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21.2.09
PORTO ALEGRE - Um vendaval com rajadas de até 117 km por hora destelhou mais de cem casas e provocou a queda de postes e árvores nesta sexta-feira em São Gabriel, cidade histórica gaúcha a 320 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O temporal começou por volta das 20h de sexta e vários alagamentos foram registrados. O vento forte chegou a derrubar o muro lateral do estádio de futebol do município. Os desabrigados foram deslocados para um galpão da prefeitura, mas a Defesa Civil não tem ainda informações sobre o número de famílias atendidas.
Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
Uma caminhonete Cherokee vinda da Argentina havia parado no acostamento para se abrigar da chuva quando uma árvore caiu sobre o teto do veículo, provocando ferimentos leves em dois pessoas que estavam no veículo.
A Defesa Civil municipal entregou lonas e telhas para os moradores que tiveram telhados danificados. Com a tempestade, a cidade ficou sem energia elétrica. A chuva causou estragos em residências, arrastou terra e areia dos morros para as ruas e provocou alagamentos.
Após o forte temporal ocorrido na noite desta sexta-feira em São Gabriel, a energia elétrica está sendo reestabelecida aos poucos na cidade neste sábado. A luz retornou primeiro nas proximidades do principal acesso ao município, pela estrada que liga Uruguaiana a Porto Alegre (BR-290).


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PORTO ALEGRE - Um vendaval com rajadas de até 117 km por hora destelhou mais de cem casas e provocou a queda de postes e árvores nesta sexta-feira em São Gabriel, cidade histórica gaúcha a 320 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O temporal começou por volta das 20h de sexta e vários alagamentos foram registrados. O vento forte chegou a derrubar o muro lateral do estádio de futebol do município. Os desabrigados foram deslocados para um galpão da prefeitura, mas a Defesa Civil não tem ainda informações sobre o número de famílias atendidas.
Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
Uma caminhonete Cherokee vinda da Argentina havia parado no acostamento para se abrigar da chuva quando uma árvore caiu sobre o teto do veículo, provocando ferimentos leves em dois pessoas que estavam no veículo.
A Defesa Civil municipal entregou lonas e telhas para os moradores que tiveram telhados danificados. Com a tempestade, a cidade ficou sem energia elétrica. A chuva causou estragos em residências, arrastou terra e areia dos morros para as ruas e provocou alagamentos.
Após o forte temporal ocorrido na noite desta sexta-feira em São Gabriel, a energia elétrica está sendo reestabelecida aos poucos na cidade neste sábado. A luz retornou primeiro nas proximidades do principal acesso ao município, pela estrada que liga Uruguaiana a Porto Alegre (BR-290).


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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
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A Defesa Civil municipal entregou lonas e telhas para os moradores que tiveram telhados danificados. Com a tempestade, a cidade ficou sem energia elétrica. A chuva causou estragos em residências, arrastou terra e areia dos morros para as ruas e provocou alagamentos.
Após o forte temporal ocorrido na noite desta sexta-feira em São Gabriel, a energia elétrica está sendo reestabelecida aos poucos na cidade neste sábado. A luz retornou primeiro nas proximidades do principal acesso ao município, pela estrada que liga Uruguaiana a Porto Alegre (BR-290).


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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
Uma caminhonete Cherokee vinda da Argentina havia parado no acostamento para se abrigar da chuva quando uma árvore caiu sobre o teto do veículo, provocando ferimentos leves em dois pessoas que estavam no veículo.
A Defesa Civil municipal entregou lonas e telhas para os moradores que tiveram telhados danificados. Com a tempestade, a cidade ficou sem energia elétrica. A chuva causou estragos em residências, arrastou terra e areia dos morros para as ruas e provocou alagamentos.
Após o forte temporal ocorrido na noite desta sexta-feira em São Gabriel, a energia elétrica está sendo reestabelecida aos poucos na cidade neste sábado. A luz retornou primeiro nas proximidades do principal acesso ao município, pela estrada que liga Uruguaiana a Porto Alegre (BR-290).


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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
Uma caminhonete Cherokee vinda da Argentina havia parado no acostamento para se abrigar da chuva quando uma árvore caiu sobre o teto do veículo, provocando ferimentos leves em dois pessoas que estavam no veículo.
A Defesa Civil municipal entregou lonas e telhas para os moradores que tiveram telhados danificados. Com a tempestade, a cidade ficou sem energia elétrica. A chuva causou estragos em residências, arrastou terra e areia dos morros para as ruas e provocou alagamentos.
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Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
Uma caminhonete Cherokee vinda da Argentina havia parado no acostamento para se abrigar da chuva quando uma árvore caiu sobre o teto do veículo, provocando ferimentos leves em dois pessoas que estavam no veículo.
A Defesa Civil municipal entregou lonas e telhas para os moradores que tiveram telhados danificados. Com a tempestade, a cidade ficou sem energia elétrica. A chuva causou estragos em residências, arrastou terra e areia dos morros para as ruas e provocou alagamentos.
Após o forte temporal ocorrido na noite desta sexta-feira em São Gabriel, a energia elétrica está sendo reestabelecida aos poucos na cidade neste sábado. A luz retornou primeiro nas proximidades do principal acesso ao município, pela estrada que liga Uruguaiana a Porto Alegre (BR-290).


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PORTO ALEGRE - Um vendaval com rajadas de até 117 km por hora destelhou mais de cem casas e provocou a queda de postes e árvores nesta sexta-feira em São Gabriel, cidade histórica gaúcha a 320 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O temporal começou por volta das 20h de sexta e vários alagamentos foram registrados. O vento forte chegou a derrubar o muro lateral do estádio de futebol do município. Os desabrigados foram deslocados para um galpão da prefeitura, mas a Defesa Civil não tem ainda informações sobre o número de famílias atendidas.
Segundo o comandante do policiamento da Brigada Militar do município, Anibal Menezes da Silveira, nove pessoas foram atendidas com ferimentos leves no hospital da cidade. O caso mais grave foi registrado na BR-290, a cerca de um quilômetro da entrada da cidade.
Uma caminhonete Cherokee vinda da Argentina havia parado no acostamento para se abrigar da chuva quando uma árvore caiu sobre o teto do veículo, provocando ferimentos leves em dois pessoas que estavam no veículo.
A Defesa Civil municipal entregou lonas e telhas para os moradores que tiveram telhados danificados. Com a tempestade, a cidade ficou sem energia elétrica. A chuva causou estragos em residências, arrastou terra e areia dos morros para as ruas e provocou alagamentos.
Após o forte temporal ocorrido na noite desta sexta-feira em São Gabriel, a energia elétrica está sendo reestabelecida aos poucos na cidade neste sábado. A luz retornou primeiro nas proximidades do principal acesso ao município, pela estrada que liga Uruguaiana a Porto Alegre (BR-290).


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Lúpus. Esta seria a doença que acometeu a brasileira Paula Oliveira e a responsável pelo suposto comportamento psicótico da moça. É o que o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller, afirmou nesta quinta-feira (19/02), segundo a BBC Brasil. Ele está discutindo duas a três estratégias para defendê-la, entre elas usar como atenuante o fato de ela sofrer de lúpus, uma doença inflamatória que, entre outros sintomas, poderia provocar distúrbios psicológicos.
Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
Fonte: Br Press
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Lúpus. Esta seria a doença que acometeu a brasileira Paula Oliveira e a responsável pelo suposto comportamento psicótico da moça. É o que o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller, afirmou nesta quinta-feira (19/02), segundo a BBC Brasil. Ele está discutindo duas a três estratégias para defendê-la, entre elas usar como atenuante o fato de ela sofrer de lúpus, uma doença inflamatória que, entre outros sintomas, poderia provocar distúrbios psicológicos.
Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
Fonte: Br Press
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
Fonte: Br Press
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
Fonte: Br Press
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Lúpus. Esta seria a doença que acometeu a brasileira Paula Oliveira e a responsável pelo suposto comportamento psicótico da moça. É o que o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller, afirmou nesta quinta-feira (19/02), segundo a BBC Brasil. Ele está discutindo duas a três estratégias para defendê-la, entre elas usar como atenuante o fato de ela sofrer de lúpus, uma doença inflamatória que, entre outros sintomas, poderia provocar distúrbios psicológicos.
Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
Fonte: Br Press
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Lúpus. Esta seria a doença que acometeu a brasileira Paula Oliveira e a responsável pelo suposto comportamento psicótico da moça. É o que o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller, afirmou nesta quinta-feira (19/02), segundo a BBC Brasil. Ele está discutindo duas a três estratégias para defendê-la, entre elas usar como atenuante o fato de ela sofrer de lúpus, uma doença inflamatória que, entre outros sintomas, poderia provocar distúrbios psicológicos.
Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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Lúpus. Esta seria a doença que acometeu a brasileira Paula Oliveira e a responsável pelo suposto comportamento psicótico da moça. É o que o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller, afirmou nesta quinta-feira (19/02), segundo a BBC Brasil. Ele está discutindo duas a três estratégias para defendê-la, entre elas usar como atenuante o fato de ela sofrer de lúpus, uma doença inflamatória que, entre outros sintomas, poderia provocar distúrbios psicológicos.
Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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Médicos confirmam essa possibilidade. "Dentro dos sintomas do que poderia estar acontecendo, existe a possibilidade de distúrbios neurológicos, convulsões e psicoses - que inclui a perda de contato com a realidade", afirma o Dr. Luiz Gonzaga Leite, chefe da Psiquiatria do Hospital Santa Paula (SP). "Há publicações que falam sobre isso. Esse paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico tem uma série de distúrbios hematológicos e neurológicos", diz. "E podem evoluir para a cerebrite, um estado convulsional grave".
De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres - somando cerca de 1,5 milhão de americanas -, questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.
O lúpus é uma das doenças auto-imunes, aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.
"É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento", diz a doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.
De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. "Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável".
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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

link do postPor anjoseguerreiros, às 15:47  comentar

CURITIBA - A polícia do Paraná mudou a versão para o crime ocorrido no Morro do Boi, em Caiobá, no Paraná. O homem preso e reconhecido pela estudante Monik Pegorari Lim a, de 23 anos, poderá ser indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e atentado violento ao pudor. A nova versão é que o criminoso teria assaltado o casal de jovens antes de matar o rapaz e balear a estudante. Um outro ponto importante do caso também ganhou uma outra versão: o homem não teria estuprado a universitária, e sim cometido atentado violento ao pudor, ou seja, tocado nas partes íntimas da vítima sem chegar ao ato sexual.
A polícia tem dez dias para concluir o inquérito após a prisão. E o Ministério Público, depois disso, tem cinco dias para oferecer ou não a denúncia. Só assim o processo judicial será aberto e o homem passará a responder a processo.
O acusado, Juarez Ferreira Pinto é solteiro, não tem filhos e seria irmão de um policial civil de Curitiba , que estaria ajudando na investigação. Em depoimento à polícia, teria contado aos delegados que no dia do crime estava em Pontal do Paraná. Afirmou ainda, segundo fontes policiais, que não conhece o Morro do Boi e nunca foi para Matinhos.Após ser preso, o homem alegou que estava passando mal por conta de dores abdominais e teve de ser medicado no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos. Algemado pelos pés, o homem ficou por quase duas horas no hospital, onde tomou soro e uma injeção contra a dor.
Os exames médicos, no entanto, não teriam revelado problema de saúde. Na terça-feira à noite, logo após ter sido reconhecido por Monik, o suspeito teve o sangue recolhido. A informação é de que ele é portador do vírus HIV.
O delegado coordenador das investigações, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná que o homem vai responder por atentado violento ao pudor, e não por estupro, porque a jovem não teria declarado ter sido estuprada.
Por meio de um texto divulgado no site da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a polícia informou ainda que a camiseta polo encontrada no local foi descartada como prova criminal: o exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística comparando o material genético do homem preso e o de uma mancha de sangue na camiseta deu negativo.
Veja a seguir a transcrição de uma entrevista com o delegado Cartaxo, feita na tarde de sexta-feira pelo repórter da Gazeta do Povo, publicada no Portal RPC:
Repórter - O senhor pode conversar comigo sobre a matéria que saiu na agência (Agência Estadual de Notícias, do governo do estado)?
Cartaxo - Não. É aquilo lá. Sem comentários.
Repórter - Só uma pergunta, por gentileza. O senhor me disse na sexta-feira (13) que não havia sido roubado nada do casal. E hoje veio a informação do indiciamento por latrocínio (roubo seguido de morte);
Cartaxo - Eu não lembro de ter dito isso para você.
Repórter - Está gravado aqui.
Cartaxo - Ah, você gravou? Então eu devo ter me enganado.
Repórter - O que mudou nesses (sete) dias?
Cartaxo - O depoimento dela. Foi feito na quinta-feira.
Repórter - Pois é, mas a gente conversou na sexta-feira.
Cartaxo - Não, o depoimento dela foi na segunda-feira.
Repórter - Na segunda-feira agora?
Cartaxo - É.
Repórter - E roubaram o que deles?
Cartaxo - Dinheiro.
Repórter - Quanto?
Cartaxo - Ah, vai. Tá na matéria? Você quer me derrubar de novo?
Repórter - Não.
Cartaxo - Então não me pergunte isso. Se não tá na matéria não é para noticiar.
Repórter - Roubaram dinheiro deles então?
Cartaxo - Acho que sim.
Repórter - Algum outro objeto de valor? Máquina, alguma coisa.
Cartaxo - Eu não vou te esclarecer isso, Karlos. P..., mas que coisa!
Repórter - Mas, doutor...
Cartaxo - Ah, pô. Ah, para de me encher o saco, c...
Repórter - Mas não elucidou o caso?
Delegado desliga o telefone.
A Secretaria diz apenas que a jovem carregava R$ 90 no bolso e que o dinheiro sumiu. Ao não ser indiciado por homicídio, o acusado ganha o direito de não ser julgado por júri popular.
Uma declaração do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari, dá a entender que as investigações foram resolvidas.
- Este era mais um caso que desafiava a polícia do Paraná, mas o fato de a jovem ter sobrevivido, ser vítima e testemunha ocular do crime foi decisivo para elucidarmos o caso. Desde que tudo aconteceu, a polícia não descansou um minuto sequer para identificar e prender este criminoso, que agora será colocado à disposição da Justiça - disse.
A polícia, pelo menos até o momento, não apresentou provas materiais à imprensa ou ao advogado de defesa do suspeito que possam incriminá-lo.
A principal prova é testemunhal: a jovem reconheceu o suspeito como sendo o autor do crime. Há ainda outras duas testemunhas: uma que viu o mesmo homem descendo do Morro do Boi por volta das 21 horas do dia 31 de janeiro e outra que afirmou ter enxergado um homem com as características do suspeito na Praia Mansa, no dia seguinte ao crime, acompanhando o resgate da vítima. Ainda não se sabe as motivações do crime e onde está o revólver calibre 38 usado no atentado.
Colegas de trabalho do suspeito teriam dito à polícia que ele não foi visto no dia e horário do crime na empresa. Uma funcionária, disse que esteve com o suspeito entre 20 e 21 horas do dia 31 de janeiro. Ela contou que não prestou depoimento ainda porque não foi procurada para depor. É exatamente nesse horário que a polícia acredita que o homem voltou ao morro para molestar a jovem.
O advogado de defesa do suspeito, Nilton Ribeiro, diz estar indignado com a mudança na tipificação do crime, o que, segundo ele, foi uma manobra da polícia para que o caso não fosse a júri popular.
- Se hoje ele fosse julgado em júri, seria absolvido. Disseram que foi latrocínio, e não homicídio, para que o processo corra normalmente e seja julgado por apenas um juiz e um promotor e não por um júri de sete pessoas - disse.

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BRASÍLIA - Levantamento feito pelo GLOBO aponta o alto número de processos que filhos de ministros e de ex-ministros da cúpula do Judiciário têm, como advogados, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O destaque vai para Marcos Meira, filho do ministro do STJ Castro Meira. No STF, ele tem 1.099 processos em tramitação. No tribunal de seu pai, tem outros 882 processos. O levantamento inclui ações, recursos e outros tipos de demandas aos tribunais. O pai não vê problemas éticos e faz questão de não participar dos julgamentos das causas de seu herdeiro. ( Confira os números )
- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
( Leia Mais: Ex-ministros viram advogados em seus tribunais )
Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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BRASÍLIA - Levantamento feito pelo GLOBO aponta o alto número de processos que filhos de ministros e de ex-ministros da cúpula do Judiciário têm, como advogados, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O destaque vai para Marcos Meira, filho do ministro do STJ Castro Meira. No STF, ele tem 1.099 processos em tramitação. No tribunal de seu pai, tem outros 882 processos. O levantamento inclui ações, recursos e outros tipos de demandas aos tribunais. O pai não vê problemas éticos e faz questão de não participar dos julgamentos das causas de seu herdeiro. ( Confira os números )
- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
( Leia Mais: Ex-ministros viram advogados em seus tribunais )
Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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BRASÍLIA - Levantamento feito pelo GLOBO aponta o alto número de processos que filhos de ministros e de ex-ministros da cúpula do Judiciário têm, como advogados, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O destaque vai para Marcos Meira, filho do ministro do STJ Castro Meira. No STF, ele tem 1.099 processos em tramitação. No tribunal de seu pai, tem outros 882 processos. O levantamento inclui ações, recursos e outros tipos de demandas aos tribunais. O pai não vê problemas éticos e faz questão de não participar dos julgamentos das causas de seu herdeiro. ( Confira os números )
- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
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Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
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Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
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- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
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Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
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Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
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Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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link do postPor anjoseguerreiros, às 15:38  comentar

BRASÍLIA - Levantamento feito pelo GLOBO aponta o alto número de processos que filhos de ministros e de ex-ministros da cúpula do Judiciário têm, como advogados, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O destaque vai para Marcos Meira, filho do ministro do STJ Castro Meira. No STF, ele tem 1.099 processos em tramitação. No tribunal de seu pai, tem outros 882 processos. O levantamento inclui ações, recursos e outros tipos de demandas aos tribunais. O pai não vê problemas éticos e faz questão de não participar dos julgamentos das causas de seu herdeiro. ( Confira os números )
- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
( Leia Mais: Ex-ministros viram advogados em seus tribunais )
Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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BRASÍLIA - Levantamento feito pelo GLOBO aponta o alto número de processos que filhos de ministros e de ex-ministros da cúpula do Judiciário têm, como advogados, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O destaque vai para Marcos Meira, filho do ministro do STJ Castro Meira. No STF, ele tem 1.099 processos em tramitação. No tribunal de seu pai, tem outros 882 processos. O levantamento inclui ações, recursos e outros tipos de demandas aos tribunais. O pai não vê problemas éticos e faz questão de não participar dos julgamentos das causas de seu herdeiro. ( Confira os números )
- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
( Leia Mais: Ex-ministros viram advogados em seus tribunais )
Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
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Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
( Leia Mais: Ex-ministros viram advogados em seus tribunais )
Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
( Leia Mais: Ex-ministros viram advogados em seus tribunais )
Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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- Não sei informar sobre a atuação dele, porque faço questão de guardar distância absoluta dos processos nos quais ele atua. E jamais pedi preferência a qualquer dos ministros. Quando Marcos está envolvido, eu me afasto. Eu não posso porém impedir que ele seja advogado, o que ele fazia antes de eu chegar ao STJ e provavelmente continuará fazendo depois que eu sair - diz Castro Meira.
( Leia Mais: Ex-ministros viram advogados em seus tribunais )
Marcelo Lavocat Galvão é filho do ex-ministro do STF Ilmar Galvão. No tribunal onde o pai atuou, Marcelo tem 88 ações em curso. No STJ, assina outras 1.098.
" Não há nenhuma diferença no tratamento. Basta ver os resultados dos julgamentos "
- Meu pai já se aposentou há seis anos. Não há nenhuma diferença no tratamento dos advogados por ser filho de ex-ministro. Basta ver os resultados dos julgamentos. Como qualquer outro advogado, os filhos às vezes ganham e às vezes perdem. Seria menosprezar a responsabilidade, a competência e a ética dos ministros imaginar que eles mudariam algum resultado por que o advogado é filho de um colega - pondera o advogado.
Carlos Mário Velloso Filho, herdeiro do ex-ministro do STJ e do STF Carlos Velloso, acumula 658 ações no STJ e 200 no STF.
- Nunca vi nenhum problema nele atuar no Supremo. Meu filho tem mais de 20 anos de advocacia, com um comportamento ético esplêndido, muito acentuado, graças a Deus - argumenta o ex-ministro.
O próprio Carlos Velloso, hoje advogado no mesmo escritório do filho, tem cinco ações no STJ. No Supremo, ele ainda não atuou em respeito à quarentena. Em janeiro, completaram três anos de sua aposentadoria. Agora, ele avisa que começará a defender causas no STF.
- Fui ministro do STJ 19 anos atrás. Já não existe praticamente nenhum ministro do meu tempo. Não tenho tratamento privilegiado. Os ministros são pessoas éticas, corretas - diz Velloso.
A versão dos outros advogados, filhos de pessoas comuns, é outra. Eles costumam reclamar que os sobrenomes pomposos dos concorrentes costumam contar na hora de escolher um profissional. Nem sempre isso funciona na prática. E há queixas de privilégio no atendimento pelos ministros.
" Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também "
- Conheço vários filhos que se utilizam do parentesco na hora de atuar, mas cansei de ver os pleitos indeferidos também. Tem julgadores que, para fazer questão de manter certa independência, votam contra. É um tiro que pode sair pela culatra - conta um advogado que atua em tribunais superiores e preferiu não se identificar.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) não vêem problemas na prática:
" É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar "
- Como a atuação profissional de ex-ministros e de parentes tem autorização legal, a OAB não pode entender esses atos como falta disciplinar - afirma o presidente da ordem, Cezar Britto.
- É possível que haja tráfico de influência, mas a gente não pode generalizar. Se houver algum indício, que se denuncie - diz o presidente da AMB, Mozart Valadares, completando: - Como há autorização legal e constitucional, não há muito o que fazer no campo ético.

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SÃO PAULO - Os deputados estaduais paulistas aprovaram na noite desta terça-feira um projeto de lei que impede a polícia de divulgar os dados pessoais de vítimas e testemunhas de crimes registrados em boletins de ocorrência (BOs). A proposta foi elaborada pelos líderes dos partidos na Assembleia Legislativa e já causa polêmica. A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) criticou a medida, por considerá-la inconstitucional. Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador José Serra.
Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

Fonte: globo on-line
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SÃO PAULO - Os deputados estaduais paulistas aprovaram na noite desta terça-feira um projeto de lei que impede a polícia de divulgar os dados pessoais de vítimas e testemunhas de crimes registrados em boletins de ocorrência (BOs). A proposta foi elaborada pelos líderes dos partidos na Assembleia Legislativa e já causa polêmica. A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) criticou a medida, por considerá-la inconstitucional. Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador José Serra.
Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

Fonte: globo on-line
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SÃO PAULO - Os deputados estaduais paulistas aprovaram na noite desta terça-feira um projeto de lei que impede a polícia de divulgar os dados pessoais de vítimas e testemunhas de crimes registrados em boletins de ocorrência (BOs). A proposta foi elaborada pelos líderes dos partidos na Assembleia Legislativa e já causa polêmica. A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) criticou a medida, por considerá-la inconstitucional. Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador José Serra.
Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

Fonte: globo on-line
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SÃO PAULO - Os deputados estaduais paulistas aprovaram na noite desta terça-feira um projeto de lei que impede a polícia de divulgar os dados pessoais de vítimas e testemunhas de crimes registrados em boletins de ocorrência (BOs). A proposta foi elaborada pelos líderes dos partidos na Assembleia Legislativa e já causa polêmica. A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) criticou a medida, por considerá-la inconstitucional. Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador José Serra.
Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

Fonte: globo on-line
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SÃO PAULO - Os deputados estaduais paulistas aprovaram na noite desta terça-feira um projeto de lei que impede a polícia de divulgar os dados pessoais de vítimas e testemunhas de crimes registrados em boletins de ocorrência (BOs). A proposta foi elaborada pelos líderes dos partidos na Assembleia Legislativa e já causa polêmica. A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) criticou a medida, por considerá-la inconstitucional. Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador José Serra.
Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

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SÃO PAULO - Os deputados estaduais paulistas aprovaram na noite desta terça-feira um projeto de lei que impede a polícia de divulgar os dados pessoais de vítimas e testemunhas de crimes registrados em boletins de ocorrência (BOs). A proposta foi elaborada pelos líderes dos partidos na Assembleia Legislativa e já causa polêmica. A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) criticou a medida, por considerá-la inconstitucional. Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador José Serra.
Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

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Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
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Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
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Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
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Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
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Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
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Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

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SÃO PAULO - Os deputados estaduais paulistas aprovaram na noite desta terça-feira um projeto de lei que impede a polícia de divulgar os dados pessoais de vítimas e testemunhas de crimes registrados em boletins de ocorrência (BOs). A proposta foi elaborada pelos líderes dos partidos na Assembleia Legislativa e já causa polêmica. A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) criticou a medida, por considerá-la inconstitucional. Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador José Serra.
Protocolado na Mesa do Legislativo há uma semana, o projeto de lei teve tramitação rápida, já que o tema tinha apoio unânime entre os parlamentares. Segundo o presidente da Assembleia, deputado Vaz de Lima (PSDB), o objetivo da proposta é garantir a segurança do cidadão, preservando o nome e endereço de vítimas e testemunhas de crimes.
- Esses dados pessoais não constariam do boletim de ocorrência. Ficariam em envelopes lacrados, anexados aos BOs, à disposição do juiz e do Ministério Público - disse Vaz de Lima.
O deputado afirmou que a medida impediria, por exemplo, que advogados ou pessoas ligadas ao autor do crime tivessem acesso aos dados de vítimas e testemunhas.
- Isso é importante principalmente naqueles casos em que o autor do crime é reconhecido pela vítima ou pela testemunha - afirmou.
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio D'Urso, disse que vai pedir a Serra que vete a proposta. Segundo ele, o projeto trata de uma regra de processo penal, "Cuja competência é exclusiva da esfera federal". Ou seja, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
D'Urso afirmou ainda que a medida impede que o advogado tenha acesso a informações necessárias à defesa de réus e acusados. Para Vaz de Lima, a Constituição permite que o estado legisle sobre matéria processual.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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link do postPor anjoseguerreiros, às 13:03  comentar


O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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O número de transplantes realizados anualmente no país mais do que dobrou em dez anos. Só no ano passado, foram feitos 5.373 procedimentos --contra 2.362 realizados em 1998.
Os números fazem parte do último relatório divulgado pela ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Ao todo, foram feitos em dez anos 45.955 transplantes de órgãos no país. Apesar do avanço, o Brasil está longe de atender a todos os que precisam de um novo órgão. A cada ano, a lista de espera aumenta. São quase 69 mil pessoas na fila. Em 2001, já eram mais de 43,5 mil.
De acordo com o vice-presidente da ABTO, o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, o aumento da fila ocorre porque a cada ano mais pessoas buscam o tratamento por meio de transplantes.
"O Brasil é vítima do próprio sucesso. Há dez anos, o sistema não era tão desenvolvido como é hoje. Por isso há uma procura e uma indicação maior por esse serviço."
Para o presidente da ONG Adote do Rio, Rafael Paim Cunha Santos, estudos mostram que essa tendência ocorre porque a velocidade de crescimento da lista --que, além dos atuais pacientes, recebe novas inscrições a cada dia-- é maior do que a de transplantes.
Paim, no entanto, diz que há uma evolução. "Não digo que já se possa comemorar, mas toda evolução é bem vista. Se a gente comparar com o que acontece em outros países que incentivam a doação, no entanto, o Brasil ainda está longe", afirma.
"A média de doadores por milhão chega a ser cinco vezes maior em um país como a Espanha. Há muito espaço para melhorar", diz. Entre os problemas atuais, ele destaca a subnotificação dos casos de morte encefálica e a ausência de neurologistas nos hospitais.
Em 2008, a taxa de doações, segundo a ABTO, cresceu 15%. O número de doadores por milhão de habitantes chegou a 7,2. A meta, para este ano, é elevar o índice para 8,5.
Segundo a ABTO, enquanto no Piauí há 0,3 doador por milhão de habitantes, em Santa Catarina o índice chega a 16,7 --é a primeira vez em que um Estado consegue superar o índice de 15 doadores por milhão.
A maioria dos transplantes realizados no país é de rim. Foram 3.780 em 2008 --um recorde. Há, porém, cerca de 34 mil à espera de um rim hoje. Os transplantes de córnea também ultrapassaram a marca de 2.000 (mas são hoje 26 mil pessoas na fila).
No final do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou um pacote para aumentar ainda mais o número de transplantes e aperfeiçoar o sistema no país. O cadastro de pacientes pela internet e o acompanhamento do andamento da fila pela rede foram algumas das medidas divulgadas.

Fonte: MATHEUS PICHONELLI

THIAGO REIS

da Agência Folha

Informações sobre doação de órgãos e tecidos

Quem pode ser doador?
Cerca de 1% de todas as pessoas que morrem são doadores em potencial. Entretanto, a doação pressupõe certas circunstâncias especiais que permitam a preservação do corpo para o adequado aproveitamento dos órgãos para doação.
É possível também a doação entre vivos no caso de órgãos duplos. É possível a doação entre parentes de órgãos como o Rim, por exemplo. No caso do Fígado, também é possível o transplante intervivos. Neste caso apenas uma parte do Fígado do doador é transplantado para o receptor. Este tipo de transplante é possível por causa da particular qualidade do Fígado de se regenerar, voltando ao tamanho normal em dois ou três meses. No caso da doação inter-vivos, é necessária uma autorização especial e diferente do caso de doador cadáver.
Não existe limite de idade para a doação de córneas. Para os demais órgãos, a idade e história médica são consideradas.

Quem não pode doar?
Não podem ser considerados doadores pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis, câncer ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Os portadores de neoplasias primárias do sistema nervoso central podem ser doadores de órgãos.
Também não podem ser doadores: pessoas sem documentos de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quando podemos doar?
A doação de órgãos como Rim e parte do Fígado pode ser feita em vida.
Mas em geral nos tornamos doadores quando ocorre a MORTE ENCEFÁLICA. Tipicamente são pessoas que sofreram um acidente que provocou um dano na cabeça (acidente com carro, moto, quedas, etc).

Os familiares não encontraram os documentos da vítima. Os órgãos poderãop ser retirados?
Não. Pessoas sem identidade, indigentes e menores de 21 anos sem autorização dos responsáveis, não são consideradas doadoras.

O que é Morte Encefálica?
Morte encefálica significa a morte da pessoa.
É uma lesão irrecuperável do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral.
É a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando morre, os demais órgãos e tecidos também morrem. Alguns resistem mais tempo, como as córneas e a pele. Outros, como o coração, pulmão, rim e fígado sobrevivem por muito pouco tempo.
A morte encefálica pode ser claramente diagnosticada e documentada através do exame da circulação cerebral por técnicas extremamente seguras, embora existam opiniões contrárias a esta afirmativa.

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Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
Folha de São Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:56  comentar

Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
Folha de São Paulo
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Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
Folha de São Paulo
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Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
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Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
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Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
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Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
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Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
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Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
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Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
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Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
Folha de São Paulo
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Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
Folha de São Paulo
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Laboratórios receberão prazo de um ano para se adaptar às regras e passar a relatar quaisquer reações aos remédios


Empresas terão sete dias corridos para notificar casos de morte e 15 dias para informar outros problemas considerados menos graves




Resolução publicada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 11 obriga os laboratórios farmacêuticos a informar a agência sobre quaisquer efeitos adversos relacionados aos seus medicamentos, desde problemas considerados simples até os casos de morte de paciente. Até então, essa obrigatoriedade não existia de maneira padronizada, e as notificações eram feitas voluntariamente.O Estado de São Paulo é o único em que a notificação dos efeitos adversos pela indústria é compulsória desde 2005. As informações repassadas pelos laboratórios são encaminhadas à Vigilância Sanitária, que se encarrega de retransmitir os dados à Anvisa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, a interdição do remédio Prexige (em julho de 2008), por exemplo, aconteceu graças às notificações feitas pelo fabricante.Segundo Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a resolução tem como objetivo regulamentar no país as ações de farmacovigilância, que começaram a ser estruturadas há cinco anos."Queremos instituir uma forma de vigilância mais proativa sobre os produtos que já estão no mercado. Antes éramos mais focados na questão do registro dos medicamentos e agora vamos observar como se comportam esses medicamentos que já estão em uso."Várias fontesComo não havia obrigatoriedade da notificação, as informações chegavam à agência por várias fontes, de maneira desordenada. Elas eram repassadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais, pelos 180 hospitais sentinelas que estão espalhados pelo país e também por meio do formulário disponível no site, onde médicos e pacientes podiam relatar o aparecimento de problemas previstos ou não em bulas."Esse sistema de notificações era limitado, pois a indústria é uma fonte privilegiada de recebimento de informações sobre efeitos inesperados. A indústria tem uma rede de representantes, acesso direto aos médicos e também um serviço de atendimento ao consumidor. Com essa obrigação, teremos certeza de que vamos receber as informações que chegam por esses canais", diz Barbano.Com a medida, os laboratórios serão os corresponsáveis pela apuração dos problemas relacionados ao uso ou aos desvios de qualidade dos medicamentos. Para isso, as indústrias terão de se organizar e criar uma estrutura específica destinada à prevenção, à detecção, à avaliação e ao acompanhamento dos problemas relatados.Prazos para notificarA resolução estipula os prazos de notificação, de acordo com a gravidade da ocorrência. Segundo Barbano, a Anvisa seguiu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), que busca harmonizar internacionalmente essas normas.Casos de morte ou de risco de morte deverão ser informados em até sete dias corridos, a partir da data do recebimento da informação. Já os demais efeitos adversos deverão ser notificados à Anvisa em até 15 dias.Além disso, os relatórios deverão ser arquivados pela empresa por ao menos 20 anos e o acesso às informações deverá ser rápido. Eventos que aconteceram no exterior (graves ou não) também deverão ser informados.Levi Nunes, gerente de assuntos regulatórios da Febrafarma (Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica), diz que a indústria farmacêutica apoia a iniciativa da Anvisa, pois participou de todo o processo para elaboração das normas de regulamentação."Hoje os procedimentos não são padronizados, e o envio dos relatórios dependia de um julgamento feito pela própria empresa. Era ela quem dizia se determinado evento era ou não importante, se seria ou não notificado", diz Nunes.Para ele, a resolução obrigará todas as empresas farmacêuticas a terem um departamento específico para isso e a adotarem o mesmo padrão.A indústria tem 360 dias para se adequar. Em caso de descumprimento das normas, elas estarão sujeitas às penalidades previstas na legislação sobre infrações sanitárias, que variam de multa a suspensão da venda do medicamento.
Fonte: FERNANDA BASSETTE
Folha de São Paulo
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

Fonte: EDUARDO SCOLESE da Folha de S.Paulo, em Brasília
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Ao admitir que existe preconceito racial nas abordagens policiais, o governo federal lançará em março um polêmico plano que prevê o treinamento de policiais militares e agentes penitenciários para lidar com negros, tanto numa abordagem policial como numa conversa com um jovem infrator.
Um exemplo que motivou o plano, parceria do Ministério da Justiça com a Secretaria da Igualdade Racial da Presidência, foi o assassinato do dentista negro Flávio Ferreira Sant'Ana, em 2004, em São Paulo. Ele foi morto por policiais militares após ter sido supostamente confundido com um assaltante.
"O fato de ser negro já é motivo para que ele seja abordado hoje pelos policiais. A abordagem tem que ocorrer por conta de um flagrante ou de uma suspeita de fato, não com o critério do racismo, como tem ocorrido", diz Giovanni Harvey, subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da secretaria da Presidência.
A ideia do governo é que o curso seja obrigatório para os PMs nos locais que firmarem convênios com a União. A intenção é também estender o curso para promotores.
Nos cursos, serão abordados temas de sociologia, antropologia, história e direito, como introdução aos direitos humanos, diversidade étnica nacional, o que é racismo, preconceito e dados sobre o número de negros no país. Segundo o Ministério da Justiça, os negros (pretos e pardos) representam 57% das pessoas presas hoje no país.
Para Joselito Lago, secretário-geral da Associação de Cabos e Soldados da PM da Bahia, os cursos são necessários por conta do racismo real nas abordagens. "Ainda há muito preconceito. É preciso dar condições para evitar novos casos. Se o policial for informado do objetivo do programa, com certeza não haverá resistência."
Já para Marcus Alessandro Mawusí, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), ações como essa são "paliativas" e "não adiantam", diante da falta de mudanças estruturais no modelo nacional de segurança.
"É preciso, para começar, que as corregedorias de polícia sejam mais transparentes, com a participação da sociedade", afirma Mawusí. "Essa ação somente terá relevância caso tenha continuidade", completa o professor Nelson Inocêncio, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB (Universidade de Brasília).
Em 2009, o programa será implementado em quatro Estados (SP, RJ, BA e RS), com R$ 5 milhões disponíveis para convênios. A ideia é estendê-lo aos demais Estados em 2010.
Para Fermino Fecchio, ouvidor-geral da Cidadania da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, os policiais não foram treinados para evitar certas abordagens. "Isso está documentado. A história mostra isso. Há problema na abordagem de negros, pessoas com deficiência, idosos."
Segundo ele, antes da aplicação desses cursos, é preciso apontar aos policiais que eles também possuem direitos. "Como ele vai respeitar o direito dos outros, se não se vê como um sujeito com direitos?"
O programa oferecerá ações de capacitação para jovens negros infratores de 15 a 29 anos.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

fonte:G1
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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

fonte:G1
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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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Ex-deputado Sérgio Naya foi encontrado morto em quarto de hotel.Delegacia de Proteção ao Turista vai investigar caso.


O corpo do empresário e ex-deputado federal Sérgio Naya foi retirado do hotel sem autorização da Polícia Civil, segundo informou a delegada Adriana Taternostro, da Delegacia de Proteção ao Turista, que investigará o caso.
Naya encontrado morto em um quarto do hotel Jardim Atlântico, onde estava hospedado, na tarde desta sexta (20).

"O perito tirou o corpo sem ter autorização. A autoridade policial não foi comunicada. Quem dá autorização para tirar corpo é a Delegacia de Proteção ao Turista, que comunica, em seguida, o Departamento de Polícia Técnica", disse Adriana.
Segundo ela, um médico amigo de Naya chamado para fazer o atendimento teria chamado o legista e levado o corpo na funerária. "Para o corpo sair de Ilhéus, depende de autorização. Eu só assino a guia depois de acompanhar as investigações. Até porque temos de saber se foi morte natural", afirmou a delegada. Naya era proprietário da Sersan, empresa responsável pela construção do edifício Palace II, no Rio, que desabou em 1998 e provocou as mortes de oito pessoas e deixou 120 famílias desabrigadas.
O dono da funerária São José, Samuel Ferreira de Miranda, informou que o corpo de Naya chegou ao local por volta de 17h30. Miranda disse que ele próprio foi buscar o corpo no hotel. Um médico legista iria à funerária para apontar a causa da morte. De acordo com o dono da funerária, depois de preparado o corpo, terá início o velório. Miranda disse que informou familiares de Naya, que, segundo ele, iriam se deslocar de Minas para Ilhéus.

Cliente habitual
De acordo com a dona do hotel, Néia Machado, Naya era um cliente habitual. Segundo ela, nesta sexta, o empresário tomou café e voltou para o quarto. Horas depois, o motorista de Naya estranhou a ausência dele e pediu a uma funcionária para que fosse aberta a porta do quarto. Primeiramente, segundo Néia Machado, o motorista chamou um médico particular do empresário e, depois, um legista constatou a morte. Naya foi deputado federal por Minas Gerais por três mandatos (1987-1991 e 1991-1995 pelo PMDB e 1995-1999, pelo PP). Segundo a Prefeitura de Ilhéus, ele estava na cidade para negociar a construção de um shopping.

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SÃO PAULO - Um adolescente de 13 anos, identificado como L.P.R., esfaqueou, na tarde de quinta-feira, um colega de 12 anos, durante o recreio, dentro da Escola Municipal Carlos Vilhalva Cristaldo, no bairro Jardim Itália, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A vítima, V.C. foi atingida com cinco golpes de faca. De acordo com pais de alunos e moradores do bairro, o agressor já tinha ameaçado e até perseguido V. Segundo eles, as ameaças teriam ocorrido no início da semana. O jovem agressor teria ameaçado também a diretora da escola. V. foi atacado na frente dos colegas.
Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
A Polícia Militar visitou a escola na manhã desta sexta-feira para apurar os fatos e definir uma estratégia de prevenção a violência.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 13 anos, identificado como L.P.R., esfaqueou, na tarde de quinta-feira, um colega de 12 anos, durante o recreio, dentro da Escola Municipal Carlos Vilhalva Cristaldo, no bairro Jardim Itália, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A vítima, V.C. foi atingida com cinco golpes de faca. De acordo com pais de alunos e moradores do bairro, o agressor já tinha ameaçado e até perseguido V. Segundo eles, as ameaças teriam ocorrido no início da semana. O jovem agressor teria ameaçado também a diretora da escola. V. foi atacado na frente dos colegas.
Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
A Polícia Militar visitou a escola na manhã desta sexta-feira para apurar os fatos e definir uma estratégia de prevenção a violência.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 13 anos, identificado como L.P.R., esfaqueou, na tarde de quinta-feira, um colega de 12 anos, durante o recreio, dentro da Escola Municipal Carlos Vilhalva Cristaldo, no bairro Jardim Itália, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A vítima, V.C. foi atingida com cinco golpes de faca. De acordo com pais de alunos e moradores do bairro, o agressor já tinha ameaçado e até perseguido V. Segundo eles, as ameaças teriam ocorrido no início da semana. O jovem agressor teria ameaçado também a diretora da escola. V. foi atacado na frente dos colegas.
Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
A Polícia Militar visitou a escola na manhã desta sexta-feira para apurar os fatos e definir uma estratégia de prevenção a violência.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 13 anos, identificado como L.P.R., esfaqueou, na tarde de quinta-feira, um colega de 12 anos, durante o recreio, dentro da Escola Municipal Carlos Vilhalva Cristaldo, no bairro Jardim Itália, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A vítima, V.C. foi atingida com cinco golpes de faca. De acordo com pais de alunos e moradores do bairro, o agressor já tinha ameaçado e até perseguido V. Segundo eles, as ameaças teriam ocorrido no início da semana. O jovem agressor teria ameaçado também a diretora da escola. V. foi atacado na frente dos colegas.
Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
A Polícia Militar visitou a escola na manhã desta sexta-feira para apurar os fatos e definir uma estratégia de prevenção a violência.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 13 anos, identificado como L.P.R., esfaqueou, na tarde de quinta-feira, um colega de 12 anos, durante o recreio, dentro da Escola Municipal Carlos Vilhalva Cristaldo, no bairro Jardim Itália, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A vítima, V.C. foi atingida com cinco golpes de faca. De acordo com pais de alunos e moradores do bairro, o agressor já tinha ameaçado e até perseguido V. Segundo eles, as ameaças teriam ocorrido no início da semana. O jovem agressor teria ameaçado também a diretora da escola. V. foi atacado na frente dos colegas.
Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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SÃO PAULO - Um adolescente de 13 anos, identificado como L.P.R., esfaqueou, na tarde de quinta-feira, um colega de 12 anos, durante o recreio, dentro da Escola Municipal Carlos Vilhalva Cristaldo, no bairro Jardim Itália, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A vítima, V.C. foi atingida com cinco golpes de faca. De acordo com pais de alunos e moradores do bairro, o agressor já tinha ameaçado e até perseguido V. Segundo eles, as ameaças teriam ocorrido no início da semana. O jovem agressor teria ameaçado também a diretora da escola. V. foi atacado na frente dos colegas.
Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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Um vizinho da escola e a diretora levaram o adolescente ferido para a Unidade Base de Saúde do bairro. No local, ele teve duas paradas cardíacas antes de ser levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa. V. passou por uma cirurgia no abdômen e continua em estado grave, internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa.
A mãe de L., Marlene Prado, diz que o jovem já teve problemas em outra escola, e passou pela orientação do Conselho Tutelar. O adolescente agressor ainda não foi localizado.
- Passou pela assistente social, que conversou comigo e com ele. Passou um monte de coisa para ele, para poder ver o que ele tem - afirmou a mãe.
Marlene comentou que o filho, desde que entrou na adolescência, começou a andar com jovens de outros bairros e se tornou agressivo. Ela afirma que se desesperou ao percebeu que o filho foi armado para a aula. Quando fui lavar a louça, percebi que estava faltando uma faca. Perguntei para meu outro filho e percebi que L. tinha saído de casa com a faca - afirma.
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RIO - A Beija-Flor, bicampeã do carnaval do Rio, que leve meias de lã para a Sapucaí. Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmar a intenção de vir ao Sambódromo para torcer por sua escola, a azul-e-branco de Nilópolis terá como adversário o famoso pé-frio do presidente para com suas paixões.
Seus times de coração no Rio (Vasco) e em São Paulo (Corinthians) foram rebaixados da Série A do Campeonato Brasileiro durante a gestão de Lula. Até as torcidas adversárias já sofreram com o pé-frio presidencial. Em 2004, Lula posou para foto com a camisa do Flamengo e time perdeu a Copa do Brasil para o Santo André. Este ano, a vítima foi o Fluminense. Na semana da final da Copa Libertadores, Lula posou com a camisa tricolor e... LDU campeã dentro do Maracanã.
No samba, a situação do presidente não é melhor. Apesar da sorte com a Beija-Flor, que já ganhou cinco dos últimos, a escola da torcida do Corinthians, a Gaviões da Fiel, caiu para o Acesso duas vezes nos últimos quatro anos.


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RIO - O público presente ao Sambódromo no domingo de Carnaval vai embarcar "nas ondas da emoção" com a iniciativa inédita de apoio ao Neguinho da Beija-Flor no combate ao câncer de intestino. Milhares de laços da esperança serão distribuídos na entrada da Marquês de Sapucaí com o intuito de formar uma corrente positiva para fortalecer a luta do intérprete no combate a este que é o quarto tipo de câncer mais comum no Brasil e no mundo.
O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
A fita com a cor verde simboliza a cor de combate a este tipo de câncer em todo o mundo, uma doença que atinge somente no Brasil mais de 25 mil novos casos no Brasil todos os anos.


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RIO - O público presente ao Sambódromo no domingo de Carnaval vai embarcar "nas ondas da emoção" com a iniciativa inédita de apoio ao Neguinho da Beija-Flor no combate ao câncer de intestino. Milhares de laços da esperança serão distribuídos na entrada da Marquês de Sapucaí com o intuito de formar uma corrente positiva para fortalecer a luta do intérprete no combate a este que é o quarto tipo de câncer mais comum no Brasil e no mundo.
O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
A fita com a cor verde simboliza a cor de combate a este tipo de câncer em todo o mundo, uma doença que atinge somente no Brasil mais de 25 mil novos casos no Brasil todos os anos.


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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
A fita com a cor verde simboliza a cor de combate a este tipo de câncer em todo o mundo, uma doença que atinge somente no Brasil mais de 25 mil novos casos no Brasil todos os anos.


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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
A fita com a cor verde simboliza a cor de combate a este tipo de câncer em todo o mundo, uma doença que atinge somente no Brasil mais de 25 mil novos casos no Brasil todos os anos.


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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
A fita com a cor verde simboliza a cor de combate a este tipo de câncer em todo o mundo, uma doença que atinge somente no Brasil mais de 25 mil novos casos no Brasil todos os anos.


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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
A fita com a cor verde simboliza a cor de combate a este tipo de câncer em todo o mundo, uma doença que atinge somente no Brasil mais de 25 mil novos casos no Brasil todos os anos.


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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
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O laço da esperança, uma fita na cor verde e com o site da campanha www.lacosdaesperanca.com.br, será entregue juntamente com um folheto alertando sobre a importância de antecipar-se ao câncer. No folheto, as pessoas serão orientadas a estenderem a mão com a fita amarrada ao pulso para formar uma corrente de esperança e transmitir energia e apoio ao Neguinho. Todos os integrantes da Beija-Flor também usarão a fita no pulso.
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Mariana Ximenes e Paulo José sofreram um afogamento, ontem cedo, na Praia de Itapuã, em Salvador. Os dois foram puxados por uma correnteza. Após o resgate, eles foram atendidos por médicos na pousada onde estão hospedados e passam bem.
Os atores estão na Bahia filmando "Quincas Berro D'água".


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colaboradores: carmen e maria celia

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