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18.2.09
O jornal Tagesanzeiger.ch acaba de publicar informações adicionais à nota divulgada pela Procuradoria Pública de Zurique. Segundo o diário, o procurador público encarregado do caso, Marcel Frei, teria dito que “a mulher continua sendo interrogada. Enquanto esses interrogatórios não forem concluídos, é mantido o bloqueio de seu passaporte e de seus papéis”.
O retorno de Paula O. ao Brasil poderia ser acelerado se ela admitisse que inventou o suposto ataque neonazista. “Se ela me dissesse isso na presença de um advogado, então avançaríamos um enorme passo”, disse Frei ao Tagesanzeiger.ch. Ele ressaltou, porém, que até agora não recebeu uma confissão dessas.

Geraldo Hoffmann


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O jornal Tagesanzeiger.ch acaba de publicar informações adicionais à nota divulgada pela Procuradoria Pública de Zurique. Segundo o diário, o procurador público encarregado do caso, Marcel Frei, teria dito que “a mulher continua sendo interrogada. Enquanto esses interrogatórios não forem concluídos, é mantido o bloqueio de seu passaporte e de seus papéis”.
O retorno de Paula O. ao Brasil poderia ser acelerado se ela admitisse que inventou o suposto ataque neonazista. “Se ela me dissesse isso na presença de um advogado, então avançaríamos um enorme passo”, disse Frei ao Tagesanzeiger.ch. Ele ressaltou, porém, que até agora não recebeu uma confissão dessas.

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O jornal Tagesanzeiger.ch acaba de publicar informações adicionais à nota divulgada pela Procuradoria Pública de Zurique. Segundo o diário, o procurador público encarregado do caso, Marcel Frei, teria dito que “a mulher continua sendo interrogada. Enquanto esses interrogatórios não forem concluídos, é mantido o bloqueio de seu passaporte e de seus papéis”.
O retorno de Paula O. ao Brasil poderia ser acelerado se ela admitisse que inventou o suposto ataque neonazista. “Se ela me dissesse isso na presença de um advogado, então avançaríamos um enorme passo”, disse Frei ao Tagesanzeiger.ch. Ele ressaltou, porém, que até agora não recebeu uma confissão dessas.

Geraldo Hoffmann


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O jornal Tagesanzeiger.ch acaba de publicar informações adicionais à nota divulgada pela Procuradoria Pública de Zurique. Segundo o diário, o procurador público encarregado do caso, Marcel Frei, teria dito que “a mulher continua sendo interrogada. Enquanto esses interrogatórios não forem concluídos, é mantido o bloqueio de seu passaporte e de seus papéis”.
O retorno de Paula O. ao Brasil poderia ser acelerado se ela admitisse que inventou o suposto ataque neonazista. “Se ela me dissesse isso na presença de um advogado, então avançaríamos um enorme passo”, disse Frei ao Tagesanzeiger.ch. Ele ressaltou, porém, que até agora não recebeu uma confissão dessas.

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O jornal Tagesanzeiger.ch acaba de publicar informações adicionais à nota divulgada pela Procuradoria Pública de Zurique. Segundo o diário, o procurador público encarregado do caso, Marcel Frei, teria dito que “a mulher continua sendo interrogada. Enquanto esses interrogatórios não forem concluídos, é mantido o bloqueio de seu passaporte e de seus papéis”.
O retorno de Paula O. ao Brasil poderia ser acelerado se ela admitisse que inventou o suposto ataque neonazista. “Se ela me dissesse isso na presença de um advogado, então avançaríamos um enorme passo”, disse Frei ao Tagesanzeiger.ch. Ele ressaltou, porém, que até agora não recebeu uma confissão dessas.

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Barbie também é estrela de uma campanha contra a obesidade infantil. A boneca ganhou vários quilos e aparece comendo comida chinesa com notebook no colo. A campanha da organização Active Life Movement ainda "engordou" o Super-Homem - registrado cheio de pneuzinhos e com sorvete de casquinha - e um grupo de bonecos Playmobil, gulosos com coxas de galinha na mão


RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
A atriz Jodi Benson, que dublou Ariel em "A pequena sereia", fará a voz de Barbie. Já Ken será dublado por Michael Keaton. Ned Beatty também entra para a trupe de vozes do filme.


fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/02/18/barbie-ken-serao-personagens-centrais-de-toy-story-3-754469779.asp#coment
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Barbie também é estrela de uma campanha contra a obesidade infantil. A boneca ganhou vários quilos e aparece comendo comida chinesa com notebook no colo. A campanha da organização Active Life Movement ainda "engordou" o Super-Homem - registrado cheio de pneuzinhos e com sorvete de casquinha - e um grupo de bonecos Playmobil, gulosos com coxas de galinha na mão


RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
A atriz Jodi Benson, que dublou Ariel em "A pequena sereia", fará a voz de Barbie. Já Ken será dublado por Michael Keaton. Ned Beatty também entra para a trupe de vozes do filme.


fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/02/18/barbie-ken-serao-personagens-centrais-de-toy-story-3-754469779.asp#coment
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RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
A atriz Jodi Benson, que dublou Ariel em "A pequena sereia", fará a voz de Barbie. Já Ken será dublado por Michael Keaton. Ned Beatty também entra para a trupe de vozes do filme.


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RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
A atriz Jodi Benson, que dublou Ariel em "A pequena sereia", fará a voz de Barbie. Já Ken será dublado por Michael Keaton. Ned Beatty também entra para a trupe de vozes do filme.


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RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
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RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
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RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
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RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
A atriz Jodi Benson, que dublou Ariel em "A pequena sereia", fará a voz de Barbie. Já Ken será dublado por Michael Keaton. Ned Beatty também entra para a trupe de vozes do filme.


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Barbie também é estrela de uma campanha contra a obesidade infantil. A boneca ganhou vários quilos e aparece comendo comida chinesa com notebook no colo. A campanha da organização Active Life Movement ainda "engordou" o Super-Homem - registrado cheio de pneuzinhos e com sorvete de casquinha - e um grupo de bonecos Playmobil, gulosos com coxas de galinha na mão


RIO - Previsto para estrear em 2010, "Toy Story 3", o terceiro filme da franquia que popularizou as animações digitais da Pixar, terá entre seus protagonisas o casal de bonecos Barbie e Ken ao lado dos personagens Buzz Lightyear e Woody.
A atriz Jodi Benson, que dublou Ariel em "A pequena sereia", fará a voz de Barbie. Já Ken será dublado por Michael Keaton. Ned Beatty também entra para a trupe de vozes do filme.


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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



link do postPor anjoseguerreiros, às 14:26  comentar

Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
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Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
"Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo", disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
"Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro", disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
"Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido."
"Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência", disse.



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BRASÍLIA - A Polícia Militar prendeu na segunda-feira em Piracanjuba, a 87 quilômetros de Goiânia, um dos envolvidos no assassinato, a pancadas, de Juliene de Souza Guimarães, de 26 anos, e de seu filho Nicolas, de 10 meses. Os corpos foram encontrados numa cova rasa, após a confissão de Fernando Alves. Ele é amigo do principal acusado, o namorado da jovem, Marcos César de Oliveira Júnior, que está foragido.
Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


MANEIRA BEM FÁCIL ENCONTRARAM PARA RESOLVER OS PROBLEMAS....MATANDO!!!!


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BRASÍLIA - A Polícia Militar prendeu na segunda-feira em Piracanjuba, a 87 quilômetros de Goiânia, um dos envolvidos no assassinato, a pancadas, de Juliene de Souza Guimarães, de 26 anos, e de seu filho Nicolas, de 10 meses. Os corpos foram encontrados numa cova rasa, após a confissão de Fernando Alves. Ele é amigo do principal acusado, o namorado da jovem, Marcos César de Oliveira Júnior, que está foragido.
Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
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Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Mãe e filho desapareceram no dia 9, quando, segundo testemunhas, viajariam a Goiânia para a realização de um exame de DNA que fundamentaria um pedido de pensão alimentícia. O enterro aconteceu na terça, sem velório e sob comoção popular. Os corpos, desfigurados, foram identificados pelo irmão da jovem, Julieder.
Segundo o jornal "O Popular", Alves disse que foi chamado pelo amigo para "resolver uma parada" com a namorada. Segundo Alves, os dois golpearam o bebê com a tranca do carro. A mãe reagiu e foi morta.


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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



link do postPor anjoseguerreiros, às 13:06  comentar

Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

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Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
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O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
Amariglio e Rechavi recomendam que são necessários mais estudos para verificar a segurança desse tipo de terapia.



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Um menino que recebeu um tratamento à base de células-tronco embrionárias para uma rara doença genética desenvolveu tumores, despertando dúvidas sobre a segurança do tratamento.
O garoto, que hoje está com 17 anos, recebeu o tratamento pioneiro em 2001, em um hospital em Moscou.
Ele sofria de ataxia-telangiectasia - uma doença genética que ataca a região do cérebro que controla movimento e fala - e recebeu injeções de células-tronco fetais no cérebro e no fluido da espinha dorsal.
Quatro anos depois ele passou a se queixar de dores de cabeça e médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, Israel, encontraram dois tumores benignos nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções com células-tronco.
O tumor removido da espinha continha células que não poderiam ter surgido dos tecidos do próprio paciente e, segundo um artigo escrito pelos médicos Ninette Amariglio e Gideon Rechavi, do Centro Médico Sheba, na revista PLoS Medicine, ele teria crescido a partir das células-tronco recebidas no tratamento.

Ratos
Estudos realizados em ratos de laboratório deram conta do surgimento de tumores depois de injeções de células-tronco. Demonstrou-se que o risco destes tumores pode ser reduzido se as células, que têm a característica de se transformar em outras, se diferenciarem antes de injetadas.
Este, contudo, foi o primeiro exemplo documentado da ocorrência de tumores em um ser humano submetido a uma terapia com células-tronco fetais.
Os autores do artigo levantam a hipótese de que a própria doença do paciente pode ter permitido o surgimento dos tumores porque pacientes com ataxia-telangiectasia costumam ter um sistema imunológico debilitado.
Os autores do artigo dizem que embora o caso aponte para a necessidade de cautela na aplicação de terapia genética, "isso não implica que a pesquisa para tratamentos com células-tronco deva ser abandonada".
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Segundo testemunha, animal ficou três dias na água.Corpo de Bombeiros enviou equipe ao local nesta quarta-feira.

Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


FONTE:G1
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Segundo testemunha, animal ficou três dias na água.Corpo de Bombeiros enviou equipe ao local nesta quarta-feira.

Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Segundo testemunha, animal ficou três dias na água.Corpo de Bombeiros enviou equipe ao local nesta quarta-feira.

Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Segundo testemunha, animal ficou três dias na água.Corpo de Bombeiros enviou equipe ao local nesta quarta-feira.

Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Segundo testemunha, animal ficou três dias na água.Corpo de Bombeiros enviou equipe ao local nesta quarta-feira.

Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Segundo testemunha, animal ficou três dias na água.Corpo de Bombeiros enviou equipe ao local nesta quarta-feira.

Um cachorro ficou preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. Segundo um homem que passa frequentemente pelo local, o animal permaneceu no córrego por pelo menos três dias. Ele foi visto pela primeira vez, tentando escapar, na manhã do domingo (15). O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quarta-feira (18) e enviou uma equipe ao local para resgatar o cachorro .


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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:54  comentar

Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:54  comentar

Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

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Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

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O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

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O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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Dona afirma que vai sentir falta de Travis pelo resto da vida.Polícia revelou telefonema da dona do símio para a emergência.

A dona do chimpanzé que foi morto a tiros pela polícia após ter agredido uma mulher na cidade americana de Stamford disse em entrevista à TV que o incidente foi "estranho", mas que seu bicho de estimação não era um "animal horrível". Sandra Herold contou ao "Today Show", da NBC, que Travis "era como um filho" para ela. Ela disse que "fez o que tinha de fazer", ao chamar a polícia para deter o animal enfurecido, mas que vai sentir falta do animal pelo resto da vida.
A polícia de Stamford tornou público o conteúdo do telefonema para o serviço de emergência feito por Sandra durante o ataque do animal .
"Atirem nele! Atirem nele!", diz Sandra na ligação para o 911. Aos fundos, pode-se ouvir o barulho do ataque. "Ele está matando minha amiga!", grita Sandra.
"Quem está matando sua amiga?", diz a telefonista.Sandra responde: "Meu chimpanzé! Ele rasgou-a. Atirem nele, atirem nele." O ataque de Travis levou 12 minutos. O símio também tentou atacar os policiais, mas foi morto a tiros. Nash está hospitalizado em condições críticas. As autoridades disseram que ela tem ferimentos graves no rosto e nas mãos. A polícia está investigando o caso para apurar se há alguma responsabilidade criminal. A dona disse que teria dado ao animal o medicamento Xanax misturado no chá para acalmá-lo, pois seu comportamento no dia do ataque era estranho.

Faca
O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.
Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.
Travis era um veterano de comerciais de televisão.
Em 2003, ele já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

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30 lojas foram atacadas nos últimos 2 meses no centro-oeste do estado.Em Assis, imagens mostram policial militar furtando R$ 650 em loja.
Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
ADVERTÊNCIA?????????????
FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:35  comentar

30 lojas foram atacadas nos últimos 2 meses no centro-oeste do estado.Em Assis, imagens mostram policial militar furtando R$ 650 em loja.
Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
ADVERTÊNCIA?????????????
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30 lojas foram atacadas nos últimos 2 meses no centro-oeste do estado.Em Assis, imagens mostram policial militar furtando R$ 650 em loja.
Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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30 lojas foram atacadas nos últimos 2 meses no centro-oeste do estado.Em Assis, imagens mostram policial militar furtando R$ 650 em loja.
Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
ADVERTÊNCIA?????????????
FONTE:G1
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30 lojas foram atacadas nos últimos 2 meses no centro-oeste do estado.Em Assis, imagens mostram policial militar furtando R$ 650 em loja.
Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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30 lojas foram atacadas nos últimos 2 meses no centro-oeste do estado.Em Assis, imagens mostram policial militar furtando R$ 650 em loja.
Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
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A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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Mais de 30 lojas do centro-oeste foram atacadas nos últimos dois meses por criminosos que quebram as portas de vidro para roubar. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram a ação dos suspeitos. Em uma delas, um policial militar foi flagrado furtando R$ 650 de uma loja em Assis, a 434 km da capital paulista.
A ação de dois homens foi gravada pelas câmeras de segurança de uma loja de Botucatu, a 238 km de São Paulo. Eles quebram a vitrine com uma pedra, depois invadem o local e levam várias peças de roupa. Em outra loja da cidade, a quadrilha adotou o mesmo procedimento e roubou um aparelho de DVD, máquinas e tintas usadas para fazer tatuagem. Os crimes aconteceram na segunda-feira (16) e na terça-feira (17). Três suspeitos foram presos.
Para a polícia, os criminosos fazem parte de uma mesma quadrilha. Uma rede de padarias em Bauru, a 329 km de São Paulo, é uma das maiores vítimas de ataques. Foram pelo menos 20. Segundo uma funcionária, a ação é rápida, pois os criminosos sabem que estão sendo flagrados pelas câmeras.
Em Assis, policiais militares flagraram um colega ao assistir as imagens das câmeras de segurança da loja de departamentos. Ele estava furtando R$ 650 do malote de uma sala. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM confirmam a informação. A Corregedoria informou que o soldado ainda está preso administrativamente e que um processo apura a conduta moral do policial. Ele pode receber uma advertência ou até mesmo ser expulso.
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18 de Fevereiro de 2009

Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
swissinfo, Alexander Thoele e Geraldo Hoffmann
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18 de Fevereiro de 2009

Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
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No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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18 de Fevereiro de 2009

Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
swissinfo, Alexander Thoele e Geraldo Hoffmann
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18 de Fevereiro de 2009

Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
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Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
swissinfo, Alexander Thoele e Geraldo Hoffmann
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18 de Fevereiro de 2009

Brasileira indiciada por falso testemunho e impedida de sair da Suíça

A Procuradoria Pública de Zurique indiciou Paula O. por suspeita de falso testemunho. A brasileira é obrigada a permanecer na Suíça para responder ao processo e aguardar o final das investigações sobre o suposto ataque, informou a autoridade nesta quarta-feira.
Paulo O. havia dito que fora atacada por neonazistas e, em consequência, teria perdido gêmeos. As investigações concluiram que ela não estava grávida e que muito provavelmente cometeu autoflagelo.
Ao contrário das afirmações recentes publicadas na imprensa brasileira e Suíça, Paula O. não poderá sair da Suíça enquanto o inquérito estiver em andamento.
Hoje a Procuradoria Pública de Zurique decidiu confiscar seu passaporte e indiciá-la também por falso testemunho. Se ela for condenada por "induzir as autoridades ao erro", poderá receber uma pena de reclusão de até três anos ou uma pena pecuniária, segundo o Código Penal Suíço.
swissinfo traduziu o texto da Procuradoria na íntegra:
"Comunicado à imprensa Procuradoria Pública de Zurique – Sihl18 de fevereiro de 2009
Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de 2009: orientação
Em prosseguimento aos comunicados à imprensa da Polícia de Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl comunica:
A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso testemunho (perjúrio) no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.
Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento Processual Penal de Zurique, a retenção do passaporte e dos papéis, como é comum nestes casos.
Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o tempo em que for necessária a sua presença no processo criminal e até que as investigações necessárias tenham sido realizadas.
O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor público.
O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.
Outras informações só serão fornecidas quando a posição das investigações o permitir."
Defensor público
No texto está claro também que Paula O. passa a dispor de um defensor público. Seu nome ainda não foi divulgado. As autoridades brasileiras também já ofereceram à brasileira uma lista de advogados capazes de defendê-la.
"Fizemos algumas indicações de nomes, mas a família declinou", explica o conselheiro Acir Madeira, recém-enviado pelo Itamaraty para ajudar o consulado nos contatos com a imprensa.
Retrospecto do caso
Paula O. denunciou na segunda-feira da semana passada (9/2) que teria sido atacada por três neonazistas na estação de trem de Stettbach, no subúrbio de Zurique. Em consequência das agressões, ela teria perdido gêmeos no terceiro mês de gestação.
O caso teve uma forte repercussão na imprensa dos dois países e chegou a gerar reações enérgicas da diplomacia brasileira, que cobrou uma apuração rápida e sugeriu que a ocorrência tinha conotações xenófobas.
No dia 13 de fevereiro, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão era de que a brasileira não estava grávida no momento da ocorrência e que provavelmente teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. A versão de Paula O. começou a desmoronar.
Mais detalhes sobre a vida particular da advogada, divulgados pela imprensa brasileira na terça-feira (17/2), colocaram ainda mais em dúvida a versão do ataque descrita pela suposta vítima. Ontem à noite, a brasileira deixou o hospital Universitário de Zurique, onde estava internada. As investigações para descobrir como ocorreram os ferimentos continuam.
swissinfo, Alexander Thoele e Geraldo Hoffmann
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RIO - Após o desaparecimento da chinesa Mariana Zeng, de 10 anos, a polícia reforçou o a segurança no aeroporto internacional do Rio. A menina sumiu no último domingo, na Feira de São Cristóvão, onde o pai é comerciante. A polícia descarta sequestro, porque os pais são pobres, mas não descartam o envolvimento da mãe da menina no sumiço. Ela teria abandonado a filha com 4 meses para morar na Holanda.

As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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RIO - Após o desaparecimento da chinesa Mariana Zeng, de 10 anos, a polícia reforçou o a segurança no aeroporto internacional do Rio. A menina sumiu no último domingo, na Feira de São Cristóvão, onde o pai é comerciante. A polícia descarta sequestro, porque os pais são pobres, mas não descartam o envolvimento da mãe da menina no sumiço. Ela teria abandonado a filha com 4 meses para morar na Holanda.

As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da Feira de São Cristóvão mostram que a menina saiu pelo portão principal do pavilhão em companhia de um rapaz moreno, sem ser levada à força . Segundo o "RJTV", a polícia disse que já tem pistas do suspeito. Três testemunhas, entre elas a madrasta de Mariana, reconheceram o suspeito. Segundo a polícia, ele seria frequentador da feira. De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão) Tulio Pelosi, responsável pelas investigações, as imagens comprovam que a menina tinha intimidade com o homem com quem saiu.
Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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Os investigadores já sabem também, por meio das imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi, o meio de transporte que o homem e a menina usaram para sair de São Cristóvão e o bairro da cidade para onde seguiram. As informações foram mantidas em sigilo.Pelosi afirmou que a equipe investiga duas motivações para o crime, também mantidas em sigilo.
O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira. Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337. O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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O ladrão britânico Ronald Biggs, famoso por sua participação no assalto a um trem postal em 1963, poderá ser solto em julho próximo, segundo vários jornais britânicos desta quarta-feira.
Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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O ladrão britânico Ronald Biggs, famoso por sua participação no assalto a um trem postal em 1963, poderá ser solto em julho próximo, segundo vários jornais britânicos desta quarta-feira.
Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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O ladrão britânico Ronald Biggs, famoso por sua participação no assalto a um trem postal em 1963, poderá ser solto em julho próximo, segundo vários jornais britânicos desta quarta-feira.
Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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O ladrão britânico Ronald Biggs, famoso por sua participação no assalto a um trem postal em 1963, poderá ser solto em julho próximo, segundo vários jornais britânicos desta quarta-feira.
Os jornais tomaram como base uma entrevista concedida ao canal de TV ITV pelo filho de Biggs, o brasileiro Michael (Mike) Biggs, que afirmou ter sido procurado por autoridades da prisão e membros do conselho de liberdade condicional. Eles agora estudam a transferência de Ronald Biggs para um asilo, quando ele sair da prisão.
Segundo o jornal The Guardian, o conselho que determina a liberdade condicional dos prisioneiros tem reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, pouco antes de Biggs completar 80 anos.
O assaltante, que viveu anos como foragido no Brasil, retornou à Grã-Bretanha em 2001 voluntariamente, por causa de sua saúde deteriorada.
Ele foi preso ao chegar e permanece detido na prisão de Norwich. Na semana passada, Biggs passou três dias internado em um hospital, por causa de uma pneumonia.
Segundo as declarações de Mike à imprensa britânica, a saúde de Ronald Biggs está extremamente fragilizada e ele não consegue sequer falar ao telefone.
"Nós tivemos várias discussões sobre como seria a vida do meu pai aqui (na Inglaterra), e que impacto (sua eventual liberdade) teria sobre a comunidade local, e, claro, que impacto teria sobre meu pai e sua saúde", disse Mike, ex-integrante da banda infantil Turma do Balão Mágico.
"Acredito que o público vai ficar chocado quando vir o estado em que meu pai se encontra quando ele for solto da prisão. Não acredito que as pessoas estejam esperando alguém tão frágil e velho."
Ronald Biggs era parte de uma quadrilha de 15 criminosos que assaltou um trem pagador dos correios em 1963 em Ledburn, na Inglaterra.
Na época, ele foi condenado a 30 anos de prisão, mas escapou da penitenciária de Wandsworth depois de 15 meses.
Nos 30 anos seguintes ele esteve foragido na Espanha, Austrália e no Brasil, de onde não pôde ser extraditado por ter tido um filho brasileiro.


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:50  comentar

A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

Marcos Guterman


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A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade da Califórnia, informou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que os psicólogos estão muito próximos de desenvolver um método eficiente de criar falsa memória, mostra a Wired.
Loftus, que há anos estuda o assunto, disse que sua equipe já conseguiu fazer com que voluntários para suas pesquisas acreditassem, por exemplo, que detestavam sorvete de morango, ou que Pluto, o cachorro da Disney, lambeu suas orelhas quando eram crianças.
Uma outra pesquisa, esta desenvolvida para treinamento de militares americanos, examinou a memória em situação de tensão. O teste é simples. Um voluntário passa por interrogatório no estilo de Guantánamo. Em seguida, um oficial entra na cela, exibindo a fotografia de outro homem na mão, e pergunta ao “prisioneiro” se seu interrogador já havia lhe dado algo para comer. O “prisioneiro” é deixado só. Depois de se alimentar, ele é convidado a apontar, entre nove rostos, qual era o do homem que o havia interrogado. O “prisioneiro” aponta o homem da fotografia, e não seu interrogador. Isso aconteceu em 85% dos casos.
Ou seja: as lembranças visuais podem ser manipuladas por sugestão. Além de ser útil para o Exército, a técnica mostra também o quão pouco confiável pode ser a memória, o que põe em dúvida, por exemplo, o testemunho de crimes.
Ter visto algo com seus próprios olhos, portanto, não é garantia de nada.

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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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SIDNEY - O corpo de um menino de 5 anos que havia desaparecido há 10 dias perto de um rio no Norte da Austrália foi encontrado no estômago de um crocodilo na cidade de Cairns. A polícia confirmou nesta quarta-feira que a criança foi atacada pelo animal de 4,3 metros no dia 8 de fevereiro, segundo a imprensa local. Segundo a TV ABC News, testes de DNA foram realizados para comprovar que o corpo encontrado era mesmo do menino desaparecido.
Jeremy Doble desapareceu numa área alagada pelo rio Daintree, no estado australiano de Queensland. De acordo com a polícia, o irmão da vítima, Ryan, de 7 anos, disse ter visto um crocodilo na região. Segundo o jornal Courrier Mail, Jeremy tentou salvar o cachorro da família que se dirigiu para perto de onde estava o crocodilo.
Os pais do menino pediram que o animal seja poupado. Ele será levado para uma fazenda ou um zoológico onde não poderá ser exibido ao público por estar "envolvido na morte de um ser humano", segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente de Queensland. Há mais de cem crocodilos no rio Daintree.


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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos

WASHINGTON - A mulher que em dezembro passado recebeu um transplante facial quase completo num hospital dos Estados Unidos já recuperou o olfato e consegue comer sozinha, indicou a médica María Siemionow, que dirigiu a equipe da cirurgia.
Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
O transplante facial realizado em Ohio foi o primeiro do tipo nos EUA.


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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos

WASHINGTON - A mulher que em dezembro passado recebeu um transplante facial quase completo num hospital dos Estados Unidos já recuperou o olfato e consegue comer sozinha, indicou a médica María Siemionow, que dirigiu a equipe da cirurgia.
Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
O transplante facial realizado em Ohio foi o primeiro do tipo nos EUA.


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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos

WASHINGTON - A mulher que em dezembro passado recebeu um transplante facial quase completo num hospital dos Estados Unidos já recuperou o olfato e consegue comer sozinha, indicou a médica María Siemionow, que dirigiu a equipe da cirurgia.
Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
O transplante facial realizado em Ohio foi o primeiro do tipo nos EUA.


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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos

WASHINGTON - A mulher que em dezembro passado recebeu um transplante facial quase completo num hospital dos Estados Unidos já recuperou o olfato e consegue comer sozinha, indicou a médica María Siemionow, que dirigiu a equipe da cirurgia.
Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
O transplante facial realizado em Ohio foi o primeiro do tipo nos EUA.


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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos

WASHINGTON - A mulher que em dezembro passado recebeu um transplante facial quase completo num hospital dos Estados Unidos já recuperou o olfato e consegue comer sozinha, indicou a médica María Siemionow, que dirigiu a equipe da cirurgia.
Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
O transplante facial realizado em Ohio foi o primeiro do tipo nos EUA.


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Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
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WASHINGTON - A mulher que em dezembro passado recebeu um transplante facial quase completo num hospital dos Estados Unidos já recuperou o olfato e consegue comer sozinha, indicou a médica María Siemionow, que dirigiu a equipe da cirurgia.
Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
O transplante facial realizado em Ohio foi o primeiro do tipo nos EUA.


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A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos

WASHINGTON - A mulher que em dezembro passado recebeu um transplante facial quase completo num hospital dos Estados Unidos já recuperou o olfato e consegue comer sozinha, indicou a médica María Siemionow, que dirigiu a equipe da cirurgia.
Segundo a CNN, no último fim de semana Siemionow esteve em Chicago (Illinois) para o encontro anual da American Association for the Advancement of Science, no qual explicou os progressos da paciente nos últimos meses.
A mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, já respira pelo nariz, cheira, come alimentos sólidos e bebe sozinha, disse Siemionow no congresso do qual participou.
Em dezembro de 2008, a paciente foi submetida a uma cirurgia complicada que durou mais de 22 horas e foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Cleveland Clinic, no Estado de Ohio.
Na ocasião, o rosto da mulher, que havia perdido o nariz, o palato e um dos olhos, foi quase todo o reconstruído com a face de uma doadora morta.
Além de ter ganho um palato novo, a paciente recebeu um nariz com o revestimento interno necessário para respirar, a parte inferior das pálpebras, o lábio superior, pele, músculos, ossos, artérias, veias e nervos.
Segundo a médica responsável pela operação, recuperar as funções vitais é mais importante que a parte estética, embora também seja importante ter um rosto para que a pessoa se integra à sociedade.
"Acho que este procedimento está justificado porque é preciso um rosto para se enfrentar o mundo", declarou Siemionow.
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LOS ANGELES - O Tribunal Superior de Los Angeles rejeitou na terça-feira o pedido dos advogados de Roman Polanski para que fossem desprezadas as acusações de abuso sexual que pesam sobre o cineasta desde 1977, informou a imprensa local.

A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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LOS ANGELES - O Tribunal Superior de Los Angeles rejeitou na terça-feira o pedido dos advogados de Roman Polanski para que fossem desprezadas as acusações de abuso sexual que pesam sobre o cineasta desde 1977, informou a imprensa local.

A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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LOS ANGELES - O Tribunal Superior de Los Angeles rejeitou na terça-feira o pedido dos advogados de Roman Polanski para que fossem desprezadas as acusações de abuso sexual que pesam sobre o cineasta desde 1977, informou a imprensa local.

A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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LOS ANGELES - O Tribunal Superior de Los Angeles rejeitou na terça-feira o pedido dos advogados de Roman Polanski para que fossem desprezadas as acusações de abuso sexual que pesam sobre o cineasta desde 1977, informou a imprensa local.

A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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LOS ANGELES - O Tribunal Superior de Los Angeles rejeitou na terça-feira o pedido dos advogados de Roman Polanski para que fossem desprezadas as acusações de abuso sexual que pesam sobre o cineasta desde 1977, informou a imprensa local.

A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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A defesa do ganhador do diretor de "O pianista" (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário "Roman Polanski: wanted and desired" (2008), sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma "substancial" conduta inadequada no julgamento original.
- Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso - afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson. Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.
ROMAN POLANSKI VAI PEDIR PARA VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS ONDE ESTÁ PROIBIDO DE ENTRAR
Proibido desde 1978 de entrar nos Estados Unidos, após se envolver em um escândalo sexual com uma menor de 13 anos, Roman Polanski pode estar perto de conseguir uma liberação. Com o juiz morto há 15 anos e nenhuma pista desde 2004 do local onde possa estar o arquivo com o caso, o diretor de 75 anos pedirá à corte para que esqueça esta "história". De acordo com a "CNN", os advogados Douglas Dalton e Chad Hummel registraram em um arquivo de 239 páginas uma solicitação de arquivamento do caso, trazendo à luz alegações apresentadas no documentário "Roman Polanski: Wanted and desired". Há 30 anos, Polanski não vai aos Estados Unidos.
Roman Polanski nasceu em Paris, filho de um judeu com uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia, país de onde veio. Sua mãe morreu num campo de concentração. Roman escapou do Gueto de Varsóvia e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Na década de 60, seguiu para os Estados Unidos, onde começou a consolidar sua carreira como cineasta.
Nos Estados Unidos, a mulher de Roman Polanski, Sharon Tate estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal quando foi assassinada, em 1969, por integrantes de um culto liderado por Charles Manson. Oito anos depois, o diretor assumiu ter tido relação sexual ilícita com uma menor de 13 anos. Em 1978, saiu do país antes de poder ser condenado, tornando-se assim um fugitivo da justiça. Desde então Polanski vive na França.

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colaboradores: carmen e maria celia

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