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20.2.09
Um programa de computador do Google Ocean pode ter encontrado vestígios da cidade perdida de Atlântida, segundo uma reportagem publicada no jornal britânico "The Sun". Atlântida teria submergido há cerca de 12 mil anos, por conta de terremotos.
As imagens da susposta cidade foram registradas em uma área próxima às Ilhas Canárias, a mil quilômetros da costa africana. Elas mostram um retângulo cortado por linhas que lembram um mapa.
O Google Ocean é uma ferramenta do Google, que foi lançado no início do mês.


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As imagens da susposta cidade foram registradas em uma área próxima às Ilhas Canárias, a mil quilômetros da costa africana. Elas mostram um retângulo cortado por linhas que lembram um mapa.
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As imagens da susposta cidade foram registradas em uma área próxima às Ilhas Canárias, a mil quilômetros da costa africana. Elas mostram um retângulo cortado por linhas que lembram um mapa.
O Google Ocean é uma ferramenta do Google, que foi lançado no início do mês.


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Um programa de computador do Google Ocean pode ter encontrado vestígios da cidade perdida de Atlântida, segundo uma reportagem publicada no jornal britânico "The Sun". Atlântida teria submergido há cerca de 12 mil anos, por conta de terremotos.
As imagens da susposta cidade foram registradas em uma área próxima às Ilhas Canárias, a mil quilômetros da costa africana. Elas mostram um retângulo cortado por linhas que lembram um mapa.
O Google Ocean é uma ferramenta do Google, que foi lançado no início do mês.


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Acusado de abuso sexual por mais de 60 ex-pacientes, o especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih, 65, contratou mais um advogado, o terceiro. Trata-se do criminalista José Luis Oliveira Lima, 44. A informação é da jornalista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, que já foi namorada do advogado.
Os outros dois criminalistas são Jaqueline Furrier e Adriano Salles Vanni, que tem sido até agora quem fala com os jornalistas sobre o caso.
O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
A mais recente manifestação púbica de Abdelmassih foi em um artigo publicado na página de debates da Folha, onde reiterou ser inocente e que a campanha difamatória contra ele “vai passar”.
Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
Ele acha que, no Brasil, há exagero na decretação de prisão preventiva. Para Lima, só deve ser preso antes de julgamento os suspeitos de envolvimento com o tráfico pesado de entorpecente, em fraudes de empresa, latrocínio e estupro.
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Acusado de abuso sexual por mais de 60 ex-pacientes, o especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih, 65, contratou mais um advogado, o terceiro. Trata-se do criminalista José Luis Oliveira Lima, 44. A informação é da jornalista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, que já foi namorada do advogado.
Os outros dois criminalistas são Jaqueline Furrier e Adriano Salles Vanni, que tem sido até agora quem fala com os jornalistas sobre o caso.
O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
A mais recente manifestação púbica de Abdelmassih foi em um artigo publicado na página de debates da Folha, onde reiterou ser inocente e que a campanha difamatória contra ele “vai passar”.
Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
Ele acha que, no Brasil, há exagero na decretação de prisão preventiva. Para Lima, só deve ser preso antes de julgamento os suspeitos de envolvimento com o tráfico pesado de entorpecente, em fraudes de empresa, latrocínio e estupro.
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Acusado de abuso sexual por mais de 60 ex-pacientes, o especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih, 65, contratou mais um advogado, o terceiro. Trata-se do criminalista José Luis Oliveira Lima, 44. A informação é da jornalista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, que já foi namorada do advogado.
Os outros dois criminalistas são Jaqueline Furrier e Adriano Salles Vanni, que tem sido até agora quem fala com os jornalistas sobre o caso.
O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
A mais recente manifestação púbica de Abdelmassih foi em um artigo publicado na página de debates da Folha, onde reiterou ser inocente e que a campanha difamatória contra ele “vai passar”.
Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
Ele acha que, no Brasil, há exagero na decretação de prisão preventiva. Para Lima, só deve ser preso antes de julgamento os suspeitos de envolvimento com o tráfico pesado de entorpecente, em fraudes de empresa, latrocínio e estupro.
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Os outros dois criminalistas são Jaqueline Furrier e Adriano Salles Vanni, que tem sido até agora quem fala com os jornalistas sobre o caso.
O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
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Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
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O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
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Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
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Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
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O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
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Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
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Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
A mais recente manifestação púbica de Abdelmassih foi em um artigo publicado na página de debates da Folha, onde reiterou ser inocente e que a campanha difamatória contra ele “vai passar”.
Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
Ele acha que, no Brasil, há exagero na decretação de prisão preventiva. Para Lima, só deve ser preso antes de julgamento os suspeitos de envolvimento com o tráfico pesado de entorpecente, em fraudes de empresa, latrocínio e estupro.
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Os outros dois criminalistas são Jaqueline Furrier e Adriano Salles Vanni, que tem sido até agora quem fala com os jornalistas sobre o caso.
O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
A mais recente manifestação púbica de Abdelmassih foi em um artigo publicado na página de debates da Folha, onde reiterou ser inocente e que a campanha difamatória contra ele “vai passar”.
Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
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O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
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Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
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Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
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Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
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Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
Ele acha que, no Brasil, há exagero na decretação de prisão preventiva. Para Lima, só deve ser preso antes de julgamento os suspeitos de envolvimento com o tráfico pesado de entorpecente, em fraudes de empresa, latrocínio e estupro.
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Acusado de abuso sexual por mais de 60 ex-pacientes, o especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih, 65, contratou mais um advogado, o terceiro. Trata-se do criminalista José Luis Oliveira Lima, 44. A informação é da jornalista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, que já foi namorada do advogado.
Os outros dois criminalistas são Jaqueline Furrier e Adriano Salles Vanni, que tem sido até agora quem fala com os jornalistas sobre o caso.
O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
A mais recente manifestação púbica de Abdelmassih foi em um artigo publicado na página de debates da Folha, onde reiterou ser inocente e que a campanha difamatória contra ele “vai passar”.
Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
Ele acha que, no Brasil, há exagero na decretação de prisão preventiva. Para Lima, só deve ser preso antes de julgamento os suspeitos de envolvimento com o tráfico pesado de entorpecente, em fraudes de empresa, latrocínio e estupro.
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Acusado de abuso sexual por mais de 60 ex-pacientes, o especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih, 65, contratou mais um advogado, o terceiro. Trata-se do criminalista José Luis Oliveira Lima, 44. A informação é da jornalista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, que já foi namorada do advogado.
Os outros dois criminalistas são Jaqueline Furrier e Adriano Salles Vanni, que tem sido até agora quem fala com os jornalistas sobre o caso.
O inquérito policial, a cargo da 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo, deverá ser encerrado ao final deste mês; e Abdelmassih ainda não apresentou sua defesa.
Pela imprensa, o médico tem se defendido com distintos argumentos, que vão desde a suposta inveja de especialistas concorrentes a prováveis alucinações sexuais de pacientes por causa da anestesia. Não fica evidente em qual ponto a defesa vai se concentrar.
A mais recente manifestação púbica de Abdelmassih foi em um artigo publicado na página de debates da Folha, onde reiterou ser inocente e que a campanha difamatória contra ele “vai passar”.
Lima foi casado com a jornalista Mônica Dallari, com quem teve quatro filhos. Ele foi apontado pela Época como um dos profissionais mais competentes do país na área criminal. Um dos seus clientes atuais é o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que cumpre pena de 13 anos de prisão por ter se envolvido no governo FHC em escândalo financeiro que lesou o Banco Central em R$ 1,5 bilhão.
O criminalista foi advogado de José Dirceu no processo político em que o então o deputado e já ex-ministro figurava como chefe do mensalão. Dirceu foi cassado, mas Lima (ou Juca para os amigos) foi elogiado por petistas e advogados. Na época, disse que, como profissional, aprendeu muito com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, seu tio. “Ele é meu segundo pai.”
Uma das críticas que os adversários políticos de Dirceu fizeram a Lima foi de que ele abusou de medidas protelatórias para prejudicar o andamento do processo. Chegou a ser chamado de “chicaneiro”.
Lima se defendeu com a afirmação de que o advogado tem de recorrer a todas ‘armas regulamentares’ para garantir a ampla defesa do cliente.
Em longa entrevista ao site Consultor Jurídico, Lima disse, em 2005, que o advogado criminal muitas vezes é incompreendido por defender pessoas acusadas de crime. “Ele [o criminalista] é mais generoso, julga menos, entende mais as razões das pessoas.”
Ele acha que, no Brasil, há exagero na decretação de prisão preventiva. Para Lima, só deve ser preso antes de julgamento os suspeitos de envolvimento com o tráfico pesado de entorpecente, em fraudes de empresa, latrocínio e estupro.
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Grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo

CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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Grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo

CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:59  comentar

Grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo

CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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Grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo

CIDADE DO VATICANO - Líderes judaicos mundiais elogiaram nesta sexta-feira, 20, a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto.
Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.
O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos.
"O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio", disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.
Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.
"Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país". disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.
Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos.
Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.
"Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah", disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto.
O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel.
O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as "evidências".
A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:36  comentar

RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
Preço: R$ 239 (kit com jogos e 2 microfones)
Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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RIO - Na onda do sucesso do Guitar Hero e do Rock Band, a Microsoft anunciou no ano passado o lançamento do Lips, um jogo de karaokê exclusivo para o Xbox 360. Nesta quinta-feira o game, foi lançado no Brasil.
Com o Lips, além das 40 canções que já vem com o jogo, é possível cantar sua própria seleção musical conectando um MP3 player ao Xbox 360. Com a caixa, vem ainda microfones sensíveis ao movimento.
O Lips é uma das principais apostas da Microsoft para levar o seu console para um público mais casual e familiar. As músicas do game vão desde novos hits de Beyoncé, Rihanna e Duffy ate clássicos de Queen, Ramones e Johnny Cash.
Idealizado por Keiichi Yano, o jogo tem como objetivo um entretenimento social e cooperativo. Além da possibilidade de cantar em parceria, Lips desafia o jogador no modo 'versus', criando uma verdadeira competição musical. Os pontos ganhos são baseados na sincronia e intensidade da voz do jogador. Além das músicas disponíveis, é possível criar uma playlist própria conectando o MP3 ou outro arquivo de música no console.
Os microfones sensíveis ao movimento respondem às ações do cantor e trazem luzes que piscam de acordo com o ritmo da canção. Para que um novo jogador começar a cantar basta que balance seu microfone. O joystick também é parte da diversão, enquanto um canta, até quatro pessoas podem se unir e escolher entre vários acompanhamentos de percussão - que vão desde tamborins até barulho de palmas - para participar da música.
Como parte da divulgação do game, a Microsoft Brasil lançou um desafio no site do Xbox 360. A partir do dia 18 de fevereiro, duas imagens estarão disponíveis no site do Xbox para iniciar a disputa. O primeiro a encontrar as sete diferenças será premiado com um kit Xbox 360 e um jogo Lips, os 30 participantes que chegarem ao final ganharão um jogo Lips cada um. Para jogar acesse: http://www.xbox.com/pt-BR/games/l/lips/7erros/

Confira a lista completa das músicas:
1. No One - Alicia Keys
2. Stand By Me - Ben E. King
3. Irreplaceable - Beyoncé
4. Call Me - Blondie
5. Boogie 2Nite - Booty Luv
6. With You - Chris Brown
7. Yellow - Coldplay
8. Personal Jesus - Depeche Mode
9. Survivor - Destiny's Child
10. White Flag - Dido
11. Mercy - Duffy
12. Hungry Like The Wolf - Duran Duran
13. An End Has A Start - Editors
14. It's Raining Men - Geri Halliwell
15. Virtual Insanity - Jamiroquai
16. Ring Of Fire - Johnny Cash
17. Ruby - Kaiser Chiefs
18. Suddenly I See - KT Tunstall
19. Love At First Sight - Kylie Minogue
20. Bleeding Love - Leona Lewis
21. Superstar - Lupe Fiasco
22. Makes Me Wonder - Maroon 5
23. Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
24. In Bloom - Nirvana
25. Young Folks - Peter Bjorn And John
26. Another One Bites The Dust - Queen
27. Fake Plastic Trees - Radiohead
28. I Wanna Be Sedated - Ramones
29. Umbrella - Rihanna
30. Listen To Your Heart - Roxette
31. Amazing - Seal
32. Put 'Em High - Stonebridge
33. Song For Whoever - The Beautiful South
34. Just Like Heaven - The Cure
35. ABC - The Jackson 5
36. Naïve - The Kooks
37. Every Little Thing She Does Is Magic - The Police
38. I'm Gonna Be (500 Miles) - The Proclaimers
39. Love In A Trashcan - The Raveonettes
40. Bust A Move - Young MC
Ficha técnica
Lips
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Classificação etária: Livre
Garantia: 90 dias


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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
SE TUDO PASSAR EM BRANCO, NUNCA VÃO APRENDER.
SE QUISEREM SE VINGAR...DANDO CONTINUIDADE OU NÃO VÃO FAZÊ-LO!!!!!


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
SE TUDO PASSAR EM BRANCO, NUNCA VÃO APRENDER.
SE QUISEREM SE VINGAR...DANDO CONTINUIDADE OU NÃO VÃO FAZÊ-LO!!!!!


FONTE:G1
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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
SE TUDO PASSAR EM BRANCO, NUNCA VÃO APRENDER.
SE QUISEREM SE VINGAR...DANDO CONTINUIDADE OU NÃO VÃO FAZÊ-LO!!!!!


FONTE:G1
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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
SE TUDO PASSAR EM BRANCO, NUNCA VÃO APRENDER.
SE QUISEREM SE VINGAR...DANDO CONTINUIDADE OU NÃO VÃO FAZÊ-LO!!!!!


FONTE:G1
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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
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O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

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A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
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A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
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A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
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A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

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A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
SE TUDO PASSAR EM BRANCO, NUNCA VÃO APRENDER.
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Rapaz, que diz ter sido agredido em trote, apontou veteranos. Ele pode estudar em outra unidade da Faculdade Anhanguera.

O calouro Bruno César Ferreira, agredido por veteranos do curso de medicina veterinária durante trote em Leme, a 188 km de São Paulo, está com medo de ameaças feitas na internet. Em reunião com a Faculdade Anhanguera, ele recebeu a proposta de estudar em outra unidade. A família quer esquecer o episódio ocorrido no dia 9 de fevereiro, quando Ferreira sofreu agressões e teria entrado em coma alcoólico. No entanto, o jovem calouro tem recebido ameaças e insultos feitos por meio de um site de relacionamento na internet. “Eu não queria que isso tivesse acontecido. Nunca pensei que passaria por isso", disse o estudante, nesta quinta-feira (19).
A família não pretende levar adiante o caso, que já está no Juizado Especial Crimimal. Dois veteranos foram responsabilizados pelas agressões. “Eu queria que a Justiça trabalhasse corretamente, mas se eu der continuidade, isso vai abrir portas para vingança”, afirma o pai do rapaz, Paulo Sérgio Ferreira.
SE TUDO PASSAR EM BRANCO, NUNCA VÃO APRENDER.
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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


fonte:G1
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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
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Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
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Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
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A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
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Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
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A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


fonte:G1
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De 1984 a 2008, foram 444 casos no estado, com sete mortes.Vítimas devem procurar unidade de saúde logo após acidente.

A Secretaria de Saúde do Paraná registrou 13 casos de envenenamento provocados pelo contato com a lagarta lonomia, neste ano. Em 2008, foram 38 casos, com uma morte. Entre 1984 e o ano passado, o governo estadual registrou 444 acidentes, sendo que sete pessoas morreram.
Segundo a secretaria, a lagarta conhecida como taturana, oruga, manduruvá ou bicho-cabeludo, possui espinhos que causam envenenamento. Logo após o contato com o animal, a pessoa sente queimação. Após três ou quatro horas, aparecem manchas e sangramentos pelo corpo.
A bióloga Gisélia Rúbio, da Divisão de Zoonoses da pasta, diz que a lagarta é comum na Região Sul. No Paraná, ela é encontrara principalmente nas regiões de Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Cascavel, Pato Branco e União da Vitória. Mas também foram registrados envenenamentos nas proximidades de Curitiba e Londrina.
Gisélia diz que os pais devem ter cuidados com as crianças que brincam perto de árvores, pois pode haver colônias de lagarta na vegetação. “A lonomia está se adaptando a árvores frutíferas e exóticas não-nativas do nosso continente, como o eucalipto, a grevilha e os cedros”, afirma.
A Secretaria de Saúde orienta as pessoas que tiverem contato com a lagarta lonomia a procurar imediatamente uma unidade de saúde. “Provavelmente será necessária a aplicação do soro que é o antilonomia produzido em São Paulo”, diz.


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'Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento', disse Blomberg.'Fiquei danada da vida', disse Susanka Bersin, que reagiu com um tapa.
Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
O incidente entre os dois virou destaque na mídia alemã e internacional e foi parar no YouTube.


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'Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento', disse Blomberg.'Fiquei danada da vida', disse Susanka Bersin, que reagiu com um tapa.
Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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'Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento', disse Blomberg.'Fiquei danada da vida', disse Susanka Bersin, que reagiu com um tapa.
Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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'Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento', disse Blomberg.'Fiquei danada da vida', disse Susanka Bersin, que reagiu com um tapa.
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"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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'Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento', disse Blomberg.'Fiquei danada da vida', disse Susanka Bersin, que reagiu com um tapa.
Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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'Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento', disse Blomberg.'Fiquei danada da vida', disse Susanka Bersin, que reagiu com um tapa.
Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
O incidente entre os dois virou destaque na mídia alemã e internacional e foi parar no YouTube.


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'Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento', disse Blomberg.'Fiquei danada da vida', disse Susanka Bersin, que reagiu com um tapa.
Após ter levado um tapa na cara por ter colocado a mão no peito da colega Susanka Bersin, de 28 anos, durante a apresentação ao vivo do programa "Bundesvision Song Contest", do canal Pro Sieben, o apresentador alemão Hans Blomberg, de 31, pediu desculpas, segundo o jornal "Bild".
"Sinto muito. Não sei o que me deu naquele momento", disse Blomberg, sobre o que o levou a apalpar o peito da colega.
"Fiquei danada da vida", disse Susanka Bersin. "Ele passou dos limites e então lhe dei um basta", acrescentou ela, sobre sua reação ao dar um tapa na cara de Blomberg.
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Mensagem mede 36,5 metros de comprimento por 15,2 m de largura.Bombeiro aposentado levou 4 horas para escrever a mensagem na areia.

O bombeiro aposentado Jeff Brook-Smith, de 62 anos, escreveu uma mensagem de feliz aniversário para sua companheira Janet Shipley, na praia de South Bay, em Scarborough (Reino Unido), medindo 36,5 metros de comprimento por 15,2 metros de largura. Smith levou quatro horas para concluir a mensagem. Jeff, que tem três filhos de um relacionamento anterior, disse, em entrevista ao jornal "Daily Mail", que dezenas de pessoas pararam para conversar enquanto ele estava fazendo a mensagem e ficaram impressionadas com o seu trabalho.
"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
aposentado.
Ele contou que teve a ideia de escrever a mensagem após a mulher dizer que não queria nada de aniversário.


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O bombeiro aposentado Jeff Brook-Smith, de 62 anos, escreveu uma mensagem de feliz aniversário para sua companheira Janet Shipley, na praia de South Bay, em Scarborough (Reino Unido), medindo 36,5 metros de comprimento por 15,2 metros de largura. Smith levou quatro horas para concluir a mensagem. Jeff, que tem três filhos de um relacionamento anterior, disse, em entrevista ao jornal "Daily Mail", que dezenas de pessoas pararam para conversar enquanto ele estava fazendo a mensagem e ficaram impressionadas com o seu trabalho.
"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
aposentado.
Ele contou que teve a ideia de escrever a mensagem após a mulher dizer que não queria nada de aniversário.


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"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
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"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
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"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
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"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
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"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
aposentado.
Ele contou que teve a ideia de escrever a mensagem após a mulher dizer que não queria nada de aniversário.


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"A reação do público foi um bônus. As pessoas ficaram assistindo e alguns tirando fotos com seus celulares. Todas as pessoas fizeram comentários simpáticos e disseram que era único", disse o bombeiro
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RIO - A natureza está dando uma ajuda inesperada contra o aquecimento global. Estudo britânico confirmou que as árvores das regiões tropicais vêm crescendo de forma excepcional nos últimos 40 anos e que isso reduz o efeito estufa causado pelas mudanças climáticas. Como elas estão maiores, absorvem 20% mais emissões de gases, segundo artigo publicado na revista "Nature". A descoberta reforça a necessidade de proteger as florestas.
Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
Pesquisadores não sabem por que as árvores estão ficando maiores e absorvendo mais carbono. Eles suspeitam que o CO2 - um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global - adicional pode estar servindo de fertilizante.

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RIO - A natureza está dando uma ajuda inesperada contra o aquecimento global. Estudo britânico confirmou que as árvores das regiões tropicais vêm crescendo de forma excepcional nos últimos 40 anos e que isso reduz o efeito estufa causado pelas mudanças climáticas. Como elas estão maiores, absorvem 20% mais emissões de gases, segundo artigo publicado na revista "Nature". A descoberta reforça a necessidade de proteger as florestas.
Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
Pesquisadores não sabem por que as árvores estão ficando maiores e absorvendo mais carbono. Eles suspeitam que o CO2 - um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global - adicional pode estar servindo de fertilizante.

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RIO - A natureza está dando uma ajuda inesperada contra o aquecimento global. Estudo britânico confirmou que as árvores das regiões tropicais vêm crescendo de forma excepcional nos últimos 40 anos e que isso reduz o efeito estufa causado pelas mudanças climáticas. Como elas estão maiores, absorvem 20% mais emissões de gases, segundo artigo publicado na revista "Nature". A descoberta reforça a necessidade de proteger as florestas.
Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
Pesquisadores não sabem por que as árvores estão ficando maiores e absorvendo mais carbono. Eles suspeitam que o CO2 - um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global - adicional pode estar servindo de fertilizante.

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RIO - A natureza está dando uma ajuda inesperada contra o aquecimento global. Estudo britânico confirmou que as árvores das regiões tropicais vêm crescendo de forma excepcional nos últimos 40 anos e que isso reduz o efeito estufa causado pelas mudanças climáticas. Como elas estão maiores, absorvem 20% mais emissões de gases, segundo artigo publicado na revista "Nature". A descoberta reforça a necessidade de proteger as florestas.
Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
Pesquisadores não sabem por que as árvores estão ficando maiores e absorvendo mais carbono. Eles suspeitam que o CO2 - um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global - adicional pode estar servindo de fertilizante.

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RIO - A natureza está dando uma ajuda inesperada contra o aquecimento global. Estudo britânico confirmou que as árvores das regiões tropicais vêm crescendo de forma excepcional nos últimos 40 anos e que isso reduz o efeito estufa causado pelas mudanças climáticas. Como elas estão maiores, absorvem 20% mais emissões de gases, segundo artigo publicado na revista "Nature". A descoberta reforça a necessidade de proteger as florestas.
Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
Pesquisadores não sabem por que as árvores estão ficando maiores e absorvendo mais carbono. Eles suspeitam que o CO2 - um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global - adicional pode estar servindo de fertilizante.

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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
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Cientistas da Universidade de Leeds usaram dados de 250 mil árvores de matas tropicais de 20 países (70 mil na África) nas últimas quatro décadas. Elas removem 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera por ano, a quinta parte das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis.
Pesquisadores não sabem por que as árvores estão ficando maiores e absorvendo mais carbono. Eles suspeitam que o CO2 - um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global - adicional pode estar servindo de fertilizante.

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BELO HORIZONTE - Uma mulher foi presa em Pirapora, no norte de Minas, por abandonar a filha recém-nascida. A jovem de 20 anos escondeu a gravidez da família. Segundo a polícia, ela teve o bebê sozinha, no início da manhã, em um matagal, próximo à BR-365. A criança foi encontrada dentro de um saco, no meio do lixo.
- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


fonte:http://oglobo.globo.com/pais/cidades/mat/2009/02/20/jovem-de-20-anos-da-luz-abandona-bebe-em-mata-em-minas-gerais-754512186.asp
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BELO HORIZONTE - Uma mulher foi presa em Pirapora, no norte de Minas, por abandonar a filha recém-nascida. A jovem de 20 anos escondeu a gravidez da família. Segundo a polícia, ela teve o bebê sozinha, no início da manhã, em um matagal, próximo à BR-365. A criança foi encontrada dentro de um saco, no meio do lixo.
- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


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BELO HORIZONTE - Uma mulher foi presa em Pirapora, no norte de Minas, por abandonar a filha recém-nascida. A jovem de 20 anos escondeu a gravidez da família. Segundo a polícia, ela teve o bebê sozinha, no início da manhã, em um matagal, próximo à BR-365. A criança foi encontrada dentro de um saco, no meio do lixo.
- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


fonte:http://oglobo.globo.com/pais/cidades/mat/2009/02/20/jovem-de-20-anos-da-luz-abandona-bebe-em-mata-em-minas-gerais-754512186.asp
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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
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- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
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A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


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- O avô da criança notou que a filha estava com atitude bastante estranha, muito inquieta, andando de madrugada pela casa. Quando ela saiu, ele a seguiu e viu que ela tinha entrado neste mato. Com a ajuda dos vizinhos, ele conseguiu chegar até a criança, por causa do choro - contou o sargento Carlos Batista, da Polícia Militar (PM).
A criança, uma menina, foi levada para o hospital. Ela mede 48 centímetros e pesa um quilo e meio. Segundo a equipe médica, a menina ficará na incubadora até ganhar mais peso.
- O estado dela aparentemente é bom, está respirando espontaneamente, a temperatura é adequada. Está com sinais vitais normais - disse a enfermeira Rassire Montorze.
O avô da criança disse que não percebeu a gravidez da filha. Aline Fernandes Rabelo, de 20 anos, recebeu cuidados médicos e foi levada para a delegacia. Ela afirmou que abandonou a criança porque não recebeu apoio do pai.
O avô da criança diz que pretende ajudar a criar a neta. A mãe responderá em liberdade ao processo por abandono de incapaz. Se condenada, a pena pode chegar a dois anos de prisão.


fonte:http://oglobo.globo.com/pais/cidades/mat/2009/02/20/jovem-de-20-anos-da-luz-abandona-bebe-em-mata-em-minas-gerais-754512186.asp
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CURITIBA - O homem de 32 anos preso e suspeito de balear e estuprar a estudante Monik Pegorari Lima em uma trilha do Morro do Boi, no litoral do Paraná, é portador do vírus HIV. O suspeito continua preso e a polícia espera o resultado do sêmen colhido da jovem e de uma camisa achada na mata, com mancha de sangue, que seria do criminoso.
A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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CURITIBA - O homem de 32 anos preso e suspeito de balear e estuprar a estudante Monik Pegorari Lima em uma trilha do Morro do Boi, no litoral do Paraná, é portador do vírus HIV. O suspeito continua preso e a polícia espera o resultado do sêmen colhido da jovem e de uma camisa achada na mata, com mancha de sangue, que seria do criminoso.
A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
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O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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A polícia aguarda o resultado do exame de DNA para o desfecho do caso. O suspeito, que é HIV positivo, espera o resultado do sêmen colhido da jovem e da camisa que seria do criminoso. Monik foi baleada e violentada quando percorria uma trilha na mata de Caiobá, no litoral paranaense, em companhia do namorado, o estudante Ozires Del Corso, que morreu na hora com um tiro no peito na tentativa de salvá-la. Monik foi baleada pelas costas quando tentava escapar. O suspeito se apresentou ao casal e se propôs e ensinar o caminho da trilha.
Horas depois de ter baleado o casal, o maníaco retornou à cena do crime e violentou a jovem. A tragédia aconteceu em Caiobá, no litoral do Paraná, no último dia 31de janeiro.A estudante aguardou 18 horas pelo resgate, sobreviveu ao ataque e continua internada em Curitiba.
Suspeito alega inocência
O advogado do suspeito, Nilton Ribeiro, afirma que o reconhecimento feito no hospital não tem validade, pois foi feito de forma informal, sem respeitar as regras do Código Penal. Além disso, ele alega que o álibi do suspeito é consistente.
- Ele estava em Santa Terezinha e tenho inclusive provas disso, porque naquele dia ele recebeu pagamento no banco - garantiu.
Ribeiro também critica a polícia do Paraná, que estaria negando ao suspeito o direito de se defender diante da imprensa.
- Ele quer se declarar inocente à imprensa e se defender e o delegado não permite. Vou aguardar os resultados do DNA do sêmen e da camisa, que vão esclarecer que o meu cliente é inocente.


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RIO - Caiu na internet a primeira foto que mostra as agressões sofridas por Rihanna, causadas pelo namorado, o rapper Chris Brown, há quase duas semanas. O site de celebridades "TMZ" publicou a fotografia, que teria vazado do próprio Departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou um comunicado que irá investigar como a imagem foi parar na página da internet e punir os responsáveis, já que casos de violência doméstica devem ser mantidos sob sigilo.
A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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RIO - Caiu na internet a primeira foto que mostra as agressões sofridas por Rihanna, causadas pelo namorado, o rapper Chris Brown, há quase duas semanas. O site de celebridades "TMZ" publicou a fotografia, que teria vazado do próprio Departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou um comunicado que irá investigar como a imagem foi parar na página da internet e punir os responsáveis, já que casos de violência doméstica devem ser mantidos sob sigilo.
A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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RIO - Caiu na internet a primeira foto que mostra as agressões sofridas por Rihanna, causadas pelo namorado, o rapper Chris Brown, há quase duas semanas. O site de celebridades "TMZ" publicou a fotografia, que teria vazado do próprio Departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou um comunicado que irá investigar como a imagem foi parar na página da internet e punir os responsáveis, já que casos de violência doméstica devem ser mantidos sob sigilo.
A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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RIO - Caiu na internet a primeira foto que mostra as agressões sofridas por Rihanna, causadas pelo namorado, o rapper Chris Brown, há quase duas semanas. O site de celebridades "TMZ" publicou a fotografia, que teria vazado do próprio Departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou um comunicado que irá investigar como a imagem foi parar na página da internet e punir os responsáveis, já que casos de violência doméstica devem ser mantidos sob sigilo.
A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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RIO - Caiu na internet a primeira foto que mostra as agressões sofridas por Rihanna, causadas pelo namorado, o rapper Chris Brown, há quase duas semanas. O site de celebridades "TMZ" publicou a fotografia, que teria vazado do próprio Departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou um comunicado que irá investigar como a imagem foi parar na página da internet e punir os responsáveis, já que casos de violência doméstica devem ser mantidos sob sigilo.
A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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RIO - Caiu na internet a primeira foto que mostra as agressões sofridas por Rihanna, causadas pelo namorado, o rapper Chris Brown, há quase duas semanas. O site de celebridades "TMZ" publicou a fotografia, que teria vazado do próprio Departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou um comunicado que irá investigar como a imagem foi parar na página da internet e punir os responsáveis, já que casos de violência doméstica devem ser mantidos sob sigilo.
A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
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A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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RIO - Caiu na internet a primeira foto que mostra as agressões sofridas por Rihanna, causadas pelo namorado, o rapper Chris Brown, há quase duas semanas. O site de celebridades "TMZ" publicou a fotografia, que teria vazado do próprio Departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou um comunicado que irá investigar como a imagem foi parar na página da internet e punir os responsáveis, já que casos de violência doméstica devem ser mantidos sob sigilo.
A fotografia mostra a cantora do hit "Umbrella" quase irreconhecível, com o rosto cheio de hematomas, inchaço e cortes. Rihanna, que completa 21 anos nesta sexta-feira, e Brown, de 19 anos, teriam dicutido após uma festa no último dia 8, na véspera da cerimônia de entrega do prêmio Grammy, em Los Angeles, ao qual os dois eram indicados.
Fontes ligadas à polícia disseram que a cantora perdeu a consciência durante a briga com Chris Brown. Parece que o cantor do hit "Kiss kiss" gritava "vou te matar" enquanto batia em Rihanna (o nome verdadeiro da barbadiana é Robin Fenty). A cantora pode ter que passar por uma cirurgia plástica para diminuir as sequelas dos ferimentos no rosto.
No dia da briga, Brown entregou-se à polícia e foi fichado por suspeita de fazer ameaças criminais a uma mulher. Ele foi solto depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. A promotoria de Los Angeles disse que ainda não decidiu se vai indiciar o cantor.
Os dois iniciaram o romance no fim de 2007 e foram fotografados juntos pela primeira vez no Grammy 2008, que aconteceu em 10 de fevereiro daquele ano. Apesar de estarem juntos há um ano, os dois sempre se recusaram a falar sobre o relacionamento em entrevistas.



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NOVA YORK - O exército norte-americano vai investir 50 milhões de dólares nos póximos cinco anos para desenvolver videogames que serão usados no treinamento de soldados.
De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


fontes:http://mlonlinegeneration.wordpress.com/
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/26112008-1.shl
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NOVA YORK - O exército norte-americano vai investir 50 milhões de dólares nos póximos cinco anos para desenvolver videogames que serão usados no treinamento de soldados.
De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


fontes:http://mlonlinegeneration.wordpress.com/
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/26112008-1.shl
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De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
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No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
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Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
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O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
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O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
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Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


fontes:http://mlonlinegeneration.wordpress.com/
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/26112008-1.shl
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  comentar

NOVA YORK - O exército norte-americano vai investir 50 milhões de dólares nos póximos cinco anos para desenvolver videogames que serão usados no treinamento de soldados.
De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


fontes:http://mlonlinegeneration.wordpress.com/
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NOVA YORK - O exército norte-americano vai investir 50 milhões de dólares nos póximos cinco anos para desenvolver videogames que serão usados no treinamento de soldados.
De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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NOVA YORK - O exército norte-americano vai investir 50 milhões de dólares nos póximos cinco anos para desenvolver videogames que serão usados no treinamento de soldados.
De acordo com o jornal militar Stars and Stripes, o dinheiro será gasto com um programa de “jogos em treinamento” que terá incício em 2010.
Leia também:
A unidade de games do Exército dos EUA pretende comprar um jogo comercial modelo para posteriormente modificá-lo e adaptá-lo às condições do treinamento.
Chamado “Game after Ambush”, o novo programa substituirá o “DARWARS Ambush”, atual jogo usado pelos soldados.



Segundo notícia do Plantão Info, o exército norte-americano usará
videogames para treinar seus soldados
O que não é de se impressionar é que as tecnologias digitais passem a fazer parte da vida das pessoas. Os novos soldados, acredito eu, são nativos digitais, ou seja, nascidos já no advento do computador e das tecnologias digitais. Isso ajuda muito, pois os soldados devem estar acostumados a jogar online.
Os jogos de treinamento, similares aos simuladores de vôo, só que com mais tecnologia e interfaces mais reais e amigáveis, terão inícde Tróia. Os EUA investem bilhões de dólares em tecnologia para manter o seu domínio militar – com ou sem crise, com ou sem guerra no Iraque ou no Afeganistão.
No entanto, vê-se cada vez mais que tudo o que pode ser digitalizado, assim o é. E que as tecnologias digitais estão a serviço de tudo: da vida cotidiana aos treinamentos militares.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:19  comentar

RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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RIO - O caso da brasileira Paula Oliveira , indiciada pela Justiça suíça após denunciar à polícia que foi atacada por skinheads neonazistas em Zurique, mobilizou diversos leitores do site do GLOBO que vivem na Suíça. Respondendo a uma enquete que perguntava se ela deveria continuar no país ou voltar ao Brasil, muitos disseram que a suspeita de que a história tenha sido inventada por Paula envergonhava os brasileiros. Segundo a carioca Marcia Bäker, que é casada com um suíço há 15 anos e mora na cidade de Winterthur, a reação na Suíça foi de revolta.
A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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A reação de todos é simplesmente de revolta - disse a camareira de 41 anos em entrevista por email - Todos querem que ela seja expulsa da Suíça e nunca mais possa entrar, nem como turista. Mas somente depois que terminar o processo de investigação.
A tradutora Deborah Biermann, de 46 anos, que mora em Berna, disse que a história chocou a Suíça. Segundo ela, que está no país desde 1993, a maioria dos suíços se calou, esperando pelos resultados das investigações sobre o caso.
- Lamentaram o episódio mas, pelo menos no meu círculo, comentaram que a estupidez da moça era muito grande e que as autoridades locais não brincam em serviço. E eles tem razão - afirmou a brasileira por email.
A brasileira disse também que "toda a imprensa suíça está cobrando desculpas" do governo brasileiro, que ameaçou levar o caso à Organização das Nações Unidas por se tratar, supostamente, de exemplo de xenofobia. O paulista Adriano Zeller, que mora há 20 anos na Suíça, disse que além da história de Paula, outro caso pode comprometer a imagem de brasileiros no país.
- No dia 4 de fevereiro, três brasileiros assaltaram uma agência de correios a mão armada, sendo que dois foram presos - contou por email o brasileiro de 60 anos, que mora em Romanshorn e é especialista em pisos de madeira maciça. - Depois deste assalto, mais o caso de Paula, a melhor coisa que nós brasileiros temos que fazer aqui por algum tempo é não se apresentar como brasileiros, pois estaremos muito expostos às brincadeiras de mau gosto.
Mas o mecânico Warlei Alves Pinto, de 19 anos, afirma acreditar na versão de Paula porque alega já ter sido vítima de um ataque racista em Dubendorf. Warlei disse que, aos 16 anos, passeava com um amigo suíço num sábado, quando foi abordado por um grupo de skinheads. Um deles lhe deu um murro na boca.
- Já passei por isso e não tive dúvida da versão da Paula - contou. Paula tem condições de enfrentar interrogatório
Segundo o advogado de Paula, Roger Müller, ela vai ser interrogada por Marcel Frei, promotor que investiga o caso, na próxima semana. O interrogatório será restrito: na sala, só o promotor, uma assistente dele, Paula, o advogado e uma tradutora. A brasileira estaria em condições psicológicas para enfrentar o interrogatório, segundo Müller. Perguntado se ela tem problemas psicológicos, disse:
- Isso é também um fato que não posso comentar. Vai se revelar no decorrer do interrogatório.
Para Müller, as declarações de sua cliente à polícia não têm valor jurídico, pois não foram feitas diante de um advogado:
- Tudo o que foi dito e não dito até agora foi perante à polícia e não ao promotor, na ausência de advogado. Por isso, não tem qualidade de prova.
A Promotoria de Zurique abriu inquérito para apurar se alguém da polícia, ou da própria procuradoria, vazou informações para o "Die Weltwoche" sobre a confissão de Paula. A pena máxima, caso seja constatado que alguém passou a informação, é a mesma que poderá ser aplicada a Paula: multa ou até três anos de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Catanduva identificou quatro pessoas que integrariam uma rede de pedofilia na cidade. Segundo as crianças, os abusos sexuais ocorriam em uma casa luxuosa. Um veículo, que de acordo com testemunhas era usado para transportar menores vítimas dos pedófilos, passou por perícia. Uma criança, vítima de abuso, teve crise nervosa ao saber que um dos acusados havia sido solto. A juíza da Vara da Infância e Juventude determinou à PM que intensifique as rondas no bairro alvo da rede de pedofilia, onde cerca de 40 crianças teriam sido abusadas.
A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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SÃO PAULO - A polícia de Catanduva identificou quatro pessoas que integrariam uma rede de pedofilia na cidade. Segundo as crianças, os abusos sexuais ocorriam em uma casa luxuosa. Um veículo, que de acordo com testemunhas era usado para transportar menores vítimas dos pedófilos, passou por perícia. Uma criança, vítima de abuso, teve crise nervosa ao saber que um dos acusados havia sido solto. A juíza da Vara da Infância e Juventude determinou à PM que intensifique as rondas no bairro alvo da rede de pedofilia, onde cerca de 40 crianças teriam sido abusadas.
A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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SÃO PAULO - A polícia de Catanduva identificou quatro pessoas que integrariam uma rede de pedofilia na cidade. Segundo as crianças, os abusos sexuais ocorriam em uma casa luxuosa. Um veículo, que de acordo com testemunhas era usado para transportar menores vítimas dos pedófilos, passou por perícia. Uma criança, vítima de abuso, teve crise nervosa ao saber que um dos acusados havia sido solto. A juíza da Vara da Infância e Juventude determinou à PM que intensifique as rondas no bairro alvo da rede de pedofilia, onde cerca de 40 crianças teriam sido abusadas.
A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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SÃO PAULO - A polícia de Catanduva identificou quatro pessoas que integrariam uma rede de pedofilia na cidade. Segundo as crianças, os abusos sexuais ocorriam em uma casa luxuosa. Um veículo, que de acordo com testemunhas era usado para transportar menores vítimas dos pedófilos, passou por perícia. Uma criança, vítima de abuso, teve crise nervosa ao saber que um dos acusados havia sido solto. A juíza da Vara da Infância e Juventude determinou à PM que intensifique as rondas no bairro alvo da rede de pedofilia, onde cerca de 40 crianças teriam sido abusadas.
A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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A caminhonete preta que pertence a um empresário da cidade passou por perícia na delegacia de defesa da mulher . O dono do veículo prestou depoimento e foi liberado. Segundo depoimento de crianças, o carro seria utilizado para transportar menores da porta de uma escola infantil até os locais onde aconteciam os abusos.
Um destes lugares seria uma casa que fica em um bairro de classe alta, em Catanduva. Peritos do Instituto de Criminalística fotografaram o interior da residência e o laudo será anexado ao inquérito que apura a existência de uma rede de pedofilia na cidade, com a participação de pelo menos seis pessoas: entre elas, o filho de um médico, um comerciante e um empresário.
O pedófilo José Barra Nova de Melo, que faria parte do grupo, está preso no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Segundo a investigação, ele atraía as crianças para o conserto de bicicletas, oferecia pipas e jogos de vídeogame.
De acordo com a polícia, ele teria abusado sexualmente de dez crianças. Mas, o número de vítimas pode ser maior. Outros sete menores, que também relataram aos pais os abusos, ainda serão ouvidos pela policia. O sobrinho de José Barra Nova, William Melo de Souza, que também foi reconhecido pelas vítimas, ficou preso por quinze dias, mas foi solto depois que venceu o prazo da prisão temporária.
Na próxima semana a delegada que investiga o caso vai apresentar às crianças vítimas da rede de pedofilia as fotos da casa luxuosa onde ocorreriam os abusos, fotos da caminhonete e dos seis suspeitos.
A indignação com o caso não parte apenas das famílias. A delegada também está impressionada com a extensão dos fatos.
A juíza da vara da infância e juventude de catanduva, Sueli Juarez Alonso, vai se reunir com as famílias das crianças vítimas dos pedófilos. A juíza tem uma lista com os nomes de vinte menores que teriam sido aliciados pela rede de pedofilia e vai pedir à secretaria de Segurança Pública de São Paulo que investigue se houve falha no inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que relatou apenas dez crianças .


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SÃO PAULO - Valéria Pereira da Silva, a mãe da adolescente de 15 anos que misturou veneno de rato no pó de café usado pelos pais, está sendo ameaçada de morte no bairro onde mora, em Peruíbe, litoral sul de São Paulo. A mãe é vítima da sede de vingança dos traficantes locais desde que retirou, com o auxílio da polícia, a filha da boca, onde ela morou por quase dois meses, entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
NÃO PENSAM....E AGORA O QUE VAI ACONTECER COM A FAMÍLIA?


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SÃO PAULO - Valéria Pereira da Silva, a mãe da adolescente de 15 anos que misturou veneno de rato no pó de café usado pelos pais, está sendo ameaçada de morte no bairro onde mora, em Peruíbe, litoral sul de São Paulo. A mãe é vítima da sede de vingança dos traficantes locais desde que retirou, com o auxílio da polícia, a filha da boca, onde ela morou por quase dois meses, entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
NÃO PENSAM....E AGORA O QUE VAI ACONTECER COM A FAMÍLIA?


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SÃO PAULO - Valéria Pereira da Silva, a mãe da adolescente de 15 anos que misturou veneno de rato no pó de café usado pelos pais, está sendo ameaçada de morte no bairro onde mora, em Peruíbe, litoral sul de São Paulo. A mãe é vítima da sede de vingança dos traficantes locais desde que retirou, com o auxílio da polícia, a filha da boca, onde ela morou por quase dois meses, entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
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SÃO PAULO - Valéria Pereira da Silva, a mãe da adolescente de 15 anos que misturou veneno de rato no pó de café usado pelos pais, está sendo ameaçada de morte no bairro onde mora, em Peruíbe, litoral sul de São Paulo. A mãe é vítima da sede de vingança dos traficantes locais desde que retirou, com o auxílio da polícia, a filha da boca, onde ela morou por quase dois meses, entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
NÃO PENSAM....E AGORA O QUE VAI ACONTECER COM A FAMÍLIA?


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:53  comentar

SÃO PAULO - Valéria Pereira da Silva, a mãe da adolescente de 15 anos que misturou veneno de rato no pó de café usado pelos pais, está sendo ameaçada de morte no bairro onde mora, em Peruíbe, litoral sul de São Paulo. A mãe é vítima da sede de vingança dos traficantes locais desde que retirou, com o auxílio da polícia, a filha da boca, onde ela morou por quase dois meses, entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
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- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
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- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
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- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
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- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
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- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
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- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
Em outubro, a filha sumiu de casa e a mãe foi atrás. Encontrou a jovem sob efeito de drogas e agressiva.
- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
Em novembro, M. fugiu de casa e foi morar em um ponto de drogas no bairro Vatrapuã, onde a família vive. Os pais acionaram a PM para trazê-la de volta.
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- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
A jovem teria escolhido essa forma de envenenar a família porque sabe que os quatro irmãos mais novos não tomam café.
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- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
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- Eu sou merendeira na escola do bairro e meu marido trabalha em obras, então não ficamos em casa de manhã e à tarde. E ela chegou a arrombar a porta de casa e a janela do nosso quarto para roubar mais coisas e sair para se drogar - conta Valéria.
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- Nunca chegaram a me ligar, mas estamos sempre ouvindo o boca-a-boca que querem me matar - conta Valéria.
O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
- Tudo o que a gente quer é que ela seja tratada e volte a ser a mesma menina que era antes. Só Deus sabe a dor de uma mãe que tem uma filha nessa situação - afirma Valéria.
A família luta para que o Conselho Tutelar de Peruíbe encontre um abrigo onde o vício da jovem seja tratado. Até a noite de ontem, o destino da jovem ainda não estava definido.
O pai, a mãe, uma tia e uma avó da jovem beberam o café envenenado e foram parar no hospital, com vômitos, tontura, diarréia e dores no peito. Todos já receberam alta. A adolescente fugiu de casa, foi encontrada pelo pai e levada para a residência de parentes na cidade vizinha de Itanhaém. Mais tarde, a Polícia Militar conduziu a menina ao 1º Distrito Policial de Peruíbe para prestar depoimento. Depois disso, ela foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade.
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Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
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O marido, Ari Gomes da Silva, e a irmã, Patrícia Gomes dos Santos, dizem também já ter ouvido as ameaças. Nesta quinta, o pai abraçou M, que é a mais velha dos cinco filhos do casal, ouviu que ela está arrependida e quer que os pais e familiares a perdoem. Ele aceitou as desculpas.
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Segundo a mãe, M. era uma menina exemplar até o começo do ano passado, quando se envolveu com más companhias e começou a usar drogas.
- Lá por abril de 2008, começaram a sumir coisas de casa. Primeiro, foi a caixa de ferramentas do meu marido, depois foram roupas, sapatos, a aliança de casamento do meu marido e até fio de cobre - afirmou a mãe.
Depois disso, os pais começaram a controlar as saídas da filha. Também passaram a trancar o quarto do casal, onde guardavam os objetos de maior valor da casa. Mesmo assim, as coisas não melhoraram.
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- Tomei um soco e tive que pedir ajuda de mais dois para levar ela para casa. Tivemos que amarrá-la.
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colaboradores: carmen e maria celia

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