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13.2.09
SÃO PAULO - A polícia investiga se o ferimento que forçou a cantora Rihanna a usar um tapa-olho foi causado por seu namorado Chris Brown. Segundo fontes policiais, a pop star de 20 anos teve a córnea arranhada ano passado e começou a usar um tapa olho para cobrir o olho vermelho e sensível.
Ela incorporou o assessório ao seu figurino, incluindo um modelo brilhante com diamantes usado no American Music Awards em 2008.
Rihanna sofreu sangramento no nariz, corte na boca e ferimentos na face em uma suposta briga com o cantor de r&b Chris Brown no domingo, noite da entrega dos prêmios Grammy.
A polícia de Los Angeles agora investiga outros episódios de violência entre o casal.
Uma fonte policial disse: "Estamos investigando se o ferimento em seu olho foi causado por Brown. Pode haver uma explicação inocente, mas a polícia acredita que ela tenha recusado anteriormente prestar queixas contra Brown. Ela agora está sendo questionada sobre ferimentos no passado e está começando a se abrir sobre incidentes em seu relacionamento".
Uma fonte da polícia de Los Angeles disse: "Estamos interrogando seus amigos e empresário, que contou que ela apareceu com marcas e ferimentos misteriosos antes, mas sempre se recusou a dizer o que os causou. Em uma ocasião ela apareceu com um tapa olho, dizendo que havia arranhado a córnea".
Brown foi acusado de fazer ameaças após o episódio de domingo. É provável que a acusação de violência doméstica seja acrescentada ou substitua a acusação inicial.
O tabloide "The Sun" revelou que depois da briga de domingo, Rihanna relutava em prestar queixa contra o namorado, mas foi convencida por sua mãe, Monica.
A cantora foi vista com um hematoma no pescoço em dezembro. A revista "US Weekly" afirmou: "Chris e Rihanna tem um relacionamento muito instável. Ele pode ser selvagem e exigente".
A revista informou que os problemas na relação do casal ficaram evidentes dois dias antes do Grammy, em uma festa cujo anfitrião foi o produtor Timbaland. Brown teve na festa um ataque de ciúmes, acusando Rihanna de dormir com o produtor.
Brown se entregou à polícia no domingo e foi liberado após pagar fiança. Ele tem um audiência judicial em 5 de março.
O cantor terminou seu relacionamento com Rihanna em sua página do Facebook e escreveu: "Vocês vão começar a vê-la em cores verdadeiras. Acredite!"
Chris Brown tem se mantido recluso desde domingo. O mesmo não pode ser dito sobre os membros de sua família. O padrasto do cantor negou ter batido na mãe de Brown, contrariando acusações do cantor em uma entrevista de 2007.
Agora uma prima do cantor, Phylicia Thompson, diz: "Chris não foi criado para bater em mulher. Então, ele deve ter sido provocado. Ele não faria isto para se divertir. Mas o que acontece entre quatro paredes, ninguém sabe".
Ela disse que Brown está deprimido por causa da atenção da mídia que o caso tem recebido.
"Ele está se sentindo chateado agora porque os fãs estão desconfiando dele, como se ele tivesse feito algo errado. Claro, ele errou, mas como eu disse, não sabemos o que houve. Ela deve tê-lo provocado. Chris nunca faria algo assim."
Thompson, que encontrou Brown pela última vez em abril de 2008, acrescentou: "Todos amam Chris. O que aconteceu me surpreendeu. Ele nunca foi uma criança problema."


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:19  comentar

SÃO PAULO - A polícia investiga se o ferimento que forçou a cantora Rihanna a usar um tapa-olho foi causado por seu namorado Chris Brown. Segundo fontes policiais, a pop star de 20 anos teve a córnea arranhada ano passado e começou a usar um tapa olho para cobrir o olho vermelho e sensível.
Ela incorporou o assessório ao seu figurino, incluindo um modelo brilhante com diamantes usado no American Music Awards em 2008.
Rihanna sofreu sangramento no nariz, corte na boca e ferimentos na face em uma suposta briga com o cantor de r&b Chris Brown no domingo, noite da entrega dos prêmios Grammy.
A polícia de Los Angeles agora investiga outros episódios de violência entre o casal.
Uma fonte policial disse: "Estamos investigando se o ferimento em seu olho foi causado por Brown. Pode haver uma explicação inocente, mas a polícia acredita que ela tenha recusado anteriormente prestar queixas contra Brown. Ela agora está sendo questionada sobre ferimentos no passado e está começando a se abrir sobre incidentes em seu relacionamento".
Uma fonte da polícia de Los Angeles disse: "Estamos interrogando seus amigos e empresário, que contou que ela apareceu com marcas e ferimentos misteriosos antes, mas sempre se recusou a dizer o que os causou. Em uma ocasião ela apareceu com um tapa olho, dizendo que havia arranhado a córnea".
Brown foi acusado de fazer ameaças após o episódio de domingo. É provável que a acusação de violência doméstica seja acrescentada ou substitua a acusação inicial.
O tabloide "The Sun" revelou que depois da briga de domingo, Rihanna relutava em prestar queixa contra o namorado, mas foi convencida por sua mãe, Monica.
A cantora foi vista com um hematoma no pescoço em dezembro. A revista "US Weekly" afirmou: "Chris e Rihanna tem um relacionamento muito instável. Ele pode ser selvagem e exigente".
A revista informou que os problemas na relação do casal ficaram evidentes dois dias antes do Grammy, em uma festa cujo anfitrião foi o produtor Timbaland. Brown teve na festa um ataque de ciúmes, acusando Rihanna de dormir com o produtor.
Brown se entregou à polícia no domingo e foi liberado após pagar fiança. Ele tem um audiência judicial em 5 de março.
O cantor terminou seu relacionamento com Rihanna em sua página do Facebook e escreveu: "Vocês vão começar a vê-la em cores verdadeiras. Acredite!"
Chris Brown tem se mantido recluso desde domingo. O mesmo não pode ser dito sobre os membros de sua família. O padrasto do cantor negou ter batido na mãe de Brown, contrariando acusações do cantor em uma entrevista de 2007.
Agora uma prima do cantor, Phylicia Thompson, diz: "Chris não foi criado para bater em mulher. Então, ele deve ter sido provocado. Ele não faria isto para se divertir. Mas o que acontece entre quatro paredes, ninguém sabe".
Ela disse que Brown está deprimido por causa da atenção da mídia que o caso tem recebido.
"Ele está se sentindo chateado agora porque os fãs estão desconfiando dele, como se ele tivesse feito algo errado. Claro, ele errou, mas como eu disse, não sabemos o que houve. Ela deve tê-lo provocado. Chris nunca faria algo assim."
Thompson, que encontrou Brown pela última vez em abril de 2008, acrescentou: "Todos amam Chris. O que aconteceu me surpreendeu. Ele nunca foi uma criança problema."


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SÃO PAULO - A polícia investiga se o ferimento que forçou a cantora Rihanna a usar um tapa-olho foi causado por seu namorado Chris Brown. Segundo fontes policiais, a pop star de 20 anos teve a córnea arranhada ano passado e começou a usar um tapa olho para cobrir o olho vermelho e sensível.
Ela incorporou o assessório ao seu figurino, incluindo um modelo brilhante com diamantes usado no American Music Awards em 2008.
Rihanna sofreu sangramento no nariz, corte na boca e ferimentos na face em uma suposta briga com o cantor de r&b Chris Brown no domingo, noite da entrega dos prêmios Grammy.
A polícia de Los Angeles agora investiga outros episódios de violência entre o casal.
Uma fonte policial disse: "Estamos investigando se o ferimento em seu olho foi causado por Brown. Pode haver uma explicação inocente, mas a polícia acredita que ela tenha recusado anteriormente prestar queixas contra Brown. Ela agora está sendo questionada sobre ferimentos no passado e está começando a se abrir sobre incidentes em seu relacionamento".
Uma fonte da polícia de Los Angeles disse: "Estamos interrogando seus amigos e empresário, que contou que ela apareceu com marcas e ferimentos misteriosos antes, mas sempre se recusou a dizer o que os causou. Em uma ocasião ela apareceu com um tapa olho, dizendo que havia arranhado a córnea".
Brown foi acusado de fazer ameaças após o episódio de domingo. É provável que a acusação de violência doméstica seja acrescentada ou substitua a acusação inicial.
O tabloide "The Sun" revelou que depois da briga de domingo, Rihanna relutava em prestar queixa contra o namorado, mas foi convencida por sua mãe, Monica.
A cantora foi vista com um hematoma no pescoço em dezembro. A revista "US Weekly" afirmou: "Chris e Rihanna tem um relacionamento muito instável. Ele pode ser selvagem e exigente".
A revista informou que os problemas na relação do casal ficaram evidentes dois dias antes do Grammy, em uma festa cujo anfitrião foi o produtor Timbaland. Brown teve na festa um ataque de ciúmes, acusando Rihanna de dormir com o produtor.
Brown se entregou à polícia no domingo e foi liberado após pagar fiança. Ele tem um audiência judicial em 5 de março.
O cantor terminou seu relacionamento com Rihanna em sua página do Facebook e escreveu: "Vocês vão começar a vê-la em cores verdadeiras. Acredite!"
Chris Brown tem se mantido recluso desde domingo. O mesmo não pode ser dito sobre os membros de sua família. O padrasto do cantor negou ter batido na mãe de Brown, contrariando acusações do cantor em uma entrevista de 2007.
Agora uma prima do cantor, Phylicia Thompson, diz: "Chris não foi criado para bater em mulher. Então, ele deve ter sido provocado. Ele não faria isto para se divertir. Mas o que acontece entre quatro paredes, ninguém sabe".
Ela disse que Brown está deprimido por causa da atenção da mídia que o caso tem recebido.
"Ele está se sentindo chateado agora porque os fãs estão desconfiando dele, como se ele tivesse feito algo errado. Claro, ele errou, mas como eu disse, não sabemos o que houve. Ela deve tê-lo provocado. Chris nunca faria algo assim."
Thompson, que encontrou Brown pela última vez em abril de 2008, acrescentou: "Todos amam Chris. O que aconteceu me surpreendeu. Ele nunca foi uma criança problema."


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SÃO PAULO - A polícia investiga se o ferimento que forçou a cantora Rihanna a usar um tapa-olho foi causado por seu namorado Chris Brown. Segundo fontes policiais, a pop star de 20 anos teve a córnea arranhada ano passado e começou a usar um tapa olho para cobrir o olho vermelho e sensível.
Ela incorporou o assessório ao seu figurino, incluindo um modelo brilhante com diamantes usado no American Music Awards em 2008.
Rihanna sofreu sangramento no nariz, corte na boca e ferimentos na face em uma suposta briga com o cantor de r&b Chris Brown no domingo, noite da entrega dos prêmios Grammy.
A polícia de Los Angeles agora investiga outros episódios de violência entre o casal.
Uma fonte policial disse: "Estamos investigando se o ferimento em seu olho foi causado por Brown. Pode haver uma explicação inocente, mas a polícia acredita que ela tenha recusado anteriormente prestar queixas contra Brown. Ela agora está sendo questionada sobre ferimentos no passado e está começando a se abrir sobre incidentes em seu relacionamento".
Uma fonte da polícia de Los Angeles disse: "Estamos interrogando seus amigos e empresário, que contou que ela apareceu com marcas e ferimentos misteriosos antes, mas sempre se recusou a dizer o que os causou. Em uma ocasião ela apareceu com um tapa olho, dizendo que havia arranhado a córnea".
Brown foi acusado de fazer ameaças após o episódio de domingo. É provável que a acusação de violência doméstica seja acrescentada ou substitua a acusação inicial.
O tabloide "The Sun" revelou que depois da briga de domingo, Rihanna relutava em prestar queixa contra o namorado, mas foi convencida por sua mãe, Monica.
A cantora foi vista com um hematoma no pescoço em dezembro. A revista "US Weekly" afirmou: "Chris e Rihanna tem um relacionamento muito instável. Ele pode ser selvagem e exigente".
A revista informou que os problemas na relação do casal ficaram evidentes dois dias antes do Grammy, em uma festa cujo anfitrião foi o produtor Timbaland. Brown teve na festa um ataque de ciúmes, acusando Rihanna de dormir com o produtor.
Brown se entregou à polícia no domingo e foi liberado após pagar fiança. Ele tem um audiência judicial em 5 de março.
O cantor terminou seu relacionamento com Rihanna em sua página do Facebook e escreveu: "Vocês vão começar a vê-la em cores verdadeiras. Acredite!"
Chris Brown tem se mantido recluso desde domingo. O mesmo não pode ser dito sobre os membros de sua família. O padrasto do cantor negou ter batido na mãe de Brown, contrariando acusações do cantor em uma entrevista de 2007.
Agora uma prima do cantor, Phylicia Thompson, diz: "Chris não foi criado para bater em mulher. Então, ele deve ter sido provocado. Ele não faria isto para se divertir. Mas o que acontece entre quatro paredes, ninguém sabe".
Ela disse que Brown está deprimido por causa da atenção da mídia que o caso tem recebido.
"Ele está se sentindo chateado agora porque os fãs estão desconfiando dele, como se ele tivesse feito algo errado. Claro, ele errou, mas como eu disse, não sabemos o que houve. Ela deve tê-lo provocado. Chris nunca faria algo assim."
Thompson, que encontrou Brown pela última vez em abril de 2008, acrescentou: "Todos amam Chris. O que aconteceu me surpreendeu. Ele nunca foi uma criança problema."


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SÃO PAULO - A polícia investiga se o ferimento que forçou a cantora Rihanna a usar um tapa-olho foi causado por seu namorado Chris Brown. Segundo fontes policiais, a pop star de 20 anos teve a córnea arranhada ano passado e começou a usar um tapa olho para cobrir o olho vermelho e sensível.
Ela incorporou o assessório ao seu figurino, incluindo um modelo brilhante com diamantes usado no American Music Awards em 2008.
Rihanna sofreu sangramento no nariz, corte na boca e ferimentos na face em uma suposta briga com o cantor de r&b Chris Brown no domingo, noite da entrega dos prêmios Grammy.
A polícia de Los Angeles agora investiga outros episódios de violência entre o casal.
Uma fonte policial disse: "Estamos investigando se o ferimento em seu olho foi causado por Brown. Pode haver uma explicação inocente, mas a polícia acredita que ela tenha recusado anteriormente prestar queixas contra Brown. Ela agora está sendo questionada sobre ferimentos no passado e está começando a se abrir sobre incidentes em seu relacionamento".
Uma fonte da polícia de Los Angeles disse: "Estamos interrogando seus amigos e empresário, que contou que ela apareceu com marcas e ferimentos misteriosos antes, mas sempre se recusou a dizer o que os causou. Em uma ocasião ela apareceu com um tapa olho, dizendo que havia arranhado a córnea".
Brown foi acusado de fazer ameaças após o episódio de domingo. É provável que a acusação de violência doméstica seja acrescentada ou substitua a acusação inicial.
O tabloide "The Sun" revelou que depois da briga de domingo, Rihanna relutava em prestar queixa contra o namorado, mas foi convencida por sua mãe, Monica.
A cantora foi vista com um hematoma no pescoço em dezembro. A revista "US Weekly" afirmou: "Chris e Rihanna tem um relacionamento muito instável. Ele pode ser selvagem e exigente".
A revista informou que os problemas na relação do casal ficaram evidentes dois dias antes do Grammy, em uma festa cujo anfitrião foi o produtor Timbaland. Brown teve na festa um ataque de ciúmes, acusando Rihanna de dormir com o produtor.
Brown se entregou à polícia no domingo e foi liberado após pagar fiança. Ele tem um audiência judicial em 5 de março.
O cantor terminou seu relacionamento com Rihanna em sua página do Facebook e escreveu: "Vocês vão começar a vê-la em cores verdadeiras. Acredite!"
Chris Brown tem se mantido recluso desde domingo. O mesmo não pode ser dito sobre os membros de sua família. O padrasto do cantor negou ter batido na mãe de Brown, contrariando acusações do cantor em uma entrevista de 2007.
Agora uma prima do cantor, Phylicia Thompson, diz: "Chris não foi criado para bater em mulher. Então, ele deve ter sido provocado. Ele não faria isto para se divertir. Mas o que acontece entre quatro paredes, ninguém sabe".
Ela disse que Brown está deprimido por causa da atenção da mídia que o caso tem recebido.
"Ele está se sentindo chateado agora porque os fãs estão desconfiando dele, como se ele tivesse feito algo errado. Claro, ele errou, mas como eu disse, não sabemos o que houve. Ela deve tê-lo provocado. Chris nunca faria algo assim."
Thompson, que encontrou Brown pela última vez em abril de 2008, acrescentou: "Todos amam Chris. O que aconteceu me surpreendeu. Ele nunca foi uma criança problema."


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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:54  comentar

RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:54  comentar

RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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RIO - Quem vê o Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara percebe que a cidade pode ser muito mais do que maravilhosa. Navegar ao lado do Pão de Açúcar, por exemplo, é hipnotizante .
Isso sem mencionar um banho de mar sem pressa nas águas limpas do arquipélago das Cagarras .
Uma sensação que não tem preço. Ou melhor, com preços variados, como você vai conferir abaixo. A única ressalva são as ondas: os mais sensíveis ao balanço do barco devem tomar um remédio para enjoo, já que os passeios têm duração mínima de duas horas, e o mar pode estar mexido.
As empresas de charter (passeio náutico) instaladas na Marina da Glória oferecem um cardápio variado de pacotes com veleiros, lancha ou saveiro, com preços que vão de R$ 60 a R$ 100. Já a Barcas S/A oferece, aos domingos, um passeio entre o Rio e Niterói por R$ 12 por pessoa, que inclui recreação infantil. Confira abaixo o tipo de passeio que mais te agrada e se lance ao mar!

Pink Fleet

O carioca pode sentir o gostinho de navegar por uma das mais belas paisagens do mundo a bordo do mais luxuoso navio da cidade, com capacidade para 400 passageiros.

City Lights Dinner: é possível admirar as luzes da cidade de outro ângulo em um passeio noturno pela Baía de Guanabara, passando por cerca de 20 pontos turísticos. O navio parte às 21h e retorna às 23h para a Marina da Glória. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte. Reservas pelo telefone: 2555-4063

Passeio Pink Fleet: aos sábados, o navio oferece uma opção de lazer para toda a família conhecer o Rio de Janeiro durante o dia. O passeio acontece das 11h30m às 14hs, passando pela Ilha Fiscal, Forte de São João, Pão de Açúcar e muito mais. O passeio custa R$ 80 por pessoa; buffet opcional: R$ 65. Bebidas são cobradas à parte.

Macuco Rio

A empresa conta com uma lancha com capacidade para 25 pessoas. O passeio possui quatro pontos de parada: Pão de Açúcar, Copacabana, Arpoador e a parada mais longa no arquipélago das Cagarras, para mergulho. O passeio tem duração de duas horas e custa R$ 100 por pessoa, podendo ter desconto para grupos. Reservas no telefone: 2205-0390.

Marlim

A empresa oferece três tipos de pacotes em escunas com capacidade para 40 ou 145 pessoas, todos os dias da semana. Os passeios devem ser agendados pelo telefone 2225-7434 ou 9986-9678 (celular de plantão 24 horas). Os passeios só são realizados em boas condições de navegação. Para tirar dúvidas, a empresa pede que os passageiros liguem pelo menos uma hora e meia antes do horário marcado para confirmar a saída.

- Cagarras Tur: com duração de quatro horas e meia, este passeio segue até a ilha das Cagarras, com parada de 50 minutos para banho. O pacote custa R$ 70 por pessoa, com cortesia de frutas da época e venda de bebidas na embarcação. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Tur Copacabana: a embarcação sai às 10h30m e retorna às 13h para o cais da Marina. A escuna segue até a altura da Praia de Copacabana e para por cerca de 30 minutos para banho próximo à ilha da Cotunduba, em frente à Ponta do Leme. Este pacote não inclui cortesia de frutas. O pacote custa R$ 60 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Entardecer na Baía: a embarcação sai da Marina às 15h e tem retorno previsto para as 17h na Marina. O saveiro passa pelos principais pontos históricos da Baía de Guanabara, incluindo os fortes e a Ilha Fiscal. Não tem parada para banho. O pacote custa R$ 40 por pessoa. Crianças até cinco anos não pagam e de cinco a 10 anos têm desconto de 50%.

Mistralis Yacht Charter

O veleiro de 52 pés tem capacidade para oito pessoas. Saída às 9h da Marina da Glória, todos os dias da semana. É preciso agendar com antecedência pelo telefone (21) 9373-5923. A empresa oferece quatro tipos de passeios:

- Tour pela Baía de Guanabara, com duração de três horas. Preço: R$ 70 por pessoa, inclui sanduíche natural, frutas frescas e água. Sai da Marina, e segue a Praia do Flamengo, Enseada de Botafgo, Urca, visita os fortes São João, da Laje e Santa Cruz. Em seguida, vai até a enseada de São Francisco, em Niterói, passa próximo à Ponte Rio-Niterói e Ilha Fiscal e retorna à marina.

- Tour pelas Cagarras: sai às 9h da Marina e retorna por volta das 16h. Vai direto para as Cagarras, dá uma parada para mergulho e há o desembarque para visitação à Ilha Comprida. Preço: R$ 140 por pessoa; oferece sanduíche natural, frutas da estação e água. Quem quiser outro tipo de bebida deve levar a sua.

- Tour pelas praias de Niterói, também com um dia inteiro de duração. Sai da Marina, passa nas Cagarras e segue para Itaipu, onde os passageiros têm a opção de almoçar a bordo devido ao serviço de um restaurante da região que leva a comida até o barco. Preço: R$140 por pessoa.

- Visita a ilhas oceânicas. Sai da marina e segue para as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Ilhote das Cagarras. Preço: R$ 140 por pessoa, incluindo sanduíche natural, frutras e água. Para por cerca de 30 minutos para mergulho nas Cagarras.

Barcas S/A

A concessionária oferece, todos os domingos, um passeio entre o Rio e Niterói, com saída às 10 da Praça Quinze e às 9h30m da estação de Niterói. Com duração de duas horas, o passeio conta ainda com recreação infantil. Preço: R$ 12 por pessoa. Não é preciso agendar.
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SÃO PAULO - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu condenado em primeira instância até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena, abre brecha para que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusado de matar a Isabella Nardoni, 5 anos, em março de 2008, seja tratado como inocente e ganhe na Justiça direito de aguardar o julgamento em liberdade.
Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
- A decisão trata de uma situação muito peculiar. O que o Supremo fez foi ressaltar alguns princípios constitucionais que interessam para o nosso caso, como a presunção da inocência, e a prisão provisória como antecipação de pena - afirma Levorin.


O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


SERÁ QUE ESSA FRASE DITA PELA MÃE DE ISABELLA, ANA CAROLINA DE OLIVEIRA VAI SER ESQUECIDA?


"Filha maravilhosa da minha vida, você será eterna. Lutarei para conquistar tudo nessa vida em 'nosso nome'. Te amarei para sempre!"




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SÃO PAULO - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu condenado em primeira instância até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena, abre brecha para que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusado de matar a Isabella Nardoni, 5 anos, em março de 2008, seja tratado como inocente e ganhe na Justiça direito de aguardar o julgamento em liberdade.
Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
- A decisão trata de uma situação muito peculiar. O que o Supremo fez foi ressaltar alguns princípios constitucionais que interessam para o nosso caso, como a presunção da inocência, e a prisão provisória como antecipação de pena - afirma Levorin.


O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


SERÁ QUE ESSA FRASE DITA PELA MÃE DE ISABELLA, ANA CAROLINA DE OLIVEIRA VAI SER ESQUECIDA?


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Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
- A decisão trata de uma situação muito peculiar. O que o Supremo fez foi ressaltar alguns princípios constitucionais que interessam para o nosso caso, como a presunção da inocência, e a prisão provisória como antecipação de pena - afirma Levorin.


O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


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Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
- A decisão trata de uma situação muito peculiar. O que o Supremo fez foi ressaltar alguns princípios constitucionais que interessam para o nosso caso, como a presunção da inocência, e a prisão provisória como antecipação de pena - afirma Levorin.


O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


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Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
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O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


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Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
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O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


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Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
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O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


SERÁ QUE ESSA FRASE DITA PELA MÃE DE ISABELLA, ANA CAROLINA DE OLIVEIRA VAI SER ESQUECIDA?


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SÃO PAULO - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu condenado em primeira instância até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena, abre brecha para que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusado de matar a Isabella Nardoni, 5 anos, em março de 2008, seja tratado como inocente e ganhe na Justiça direito de aguardar o julgamento em liberdade.
Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
- A decisão trata de uma situação muito peculiar. O que o Supremo fez foi ressaltar alguns princípios constitucionais que interessam para o nosso caso, como a presunção da inocência, e a prisão provisória como antecipação de pena - afirma Levorin.


O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
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SÃO PAULO - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu condenado em primeira instância até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena, abre brecha para que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusado de matar a Isabella Nardoni, 5 anos, em março de 2008, seja tratado como inocente e ganhe na Justiça direito de aguardar o julgamento em liberdade.
Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
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O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
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Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
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Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
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Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
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Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
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- A decisão trata de uma situação muito peculiar. O que o Supremo fez foi ressaltar alguns princípios constitucionais que interessam para o nosso caso, como a presunção da inocência, e a prisão provisória como antecipação de pena - afirma Levorin.


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Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
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Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


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SÃO PAULO - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu condenado em primeira instância até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena, abre brecha para que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusado de matar a Isabella Nardoni, 5 anos, em março de 2008, seja tratado como inocente e ganhe na Justiça direito de aguardar o julgamento em liberdade.
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O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


SERÁ QUE ESSA FRASE DITA PELA MÃE DE ISABELLA, ANA CAROLINA DE OLIVEIRA VAI SER ESQUECIDA?


"Filha maravilhosa da minha vida, você será eterna. Lutarei para conquistar tudo nessa vida em 'nosso nome'. Te amarei para sempre!"




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SÃO PAULO - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu condenado em primeira instância até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena, abre brecha para que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusado de matar a Isabella Nardoni, 5 anos, em março de 2008, seja tratado como inocente e ganhe na Justiça direito de aguardar o julgamento em liberdade.
Marco Polo Levorin, um dos advogados do casal, afirmou nesta sexta-feira que a decisão do Supremo reforça princípios constitucionais aplicáveis no caso dos Nardoni, que ainda não foram julgados e permanecem presos, após vários pedidos de habeas corpus negados.
Pelo menos cinco presos, já condenados por crimes graves, foram beneficiados pela decisão do STF.
- A decisão trata de uma situação muito peculiar. O que o Supremo fez foi ressaltar alguns princípios constitucionais que interessam para o nosso caso, como a presunção da inocência, e a prisão provisória como antecipação de pena - afirma Levorin.


O advogado informou que a defesa do casal estuda entrar com um novo habeas corpus para o casal, mas não revelou a fundamentação do recurso ou se ela será feita com base na nova decisão do STF.
- Estamos estudando e avaliando o que será melhor nesse momento. Por enquanto, apenas aguardamos o julgamento de um recurso nosso junto ao Tribunal de Justiça - diz Levorin.
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de jogar Isabella Nardoni do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. Desde maio - quando os dois foram transferidos para cadeias de Tremembé, no Vale do Paraíba- , o casal não teve nenhum recurso favorável nos tribunais.
Segundo o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, responsável pela acusação, eles perderam todos os recursos por unanimidade, tanto em São Paulo (Tribunal de Justiça) quanto em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Desde o crime, o casal Nardoni sempre negou ter assassinado Isabella. Nos depoimentos à polícia e à Justiça, o casal afirma que uma terceira pessoa teria entrado no prédio, matado e menina e atirado pela janela no momento em que estavam na garagem, pegando no carro os filhos mais novos. A polícia chegou à conclusão que não daria tempo de Alexandre ter subido ao apartamento apenas com Isabella, ter retornado à garagem e uma terceira pessoa entrar no apartamento e matar Isabella, contando o tempo entre a chegada da família no prédio, pela garagem, e o momento em que o corpo da criança caiu no pátio do prédio.


SERÁ QUE ESSA FRASE DITA PELA MÃE DE ISABELLA, ANA CAROLINA DE OLIVEIRA VAI SER ESQUECIDA?


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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LONDRES - O Ministério Público britânico anunciou nesta sexta-feira que policiais britânicos que mataram a tiros o brasileiro Jean Charles de Menezes há quase três anos numa estação de metrô de Londres não serão submetidos a julgamento por crime. A decisão foi tomada promotores que fizeram uma revisão do caso. Em dezembro, um júri havia anunciado um veredicto "inconclusivo" após um inquérito judicial sobre a morte de Jean Charles, que foi confundido com um terrorista, em 22 de julho de 2005. Segundo o veredicto, a morte não poderia ser descrita como "morte legal e justificada".
Responsável por revisar as provas, o advogado Stephen O'Doherty disse que não foram apresentadas novos indícios que sugerissem que a decisão anterior da Promotoria, de não julgar qualquer dos policiais envolvidos, tivesse sido equivocada. Ele disse que avaliou se os policiais agiram em autodefesa ou se mentiram para a Justiça.
- Houve algumas incoerências no que os policiais disseram no inquérito, mas também houve incoerências nos depoimentos dos passageiros - disse ele. - Concluí que, na confusão do que aconteceu naquele dia, o júri não pôde ter certeza se algum policial propositalmente fez um relato falso dos acontecimentos.
Eletricista de 27 anos que vivia e trabalhava em Londres, Jean Charles foi morto com sete tiros na cabeça disparados por dois policiais especializados no uso de armas de fogo - identificados apenas como Charlie 2 e Charlie 12 - em frente a outros passageiros, no momento em que subia num trem do metrô na estação de Stockwell.
Policiais à paisana confundiram Jean Charles com Hussein Osman, um dos quatro radicais islâmicos que haviam tentado explodir bombas na rede de transportes públicos de Londres no dia anterior. Os atentados fracassados em questão tentariam repetir os quatro piores ataques já realizados contra Londres em tempos de paz: duas semanas antes, quatro homens-bomba mataram 52 pessoas em trens do metrô e um ônibus.
O inquérito concluído em dezembro foi o quinto sobre a morte de Jean Charles. As investigações mostraram que uma série de equívocos de comunicação levaram os policiais armados, que se atrasaram para chegar ao local, a pensar que Jean Charles estivesse prestes a detonar uma bomba. Testemunhas desmentiram declarações segundo as quais os policiais teriam gritado "polícia armada!" ao brasileiro antes de disparar contra ele.
De acordo com as testemunhas, alguns dos policiais pareciam "descontrolados". O júri confirmou os relatos dos passageiros, dizendo que não foram dados avisos prévios e que Jean Charles não avançara em direção aos policiais, ao contrário do que eles afirmaram.
Em 2007, a polícia londrina foi condenada a pagar multa por desrespeitar regras de saúde e segurança antes do disparo de tiros, mas a Promotoria excluiu a possibilidade de processar policiais individualmente, incluindo oficiais que atuavam na sala de operações da polícia.
O incidente prejudicou a reputação da polícia de Londres e contribuiu para a renúncia, no ano passado, do ex-chefe da Scotland Yard Ian Blair, que foi fortemente criticado por sua atuação após o incidente.


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Ataque ocorreu na última segunda-feira próximo a Zurique.Brasileira afirmou ter abortado de gêmeos após o ataque.



RIO - A polícia de Zurique informou nesta sexta-feira que a advogada brasileira Paula Oliveira não estava grávida quando foi atacada por supostos neonazistas na última segunda-feira na Suíça, de acordo com informações publicadas pelo jornal "Tages Anzeiger". Paula, que se disse grávida de 3 meses de gêmeos, disse ter abortado após a agressão sofrida.
O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
- Eu acho que nós não podemos aceitar e não podemos ficar calados diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior - disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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Ataque ocorreu na última segunda-feira próximo a Zurique.Brasileira afirmou ter abortado de gêmeos após o ataque.



RIO - A polícia de Zurique informou nesta sexta-feira que a advogada brasileira Paula Oliveira não estava grávida quando foi atacada por supostos neonazistas na última segunda-feira na Suíça, de acordo com informações publicadas pelo jornal "Tages Anzeiger". Paula, que se disse grávida de 3 meses de gêmeos, disse ter abortado após a agressão sofrida.
O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
- Eu acho que nós não podemos aceitar e não podemos ficar calados diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior - disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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Ataque ocorreu na última segunda-feira próximo a Zurique.Brasileira afirmou ter abortado de gêmeos após o ataque.



RIO - A polícia de Zurique informou nesta sexta-feira que a advogada brasileira Paula Oliveira não estava grávida quando foi atacada por supostos neonazistas na última segunda-feira na Suíça, de acordo com informações publicadas pelo jornal "Tages Anzeiger". Paula, que se disse grávida de 3 meses de gêmeos, disse ter abortado após a agressão sofrida.
O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
- Eu acho que nós não podemos aceitar e não podemos ficar calados diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior - disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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RIO - A polícia de Zurique informou nesta sexta-feira que a advogada brasileira Paula Oliveira não estava grávida quando foi atacada por supostos neonazistas na última segunda-feira na Suíça, de acordo com informações publicadas pelo jornal "Tages Anzeiger". Paula, que se disse grávida de 3 meses de gêmeos, disse ter abortado após a agressão sofrida.
O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
- Eu acho que nós não podemos aceitar e não podemos ficar calados diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior - disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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RIO - A polícia de Zurique informou nesta sexta-feira que a advogada brasileira Paula Oliveira não estava grávida quando foi atacada por supostos neonazistas na última segunda-feira na Suíça, de acordo com informações publicadas pelo jornal "Tages Anzeiger". Paula, que se disse grávida de 3 meses de gêmeos, disse ter abortado após a agressão sofrida.
O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
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O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
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O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
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O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
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O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
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O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
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O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
- Eu acho que nós não podemos aceitar e não podemos ficar calados diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior - disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
- Eu acho que nós não podemos aceitar e não podemos ficar calados diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior - disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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Ataque ocorreu na última segunda-feira próximo a Zurique.Brasileira afirmou ter abortado de gêmeos após o ataque.



RIO - A polícia de Zurique informou nesta sexta-feira que a advogada brasileira Paula Oliveira não estava grávida quando foi atacada por supostos neonazistas na última segunda-feira na Suíça, de acordo com informações publicadas pelo jornal "Tages Anzeiger". Paula, que se disse grávida de 3 meses de gêmeos, disse ter abortado após a agressão sofrida.
O diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou, a partir de exames de legistas e ginecologistas, que a brasileira não estava grávida e que teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.
O pai de Paula, Paulo Oliveira, que está no país europeu, afirmou que a polícia suíça está tentando desviar o foco do caso.
O tom da imprensa suíça nesta sexta-feira é de desconfiança quanto à versão apresentada pela brasileira .
Em meio à comoção causada no Brasil pela agressão, o governo brasileiro anunciou que poderá levar o caso ao Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas.
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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

Obstrução da bexiga pode provocar a morte do feto. Técnica é feita com agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo.

Os médicos costumam dizer que toda cirurgia envolve um risco. Agora, quando o paciente ainda está no ventre da mãe, a operação é ainda mais delicada. No Brasil, uma técnica pouco conhecida está sendo usada com sucesso para salvar bebês que sofrem de uma doença rara: a obstrução da bexiga.
A cirurgia é feita com uma agulha pouco mais grossa que um fio de cabelo. Na ponta dessa agulha vão uma câmera e um laser, usado para destruir uma membrana que pode provocar a morte do feto. A técnica, que começa a ser usada no país, já permitiu que novos brasileirinhos nascessem. Trata-se de um problema muito raro e muito grave. A primeira pista é descoberta no exame pré-natal. A obstrução da uretra é provocada por uma membrana que não deixa o líquido na bexiga passar. Com o tempo, ela começa a inchar. Depois é a vez de os rins ficarem dilatados.
Em quase todos os casos, esse problema leva à morte do feto. Quando a gravidez chega ao final, a chance de vida da criança também é muito pequena. Mas uma técnica usada em poucos países, inclusive no Brasil, tem conseguido mudar essa história. A cirurgia é chamada de cistoscopia fetal. Orientado pela imagem do ultrassom, o médico introduz uma agulha de dois milímetros na barriga da mãe. Atravessa o útero e a barriga do feto até chegar à bexiga. Dentro da agulha vão a lente de uma câmera e um feixe de laser. Quando o médico localiza a obstrução da uretra, ele dispara o laser e destrói a membrana. O líquido começa a passar imediatamente.
“O objetivo é conseguir desobstruir essa bexiga e fazer com que a lesão renal não progrida e que o pulmão se desenvolva para a criança sobreviver. Depois ela vai ser tratada por um urologista e seguida por um nefrologista pediátrico”, explica o médico obstetra Rodrigo Ruano. Rodrigo Ruano explica que a técnica foi criada nos Estados Unidos há dez anos e é usada também na Inglaterra e no Brasil. Ela é pouco conhecida porque o problema é raro e só pode ser tratado se identificado no início da gravidez. O médico já operou cinco fetos. Quatro sobreviveram. Felipe foi um deles. Os pais descobriram o problema a tempo. “Quando a médica ficou naquele silêncio, ela explicou que ele estava com a bexiga estendida, mas estava vendo um tratamento”, lembra o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Os pais do menino passaram um dia inteiro no hospital decidindo se fariam a cirurgia, que pode provocar a interrupção da gravidez. “Minha esposa chorava muito nesse dia. Até eu não aguentei e chorei também”, disse o pai de Felipe, Jerlan Mesquita. Hoje eles sabem que tomaram a decisão certa. Felipe tem sete meses, pesa oito quilos e enche a casa de alegria. “Valeu à pena. Felipe está com saúde”, comenta, orgulhoso, o pai. A deficiência que leva ao inchaço da bexiga do bebê pode ser diagnosticada a partir do terceiro mês de gravidez. Por isso, é importante fazer o pré-natal e não deixar passar a data dos exames.


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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


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RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

link do postPor anjoseguerreiros, às 13:23  comentar

Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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Em maio, mais precisamente no dia 22, o Sea World, em Orlando, inaugura sua nova montanha-russa Manta, inspirada nos movimentos de uma arraia. O parque divulga um trailer do que os visitantes devem esperar com a nova atração.


RIO - A Manta pretende levar seus passageiros a uma aventura ao lado de arraias cenográficas que ao final, se tornarão reais. Dúvida? Vai funcionar mais ou menos assim: conduzidos em posição horizontal, os passageiros serão levados a conhecer uma diversidade de habitats naturais.
Batizada de montanha-russa voadora, Manta Flying Coaster pretende inovar no quesito "imersão no mundo animal" (uma especialidade dos parques Sea World, justiça seja feita), enquanto os passageiros voam, mergulham e deslizam - pelo ar ou a centímetros do mar (mar? Em Orlando, tudo é possível).
A jornada terá início quando os visitantes entrarem numa vila mística onde estarão representadas pinturas e esculturas de artesãos que celebram a lenda e a tradição das arraias. Sem entradas de filas tradicionais .
A atração começa no primeiro passo para entrar, segundo contam os representantes do Sea World, a expectativa se intensifica quando os visitantes atra-vessam cavernas com enfeites em mármore inspirados nas arraias, jóias e mosaicos, tudo feito à mão por artistas que se dedicaram a homenagear estes animais.
Até este ponto, andar na montanha-russa será uma escolha do visitante, já que ele terá como opção apreciar dali mesmo as arraias, cara-a-cara, ou de cara no vidro: mais de 300 arraias (arraias tubarões, arraias águias, arraias leopardos, arraias nariz-de-vaca e arraias de rios), peixes diversos e outras espécies marinhas poderão ser observados no aquário por janelões que vão do chão ao teto.
À medida em que o visitante avança na atração, será levado ao universo submarino, e o suspense se intensificará.
Instalados nos carrinhos criados sob a inspiração do "vôo submerso", os visitantes "voarão virados para baixo, em posição horizontal, embaixo da barriga de uma montanha-russa com o formato de uma arraia gigante. Com uma asa estendida de 3,65 metros, a arraia gigante voará pelo mar e pelo céu, na mais graciosa montanha-russa voadora já criada", conta nos o material promocional distribuído pelo parque.
A velocidade do bicho chega a 90 km/h, num percurso que inclui quatro inversões em pouco mais de um quilômetro de trilhos.
A sensação deverá ser algo como "fazer um vôo deslizante do céu ao mar" - chagando tão próximo da água que, em alguns momentos, as asas da Manta tocará as ondas.
- O SeaWorld é famoso por conectar os visitantes com o mar e suas maravilhosas criaturas e Manta faz isso de uma forma sem precedentes, criando o verdadeiro sentido de unificação entre homem e animal - afirmou Dan Brown, vice-presidente e gerente geral do Sea World Orlando.
Ao que Joseph Couceiro, chefe do Departamento de Marketing da Busch Entertainment Corporation, acres-centou:
- A sensação da Manta também será diferente de qualquer outra do mundo - os visitantes ficarão inspirados pela graciosidade e poder de arraias vivas, e sentir como se elas próprias estivessem voando pelo ar e água.
Localizada logo na entrada principal ao SeaWorld, Manta, a montanha-russa tematizada em arraia - coberta por tons de roxo, azul marinho e azul - deverá se tornar um ícone do parque, chamando a atenção dos visitantes.


Curiosidades sobre Manta


Animais etc: Reunindo mais de três mil animais, em seus dez aquários, Manta exibirá mais de 60 espécies: 300 arraias, 23 dragões-marinhos; 20 cavalos-marinhos; mais de 2.500 peixes.
Carrinhos: Os assentos serão dispostos na posição horizontal, virados para baixo. Cada assento levará quatro pessoas. A asa do carro-arraia tem 3,65 metros de extensão.
Vôo e mergulho: O vôo pelo céu e acima de uma lagoa atingirá a altura de 42 metros, com queda máxima de 34 metros.
Trajeto: A velocidade máxima dos carrinhos será de 90 km/h, enquanto se cumpre um percurso de 1.023 metros que inclui quatro inversões. A volta leva 2 minutos e 35 segundos
Tecnologia suíça: A montanha-russa está construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard; Monthey, Suíça.
Vista subaquática: Chão ao teto, visão de 2,74 metros de altura; incluindo um painel de 20,43 metros quadrados para observar os grupos de arraias circulando.
A lagoa externa tem 1.514 metros quadrados
Altura exigida: 1, 37 metros


fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2008/06/19/seaworld_orlando_anuncia_nova_mega_atracao_para_verao_de_2009-546871126.asp

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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
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À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


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SÃO PAULO - A dona-de-casa Eunice Mariano Ferreira, de 44 anos, não tem dormido bem. Desde a noite da última terça-feira, quando ficou mais de três horas esquecida com oito agulhas em um dos pés, dentro de um centro médico de Piracicaba, a 161 quilômetros da capital, ela tem passado as noites em claro.
Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.
Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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SÃO PAULO - A dona-de-casa Eunice Mariano Ferreira, de 44 anos, não tem dormido bem. Desde a noite da última terça-feira, quando ficou mais de três horas esquecida com oito agulhas em um dos pés, dentro de um centro médico de Piracicaba, a 161 quilômetros da capital, ela tem passado as noites em claro.
Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.
Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.
Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.
Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
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Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.
Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.
Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
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Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
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Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
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Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.
Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.
Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.
Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.


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Um caso de paternidade precoce virou o assunto mais discutido do Reino Unido. Alfie Patten, de 13 anos mas com cara de 8, acabou de ser pai de Maisie Roxanne. A mãe da menina, Chantelle Steadman, tem 15 anos. Na primeira foto, Alfie aparece com a própria mãe e agora avó.
Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


fonte:http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/
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Um caso de paternidade precoce virou o assunto mais discutido do Reino Unido. Alfie Patten, de 13 anos mas com cara de 8, acabou de ser pai de Maisie Roxanne. A mãe da menina, Chantelle Steadman, tem 15 anos. Na primeira foto, Alfie aparece com a própria mãe e agora avó.
Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Um caso de paternidade precoce virou o assunto mais discutido do Reino Unido. Alfie Patten, de 13 anos mas com cara de 8, acabou de ser pai de Maisie Roxanne. A mãe da menina, Chantelle Steadman, tem 15 anos. Na primeira foto, Alfie aparece com a própria mãe e agora avó.
Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Um caso de paternidade precoce virou o assunto mais discutido do Reino Unido. Alfie Patten, de 13 anos mas com cara de 8, acabou de ser pai de Maisie Roxanne. A mãe da menina, Chantelle Steadman, tem 15 anos. Na primeira foto, Alfie aparece com a própria mãe e agora avó.
Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Um caso de paternidade precoce virou o assunto mais discutido do Reino Unido. Alfie Patten, de 13 anos mas com cara de 8, acabou de ser pai de Maisie Roxanne. A mãe da menina, Chantelle Steadman, tem 15 anos. Na primeira foto, Alfie aparece com a própria mãe e agora avó.
Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Um caso de paternidade precoce virou o assunto mais discutido do Reino Unido. Alfie Patten, de 13 anos mas com cara de 8, acabou de ser pai de Maisie Roxanne. A mãe da menina, Chantelle Steadman, tem 15 anos. Na primeira foto, Alfie aparece com a própria mãe e agora avó.
Ele contou ao "Sun" que juntamente com Chantelle decidiu não realizar um aborto. Maisie foi resultado de apenas uma noite de sexo sem proteção.
Obviamente assustado, Alfie sequer tem noção de quanto custa um pacote de fraldas. Mas o pai, de 45 anos, ressalta que o filho já demonstra ter responsabilidade: "Ele poderia dar de ombros e sentar para jogar Playstation. Mas ele esteve no hospital todos os dias". Alfie e Chantelle esconderam a gravidez até quase dois meses, quando a mãe dela desconfiou do ganho de peso repentino e pressionou a adolescente.


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Duas policiais visitaram no final da tarde a advogada Paula Oliveira, 26 anos, que está internada no Hospital da Universidade de Zurique.

Em nome da chefatura de polícia da cidade, as policiais pediram desculpas a Paula pelo modo como ela foi tratada tão logo pediu socorro depois de ter sido agredida na noite do último domingo por três skinhead neonazistas que a espancaram e riscaram seu corpo com um estilete.
Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Duas policiais visitaram no final da tarde a advogada Paula Oliveira, 26 anos, que está internada no Hospital da Universidade de Zurique.

Em nome da chefatura de polícia da cidade, as policiais pediram desculpas a Paula pelo modo como ela foi tratada tão logo pediu socorro depois de ter sido agredida na noite do último domingo por três skinhead neonazistas que a espancaram e riscaram seu corpo com um estilete.
Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Em nome da chefatura de polícia da cidade, as policiais pediram desculpas a Paula pelo modo como ela foi tratada tão logo pediu socorro depois de ter sido agredida na noite do último domingo por três skinhead neonazistas que a espancaram e riscaram seu corpo com um estilete.
Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Em nome da chefatura de polícia da cidade, as policiais pediram desculpas a Paula pelo modo como ela foi tratada tão logo pediu socorro depois de ter sido agredida na noite do último domingo por três skinhead neonazistas que a espancaram e riscaram seu corpo com um estilete.
Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Em nome da chefatura de polícia da cidade, as policiais pediram desculpas a Paula pelo modo como ela foi tratada tão logo pediu socorro depois de ter sido agredida na noite do último domingo por três skinhead neonazistas que a espancaram e riscaram seu corpo com um estilete.
Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
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Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
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Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
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Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
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A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
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Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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Em nome da chefatura de polícia da cidade, as policiais pediram desculpas a Paula pelo modo como ela foi tratada tão logo pediu socorro depois de ter sido agredida na noite do último domingo por três skinhead neonazistas que a espancaram e riscaram seu corpo com um estilete.
Por causa disso, Paula, que estava grávida há três meses, abortou suas filhas gêmeas.
- O procedimento foi todo errado desde o começo - disse uma das policiais a Paula, que estava acompanhada da embaixadora Vitória Cleaver, titular do consulado-geral do Brasil em Zurique.
Segundo a policial, Paula deveria ter sido socorrida por policiais femininas - e não por dois detetives. Um deles chegou a insinuar que Paula estava mentindo, como se ela mesma pudesse ter retalhado seu corpo mais de 100 vezes. E a ameaçou com um processo.
A visita a Paula durou pouco mais de 10 minutos.
Ela tomou, ontem, um coquetel antivirótico e acordou hoje se sentindo mal. Foi direto para o hospital. Poderá ter alta amanhã.
- O comportamento da polícia mudou radicalmente - testemunha a embaixadora Clever. "Ele agora me dá informações sobre o caso quase que em tempo real, salvo aquelas que possam comprometer as investigações".
A mudança de comportamento tem a ver com a dura reação do governo brasileiro. E também com a repercussão mundial do episódio.
O ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, convocou o embaixador suíco para exigir explicações. E orientou a embaixadora Clever a manifestar ao governo suíco a repulsa do governo brasileiro ao que aconteceu com Paula.


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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BRASÍLIA - Cinco presos condenados por crimes graves, que ainda têm o direito de recorrer da sentença, foram beneficiados com a liberdade, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram realizados de forma breve, com base em uma decisão da semana passada na qual os ministros sacramentaram o direito de liberdade de um réu até que o caso tramite em julgado - ou seja, até que não haja mais possibilidade de apresentar recurso judicial à pena. As decisões foram tomadas por oito votos a dois. Assim como na semana passada, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa discordaram da tese, por entender que, em alguns casos de crimes graves, o réu não merece recorrer em liberdade. Na semana passada, Barbosa criticou a tese que prevaleceu no plenário por, segundo ele, reforçar a idéia de que no Brasil há "um sistema penal de faz de conta".
Na sessão, foram beneficiados um homem condenado a quatro anos de prisão por tentativa de estupro no Rio de Janeiro, um estelionatário condenado a quatro anos e meio por ter praticado o crime de forma continuada; um ladrão que cumpria pena de sete anos e meio por roubo qualificado; e dois réus sentenciados por apropriação de bens e rendas públicas (um cumpria pena de quatro anos de prisão e o outro, de três).

Quatro já estavam soltos beneficiados por liminares

Com exceção do condenado por roubo qualificado, os outros já tinham sido soltos por liminar dada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A decisão foi confirmada nesta quinta em plenário. O réu que ainda estava preso teve um pedido de liminar recusado pela relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela é contrária à libertação de presos só porque eles podem recorrer da decisão. No entanto, como a maioria dos ministros defendeu a tese, mudou de posição, nesta quinta, "em nome da coesão do tribunal" - embora tenha apresentado uma ressalva com sua opinião. O ministro Menezes Direito, que também tinha votado contra o benefício semana passada, fez a mesma ponderação de Carmem Lúcia nesta quinta e votou a favor.
Segundo Lewandowski, relator de quatro habeas corpus, um preso que ainda está recorrendo judicialmente não pode ser beneficiado com a progressão do regime - como, por exemplo, trocar o regime fechado pelo semiaberto, ou pleitear o direito de estudar ou de trabalhar enquanto estiver cumprindo a pena. Ele citou o exemplo do preso condenado por estelionato. A sentença determinava o regime semiaberto, mas como ele ainda estava recorrendo, era obrigado a cumprir a pena em regime fechado, sem direito a nenhum benefício.
- É uma flagrante ilegalidade. Se ele ficasse preso processualmente, não teria direito a nenhum benefício prisional. Numa prisão processual, ele ficaria preso em regime fechado até o cumprimento de sua pena - disse Lewandowski.
- É uma pena exacerbada - concordou Ayres Britto.
O ministro Marco Aurélio Mello lembrou que o STF já reconhece o direito de presos nessa situação. Esse direito, entretanto, não é automático: o interessado teria de pedir a progressão do regime ao tribunal e esperar o julgamento. No STJ, ministros mantiveram réu preso
Na sessão desta quinta, os ministros não transformaram em súmula vinculante o entendimento sobre presos que ainda podem recorrer da sentença. Se tivessem aprovado a súmula, ações semelhantes que chegassem ao tribunal não precisariam ser examinadas caso a caso; o direito já seria garantido e aprovado automaticamente. Os ministros concordaram em julgar individualmente casos como esses, sempre a favor da libertação, sem a necessidade de levar ao plenário para o conhecimento dos demais ministros. Apenas Marco Aurélio discordou:
- Continuo acreditando que cada qual deve formar convicção. Nós não devemos colocar o julgador numa camisa-de-força, compelindo-o a decidir em determinado sentido. Continuarei decidindo conforme minha ciência e consciência.
Gutemberg Xavier Alves, condenado por tentativa de estupro, teve o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2007. No despacho, o relator, ministro Felix Fischer, escreveu que uma condenação confirmada por tribunal de segunda instância - no caso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - só é passível de recurso extraordinário, "razão pela qual se afigura legítima a execução de pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado da respectiva condenação".
A ministra Laurita Vaz, do STJ, é outra opositora da tese do STF. Ao negar habeas corpus a Orides Zanardi, condenado por apropriar-se de bens e rendas públicas, escreveu: "Este STJ firmou entendimento de que a execução provisória do julgado constitui mero efeito da condenação, não se cogitando de qualquer violação ao princípio do estado presumido de inocência".


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ÚLTIMAS NOTÍCIAS FEVEREIRO DE 2009 - Por: Elizabeth Misciasci

O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


O (STF), negou mais um habeas corpus a Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, impetrado pelos defensores do Casal. Assim sendo, com o indeferimento do pedido de Habeas Corpus relato e fundamentado pelo Ministro do Supremo, o casal continua preso.

A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

fonte:
http://www.eunanet.net/beth/caso_isabella_nardoni_noticias1.php
      

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O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


O (STF), negou mais um habeas corpus a Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, impetrado pelos defensores do Casal. Assim sendo, com o indeferimento do pedido de Habeas Corpus relato e fundamentado pelo Ministro do Supremo, o casal continua preso.

A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


O (STF), negou mais um habeas corpus a Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, impetrado pelos defensores do Casal. Assim sendo, com o indeferimento do pedido de Habeas Corpus relato e fundamentado pelo Ministro do Supremo, o casal continua preso.

A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


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A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


O (STF), negou mais um habeas corpus a Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, impetrado pelos defensores do Casal. Assim sendo, com o indeferimento do pedido de Habeas Corpus relato e fundamentado pelo Ministro do Supremo, o casal continua preso.

A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


O (STF), negou mais um habeas corpus a Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, impetrado pelos defensores do Casal. Assim sendo, com o indeferimento do pedido de Habeas Corpus relato e fundamentado pelo Ministro do Supremo, o casal continua preso.

A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

fonte:
http://www.eunanet.net/beth/caso_isabella_nardoni_noticias1.php
      

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ÚLTIMAS NOTÍCIAS FEVEREIRO DE 2009 - Por: Elizabeth Misciasci

O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


O (STF), negou mais um habeas corpus a Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, impetrado pelos defensores do Casal. Assim sendo, com o indeferimento do pedido de Habeas Corpus relato e fundamentado pelo Ministro do Supremo, o casal continua preso.

A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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O Supremo Trinal Federal negou mais um pedido de liberdade ao casal Nardoni


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A defesa que também ingressou com pedido de recurso da Pronuncia prolatada em primeira instância, tenta não se manifestar sobre os pareceres despachados pelos Doutos Magistrados, bem como, não tomaram conhecimento ainda da data em que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, sentarão diante do Juri Popular, afim de que sejam julgados. Esse foi o sexto pedido de liberdade do casal Nardoni a ser negado pelo STF.

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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
Blog Brancas Nuvens
Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
Blog Brancas Nuvens
Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

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Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
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Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
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Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
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Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

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A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
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Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
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Fonte: Folha on-line

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Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
Blog Brancas Nuvens
Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:23  comentar



Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
Blog Brancas Nuvens
Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
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Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

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Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
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Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
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Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
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Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

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Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
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Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
Blog Brancas Nuvens
Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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Brasileiros na Suíça organizam passeata em protesto contra agressões a brasileira

Grupos de brasileiros que moram na Suíça pretendem realizar uma passeata neste final de semana em protesto contra as agressões à advogada brasileira Paula Oliveira, 26, que foi espancada e teve boa parte do corpo retalhado por estilete por três homens brancos e carecas que pareciam skinheads, na noite de segunda-feira (9/02).
A mobilização está sendo organizada por membros de ao menos três comunidades do site de relacionamento Orkut - “Brasileiros na Suíça”, “Brasileiros em Zurique” e “Brazil and Switzerland” - desde ontem.
A ideia dos brasileiros é realizar a passeata no domingo, saindo do Palácio da Justiça de Zurique, e percorrer algumas das principais ruas da cidade com cartazes e faixas de protesto. O horário do protesto ainda não foi definido.
Nas comunidades, outros brasileiros relatam terem sofrido agressões por supostos skinheads no país.
Fonte: Folha on-line

Blog do Neto

Repugnante, inaceitável, um verdadeiro absurdo o caso de racismo ocorrido, o crime cometido contra a advogada brasileira Paula Oliveira, que foi agredida, teve seu corpo cortado por estilete por um grupo de nazistas em Zurique. Paula, grávida de três meses, sofreu aborto.
Segundo Paula testemunhou, três homens brancos, carecas e vestidos de preto, um deles com uma suástica tatuada atrás da cabeça, a imobilizaram, espancaram e rasgaram suas roupas. Depois cortaram seu corpo com um estilete, entalhando a sigla SVP - Scheiz Volks Partei. Em português, Partido Popular da Suíça ou Partido do Povo Suíço, detentor de 29% das cadeiras da Assembléia Federal (Congresso Nacional).
Esse tipo de crime fica cada dia mais comum nos países da Europa e nos Estados Unidos. Estamos cientes que a maioria dos trabalhadores destes países sabe que as dificuldades econômicas pelas quais estão passando, o alto índice de desemprego, está sendo causado pela mesma casta que os explora, em menos intensidade é verdade, e que rouba e saqueia os países menos desenvolvidos, gerando miséria nestas nações e levando seus povos a buscarem oportunidades melhores.
No entanto, essa elite que suga as riquezas de nossos países é a mesma que comanda, cria e estimula estes doentes que praticam este tipo de crime bárbaro. É inaceitável que, em pleno século 21, as sociedades convivam com coisas desta natureza.
Eu repudio veementemente qualquer tipo de discriminação. Temos a obrigação de cobrar, e o governo brasileiro vem fazendo isso, punição exemplar para atos xenófobos contra brasileiros e contra pessoas de outras nacionalidades . Hoje mesmo eu recebi um e-mail com uma foto com dois pássaros de turbante que seriam os responsáveis pela queda do avião da US Airways, em Nova Iorque.
Pode parecer uma piadinha, mas são coisas como estas que criam e estimulam manifestações racistas contra determinados povos. Se existem extremistas cometendo atentados suicidas, estes são motivados pelas barbáries cometidas pelos monopólios norte-americanos no Iraque e no Oriente Médio.
Abaixo o racismo!
Blog Brancas Nuvens
Acho que todo mundo no Brasil já deve estar sabendo o que aconteceu por aqui. Mas o resumão é: uma mulher brasileira, grávida de gêmeos foi torturada e perdeu os bbs. Os autores da agressão eram skinheads. No hospital, o inspetor de polícia teve a audácia de dizer que, se fosse mentira, ela seria processada. Enfim, foi agredida por não ser suíça, não por ser brasileira. Poderia ter sido uma chilena, uma chinesa ou uma turca.Claro que todo mundo ficou indignado. Claro que ficamos assustados, afinal, poderia ser eu ou o meu marido. A covardia não tem limite, fizeram com ela, pq não fariam com crianças? Poderia ter sido, então, a minha filha em um dos passeios da escola.O pior é saber que, em função do partido de extrema direita, o sentimento xenofóbico está sendo incentivado, principalmente entre os jovens, e esse tipo de violência, da qual não há defesa ou prevenção, pode voltar a acontecer. Para isso, basta que a sociedade suíça, tão orgulhosa de suas virtudes, continue a aceitar a veiculação de propagandas preconceituosas e desinformativas que nos classificam (a todos os imigrantes) como corvos ávidos pela cidadania suíça. Basta continuar assegurando a liberdade de propagação de idéias racistas e xenofóbicas. Abaixo vocês tem um exemplo dessa publicidade tão abertamente discriminatória que seria proibida em qualquer outro país da Europa.Enfim, continuo me sentindo segura na Suíça. Não acredito que o que aconteceu seja regra ou vá se tornar uma regra, pois tenho confiança que a maioria da população pensa diferente e age diferente, mas a minha imagem da Suíça ficou sim manchada e só vai voltar a ser a mesma se esses idiotas forem punidos e essa mulher for tratada com dignidade.
Abraço,Carol
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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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13/02/2009 - 08h05
Jornal suíço diz que polícia avalia a hipótese de automutilação de brasileira

Um dos mais importantes jornais da Suíça, o "Neue Zürcher Zeitung", afirmou ontem -em notícia publicada por volta das 21h30 locais- que a polícia trabalha com a hipótese de que a brasileira possa ter se automutilado. Segundo o jornal, as circunstâncias em que a agressão ocorreu ainda não estão claras.
A jovem foi interrogada e uma perícia realizada na estação onde o caso ocorreu. Ainda de acordo com a publicação, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Em comunicado distribuído ontem, a polícia suíça afirmou que "as circunstâncias exatas do ataque" à advogada brasileira "não são claras" e que investiga "em todas as direções".
Leia a seguir a íntegra da nota da polícia de Zurique:
"Na noite da segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, a polícia da cidade de Zurique foi chamada à estação Stettbach, pois ali se encontrava uma mulher com ferimentos por corte. As circunstâncias em que os ferimentos foram feitos não estão claras. A polícia de Zurique está investigando e procura testemunhas. Pouco depois das 19h30, um homem fez contato telefônico com a polícia de Zurique pedindo socorro para uma mulher na estação Stettbach.
No local, os policiais encontraram uma mulher brasileira, de 26 anos, que apresentava ferimentos por cortes superficiais. Em diferentes partes do corpo era possível identificar cortes em formato de letras, entre outros. A mulher afirmou que havia sido atacada por três homens desconhecidos, que a teriam maltratado com pisadas e a ferido com uma faca. Em seguida, ela disse que estava grávida e que, após o ataque, havia sofrido um aborto num banheiro da estação. O Serviço de Proteção e Salvamento de Zurique levou a mulher para um hospital para mais esclarecimentos.
No local do crime foi feita uma detalhada perícia. Por ora, não é possível dar esclarecimentos médicos. As circunstâncias exatas do ataque não são claras. A polícia de Zurique está investigando em todas as direções. Pede-se que as pessoas que tenham visto algo suspeito pouco depois das 19h30, no número 447 da rua Dübendorf, próximo à saída de emergência da estação, entrem em contato com a polícia no telefone 0-444-117-117. Por motivo de proteção pessoal e estratégia da investigação, não é possível no momento dar mais informações. Assim que houver outras descobertas vamos nos voltar de novo à imprensa."

Agressor será expulso se provado ataque, diz partido suíço
Deputado do SVP afirma que possibilidade de autoflagelo da brasileira Paula Oliveira não pode ser descartada
Um dos principais nomes do Partido do Povo Suíço (SVP), o deputado Oskar Freysinger, afirmou que se um dos membros da legenda ultradireitista agrediu a advogada brasileira Paula de Oliveira, o SVP expulsará o agressor imediatamente. "Este é um país de lei, onde cada ser humano merece respeito", afirmou Freysinger, apesar de ter dito em entrevista ao Estado que "não se pode excluir a possibilidade de autoflagelação". "Se essas pessoas são de fato do partido, serão expulsas, mas primeiro precisamos saber se tudo isso de fato ocorreu".
Para Amorim, há xenofobia 'evidente' em caso de advogada
O governo brasileiro acredita em motivações xenofóbicas para o caso da brasileira Paula Oliveira, que foi ferida e sofreu um aborto na última segunda-feira, 8, em Zurique. Caso se confirme o caráter xenófobo das agressões contra Paula Oliveira, o Brasil deve enviar nesta sexta-feira, 12, uma queixa formal à ONU. O Itamaraty vai pedir para que a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillai, se pronuncie de forma urgente sobre o caso e condene os ataques.
"Não podemos fazer nenhum pré-julgamento, mas há uma aparência evidente de xenofobia, o que é uma coisa preocupante", afirmou nesta quinta-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Na avaliação do ministro, o fato de não ter havido roubo ou estupro indica que as agressões - que resultaram na perda dos dois bebês que Paola estava esperando - devem ter sido motivadas por preconceito.
O Itamaraty pressiona governo e polícia suíços para que investiguem de forma "rigorosa e transparente" o caso. A preocupação brasileira foi manifestada pelo chefe do Departamento das Comunidades Brasileiras no Exterior, Eduardo Gradilone, ao encarregado de negócios da Suíça no Brasil, Claude Crottaz, em reunião nesta quinta.
"A Suíça não tem interesse em manter uma imagem negativa em relação a esse tema", afirmou Amorim. "Houve um plebiscito sobre um tema correlato que foi derrotado pelo povo suíço, no domingo", acrescentou, referindo-se à votação sobre uma proposta de veto ao ingresso de trabalhadores búlgaros e romenos na Suíça.
Segundo o chanceler, a Embaixada do Brasil em Berna já foi mobilizada para fazer o mesmo tipo de representação junto ao governo suíço. Nesta quinta, a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, esteve com autoridades policiais suíças e pediu transparência para que o governo possa acompanhar as investigações.
"Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que devíamos tomar junto ao governo suíço das várias formas que podíamos tomar, tanto diretamente junto às autoridades policiais de Zurique quanto em relação à chancelaria em Berna e à Embaixada da Suíça no Brasil, e estamos aguardando os desdobramentos disso", disse Amorim.
"Fomos vítimas de xenofobia"- declara pai da brasileira
O ex-professor universitário e assessor parlamentar Paulo Oliveira, pai da brasileira , disse na quarta-feira 11, ao Estado que está "chocado".
Paulo desembarcou na manhã de ontem em Zurique. "O obstetra cuida das sequelas do aborto sofrido pela Paula e hoje à tarde (ontem) o hospital convocou-a para tomar um coquetel antiviral", contou. O Itamaraty recomendou à cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Clever, que pressione as autoridades. O Brasil só fará um protesto oficial se confirmada a motivação neonazista do grupo.
"Eu não fui à polícia, mas conversei com a embaixadora (Vitória Clever). A polícia não se mexeu. Uma das siglas tatuadas no corpo da minha filha é de um dos partido do governo. Não sei se esse mutismo da polícia é o estilo helvético de trabalhar ou se é decorrência dos sinais de embaraço administrativo da polícia com a política. Uma conveniência. A polícia mostrou-se mais preocupada em questionar a minha filha sobre se não havia sido ela que se mutilou. Se aquilo era real ou tinha sido fabricado. Como pode! Ela ficou em estado de choque, sofreu um aborto e perdeu as gêmeas. A Paula estava falando com a mãe ao telefone celular e acho que isso (falar em português) pode ter sido o gatilho que atraiu os agressores. Mas as torcidas organizadas (neonazistas) estavam claramente atrás do time adversário."

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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto), 43, está juntando documentos para processar o médico Roger Abdelmassih por danos morais. Ela é uma das cerca de 70 mulheres que acusam de abuso sexual o mais conhecido especialista de FIV (fertilização in vitro) do país.
Ivanilde foi a segunda mulher que saiu do anonimato para expor a sua acusação, e é dela a declaração mais contundente.
A jornais e emissoras de TV, disse que em 1999, ao acordar de uma sedação na clínica de Abdelmassih, viu que tinha na mão o pênis do médico.
As declarações da empresária encorajaram outras ex-pacientes – de vários Estados – a procurar a 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo.
Agora, Ivanilde é a primeira a afirmar que vai à Justiça para exigir do médico uma indenização. Outras ex-pacientes deverão fazer o mesmo, mas elas não se pronunciaram ainda porque esperam o término do inquérito policial.
Uma delas informou que poderá ser criada uma associação de vítimas do Abdelmassih para coordenar o encaminhamento de ações judiciais.
“Agora estou na fase de documentação”, disse Ivanilde ao Cruzeiro do Sul, jornal da região de Sorocaba, onde ela mora. “Estou levantando cheques e recibos que ele [Abdelmassih] dificilmente dava.”
Falou que ficou aborrecida quando foi procurada por advogados que se ofereceram para cuidar das denúncias delas.
A empresária, que é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), disse que a sua exposição na imprensa tem sido desgastante também porque “não é fácil ficar lembrando tudo que passou.”
Mas decidiu que vai até o fim.
Ivanilde acredita que na região de Sorocaba – cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital – haja mais mulheres que sofreram assédio do médico e ela se coloca à disposição para ajudar quem quiser formalizar as acusações às autoridades.
Por intermédio de seus advogados, Abdelmassih nega tudo. Ele já enumerou várias motivos para o fato de estar sendo acusado, como inveja de médicos concorrentes e alucinações sexuais de pacientes em decorrência de efeito colateral da anestesia.
Fonte: http://e-paulopes.blogspot.com/

- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse.
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.
Fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/09/crm-mp-apuram-denuncias-de-abuso-sexual-contra-medico-especialista-em-fertilizacao-590036017.asp
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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto), 43, está juntando documentos para processar o médico Roger Abdelmassih por danos morais. Ela é uma das cerca de 70 mulheres que acusam de abuso sexual o mais conhecido especialista de FIV (fertilização in vitro) do país.
Ivanilde foi a segunda mulher que saiu do anonimato para expor a sua acusação, e é dela a declaração mais contundente.
A jornais e emissoras de TV, disse que em 1999, ao acordar de uma sedação na clínica de Abdelmassih, viu que tinha na mão o pênis do médico.
As declarações da empresária encorajaram outras ex-pacientes – de vários Estados – a procurar a 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo.
Agora, Ivanilde é a primeira a afirmar que vai à Justiça para exigir do médico uma indenização. Outras ex-pacientes deverão fazer o mesmo, mas elas não se pronunciaram ainda porque esperam o término do inquérito policial.
Uma delas informou que poderá ser criada uma associação de vítimas do Abdelmassih para coordenar o encaminhamento de ações judiciais.
“Agora estou na fase de documentação”, disse Ivanilde ao Cruzeiro do Sul, jornal da região de Sorocaba, onde ela mora. “Estou levantando cheques e recibos que ele [Abdelmassih] dificilmente dava.”
Falou que ficou aborrecida quando foi procurada por advogados que se ofereceram para cuidar das denúncias delas.
A empresária, que é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), disse que a sua exposição na imprensa tem sido desgastante também porque “não é fácil ficar lembrando tudo que passou.”
Mas decidiu que vai até o fim.
Ivanilde acredita que na região de Sorocaba – cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital – haja mais mulheres que sofreram assédio do médico e ela se coloca à disposição para ajudar quem quiser formalizar as acusações às autoridades.
Por intermédio de seus advogados, Abdelmassih nega tudo. Ele já enumerou várias motivos para o fato de estar sendo acusado, como inveja de médicos concorrentes e alucinações sexuais de pacientes em decorrência de efeito colateral da anestesia.
Fonte: http://e-paulopes.blogspot.com/

- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse.
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.
Fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/09/crm-mp-apuram-denuncias-de-abuso-sexual-contra-medico-especialista-em-fertilizacao-590036017.asp
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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto), 43, está juntando documentos para processar o médico Roger Abdelmassih por danos morais. Ela é uma das cerca de 70 mulheres que acusam de abuso sexual o mais conhecido especialista de FIV (fertilização in vitro) do país.
Ivanilde foi a segunda mulher que saiu do anonimato para expor a sua acusação, e é dela a declaração mais contundente.
A jornais e emissoras de TV, disse que em 1999, ao acordar de uma sedação na clínica de Abdelmassih, viu que tinha na mão o pênis do médico.
As declarações da empresária encorajaram outras ex-pacientes – de vários Estados – a procurar a 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo.
Agora, Ivanilde é a primeira a afirmar que vai à Justiça para exigir do médico uma indenização. Outras ex-pacientes deverão fazer o mesmo, mas elas não se pronunciaram ainda porque esperam o término do inquérito policial.
Uma delas informou que poderá ser criada uma associação de vítimas do Abdelmassih para coordenar o encaminhamento de ações judiciais.
“Agora estou na fase de documentação”, disse Ivanilde ao Cruzeiro do Sul, jornal da região de Sorocaba, onde ela mora. “Estou levantando cheques e recibos que ele [Abdelmassih] dificilmente dava.”
Falou que ficou aborrecida quando foi procurada por advogados que se ofereceram para cuidar das denúncias delas.
A empresária, que é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), disse que a sua exposição na imprensa tem sido desgastante também porque “não é fácil ficar lembrando tudo que passou.”
Mas decidiu que vai até o fim.
Ivanilde acredita que na região de Sorocaba – cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital – haja mais mulheres que sofreram assédio do médico e ela se coloca à disposição para ajudar quem quiser formalizar as acusações às autoridades.
Por intermédio de seus advogados, Abdelmassih nega tudo. Ele já enumerou várias motivos para o fato de estar sendo acusado, como inveja de médicos concorrentes e alucinações sexuais de pacientes em decorrência de efeito colateral da anestesia.
Fonte: http://e-paulopes.blogspot.com/

- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse.
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.
Fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/09/crm-mp-apuram-denuncias-de-abuso-sexual-contra-medico-especialista-em-fertilizacao-590036017.asp
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Ivanilde foi a segunda mulher que saiu do anonimato para expor a sua acusação, e é dela a declaração mais contundente.
A jornais e emissoras de TV, disse que em 1999, ao acordar de uma sedação na clínica de Abdelmassih, viu que tinha na mão o pênis do médico.
As declarações da empresária encorajaram outras ex-pacientes – de vários Estados – a procurar a 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo.
Agora, Ivanilde é a primeira a afirmar que vai à Justiça para exigir do médico uma indenização. Outras ex-pacientes deverão fazer o mesmo, mas elas não se pronunciaram ainda porque esperam o término do inquérito policial.
Uma delas informou que poderá ser criada uma associação de vítimas do Abdelmassih para coordenar o encaminhamento de ações judiciais.
“Agora estou na fase de documentação”, disse Ivanilde ao Cruzeiro do Sul, jornal da região de Sorocaba, onde ela mora. “Estou levantando cheques e recibos que ele [Abdelmassih] dificilmente dava.”
Falou que ficou aborrecida quando foi procurada por advogados que se ofereceram para cuidar das denúncias delas.
A empresária, que é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), disse que a sua exposição na imprensa tem sido desgastante também porque “não é fácil ficar lembrando tudo que passou.”
Mas decidiu que vai até o fim.
Ivanilde acredita que na região de Sorocaba – cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital – haja mais mulheres que sofreram assédio do médico e ela se coloca à disposição para ajudar quem quiser formalizar as acusações às autoridades.
Por intermédio de seus advogados, Abdelmassih nega tudo. Ele já enumerou várias motivos para o fato de estar sendo acusado, como inveja de médicos concorrentes e alucinações sexuais de pacientes em decorrência de efeito colateral da anestesia.
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- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse.
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.
Fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/09/crm-mp-apuram-denuncias-de-abuso-sexual-contra-medico-especialista-em-fertilizacao-590036017.asp
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Ivanilde foi a segunda mulher que saiu do anonimato para expor a sua acusação, e é dela a declaração mais contundente.
A jornais e emissoras de TV, disse que em 1999, ao acordar de uma sedação na clínica de Abdelmassih, viu que tinha na mão o pênis do médico.
As declarações da empresária encorajaram outras ex-pacientes – de vários Estados – a procurar a 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo.
Agora, Ivanilde é a primeira a afirmar que vai à Justiça para exigir do médico uma indenização. Outras ex-pacientes deverão fazer o mesmo, mas elas não se pronunciaram ainda porque esperam o término do inquérito policial.
Uma delas informou que poderá ser criada uma associação de vítimas do Abdelmassih para coordenar o encaminhamento de ações judiciais.
“Agora estou na fase de documentação”, disse Ivanilde ao Cruzeiro do Sul, jornal da região de Sorocaba, onde ela mora. “Estou levantando cheques e recibos que ele [Abdelmassih] dificilmente dava.”
Falou que ficou aborrecida quando foi procurada por advogados que se ofereceram para cuidar das denúncias delas.
A empresária, que é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), disse que a sua exposição na imprensa tem sido desgastante também porque “não é fácil ficar lembrando tudo que passou.”
Mas decidiu que vai até o fim.
Ivanilde acredita que na região de Sorocaba – cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital – haja mais mulheres que sofreram assédio do médico e ela se coloca à disposição para ajudar quem quiser formalizar as acusações às autoridades.
Por intermédio de seus advogados, Abdelmassih nega tudo. Ele já enumerou várias motivos para o fato de estar sendo acusado, como inveja de médicos concorrentes e alucinações sexuais de pacientes em decorrência de efeito colateral da anestesia.
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- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse.
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.
Fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/09/crm-mp-apuram-denuncias-de-abuso-sexual-contra-medico-especialista-em-fertilizacao-590036017.asp
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Ivanilde foi a segunda mulher que saiu do anonimato para expor a sua acusação, e é dela a declaração mais contundente.
A jornais e emissoras de TV, disse que em 1999, ao acordar de uma sedação na clínica de Abdelmassih, viu que tinha na mão o pênis do médico.
As declarações da empresária encorajaram outras ex-pacientes – de vários Estados – a procurar a 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo.
Agora, Ivanilde é a primeira a afirmar que vai à Justiça para exigir do médico uma indenização. Outras ex-pacientes deverão fazer o mesmo, mas elas não se pronunciaram ainda porque esperam o término do inquérito policial.
Uma delas informou que poderá ser criada uma associação de vítimas do Abdelmassih para coordenar o encaminhamento de ações judiciais.
“Agora estou na fase de documentação”, disse Ivanilde ao Cruzeiro do Sul, jornal da região de Sorocaba, onde ela mora. “Estou levantando cheques e recibos que ele [Abdelmassih] dificilmente dava.”
Falou que ficou aborrecida quando foi procurada por advogados que se ofereceram para cuidar das denúncias delas.
A empresária, que é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), disse que a sua exposição na imprensa tem sido desgastante também porque “não é fácil ficar lembrando tudo que passou.”
Mas decidiu que vai até o fim.
Ivanilde acredita que na região de Sorocaba – cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital – haja mais mulheres que sofreram assédio do médico e ela se coloca à disposição para ajudar quem quiser formalizar as acusações às autoridades.
Por intermédio de seus advogados, Abdelmassih nega tudo. Ele já enumerou várias motivos para o fato de estar sendo acusado, como inveja de médicos concorrentes e alucinações sexuais de pacientes em decorrência de efeito colateral da anestesia.
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- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse.
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.
Fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/09/crm-mp-apuram-denuncias-de-abuso-sexual-contra-medico-especialista-em-fertilizacao-590036017.asp
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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto), 43, está juntando documentos para processar o médico Roger Abdelmassih por danos morais. Ela é uma das cerca de 70 mulheres que acusam de abuso sexual o mais conhecido especialista de FIV (fertilização in vitro) do país.
Ivanilde foi a segunda mulher que saiu do anonimato para expor a sua acusação, e é dela a declaração mais contundente.
A jornais e emissoras de TV, disse que em 1999, ao acordar de uma sedação na clínica de Abdelmassih, viu que tinha na mão o pênis do médico.
As declarações da empresária encorajaram outras ex-pacientes – de vários Estados – a procurar a 1ª Delegacia da Mulher da cidade de São Paulo.
Agora, Ivanilde é a primeira a afirmar que vai à Justiça para exigir do médico uma indenização. Outras ex-pacientes deverão fazer o mesmo, mas elas não se pronunciaram ainda porque esperam o término do inquérito policial.
Uma delas informou que poderá ser criada uma associação de vítimas do Abdelmassih para coordenar o encaminhamento de ações judiciais.
“Agora estou na fase de documentação”, disse Ivanilde ao Cruzeiro do Sul, jornal da região de Sorocaba, onde ela mora. “Estou levantando cheques e recibos que ele [Abdelmassih] dificilmente dava.”
Falou que ficou aborrecida quando foi procurada por advogados que se ofereceram para cuidar das denúncias delas.
A empresária, que é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), disse que a sua exposição na imprensa tem sido desgastante também porque “não é fácil ficar lembrando tudo que passou.”
Mas decidiu que vai até o fim.
Ivanilde acredita que na região de Sorocaba – cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital – haja mais mulheres que sofreram assédio do médico e ela se coloca à disposição para ajudar quem quiser formalizar as acusações às autoridades.
Por intermédio de seus advogados, Abdelmassih nega tudo. Ele já enumerou várias motivos para o fato de estar sendo acusado, como inveja de médicos concorrentes e alucinações sexuais de pacientes em decorrência de efeito colateral da anestesia.
Fonte: http://e-paulopes.blogspot.com/

- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano