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17.2.09
RIO - O fundador de um canal islâmico de TV no estado de Nova York confessou ter decapitado a esposa, de acordo com autoridades citadas pela CNN.
Muzzammil Hassan foi acusado de assassinato após a polícia encontrar o corpo de Aasiya Hassan na própria sede da Bridges TV em Orchard Park, subúrbio de Buffalo. A emissora foi criada para combater os esteréotipos dos muçulmanos disseminados nos EUA.
Aasiya, que era vítima de violência doméstica, havia dado entrada ao pedido de divórcio em 6 de janeiro. A polícia havia sido chamada várias vezes à residência do casal por denúncia de agressão cometida por Muzzammil.
O empresário tem dois filhos com Aasiya e outros dois do casamento anterior.


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Muzzammil Hassan foi acusado de assassinato após a polícia encontrar o corpo de Aasiya Hassan na própria sede da Bridges TV em Orchard Park, subúrbio de Buffalo. A emissora foi criada para combater os esteréotipos dos muçulmanos disseminados nos EUA.
Aasiya, que era vítima de violência doméstica, havia dado entrada ao pedido de divórcio em 6 de janeiro. A polícia havia sido chamada várias vezes à residência do casal por denúncia de agressão cometida por Muzzammil.
O empresário tem dois filhos com Aasiya e outros dois do casamento anterior.


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Aasiya, que era vítima de violência doméstica, havia dado entrada ao pedido de divórcio em 6 de janeiro. A polícia havia sido chamada várias vezes à residência do casal por denúncia de agressão cometida por Muzzammil.
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Aasiya, que era vítima de violência doméstica, havia dado entrada ao pedido de divórcio em 6 de janeiro. A polícia havia sido chamada várias vezes à residência do casal por denúncia de agressão cometida por Muzzammil.
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Aasiya, que era vítima de violência doméstica, havia dado entrada ao pedido de divórcio em 6 de janeiro. A polícia havia sido chamada várias vezes à residência do casal por denúncia de agressão cometida por Muzzammil.
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MARCELO NINIO
enviado especial da Folha de S.Paulo a Zurique

Um clima de mal-estar cerca os brasileiros que vivem na Suíça. Depois da reviravolta provocada pelos exames da polícia que questionam a versão contada pela pernambucana Paula Oliveira, a sensação geral mistura perplexidade, constrangimento e temor de que a imagem do país fique arranhada.
Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
Não há dados oficiais sobre o total de brasileiros na Suíça. A embaixada calcula em 60 mil, dois terços em situação ilegal.
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MARCELO NINIO
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Um clima de mal-estar cerca os brasileiros que vivem na Suíça. Depois da reviravolta provocada pelos exames da polícia que questionam a versão contada pela pernambucana Paula Oliveira, a sensação geral mistura perplexidade, constrangimento e temor de que a imagem do país fique arranhada.
Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
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Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
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Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
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A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
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Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
Não há dados oficiais sobre o total de brasileiros na Suíça. A embaixada calcula em 60 mil, dois terços em situação ilegal.
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imagem: blogperolas.spaces.live.com


MARCELO NINIO
enviado especial da Folha de S.Paulo a Zurique

Um clima de mal-estar cerca os brasileiros que vivem na Suíça. Depois da reviravolta provocada pelos exames da polícia que questionam a versão contada pela pernambucana Paula Oliveira, a sensação geral mistura perplexidade, constrangimento e temor de que a imagem do país fique arranhada.
Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.
Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula "ficará marcado" por muitos anos. Ela diz ter recebido reações "de A a Z", desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.
Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. "A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva", diz Irene, que trabalha como tradutora. "Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos".
A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas."Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?", questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal "Der Lanbote". "A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também".
Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. "Claro que há racismo aqui", diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. "Isso só vai piorar o preconceito".
Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. "O momento é de dúvida", diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como "uma pessoa normal". "Podia ser sua irmã, ou sua vizinha".
Não há dados oficiais sobre o total de brasileiros na Suíça. A embaixada calcula em 60 mil, dois terços em situação ilegal.
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CHOCANTE!

Sim, mas o que choca mais o leitor: a imagem acima (retirada do site daylife), da missionária católica americana Dorothy Stang, 73, assassinada com seis tiros no dia 09/02/2005, no município de Anapu (PA) ou a notícia da libertação de um dos mandantes do crime?



Regivaldo Pereira Galvão recebeu habeas corpus na segunda-feira.
Ele deve aguardar conclusão das investigações em liberdade


O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Ele saiu do Centro Regional de Recuperação de Altamira (PA) na noite de segunda-feira, acompanhado de uma advogada, e não falou com a imprensa.

Fonte: G1, com informações da TV Liberal
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Sim, mas o que choca mais o leitor: a imagem acima (retirada do site daylife), da missionária católica americana Dorothy Stang, 73, assassinada com seis tiros no dia 09/02/2005, no município de Anapu (PA) ou a notícia da libertação de um dos mandantes do crime?



Regivaldo Pereira Galvão recebeu habeas corpus na segunda-feira.
Ele deve aguardar conclusão das investigações em liberdade


O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Ele saiu do Centro Regional de Recuperação de Altamira (PA) na noite de segunda-feira, acompanhado de uma advogada, e não falou com a imprensa.

Fonte: G1, com informações da TV Liberal
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Regivaldo Pereira Galvão recebeu habeas corpus na segunda-feira.
Ele deve aguardar conclusão das investigações em liberdade


O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
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Ele deve aguardar conclusão das investigações em liberdade


O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
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O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
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Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
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O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
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Sim, mas o que choca mais o leitor: a imagem acima (retirada do site daylife), da missionária católica americana Dorothy Stang, 73, assassinada com seis tiros no dia 09/02/2005, no município de Anapu (PA) ou a notícia da libertação de um dos mandantes do crime?



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O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Ele saiu do Centro Regional de Recuperação de Altamira (PA) na noite de segunda-feira, acompanhado de uma advogada, e não falou com a imprensa.

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O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
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Regivaldo Pereira Galvão recebeu habeas corpus na segunda-feira.
Ele deve aguardar conclusão das investigações em liberdade


O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Ele saiu do Centro Regional de Recuperação de Altamira (PA) na noite de segunda-feira, acompanhado de uma advogada, e não falou com a imprensa.

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Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
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Regivaldo Pereira Galvão recebeu habeas corpus na segunda-feira.
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O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Ele saiu do Centro Regional de Recuperação de Altamira (PA) na noite de segunda-feira, acompanhado de uma advogada, e não falou com a imprensa.

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Regivaldo Pereira Galvão recebeu habeas corpus na segunda-feira.
Ele deve aguardar conclusão das investigações em liberdade


O acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, recebeu na segunda-feira (16) um habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Segundo a assessoria do TRF-1, cabe recurso para a decisão.
Galvão estava preso desde dezembro de 2008, por grilagem e estelionato na apropriação de terras públicas. Nota divulgada pelo Tribunal informa que o principal fator levado em consideração pela 3ª Turma do TRF-1 na decisão foi o extenso prazo para a conclusão do inquérito policial.
Em 2006, ele conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ficar preso por mais de um ano pela morte da missionária.
De acordo com a Agência Brasil, Galvão responde ainda a outras ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Ele saiu do Centro Regional de Recuperação de Altamira (PA) na noite de segunda-feira, acompanhado de uma advogada, e não falou com a imprensa.

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Curitiba - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada e violentada no litoral do Paraná há quinze dias, deve receber alta do hospital na semana que vem. No domingo, ela deixou a UTI, mas continua com dificuldade para respirar devido ao pulmão ter sido atingido pelo disparo. Em entrevista à "Folha de S. Paulo" pelo celular da prima no domingo, Monik contou que o pior momento foi ficar vendo o namorado morto na frente. Ela permaneceu por 18 horas aguardando resgate ao lado do corpo do namorado, Ozires Del Corso, que morreu com um tiro no peito ao tentar defendê-la.
- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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Curitiba - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada e violentada no litoral do Paraná há quinze dias, deve receber alta do hospital na semana que vem. No domingo, ela deixou a UTI, mas continua com dificuldade para respirar devido ao pulmão ter sido atingido pelo disparo. Em entrevista à "Folha de S. Paulo" pelo celular da prima no domingo, Monik contou que o pior momento foi ficar vendo o namorado morto na frente. Ela permaneceu por 18 horas aguardando resgate ao lado do corpo do namorado, Ozires Del Corso, que morreu com um tiro no peito ao tentar defendê-la.
- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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Curitiba - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada e violentada no litoral do Paraná há quinze dias, deve receber alta do hospital na semana que vem. No domingo, ela deixou a UTI, mas continua com dificuldade para respirar devido ao pulmão ter sido atingido pelo disparo. Em entrevista à "Folha de S. Paulo" pelo celular da prima no domingo, Monik contou que o pior momento foi ficar vendo o namorado morto na frente. Ela permaneceu por 18 horas aguardando resgate ao lado do corpo do namorado, Ozires Del Corso, que morreu com um tiro no peito ao tentar defendê-la.
- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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Curitiba - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada e violentada no litoral do Paraná há quinze dias, deve receber alta do hospital na semana que vem. No domingo, ela deixou a UTI, mas continua com dificuldade para respirar devido ao pulmão ter sido atingido pelo disparo. Em entrevista à "Folha de S. Paulo" pelo celular da prima no domingo, Monik contou que o pior momento foi ficar vendo o namorado morto na frente. Ela permaneceu por 18 horas aguardando resgate ao lado do corpo do namorado, Ozires Del Corso, que morreu com um tiro no peito ao tentar defendê-la.
- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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Curitiba - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada e violentada no litoral do Paraná há quinze dias, deve receber alta do hospital na semana que vem. No domingo, ela deixou a UTI, mas continua com dificuldade para respirar devido ao pulmão ter sido atingido pelo disparo. Em entrevista à "Folha de S. Paulo" pelo celular da prima no domingo, Monik contou que o pior momento foi ficar vendo o namorado morto na frente. Ela permaneceu por 18 horas aguardando resgate ao lado do corpo do namorado, Ozires Del Corso, que morreu com um tiro no peito ao tentar defendê-la.
- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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Curitiba - A estudante Monik Pegorari Lima, de 23 anos, que foi baleada e violentada no litoral do Paraná há quinze dias, deve receber alta do hospital na semana que vem. No domingo, ela deixou a UTI, mas continua com dificuldade para respirar devido ao pulmão ter sido atingido pelo disparo. Em entrevista à "Folha de S. Paulo" pelo celular da prima no domingo, Monik contou que o pior momento foi ficar vendo o namorado morto na frente. Ela permaneceu por 18 horas aguardando resgate ao lado do corpo do namorado, Ozires Del Corso, que morreu com um tiro no peito ao tentar defendê-la.
- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
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- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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- O mais difícil mesmo foi ficar vendo o meu namorado morto na minha frente. Aí não foi brincadeira, não. Um cabra bom daquele levar um pipoco e morrer desse jeito é muita sacanagem. Não merecia, não - disse Monik quando deixava a UTI. Já existe uma lista com 40 suspeitos de ter cometido o crime. A polícia investiga inclusive em outros estados.
No leito que ocupa, vigiado por policiais, só entram pessoas autorizadas pela família. Nesta segunda, parentes do namorado assassinado foram prestar solidariedade à jovem, que reconhece que Ozires salvou sua vida.
- Com certeza, ele salvou a minha vida. Essa força toda que eu estou tendo só pode vir dele. Esse cabra deve ter virado um anjo. Ele deve ter virado um anjo para eu estar me recuperando desse jeito. Deve ser ele mexendo os pauzinhos lá no céu. O pai, o advogado Lorival Pegorari, conta que a filha está respirando melhor, mas ainda não tem condições de falar seguidamente para não desgastar o pulmão, atingido pelo disparo. Além disso, a estudante permanece paraplégica devido ao comprometimento da medula.
- Surpreendentemente ela tem nos dado força graças a Deus, porque quer viver - disse Pegorari, que pediu à filha que não concedesse novas entrevistas para não prejudicar sua recuperação.
Pegorari, que é advogado criminal, disse que já vivenciou experiências semelhantes às da filha e sempre alertava os familiares sobre o recrudescimento da violência:
- Sei que não é só com o vizinho que acontece. Sempre falei isso em casa. Acontece com a gente também. É sofrido, mas nunca duvidei passar por isso. Não se consegue segurar uma moça com 23 anos. E o crime está aí. Ele acredita que a polícia vai capturar o criminoso a partir do retrato falado, mas admite pela experiência que criminoso dessa natureza dificulta o trabalho.
- O trabalho que poderia ser feito está sendo feito. Esse tipo de bandido sabe tudo e dificulta muito mais o trabalho, mas é uma questão de tempo - disse o pai.
A estudante continua prestando informações à polícia, que segue sem prender o autor do crime. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que ainda existe muito trabalho pela frente. A polícia possui mais de 40 fotos de suspeitos que se aproximam do retrato falado, que chegaram de várias cidades do interior do Paraná, além de São Paulo e Rio de Janeiro.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
Fonte: Agência Estado - 16/02/2009 21:09hs


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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
Fonte: Agência Estado - 16/02/2009 21:09hs


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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
Fonte: Agência Estado - 16/02/2009 21:09hs


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" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
Fonte: Agência Estado - 16/02/2009 21:09hs


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" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
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" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
Fonte: Agência Estado - 16/02/2009 21:09hs


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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
Fonte: Agência Estado - 16/02/2009 21:09hs


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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
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SÃO PAULO - Um adolescente de 15 anos foi atropelado, nesta segunda-feira, no Tatuapé, na zona leste da capital, quando tentava fugir de um trote violento aplicado por alunos da Escola Estadual Ascendino Reis. De acordo com familiares do garoto, identificado apenas como Lucas, ele atravessava a rua quando foi abordado por alunos do colégio que queriam jogar tinta sobre ele. Para tentar escapar do trote, Lucas correu e acabou sendo atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado.
" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
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" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
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" Para tentar escapar do trote, adolescente correu e acabou atropelado. Ele teve cortes na orelha e foi encaminhado para um pronto-socorro, de onde já foi liberado "
Uma outra aluna do Ascendino Reis registrou boletim de ocorrência por furto. Ela alega que adolescentes vestidos com a camiseta do colégio roubaram o celular dela. Vários adolescentes reclamaram da violência dos trotes. A diretoria da escola afirmou que acionou a Ronda Escolar assim que foi informada dos trotes, o que teria colocado fim às brincadeiras. Ronda será reforçada A Polícia Militar informou que intensificou a Ronda Escolar, especialmente nas escolas públicas e particulares em que o risco de violência é maior. Das 1.200 escolas estaduais da Grande São Paulo, 137 são consideradas vulneráveis pela secretaria de Educação. Mais de 5 milhões de alunos voltaram às aulas nesta segunda-feira. Uma das escolas que receberam reforço na segurança foi a Amadeu Amaral, na zona leste de São Paulo. Apesar das grades e do posto policial ao lado da escola,parte do prédio histórico foi destruído ano passado, durante uma brigade alunos. .O quebra-quebra foi apenas um dos episódios de violência entre alunos da rede estadual no ano passado. Em 411 escolas do estado, as queixas feitas por professores e diretores foram parar na delegacia. A maioria dos casos é de briga entre alunos, desacato aos professores, tráfico de drogas e até porte de armas. Quase sempre, os episódios de violência são registrados no período da tarde.
Nas escolas particulares, o medo também está presente. Há dez anos, um colégio no Paraíso, na zona sul de São Paulo, tinha apenas dois seguranças. Atualmente, são quase 30 e dezenas de câmeras de monitoramento. O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, José Jacobson Neto, diz que as escolas investem cada vez mais no serviço.
- As nossas políticas de segurança pública precisam melhorar em todos os sentidos. A segurança privada é um sistema integrado, que vem em parceria nesse sentido - afirma Jacobson.




Câmara decide votar criminalização de trote violento
A Câmara decidiu votar nesta semana, em regime de urgência, o projeto que torna crime o trote violento praticado contra os calouros que entram nas universidades. A proposta prevê a abertura de processo contra os estudantes que praticarem o trote, pune a universidade onde houver esse tipo de violência e permite o trote cidadão ou social. O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) foi o responsável por concluir um novo texto para ser votado no plenário usando como base 15 projetos de lei sobre o assunto que estão tramitando na Casa desde 1995. Ele terminou a tarefa nesta segunda-feira.O deputado antecipou as linhas básicas da proposta.
O projeto vai, primeiramente, reconhecer que o trote violento é prática de crime, que pode ser enquadrado como constrangimento ilegal, lesão corporal e homicídio, por exemplo. Além disso, a proposta vai responsabilizar as universidades, se seus alunos forem submetidos à violência em suas dependências.
Pelo texto de Dino, as faculdades serão obrigadas a processar os alunos que praticarem o trote violento. Nessa mesma linha, elas terão a responsabilidade de proteger os seus estudantes. "As universidades serão obrigadas a fiscalizar e, se houver trote violento em suas dependências, receberão sanções", disse Dino. O deputado vai estabelecer multa no caso do descumprimento da instituição. A proposta do deputado vai também criar instrumentos para dar base legal ao trote. Nesse caso, só serão permitidos os que tiverem objetivo social e de cidadania.
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SÃO PAULO - Uma menina de 3 anos de idade morreu afogada em um balde no quintal da casa onde morava no bairro Morro Azul, na cidade satélite de São Sebastião, no Distrito Federal. Alexandra da Costa foi deixada em casa na hora em que a mãe, Elzair Costa, buscava os outros dois filhos no colégio.
A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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SÃO PAULO - Uma menina de 3 anos de idade morreu afogada em um balde no quintal da casa onde morava no bairro Morro Azul, na cidade satélite de São Sebastião, no Distrito Federal. Alexandra da Costa foi deixada em casa na hora em que a mãe, Elzair Costa, buscava os outros dois filhos no colégio.
A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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SÃO PAULO - Uma menina de 3 anos de idade morreu afogada em um balde no quintal da casa onde morava no bairro Morro Azul, na cidade satélite de São Sebastião, no Distrito Federal. Alexandra da Costa foi deixada em casa na hora em que a mãe, Elzair Costa, buscava os outros dois filhos no colégio.
A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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SÃO PAULO - Uma menina de 3 anos de idade morreu afogada em um balde no quintal da casa onde morava no bairro Morro Azul, na cidade satélite de São Sebastião, no Distrito Federal. Alexandra da Costa foi deixada em casa na hora em que a mãe, Elzair Costa, buscava os outros dois filhos no colégio.
A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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SÃO PAULO - Uma menina de 3 anos de idade morreu afogada em um balde no quintal da casa onde morava no bairro Morro Azul, na cidade satélite de São Sebastião, no Distrito Federal. Alexandra da Costa foi deixada em casa na hora em que a mãe, Elzair Costa, buscava os outros dois filhos no colégio.
A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/02/17/menina-de-3-anos-morre-afogada-em-um-balde-no-df-754447917.asp
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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

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A criança estava com a tia no quintal da casa. Maria da Conceição estendia roupa no varal quando sentiu falta da sobrinha e encontrou a menina dentro de um balde, já desmaiada.
O pai, Carlos Alexandre da Costa, que passou o dia no trabalho, chegou em casa na hora em que a tia abria o portão e pedia ajuda.
- Na hora, ela ficou desesperada. Tinha um vizinho de frente e ela foi pedindo socorro. O vizinho colocou a menina com ele e a mulher ficou desmaiada, os vizinhos tomando conta. Ele levou diretamente ao posto, mas não tinha mais vida - conta o pai.
O pai e a tia de Alexandra prestaram depoimento na Delegacia de São Sebastião. Segundo o delegado Marcos Antônio Raposo, tudo indica que houve uma fatalidade.
- É mais uma dessas situações em que uma criança de tenra idade vem a óbito e está longe das pessoas que poderiam protegê-la. Neste caso, a menina foi brincar com o balde e se afogou - afirmou.
Os pais de Alexandra eram lavradores na Bahia. Eles chegaram a São Sebastião há apenas seis meses. O corpo da menina vai ser enterrado na cidade deles, Coribe.

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SÃO PAULO - Um gerente de projetos de uma empresa de informática foi preso por volta das 19h45m desta segunda-feira tentando abusar sexualmente de uma menina de apenas 9 anos na região do Brooklin, zona sul de São Paulo. Jacques D'Arc Cristiane Elias e Silva, de 46 anos, estava com a criança, que faz malabares em um dos semáforos da Avenida dos Bandeirantes, dentro do próprio carro, um Renault Logan quando foi surpreendido pela Polícia Militar. O veículo estava parado com os vidros fechados na Rua Kansas, perto da Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini.
A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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SÃO PAULO - Um gerente de projetos de uma empresa de informática foi preso por volta das 19h45m desta segunda-feira tentando abusar sexualmente de uma menina de apenas 9 anos na região do Brooklin, zona sul de São Paulo. Jacques D'Arc Cristiane Elias e Silva, de 46 anos, estava com a criança, que faz malabares em um dos semáforos da Avenida dos Bandeirantes, dentro do próprio carro, um Renault Logan quando foi surpreendido pela Polícia Militar. O veículo estava parado com os vidros fechados na Rua Kansas, perto da Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini.
A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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SÃO PAULO - Um gerente de projetos de uma empresa de informática foi preso por volta das 19h45m desta segunda-feira tentando abusar sexualmente de uma menina de apenas 9 anos na região do Brooklin, zona sul de São Paulo. Jacques D'Arc Cristiane Elias e Silva, de 46 anos, estava com a criança, que faz malabares em um dos semáforos da Avenida dos Bandeirantes, dentro do próprio carro, um Renault Logan quando foi surpreendido pela Polícia Militar. O veículo estava parado com os vidros fechados na Rua Kansas, perto da Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini.
A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A vítima mora com uma irmã no Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, desde que brigou com o pai, que chegou a comparecer no plantão do 96 Distrito Policial (Brooklin), onde o caso foi registrado. Segundo o Conselho Tutelar, a menina trabalha em semáforos da região na companhia de um irmão, também menor.
Jacques, de acordo com a polícia, havia prometido pagar um lanche para a menina em troca de sexo. De acordo com a garota, Jacques bolinou seu corpo e pediu que ela fizesse sexo oral. No carro dele, foi encontrado um pacote de preservativos aberto.
No momento da chegada dos policiais, Jacques tentou fugir com o carro em alta velocidade, mas acabou detido no cruzamento com a Avenida dos Bandeirantes. Ao ser revistado na delegacia do bairro, o gerente ainda estava com um preservativo preso ao órgão genital.
O gerente de informática responderá por tentativa de estupro e atentado violento ao pudor. Jacques é casado e pai de duas crianças.
Um advogado compareceu no distrito policial para levar os comprovantes de que o acusado tem curso superior e pós-graduação. Ele ficará em cela especial.
A menina foi levada para um abrigo e terá o destino decidido pela Vara da Infância e da Juventude.
Em Catanduva, no interior paulista, moradores estão revoltados com casos sucessivos de abusos. Foram 48 denúncias em apenas um bairro. O suspeito está preso, mas um sobrinho dele, acusado de amarrar as crianças, ficou preso menos de um mês.
Em Recife, só este ano já foram encaminhadas 128 denúncias de abusos contra crianças e adolescente por meio do telefone de disque-denúncia de Pernambuco.
Em Goiânia, o vendedor de picolé Tiago Franco Barbosa, 25 anos, foi preso na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 5 anos de idade . De acordo com a polícia, o crime aconteceu dentro do banheiro de uma escola municipal da cidade. De acordo com a polícia, o acusado já confessou o crime e tem passagem na mesma delegacia por um abuso contra outra criança, que teria acontecido em outro colégio.
No Espírito Santo, o comerciante Paulo Scheffer Pereira, de 49 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos no Morro da Cesan, em Vila Velha. O homem teria oferecido dinheiro em troca de manter relações sexuais com o adolescente, que é deficiente auditivo e sofre de epilepsia.
Segundo informações da polícia, por volta das 18h30 desta segunda, moradores do bairro viram o homem abusando sexualmente do adolescente em um matagal. Os moradores então chamaram a polícia e tentaram linchar o acusado. Quando os policiais chegaram, o homem estava detido pelas pessoas da região. No bolso do homem, foram encontrados camisinhas e R$ 9 em dinheiro.
O adolescente confessou à polícia que já foi abusado outras vezes pelo comerciante em troca de R$ 5. Ele informou também que o homem utilizava camisinha para manter as relações sexuais. Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha e responderá por atentado violento ao pudor.


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A partir desta terça-feira, 20 táxis acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida começam a circular em São Paulo, segundo a prefeitura.

São Paulo passa a contar com táxis adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; todos são modelo Doblò
De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
O custo do carro e da adaptação é de aproximadamente R$ 90 mil, totalmente bancado pelo taxista, afirma a secretaria.
Associação lança táxis adaptados para deficientes em SPNo Rio, 20 taxistas fazem o transporte para cadeirantes sem isençãoMotoristas que transportam cadeirantes justificam a entrada no serviço por "idealismo
Serviço
Os táxis acessíveis são filiados à empresa Alô Táxi, que atende pelo telefone 0/xx/11/3229-7688. A orientação é para que a corrida seja agendada com antecedência.
Cadeirantes podem acessar o site http://www.taxiacessivel.com.br/ e se cadastrar até o dia 28 de fevereiro para ganhar um Vale Táxi, com validade de 30 dias, que permite ir a qualquer local dentro da cidade de São Paulo.
A viagem poderá ser acompanhada por até duas pessoas.

Fonte: Folha On-line
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São Paulo passa a contar com táxis adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; todos são modelo Doblò
De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
O custo do carro e da adaptação é de aproximadamente R$ 90 mil, totalmente bancado pelo taxista, afirma a secretaria.
Associação lança táxis adaptados para deficientes em SPNo Rio, 20 taxistas fazem o transporte para cadeirantes sem isençãoMotoristas que transportam cadeirantes justificam a entrada no serviço por "idealismo
Serviço
Os táxis acessíveis são filiados à empresa Alô Táxi, que atende pelo telefone 0/xx/11/3229-7688. A orientação é para que a corrida seja agendada com antecedência.
Cadeirantes podem acessar o site http://www.taxiacessivel.com.br/ e se cadastrar até o dia 28 de fevereiro para ganhar um Vale Táxi, com validade de 30 dias, que permite ir a qualquer local dentro da cidade de São Paulo.
A viagem poderá ser acompanhada por até duas pessoas.

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Os táxis acessíveis são filiados à empresa Alô Táxi, que atende pelo telefone 0/xx/11/3229-7688. A orientação é para que a corrida seja agendada com antecedência.
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Fonte: Folha On-line
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Os táxis acessíveis são filiados à empresa Alô Táxi, que atende pelo telefone 0/xx/11/3229-7688. A orientação é para que a corrida seja agendada com antecedência.
Cadeirantes podem acessar o site http://www.taxiacessivel.com.br/ e se cadastrar até o dia 28 de fevereiro para ganhar um Vale Táxi, com validade de 30 dias, que permite ir a qualquer local dentro da cidade de São Paulo.
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Fonte: Folha On-line
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São Paulo passa a contar com táxis adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; todos são modelo Doblò
De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
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Associação lança táxis adaptados para deficientes em SPNo Rio, 20 taxistas fazem o transporte para cadeirantes sem isençãoMotoristas que transportam cadeirantes justificam a entrada no serviço por "idealismo
Serviço
Os táxis acessíveis são filiados à empresa Alô Táxi, que atende pelo telefone 0/xx/11/3229-7688. A orientação é para que a corrida seja agendada com antecedência.
Cadeirantes podem acessar o site http://www.taxiacessivel.com.br/ e se cadastrar até o dia 28 de fevereiro para ganhar um Vale Táxi, com validade de 30 dias, que permite ir a qualquer local dentro da cidade de São Paulo.
A viagem poderá ser acompanhada por até duas pessoas.

Fonte: Folha On-line
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A partir desta terça-feira, 20 táxis acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida começam a circular em São Paulo, segundo a prefeitura.

São Paulo passa a contar com táxis adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; todos são modelo Doblò
De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
O custo do carro e da adaptação é de aproximadamente R$ 90 mil, totalmente bancado pelo taxista, afirma a secretaria.
Associação lança táxis adaptados para deficientes em SPNo Rio, 20 taxistas fazem o transporte para cadeirantes sem isençãoMotoristas que transportam cadeirantes justificam a entrada no serviço por "idealismo
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Cadeirantes podem acessar o site http://www.taxiacessivel.com.br/ e se cadastrar até o dia 28 de fevereiro para ganhar um Vale Táxi, com validade de 30 dias, que permite ir a qualquer local dentro da cidade de São Paulo.
A viagem poderá ser acompanhada por até duas pessoas.

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São Paulo passa a contar com táxis adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; todos são modelo Doblò
De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
O custo do carro e da adaptação é de aproximadamente R$ 90 mil, totalmente bancado pelo taxista, afirma a secretaria.
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A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
O custo do carro e da adaptação é de aproximadamente R$ 90 mil, totalmente bancado pelo taxista, afirma a secretaria.
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De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
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De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
O custo do carro e da adaptação é de aproximadamente R$ 90 mil, totalmente bancado pelo taxista, afirma a secretaria.
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De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, são os primeiros táxis adaptados de um total de 80 alvarás expedidos. Inicialmente, são 16 carros da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota) e quatro autônomos.
A tarifa cobrada será idêntica a dos táxis convencionais da cidade (R$ 3,50 a bandeirada). Os veículos poderão ser acionados a partir de uma central.
O custo do carro e da adaptação é de aproximadamente R$ 90 mil, totalmente bancado pelo taxista, afirma a secretaria.
Associação lança táxis adaptados para deficientes em SPNo Rio, 20 taxistas fazem o transporte para cadeirantes sem isençãoMotoristas que transportam cadeirantes justificam a entrada no serviço por "idealismo
Serviço
Os táxis acessíveis são filiados à empresa Alô Táxi, que atende pelo telefone 0/xx/11/3229-7688. A orientação é para que a corrida seja agendada com antecedência.
Cadeirantes podem acessar o site http://www.taxiacessivel.com.br/ e se cadastrar até o dia 28 de fevereiro para ganhar um Vale Táxi, com validade de 30 dias, que permite ir a qualquer local dentro da cidade de São Paulo.
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
Por: Simone Iwasso e Ana Paula Lacerda para o estadão. com.br de
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
Por: Simone Iwasso e Ana Paula Lacerda para o estadão. com.br de
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
Por: Simone Iwasso e Ana Paula Lacerda para o estadão. com.br de
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Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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25 anos após 1º bebê de proveta, País não tem lei de reprodução assistida

Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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Ao completar 25 anos do primeiro bebê de proveta brasileiro, o País ainda não tem uma legislação específica sobre a reprodução assistida. Isso quer dizer que, na prática, há poucos parâmetros legais e cabe a cada profissional decidir se faz ou não, e de qual maneira, escolha do sexo da criança, doações de óvulos e esperma, uso de material genético de terceiros, fertilização em casais com HIV, congelamento de óvulos e descarte de embriões. Tampouco existem órgãos fiscalizadores próprios para isso, menos ainda comissões que acompanhem o que acontece nas clínicas privadas."A falta de regra e fiscalização transformou o Brasil em um destino de turismo reprodutivo", afirma o juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo, professor de Direito do Mackenzie e estudioso do assunto. "Como temos uma capacidade técnica muito boa, estrangeiros vêm para cá fazer o que na Europa e nos Estados Unidos é proibido."
A única regulamentação sobre o tema é uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1992 - ou seja, há 17 anos, período no qual técnicas avançaram, abrindo novas possibilidades de intervenção. Por ela, fica proibida a implantação de mais de quatro embriões (nos Estados Unidos e Europa é permitido apenas dois), a venda de óvulos ou sêmen e o pagamento de barriga de aluguel."A resolução é boa, mas muito se avançou na área. Deveria ter uma lei que detalhasse mais. Até porque a resolução atua só sobre o médico, não sobre o cidadão", diz o obstetra Pablo Chacel, corregedor do CFM. Ele explica que, por se tratar de normas de um conselho de classe, infrações contra ela podem gerar punições para o médico, não sanção penal.
Além disso, segundo o urologista Jorge Hallak, especialista em infertilidade masculina, a falta de legislação e de um protocolo de conduta faz com que no País se usem técnicas de reprodução assistida em casais que não precisam. "Há pessoas muito sérias, mas há muita gente que não investiga as causas da infertilidade do casal. Desse modo, fazer uma fertilização in vitro sem saber por que a pessoa não engravida, é como fazer um transplante de coração sem ter feito um ecocardiograma. É absurdo e não traz resultados."

OUTRAS OPÇÕES
Hallak explica, por exemplo, que em dois terços dos casos de infertilidade masculina há tratamentos que resolvem o problema sem a fertilização. Nesses casos, os casais ficam sem saber a quem recorrer, procurando o médico que garantir mais resultados.
"O casal com infertilidade apresenta uma fragilidade e está sob elementos psicossociais muito fortes. Se você falar para esse casal que ela vai engravidar se eles forem de ponta-cabeça e mindinhos esticados até a igreja do Bonfim, eles vão. O médico tem muito poder nessa situação", diz Bela Zausner, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
Com tudo isso em jogo, fica nas mãos de cada profissional o modo de agir. "O problema da falta de lei é que tudo acaba resvalando na moral e ética de cada médico para acontecer. Por exemplo, tenho muitos pacientes que chegam pedindo a sexagem, mas desestimulo no primeiro filho. É uma prática interessante em alguns casos, não para todos os casais que queiram", diz. "É preciso ser flexível na discussão desse tema, e dos outros que envolvem a reprodução assistida, e não pensar em proibir totalmente."
A escolha do sexo dos filhos e contratação de assistentes para captar doadores de óvulos entre estudantes universitárias em troca de exames são práticas que foram defendidas publicamente no passado pelo médico Roger Abdelmassih, dono da maior clínica no País. Ele atualmente é investigado pelo Ministério Público e pela polícia por causa da acusação de ex-pacientes de suposto assédio sexual em sua clínica. Em entrevista ao Estado no final do mês passado, Abdelmassih, ao comentar sobre críticas de que usaria técnica para determinar o sexo do bebê, respondeu com pergunta: "Como eu posso dizer não a um paciente árabe ou judeu que tem quatro filhas e não aguenta mais tentar ter um filho homem?"
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De uns tempos para cá, a mídia decidiu adotar o politicamente correto e, além disso, evitar problemas na Justiça: jornais, revistas, rádios e TVs não classificam ninguém de traficante, ladrão, estuprador ou assassino. Na obrigação de informar crimes, sequestros, tiroteios e assaltos sexuais, o máximo a que chegam é à suposição. A polícia invade um morro e mata tantos supostos traficantes, que supostamente escondiam um arsenal supostamente de última geração.
Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


Carlos Heitor Cony é escritor e membro da Academia Brasileira de Letras

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De uns tempos para cá, a mídia decidiu adotar o politicamente correto e, além disso, evitar problemas na Justiça: jornais, revistas, rádios e TVs não classificam ninguém de traficante, ladrão, estuprador ou assassino. Na obrigação de informar crimes, sequestros, tiroteios e assaltos sexuais, o máximo a que chegam é à suposição. A polícia invade um morro e mata tantos supostos traficantes, que supostamente escondiam um arsenal supostamente de última geração.
Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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De uns tempos para cá, a mídia decidiu adotar o politicamente correto e, além disso, evitar problemas na Justiça: jornais, revistas, rádios e TVs não classificam ninguém de traficante, ladrão, estuprador ou assassino. Na obrigação de informar crimes, sequestros, tiroteios e assaltos sexuais, o máximo a que chegam é à suposição. A polícia invade um morro e mata tantos supostos traficantes, que supostamente escondiam um arsenal supostamente de última geração.
Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
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Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
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Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
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De uns tempos para cá, a mídia decidiu adotar o politicamente correto e, além disso, evitar problemas na Justiça: jornais, revistas, rádios e TVs não classificam ninguém de traficante, ladrão, estuprador ou assassino. Na obrigação de informar crimes, sequestros, tiroteios e assaltos sexuais, o máximo a que chegam é à suposição. A polícia invade um morro e mata tantos supostos traficantes, que supostamente escondiam um arsenal supostamente de última geração.
Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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De uns tempos para cá, a mídia decidiu adotar o politicamente correto e, além disso, evitar problemas na Justiça: jornais, revistas, rádios e TVs não classificam ninguém de traficante, ladrão, estuprador ou assassino. Na obrigação de informar crimes, sequestros, tiroteios e assaltos sexuais, o máximo a que chegam é à suposição. A polícia invade um morro e mata tantos supostos traficantes, que supostamente escondiam um arsenal supostamente de última geração.
Esse cuidado com a lei e com os fatos foi agora reforçado pelo Supremo Tribunal Federal: só se deve julgar após o último recurso na Justiça. Até lá, tudo não passará de suposições (ia dizer supositórios). Suponho que todos estejam supostamente certos.
Daí o meu espanto quando a mídia tratou do caso de uma brasileira que supostamente teria sido retalhada por supostos neonazistas na Suíça. Até mesmo Lula e o ministro Amorim embarcaram nessa, sem esperar que a suposição fosse confirmada ou negada.
Para o bem geral, não se chegou ao ‘casus belli’, a um caso de guerra contra aquele país supostamente pacífico, cujo Exército, se é que lá existe um (que não seja a Guarda Suíça que cabe toda no Vaticano), e cuja arma principal é aquele canivete também suíço, com diversas lâminas, abridor de lata, tesourinha de unha, chave de parafuso e alicate. Serve para mil e uma atividades. Supostamente serve para mutilar barriga e pernas de uma brasileira.É evidente que o caso requer uma investigação real, e não suposta, uma vez que os fatos estão embaralhados não de forma suposta, mas real. Por ora, manda a prudência que se espere a última palavra da polícia suíça e da Corte de Haia para formarmos uma posição política e juridicamente correta.


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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar


CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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CATANDUVA - O medo e a revolta tomaram conta das famílias do Jardim Alpino, um bairro pobre de Catanduva, no interior de São Paulo, como mostra matéria da enviada especial Tatiana Farah. As crianças não querem mais ir à escola, e suas casas ficam trancadas com cadeados. As mães perderam ou deixaram o emprego para se dedicar aos filhos. A pequena J., de 5 anos, não sabe escrever, mas aprendeu uma palavra que não sai mais de sua boca: pedófilos.
J. e seus dois irmãos foram os primeiros a denunciar às famílias que teriam sofrido abuso sexual, assim como pelo menos outros dez vizinhos. Outras crianças contaram aos pais como teriam sido intimidados ou assediados pelo borracheiro de bicicletas José Barra Nova de Mello, de 46 anos, o Zé da Pipa, e outros adultos da cidade.
Zé da Pipa está preso e foi denunciado pelo Ministério Público sexta-feira por ter feito 11 vítimas. Seu sobrinho, William Mello, de 19 anos, é apontado pelas crianças como a pessoa que as amarrava e as forçava a fazer sexo. Ele ficou preso menos de um mês, está livre e vai responder por atentado violento ao pudor.
A polícia não quer falar sobre a investigação, alegando sigilo. Para os pais, o caso vai além dos abusos cometidos, supostamente, por um borracheiro da vizinhança que atraía as crianças para sua casa com a desculpa de ensinar piano, fazer pipas, e "alugar" o videogame e jogos eletrônicos. As famílias denunciaram à Justiça e ao GLOBO que são vítimas de uma rede de pedofilia e pornografia infantil e se queixam da apuração da polícia.
Os ataques contra as crianças, que teriam começado no ano passado, chocaram Catanduva, com 115 mil habitantes. Numa reunião na Secretaria estadual da Educação, segundo a própria polícia, foram feitas 48 reclamações de pedofilia no bairro.
A juíza da Infância de Catanduva, Sueli Alonso, entrou no caso sexta-feira a pedido dos moradores do bairro. A juíza já ouviu seis mães de vítimas e duas testemunhas. Os depoimentos estão sendo enviados ao juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, responsável pelo processo.



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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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Antes de ser agredida por supostos skinheads na Suíça, na semana passada, a advogada brasileira Paula Oliveira havia comunicado sobre sua possível gravidez a colegas de trabalho. Em e-mail, ela enviou imagem de um ultrassom que pode ser encontrada facilmente na internet.
De acordo com reportagem da revista "Época", que entrevistou uma colega de Paula na multinacional dinamarquesa Maersk, a brasileira pode ter inventado sobre sua gravidez, o que corrobora a tese da polícia suíça de que ela não estaria grávida.

"Quando ela deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google", disse a ex-colega. De acordo com a revista, a colega --que pediu para não ser identificada--, explica que a imagem veio com o nome "Twins 6 wks" ("Gêmeos 6 semanas"), imagem que pode ser encontrada no site about.com.

A funcionária da Maersk diz que Paula "tinha deixado uma impressão de que inventava algumas coisas para chamar a atenção", mas reconhece que ela não seria capaz de ter feito os ferimentos no próprio corpo.

Investigação
De acordo com a família da brasileira, Paula foi atacada por três skinheads no último dia 9 e, devido aos ferimentos, teria perdido os dois bebês. Paulo Oliveira, pai da advogada, sustenta que a filha nunca apresentou problemas psicológicos.
Quase uma semana após o caso ocorrer, a polícia suíça ainda não encontrou nenhuma evidência que corrobore a versão da brasileira. Segundo fonte próxima da investigação, após vários interrogatórios e buscas no local onde teria ocorrido o ataque, a tese de automutilação ganha cada vez mais força.
A polícia não achou vestígios da agressão nem testemunhas, apesar de ter divulgado um telefone pedindo informações.
A família ainda não recebeu o laudo que a polícia suíça diz ter, desmentindo a gravidez de Paula. Após a volta ao Brasil, o pai considera a possibilidade de fazer uma contraprova.

Xenofobia
O governo brasileiro defende a tese de que o fato pode ser tratado como aparente caso de xenofobia. O ministro Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a afirmar, na semana passada, que o governo suíço deveria realizar uma investigação correta.
De acordo com Amorim, Brasil e Suíça têm mantido contato desde o início das investigações. "O governo suíço e o governo brasileiro mantiveram contato todo o tempo. O gabinete da ministra das Relações Exteriores teve contato conosco todo tempo."
Para ele, a acusação de xenofobia, não é caso para desculpas públicas. "Isso não é nada para pedir desculpa. Isso aqui é uma construção", afirmou Amorim, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16).
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RIO - A Polícia Civil enviou comunicado à Polícia Federal (PF) pedindo atenção total no embarque de chineses nos aeroportos brasileiros. Os policiais trabalham com a hipótese de que a menina Mariana Zheng, de 10 anos, tenha sido sequestrada para ser enviada à China, onde sua mãe mora com o atual marido. A menina sumiu no domingo, por volta das 16h30m, quando estava ajudando a família no Centro de Tradições Nordestinas, no Pavilhão de São Cristóvão.
Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:35  comentar

RIO - A Polícia Civil enviou comunicado à Polícia Federal (PF) pedindo atenção total no embarque de chineses nos aeroportos brasileiros. Os policiais trabalham com a hipótese de que a menina Mariana Zheng, de 10 anos, tenha sido sequestrada para ser enviada à China, onde sua mãe mora com o atual marido. A menina sumiu no domingo, por volta das 16h30m, quando estava ajudando a família no Centro de Tradições Nordestinas, no Pavilhão de São Cristóvão.
Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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RIO - A Polícia Civil enviou comunicado à Polícia Federal (PF) pedindo atenção total no embarque de chineses nos aeroportos brasileiros. Os policiais trabalham com a hipótese de que a menina Mariana Zheng, de 10 anos, tenha sido sequestrada para ser enviada à China, onde sua mãe mora com o atual marido. A menina sumiu no domingo, por volta das 16h30m, quando estava ajudando a família no Centro de Tradições Nordestinas, no Pavilhão de São Cristóvão.
Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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RIO - A Polícia Civil enviou comunicado à Polícia Federal (PF) pedindo atenção total no embarque de chineses nos aeroportos brasileiros. Os policiais trabalham com a hipótese de que a menina Mariana Zheng, de 10 anos, tenha sido sequestrada para ser enviada à China, onde sua mãe mora com o atual marido. A menina sumiu no domingo, por volta das 16h30m, quando estava ajudando a família no Centro de Tradições Nordestinas, no Pavilhão de São Cristóvão.
Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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RIO - A Polícia Civil enviou comunicado à Polícia Federal (PF) pedindo atenção total no embarque de chineses nos aeroportos brasileiros. Os policiais trabalham com a hipótese de que a menina Mariana Zheng, de 10 anos, tenha sido sequestrada para ser enviada à China, onde sua mãe mora com o atual marido. A menina sumiu no domingo, por volta das 16h30m, quando estava ajudando a família no Centro de Tradições Nordestinas, no Pavilhão de São Cristóvão.
Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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RIO - A Polícia Civil enviou comunicado à Polícia Federal (PF) pedindo atenção total no embarque de chineses nos aeroportos brasileiros. Os policiais trabalham com a hipótese de que a menina Mariana Zheng, de 10 anos, tenha sido sequestrada para ser enviada à China, onde sua mãe mora com o atual marido. A menina sumiu no domingo, por volta das 16h30m, quando estava ajudando a família no Centro de Tradições Nordestinas, no Pavilhão de São Cristóvão.
Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


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Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


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Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


O telefone do S.O.S Crianças Desaparecidas é 2286-8337, além do Disque Denúncia nacional sobre abuso de menores, com o número 100.


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Segundo o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Túlio Pelosi, imagens de uma câmera instalada em um ponto de táxi revelam que Mariana não foi levada à força, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes) . O delegado afirma que ela saiu da feira nordestina caminhando atrás de um homem moreno com tatuagens e cabelos grisalhos, que trabalha recolhendo latas de alumínio nos arredores. O pai da menina tem uma barraca de chaveiros na feira.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Mariana deve ser passada para a Fundação da Infância e Adolescência (FIA), pelo telefone (21) 2286-8337.
Ainda segundo o delegado, existe uma testemunha chave que realizou um retrato falado do catador de lixo. Cinco homens que se encaixavam no perfil já compareceram à delegacia.
Apesar de morar no Rio há dez anos, o casal não fala português. Um cunhado os ajudou a prestar queixa na delegacia, acompanhados pelo cônsul da China.
De acordo com a Fundação da Infância e Adolescência, em todo estado existem hoje 435 famílias enfrentando este mesmo problema.


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RIO - Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) trabalham com a hipótese de crime acidental na morte da estudante Julyana Chaves Lins e Silva na quadra da Imperatriz Leopoldinense , em Ramos, e investigam se o tiro partiu de dentro ou fora da escola, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo. A quadra fica próxima ao Complexo do Alemão, mas a favela não está no campo de visão dos frequentadores.
De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
O corpo será sepultado nesta terça-feira às 10h no Cemitério de Inhaúma.


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RIO - Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) trabalham com a hipótese de crime acidental na morte da estudante Julyana Chaves Lins e Silva na quadra da Imperatriz Leopoldinense , em Ramos, e investigam se o tiro partiu de dentro ou fora da escola, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo. A quadra fica próxima ao Complexo do Alemão, mas a favela não está no campo de visão dos frequentadores.
De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
O corpo será sepultado nesta terça-feira às 10h no Cemitério de Inhaúma.


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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

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- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
O corpo será sepultado nesta terça-feira às 10h no Cemitério de Inhaúma.


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RIO - Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) trabalham com a hipótese de crime acidental na morte da estudante Julyana Chaves Lins e Silva na quadra da Imperatriz Leopoldinense , em Ramos, e investigam se o tiro partiu de dentro ou fora da escola, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo. A quadra fica próxima ao Complexo do Alemão, mas a favela não está no campo de visão dos frequentadores.
De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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RIO - Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) trabalham com a hipótese de crime acidental na morte da estudante Julyana Chaves Lins e Silva na quadra da Imperatriz Leopoldinense , em Ramos, e investigam se o tiro partiu de dentro ou fora da escola, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo. A quadra fica próxima ao Complexo do Alemão, mas a favela não está no campo de visão dos frequentadores.
De acordo com o delegado titular da 21ª DP, Roberto Ramos, a quadra não tem circuito interno de TV e, segundo as testemunhas, não houve registro de brigas naquela noite. Frequentadores contaram que a pista estava cheia na hora do tiro, mas lembram que a escola tem recebido poucos visitantes nos últimos anos, devido à violência no complexo de favelas da região. O delegado Roberto Ramos disse que aguarda o laudo cadavérico para ter mais detalhes sobre velocidade do tiro, trajetória, mas tudo indica que ela foi descendente, ou seja, de cima para baixo.

A mãe de Julyana, Andréa Lopes Chaves, apesar de muito abalada, não quis ficar calada:
- Quero pedir socorro. Minha filha não pode ser mais um caso. Hoje é ela, amanhã será outra pessoa. Não aguento mais isso. Nem pude ver minha filha, a enfermeira disse que era melhor eu não entrar, pois poderia morrer de sofrimento.
Segundo parentes, Juliana estava na quadra da escola acompanhada da família de um dos compositores do samba deste ano, o De Andrade. O compositor é padrinho da irmã mais nova da menina. De acordo com uma irmã mais velha de Juliana, ela desfilaria pela primeira vez e estava muito ansiosa com essa possibilidade. No domingo, ela foi ao último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense e pegaria sua fantasia da ala infantil das baianas.
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Agressões psicológicas são relatadas por 94,8% dos 524 acompanhantes de pacientes em 2 hospitais do Rio

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A pediatra Anna Tereza Miranda escolheu como tema de doutorado "um assunto que ninguém quer escutar", a violência familiar contra crianças. Ela acompanhou de janeiro a março de 2005 a rotina de dois grandes hospitais de emergência do Rio. Com outros pesquisadores, entrevistou 524 acompanhantes de crianças menores de 12 anos que esperavam atendimento e registrou alto grau de subnotificações. O resultado é surpreendente: quase todas as mães (94,8%) relataram casos de agressão psicológica: xingar de burro ou dizer que vai expulsar de casa . Mais da metade (52,3%) reconheceu situações de negligência, ou seja, dentro de suas possibilidades financeiras não conseguiu prover a criança com cuidados médicos e alimentação adequada. Um em cada três (38,7%) admitiu usar de beliscões ou mesmo tapas e agressões com objetos. O objetivo era estimar o grau de violência familiar contra crianças. Também foi avaliado o nível de sub-registro de casos. Para as entrevistas, ela usou uma adaptação do método americano Conflict Tactics Scales: Parent-Child (CTSPC), criado por Murray Straus. Foram feitas cerca de 30 perguntas a cada acompanhante - mães eram a maioria -, referentes aos últimos 12 meses.Para estimar a subnotificação de casos semelhantes nos mesmos hospitais, os pesquisadores analisaram todas as 932 fichas preenchidas pelos profissionais e encaminhadas aos conselhos tutelares nos 12 meses anteriores ao início das entrevistas (ano de 2004). As notificações foram de 0,007% para agressão psicológica, 0,242% (negligência) e 0,034% (agressão física)."Os números poderiam estar em qualquer hospital. Imaginamos que seja daí para pior", diz Anna, observando que os centros médicos tinham equipes referenciadas para agir nessa área. Na conclusão do trabalho, ela recomenda a revisão das estratégias e uma melhor organização dos serviços. "Ao evidenciar um descompasso entre as respostas e os casos encaminhados pelas equipes de emergência, ressalta-se a importância da capacitação dos profissionais. Suspeitar e detectar ?sinais de alerta? nos serviços de emergência significa dar conta de uma clientela que frequentemente não possui acesso a outros recursos da rede de saúde", acrescenta. Segundo a pediatra, serviços de emergência são propícios à suspeição, detecção e primeira abordagem de vítimas - durante os atendimentos, podem surgir "oportunidades privilegiadas" para observação de lesões corporais agudas, tais como escoriações e fraturas sem motivos que as justifiquem e marcas de queimaduras propositais, dentre outros "sinais". A rotina agitada, a falta de tempo e privacidade, a ausência de recursos e a falta de treinamento são algumas das possíveis causas da subnotificação. Segundo Anna, esse estudo foi o primeiro a avaliar a ocorrência de maus-tratos contra crianças nos serviços de emergência de grandes hospitais públicos do Rio e a se debruçar sobre as possíveis oportunidades perdidas de detecção do problema. A maioria dos entrevistados era mulher, casada, com escolaridade inferior ao ensino fundamental completo. As famílias eram compostas, em sua maioria, por até quatro filhos, costumavam utilizar o serviço de emergência pelo menos quatro vezes ao ano e tinham renda mensal entre 1 e 4 salários mínimos da época. A média de idade do pesquisado era de 30,8 anos, e a das crianças, 5,1 anos. Anna conta que muitas mães ficaram emocionadas durante as entrevistas. "Elas provavelmente nunca tinham falado sobre isso. Não são ruins e malvadas porque batiam. As 500 mães não eram monstros. Mas provavelmente vão causar danos ao desenvolvimento das crianças", diz. "Isso vai depender de outros fatores de proteção. As consequências aparecem no curto, médio e longuíssimo prazo." Segundo a pesquisadora, esses registros são "uma bandeira vermelha", indicando que "toda a família está doente e precisando de ajuda". Anna é professora na Universidade do Estado (Uerj) e trabalha na coordenação do ambulatório de um hospital público que atende crianças vítimas de violência. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria da Saúde. Segundo ela, garantiu-se a confidencialidade das informações e o anonimato aos entrevistados. O nome dos hospitais, portanto, não foi revelado. Situações de abuso sexual não foram consideradas pelos pesquisadores, que são do Programa de Investigação Epidemiológica sobre Violência Familiar (PIEVF) do Instituto de Medicina Social (IMS) da Uerj.



COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


fonte:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090217/not_imp324964,0.php

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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A pediatra Anna Tereza Miranda escolheu como tema de doutorado "um assunto que ninguém quer escutar", a violência familiar contra crianças. Ela acompanhou de janeiro a março de 2005 a rotina de dois grandes hospitais de emergência do Rio. Com outros pesquisadores, entrevistou 524 acompanhantes de crianças menores de 12 anos que esperavam atendimento e registrou alto grau de subnotificações. O resultado é surpreendente: quase todas as mães (94,8%) relataram casos de agressão psicológica: xingar de burro ou dizer que vai expulsar de casa . Mais da metade (52,3%) reconheceu situações de negligência, ou seja, dentro de suas possibilidades financeiras não conseguiu prover a criança com cuidados médicos e alimentação adequada. Um em cada três (38,7%) admitiu usar de beliscões ou mesmo tapas e agressões com objetos. O objetivo era estimar o grau de violência familiar contra crianças. Também foi avaliado o nível de sub-registro de casos. Para as entrevistas, ela usou uma adaptação do método americano Conflict Tactics Scales: Parent-Child (CTSPC), criado por Murray Straus. Foram feitas cerca de 30 perguntas a cada acompanhante - mães eram a maioria -, referentes aos últimos 12 meses.Para estimar a subnotificação de casos semelhantes nos mesmos hospitais, os pesquisadores analisaram todas as 932 fichas preenchidas pelos profissionais e encaminhadas aos conselhos tutelares nos 12 meses anteriores ao início das entrevistas (ano de 2004). As notificações foram de 0,007% para agressão psicológica, 0,242% (negligência) e 0,034% (agressão física)."Os números poderiam estar em qualquer hospital. Imaginamos que seja daí para pior", diz Anna, observando que os centros médicos tinham equipes referenciadas para agir nessa área. Na conclusão do trabalho, ela recomenda a revisão das estratégias e uma melhor organização dos serviços. "Ao evidenciar um descompasso entre as respostas e os casos encaminhados pelas equipes de emergência, ressalta-se a importância da capacitação dos profissionais. Suspeitar e detectar ?sinais de alerta? nos serviços de emergência significa dar conta de uma clientela que frequentemente não possui acesso a outros recursos da rede de saúde", acrescenta. Segundo a pediatra, serviços de emergência são propícios à suspeição, detecção e primeira abordagem de vítimas - durante os atendimentos, podem surgir "oportunidades privilegiadas" para observação de lesões corporais agudas, tais como escoriações e fraturas sem motivos que as justifiquem e marcas de queimaduras propositais, dentre outros "sinais". A rotina agitada, a falta de tempo e privacidade, a ausência de recursos e a falta de treinamento são algumas das possíveis causas da subnotificação. Segundo Anna, esse estudo foi o primeiro a avaliar a ocorrência de maus-tratos contra crianças nos serviços de emergência de grandes hospitais públicos do Rio e a se debruçar sobre as possíveis oportunidades perdidas de detecção do problema. A maioria dos entrevistados era mulher, casada, com escolaridade inferior ao ensino fundamental completo. As famílias eram compostas, em sua maioria, por até quatro filhos, costumavam utilizar o serviço de emergência pelo menos quatro vezes ao ano e tinham renda mensal entre 1 e 4 salários mínimos da época. A média de idade do pesquisado era de 30,8 anos, e a das crianças, 5,1 anos. Anna conta que muitas mães ficaram emocionadas durante as entrevistas. "Elas provavelmente nunca tinham falado sobre isso. Não são ruins e malvadas porque batiam. As 500 mães não eram monstros. Mas provavelmente vão causar danos ao desenvolvimento das crianças", diz. "Isso vai depender de outros fatores de proteção. As consequências aparecem no curto, médio e longuíssimo prazo." Segundo a pesquisadora, esses registros são "uma bandeira vermelha", indicando que "toda a família está doente e precisando de ajuda". Anna é professora na Universidade do Estado (Uerj) e trabalha na coordenação do ambulatório de um hospital público que atende crianças vítimas de violência. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria da Saúde. Segundo ela, garantiu-se a confidencialidade das informações e o anonimato aos entrevistados. O nome dos hospitais, portanto, não foi revelado. Situações de abuso sexual não foram consideradas pelos pesquisadores, que são do Programa de Investigação Epidemiológica sobre Violência Familiar (PIEVF) do Instituto de Medicina Social (IMS) da Uerj.



COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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Agressões psicológicas são relatadas por 94,8% dos 524 acompanhantes de pacientes em 2 hospitais do Rio

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A pediatra Anna Tereza Miranda escolheu como tema de doutorado "um assunto que ninguém quer escutar", a violência familiar contra crianças. Ela acompanhou de janeiro a março de 2005 a rotina de dois grandes hospitais de emergência do Rio. Com outros pesquisadores, entrevistou 524 acompanhantes de crianças menores de 12 anos que esperavam atendimento e registrou alto grau de subnotificações. O resultado é surpreendente: quase todas as mães (94,8%) relataram casos de agressão psicológica: xingar de burro ou dizer que vai expulsar de casa . Mais da metade (52,3%) reconheceu situações de negligência, ou seja, dentro de suas possibilidades financeiras não conseguiu prover a criança com cuidados médicos e alimentação adequada. Um em cada três (38,7%) admitiu usar de beliscões ou mesmo tapas e agressões com objetos. O objetivo era estimar o grau de violência familiar contra crianças. Também foi avaliado o nível de sub-registro de casos. Para as entrevistas, ela usou uma adaptação do método americano Conflict Tactics Scales: Parent-Child (CTSPC), criado por Murray Straus. Foram feitas cerca de 30 perguntas a cada acompanhante - mães eram a maioria -, referentes aos últimos 12 meses.Para estimar a subnotificação de casos semelhantes nos mesmos hospitais, os pesquisadores analisaram todas as 932 fichas preenchidas pelos profissionais e encaminhadas aos conselhos tutelares nos 12 meses anteriores ao início das entrevistas (ano de 2004). As notificações foram de 0,007% para agressão psicológica, 0,242% (negligência) e 0,034% (agressão física)."Os números poderiam estar em qualquer hospital. Imaginamos que seja daí para pior", diz Anna, observando que os centros médicos tinham equipes referenciadas para agir nessa área. Na conclusão do trabalho, ela recomenda a revisão das estratégias e uma melhor organização dos serviços. "Ao evidenciar um descompasso entre as respostas e os casos encaminhados pelas equipes de emergência, ressalta-se a importância da capacitação dos profissionais. Suspeitar e detectar ?sinais de alerta? nos serviços de emergência significa dar conta de uma clientela que frequentemente não possui acesso a outros recursos da rede de saúde", acrescenta. Segundo a pediatra, serviços de emergência são propícios à suspeição, detecção e primeira abordagem de vítimas - durante os atendimentos, podem surgir "oportunidades privilegiadas" para observação de lesões corporais agudas, tais como escoriações e fraturas sem motivos que as justifiquem e marcas de queimaduras propositais, dentre outros "sinais". A rotina agitada, a falta de tempo e privacidade, a ausência de recursos e a falta de treinamento são algumas das possíveis causas da subnotificação. Segundo Anna, esse estudo foi o primeiro a avaliar a ocorrência de maus-tratos contra crianças nos serviços de emergência de grandes hospitais públicos do Rio e a se debruçar sobre as possíveis oportunidades perdidas de detecção do problema. A maioria dos entrevistados era mulher, casada, com escolaridade inferior ao ensino fundamental completo. As famílias eram compostas, em sua maioria, por até quatro filhos, costumavam utilizar o serviço de emergência pelo menos quatro vezes ao ano e tinham renda mensal entre 1 e 4 salários mínimos da época. A média de idade do pesquisado era de 30,8 anos, e a das crianças, 5,1 anos. Anna conta que muitas mães ficaram emocionadas durante as entrevistas. "Elas provavelmente nunca tinham falado sobre isso. Não são ruins e malvadas porque batiam. As 500 mães não eram monstros. Mas provavelmente vão causar danos ao desenvolvimento das crianças", diz. "Isso vai depender de outros fatores de proteção. As consequências aparecem no curto, médio e longuíssimo prazo." Segundo a pesquisadora, esses registros são "uma bandeira vermelha", indicando que "toda a família está doente e precisando de ajuda". Anna é professora na Universidade do Estado (Uerj) e trabalha na coordenação do ambulatório de um hospital público que atende crianças vítimas de violência. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria da Saúde. Segundo ela, garantiu-se a confidencialidade das informações e o anonimato aos entrevistados. O nome dos hospitais, portanto, não foi revelado. Situações de abuso sexual não foram consideradas pelos pesquisadores, que são do Programa de Investigação Epidemiológica sobre Violência Familiar (PIEVF) do Instituto de Medicina Social (IMS) da Uerj.



COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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A pediatra Anna Tereza Miranda escolheu como tema de doutorado "um assunto que ninguém quer escutar", a violência familiar contra crianças. Ela acompanhou de janeiro a março de 2005 a rotina de dois grandes hospitais de emergência do Rio. Com outros pesquisadores, entrevistou 524 acompanhantes de crianças menores de 12 anos que esperavam atendimento e registrou alto grau de subnotificações. O resultado é surpreendente: quase todas as mães (94,8%) relataram casos de agressão psicológica: xingar de burro ou dizer que vai expulsar de casa . Mais da metade (52,3%) reconheceu situações de negligência, ou seja, dentro de suas possibilidades financeiras não conseguiu prover a criança com cuidados médicos e alimentação adequada. Um em cada três (38,7%) admitiu usar de beliscões ou mesmo tapas e agressões com objetos. O objetivo era estimar o grau de violência familiar contra crianças. Também foi avaliado o nível de sub-registro de casos. Para as entrevistas, ela usou uma adaptação do método americano Conflict Tactics Scales: Parent-Child (CTSPC), criado por Murray Straus. Foram feitas cerca de 30 perguntas a cada acompanhante - mães eram a maioria -, referentes aos últimos 12 meses.Para estimar a subnotificação de casos semelhantes nos mesmos hospitais, os pesquisadores analisaram todas as 932 fichas preenchidas pelos profissionais e encaminhadas aos conselhos tutelares nos 12 meses anteriores ao início das entrevistas (ano de 2004). As notificações foram de 0,007% para agressão psicológica, 0,242% (negligência) e 0,034% (agressão física)."Os números poderiam estar em qualquer hospital. Imaginamos que seja daí para pior", diz Anna, observando que os centros médicos tinham equipes referenciadas para agir nessa área. Na conclusão do trabalho, ela recomenda a revisão das estratégias e uma melhor organização dos serviços. "Ao evidenciar um descompasso entre as respostas e os casos encaminhados pelas equipes de emergência, ressalta-se a importância da capacitação dos profissionais. Suspeitar e detectar ?sinais de alerta? nos serviços de emergência significa dar conta de uma clientela que frequentemente não possui acesso a outros recursos da rede de saúde", acrescenta. Segundo a pediatra, serviços de emergência são propícios à suspeição, detecção e primeira abordagem de vítimas - durante os atendimentos, podem surgir "oportunidades privilegiadas" para observação de lesões corporais agudas, tais como escoriações e fraturas sem motivos que as justifiquem e marcas de queimaduras propositais, dentre outros "sinais". A rotina agitada, a falta de tempo e privacidade, a ausência de recursos e a falta de treinamento são algumas das possíveis causas da subnotificação. Segundo Anna, esse estudo foi o primeiro a avaliar a ocorrência de maus-tratos contra crianças nos serviços de emergência de grandes hospitais públicos do Rio e a se debruçar sobre as possíveis oportunidades perdidas de detecção do problema. A maioria dos entrevistados era mulher, casada, com escolaridade inferior ao ensino fundamental completo. As famílias eram compostas, em sua maioria, por até quatro filhos, costumavam utilizar o serviço de emergência pelo menos quatro vezes ao ano e tinham renda mensal entre 1 e 4 salários mínimos da época. A média de idade do pesquisado era de 30,8 anos, e a das crianças, 5,1 anos. Anna conta que muitas mães ficaram emocionadas durante as entrevistas. "Elas provavelmente nunca tinham falado sobre isso. Não são ruins e malvadas porque batiam. As 500 mães não eram monstros. Mas provavelmente vão causar danos ao desenvolvimento das crianças", diz. "Isso vai depender de outros fatores de proteção. As consequências aparecem no curto, médio e longuíssimo prazo." Segundo a pesquisadora, esses registros são "uma bandeira vermelha", indicando que "toda a família está doente e precisando de ajuda". Anna é professora na Universidade do Estado (Uerj) e trabalha na coordenação do ambulatório de um hospital público que atende crianças vítimas de violência. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria da Saúde. Segundo ela, garantiu-se a confidencialidade das informações e o anonimato aos entrevistados. O nome dos hospitais, portanto, não foi revelado. Situações de abuso sexual não foram consideradas pelos pesquisadores, que são do Programa de Investigação Epidemiológica sobre Violência Familiar (PIEVF) do Instituto de Medicina Social (IMS) da Uerj.



COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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Agressões psicológicas são relatadas por 94,8% dos 524 acompanhantes de pacientes em 2 hospitais do Rio

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A pediatra Anna Tereza Miranda escolheu como tema de doutorado "um assunto que ninguém quer escutar", a violência familiar contra crianças. Ela acompanhou de janeiro a março de 2005 a rotina de dois grandes hospitais de emergência do Rio. Com outros pesquisadores, entrevistou 524 acompanhantes de crianças menores de 12 anos que esperavam atendimento e registrou alto grau de subnotificações. O resultado é surpreendente: quase todas as mães (94,8%) relataram casos de agressão psicológica: xingar de burro ou dizer que vai expulsar de casa . Mais da metade (52,3%) reconheceu situações de negligência, ou seja, dentro de suas possibilidades financeiras não conseguiu prover a criança com cuidados médicos e alimentação adequada. Um em cada três (38,7%) admitiu usar de beliscões ou mesmo tapas e agressões com objetos. O objetivo era estimar o grau de violência familiar contra crianças. Também foi avaliado o nível de sub-registro de casos. Para as entrevistas, ela usou uma adaptação do método americano Conflict Tactics Scales: Parent-Child (CTSPC), criado por Murray Straus. Foram feitas cerca de 30 perguntas a cada acompanhante - mães eram a maioria -, referentes aos últimos 12 meses.Para estimar a subnotificação de casos semelhantes nos mesmos hospitais, os pesquisadores analisaram todas as 932 fichas preenchidas pelos profissionais e encaminhadas aos conselhos tutelares nos 12 meses anteriores ao início das entrevistas (ano de 2004). As notificações foram de 0,007% para agressão psicológica, 0,242% (negligência) e 0,034% (agressão física)."Os números poderiam estar em qualquer hospital. Imaginamos que seja daí para pior", diz Anna, observando que os centros médicos tinham equipes referenciadas para agir nessa área. Na conclusão do trabalho, ela recomenda a revisão das estratégias e uma melhor organização dos serviços. "Ao evidenciar um descompasso entre as respostas e os casos encaminhados pelas equipes de emergência, ressalta-se a importância da capacitação dos profissionais. Suspeitar e detectar ?sinais de alerta? nos serviços de emergência significa dar conta de uma clientela que frequentemente não possui acesso a outros recursos da rede de saúde", acrescenta. Segundo a pediatra, serviços de emergência são propícios à suspeição, detecção e primeira abordagem de vítimas - durante os atendimentos, podem surgir "oportunidades privilegiadas" para observação de lesões corporais agudas, tais como escoriações e fraturas sem motivos que as justifiquem e marcas de queimaduras propositais, dentre outros "sinais". A rotina agitada, a falta de tempo e privacidade, a ausência de recursos e a falta de treinamento são algumas das possíveis causas da subnotificação. Segundo Anna, esse estudo foi o primeiro a avaliar a ocorrência de maus-tratos contra crianças nos serviços de emergência de grandes hospitais públicos do Rio e a se debruçar sobre as possíveis oportunidades perdidas de detecção do problema. A maioria dos entrevistados era mulher, casada, com escolaridade inferior ao ensino fundamental completo. As famílias eram compostas, em sua maioria, por até quatro filhos, costumavam utilizar o serviço de emergência pelo menos quatro vezes ao ano e tinham renda mensal entre 1 e 4 salários mínimos da época. A média de idade do pesquisado era de 30,8 anos, e a das crianças, 5,1 anos. Anna conta que muitas mães ficaram emocionadas durante as entrevistas. "Elas provavelmente nunca tinham falado sobre isso. Não são ruins e malvadas porque batiam. As 500 mães não eram monstros. Mas provavelmente vão causar danos ao desenvolvimento das crianças", diz. "Isso vai depender de outros fatores de proteção. As consequências aparecem no curto, médio e longuíssimo prazo." Segundo a pesquisadora, esses registros são "uma bandeira vermelha", indicando que "toda a família está doente e precisando de ajuda". Anna é professora na Universidade do Estado (Uerj) e trabalha na coordenação do ambulatório de um hospital público que atende crianças vítimas de violência. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria da Saúde. Segundo ela, garantiu-se a confidencialidade das informações e o anonimato aos entrevistados. O nome dos hospitais, portanto, não foi revelado. Situações de abuso sexual não foram consideradas pelos pesquisadores, que são do Programa de Investigação Epidemiológica sobre Violência Familiar (PIEVF) do Instituto de Medicina Social (IMS) da Uerj.



COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


fonte:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090217/not_imp324964,0.php

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Agressões psicológicas são relatadas por 94,8% dos 524 acompanhantes de pacientes em 2 hospitais do Rio

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A pediatra Anna Tereza Miranda escolheu como tema de doutorado "um assunto que ninguém quer escutar", a violência familiar contra crianças. Ela acompanhou de janeiro a março de 2005 a rotina de dois grandes hospitais de emergência do Rio. Com outros pesquisadores, entrevistou 524 acompanhantes de crianças menores de 12 anos que esperavam atendimento e registrou alto grau de subnotificações. O resultado é surpreendente: quase todas as mães (94,8%) relataram casos de agressão psicológica: xingar de burro ou dizer que vai expulsar de casa . Mais da metade (52,3%) reconheceu situações de negligência, ou seja, dentro de suas possibilidades financeiras não conseguiu prover a criança com cuidados médicos e alimentação adequada. Um em cada três (38,7%) admitiu usar de beliscões ou mesmo tapas e agressões com objetos. O objetivo era estimar o grau de violência familiar contra crianças. Também foi avaliado o nível de sub-registro de casos. Para as entrevistas, ela usou uma adaptação do método americano Conflict Tactics Scales: Parent-Child (CTSPC), criado por Murray Straus. Foram feitas cerca de 30 perguntas a cada acompanhante - mães eram a maioria -, referentes aos últimos 12 meses.Para estimar a subnotificação de casos semelhantes nos mesmos hospitais, os pesquisadores analisaram todas as 932 fichas preenchidas pelos profissionais e encaminhadas aos conselhos tutelares nos 12 meses anteriores ao início das entrevistas (ano de 2004). As notificações foram de 0,007% para agressão psicológica, 0,242% (negligência) e 0,034% (agressão física)."Os números poderiam estar em qualquer hospital. Imaginamos que seja daí para pior", diz Anna, observando que os centros médicos tinham equipes referenciadas para agir nessa área. Na conclusão do trabalho, ela recomenda a revisão das estratégias e uma melhor organização dos serviços. "Ao evidenciar um descompasso entre as respostas e os casos encaminhados pelas equipes de emergência, ressalta-se a importância da capacitação dos profissionais. Suspeitar e detectar ?sinais de alerta? nos serviços de emergência significa dar conta de uma clientela que frequentemente não possui acesso a outros recursos da rede de saúde", acrescenta. Segundo a pediatra, serviços de emergência são propícios à suspeição, detecção e primeira abordagem de vítimas - durante os atendimentos, podem surgir "oportunidades privilegiadas" para observação de lesões corporais agudas, tais como escoriações e fraturas sem motivos que as justifiquem e marcas de queimaduras propositais, dentre outros "sinais". A rotina agitada, a falta de tempo e privacidade, a ausência de recursos e a falta de treinamento são algumas das possíveis causas da subnotificação. Segundo Anna, esse estudo foi o primeiro a avaliar a ocorrência de maus-tratos contra crianças nos serviços de emergência de grandes hospitais públicos do Rio e a se debruçar sobre as possíveis oportunidades perdidas de detecção do problema. A maioria dos entrevistados era mulher, casada, com escolaridade inferior ao ensino fundamental completo. As famílias eram compostas, em sua maioria, por até quatro filhos, costumavam utilizar o serviço de emergência pelo menos quatro vezes ao ano e tinham renda mensal entre 1 e 4 salários mínimos da época. A média de idade do pesquisado era de 30,8 anos, e a das crianças, 5,1 anos. Anna conta que muitas mães ficaram emocionadas durante as entrevistas. "Elas provavelmente nunca tinham falado sobre isso. Não são ruins e malvadas porque batiam. As 500 mães não eram monstros. Mas provavelmente vão causar danos ao desenvolvimento das crianças", diz. "Isso vai depender de outros fatores de proteção. As consequências aparecem no curto, médio e longuíssimo prazo." Segundo a pesquisadora, esses registros são "uma bandeira vermelha", indicando que "toda a família está doente e precisando de ajuda". Anna é professora na Universidade do Estado (Uerj) e trabalha na coordenação do ambulatório de um hospital público que atende crianças vítimas de violência. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria da Saúde. Segundo ela, garantiu-se a confidencialidade das informações e o anonimato aos entrevistados. O nome dos hospitais, portanto, não foi revelado. Situações de abuso sexual não foram consideradas pelos pesquisadores, que são do Programa de Investigação Epidemiológica sobre Violência Familiar (PIEVF) do Instituto de Medicina Social (IMS) da Uerj.



COMO DENUNCIAR: Disque Denúncia, pelo 181 Disque :100 Nas sedes dos Conselhos Tutelares nos municípios. Em SP, há um posto na Praça da República, 150; (tel.: 3259-9282)Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) Pelo site http://www.aacrianca.org.br/


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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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Homem de 46 anos estava com uma menina de 9 anos quando foi detido em flagrante pelos policiais

SÃO PAULO - O gerente de projetos Jacques D'arc Cristiane Elias e Silva, 46 anos, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira, 16, suspeito de atentado violento ao pudor e tentativa de estupro contra uma menina de 9 anos no Brooklin, zona sul de São Paulo. Ele foi surpreendido por policiais militares dentro do seu carro, um Renault Logan, na esquina da Rua Kansas com a Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, por volta das 19h45. Silva é pós-graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), é casado e tem duas filhas, de 8 e 9 anos.

O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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O suspeito usava um preservativo quando foi revistado pela polícia, após ser levado ao 96º Distrito Policial (Brooklin). Segundo informações da Polícia Civil, policiais militares faziam um patrulhamento pela Rua Kansas quando se depararam com o carro do gerente, que possui insulfilm e estava com os vidros fechados. Ao perceber a aproximação da viatura, por volta das 19h45, ele tentou fugir, mas foi abordado na esquina com a Avenida dos Bandeirantes.

Ainda conforme a polícia, quando desceu do carro Silva estava com as roupas desalinhadas. O banco do passageiro do Logan, onde estava a menor, foi totalmente abaixado e no painel do veículo foi encontrado um envelope de preservativo aberto. A menina de 9 anos disse aos policiais que costuma frequentar os semáforos da Avenida dos Bandeirantes, onde faz malabares. Segundo ela, Silva a ofereceu um lanche e ela entrou no carro, onde fez sexo oral e foi bolinada.

A menina ainda afirmou que o gerente de produção falou que se a PM não chegasse, algo pior poderia ter acontecido. Aos policiais militares, o suspeito teria dito que fez uma "grande besteira". A menor foi conduzia ao Hospital Pérola Byington, onde fez exame de corpo de delito.

Depois de voltar do hospital, às 2h30, a vítima foi levada a um abrigo na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Segundo a conselheira tutelar de Pinheiros, Carline Henrique da Silva, a medida foi tomada porque a menor estava fora de casa desde a última sexta-feira e os pais, que são separados, eram coniventes com a situação. O pai da menina esteve no 96º Distrito Policial (Brooklin), mas a mãe da menina sequer apareceu ou telefonou para a delegacia até a madrugada de terça-feira, 17.

"A menina morava com uma irmã por parte de mãe, mas o pai nem soube dizer qual a idade dessa irmã", afirmou Carline. Conforme ela, o pai sabia que a filha fazia malabares na rua, mas ele só teria sido avisado de que a menina estava fora de casa na segunda-feira, 16. "A mãe esperou três dias para avisar o pai sobre o sumiço da criança. Daí o pai pegou o filho mais novo do casal, de 8 anos, que indicou onde a menina estava", disse a conselheira. "Quando chegaram lá, outras crianças que estavam no local avisaram que a menina tinha sido levada para a delegacia", completou.

Carline ressaltou que a mãe da menor ainda pode perder a guarda do filho mais novo. "Provavelmente o menino também fica na rua, porque ele sabia exatamente onde irmã estava. Vou comunicar o Conselho do Jardim Ângela, onde mora a mãe das crianças, e Fórum de Santo Amaro. Se o juiz achar que deve, a mãe pode perder a guarda da outra criança", explicou.



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colaboradores: carmen e maria celia

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