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16.2.09
O comandante brasileiro do barco Ericsson 4, Torben Grael, lidera a flotilha na quinta perna da Volvo Ocean Race - regata de volta ao mundo. Os competidores largaram no sábado de Qingdao, na China, rumo ao Rio de Janeiro, onde deverão chegar no dia 20 de março.

Estou contando os dias para a maior festa náutica na Marina da Glória!!!

De acordo com o último boletim da prova, Torben e cia estavam 17 milhas náuticas à frente dos "felinos" Puma. Em terceiro lugar na prova está o Green Dragon.
João Signorini, outro brasileiro na tripulação do E4, mandou um e-mail ainda na pré-largada, contando um pouco da estratégia para a mais longa perna da competição (mais de 12 mil milhas náuticas!!). Ainda tem muita água para rolar.
De acordo com Joca, a previsão do tempo para os primeiros dias é de vento forte e muito frio. "Nesses dias deveremos velejar de popa e través rumando leste-sudeste", contou.
Depois das adversidades que a galera deve enfrentar nos mares do sul, a tripulação de mar e de terra (nós) podem festejar assim que o E4 cruzar o temido Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul, porque só vai ficar faltando cerca de uma semana para a chegada no Rio de Janeiro.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/demaremmar/
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:28  comentar

O comandante brasileiro do barco Ericsson 4, Torben Grael, lidera a flotilha na quinta perna da Volvo Ocean Race - regata de volta ao mundo. Os competidores largaram no sábado de Qingdao, na China, rumo ao Rio de Janeiro, onde deverão chegar no dia 20 de março.

Estou contando os dias para a maior festa náutica na Marina da Glória!!!

De acordo com o último boletim da prova, Torben e cia estavam 17 milhas náuticas à frente dos "felinos" Puma. Em terceiro lugar na prova está o Green Dragon.
João Signorini, outro brasileiro na tripulação do E4, mandou um e-mail ainda na pré-largada, contando um pouco da estratégia para a mais longa perna da competição (mais de 12 mil milhas náuticas!!). Ainda tem muita água para rolar.
De acordo com Joca, a previsão do tempo para os primeiros dias é de vento forte e muito frio. "Nesses dias deveremos velejar de popa e través rumando leste-sudeste", contou.
Depois das adversidades que a galera deve enfrentar nos mares do sul, a tripulação de mar e de terra (nós) podem festejar assim que o E4 cruzar o temido Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul, porque só vai ficar faltando cerca de uma semana para a chegada no Rio de Janeiro.


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O comandante brasileiro do barco Ericsson 4, Torben Grael, lidera a flotilha na quinta perna da Volvo Ocean Race - regata de volta ao mundo. Os competidores largaram no sábado de Qingdao, na China, rumo ao Rio de Janeiro, onde deverão chegar no dia 20 de março.

Estou contando os dias para a maior festa náutica na Marina da Glória!!!

De acordo com o último boletim da prova, Torben e cia estavam 17 milhas náuticas à frente dos "felinos" Puma. Em terceiro lugar na prova está o Green Dragon.
João Signorini, outro brasileiro na tripulação do E4, mandou um e-mail ainda na pré-largada, contando um pouco da estratégia para a mais longa perna da competição (mais de 12 mil milhas náuticas!!). Ainda tem muita água para rolar.
De acordo com Joca, a previsão do tempo para os primeiros dias é de vento forte e muito frio. "Nesses dias deveremos velejar de popa e través rumando leste-sudeste", contou.
Depois das adversidades que a galera deve enfrentar nos mares do sul, a tripulação de mar e de terra (nós) podem festejar assim que o E4 cruzar o temido Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul, porque só vai ficar faltando cerca de uma semana para a chegada no Rio de Janeiro.


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O comandante brasileiro do barco Ericsson 4, Torben Grael, lidera a flotilha na quinta perna da Volvo Ocean Race - regata de volta ao mundo. Os competidores largaram no sábado de Qingdao, na China, rumo ao Rio de Janeiro, onde deverão chegar no dia 20 de março.

Estou contando os dias para a maior festa náutica na Marina da Glória!!!

De acordo com o último boletim da prova, Torben e cia estavam 17 milhas náuticas à frente dos "felinos" Puma. Em terceiro lugar na prova está o Green Dragon.
João Signorini, outro brasileiro na tripulação do E4, mandou um e-mail ainda na pré-largada, contando um pouco da estratégia para a mais longa perna da competição (mais de 12 mil milhas náuticas!!). Ainda tem muita água para rolar.
De acordo com Joca, a previsão do tempo para os primeiros dias é de vento forte e muito frio. "Nesses dias deveremos velejar de popa e través rumando leste-sudeste", contou.
Depois das adversidades que a galera deve enfrentar nos mares do sul, a tripulação de mar e de terra (nós) podem festejar assim que o E4 cruzar o temido Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul, porque só vai ficar faltando cerca de uma semana para a chegada no Rio de Janeiro.


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O comandante brasileiro do barco Ericsson 4, Torben Grael, lidera a flotilha na quinta perna da Volvo Ocean Race - regata de volta ao mundo. Os competidores largaram no sábado de Qingdao, na China, rumo ao Rio de Janeiro, onde deverão chegar no dia 20 de março.

Estou contando os dias para a maior festa náutica na Marina da Glória!!!

De acordo com o último boletim da prova, Torben e cia estavam 17 milhas náuticas à frente dos "felinos" Puma. Em terceiro lugar na prova está o Green Dragon.
João Signorini, outro brasileiro na tripulação do E4, mandou um e-mail ainda na pré-largada, contando um pouco da estratégia para a mais longa perna da competição (mais de 12 mil milhas náuticas!!). Ainda tem muita água para rolar.
De acordo com Joca, a previsão do tempo para os primeiros dias é de vento forte e muito frio. "Nesses dias deveremos velejar de popa e través rumando leste-sudeste", contou.
Depois das adversidades que a galera deve enfrentar nos mares do sul, a tripulação de mar e de terra (nós) podem festejar assim que o E4 cruzar o temido Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul, porque só vai ficar faltando cerca de uma semana para a chegada no Rio de Janeiro.


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Secretaria de saúde confirmou óbito na manhã desta segunda (16). Vítima foi atingida na noite de domingo (15).

Uma adolescente de 14 anos morreu na manhã desta segunda-feira (16) no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, no subúrbio do Rio. Segundo informações das assessorias da Secretaria de estado da Saúde e da Polícia Militar, ela deu entrada no hospital na noite de domingo (15) após ser atingida na cabeça por um disparo dentro da quadra da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos, no subúrbio. Ainda segundo a assessoria da Secretaria, como o projétil ficou alojado na nuca da vítima não foi possível realizar cirurgia. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Ainda não há informações sobre as circunstâncias em que a menina foi baleada, nem sobre o local e o horário do enterro. O G1 tentou entrar em contato por telefone com a assessoria de imprensa da escola de samba, mas ninguém atendeu. A polícia está no local para tentar descobrir de onde partiu o disparo.

fonte:G1
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Secretaria de saúde confirmou óbito na manhã desta segunda (16). Vítima foi atingida na noite de domingo (15).

Uma adolescente de 14 anos morreu na manhã desta segunda-feira (16) no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, no subúrbio do Rio. Segundo informações das assessorias da Secretaria de estado da Saúde e da Polícia Militar, ela deu entrada no hospital na noite de domingo (15) após ser atingida na cabeça por um disparo dentro da quadra da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos, no subúrbio. Ainda segundo a assessoria da Secretaria, como o projétil ficou alojado na nuca da vítima não foi possível realizar cirurgia. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Ainda não há informações sobre as circunstâncias em que a menina foi baleada, nem sobre o local e o horário do enterro. O G1 tentou entrar em contato por telefone com a assessoria de imprensa da escola de samba, mas ninguém atendeu. A polícia está no local para tentar descobrir de onde partiu o disparo.

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Uma adolescente de 14 anos morreu na manhã desta segunda-feira (16) no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, no subúrbio do Rio. Segundo informações das assessorias da Secretaria de estado da Saúde e da Polícia Militar, ela deu entrada no hospital na noite de domingo (15) após ser atingida na cabeça por um disparo dentro da quadra da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos, no subúrbio. Ainda segundo a assessoria da Secretaria, como o projétil ficou alojado na nuca da vítima não foi possível realizar cirurgia. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Ainda não há informações sobre as circunstâncias em que a menina foi baleada, nem sobre o local e o horário do enterro. O G1 tentou entrar em contato por telefone com a assessoria de imprensa da escola de samba, mas ninguém atendeu. A polícia está no local para tentar descobrir de onde partiu o disparo.

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Uma adolescente de 14 anos morreu na manhã desta segunda-feira (16) no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, no subúrbio do Rio. Segundo informações das assessorias da Secretaria de estado da Saúde e da Polícia Militar, ela deu entrada no hospital na noite de domingo (15) após ser atingida na cabeça por um disparo dentro da quadra da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos, no subúrbio. Ainda segundo a assessoria da Secretaria, como o projétil ficou alojado na nuca da vítima não foi possível realizar cirurgia. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Ainda não há informações sobre as circunstâncias em que a menina foi baleada, nem sobre o local e o horário do enterro. O G1 tentou entrar em contato por telefone com a assessoria de imprensa da escola de samba, mas ninguém atendeu. A polícia está no local para tentar descobrir de onde partiu o disparo.

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Três répteis foram levados à praia por corrente marítma.Uma das tartarugas foi morta ilegamente por um pescador.

Tartaruga gigante é resgatada na praia de Jomo Kenyatta, na costa de Mombasa, no Quênia. Três tartarugas foram levadas pela corrente para a praia e uma delas foi morta ilegalmente por um pescador.


fonte:G1
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Três répteis foram levados à praia por corrente marítma.Uma das tartarugas foi morta ilegamente por um pescador.

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Objetos não-identificados foram filmados no Texas.Destroços de satélites são provável explicação.


Objetos voadores não-identificados (OVNIs) parecidos com cometas foram vistos nos céus do Texas, nos Estados Unidos. A autoridade americana de aviação afirmou que podem ser escombros dos satélites russo e americano que bateram e explodiram no espaço recentemente.

Visão assustou moradores dos EUA


fonte:G1
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Objetos não-identificados foram filmados no Texas.Destroços de satélites são provável explicação.


Objetos voadores não-identificados (OVNIs) parecidos com cometas foram vistos nos céus do Texas, nos Estados Unidos. A autoridade americana de aviação afirmou que podem ser escombros dos satélites russo e americano que bateram e explodiram no espaço recentemente.

Visão assustou moradores dos EUA


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Objetos não-identificados foram filmados no Texas.Destroços de satélites são provável explicação.


Objetos voadores não-identificados (OVNIs) parecidos com cometas foram vistos nos céus do Texas, nos Estados Unidos. A autoridade americana de aviação afirmou que podem ser escombros dos satélites russo e americano que bateram e explodiram no espaço recentemente.

Visão assustou moradores dos EUA


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Objetos não-identificados foram filmados no Texas.Destroços de satélites são provável explicação.


Objetos voadores não-identificados (OVNIs) parecidos com cometas foram vistos nos céus do Texas, nos Estados Unidos. A autoridade americana de aviação afirmou que podem ser escombros dos satélites russo e americano que bateram e explodiram no espaço recentemente.

Visão assustou moradores dos EUA


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Menina, de 10 anos, sumiu no domingo (15) na Feira de São Cristóvão. Um representante do Consulado da China está na 17ª DP.

Uma menina de 10 anos, filha de um casal de chineses, desapareceu na tarde de domingo (15), quando estava com seus pais na Feira de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.
O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

Polícia faz buscas desde domingo
Agentes da 17ª DP fazem buscas desde a tarde de domingo para tentar localizar o suposto catador que teria pego a menina, segundo informou o delegado titular Túllio Pelosi.
Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

Quem tiver alguma pista sobre a menina pode ligar para o Disque-Denúncia no telefone (21) 2253-1177.


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Menina, de 10 anos, sumiu no domingo (15) na Feira de São Cristóvão. Um representante do Consulado da China está na 17ª DP.

Uma menina de 10 anos, filha de um casal de chineses, desapareceu na tarde de domingo (15), quando estava com seus pais na Feira de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.
O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

Polícia faz buscas desde domingo
Agentes da 17ª DP fazem buscas desde a tarde de domingo para tentar localizar o suposto catador que teria pego a menina, segundo informou o delegado titular Túllio Pelosi.
Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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Uma menina de 10 anos, filha de um casal de chineses, desapareceu na tarde de domingo (15), quando estava com seus pais na Feira de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.
O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

Polícia faz buscas desde domingo
Agentes da 17ª DP fazem buscas desde a tarde de domingo para tentar localizar o suposto catador que teria pego a menina, segundo informou o delegado titular Túllio Pelosi.
Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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Uma menina de 10 anos, filha de um casal de chineses, desapareceu na tarde de domingo (15), quando estava com seus pais na Feira de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.
O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

Polícia faz buscas desde domingo
Agentes da 17ª DP fazem buscas desde a tarde de domingo para tentar localizar o suposto catador que teria pego a menina, segundo informou o delegado titular Túllio Pelosi.
Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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Uma menina de 10 anos, filha de um casal de chineses, desapareceu na tarde de domingo (15), quando estava com seus pais na Feira de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.
O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
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O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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Uma menina de 10 anos, filha de um casal de chineses, desapareceu na tarde de domingo (15), quando estava com seus pais na Feira de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.
O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

Polícia faz buscas desde domingo
Agentes da 17ª DP fazem buscas desde a tarde de domingo para tentar localizar o suposto catador que teria pego a menina, segundo informou o delegado titular Túllio Pelosi.
Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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Uma menina de 10 anos, filha de um casal de chineses, desapareceu na tarde de domingo (15), quando estava com seus pais na Feira de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.
O casal trabalha numa barraca na feira onde vendem chaveiros e outras lembranças do local. Segundo testemunhas, a menina foi vista pela última vez com um catador de latas da região.
O casal mora no Rio há mais de dez anos. Na tarde de domingo, a menina brincava na feira enquanto o casal trabalhava na barraca. O pai notou o sumiço da filha e acionou o sistema de autofalante da feira, mas ela não foi localizada. Apesar de morar há vários anos no Rio, o casal não fala português. Um cunhado ajudou os dois a prestar queixa na 17ª DP (São Cristóvão). Um representante do Consulado da China também está no local.

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Agentes da 17ª DP fazem buscas desde a tarde de domingo para tentar localizar o suposto catador que teria pego a menina, segundo informou o delegado titular Túllio Pelosi.
Ainda de acordo com Pelosi, a testemunha-chave vai fazer um retrato falado do suspeito. Cinco catadores da região estiveram na delegacia, mas foram liberados.
A polícia quer saber se há um circuito interno de segurança da feira para verificar se a menina e o catador aparecem nas imagens.

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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

Numa tentativa de reduzir os atrasos, a estação de trem de Warrington, na Inglaterra, colocou uma placa indicando que é proibido beijar no local.
A placa foi colocada no local onde os motoristas acabam bloqueando o acesso à estação com seus veículos enquanto se despedem. A empresa disse que os condutores que pretendem se despedir antes do embarque devem parar o carro em um estacionamento.


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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

Numa tentativa de reduzir os atrasos, a estação de trem de Warrington, na Inglaterra, colocou uma placa indicando que é proibido beijar no local.
A placa foi colocada no local onde os motoristas acabam bloqueando o acesso à estação com seus veículos enquanto se despedem. A empresa disse que os condutores que pretendem se despedir antes do embarque devem parar o carro em um estacionamento.


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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

Numa tentativa de reduzir os atrasos, a estação de trem de Warrington, na Inglaterra, colocou uma placa indicando que é proibido beijar no local.
A placa foi colocada no local onde os motoristas acabam bloqueando o acesso à estação com seus veículos enquanto se despedem. A empresa disse que os condutores que pretendem se despedir antes do embarque devem parar o carro em um estacionamento.


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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

Numa tentativa de reduzir os atrasos, a estação de trem de Warrington, na Inglaterra, colocou uma placa indicando que é proibido beijar no local.
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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

Numa tentativa de reduzir os atrasos, a estação de trem de Warrington, na Inglaterra, colocou uma placa indicando que é proibido beijar no local.
A placa foi colocada no local onde os motoristas acabam bloqueando o acesso à estação com seus veículos enquanto se despedem. A empresa disse que os condutores que pretendem se despedir antes do embarque devem parar o carro em um estacionamento.


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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

Numa tentativa de reduzir os atrasos, a estação de trem de Warrington, na Inglaterra, colocou uma placa indicando que é proibido beijar no local.
A placa foi colocada no local onde os motoristas acabam bloqueando o acesso à estação com seus veículos enquanto se despedem. A empresa disse que os condutores que pretendem se despedir antes do embarque devem parar o carro em um estacionamento.


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Estação ferroviária de Warrington quer reduzir os atrasos.Motoristas bloqueiam o acesso à estação por conta das despedidas.

Numa tentativa de reduzir os atrasos, a estação de trem de Warrington, na Inglaterra, colocou uma placa indicando que é proibido beijar no local.
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O caso é na Inglaterra, mas tem ares de novela mexicana. No capítulo de hoje, Chantelle Steadman disse que Alfie Patten, o menino inglês que ganhou fama e despertou polêmica ao ser pai aos 13 anos, tirou a sua virgindade. A declaração foi dada após surgirem, de acordo com a imprensa britânica, três jovens alegando ser pai de Maisie, a filha do jovem casal Alfie-Chantelle. "Nunca houve um outro. Eu amo o Alfie, perdi minha virgindade com ele", disse Chantelle ao "Sun".
O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
"Os outros meninos estúpidos estão mentindo".


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O caso é na Inglaterra, mas tem ares de novela mexicana. No capítulo de hoje, Chantelle Steadman disse que Alfie Patten, o menino inglês que ganhou fama e despertou polêmica ao ser pai aos 13 anos, tirou a sua virgindade. A declaração foi dada após surgirem, de acordo com a imprensa britânica, três jovens alegando ser pai de Maisie, a filha do jovem casal Alfie-Chantelle. "Nunca houve um outro. Eu amo o Alfie, perdi minha virgindade com ele", disse Chantelle ao "Sun".
O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
"Os outros meninos estúpidos estão mentindo".


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O caso é na Inglaterra, mas tem ares de novela mexicana. No capítulo de hoje, Chantelle Steadman disse que Alfie Patten, o menino inglês que ganhou fama e despertou polêmica ao ser pai aos 13 anos, tirou a sua virgindade. A declaração foi dada após surgirem, de acordo com a imprensa britânica, três jovens alegando ser pai de Maisie, a filha do jovem casal Alfie-Chantelle. "Nunca houve um outro. Eu amo o Alfie, perdi minha virgindade com ele", disse Chantelle ao "Sun".
O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
"Os outros meninos estúpidos estão mentindo".


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O caso é na Inglaterra, mas tem ares de novela mexicana. No capítulo de hoje, Chantelle Steadman disse que Alfie Patten, o menino inglês que ganhou fama e despertou polêmica ao ser pai aos 13 anos, tirou a sua virgindade. A declaração foi dada após surgirem, de acordo com a imprensa britânica, três jovens alegando ser pai de Maisie, a filha do jovem casal Alfie-Chantelle. "Nunca houve um outro. Eu amo o Alfie, perdi minha virgindade com ele", disse Chantelle ao "Sun".
O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O caso é na Inglaterra, mas tem ares de novela mexicana. No capítulo de hoje, Chantelle Steadman disse que Alfie Patten, o menino inglês que ganhou fama e despertou polêmica ao ser pai aos 13 anos, tirou a sua virgindade. A declaração foi dada após surgirem, de acordo com a imprensa britânica, três jovens alegando ser pai de Maisie, a filha do jovem casal Alfie-Chantelle. "Nunca houve um outro. Eu amo o Alfie, perdi minha virgindade com ele", disse Chantelle ao "Sun".
O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O caso é na Inglaterra, mas tem ares de novela mexicana. No capítulo de hoje, Chantelle Steadman disse que Alfie Patten, o menino inglês que ganhou fama e despertou polêmica ao ser pai aos 13 anos, tirou a sua virgindade. A declaração foi dada após surgirem, de acordo com a imprensa britânica, três jovens alegando ser pai de Maisie, a filha do jovem casal Alfie-Chantelle. "Nunca houve um outro. Eu amo o Alfie, perdi minha virgindade com ele", disse Chantelle ao "Sun".
O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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O caso é na Inglaterra, mas tem ares de novela mexicana. No capítulo de hoje, Chantelle Steadman disse que Alfie Patten, o menino inglês que ganhou fama e despertou polêmica ao ser pai aos 13 anos, tirou a sua virgindade. A declaração foi dada após surgirem, de acordo com a imprensa britânica, três jovens alegando ser pai de Maisie, a filha do jovem casal Alfie-Chantelle. "Nunca houve um outro. Eu amo o Alfie, perdi minha virgindade com ele", disse Chantelle ao "Sun".
O site do semanário "News of the World" disse ter conversado com dois jovens, também menores de 18 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais com Chantelle. A mãe de Alfie, Nicola Hill, exige que seja realizado um exame de DNA para comprovar a paternidade. Ela disse não acreditar que Maisie seja filha de Alfie. "Ele fica com muito ciúme quando converso com outros meninos e eu também não gosto que ele fale com outras meninas", disse Chantelle. Alfie está bravo com as alegações de que não seria o pai de Maisie:
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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

MÃE?????


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
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O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
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O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

MÃE?????


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e dois meses foi internado no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, no Mato Grosso, com diagnóstico de overdose de cocaína. De acordo com informações da polícia, o menino teria ingerido pasta base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, no último sábado, no bairro 24 de dezembro.
O bebê foi levado ao pronto-socorro pela avó, com convulsões, e submetido a lavagem estomacal no sábado. Neste domingo, o hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar. A conselheira tutelar Luzia Rosa de Morais, afirmou que a avó da criança contou aos médicos e a ela que o menino comeu a pasta de cocaína que estava sobre a cama da mãe, uma adolescente de 17 anos.
- Graças a Deus não foi fatal, mas poderia ter sido. A avó contou que chegou em casa e viu a filha desacordada, por ter ingerido a droga em demasia. Ao lado estava o bebê. A mãe deixou a pasta de cocaína sobre a cama e a criança colocou na boca e comeu. Ainda bem que a avó chegou logo, percebeu o que tinha ocorrido e levou imediatamente ao Pronto Socorro, onde os médicos conseguiram reanimá-lo - disse Luzia.
De acordo com Luzia, a adolescente mãe do bebê teria começado a ingerir cocaína há cerca de 6 meses.
- A avó até deixou a casa onde trabalhava como doméstica e se tornou diarista, para ajudar a tomar conta do neto. Ela luta também para afastar a filha das drogas - afirmou a conselheira.
O Conselho Tutelar de Várzea Grande encaminha o caso nesta segunda-feira para a Delegacia da Mulher e para o Ministério Público. Segundo Luzia, a polícia deve apurar se a mãe da criança é apenas usuária de droga. A guarda do menino deve ficar com a avó.
A adolescente teria ficado desesperada e chorado muito ao saber o que aconteceu com o filho, mas saiu de casa. Luzia acredita que ela fugiu por medo de ser detida pela polícia.
- Notamos que a avó tem um afeto muito grande pelo neto e ele por ela. Ela cuida do bebê desde que nasceu e ficará com a guarda. A polícia deve localizar a adolescente e pretendemos encaminhá-la a um programa de recuperação, uma comunidade terapêutica que a ajude a ficar longe das drogas. Esperamos que ela aceite a ajuda. Se ela não aceitar, vamos pedir judicialmente o encaminhamento para recuperação - afirma Luzia.
A enfermeira Cristianela Duarte Cardoso, que trabalha na UTI, afirmou que o bebê deve ser tranferido para a enfermaria nesta tarde e que já aceitou comida, além de se comunicar com a avó.

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RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


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RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


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RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


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RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


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RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:25  comentar

RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:25  comentar

RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


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RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:25  comentar

RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:25  comentar

RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


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RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:25  comentar

RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:25  comentar

RIO - Os cabos que ligam aparelhos eletroeletrônicos entre si estão com os dias contados - e a multiplicação dos notebooks é apenas o sinal mais aparente de uma morte vaticinada há tempos pela indústria. O sonho da rede digital doméstica sem fios começa a se tornar realidade através de soluções que permitem não só a troca wireless de dados entre dispositivos mas também a extinção do cabo que liga os equipamentos à energia elétrica, assim como a criação de padrões que permitirão que aparelhos de marcas diferentes conversem uns com os outros sem a necessidade de cabos USB que viabilizem oNo front da batalha contra os fios estão iniciativas como o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como indução magnética e energia solar, assim como a inserção de tecnologias já consagradas como Bluetooth e Wi-Fi em equipamentos de uso doméstico, tais como home theathers, aparelhos de som e TVs, isso sem falar nos notebooks, netbooks, smartphones e PDAs, impressoras, multifuncionais e outros.
Para extinguir o cabo de força para carregamento de portáteis foi criada uma tecnologia via indução magnética, que permite que um aparelho em formato de mousepad alimente outros gadgets apenas recebendo-os em cima dele. Tal tecnologia permite carregar aparelhos com necessidades energéticas e voltagens diferentes.

Foi a empresa WildCharge a responsável pelo lançamento do WildCharge, o tal "mousepad" que usa indução magnética. Funciona assim: celulares como o Motorola Razr, o BlackBerry Pearl, o BlackBerry Curve e o iPhone recebem uma "pele", espécie de capinha e, uma vez encostados no WildCharge Pad, ganham vida nova.

A Powermat também lançou, na Consumer Eletronics Show, feira que aconteceu em janeiro em Las Vegas, um carregador em formato de mousepad batizado de "mat". A novidade, que custa US$ 100, usa indução magnética para transferir eletricidade a aparelhos através de um receiver (US$ 30), dotado de um chip capaz de dizer ainda de quanta energia o aparelho precisa e avisar quando ele já está recarregado.

Segundo Fabio Gandour, cientista-chefe da IBM, há pesquisas de todos os tipos visando a acabar com o cabo da energia elétrica, inclusive estudos envolvendo a Sonoquímica, área promissora que estuda a relação de compostos químicos que têm grau de ativação por frequência sonora (ultrassom), inaudível ao ouvido humano.

- A tampa do meu notebook pode ter o revestimento de um sonoquímico e em algum lugar do ambiente pode ser usada uma frequência sonora que possibilitaria a criação de energia para fazer o notebook funcionar - diz Gandour.

Outra boa notícia será anunciada esta semana, durante o Mobile World Congress 2009, congresso de de telecomunicações que acontece em Barcelona: trata-se do lançamento, pela Samsung, do Blue Earth, celular touchscreen que é alimentado por energia solar. O recarregamento é feito por um painel localizado na parte de trás do aparelho.

Sobre a indução magnética, Fabio Gandour diz que ela vale para gadgets portáteis, mas que seria impraticável para o carregamento de grandes aparelhos, como geladeiras, uma vez que gera perdas brutais por dissipação e aquecimento. Para ele, a saída pode estar nos estudos de energia elétrica gerada por luz (citando o caso do relógio EcoDrive, da Citizen, que é analógico mas mantido por energia extraída da luz ambiente) e água pura, assim como os estudos de aplicação de energia solar que resultaram no lançamento do Samsung Blue Earth Phone.

Se a tecnologia explorada pelo WildCharge e pelo "mat" podem ser a saída para o fim do uso da energia elétrica para carregamento de pequenos aparelhos, há tecnologias novas em folha sendo criadas com o intuito de eliminar os cabos para transmissão de dados entre equipamentos, como o cabo USB. Uma delas é a Ultra-Wideband (UWB), que poderia substituir a maior parte dos fios, desde aquele que conecta o iPod ao computador até os que conectam televisores a receptores de TV por assinatura, dentre outros. A limitação ainda está na possibilidade de interferência da UWB no funcionamento de outros aparelhos que usam sinais de rádio.

A primeira versão do UWB aplicada à nossa realidade chegará sob a forma de cabos USB wireless, que não exigirão a conexão física com aparelhos. Há fabricantes, como Belkin e D-Link, planejando o lançamento comercial de uma série de produtos do tipo. Deixando claro que em algum momento um carregamento via energia elétrica seria inevitável - mas aí entraria uma solução combinada, que poderia ser a da WildCharge.

A partir daí, o USB Wireless funcionaria como uma espécie de hub, capaz de carregar todos os outros aparelhos de forma remota. A limitação? Por enquanto, a de software - tanto a Microsoft quanto a Apple, dentre outras, teriam de se interessar pela adaptação da tecnologia em seus sistemas operacionais, o que está previsto para começar a sair do papel ainda este ano. A boa notícia é que já há fabricantes como a Lenovo e a Toshiba que estão instalando, em seus notebooks, adaptadores para USB Wireless.

A quantidade de fontes e conectores despadronizados ainda é um entrave grave para a criação de ambientes domésticos wireless. Para Gandour, a indústria de conectores merecia uma intervenção até das Nações Unidas. Outra barreira para a mobilidade total é a quantidade de cabos que um usuário de notebook precisa carregar consigo, uma vez que aparelhos diferentes usam conectores e cabos variados.

O especialista Paulo Couto, editor do Fórum PCs afirma que o grande desafio da indústria é a falta de padronização e consequente excesso de fontes de alimentação. Além disso, de que adianta ter um notebook se este exige carregamento constante, já que as baterias têm pouquíssima autonomia? Pior: para plugar aparelhos a este, são necessários carregadores de todos os tipos.

- A quantidade de fontes e cabos é absurda.Você precisa de uma fonte para o notebook, outra para o iPod, outra para o PDA e assim vai. O ideal seria a adoção, no notebook, de uma fonte múltipla, que pudesse alimentar todo tipo de aparelho, mas para isso é necessária uma padronização por parte da indústria, uma vez que cada aparelho tem amperagem e voltagem diferentes - diz Paulo. - Isso poderia, no entanto, ser alterado. O USB, por exemplo, também carrega aparelhos e a entrada USB do notebook podia ser usada para carregar outros aparelhos, como celulares e PDAs. Isso eliminaria vários cabos.

Padronizar pode ser mesmo o segredo do sucesso para a construção de um mundo sem fio. Foi pensando nisso que surgiu a Digital Living Network Alliance (DLNA), entidade criada em 2003 e liderada por empresas do porte de Sony, Intel, Nokia, HP, Microsoft, Samsung, dentre outras. O objetivo principal é viabilizar redes digitais domésticas, através da comunicação simplificada e integração de produtos como TVs, computadores, smartphones, aparelhos de som, DVDs players, MP3 players, assim como criar tecnologias wireless seguras.

A DLNA, que poderia ser definida como um plug and play universal, rendeu frutos concretos e já chegou até em telefones celulares "DLNA Certified", como o modelo C905, da Sony Ericsson, que incorpora a tecnologia DLNA para troca de dados com outros equipamentos que porventura usem DLNA. A câmera digital Sony DSC-G1, assim como a linha de TVs Bravia, também já trazem DLNA na veia.

Para Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a eliminação dos cabos é uma tendência inevitável e só o tempo dirá se será possível a concretização do sonho do ambiente totalmente sem cabos. Que pode se dar, diz Américo, com a criação de padrões.

- Há equipamentos que só se comunicam, sem fio, com outros da mesma marca. Mesmo que existam tecnologias que permitam o fim dos cabos, você não tem a flexibilidade de escolha porque há produtos trabalhando com sistemas proprietários. Acreditamos na padronização como forma de acelerar a adoção da mobilidade total - diz Américo.

Durante a CES, a Intel anunciou uma nova tecnologia batizada de MY Wi-Fi, que permite a criação de redes sem fio sem a exigência do acess point (ponto de acesso à internet). Assim, um notebook seria capaz de criar sua própria rede e conversar, nesta mesma rede, com até oito aparelhos, como impressoras, câmeras digitais, smartphones, etc. Elimina-se assim, todos os cabos, em efeito cascata.

- Se você levar seu notebook para a casa de um amigo, ele será capaz de criar uma rede Wi-Fi lá e se comunicar, por exemplo, com a câmera digital do tal amigo. Você carrega sua rede Wi-Fi com você - diz.

A mobilidade total também só se dará com uma maior autonomia de bateria por parte daquele que é chamado o coração de uma rede doméstica sem fio: o notebook. A boa notícia é que já há soluções que permitem autonomias de até 24 horas. Da Intel veio a tecnologia SSD (Solid State Drives), o substituto do HD sem partes móveis (leia boxe).

- A indústria se move para desenvolver tecnologias que consumam menos energia - diz Américo.

A HP já planeja lançar notebooks com SSD, aumentando a autonomia dos portáteis para no mínimo 24 horas, dando maior mobilidade ao usuário que fica, assim, menos refém dos cabos. Ao mesmo tempo, a fabricante tem buscado inserir, nos laptops, novas tecnologias wireless, que já saem embarcadas de fábrica. Um exemplo é o uso de modems 3G integrados em notebooks que passam, assim, a dispensar tanto os cabos para acesso à internet via DSL ou cable modem quanto pen drives e modems USB 3G.

Segundo Valéria Molina, diretora de Computação Pessoal para consumo da HP Brasil, todos os notebooks da família Pavillion já saem de fábrica com Bluetooth e Wi-Fi; já os do clã Compaq Presario trazem Wi-Fi integrado.

Outro lançamento da HP mostrou que a vida quase totalmente sem fio já é possível: o media center TouchSmart, desktop com tela LCD sensível ao toque, dispensa todos os cabos ao integrar webcam, microfone, TV, infravermelho e ao usar teclado e mouse sem fio. O único cabo usado pela máquina, diz ela, é o da energia elétrica.

- Cada vez mais pessoas buscam a mobilidade, e os fios são um grande empecilho - completa Valéria.


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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:12  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto?
A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?"
O que você acha leitor(a)? Pessoalmente, acredito que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte." Essa mesma leitora, advogada , esclarece:" ...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! " (Chris)
Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.
Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:
Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.15 de Fevereiro de 2009 20:06
Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!13 de Fevereiro de 2009 21:01
Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.12:39

Cris disse...Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?20:56
Andréa disse...Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.12:50
Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!16:53
Vania disse...Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.11:05
EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.15:09
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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  comentar

O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
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O vendedor de amendoim Benedito Aparecido Cintra [foto], 51, era popular em Rio Claro, cidade paulista de 189 mil habitantes que fica a 173 km da capital.
Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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Não era de fazer mal a ninguém. “Uma pessoa calma que fugia de confusão”, disse a sua prima Clotilde Piasse, que mora na cidade vizinha de Piracicaba.
Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
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Mesmo assim, na tarde do dia 5, quando Cintra caminhava, dois homens desceram de um carro, jogaram um líquido nele e atearam fogo.
Cintra foi internado em estado grave com queimaduras na cabeça, braços, peito e barriga, mas morreu no dia 13, sexta, informam os jornais da região.
Ele era portador de deficiência visual. O que não impediu que naquele dia, com o corpo em chamas, corresse cerca de um quarteirão até um posto de gasolina para ser socorrido. Mas não deu. A perversidade da qual foi vítima foi demais para ele.
A polícia ainda não faz ideia de quem matou o vendedor de amendoim.


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Reportagem de Ruben Berta na edição desta segunda-feira em O GLOBO mostra que a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, decidiu criar uma iniciativa para tentar melhorar o desempenho de alunos em escolas de áreas de risco: mães de crianças e jovens de comunidades serão convidadas a atuar como auxiliares dos professores. A prefeitura dará uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Isso depois de mais de seis mil estudantes tiveram o início do ano letivo prejudicado por causa de confrontos entre policiais e bandidos em Senador Camará,
- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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Reportagem de Ruben Berta na edição desta segunda-feira em O GLOBO mostra que a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, decidiu criar uma iniciativa para tentar melhorar o desempenho de alunos em escolas de áreas de risco: mães de crianças e jovens de comunidades serão convidadas a atuar como auxiliares dos professores. A prefeitura dará uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Isso depois de mais de seis mil estudantes tiveram o início do ano letivo prejudicado por causa de confrontos entre policiais e bandidos em Senador Camará,
- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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Reportagem de Ruben Berta na edição desta segunda-feira em O GLOBO mostra que a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, decidiu criar uma iniciativa para tentar melhorar o desempenho de alunos em escolas de áreas de risco: mães de crianças e jovens de comunidades serão convidadas a atuar como auxiliares dos professores. A prefeitura dará uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Isso depois de mais de seis mil estudantes tiveram o início do ano letivo prejudicado por causa de confrontos entre policiais e bandidos em Senador Camará,
- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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Reportagem de Ruben Berta na edição desta segunda-feira em O GLOBO mostra que a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, decidiu criar uma iniciativa para tentar melhorar o desempenho de alunos em escolas de áreas de risco: mães de crianças e jovens de comunidades serão convidadas a atuar como auxiliares dos professores. A prefeitura dará uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Isso depois de mais de seis mil estudantes tiveram o início do ano letivo prejudicado por causa de confrontos entre policiais e bandidos em Senador Camará,
- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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Reportagem de Ruben Berta na edição desta segunda-feira em O GLOBO mostra que a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, decidiu criar uma iniciativa para tentar melhorar o desempenho de alunos em escolas de áreas de risco: mães de crianças e jovens de comunidades serão convidadas a atuar como auxiliares dos professores. A prefeitura dará uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Isso depois de mais de seis mil estudantes tiveram o início do ano letivo prejudicado por causa de confrontos entre policiais e bandidos em Senador Camará,
- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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Reportagem de Ruben Berta na edição desta segunda-feira em O GLOBO mostra que a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, decidiu criar uma iniciativa para tentar melhorar o desempenho de alunos em escolas de áreas de risco: mães de crianças e jovens de comunidades serão convidadas a atuar como auxiliares dos professores. A prefeitura dará uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Isso depois de mais de seis mil estudantes tiveram o início do ano letivo prejudicado por causa de confrontos entre policiais e bandidos em Senador Camará,
- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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Reportagem de Ruben Berta na edição desta segunda-feira em O GLOBO mostra que a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, decidiu criar uma iniciativa para tentar melhorar o desempenho de alunos em escolas de áreas de risco: mães de crianças e jovens de comunidades serão convidadas a atuar como auxiliares dos professores. A prefeitura dará uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Isso depois de mais de seis mil estudantes tiveram o início do ano letivo prejudicado por causa de confrontos entre policiais e bandidos em Senador Camará,
- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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- Queremos que as mães atuem principalmente junto às crianças em processo de alfabetização nessas comunidades. A presença da família na escola tem um efeito importante, ajuda na disciplina e no respeito. Dificilmente a criminalidade da região agride o ambiente escolar, mas se a figura da mãe está presente, isso acontece menos ainda - afirmou Claudia Costin.
A preocupação da secretária com os colégios em áreas de risco - existem 200 unidades na cidade do Rio, onde estudam cerca de cem mil alunos - não é à toa. Uma pesquisa inédita realizada pelo Observatório de Metrópoles da UFRJ, com o apoio da Faperj, mostra que as escolas situadas em favelas puxam para baixo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Rio de Janeiro. Enquanto no asfalto 35% das unidades apresentaram rendimento considerado baixo pelos pesquisadores (média menor que 4,3), nas comunidades, a porcentagem quase dobra: 64%.
Além da participação de mães nas salas de aula, a Secretaria de Educação já tem uma série de outras ações preparadas para as escolas nas áreas de risco. Uma comissão foi formada com organizações não-governamentais como o AfroReggae e o Observatório de Favelas para a elaboração de projetos. Além de bônus expressivos para profissionais que atinjam metas e a implantação de um projeto de ciências já aplicado em muitas escolas particulares do Rio, deve haver reformulação nas creches, que terão um sistema de autogestão, com pessoas recrutadas na própria comunidade. Mulheres da Paz atuam como 'olheiras' do bem
A força feminina também é peça-chave no projeto Mulheres da Paz, que atua em comunidades violentas para retirar jovens do tráfico. Pelo trabalho, viabilizado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cada uma das 2.550 recrutadas recebe R$ 190 mensais em troca de oito horas semanais em que se dedicam a abordar pessoas entre 15 e 29 anos que estejam à beira da criminalidade e encaminhá-las a programas sociais.
Uma das selecionadas, Antônia Rodrigues, de 41 anos, exerce sua função debaixo do fogo cruzado de facções das favelas da Baixa do Sapateiro e do Morro do Timbau, no Complexo da Maré.
- Tem que ter jogo de cintura. Muitos deles chegam agressivos; alguns, drogados. Mas nessas comunidades, eles estão mais dispostos a serem ajudados - diz Antônia. Projeto na Maré servirá de exemplo na rede municipal
A partir deste ano, Claudia Costin quer oferecer aos alunos matriculados nas escolas localizadas em áreas de risco um ensino diferenciado, com mais aulas de ciência e tecnologia e um novo projeto de alfabetização. Para fazer com que este conhecimento seja levado de fato aos colégios de áreas conflagradas, Claudia convidou a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello para ser consultora da rede municipal. Yvonne, de 61 anos, que ganhou destaque no Brasil e no mundo depois da chacina da Candelária, continua à frente de sua ONG - o Projeto Uerê, no Complexo da Maré - e dá expediente diário na secretaria, mostrando que conhece as dificuldades de ser educador em favela e sabe exatamente como vencer desafios.
Há dez anos, quando implantou o Uerê na favela da Baixa do Sapateiro, na Maré, Yvonne criou uma metodologia de ensino específica para crianças, de 4 a 18 anos, com traumas constantes e problemas de aprendizado. O programa, que será implantado na rede municipal, experimentalmente em duas escolas, tem particularidades. Os alunos, por exemplo, são alfabetizados a partir da letra "M", considerada mais fácil de pronunciar e escrever. A cada novo fonema aprendido, os anteriores são repetidos nas frases, até que o aluno seja alfabetizado. (Colaboraram Fred Raposo e Ediane Merola)


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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SÃO PAULO - A recém-nascida Geovanna Vida Alves Goes, que lutava há um mês e 12 dias pela sobrevivência, morreu neste domingo na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, Zona Leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos diagnosticaram que ela estava morta após nascer prematuramente, com seis meses de gestação. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna estava com infecção no intestino, no fígado e já não reagia aos medicamentos.


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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
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Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

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Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  comentar


O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
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O programa Hoje em Dia fez uma chamada , semana passada, a respeito de matéria que iria ao ar esta semana, sobre inseminação artificial. Será que Brito Júnior irá citar o nome do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar sexualmente de suas pacientes?
Dificilmente. Afinal a jornalista Lilian Cristofoletti publicou a primeira reportagem denunciando o médico em 09 de janeiro. Faz tempo não? E, por falar nisso, por que será que ela não escreveu mais sobre o assunto? A mídia até hoje fala pouco; a Rede Globo simplesmente ignorou o assunto. Mas, nós continuamos aqui, incentivando a busca da verdade.
Muitas mulheres devem estar se questionando: "será que fará diferença mesmo o meu depoimento?" O que você acha leitor(a)?
Pessoalmente, acho que deve ser uma decisão difícil, pois cada pessoa tem que avaliar suas condições para enfrentar a questão, que não deve ser nada fácil.........
Outra leitora incentiva: "Por favor, não desista, seu depoimento é muito importante para nós. Certamente você sentirá um alívio em fazer a sua parte."
Essa mesma leitora, advogada , esclarece:
...a lei determina que o prazo para noticiar na delegacia o crime de abuso sexual é de 6 meses a partir da ocorrência do delito. Contudo, existem teorias (como tudo em direito) entendendo que esse prazo é maior, principalmente em crimes silenciosos, como é o nosso caso. Assim, o caso terá continuidade diante do entendimento da Juíza que receberá o inquérito para analisar.
... a participação É ESSENCIAL para ajudar e fortalecer outras mulheres que tiveram a coragem de buscar a justiça. De outro lado, o CRM não obedece o mesmo prazo e poderá punir com cassação do registro. TEMOS QUE NOS UNIR PARA QUE OUTRAS MULHERES NUNCA MAIS PASSEM PELO QUE NÓS PASSAMOS!!! "(Chrys)

Veja agora os últimos depoimentos postados no blog Anjos e Guerreiros.

Quem sabe eles façam diferença para VOCÊ, que ainda não se decidiu:

Olha conheci a falecida esposa desses mostro e sei que ela sempre contratava um investigador particular para investigar o marido, tentei saber o nome mais foi difícil, o único que sei que o mesmo é estrangeiro, assim não fica mais fácil, que sabe ele não tem revelações importantes a dar para não ficar todo na impunidade como sempre.Só espero justiça, pois sou mulher e se acontecesse comigo tomaria as mesmas atitudes dessas mulheres guerreiras.
15 de Fevereiro de 2009 20:06

Gostaria de deixar registrado o meu apoio para decisão da Ivanilde (primeira vítima a denunciar), embora estejam dizendo que ela é oportunista.Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido? A indenização não fuciona só como ressarcimento, mas também como uma punição para que ele sinta no bolso um pouquinho da dor que ele causou, pois a dor da nossa alma ele nunca conseguirá indenizar.FORÇA!!!
13 de Fevereiro de 2009 21:01

Maria Célia,Gostaria de lhe agradecer, pois pela sua coragem e de outras mulheres finalmente estive em São Paulo e consegui "abrir a ferida" novamente para denunciar o que ocorreu comigo em 2007. Foi muito difícil falar sobre isso. O Horror não foi muito diferente das demais pacientes e eu abandonei o tratamento na primeira tentativa apesar de ter pago por três.Finalmente voltei a viver em paz com Deus, pois consegui contar tudo ao meu marido e também fazer a minha parte para que isso não aconteça com outras mulheres. Agora posso orar tranquila.Agora tenho acompanhado o desfecho do caso nos blogs, pois só tive conhecimento das denúncias através da revista veja.Já enviei um e-mail para vocês e agora contem comigo, pois eu lhes devo o maior dos favores: Vocês devolveram a minha fé e meu amor-próprio!!!Chrys
9 de Fevereiro de 2009 15:57
comentários postados no blog de Paulo Lopes
Acho bom esclarecer que, ao contrário do que o grande público acredita, estas mulheres molestadas não ficaram quietas, simplesmente se lamentando, elas foram à mídia, fizeram boletins de ocorrência, avisaram os demais funcionários da clínica, contaram a seus parentes, alertaram outras possíveis vítimas, denunciaram ao CREMRSP, buscaram ajuda com outros médicos. Só no Ministério Público a coisa já rola há quase um ano. A Globo e o Estadão têm matérias prontas e editadas há mais de ano. Enfim, o que eu quero dizer é que se hoje podemos estar evitando novos casos de assédio por parte deste homem, é porque estas mulheres não ficaram caladas. Caladas estavam a Imprensa e a Justiça.
12:39

Cris disse...
Eu fui MOLESTADA por este monstro e não engravidei porque não quis continuar o tratamento. Na época também fui desencorajada a denunciar por advogados e amigos, pois não tinha provas e ainda me passaria por maluca com exposição nacional, além disso eu ainda poderia ser ré numa ação de dano moral. Agora o cenário mudou. São mais de 70 pessoas que sofreram nas mãos dele, juntas podemos provar. Se o Judiciário encontrar barreiras na lei para punir (digo na lei pois as provas são mais do que suficientes) eu espero que o CRM não encontre barreiras em seu Código de Ética e consiga cassar o registro dele, pois só assim poderemos proteger outros casais e fazer a nossa parte nesse mundo.Para aqueles que não acreditam só me resta lamentar e torcer para que não sofram o mesmo que eu sofri, e se desejarem tentar o farão com consciência de ser uma opção de muito risco emocional e financeiro. Fiz a minha parte na Delegacia e no CRM. Ah! Não sou frustrada, já fui sedada em vários procedimentos sem nunca ter agarrado qualquer dos meus médicos e nunca mantive contato com qualquer das vítimas, seja via internet ou qualquer outro meio. Ademais, agradeço a Deus todos os dias por ter me impedido de ficar grávida pelas mãos dele.Parabéns para rede Record.

Selma disse...
PARA O ALMIR:Não seja tolo ou ingênuo, meu amigo. Se 70 mulheres tão tendo toda essa polêmica em pauta, para acusar este digníssimo profissional, como você acha que cada uma delas se sairia isoladamente ? Não esqueça o país em que você mora. Aqui é o dinheiro e o poder mandam.Eu fui assediada pelo Roger. Fiz BO na época, que não adiantou nada. Procurei o Ministério Público, mas na época caí nas mãos de uma senhora que me desencorajou ao extremo a levar a situação a diante, em função dos atentuantes que o monstro teria. Até advogados, me falaram na cara, que se seria a minha palavra contra a dele pois não havia provas. Falaram que não adiantaria tocar o processo, pois ele famoso e poderoso como é, me taxaria como maluca...e provavelmente seria ouvido. Tenho certeza de que não fui só eu que tive essas barreiras. O próprio CRM, me disse que não havia nenhuma queixa contra o doutor e que se quisesse entrar com a minha, teria que enfrentar o todo poderoso sozinha, por anos e anos. Acorda, cara, as coisas não são tão simples quanto essa sua colocação quase pueril. A mídia sabe dessa barbaridade toda há anos e anos e nunca se dignou a pôr no ar.......acorda Alice, você não está no país das maravilhas.
15:05
Ivanilde,Mesmo diante de tantas pedras, NÃO DESISTA. Nossa honra deve ser indenizada sim!!!, esse é um exercício de cidadania e quem tem confiança em si mesma, além de um desejo de manter a consiciência em paz fazendo um papel de ao menos tentar punir quem errou. A lei existe para isso.Nós que pagamos com o suor do nosso trabalho mais de 70 mil reais (como foi o meu caso) e ainda fomos submetidas a um horror temos que lutar para que a lei seja cumprida. Infelizmente, as nossas provas são frágeis, mas certamente a justiça tem meios de diferenciar os oportunistas das vítimas e apurar a verdade. EU SEI QUE É VERDADE. DEUS SABE QUE É VERDADE. DEUS TAMBÉM SABE O QUANTO SOFRI. Não se deixe abalar, as vítimas somos nós e não ele. Será que é justo pagar para ser abusada sexualmente e não fazer nada sob o manto de poder ser acusada de oportunista? Não, não vale, pois é exatamente isso o que ele quer, nos acusar de oportunistas para que ele seja a vítima.PESSOAL, pelo amor de Deus, esse homem nos molestou no momento mais frágil da natureza feminina e no momento mais sublime da vida, o momento da maternidade. É UMA COVARDIA!!!. Será que isso não é o bastante para que ele seja punido?
20:56

Andréa disse...
Passei por situação muito similar a dessa moça, com o Dr.Roger. Mal acredito que finalmente o mundo todo está acordando. Exceto os comparsas do Doutor, claro, estes não acordarão nunca.
12:50

Sou uma das vítimas desse monstro e tenho tentado conservar a minha fé na justiça e no poder da comunicação para alertar a sociedade. Infelizmente, a rede de maior comunicação no país não quer dar o apoio que o caso merece e está abafando o caso. Por que será? Eu enviei vários e-mails para os jormais da globo e até agora nada. Já fiz a minha parte denunciando na Delegacia e no CRM, agora só me resta acreditar na justiça e acompanhar o desfecho, pois só assim impediremos que QUE OUTRAS MULHERES PASSEM POR ESSE HORROR!
16:53

Vania disse...
Fui abusada por esse monstro. Já sofri muitíssimo com essa estória. Tenho visto uma luz no fundo do tunel neste último mês, mas ainda não sei ao certo se realmente conseguiremos justiça. Já fui ao MP, já fui à Delegacia da Mulher. Tenho acompanhado esse blog diariamente. Agora começo a me divertir não só com a criatividade dos advogados do Dr Roger, mas também com a dos seus leitroes, Paulo. Esse anônimo das 10h39, saiu-se muito bem. Prá quem já passou por tudo o que eu passei, o jeito é rir um pouco e continuar cruzando os dedos pela jusitça.
11:05

EU FUI ASSEDIADA POR ESSE MONSTRO EM 2003, E TBEM PAGUEI PELA SEXAGEM (PROIBIDA NO BRASIL) E ELE NEM ME QUESTIONOU SOBRE ISSO, SOMENTE ME COBROU, NA EPOCA 1.500,00 DOLARES A MAIS PELA ESCOLHA DO SEXO DE MEUS BEBES. TENHO FILHAS GEMEAS DE 5 ANOS E NÃO SOU FRUSTADA E SIM MAIS UMA DE SUAS VITIMAS. PROCUREI A CLINICA POR INDICACÃO MEDICA E NÃO POR CAPRICHO.
15:09
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Caso polêmico

RIO - O "Fantástico" visitou o castelo do deputado Edmar Moreira (DEM-MG), avaliado em mais de R$ 20 milhões. São 36 suítes, uma delas em três andares de uma torre. Há piscinas, lago e jardins. Pressionado após a denúncia de O GLOBO e acusado de não declarar o castelo em seu Imposto de Renda, Edmar renunciou à corregedoria. O caso chegou à Justiça Eleitoral.

Dizendo-se perseguido, o deputado pediu desligamento de seu partido, o DEM, e aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Se o tribunal entender que ele foi mesmo perseguido, Edmar poderá mudar de partido. Caso contrário, perderá o mandato.


O deputado estadual de Minas Gerais Leonardo Moreira, filho de Edmar, defende o pai:
- O deputado Edmar Moreira não é dono de castelo. O castelo foi transferido há mais de 16 anos para mim e para meu irmão e, por isso, não poderia constar no seu Imposto de Renda -
Foi Leonardo quem abriu o castelo, com exclusividade, para o Fantástico.


Patricia: O salão está acabado. Tem móveis. Ele foi habitado em algum momento?

Leonardo: Não. De 1982 a 1990 foi o período da sua construção, ele foi finalizado em 1990. Desde então ele nunca foi habitado.
Das 36 suítes, 32 ficam no segundo andar. As outras quatro ocupam a torre do castelo. Cada banheiro tem um desenho diferente, uma arquitetura diferente, e também materiais diferentes. Um, por exemplo, é feito de mármore azul.
- No Brasil, na época, não se encontrava desse material justamente porque um sheik havia comprado todo esse estoque em nosso país para revestir o castelo dele, que era o dobro desse aqui, de revestimento externo - comenta o deputado.

Patricia: Chegamos ao último andar. É a quarta suíte, a última delas e também a principal. A suíte é um triplex. Tem três andares. No primeiro tem um espaço para sala, com banheiro. Subindo, tem uma antessala e depois, no outro nível, o quarto. Só para ter uma idéia, quantos metros quadrados mais ou menos tem esse quarto?

Leonardo: Aproximadamente 100, 110 metros quadrados os três andares.

Patricia: Maior que a casa de muita gente.

Leonardo: Maior do que a casa de muita gente e pequeno para muito hotel que existe hoje em dia.

Patricia: Com que finalidade este castelo foi construído?

Leonardo: Com a finalidade exclusiva de se abrigar aqui um hotel que pudesse atrair um turismo nacional e internacional na região.

Patricia: Então, por que esse empreendimento nunca virou um hotel?

Leonardo: Nós tínhamos uma expectativa que a infraestrutura viária e aeroporto da região, que ela se desenvolvesse e, na verdade, o que houve foi uma retração. Ao invés de melhorar, ela piorou.

Patricia: Ha muitas histórias de que este castelo viraria um cassino. Tem também ex-funcionários que contam que muitos políticos vinham para cá para jogar. O que tem de verdade nisso?

Leonardo: Nunca houve um projeto para que isto aqui se tornasse um cassino e sim um hotel.

Patricia: De onde veio esse dinheiro?

Leonardo: esse dinheiro veio do lastro financeiro que o empresário Edmar Moreira, na década de 1980 tinha, que pode ser comprovado. Ele tinha lastro empresarial na época para construir não só este castelo e qualquer outro empreendimento.

Patricia: Você tem provas disso de que esse dinheiro saiu do empresário e não do político?

Leonardo: Muito mais do que eu ter provas, eu confio na justiça, eu confio no Ministério Público, eu confio no Poder Judiciário, eu estou lhe franqueando a minha declaração de Imposto de Renda, onde isso se encontra lançado.

Em uma cópia do Imposto de Renda de 2007, Leonardo declara ser dono de metade da propriedade. Ele afirma que, ao receber o castelo do pai, em 1993, o valor total do imóvel era R$ 6,4 milhões. Hoje, claro, vale muito mais.

Patrícia: Hoje se tivesse interessado com cheque de R$ 25 milhões, o senhor venderia o castelo?

Leonardo: Com certeza.

Patricia: O que muita gente também pergunta, se esse dinheiro é legal, veio do seu pai, ele financiou esse castelo, porque que logo depois ele passou para o nome dos dois filhos?

Leonardo: Na época ele era um empresário de sucesso do ramo de segurança privada. Em 1990, com o lastro financeiro muito grande, entrou na vida pública, estava se dedicando a vida publica e se desligando das empresas.


A Procuradoria-Geral da República investigou a vida empresarial de Edmar Moreira, que é ex-oficial da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele responde a mais de duas mil ações trabalhistas, e é acusado de não ter pagadoo juros, correção monetária e multas sobre as dívidas. Edmar era um dos deputados que recebiam o salário em dinheiro vivo. Seria um modo de continuar tendo acesso ao dinheiro, caso uma decisão judicial bloqueasse os bens dele.


Patrícia: O senhor, como filho, não se sente de uma certa forma desconfortável de ter isso sabendo que o seu pai deve para muita gente, muitas pessoas.

Leonardo: todos nos sentimos desconfortáveis a partir de que qualquer pessoa no mundo pode estar sofrendo algum flagelo. Seria uma desumanidade muito grande de minha parte não admitir isso.
O deputado Edmar Moreira não quis gravar entrevista. O Tribunal Superior Eleitoral só vai começar a decidir o destino do deputado federal depois que o partido dele, o DEM, se manifestar sobre o pedido de desligamento, o que deve acontecer nesta semana.


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Caso polêmico

RIO - O "Fantástico" visitou o castelo do deputado Edmar Moreira (DEM-MG), avaliado em mais de R$ 20 milhões. São 36 suítes, uma delas em três andares de uma torre. Há piscinas, lago e jardins. Pressionado após a denúncia de O GLOBO e acusado de não declarar o castelo em seu Imposto de Renda, Edmar renunciou à corregedoria. O caso chegou à Justiça Eleitoral.

Dizendo-se perseguido, o deputado pediu desligamento de seu partido, o DEM, e aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Se o tribunal entender que ele foi mesmo perseguido, Edmar poderá mudar de partido. Caso contrário, perderá o mandato.


O deputado estadual de Minas Gerais Leonardo Moreira, filho de Edmar, defende o pai:
- O deputado Edmar Moreira não é dono de castelo. O castelo foi transferido há mais de 16 anos para mim e para meu irmão e, por isso, não poderia constar no seu Imposto de Renda -
Foi Leonardo quem abriu o castelo, com exclusividade, para o Fantástico.


Patricia: O salão está acabado. Tem móveis. Ele foi habitado em algum momento?

Leonardo: Não. De 1982 a 1990 foi o período da sua construção, ele foi finalizado em 1990. Desde então ele nunca foi habitado.
Das 36 suítes, 32 ficam no segundo andar. As outras quatro ocupam a torre do castelo. Cada banheiro tem um desenho diferente, uma arquitetura diferente, e também materiais diferentes. Um, por exemplo, é feito de mármore azul.
- No Brasil, na época, não se encontrava desse material justamente porque um sheik havia comprado todo esse estoque em nosso país para revestir o castelo dele, que era o dobro desse aqui, de revestimento externo - comenta o deputado.

Patricia: Chegamos ao último andar. É a quarta suíte, a última delas e também a principal. A suíte é um triplex. Tem três andares. No primeiro tem um espaço para sala, com banheiro. Subindo, tem uma antessala e depois, no outro nível, o quarto. Só para ter uma idéia, quantos metros quadrados mais ou menos tem esse quarto?

Leonardo: Aproximadamente 100, 110 metros quadrados os três andares.

Patricia: Maior que a casa de muita gente.

Leonardo: Maior do que a casa de muita gente e pequeno para muito hotel que existe hoje em dia.

Patricia: Com que finalidade este castelo foi construído?

Leonardo: Com a finalidade exclusiva de se abrigar aqui um hotel que pudesse atrair um turismo nacional e internacional na região.

Patricia: Então, por que esse empreendimento nunca virou um hotel?

Leonardo: Nós tínhamos uma expectativa que a infraestrutura viária e aeroporto da região, que ela se desenvolvesse e, na verdade, o que houve foi uma retração. Ao invés de melhorar, ela piorou.

Patricia: Ha muitas histórias de que este castelo viraria um cassino. Tem também ex-funcionários que contam que muitos políticos vinham para cá para jogar. O que tem de verdade nisso?

Leonardo: Nunca houve um projeto para que isto aqui se tornasse um cassino e sim um hotel.

Patricia: De onde veio esse dinheiro?

Leonardo: esse dinheiro veio do lastro financeiro que o empresário Edmar Moreira, na década de 1980 tinha, que pode ser comprovado. Ele tinha lastro empresarial na época para construir não só este castelo e qualquer outro empreendimento.

Patricia: Você tem provas disso de que esse dinheiro saiu do empresário e não do político?

Leonardo: Muito mais do que eu ter provas, eu confio na justiça, eu confio no Ministério Público, eu confio no Poder Judiciário, eu estou lhe franqueando a minha declaração de Imposto de Renda, onde isso se encontra lançado.

Em uma cópia do Imposto de Renda de 2007, Leonardo declara ser dono de metade da propriedade. Ele afirma que, ao receber o castelo do pai, em 1993, o valor total do imóvel era R$ 6,4 milhões. Hoje, claro, vale muito mais.

Patrícia: Hoje se tivesse interessado com cheque de R$ 25 milhões, o senhor venderia o castelo?

Leonardo: Com certeza.

Patricia: O que muita gente também pergunta, se esse dinheiro é legal, veio do seu pai, ele financiou esse castelo, porque que logo depois ele passou para o nome dos dois filhos?

Leonardo: Na época ele era um empresário de sucesso do ramo de segurança privada. Em 1990, com o lastro financeiro muito grande, entrou na vida pública, estava se dedicando a vida publica e se desligando das empresas.


A Procuradoria-Geral da República investigou a vida empresarial de Edmar Moreira, que é ex-oficial da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele responde a mais de duas mil ações trabalhistas, e é acusado de não ter pagadoo juros, correção monetária e multas sobre as dívidas. Edmar era um dos deputados que recebiam o salário em dinheiro vivo. Seria um modo de continuar tendo acesso ao dinheiro, caso uma decisão judicial bloqueasse os bens dele.


Patrícia: O senhor, como filho, não se sente de uma certa forma desconfortável de ter isso sabendo que o seu pai deve para muita gente, muitas pessoas.

Leonardo: todos nos sentimos desconfortáveis a partir de que qualquer pessoa no mundo pode estar sofrendo algum flagelo. Seria uma desumanidade muito grande de minha parte não admitir isso.
O deputado Edmar Moreira não quis gravar entrevista. O Tribunal Superior Eleitoral só vai começar a decidir o destino do deputado federal depois que o partido dele, o DEM, se manifestar sobre o pedido de desligamento, o que deve acontecer nesta semana.


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Caso polêmico

RIO - O "Fantástico" visitou o castelo do deputado Edmar Moreira (DEM-MG), avaliado em mais de R$ 20 milhões. São 36 suítes, uma delas em três andares de uma torre. Há piscinas, lago e jardins. Pressionado após a denúncia de O GLOBO e acusado de não declarar o castelo em seu Imposto de Renda, Edmar renunciou à corregedoria. O caso chegou à Justiça Eleitoral.

Dizendo-se perseguido, o deputado pediu desligamento de seu partido, o DEM, e aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Se o tribunal entender que ele foi mesmo perseguido, Edmar poderá mudar de partido. Caso contrário, perderá o mandato.


O deputado estadual de Minas Gerais Leonardo Moreira, filho de Edmar, defende o pai:
- O deputado Edmar Moreira não é dono de castelo. O castelo foi transferido há mais de 16 anos para mim e para meu irmão e, por isso, não poderia constar no seu Imposto de Renda -
Foi Leonardo quem abriu o castelo, com exclusividade, para o Fantástico.


Patricia: O salão está acabado. Tem móveis. Ele foi habitado em algum momento?

Leonardo: Não. De 1982 a 1990 foi o período da sua construção, ele foi finalizado em 1990. Desde então ele nunca foi habitado.
Das 36 suítes, 32 ficam no segundo andar. As outras quatro ocupam a torre do castelo. Cada banheiro tem um desenho diferente, uma arquitetura diferente, e também materiais diferentes. Um, por exemplo, é feito de mármore azul.
- No Brasil, na época, não se encontrava desse material justamente porque um sheik havia comprado todo esse estoque em nosso país para revestir o castelo dele, que era o dobro desse aqui, de revestimento externo - comenta o deputado.

Patricia: Chegamos ao último andar. É a quarta suíte, a última delas e também a principal. A suíte é um triplex. Tem três andares. No primeiro tem um espaço para sala, com banheiro. Subindo, tem uma antessala e depois, no outro nível, o quarto. Só para ter uma idéia, quantos metros quadrados mais ou menos tem esse quarto?

Leonardo: Aproximadamente 100, 110 metros quadrados os três andares.

Patricia: Maior que a casa de muita gente.

Leonardo: Maior do que a casa de muita gente e pequeno para muito hotel que existe hoje em dia.

Patricia: Com que finalidade este castelo foi construído?

Leonardo: Com a finalidade exclusiva de se abrigar aqui um hotel que pudesse atrair um turismo nacional e internacional na região.

Patricia: Então, por que esse empreendimento nunca virou um hotel?

Leonardo: Nós tínhamos uma expectativa que a infraestrutura viária e aeroporto da região, que ela se desenvolvesse e, na verdade, o que houve foi uma retração. Ao invés de melhorar, ela piorou.

Patricia: Ha muitas histórias de que este castelo viraria um cassino. Tem também ex-funcionários que contam que muitos políticos vinham para cá para jogar. O que tem de verdade nisso?

Leonardo: Nunca houve um projeto para que isto aqui se tornasse um cassino e sim um hotel.

Patricia: De onde veio esse dinheiro?

Leonardo: esse dinheiro veio do lastro financeiro que o empresário Edmar Moreira, na década de 1980 tinha, que pode ser comprovado. Ele tinha lastro empresarial na época para construir não só este castelo e qualquer outro empreendimento.

Patricia: Você tem provas disso de que esse dinheiro saiu do empresário e não do político?

Leonardo: Muito mais do que eu ter provas, eu confio na justiça, eu confio no Ministério Público, eu confio no Poder Judiciário, eu estou lhe franqueando a minha declaração de Imposto de Renda, onde isso se encontra lançado.

Em uma cópia do Imposto de Renda de 2007, Leonardo declara ser dono de metade da propriedade. Ele afirma que, ao receber o castelo do pai, em 1993, o valor total do imóvel era R$ 6,4 milhões. Hoje, claro, vale muito mais.

Patrícia: Hoje se tivesse interessado com cheque de R$ 25 milhões, o senhor venderia o castelo?

Leonardo: Com certeza.

Patricia: O que muita gente também pergunta, se esse dinheiro é legal, veio do seu pai, ele financiou esse castelo, porque que logo depois ele passou para o nome dos dois filhos?

Leonardo: Na época ele era um empresário de sucesso do ramo de segurança privada. Em 1990, com o lastro financeiro muito grande, entrou na vida pública, estava se dedicando a vida publica e se desligando das empresas.


A Procuradoria-Geral da República investigou a vida empresarial de Edmar Moreira, que é ex-oficial da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele responde a mais de duas mil ações trabalhistas, e é acusado de não ter pagadoo juros, correção monetária e multas sobre as dívidas. Edmar era um dos deputados que recebiam o salário em dinheiro vivo. Seria um modo de continuar tendo acesso ao dinheiro, caso uma decisão judicial bloqueasse os bens dele.


Patrícia: O senhor, como filho, não se sente de uma certa forma desconfortável de ter isso sabendo que o seu pai deve para muita gente, muitas pessoas.

Leonardo: todos nos sentimos desconfortáveis a partir de que qualquer pessoa no mundo pode estar sofrendo algum flagelo. Seria uma desumanidade muito grande de minha parte não admitir isso.
O deputado Edmar Moreira não quis gravar entrevista. O Tribunal Superior Eleitoral só vai começar a decidir o destino do deputado federal depois que o partido dele, o DEM, se manifestar sobre o pedido de desligamento, o que deve acontecer nesta semana.


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Caso polêmico

RIO - O "Fantástico" visitou o castelo do deputado Edmar Moreira (DEM-MG), avaliado em mais de R$ 20 milhões. São 36 suítes, uma delas em três andares de uma torre. Há piscinas, lago e jardins. Pressionado após a denúncia de O GLOBO e acusado de não declarar o castelo em seu Imposto de Renda, Edmar renunciou à corregedoria. O caso chegou à Justiça Eleitoral.

Dizendo-se perseguido, o deputado pediu desligamento de seu partido, o DEM, e aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Se o tribunal entender que ele foi mesmo perseguido, Edmar poderá mudar de partido. Caso contrário, perderá o mandato.


O deputado estadual de Minas Gerais Leonardo Moreira, filho de Edmar, defende o pai:
- O deputado Edmar Moreira não é dono de castelo. O castelo foi transferido há mais de 16 anos para mim e para meu irmão e, por isso, não poderia constar no seu Imposto de Renda -
Foi Leonardo quem abriu o castelo, com exclusividade, para o Fantástico.


Patricia: O salão está acabado. Tem móveis. Ele foi habitado em algum momento?

Leonardo: Não. De 1982 a 1990 foi o período da sua construção, ele foi finalizado em 1990. Desde então ele nunca foi habitado.
Das 36 suítes, 32 ficam no segundo andar. As outras quatro ocupam a torre do castelo. Cada banheiro tem um desenho diferente, uma arquitetura diferente, e também materiais diferentes. Um, por exemplo, é feito de mármore azul.
- No Brasil, na época, não se encontrava desse material justamente porque um sheik havia comprado todo esse estoque em nosso país para revestir o castelo dele, que era o dobro desse aqui, de revestimento externo - comenta o deputado.

Patricia: Chegamos ao último andar. É a quarta suíte, a última delas e também a principal. A suíte é um triplex. Tem três andares. No primeiro tem um espaço para sala, com banheiro. Subindo, tem uma antessala e depois, no outro nível, o quarto. Só para ter uma idéia, quantos metros quadrados mais ou menos tem esse quarto?

Leonardo: Aproximadamente 100, 110 metros quadrados os três andares.

Patricia: Maior que a casa de muita gente.

Leonardo: Maior do que a casa de muita gente e pequeno para muito hotel que existe hoje em dia.

Patricia: Com que finalidade este castelo foi construído?

Leonardo: Com a finalidade exclusiva de se abrigar aqui um hotel que pudesse atrair um turismo nacional e internacional na região.

Patricia: Então, por que esse empreendimento nunca virou um hotel?

Leonardo: Nós tínhamos uma expectativa que a infraestrutura viária e aeroporto da região, que ela se desenvolvesse e, na verdade, o que houve foi uma retração. Ao invés de melhorar, ela piorou.

Patricia: Ha muitas histórias de que este castelo viraria um cassino. Tem também ex-funcionários que contam que muitos políticos vinham para cá para jogar. O que tem de verdade nisso?

Leonardo: Nunca houve um projeto para que isto aqui se tornasse um cassino e sim um hotel.

Patricia: De onde veio esse dinheiro?

Leonardo: esse dinheiro veio do lastro financeiro que o empresário Edmar Moreira, na década de 1980 tinha, que pode ser comprovado. Ele tinha lastro empresarial na época para construir não só este castelo e qualquer outro empreendimento.

Patricia: Você tem provas disso de que esse dinheiro saiu do empresário e não do político?

Leonardo: Muito mais do que eu ter provas, eu confio na justiça, eu confio no Ministério Público, eu confio no Poder Judiciário, eu estou lhe franqueando a minha declaração de Imposto de Renda, onde isso se encontra lançado.

Em uma cópia do Imposto de Renda de 2007, Leonardo declara ser dono de metade da propriedade. Ele afirma que, ao receber o castelo do pai, em 1993, o valor total do imóvel era R$ 6,4 milhões. Hoje, claro, vale muito mais.

Patrícia: Hoje se tivesse interessado com cheque de R$ 25 milhões, o senhor venderia o castelo?

Leonardo: Com certeza.

Patricia: O que muita gente também pergunta, se esse dinheiro é legal, veio do seu pai, ele financiou esse castelo, porque que logo depois ele passou para o nome dos dois filhos?

Leonardo: Na época ele era um empresário de sucesso do ramo de segurança privada. Em 1990, com o lastro financeiro muito grande, entrou na vida pública, estava se dedicando a vida publica e se desligando das empresas.


A Procuradoria-Geral da República investigou a vida empresarial de Edmar Moreira, que é ex-oficial da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele responde a mais de duas mil ações trabalhistas, e é acusado de não ter pagadoo juros, correção monetária e multas sobre as dívidas. Edmar era um dos deputados que recebiam o salário em dinheiro vivo. Seria um modo de continuar tendo acesso ao dinheiro, caso uma decisão judicial bloqueasse os bens dele.


Patrícia: O senhor, como filho, não se sente de uma certa forma desconfortável de ter isso sabendo que o seu pai deve para muita gente, muitas pessoas.

Leonardo: todos nos sentimos desconfortáveis a partir de que qualquer pessoa no mundo pode estar sofrendo algum flagelo. Seria uma desumanidade muito grande de minha parte não admitir isso.
O deputado Edmar Moreira não quis gravar entrevista. O Tribunal Superior Eleitoral só vai começar a decidir o destino do deputado federal depois que o partido dele, o DEM, se manifestar sobre o pedido de desligamento, o que deve acontecer nesta semana.


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RIO - O "Fantástico" visitou o castelo do deputado Edmar Moreira (DEM-MG), avaliado em mais de R$ 20 milhões. São 36 suítes, uma delas em três andares de uma torre. Há piscinas, lago e jardins. Pressionado após a denúncia de O GLOBO e acusado de não declarar o castelo em seu Imposto de Renda, Edmar renunciou à corregedoria. O caso chegou à Justiça Eleitoral.

Dizendo-se perseguido, o deputado pediu desligamento de seu partido, o DEM, e aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Se o tribunal entender que ele foi mesmo perseguido, Edmar poderá mudar de partido. Caso contrário, perderá o mandato.


O deputado estadual de Minas Gerais Leonardo Moreira, filho de Edmar, defende o pai:
- O deputado Edmar Moreira não é dono de castelo. O castelo foi transferido há mais de 16 anos para mim e para meu irmão e, por isso, não poderia constar no seu Imposto de Renda -
Foi Leonardo quem abriu o castelo, com exclusividade, para o Fantástico.


Patricia: O salão está acabado. Tem móveis. Ele foi habitado em algum momento?

Leonardo: Não. De 1982 a 1990 foi o período da sua construção, ele foi finalizado em 1990. Desde então ele nunca foi habitado.
Das 36 suítes, 32 ficam no segundo andar. As outras quatro ocupam a torre do castelo. Cada banheiro tem um desenho diferente, uma arquitetura diferente, e também materiais diferentes. Um, por exemplo, é feito de mármore azul.
- No Brasil, na época, não se encontrava desse material justamente porque um sheik havia comprado todo esse estoque em nosso país para revestir o castelo dele, que era o dobro desse aqui, de revestimento externo - comenta o deputado.

Patricia: Chegamos ao último andar. É a quarta suíte, a última delas e também a principal. A suíte é um triplex. Tem três andares. No primeiro tem um espaço para sala, com banheiro. Subindo, tem uma antessala e depois, no outro nível, o quarto. Só para ter uma idéia, quantos metros quadrados mais ou menos tem esse quarto?

Leonardo: Aproximadamente 100, 110 metros quadrados os três andares.

Patricia: Maior que a casa de muita gente.

Leonardo: Maior do que a casa de muita gente e pequeno para muito hotel que existe hoje em dia.

Patricia: Com que finalidade este castelo foi construído?

Leonardo: Com a finalidade exclusiva de se abrigar aqui um hotel que pudesse atrair um turismo nacional e internacional na região.

Patricia: Então, por que esse empreendimento nunca virou um hotel?

Leonardo: Nós tínhamos uma expectativa que a infraestrutura viária e aeroporto da região, que ela se desenvolvesse e, na verdade, o que houve foi uma retração. Ao invés de melhorar, ela piorou.

Patricia: Ha muitas histórias de que este castelo viraria um cassino. Tem também ex-funcionários que contam que muitos políticos vinham para cá para jogar. O que tem de verdade nisso?

Leonardo: Nunca houve um projeto para que isto aqui se tornasse um cassino e sim um hotel.

Patricia: De onde veio esse dinheiro?

Leonardo: esse dinheiro veio do lastro financeiro que o empresário Edmar Moreira, na década de 1980 tinha, que pode ser comprovado. Ele tinha lastro empresarial na época para construir não só este castelo e qualquer outro empreendimento.

Patricia: Você tem provas disso de que esse dinheiro saiu do empresário e não do político?

Leonardo: Muito mais do que eu ter provas, eu confio na justiça, eu confio no Ministério Público, eu confio no Poder Judiciário, eu estou lhe franqueando a minha declaração de Imposto de Renda, onde isso se encontra lançado.

Em uma cópia do Imposto de Renda de 2007, Leonardo declara ser dono de metade da propriedade. Ele afirma que, ao receber o castelo do pai, em 1993, o valor total do imóvel era R$ 6,4 milhões. Hoje, claro, vale muito mais.

Patrícia: Hoje se tivesse interessado com cheque de R$ 25 milhões, o senhor venderia o castelo?

Leonardo: Com certeza.

Patricia: O que muita gente também pergunta, se esse dinheiro é legal, veio do seu pai, ele financiou esse castelo, porque que logo depois ele passou para o nome dos dois filhos?

Leonardo: Na época ele era um empresário de sucesso do ramo de segurança privada. Em 1990, com o lastro financeiro muito grande, entrou na vida pública, estava se dedicando a vida publica e se desligando das empresas.


A Procuradoria-Geral da República investigou a vida empresarial de Edmar Moreira, que é ex-oficial da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele responde a mais de duas mil ações trabalhistas, e é acusado de não ter pagadoo juros, correção monetária e multas sobre as dívidas. Edmar era um dos deputados que recebiam o salário em dinheiro vivo. Seria um modo de continuar tendo acesso ao dinheiro, caso uma decisão judicial bloqueasse os bens dele.


Patrícia: O senhor, como filho, não se sente de uma certa forma desconfortável de ter isso sabendo que o seu pai deve para muita gente, muitas pessoas.

Leonardo: todos nos sentimos desconfortáveis a partir de que qualquer pessoa no mundo pode estar sofrendo algum flagelo. Seria uma desumanidade muito grande de minha parte não admitir isso.
O deputado Edmar Moreira não quis gravar entrevista. O Tribunal Superior Eleitoral só vai começar a decidir o destino do deputado federal depois que o partido dele, o DEM, se manifestar sobre o pedido de desligamento, o que deve acontecer nesta semana.


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Caso polêmico

RIO - O "Fantástico" visitou o castelo do deputado Edmar Moreira (DEM-MG), avaliado em mais de R$ 20 milhões. São 36 suítes, uma delas em três andares de uma torre. Há piscinas, lago e jardins. Pressionado após a denúncia de O GLOBO e acusado de não declarar o castelo em seu Imposto de Renda, Edmar renunciou à corregedoria. O caso chegou à Justiça Eleitoral.

Dizendo-se perseguido, o deputado pediu desligamento de seu partido, o DEM, e aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Se o tribunal entender que ele foi mesmo perseguido, Edmar poderá mudar de partido. Caso contrário, perderá o mandato.


O deputado estadual de Minas Gerais Leonardo Moreira, filho de Edmar, defende o pai:
- O deputado Edmar Moreira não é dono de castelo. O castelo foi transferido há mais de 16 anos para mim e para meu irmão e, por isso, não poderia constar no seu Imposto de Renda -
Foi Leonardo quem abriu o castelo, com exclusividade, para o Fantástico.


Patricia: O salão está acabado. Tem móveis. Ele foi habitado em algum momento?

Leonardo: Não. De 1982 a 1990 foi o período da sua construção, ele foi finalizado em 1990. Desde então ele nunca foi habitado.
Das 36 suítes, 32 ficam no segundo andar. As outras quatro ocupam a torre do castelo. Cada banheiro tem um desenho diferente, uma arquitetura diferente, e também materiais diferentes. Um, por exemplo, é feito de mármore azul.
- No Brasil, na época, não se encontrava desse material justamente porque um sheik havia comprado todo esse estoque em nosso país para revestir o castelo dele, que era o dobro desse aqui, de revestimento externo - comenta o deputado.

Patricia: Chegamos ao último andar. É a quarta suíte, a última delas e também a principal. A suíte é um triplex. Tem três andares. No primeiro tem um espaço para sala, com banheiro. Subindo, tem uma antessala e depois, no outro nível, o quarto. Só para ter uma idéia, quantos metros quadrados mais ou menos tem esse quarto?

Leonardo: Aproximadamente 100, 110 metros quadrados os três andares.

Patricia: Maior que a casa de muita gente.

Leonardo: Maior do que a casa de muita gente e pequeno para muito hotel que existe hoje em dia.

Patricia: Com que finalidade este castelo foi construído?

Leonardo: Com a finalidade exclusiva de se abrigar aqui um hotel que pudesse atrair um turismo nacional e internacional na região.

Patricia: Então, por que esse empreendimento nunca virou um hotel?

Leonardo: Nós tínhamos uma expectativa que a infraestrutura viária e aeroporto da região, que ela se desenvolvesse e, na verdade, o que houve foi uma retração. Ao invés de melhorar, ela piorou.

Patricia: Ha muitas histórias de que este castelo viraria um cassino. Tem também ex-funcionários que contam que muitos políticos vinham para cá para jogar. O que tem de verdade nisso?

Leonardo: Nunca houve um projeto para que isto aqui se tornasse um cassino e sim um hotel.

Patricia: De onde veio esse dinheiro?

Leonardo: esse dinheiro veio do lastro financeiro que o empresário Edmar Moreira, na década de 1980 tinha, que pode ser comprovado. Ele tinha lastro empresarial na época para construir não só este castelo e qualquer outro empreendimento.

Patricia: Você tem provas disso de que esse dinheiro saiu do empresário e não do político?

Leonardo: Muito mais do que eu ter provas, eu confio na justiça, eu confio no Ministério Público, eu confio no Poder Judiciário, eu estou lhe franqueando a minha declaração de Imposto de Renda, onde isso se encontra lançado.

Em uma cópia do Imposto de Renda de 2007, Leonardo declara ser dono de metade da propriedade. Ele afirma que, ao receber o castelo do pai, em 1993, o valor total do imóvel era R$ 6,4 milhões. Hoje, claro, vale muito mais.

Patrícia: Hoje se tivesse interessado com cheque de R$ 25 milhões, o senhor venderia o castelo?

Leonardo: Com certeza.

Patricia: O que muita gente também pergunta, se esse dinheiro é legal, veio do seu pai, ele financiou esse castelo, porque que logo depois ele passou para o nome dos dois filhos?

Leonardo: Na época ele era um empresário de sucesso do ramo de segurança privada. Em 1990, com o lastro financeiro muito grande, entrou na vida pública, estava se dedicando a vida publica e se desligando das empresas.


A Procuradoria-Geral da República investigou a vida empresarial de Edmar Moreira, que é ex-oficial da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele responde a mais de duas mil ações trabalhistas, e é acusado de não ter pagadoo juros, correção monetária e multas sobre as dívidas. Edmar era um dos deputados que recebiam o salário em dinheiro vivo. Seria um modo de continuar tendo acesso ao dinheiro, caso uma decisão judicial bloqueasse os bens dele.


Patrícia: O senhor, como filho, não se sente de uma certa forma desconfortável de ter isso sabendo que o seu pai deve para muita gente, muitas pessoas.

Leonardo: todos nos sentimos desconfortáveis a partir de que qualquer pessoa no mundo pode estar sofrendo algum flagelo. Seria uma desumanidade muito grande de minha parte não admitir isso.
O deputado Edmar Moreira não quis gravar entrevista. O Tribunal Superior Eleitoral só vai começar a decidir o destino do deputado federal depois que o partido dele, o DEM, se manifestar sobre o pedido de desligamento, o que deve acontecer nesta semana.


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RIO - O "Fantástico" visitou o castelo do deputado Edmar Moreira (DEM-MG), avaliado em mais de R$ 20 milhões. São 36 suítes, uma delas em três andares de uma torre. Há piscinas, lago e jardins. Pressionado após a denúncia de O GLOBO e acusado de não declarar o castelo em seu Imposto de Renda, Edmar renunciou à corregedoria. O caso chegou à Justiça Eleitoral.

Dizendo-se perseguido, o deputado pediu desligamento de seu partido, o DEM, e aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Se o tribunal entender que ele foi mesmo perseguido, Edmar poderá mudar de partido. Caso contrário, perderá o mandato.


O deputado estadual de Minas Gerais Leonardo Moreira, filho de Edmar, defende o pai:
- O deputado Edmar Moreira não é dono de castelo. O castelo foi transferido há mais de 16 anos para mim e para meu irmão e, por isso, não poderia constar no seu Imposto de Renda -
Foi Leonardo quem abriu o castelo, com exclusividade, para o Fantástico.


Patricia: O salão está acabado. Tem móveis. Ele foi habitado em algum momento?

Leonardo: Não. De 1982 a 1990 foi o período da sua construção, ele foi finalizado em 1990. Desde então ele nunca foi habitado.
Das 36 suítes, 32 ficam no segundo andar. As outras quatro ocupam a torre do castelo. Cada banheiro tem um desenho diferente, uma arquitetura diferente, e também materiais diferentes. Um, por exemplo, é feito de mármore azul.
- No Brasil, na época, não se encontrava desse material justamente porque um sheik havia comprado todo esse estoque em nosso país para revestir o castelo dele, que era o dobro desse aqui, de revestimento externo - comenta o deputado.

Patricia: Chegamos ao último andar. É a quarta suíte, a última delas e também a principal. A suíte é um triplex. Tem três andares. No primeiro tem um espaço para sala, com banheiro. Subindo, tem uma antessala e depois, no outro nível, o quarto. Só para ter uma idéia, quantos metros quadrados mais ou menos tem esse quarto?

Leonardo: Aproximadamente 100, 110 metros quadrados os três andares.

Patricia: Maior que a casa de muita gente.

Leonardo: Maior do que a casa de muita gente e pequeno para muito hotel que existe hoje em dia.

Patricia: Com que finalidade este castelo foi construído?

Leonardo: Com a finalidade exclusiva de se abrigar aqui um hotel que pudesse atrair um turismo nacional e internacional na região.

Patricia: Então, por que esse empreendimento nunca virou um hotel?

Leonardo: Nós tínhamos uma expectativa que a infraestrutura viária e aeroporto da região, que ela se desenvolvesse e, na verdade, o que houve foi uma retração. Ao invés de melhorar, ela piorou.

Patricia: Ha muitas histórias de que este castelo viraria um cassino. Tem também ex-funcionários que contam que muitos políticos vinham para cá para jogar. O que tem de verdade nisso?