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23.2.09

A Febre Amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais. A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina. A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia. SintomasOs principais sintomas da febre amarela - febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas. Diagnóstico Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue. Tratamento Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue. Vacinação Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti. A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.Recomendações· Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos; · Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo; · Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito; · Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água; · Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, · Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos; · Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
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A Febre Amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais. A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina. A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia. SintomasOs principais sintomas da febre amarela - febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas. Diagnóstico Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue. Tratamento Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue. Vacinação Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti. A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.Recomendações· Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos; · Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo; · Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito; · Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água; · Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, · Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos; · Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
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A Febre Amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais. A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina. A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia. SintomasOs principais sintomas da febre amarela - febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas. Diagnóstico Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue. Tratamento Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue. Vacinação Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti. A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.Recomendações· Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos; · Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo; · Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito; · Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água; · Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, · Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos; · Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
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A Febre Amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais. A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina. A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia. SintomasOs principais sintomas da febre amarela - febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas. Diagnóstico Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue. Tratamento Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue. Vacinação Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti. A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.Recomendações· Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos; · Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo; · Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito; · Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água; · Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, · Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos; · Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
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A Febre Amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais. A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina. A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia. SintomasOs principais sintomas da febre amarela - febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas. Diagnóstico Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue. Tratamento Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue. Vacinação Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti. A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.Recomendações· Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos; · Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo; · Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito; · Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água; · Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, · Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos; · Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
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A Febre Amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais. A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina. A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia. SintomasOs principais sintomas da febre amarela - febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas. Diagnóstico Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue. Tratamento Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue. Vacinação Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti. A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.Recomendações· Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos; · Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo; · Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito; · Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água; · Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, · Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos; · Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
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Uma mulher morreu em Santa Maria (a 314 km de Porto Alegre) após receber vacina contra febre amarela. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, ela desenvolveu um "evento adverso grave".
A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

Fonte: Folha On-line
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Uma mulher morreu em Santa Maria (a 314 km de Porto Alegre) após receber vacina contra febre amarela. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, ela desenvolveu um "evento adverso grave".
A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

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A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

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A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

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A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
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O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
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A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
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A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
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A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

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A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

Fonte: Folha On-line
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Uma mulher morreu em Santa Maria (a 314 km de Porto Alegre) após receber vacina contra febre amarela. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, ela desenvolveu um "evento adverso grave".
A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

Fonte: Folha On-line
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Uma mulher morreu em Santa Maria (a 314 km de Porto Alegre) após receber vacina contra febre amarela. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, ela desenvolveu um "evento adverso grave".
A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

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Uma mulher morreu em Santa Maria (a 314 km de Porto Alegre) após receber vacina contra febre amarela. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, ela desenvolveu um "evento adverso grave".
A confirmação foi dada pelo órgão após exames realizados no instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Outras quatro pessoas morreram neste ano no Estado por causa da doença.
O órgão não informou a identidade da vítima nem quando ela recebeu a vacina.
No dia 7 de janeiro, o governo confirmou a primeira morte em decorrência da doença desde 1966.
A última vítima contraiu a doença em dezembro, quando visitou a cidade gaúcha de Joia, e morreu em Muriaé (MG) no dia 7 de janeiro. Exames laboratoriais confirmaram a causa da morte. A identidade do homem, de 36 anos, não foi divulgada.
A febre amarela no Rio Grande do Sul é da modalidade silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, que só habita áreas de mata.
O ressurgimento da febre amarela no Rio Grande do Sul, depois de 43 anos sem casos em humanos, levou as autoridades a incluírem 134 dos 496 municípios gaúchos em uma zona de risco de contágio.
Nestas cidades, 90% da população--cerca de 1,4 milhão de pessoas-- já foi vacinada desde novembro.

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CAMPO GRANDE - Ricardo Alves Batista, de 27 anos, foi vítima de tentativa de homicídio na noite deste domingo em Dourados, a 219 km de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De acordo com a polícia, o rapaz foi até a casa da ex-esposa Viviane Vieira de Araújo e, enquanto conversava com a mulher, foi agarrado pelo ex-sogro Silvio dos Santos, de 46 anos, e por Nilton Esteves Croider, de 41 anos, amigo de Silvio.
Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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CAMPO GRANDE - Ricardo Alves Batista, de 27 anos, foi vítima de tentativa de homicídio na noite deste domingo em Dourados, a 219 km de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De acordo com a polícia, o rapaz foi até a casa da ex-esposa Viviane Vieira de Araújo e, enquanto conversava com a mulher, foi agarrado pelo ex-sogro Silvio dos Santos, de 46 anos, e por Nilton Esteves Croider, de 41 anos, amigo de Silvio.
Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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CAMPO GRANDE - Ricardo Alves Batista, de 27 anos, foi vítima de tentativa de homicídio na noite deste domingo em Dourados, a 219 km de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De acordo com a polícia, o rapaz foi até a casa da ex-esposa Viviane Vieira de Araújo e, enquanto conversava com a mulher, foi agarrado pelo ex-sogro Silvio dos Santos, de 46 anos, e por Nilton Esteves Croider, de 41 anos, amigo de Silvio.
Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

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Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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Os homens começaram a espancar Ricardo e o pai da moça gritava a todo momento que iria matá-lo.
- Vou te matar seu sem vergonha - dizia.
Em seguida, um dos agressores pegou uma faca e começou a dar golpes no abdômen do rapaz. Ricardo conseguiu se desvencilhar de alguns golpes e fugiu correndo para a casa mais próxima. Os agressores correram atrás dele, mas não o encontraram. A vítima foi socorrida pelo dono da casa onde havia se escondido e levado ao Hospital de Urgência e Trauma, onde está em observação.

Sogro mata genro em São Paulo
Em Diadema, na Grande São Paulo, o pedreiro José Rosa da Cruz, de 62 anos, nunca se conformou com a forma como a filha era tratada pelo genro. Após presenciar mais uma discussão do casal, no domingo, deu três tiros no peito do servente Adilson Nunes de Lima, de 30 anos, e fugiu da casa onde morava em Diadema, no ABC.
Adilson morreu antes de dar entrada no hospital. O servente chegou em casa, no Jardim Paineira, por volta das 17h. Na cozinha, ele brigou com sua mulher, Vanessa Moreira, com quem tem uma filha de 6 anos. Depois de gritar com a mulher, o servente deu-lhe um soco no braço esquerdo. Ao ver a agressão, José apareceu na cozinha e deu três tiros no peito do rapaz. O pedreiro está foragido.


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A epidemia de raiva que afeta Luanda desde novembro matou 82 crianças, segundo o último balanço divulgado nesta segunda-feira pelo diretor do hospital pediátrico da capital angolana, que pediu às autoridades um reforço das medidas de prevenção.
Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
As vítimas, com idades entre três e dez anos, viviam em favelas insalubres e superpovoadas dos arredores da capital Luanda, de 5 milhões de habitantes.

Leia mais sobre raiva : http://anjoseguerreiros.blogspot.com/2009/02/raiva.html

da France Presse, em Luanda
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:51  comentar

A epidemia de raiva que afeta Luanda desde novembro matou 82 crianças, segundo o último balanço divulgado nesta segunda-feira pelo diretor do hospital pediátrico da capital angolana, que pediu às autoridades um reforço das medidas de prevenção.
Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
As vítimas, com idades entre três e dez anos, viviam em favelas insalubres e superpovoadas dos arredores da capital Luanda, de 5 milhões de habitantes.

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da France Presse, em Luanda
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A epidemia de raiva que afeta Luanda desde novembro matou 82 crianças, segundo o último balanço divulgado nesta segunda-feira pelo diretor do hospital pediátrico da capital angolana, que pediu às autoridades um reforço das medidas de prevenção.
Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
As vítimas, com idades entre três e dez anos, viviam em favelas insalubres e superpovoadas dos arredores da capital Luanda, de 5 milhões de habitantes.

Leia mais sobre raiva : http://anjoseguerreiros.blogspot.com/2009/02/raiva.html

da France Presse, em Luanda
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A epidemia de raiva que afeta Luanda desde novembro matou 82 crianças, segundo o último balanço divulgado nesta segunda-feira pelo diretor do hospital pediátrico da capital angolana, que pediu às autoridades um reforço das medidas de prevenção.
Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
As vítimas, com idades entre três e dez anos, viviam em favelas insalubres e superpovoadas dos arredores da capital Luanda, de 5 milhões de habitantes.

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A epidemia de raiva que afeta Luanda desde novembro matou 82 crianças, segundo o último balanço divulgado nesta segunda-feira pelo diretor do hospital pediátrico da capital angolana, que pediu às autoridades um reforço das medidas de prevenção.
Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
As vítimas, com idades entre três e dez anos, viviam em favelas insalubres e superpovoadas dos arredores da capital Luanda, de 5 milhões de habitantes.

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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
As vítimas, com idades entre três e dez anos, viviam em favelas insalubres e superpovoadas dos arredores da capital Luanda, de 5 milhões de habitantes.

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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
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Desde novembro, o hospital recebeu 83 crianças enfermas de raiva, das quais 82 morreram, informou à France Presse o médico Luis Bernardino. O balanço anterior era de 69 vítimas fatais.
A semana passada terminou com 13 mortes, e a anterior, com 10.
As vítimas, com idades entre três e dez anos, viviam em favelas insalubres e superpovoadas dos arredores da capital Luanda, de 5 milhões de habitantes.

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CAMPO GRANDE - Um bebê de apenas um mês morreu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Segundo o Corpo de Bombeiros a mãe da criança acionou a equipe às 6h40m desta segunda-feira, pois não conseguiu sentir a respiração do filho. Quando os bombeiros chegaram, constataram que ela já estava morta, mas levaram para o centro de saúde do Coophavila, onde foi atestado o óbito. O bebê dormia na mesma cama da mãe. O caso deve ser apurado. A criança pode ter morrido sufocada.

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CAMPO GRANDE - Um bebê de apenas um mês morreu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Segundo o Corpo de Bombeiros a mãe da criança acionou a equipe às 6h40m desta segunda-feira, pois não conseguiu sentir a respiração do filho. Quando os bombeiros chegaram, constataram que ela já estava morta, mas levaram para o centro de saúde do Coophavila, onde foi atestado o óbito. O bebê dormia na mesma cama da mãe. O caso deve ser apurado. A criança pode ter morrido sufocada.

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CAMPO GRANDE - Um bebê de apenas um mês morreu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Segundo o Corpo de Bombeiros a mãe da criança acionou a equipe às 6h40m desta segunda-feira, pois não conseguiu sentir a respiração do filho. Quando os bombeiros chegaram, constataram que ela já estava morta, mas levaram para o centro de saúde do Coophavila, onde foi atestado o óbito. O bebê dormia na mesma cama da mãe. O caso deve ser apurado. A criança pode ter morrido sufocada.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
Divulgação
Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

da France Presse, em Sydney
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
Divulgação
Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

da France Presse, em Sydney
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
Divulgação
Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 34 mil pessoas de diversos países se candidataram ao "melhor emprego do mundo", com a esperança de receber um salário para cuidar das praias de uma ilha australiana, anunciaram as autoridades do Estado de Queensland (leste da Austrália).
Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Mais de 7.500 candidaturas enviadas no último momento neste fim de semana, o que elevou a quantidade de candidatos ao posto de zelador da ilha tropical de Hamilton, uma área paradisíaca na grande barreira de corais, a 34.684 pessoas, informou o governo local.
"A reação foi fenomenal e muito superior ao esperado", afirmou o secretário de Turismo de Queensland, Anthony Hayes.
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Para governo de Queensland, na Austrália, vaga oferece "o melhor emprego do mundo"
Os americanos foram os mais numerosos, com 11.565 candidaturas, seguidos pelos canadenses (2.791) e australianos (2.064). Além do salário de US$ 105 mil, o escolhido receberá as passagens de avião para a ilha.
Ele ou ela, que deve ter no mínimo 18 anos, terá por missão tomar sol, vagar pelas praias de areia branca, explorar o fundo do mar, realizar "pequenos trabalhos" e alimentar a cada semana um blog com fotos e vídeos.
O zelador, que se hospedará em uma residência luxuosa com piscina e campo de golfe, deve ser um bom nadador, com facilidade de comunicação e capacidade para ler e escrever em inglês.
No mês passado, o site do Estado de Queensland travou devido ao número de visitas superior ao esperado. "Fomos inundados, com aproximadamente 300 mil consultas ao portal na terça-feira", disse à época Nicole McNaughton, porta-voz do governo do Estado.
No início de maio será feita uma seleção final na ilha de Hamilton com 11 candidatos. O eleito começará a trabalhar no dia 1º de julho.

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Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



link do postPor anjoseguerreiros, às 16:26  comentar

Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
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O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
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O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Um casal britânico está a caminho da Europa nesta segunda-feira, depois de ter sido resgatado no Oceano Atlântico após 40 dias à deriva.
Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Stuart Armstrong e a namorada Andrea Davison partiram com um iate de Cabo Verde, na costa da África, e estavam cruzando o oceano em direção a Antígua, no Caribe, quando o leme do barco quebrou - a mais de 1,9 mil km do destino.
O casal decidiu seguir viagem usando um leme temporário, mas passou quase 40 dias sem rumo até que o mau tempo obrigou a dupla a pedir socorro.
Um petroleiro italiano que navegava na área desviou de sua rota e, na quarta-feira, alcançou o iate, realizando o salvamento.
De acordo com o jornal britânico The Times, o casal demorou tanto para pedir ajuda porque tinha esperança de que conseguiria chegar em terra firme por conta própria, apesar do problema com a embarcação.
Durante o período em que o casal ficou à deriva, a Guarda Costeira britânica foi informada dos desdobramentos por sua equivalente americana.
A agência britânica disse que o casal pediu várias vezes para não ser resgatado, despertando nos oficiais britânicos a suspeita de que a dupla não queria abandonar o iate por problemas ligados ao seguro da embarcação.
Armstrong admitiu que, de acordo com os termos de sua apólice de seguro, ele teria de ter notificado a companhia ao zarpar em uma nova jornada. Ele não tinha se dado conta disso e não havia avisado a empresa. Ainda assim, enfatizou que isso não afetou sua decisão de continuar com a viagem.
"A decisão foi tomada inteiramente levando em conta minha segurança e na de minha parceira", disse Armstrong. "Você não corre riscos com a vida das pessoas."
O petroleiro que fez o resgate deve chegar a Amsterdã, na Holanda, no dia primeiro de março.



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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

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Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Dispostos a sair da lama da crise econômica mundial - ou a não entrar nela - os fabricantes de telefones celulares e congêneres se reuniram semana passada, em Barcelona, dispostos a "pegar o touro da crise pelos chifres". Maior feira de telecomunicações do planeta, a Mobile World Congress (MWC) mostrou que há fôlego de sobra para uma indústria que continua gerando frutos. Foram muitos os lançamentos, tanto em software quanto em hardware.O primeiro grande anúncio, que vai impactar a vida de todos os usuários de celulares daqui para a frente, foi a aceitação geral de um padrão universal de carregadores de celulares, o MicroUSB, já usado por muitos fabricantes.
A partir de 2012, o padrão será adotado por todos os novos modelos, mas desde já a indústria deve rumar em direção ao carregador universal. Acredita-se que a medida pode levar à diminuição de 50% das fontes de energia fabricadas por ano. O anúncio tem propósitos ecológicos, uma vez que a indústria espera reduzir os gases que provocam o efeito estufa produzidos pela fabricação e transporte de pelo menos 13,6 toneladas de aparelhos anualmente.
O MWC também provou que a indústria precisa se diversificar e, seguindo uma tendência liderada por Apple e Nokia, outros pesos-pesados anunciaram a entrada no universo dos aplicativos móveis. A Microsoft, por exemplo, avisou que vai lançar uma loja nos moldes da App Store e da OVI. Steve Ballmer aproveitou o ensejo para anunciar o novo Windows Mobile 6.5, compatível com aparelhos touchscreen e players Flash e, a reboque, a criação de uma legião de "Windows Phone".A DIGITAL separou os melhores momentos de um congresso que é apenas o começo da virada do setor. Será?

Os novos candidatos a sonho de consumo
Eles são sempre as estrelas e, por isso mesmo, não podem faltar. Os celulares, principalmente os da classe dos smartphones, chegaram aos borbotões no Mobile World Congress, provenientes de fabricantes tradicionais como Nokia, Samsung, LG, Motorola, Sony Ericsson e HTC, além de estreantes como Acer e Asus, além de marcas pouco conhecidas como a Emporia. O touchscreen continua em alta, assim como os sistemas operacionais abertos, que permitem a inserção, nos aparelhos, de uma leva de aplicativos.
A Nokia se animou e mostrou novidades como o E75, voltado para comunicação, internet e email. O modelo, um desktop em movimento com teclado QWERTY deslizante, é o primeiro com Nokia Messaging, aplicativo que permite conexão direta a mais de 90% das caixas postais de emails corporativos, dentre eles o Mail for Exchange e o IBM Lotus Notes Traveler.
Outro anúncio foi o Nokia E55, mais fino já lançado pela empresa, também com teclado QWERTY, só que com menos teclas. O modelo tem outro apelo irresistível: um tempo de duração da bateria de quase um mês no modo standby. Também estrearam o 6710 Navigator, com GPS dedicado, e o Nokia 6720 classic, que aposta nos recursos de voz através do cancelamento ativo de ruído e um formato que se adapta ao rosto. Por último, foi anunciado que o N97, grande aposta contra o iPhone, chega às lojas europeias em junho.
Quem causou frisson foi a Sony Ericsson, que lotou o estande com o Idou, com câmera de 12 megapixels, flash Xenon e tela touch de 3,5 $, que já está sendo chamado, pelos entendidos, de "multimídia monstro". O aparelho é 3G, tem Wi-Fi e roda sistema operacional Symbian OS S60, o mais moderno.
A Samsung apostou em aparelhos musicais, como o BeatDisc e o BeatDJ. O primeiro tem corpo que desliza e é totalmente touchscreen; o segundo permite que o dono brinque de DJ, com a incorporação da aplicação UI, que permite a criação de efeitos musicais. Ambos trazem amplificador digital Bang&Olufssen. A coreana também apresentou a 2 geração do Omnia. O Omnia HD tem display OLED, nova geração de visores mais finos e leves. Ele ainda grava vídeos em alta definição.
A LG tirou da cartola o Arena KM900, que traz um interessante conceito de cubo - o dono pode girar a interface tridimensional apresentada na tela do aparelho, trazendo para frente do display a próxima face do cubo. O modelo tem suporte Dolby e Divx, roda em redes 3G HSDPA, Wi-Fi e GPS. A câmera é de 5 megapixels.
A Acer lançou o M900, com teclado QWERTY, tela de 3,8 polegadas sensível a toque e sensor biométrico. O aparelho acessa redes HSDPA, tem GPS e câmera de 5MPx. Já o F900 não tem teclado plástico - simula um na tela de 3,8 polegadas toushcreeen. O modelo tem câmera de 3,2 megapixel e acessa redes HSUPA e Wi-Fi.


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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
Tomamos conhecimento do caso David através do blog Síndrome de Estocolmo
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:58  ver comentários (2) comentar

Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
Tomamos conhecimento do caso David através do blog Síndrome de Estocolmo
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:58  ver comentários (2) comentar

Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
Tomamos conhecimento do caso David através do blog Síndrome de Estocolmo
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
Tomamos conhecimento do caso David através do blog Síndrome de Estocolmo
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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.
A BringSeanHome.org foi fundada pelos amigos de David, focada unicamente em trazer Sean de volta para casa; eles solicitam sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente.

Ressaltamos alguns trechos da carta escrita por David, para que você conheça melhor sua estória e quem sabe resolva ajudá-lo.

A História de David
Eu casei com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro em Eatontown, Nova Jersey, Estados Unidos, em 17 de Dezembro de 1999. Tivemos um filho, Sean Goldman, nascido em Red Bank, Nova Jersey, em 25 de Maio de 2000. Em 16 de Junho de 2004, levei Bruna, Sean e os pais de Bruna ao aeroporto de Newark para as férias planejadas de 2 semanas nas casas de seus pais no Brasil. Bruna chegou ao Brasil e me telefonou no mesmo dia dizendo que nosso casamento estava acabado, e que ela e Sean não voltariam aos Estados Unidos. Disse também que se eu quisesse ter contato com meu filho novamente, eu deveria assinar os documentos lhe concedendo a custódia de Sean. Eu nunca assinei os documentos concedendo à Bruna a custódia de nosso filho, Sean Goldman.
... Todas as decisões regidas pela Convenção de Haia, bem como leis brasileiras, americanas e internacionais, sustentam que Sean estava sendo e continua sendo mantido ilegalmentem, e deve retornar aos Estados Unidos imediatamente. Os tribunais brasileiros têm ignorado estas leis, bem como a Convenção de Haia, e tem continuamente decidido por manter Sean com sua mãe, baseando-se no fato de ser a mãe o elo mais importante na vida da criança. O caso tem sido julgado como uma simples luta por custódia, quando a mãe normalmente ganha o direito pela custódia da criança. Durante os últimos 4 anos, fiz várias viagens ao Brasil na esperança de reencontrar meu filho. Estive presente em todos os julgamentos nos tribunais brasileiros, e mesmo assim não obtive permissão para ver Sean. No julgamento feito pelo Supremo Tribunal, Bruna ganhou a custódia depois de uma decisão de 5 juízes. Três votaram a favor de Bruna, enquanto dois votaram a meu favor.
...Em 22 de Agosto de 2008, Bruna faleceu tragicamente dando luz a seu segundo filho. Eu não fui informado de sua morte pelos seus pais, nem por seu novo esposo brasileiro.
... Como sou o pai biológico de Sean, e a única pessoa de quem seria razoável um pedido de custódia, entendi que iria reencontrar meu filho e trazê-lo para nossa casa nos Estados Unidos.
... Viajei para o Brasil com minha mãe, Eleanor Goldman, e um amigo da família, Anthony Rizzuto. Desde que soube da morte de Bruna, todas as tentativas de contactar Sean ou a família de Bruna no Brasil não foram bem sucedidas. Através de meus advogados no Brasil, tentei agendar uma visita a Sean. Através de seus advogados, o esposo de Bruna e seus pais negaram qualquer contato entre mim e Sean, ou Sean e sua avó.
Fui informado por ambos os advogados que eu “deveria” poder ver Sean e ganhar de volta sua custódia. Entretanto, nada neste caso tem ocorrido como “deveria” de acordo com as leis brasileiras e/ou internacionais. Pior que tudo isto, alguns acontecimentos no Brasil nos causaram grande preocupação e reforçaram nossas crenças de que o sistema legal brasileiro pode impedir que a justiça seja feita. Logo após nossa chegada em São Paulo, fomos informados que o esposo de Bruna não pediu a custódia de Sean. Ao invés disto, ele pediu para que meu nome (o pai biológico de Sean) fosse substituído pelo dele na certidão de nascimento emitida no Brasil. Meu advogado falou claramente que isto é um pedido inválido de acordo com as leis brasileiras. Entretanto, a única certeza que ele tem do resultado desta ação é que ela não “deveria” ser bem sucedida.
... É essencial para que eu obtenha sucesso nesta luta que eu tenha um forte suporte do Governo e Mídia do meu próprio país. Preciso muito desta ajuda hoje. Acho impossível acreditar que meu país deixará passivamente que um cidadão americano seja sequestrado e naturalizado em outro país.
Hoje, após quatro anos tentando desesperadamente a custódia de meu filho Sean, me vejo num quarto de hotel em São Paulo, desde de 7 de Setembro, rezando na esperança de ter meu filho de volta, trazê-lo pra casa, e viver nossa vida como pai e filho. Eu nunca perdi a esperança de um dia tê-lo comigo novamente. Nunca desistirei, mas preciso de ajuda.
David Goldman

David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, agora em fevereiro, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas voltou para casa depois da sexta vez no Brasil–sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas.
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo um especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piauí escreveu sobre o caso,em novembro de 2008 (A busca do filho; com fotos extras de Rogério Reis), há apenas algumas pequenas estórias na Internet e uma, com nomes falsos, no Estado de São Paulo.

Se você se interessou em ajudar a David recuperar seu filho ou pelo menos ter o direito de vê-lo, entre em contato com http://www.bringseanhome.org/
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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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RIO - O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência - destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real - diz.
Para o presidente da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, além da desvalorização da carreira do magistério, outros fatores estruturais contribuem para esse baixo desempenho. Entre eles, os baixos investimentos em educação e os mecanismos atuais de avaliação aplicados no Brasil.
- As avaliações precisam melhorar muito para que a gente consiga fazer com que elas alimentem o sistema no sentido de melhorá-lo - defende.
Na avaliação de Cara, os mecanismo atuais como Provinha Brasil, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e outros são "incompletos" porque não conseguem fazer um diagnóstico das razões nem propor soluções para os problemas detectados.
Na opinião do especialista, os sistemas de avaliação de hoje são os que o "governo federal pode executar". Entretanto, segundo ele, estados, municípios e escolas deveriam ser incentivados a incrementar o processo. - Eles precisam ter sistemas próprios de avaliação. A avaliação deve ser uma prática contínua nas escolas públicas e voltada para aprendizagem, mostrando o que precisa melhorar - acredita Cara.


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CAMPO GRANDE - Um homem de 58 anos foi agredido pelo filho após mostrar as partes genitais para a neta de 2 anos, em Naviraí, no Mato Grosso do Sul. De acordo com a polícia, J.F, de 58 anos chegou em casa embriagado por volta das 18h. Algum tempo depois, A.F, de 24 anos foi até a sala e flagrou o pai mostrando as partes íntimas à netinha de 2 anos. O rapaz ficou furioso e começou a dar golpes no pai com um sarrafo de madeira. J.F foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado à Santa Casa da cidade. O homem entrou com uma representação contra o filho na delegacia, por agressão. Porém, o rapaz foi liberado devido às circunstâncias que o levaram a agredir o pai.


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CAMPO GRANDE - Um homem de 58 anos foi agredido pelo filho após mostrar as partes genitais para a neta de 2 anos, em Naviraí, no Mato Grosso do Sul. De acordo com a polícia, J.F, de 58 anos chegou em casa embriagado por volta das 18h. Algum tempo depois, A.F, de 24 anos foi até a sala e flagrou o pai mostrando as partes íntimas à netinha de 2 anos. O rapaz ficou furioso e começou a dar golpes no pai com um sarrafo de madeira. J.F foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado à Santa Casa da cidade. O homem entrou com uma representação contra o filho na delegacia, por agressão. Porém, o rapaz foi liberado devido às circunstâncias que o levaram a agredir o pai.


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SÃO PAULO - A polícia de Ribeirão Preto, a 319 quilômetros da capital, já identificou o responsável pela aplicação de silicone industrial no travesti Robson Daniel Campos Chagas, de 25 anos. De acordo com a polícia, um cabeleireiro amigo do travesti confessou ter aplicado o produto a pedido da vítima. Robson morreu no último dia 18, de infecção generalizada causada pelo uso indevido de silicone industrial, que foi aplicado nas nádegas e pernas do rapaz.
Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
Segundo a polícia, a mãe do jovem disse que há tempos o filho, que já tinha silicone nos seios, vinha dizendo que o sonho dele era "bombar" as pernas e as nádegas e faria qualquer coisa para isso.


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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
Segundo a polícia, a mãe do jovem disse que há tempos o filho, que já tinha silicone nos seios, vinha dizendo que o sonho dele era "bombar" as pernas e as nádegas e faria qualquer coisa para isso.


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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
Segundo a polícia, a mãe do jovem disse que há tempos o filho, que já tinha silicone nos seios, vinha dizendo que o sonho dele era "bombar" as pernas e as nádegas e faria qualquer coisa para isso.


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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
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Além de Robson, o cabeleireiro, cujo nome não foi divulgado, admitiu ter aplicado silicone em outros quatro colegas, ainda não identificados. Ele deve ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e responderá pelo crime em liberdade. Robson Chagas fez aplicações de três litros de silicone industrial nas nádegas e pernas no dia 3 de fevereiro. No dia 6, ele foi internado na Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, com febre e dores fortes no corpo - uma reação do organismo à substância injetada.
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SÃO PAULO - Uma mulher de 48 anos morreu com suspeita de dengue hemorrágica na noite de sábado, em Araras, a 166 km da capital paulista. Com sintomas parecidos com de uma gripe, ela foi liberada pelo médico há uma semana.
Sônia Aparecida Krepschi Diaz começou a passar mal no domingo passado e foi até hospital São Luiz. Segundo a irmã de Sônia, Miriam Elaine Krepschi, ao examiná-la o médico Márcio Cunha disse que a mesma estava com sintomas de gripe, deu alguns remédios e a liberou em seguida.
Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
O corpo chegou a ser encaminhado para o Instituto Médico Legal de Limeira, mas o boletim de ocorrência feito pelo hospital já constava que a causa da morte tinha sido dengue hemorrágica. A irmã está indignada com a situação.



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SÃO PAULO - Uma mulher de 48 anos morreu com suspeita de dengue hemorrágica na noite de sábado, em Araras, a 166 km da capital paulista. Com sintomas parecidos com de uma gripe, ela foi liberada pelo médico há uma semana.
Sônia Aparecida Krepschi Diaz começou a passar mal no domingo passado e foi até hospital São Luiz. Segundo a irmã de Sônia, Miriam Elaine Krepschi, ao examiná-la o médico Márcio Cunha disse que a mesma estava com sintomas de gripe, deu alguns remédios e a liberou em seguida.
Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
O corpo chegou a ser encaminhado para o Instituto Médico Legal de Limeira, mas o boletim de ocorrência feito pelo hospital já constava que a causa da morte tinha sido dengue hemorrágica. A irmã está indignada com a situação.



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SÃO PAULO - Uma mulher de 48 anos morreu com suspeita de dengue hemorrágica na noite de sábado, em Araras, a 166 km da capital paulista. Com sintomas parecidos com de uma gripe, ela foi liberada pelo médico há uma semana.
Sônia Aparecida Krepschi Diaz começou a passar mal no domingo passado e foi até hospital São Luiz. Segundo a irmã de Sônia, Miriam Elaine Krepschi, ao examiná-la o médico Márcio Cunha disse que a mesma estava com sintomas de gripe, deu alguns remédios e a liberou em seguida.
Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
O corpo chegou a ser encaminhado para o Instituto Médico Legal de Limeira, mas o boletim de ocorrência feito pelo hospital já constava que a causa da morte tinha sido dengue hemorrágica. A irmã está indignada com a situação.



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Sônia Aparecida Krepschi Diaz começou a passar mal no domingo passado e foi até hospital São Luiz. Segundo a irmã de Sônia, Miriam Elaine Krepschi, ao examiná-la o médico Márcio Cunha disse que a mesma estava com sintomas de gripe, deu alguns remédios e a liberou em seguida.
Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
O corpo chegou a ser encaminhado para o Instituto Médico Legal de Limeira, mas o boletim de ocorrência feito pelo hospital já constava que a causa da morte tinha sido dengue hemorrágica. A irmã está indignada com a situação.



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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
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Sônia Aparecida Krepschi Diaz começou a passar mal no domingo passado e foi até hospital São Luiz. Segundo a irmã de Sônia, Miriam Elaine Krepschi, ao examiná-la o médico Márcio Cunha disse que a mesma estava com sintomas de gripe, deu alguns remédios e a liberou em seguida.
Ela continuou a passar mal até a última quinta-feira, quando foi internada novamente com sintomas de dengue simples. No sábado, ela piorou e, depois de outros exames, foi constatado que ela estava com dengue hemorrágica. Por volta das 23h, Sônia morreu.
O corpo chegou a ser encaminhado para o Instituto Médico Legal de Limeira, mas o boletim de ocorrência feito pelo hospital já constava que a causa da morte tinha sido dengue hemorrágica. A irmã está indignada com a situação.



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VITÓRIA - O domingo de carnaval foi de tragédia para uma família do município de Viana, no Espírito Santo, a 22km de Vitória. Dois homens armados invadiram uma residência e executaram a tiros o desempregado Jesiel Marcelo Meireles, de 43 anos. Na casa, localizada em uma região conhecida como Bico da Foice, estavam ainda três crianças e a mulher da vítima.
Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
Nervoso, um irmão de Josiel preferiu não falar com a imprensa. "Por favor, não queremos falar nada. Não temos nenhuma informação para passar para vocês", disse. A mulher de Josiel também estava muito abalada e não tinha condições de dar declarações.


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VITÓRIA - O domingo de carnaval foi de tragédia para uma família do município de Viana, no Espírito Santo, a 22km de Vitória. Dois homens armados invadiram uma residência e executaram a tiros o desempregado Jesiel Marcelo Meireles, de 43 anos. Na casa, localizada em uma região conhecida como Bico da Foice, estavam ainda três crianças e a mulher da vítima.
Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
Nervoso, um irmão de Josiel preferiu não falar com a imprensa. "Por favor, não queremos falar nada. Não temos nenhuma informação para passar para vocês", disse. A mulher de Josiel também estava muito abalada e não tinha condições de dar declarações.


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Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
Nervoso, um irmão de Josiel preferiu não falar com a imprensa. "Por favor, não queremos falar nada. Não temos nenhuma informação para passar para vocês", disse. A mulher de Josiel também estava muito abalada e não tinha condições de dar declarações.


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Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
Nervoso, um irmão de Josiel preferiu não falar com a imprensa. "Por favor, não queremos falar nada. Não temos nenhuma informação para passar para vocês", disse. A mulher de Josiel também estava muito abalada e não tinha condições de dar declarações.


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Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
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Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
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- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
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- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
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Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
Nervoso, um irmão de Josiel preferiu não falar com a imprensa. "Por favor, não queremos falar nada. Não temos nenhuma informação para passar para vocês", disse. A mulher de Josiel também estava muito abalada e não tinha condições de dar declarações.


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Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
Nervoso, um irmão de Josiel preferiu não falar com a imprensa. "Por favor, não queremos falar nada. Não temos nenhuma informação para passar para vocês", disse. A mulher de Josiel também estava muito abalada e não tinha condições de dar declarações.


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VITÓRIA - O domingo de carnaval foi de tragédia para uma família do município de Viana, no Espírito Santo, a 22km de Vitória. Dois homens armados invadiram uma residência e executaram a tiros o desempregado Jesiel Marcelo Meireles, de 43 anos. Na casa, localizada em uma região conhecida como Bico da Foice, estavam ainda três crianças e a mulher da vítima.
Segundo informações da polícia, dois homens - um moreno e um branco - chegaram ao local em uma moto. Mostrando um revólver calibre 38, eles renderam a mulher de Josiel, uma dona-de-casa de 30 anos.
- Eles chegaram perguntando onde estava a droga. Em seguida, pegaram a mulher e levaram para dentro da casa. Ela estava estendendo roupa quando foi rendida - contou um policial militar que esteve no local.
Os dois homens mandaram que as crianças - uma menina de três anos e dois meninos, de oito e 10 anos - saíssem do quarto. Depois, prenderam a dona-de-casa no banheiro. Jesiel implorou aos homens para não ser morto. Um dos meninos também pediu pela vida do pai, mas os assassinos foram impiedosos: mandaram Josiel virar de costas e deram três tiros na cabeça do desempregado.
Durante as buscas na residência, policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recolheram uma sacola plástica com fragmentos de pasta-base de cocaína. Um dos motivos para o assassinato pode ser o envolvimento da vítima com o tráfico de entorpecentes.
Nervoso, um irmão de Josiel preferiu não falar com a imprensa. "Por favor, não queremos falar nada. Não temos nenhuma informação para passar para vocês", disse. A mulher de Josiel também estava muito abalada e não tinha condições de dar declarações.


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