã, um dia depois de comemorar seu aniversário de 25 anos.
- Ela foi sozinha, de carro, se encontrar com as amigas que estavam na casa de uma das meninas. Elas sempre ficam lá - contou a mãe, bastante abalada.
O pai da garota, Matheus de Almeida, não gosta de passar os fins de semana na casa de praia da família por medo da violência.
- Deixei de vir para o litoral justamente porque lia notícias de situações como essa. Sempre falava para as meninas tomarem cuidado, não ficarem até tarde na rua, com medo da ação de marginais".
O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe pelo delegado Renato Knap Ribeiro. Os criminosos são pardos, de cabelos e olhos pretos, aparentando ter entre 25 e 27 anos e 1,70 metro de altura. Eles ainda não foram identificados e continuam foragidos.

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ELA FARÁ REABILITAÇÃO EM BRASÍLIA

CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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ELA FARÁ REABILITAÇÃO EM BRASÍLIA

CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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ELA FARÁ REABILITAÇÃO EM BRASÍLIA

CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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CURITIBA - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada no Morro do Boi, em Caiobá, litoral paranaense, no dia 31 de janeiro, teve alta no fim da tarde desta segunda-feira. Ela saiu do Hospital Vita, de Curitiba, onde estava internada desde o dia 2 de fevereiro, por volta das 17h30m, no carro da família. A jovem deixou o quarto acompanhada do pai e da irmã.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


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O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela apresentou melhoras nos últimos dias e já não fazia mais uso de calmantes ou analgésicos fortes. Apesar de conseguir fazer alguns movimentos nos membros inferiores, a estudante contou que está sem sensibilidade alguma nas pernas e nos pés.
Na saída do hospital, ela garantiu não ter dúvidas de que o suspeito preso no último dia 17, em Pontal do Paraná, foi o criminoso que a baleou e tentou estuprá-la, além de ter matado o namorado dela. Ele foi identificado como Juarez Ferreira Pinto e seria irmão de um policial militar.
Na sexta-feira, uma nota divulgada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) mostrou que houve uma mudança na investigação do caso . Segundo o texto, o homem preso acusado de matar o namorado da estudante e tentar violentá-la deve responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), termo que ainda não havia sido citado até então. Outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual. Com isso, ele não deverá ser levado a júri popular e será julgado por um juiz.
Depois que o resultado do exame que comparou material genético do suspeito com o de uma mancha de sangue em uma camiseta encontrada na trilha do Morro do Boi deu negativo, a polícia também descartou a peça como prova criminal.


Crime aconteceu no dia 31 de janeiro

O crime aconteceu na tarde do dia 31 de janeiro, quando a jovem e o namorado, Osíris Del Corso, estavam em uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois foram atacados.
Era por volta das 17h30, quando o namorado levou um tiro no peito e morreu. A moça foi atingida por um tiro nas costas e ficou caída no local, enquanto o agressor fugiu. Perto das 21 horas, segundo relatos da própria vítima aos bombeiros que a resgataram, o agressor voltou até o local do crime e a violentou. Os dois só foram localizados na tarde de domingo (1º). A jovem esperou por 18 horas na mata até ser resgatada.
No dia 10, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que seria o autor do crime, feito com base nas conversas de policiais com a jovem. Sete dias depois, um homem com características semelhantes ao do retrato foi preso como suspeito de cometer o crime.



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