notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
15.2.09
SÃO PAULO - O advogado Paulo Oliveira, pai da brasileira que teria sido agredida por skinheads na Suíça, disse que a filha sofre de lúpus. A doença rara atinge, na maioria das vezes, mulheres em idade fértil e pode levar ao aborto. As informações foram divulgadas pelo jornal Neue Zürcher Zeitung.
O reumatologista Ricardo Fuller explica que o lúpus desencadeia um mecanismo de agressão ao organismo por meio do próprio sistema de anticorpos da pessoa.
- O sistema imunológico pára de reconhecer partes do organismo, como alguns órgãos, por exemplo - afirmou.
Ainda segundo o jornal, o pai de Paula Oliveira descobriu há pouco tempo que a gravidez da filha não era acompanhada por um medico suíço, mas sim por uma médica portuguesa, cuja situação profissional no país seria "irregular". Por isso, ela não teria dado o nome da profissional.

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

SÃO PAULO - O advogado Paulo Oliveira, pai da brasileira que teria sido agredida por skinheads na Suíça, disse que a filha sofre de lúpus. A doença rara atinge, na maioria das vezes, mulheres em idade fértil e pode levar ao aborto. As informações foram divulgadas pelo jornal Neue Zürcher Zeitung.
O reumatologista Ricardo Fuller explica que o lúpus desencadeia um mecanismo de agressão ao organismo por meio do próprio sistema de anticorpos da pessoa.
- O sistema imunológico pára de reconhecer partes do organismo, como alguns órgãos, por exemplo - afirmou.
Ainda segundo o jornal, o pai de Paula Oliveira descobriu há pouco tempo que a gravidez da filha não era acompanhada por um medico suíço, mas sim por uma médica portuguesa, cuja situação profissional no país seria "irregular". Por isso, ela não teria dado o nome da profissional.

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

SÃO PAULO - O advogado Paulo Oliveira, pai da brasileira que teria sido agredida por skinheads na Suíça, disse que a filha sofre de lúpus. A doença rara atinge, na maioria das vezes, mulheres em idade fértil e pode levar ao aborto. As informações foram divulgadas pelo jornal Neue Zürcher Zeitung.
O reumatologista Ricardo Fuller explica que o lúpus desencadeia um mecanismo de agressão ao organismo por meio do próprio sistema de anticorpos da pessoa.
- O sistema imunológico pára de reconhecer partes do organismo, como alguns órgãos, por exemplo - afirmou.
Ainda segundo o jornal, o pai de Paula Oliveira descobriu há pouco tempo que a gravidez da filha não era acompanhada por um medico suíço, mas sim por uma médica portuguesa, cuja situação profissional no país seria "irregular". Por isso, ela não teria dado o nome da profissional.

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

SÃO PAULO - O advogado Paulo Oliveira, pai da brasileira que teria sido agredida por skinheads na Suíça, disse que a filha sofre de lúpus. A doença rara atinge, na maioria das vezes, mulheres em idade fértil e pode levar ao aborto. As informações foram divulgadas pelo jornal Neue Zürcher Zeitung.
O reumatologista Ricardo Fuller explica que o lúpus desencadeia um mecanismo de agressão ao organismo por meio do próprio sistema de anticorpos da pessoa.
- O sistema imunológico pára de reconhecer partes do organismo, como alguns órgãos, por exemplo - afirmou.
Ainda segundo o jornal, o pai de Paula Oliveira descobriu há pouco tempo que a gravidez da filha não era acompanhada por um medico suíço, mas sim por uma médica portuguesa, cuja situação profissional no país seria "irregular". Por isso, ela não teria dado o nome da profissional.

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

SÃO PAULO - O advogado Paulo Oliveira, pai da brasileira que teria sido agredida por skinheads na Suíça, disse que a filha sofre de lúpus. A doença rara atinge, na maioria das vezes, mulheres em idade fértil e pode levar ao aborto. As informações foram divulgadas pelo jornal Neue Zürcher Zeitung.
O reumatologista Ricardo Fuller explica que o lúpus desencadeia um mecanismo de agressão ao organismo por meio do próprio sistema de anticorpos da pessoa.
- O sistema imunológico pára de reconhecer partes do organismo, como alguns órgãos, por exemplo - afirmou.
Ainda segundo o jornal, o pai de Paula Oliveira descobriu há pouco tempo que a gravidez da filha não era acompanhada por um medico suíço, mas sim por uma médica portuguesa, cuja situação profissional no país seria "irregular". Por isso, ela não teria dado o nome da profissional.

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Pelo menos sete portugueses estão inscritos na Dignitate, que é uma clínica suíça de suicídio assistido a pessoas com doenças terminais. A informação, divulgada pelo jornal português Correio da Manhã, é de Laura Santos, professora da Universidade do Minho e estudiosa do assunto.
Ela explica a diferença entre suicídio assistido e eutanásia: o primeiro ocorre quando o doente está plenamente consciente e toma um líquido que provoca a morte e o outro se dá quando a pessoa não tem condição de decidir sobre a abreviação ou não de sua vida.
Laura acredita que, quando morrer o primeiro português na Dignitate, o suicídio assistido entrará na pauta de discussões do país, com o apoio do PS (Partido Socialista), que é favorável à legalização desse tipo de morte. O partido pretende que os portugueses tomem uma posição por intermédio de um referendo. Mas até chegar a isso, se chegar, terá de haver um intenso debate.
Na Suíça, três clínicas promovem o suicídio assistido, mas a Dignitate é a única que aceita estrangeiros. Ela pertence a uma associação sem fins lucrativos cujo funcionamento depende de voluntários e de doações.
A entidade que representa os médicos não se opõe a esse tipo de suicídio, mas na categoria há quem tema que, em caso de legalização, haja uma banalização da medida, considerando que promover a morte custa menos do que manter a vida de quem necessita de cuidados da família, remédios e leito hospitalar.
A Bélgica tem lei de suicídio assistido desde 2002 a qual tem direito somente quem estiver submetido a sofrimento físico ou psíquico insuportável em consequência de doença ou doença incurável.
Até agora, do total de belgas que se mataram dessa forma, 80% sofriam de câncer e tinha expectativa de vida de um mês, no máximo.

por João Pereira Coutinho, da Folha de S.Paulo

A última vez que o meu pai falou comigo foi para dizer o que eu já sabia. Ele estava deitado numa cama de hospital, consciente de que o fim era certo. Uma doença, uma terrível doença neurológica que se instalara dois anos antes, roubara tudo durante esse tempo. Roubara as caminhadas. Os gestos mais simples. O gosto pela mesa. E, finalmente, as palavras. Para alguém que sempre valorizara a conversa como forma suprema de civilidade, penso que o desaparecimento das palavras foi o golpe definitivo.
Restou apenas um corpo rigorosamente pétreo e inútil, mas com uma alma enorme aprisionada dentro dele. Nesse dia quente de verão, o meu pai abriu os olhos quando me aproximei; depois, abriu-os ainda mais (uma forma de chamamento).
Quando eu encostei o meu rosto ao dele, as palavras foram ditas com esforço desumano: "Máquinas, não". Não precisava dizer. A família conhecia o seu último pedido: máquinas, não. Quando o corpo se apagasse naturalmente, ele desejava partir naturalmente. Aceitando, no fundo, a conclusão do seu ciclo vital. A doença retirara-lhe muito; não lhe retirara a dignidade, que eu via intacta no seu olhar. Ligá-lo a uma máquina seria a traição definitiva ao homem que ele foi.
A minha história não tem nada de especial. É idêntica à história de incontáveis famílias que, na solidão anônima do sofrimento, se confrontam com o dilema: que fazer quando o corpo das pessoas que amamos se encaminha para o seu limbo sem possibilidade de retorno?
A questão não pode ser confundida com a vulgar eutanásia. Porque existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

A primeira opção sempre me pareceu uma negação da ética médica e, além disso, um crime objetivo, que nenhuma sociedade civilizada deveria tolerar. Uma negação da ética médica, desde logo, porque a medicina existe para curar, não para matar. E a impossibilidade de cura não implica, logicamente, a transposição da fronteira que nos conduz para o homicídio puro e simples. O "direito à morte", proclamado pelos defensores da eutanásia, sempre me pareceu uma forma encapotada de defender o "dever de morte" quando a vida humana não pode ser vivida na sua plenitude.
Acontece que é possível não viver na plenitude das nossas capacidades físicas e, apesar de tudo, levar existências válidas e mesmo felizes. O meu pai foi também um exemplo de que a quebra da autonomia individual não significou necessariamente o apagamento da sua validade como ser humano. Legitimar o "direito à morte" não é mais do que aceitar que algumas vidas, apenas porque marcadas pela doença, ocupam um patamar inferior de dignidade.

Repito: existe uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer.

O meu pai morreu no dia seguinte ao nosso último encontro. Foi uma morte sem sofrimento e sem drama.

Foi, se quiserem, um pacto justo: o corpo despediu-se dele e ele despediu-se do corpo. Mas foi também a morte de um católico: como homem de fé que era, o meu pai sempre acreditou que a vida humana depende do dedo de Deus. E eu sei que, para ele, teria sido uma suprema heresia substituir esse toque divino pelo dedo transitório dos homens.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Imagem: A carta, o pedido ao seguro jurídico e a condenação com a multa

Como todos os brasileiros foram informados, um dos motivos que levou Paula Oliveira a procurar ajuda dos pais e da imprensa no Brasil foi o sentimento de impotência e a sensação de estar sendo maltratada pela polícia suíça. Vamos aqui deixar de lado as considerações sobre o suposto ataque. Não podemos generalizar, mas o fato é que a principal "clientela" da polícia helvética é de estrangeiros (isso pode ser confirmado pelas estatísticas oficiais). Também as cadeias helvéticas têm um número proporcionalmente elevado de pessoas sem o passaporte vermelho com a cruz branca, incluindo muitos brasileiros (eu já entrevistei um deles). Psicologicamente isso talvez explique (mas não justifica) o tratamento rude dado pelas autoridades.
A Anistia Internacional na Suíça publicou em 2007 um relatório intitulado "Polícia, Justiça e Direitos Humanos", onde relatam diversos casos de abusos e racismo na Suíça.
O único deputado federal negro do Parlamento helvético, o angolano Ricardo Lumengo, contou em entrevista experiências negativas como ser jogado no chão durante uma batida somente por ter pedido a identidade de um dos policiais. Um dos agentes teria dito para ele: "98% dos negros são traficantes e por isso temos de controlar você.
"Eu mesmo também vivi uma experiência surreal. Vou contar a história para vocês, pois vale à pena. Tudo começou num domingo triste e frio de novembro do ano passado, quando as ruas de Berna estavam praticamente desertas. Como não tinha mais leite, decidir dar um pulo ao supermercado da estação de trem da cidade com a minha bicicleta. Para acompanhar-me durante o trajeto, o meu Ipod nos ouvidos. Poucos metros antes de chegar ao supermercado, repentinamente um carro da polícia me ultrapassou em alta velocidade e acendeu o sinal eletrônico exigindo que eu parasse no acostamento. O susto me fez pensar se havia atropelado, sem perceber, alguma velhinha.
Os dois agentes saltaram e logo pediram meus documentos. Acuado, entreguei-os e perguntei o motivo do controle. “Você tirou a mão do guidão, percorreu alguns metros em cima da calçada e está escutando música, todas ações perigosas no trânsito”, disse o primeiro deles. Eu olhei para os lados e não via num raio de dois quilômetros nenhum cidadão nas calçadas ou até mesmo um veículo. Afinal, nos domingos de chuva e frio, todos preferem ficar em casa. Além disso, eram 9 horas da manhã. Argumentei que era necessário passar por cima de uma calçada porque a ciclovia terminava naquele ponto.
O segundo policial foi impassível: “Então o senhor deveria ter saltado da bicicleta, caminhado os três ou quatro metros e depois retornado à rua”. Vi que a discussão era inútil. Depois de anotar os meus dados, eles disseram que registrariam a queixa na delegacia e que eu receberia em breve uma carta.
Ainda tentei argumentar, explicando-lhes que a região onde estávamos é utilizada diariamente por dependentes de drogas e traficantes e que eles teriam muito trabalho a fazer. Até a cabine telefônica vira ponto de aplicação de drogas injetáveis, pois é o único local com iluminação 24 horas por dia. Todos os habitantes vêem diariamente essas cenas.
O segundo policial, aparentemente aborrecido, apenas se limitou a explicar que existia uma delegacia anti-narcóticos responsável pelo assunto. “Só cuidamos do geral."
A carta chegou, mas não pude respondê-la por estar no exterior. Assim perdi o direito de entrar com recurso (eram 10 dias de prazo). Nela estava escrito que eu havia sido condenado e devia pagar uma multa: 300 francos (600 reais). Como bombom de consolo, minha ficha policial continuaria limpa.
Eu ainda tentei pedir auxílio aos advogados do meu seguro jurídico, mas eles disseram que eu não teria a menor chance. Condenação é condenação! A lição que aprendi: não cometa erros na Suíça. A segunda: não discuta com policiais. A terceira: talvez na próxima vez eles cortem as minhas mãos se inventar de coçar as orelhas durante um passeio de bicicleta.
Enviado por Alexander Thoele

link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Nicola Hill (foto), mãe de Alfie, o inglês que ganhou notoriedade após ser pai aos 13 anos, está exigindo teste de paternidade. Três outros jovens surgiram reclamando ser o pai do bebê! Alfie aceitou se submeter ao teste de DNA, a fim de proteger a reputação de Chantelle Steadman. O caso, noticiado primeiramente pelo "Sun", ganhou grande repercussão no Reino Unido, envolvendo até o premier, Gordon Brown, e líderes conservadores.
Alfie e Chantelle, de 15 anos, teriam tido apenas uma relação sexual sem proteção. O ato resultou no nascimento de Maisie, que está vivendo na casa dos pais de Chantelle. O pequeno inglês já segura Maisie no colo, mas Nicola se recusa a acreditar que ele seja realmente o pai da criança. A mulher disse que o filho está desperdiçando um tempo precioso ao assumir responsabilidade por um filho de outro, de acordo com o jornal "Daily Mirror"."Nicola está histérica", disse Julie Patten, tia de Alfie. "Ela me disse que quer que seja feito um teste de DNA para provar mesmo que Alfie é o pai. A família acredita que Chantelle tenha tido pelo menos dois namorados antes de Alfie", acrescentou. Julie disse também não acreditar que Alfie seja o pai: "Tenho minhas dúvidas. Simplesmente não me parece possível que ele seja o pai. Ele é muito jovem. Ele é um menino, não um homem."

OUTRO CASO CONFUSO!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11  ver comentários (2) comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Risco de a criança contrair a doença respiratória é aumentado por mudanças genéticas ocorridas no útero

A exposição de uma mulher grávida a um ambiente com muita poluição aumenta o risco de a criança contrair asma devido a mudanças genéticas ocorridas dentro do útero. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Cincinnati e da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Public Library of Science (PLoS).Depois de estudar o sangue do cordão umbilical de bebês nascidos em Nova York, os pesquisadores descobriram uma relação entre exposição da mãe ao ar contaminado por fuligem de veículos, alterações epigenéticas e o surgimento da asma na criança antes dos 5 anos de idade.A exposição a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH, na sigla em inglês) - compostos produzidos durante a queima incompleta de combustíveis com carbono - já foi associada ao desenvolvimento de uma série de doenças, entre elas o câncer e a asma infantil.Comprovou-se agora que até mesmo o feto sofre os efeitos da poluição enquanto está no útero materno. Os PAH desencadeiam uma alteração epigenética no gene ACSL3, relacionado ao metabolismo no pulmão. As mudanças epigenéticas perturbam o desenvolvimento dos genes e, desta forma, influenciam a sua atividade, mas sem gerar mudanças estruturais ou mutações no material genético.Os cientistas consideram que a exposição aos PAH por meio da placenta pode reprogramar genes do feto relacionados à inflamação das vias respiratórias e à asma na infância. A equipe analisou glóbulos brancos do sangue de cordão umbilical de 56 bebês, em busca de quaisquer alterações epigenéticas relacionadas à exposição pré-natal à substância tóxica. Antes, os especialistas confirmaram a exposição das mães a um ambiente de alta poluição durante a gravidez.Descobriram, assim, uma clara relação entre mudanças no gene ACSL3, exposição materna aos PAH e a aparição de sintomas de asma antes dos 5 anos. Segundo os pesquisadores, transformações epigenéticas no ACSL3 poderiam servir como indicadores do risco de uma criança contrair asma."Nossa pesquisa apoia a ideia de que os poluentes podem interagir com os genes durante períodos chave do desenvolvimento e, assim, desencadear o aparecimento de doenças anos mais tarde", explica o responsável pela pesquisa, Shuk-mei Ho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:49  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

Explosão foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).Janelas vibraram em cidades da região.

As autoridades em vulcão da Colômbia aumentaram para o nível vermelho o alerta sobre o vulcão Galeras, localizado em região andina ao sudoeste do país, após uma erupção explosiva.
O Instituto Colombiano de Geologia e Mineração (Ingeominas, estatal) informou em Bogotá que a erupção de caráter explosivo foi registrada às 19h10 (22h10 de Brasília).
saiba mais
O fenômeno representa que a atividade do Galeras passou ao nível um, ou seja, de uma "erupção iminente ou em curso", segundo o centro científico, que previamente havia reportado mudanças no sistema vulcânico, situado no departamento de Nariño.
O diretor do Ingeominas em Nariño, Diego Gómez, explicou à imprensa em Pasto, a capital regional, que a erupção se tornou evidente em alguns setores desta cidade e outras povoações dos arredores com a vibração de janelas.
O vulcão, situado a cerca de 700 km de Bogotá, e com uma altitude de 4.276 metros sobre o nível do mar, se reativou em 2004. Desde então registrou várias erupções, sem consequências.


O vulcão Galeras entra em erupção na localidade de Pasto, em Nariño, na Colômbia. O vulcão fez as autoridades do país mandarem um alerta para a população, que pode ter que deixar suas casas a qualquer momento. O Galeras é um dos 38 vulcões da Colômbia, dos quais 15 estão ativos. Em 15 de janeiro de 1993, uma erupção matou nove pessoas, entre elas seis especialistas estrangeiros que participavam de um congresso mundial de vulcanologia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:35  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

RIO - Aliciados pela milícia, jovens estão deixando de ir ao colégio para trabalhar como cobradores de transporte alternativo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mostra reportagem de Ruben Berta e Sérgio Ramalho publicada neste domingo em "O Globo". São casos como o do jovem Júnior (nome fictício), de 15 anos. Todos os dias ele sai de casa com a mochila nas costas dizendo para a avó que vai para a escola municipal onde está matriculado para cursar o 6º ano. Mas, no lugar do banco escolar, Júnior ocupa o assento de uma das Kombis de transporte alternativo, onde recebe de 20 a 50 centavos por passageiro.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres, os estudantes são arregimentados por despachantes ligados à milícia que atua na região e chegam a trabalhar dez horas por dia como cobradores, sem segurança ou benefícios. A prática resulta em evasão de até 20% em alguns colégios da área.
O reflexo negativo do aliciamento dos jovens alarmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Durante uma série de reuniões com diretores de escolas no início do ano, a evasão provocada pelo trabalho dos adolescentes no transporte alternativo foi um dos fatos que mais chamaram a atenção. Na semana passada, Costin iniciou negociações em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Social, para que os responsáveis que deixam seus filhos trocarem o colégio pelas Kombis sejam punidos mais rapidamente, com a suspensão de eventuais benefícios, como o Bolsa Família.
- É algo muito impressionante, que está acontecendo com crianças de 13, 14 anos. Atualmente, há um espaço muito grande entre a detecção na escola de que o aluno não está frequentando as aulas e o corte do benefício (do Bolsa Família). Queremos agilizar isso - afirmou Claudia.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar






SÃO PAULO - O zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de ganhar cinco novos moradores. São animais de espécies ameaçadas de extinção que, na maioria das vezes, fogem do desmatamento e das queimadas e acabam mortos nas cidades. Um deles é o Aquiles, um filhote de suçuarana, espécie conhecida também como onça parda, que perdeu a mãe e o irmão em um acidente em uma estrada em São José do Rio Preto, a 451 quilômetros da capital.
Aquiles está recebendo todos os cuidados para crescer cheio de energia. Ele está sendo tratado no chamado setor extra do zoológico, onde ficam, provisoriamente, animais órfãos, acidentados ou doentes, como os tamanduás Artur e Afrodite. Essa dupla também escapou de um atropelamento, também em São José Rio Preto. Os dois vieram para Guarulhos para fazer companhia para o tamanduá Tomé, que já está em exposição no local. Mas, antes de ir morar com novo companheiro, eles ainda precisam crescer e ficar mais fortes. Por isso, ficam no setor extra, aos cuidados dos veterinários.
Quem já conquistou um lugar ao sol foi a dupla de cachorros-do-mato, Valente e Chorão, também do interior. Os dois estão em exibição há duas semanas.
O zoológico de Guarulhos fica na Avenida Glória Pagnocelli, 344, no Jardim Rosa de França. Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo. A entrada é gratuita.

BOM PASSATEMPO PARA TODOS!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

O casal Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, já está em casa. Os dois ganharam notoriedade depois do nascimento da filha deles, Maisie Roxanne. O rosto de criança do pai chamou grande atenção da imprensa. Agora, Alfie divide o tempo segurando o bebê e fazendo o que mais gosta: jogar videogame, como mostra a foto. "Eu sei que sou jovem, mas espero ser um bom pai", disse Alfie ao tablóide "Sun". "Acho que seremos bons pais. Terei que trabalhar mais duro na escola agora", acrescentou o adolescente.
O caso despertou grande interesse no Reino Unido. Líderes conservadores mostraram enorme indignação, apontando o "completo colapso de algumas partes da sociedade britânica". Até o premier Gordon Brown resolveu se pronunciar: "Acredito que todos nós desejaríamos evitar gravidez na adolescência". Maisie está vivendo na casa da família Steadman, em Eastbourne.

O Reino Unido tem o mais alto índice de gravidez na adolescência na parte oeste da Europa: 385 meninas com menos de 14 anos se tornaram mães entre 1998 e 2007. Não tenho dados, mas o número britânico, comparado com os do Brasil e de países da África, deve ser irrisório.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - Ruan dos Santos Vasques, de 4 anos, morreu na madrugada deste sábado, em Santos, litoral paulista, vítima de espancamento. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança. Ruan vivia com a mãe, a irmã de um ano e o padrasto na Vila Progresso. Durante a madrugada, a mãe levou o menino para o Pronto-Socorro Central. Ele sofreu uma parada cardiorespiratória e morreu.
A tia do menino, Márcia Conceição Vasques, contou que o padrasto desapareceu depois de saber que o menino tinha morrido.
- Ele veio junto com a mãe trazer o menino. Quando avisaram que o menino tinha morrido, ele disfarçou, saiu e foi embora. Agora para onde ele foi, não sabemos - afirmou.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Mateo Lázaro, vai esperar os resultados dos exames do Instituto Médico Legal para continuar as investigações. Parentes e a mãe da criança já prestaram depoimento.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SÃO PAULO - A dona-de-casa Camila Gomes de Sales, de 18 anos, viu o sonho da ser mãe virar pesadelo em apenas três dias. Ela passou por quatro hospitais, teve complicação no parto e o bebê acabou morrendo 25 dias depois nascer. A mãe começou a sentir as dores do parto no dia 5 de janeiro. Mas Camila só foi aceita em um hospital de Cotia, na Grande São Paulo, dois dias depois, a 16 quilômetros da sua casa. Ela mora em Itapevi, também na Grande São Paulo. O parto normal foi tentado no dia 8 de janeiro, mas complicações levaram a uma cesariana, procedimento que já tinha sido indicado como ideal por uma clínica particular. A filha Vitória nasceu e morreu 25 dias depois, vítima de complicações geradas por falta de oxigênio no cérebro, causa comum de óbito após partos difíceis.
Na tarde do dia 5 de janeiro, quando sentiu que chegava a hora de dar à luz, Camila e o marido foram ao Hospital Geral de Itapevi. Lá, ouviram que ainda não era hora do parto.
- Deram um remédio para a dor e mandaram eu voltar depois - conta ela. Às 14h do dia seguinte, com as contrações aumentando, ela voltou ao hospital e ouviu a mesma resposta. Preocupada, resolveu tentar um hospital na cidade vizinha de Barueri. Novamente, ouviu que deveria voltar no dia seguinte. Desesperada, seguiu para uma clínica particular em Itapevi.
- O médico disse que já estava na hora e achou que a cesariana seria o melhor parto, porque minha bacia era muito estreita para o tamanho da nenê - afirmou.
Mas o parto custaria R$ 3,5 mil, e o casal não podia pagar. Foi só na madrugada do dia 7 que ela conseguiu um leito no Hospital Regional de Cotia. O parto normal foi tentado no dia seguinte, sem sucesso.
- Quando viram que estava difícil, me levaram para a sala de cirurgia - relata a mãe.
Foi só 15 minutos depois que a cesária começou. A criança nasceu com sinais de asfixia e nunca chegou a abrir os olhos nem deixar a UTI neonatal.

CRM vai investigar se houve erro
Secretaria Estadual de Saúde, responsável pelos hospitais de Itapevi e Cotia, afirmou que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para que seja apurado um possível erro médico. A família de Camila protocolou por escrito uma reclamação no Conselho, que já prometeu abrir uma sindicância. Além disso, eles procuraram um advogado para processar os envolvidos.
- Não quero indenização, mas isso não pode passar em branco para que não aconteça de novo - diz a mãe.
O Hospital de Itapevi diz que Camila passou por dois obstetras que concordaram que a internação ainda não era necessária. A mesma justificativa foi dada pelo estabelecimento de Barueri. O Hospital Regional de Cotia afirma que nada indicava a necessidade de uma cesariana, já que os exames pré-natal indicavam uma gestação sem problemas. Os médicos não admitem haver erro e lamentam a "fatalidade". A família tentou fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia Geral de Cotia por três vezes, e só teve sucesso depois que a reportagem entrou em contato com a delegacia. Bebê dado como morto ainda está na UTI
A pequena Geovanna Vida Alves Goes, que luta há um mês e 12 dias pela sobrevivência, ainda está em estado grave na UTI neonatal da Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste de São Paulo. No dia 2 de janeiro, médicos afirmaram que ela havia nascido morta, durante um parto prematuro, de seis meses. Quatro horas depois, ela foi encontrada com vida por uma faxineira no necrotério da maternidade.
- Há cerca de quinze dias, ela passou a ter convulsões e os médicos conseguiram estabilizar a situação. Mas ela teve duas paradas cardíacas na segunda e na terça e agora o estado dela é gravíssimo - afirmou a mãe do bebê, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos.
Segundo ela, Geovanna está com infecção no intestino, no fígado e já não reage aos medicamentos.
- Os médicos disseram que fizeram tudo o que podiam fazer, agora só Deus. Tenho fé de que ela pode se recuperar - afirma Renata.
Durante toda a internação de Geovanna, a rotina da mãe e do pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, é a mesma.
- Todos os dias visitamos a Geovanna durante dois períodos. Nossa vida é dedicada a acompanhar seu estado de saúde - conta a dona-de-casa.
A menina, que nasceu com 725 gramas, hoje pesa 1,18 quilos.
- Ela chegou a ser alimentada com leite, mas depois cortaram essa dieta por causa dos medicamentos - disse a mãe.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou que a menina está em estado grave. A direção do hospital só irá se pronunciar sobre o caso após a conclusão de uma sindicância interna, que investiga a postura da equipe médica.
VÃO INVESTIGAR E O BEBÊ JÁ FOI....E AGORA????
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:47  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

SEM AULAS

SÃO PAULO - O cronograma de inauguração de escolas da rede municipal de ensino sofreu atraso. Dos 14 novos colégios, que deveriam entrar em funcionamento na segunda-feira passada, apenas seis estão tendo aulas. Segundo a Prefeitura, as fortes chuvas atrasaram a entrega das novas unidades. A construção faz parte do projeto da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o chamado turno da fome (das 11h às 15h) até 2010. Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Castor, em São Mateus, zona leste de São Paulo, deveriam começar as aulas no dia 11. Mas, neste dia, a direção da unidade reuniu os pais para comunicar o atraso.
- Eles disseram que as aulas vão começar na próxima segunda-feira (dia 16). Mas durante a reunião alguém recebeu um telefonema e o prazo foi remarcado para o dia 19 - disse a comerciante Marli Padilha, de 37 anos.
O filho dela, de 9 anos, está matriculado na unidade para cursar a terceira série. Nesta sexta-feira, Marli esteve na secretaria da Emef pela segunda vez para saber sobre o início das aulas, e não acredita na nova data.
- A secretaria ainda não tem computadores, está tudo muito cru. Pelo que estou vendo, as aulas só devem começar depois do Carnaval - afirmou.
Na manhã desta sexta, o prédio ainda passava por pintura e os móveis ainda não foram montados. Segundo os pais de alunos, a direção da escola afirmou que o atraso aconteceu por causa da caixa d'água.
- Eles disseram que precisam impermeabilizar a caixa d'água. Mas com esse tempo úmido será mais demorado - disse a vendedora Abelina Alves Mercedes, de 39 anos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

RIO - Técnicos e fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis apreenderam na quinta-feira cerca de 350 aves silvestres. Os animais foram encontrados em residências nos distritos de Bonsucesso, Santa Rosa, Motas e Vargem - todos no entorno do Parque Estadual de Três Picos - em Teresópolis. Dois dias antes, já tinham sido recuperados 150 pássaros. Nos dois dias de operação, ao todo, 500 aves foram resgatadas.
Foram encontrados pássaros das espécies pichanchão, sabiá-uma, flamenguinho, cardeal e até jacu - cujo porte se assemelha ao de uma galinha. Os infratores podem ser condenados a pagar até R$ 5 mil de multa. Alguns animais vinham sendo adestrados com o uso de CDs com cantos de pássaros. Ficavam presos em gaiolas próximas às caixas de som até que assimilassem os trinados característicos.

Um mar de gaiolas

Fiscais de órgãos ambientais apreenderam, em dois dias de operação, 500 aves silvestres.

Abaixo, as fotos da operação, divulgadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea):

Para denunciar crimes ambientais, basta ligar para o Disque Ambientee do Inea (21- 2332-4604), das 10 às 18h, em dias úteis. O Ibama também recebe denúncias, através dos telefones 3077-4316/ 3077- 4295.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/post.asp?t=um-mar-de-gaiolas&cod_Post=161528&a=592
</span>
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

JOHANNESBURGO - Big boy. Foi assim que o ranger descreveu o leão cujo rastro seguíamos há uma hora, nos embrenhando por estradinhas, ao anoitecer da savana. A demora em achar o bicho só aumentava a curiosidade do grupo de oito pessoas acomodado num 4X4 totalmente aberto. Todos havíamos chegado naquele dia mesmo à reserva particular Kapama, ao lado do Kruger Park, na África do Sul, e não esperávamos pelo que viria a seguir: depois de ranger e tracker (a dupla de guias) nos deixarem sozinhos e entrarem na mata à procura do leão, uma figura imponente parou bem na frente do carro e olhou (desconfiado ou esfomeado?) para aquelas "presas" vindas de Austrália, EUA e Brasil. Era a segunda das várias surpresas de três dias de safári. A primeira veio antes de partir: esta viagem, mesmo em tempo de crise, cabe no bolso.
Há várias áreas turísticas particulares perto do Kruger National Park, o maior da África do Sul, berço de uma diversidade impressionante de fauna e flora. Há turistas que se aventuraram de carro, sem guia, pelo parque. Mas isso é para quem não é principiante na África e em safáris. O melhor, nesse caso, é participar de um "game", como eles chamam os safáris. São sempre dois, incluídos no preço da diária no Kapama. O primeiro, de madrugada, antes das 6h. O segundo, no fim da tarde e parte da noite.
Para quem fica mais de dois dias no Kapama, um game, geralmente, é substituído por uma caminhada no meio do mato para observar pássaros e plantas, também incluída no preço da diária. Por uma taxa extra, há outros programas mais eletrizantes, como atravessar o parque num balão, passear em cima de um elefante ou visitar o centro de animais ameaçados, onde há um santuário de guepardos. Como tudo nesta reserva, nada tem preços proibitivos.
Em geral, quando se fala em custos acessíveis, os mais desconfiados ficam com a pulga atrás da orelha. Uns se perguntam: acessíveis para quem, cara-pálida? Outros ficam com a impressão de que menos dinheiro vai significar menos conforto e charme. No Kapama River Lodge, uma das quatro opções de hospedagem da reserva, a diária por pessoa num quarto duplo fica em torno de US$ 200, incluindo as três refeições, lanches e os dois games, quase a metade de outros ecolodges na região. Num pacote, o preço pode ficar ainda mais atraente. E o lodge é um luxo, com serviço simpático; quartos grandes, com varanda e banheira com vista para a savana. Tudo novo, já que o River Lodge foi construído em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:09  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

RIO - A 7ª Vara Federal Criminal determinou que cinco dos 55 jovens de classe média alta presos durante as duas operações da Polícia Federal desencadeadas na quarta-feira passada fiquem isolados em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, Bangu 1. A Justiça considerou os cinco de alta periculosidade. Eles foram os principais alvos da Operação Nocaute, conforme a denúncia feita pelo Ministério Público Federal.
Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, considerado o chefe da quadrilha, que ainda responde por tráfico de armas, foi um dos presos transferidos do Presídio Ary Franco, em Água Santa. Além dele, foram transferidos para Bangu 1: Rodrigo Gomes Quintella, Wellington Soares Brasileiro, Bruno Oliveira Loureiro e Thiago Ribeiro Oliveira Barreto.
Uma das maneiras encontradas por Henrique Dornelles Forni, o Greg, acusado de ser o chefe da quadrilha presa na Operação Nocaute, para intimidar os clientes que deviam dinheiro em suas "bocas-de-fumo" era ameaçar contar aos pais dos devedores sobre o vício deles. Relatório sigiloso da Polícia Federal revela que, em uma das escutas autorizadas pela Justiça, Greg exige que um jovem pague a dívida de R$ 1.500 imediatamente. Caso contrário, ele deixaria um bilhete na portaria para o pai do viciado.
Mostrando-se revoltado com a operação da Polícia Federal, o publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos - pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, de 25 anos, preso na quarta-feira sob a acusação de vender fuzis a bandidos de favelas e de fazer tráfico de drogas -, afirmou que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e tem sua permissão para consumir a droga dentro de casa. Para Paulo de Tarso, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:56  comentar

pesquisar
 
colaboradores: carmen e maria celia

Fevereiro 2009
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5
6
7

8
9




arquivos
visitas
subscrever feeds
blogs SAPO