notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
12.2.09
Ministro se refere ao ataque à advogada Paula Oliveira, em Zurique.'Se, de fato, houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante', diz.

O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta quinta-feira (12), que considera "grave" e "chocante" o crime contra a advogada Paula Oliveira, que foi agredida e marcada com objetos cortantes em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique (Suíça).
Grávida, ela acabou perdendo seus filhos gêmeos. À polícia suíça, ela disse que sofreu um aborto logo depois do ataque.

O chanceler brasileiro acrescentou que o crime apresenta sinais de xenofobia (aversão a estrangeiros), o que o tornaria, em sua avaliação, "mais sério". "Há evidência aparente de xenofobia, pois o ataque denota uma outra motivação. Aparentemente, é xenofóbica, o que é preocupante. Mas não podemos tirar conclusões ainda. Mas, se de fato houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante e tem que ser tratado como tal", afirmou Amorim.
O ministro de Relações Exteriores informou ainda ter ligado para a cônsul-geral brasileira em Zurique, Vitória Clever, e ter pedido rigor na apuração do crime.
"Ela me disse que percebeu, de ontem para hoje, uma mudança de atitude. Um melhor acesso à chefia da polícia e pôde transmitir, de maneira mais direta, as preocupações brasileiras. A polícia disse que daria informações ainda hoje sobre o andamento das investigações. É preciso que fique muito claro que haverá uma investigação de todos aspectos", afirmou.
Segundo o chanceler brasileiro, é "muito raro" ter que ligar diretamente para um cônsul no exterior. "Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que deveríamos tomar, das várias formas que poderíamos tomar. Estamos aguardando os desdobramentos", disse.

Convocação
Nesta quinta-feira, Amorim convocou, ainda, o embaixador da Suíça no Brasil, Wilhelm Meier, para discutir o ataque à brasileira. Pelo fato de o embaixador suíço não estar presente em Brasília, foi enviado seu ministro-conselheiro Claude Grottaz, que conversou com o diretor-geral do Departamento Consular do Itamaraty, Eduardo Gradilone. Este repassou o recado ao suíço de que espera rigor na apuração do crime e punição dos culpados.

Trauma
O namorado da brasileira, o consultor de investimentos Marco Trepp, de 39 anos, afirmou que Paula Oliveira precisará de muito tempo para superar a violência sofrida e a perda dos gêmeos de que estava grávida. "Não é fácil suportar uma coisa dessas", disse


fonte:G1
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Ministro se refere ao ataque à advogada Paula Oliveira, em Zurique.'Se, de fato, houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante', diz.

O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta quinta-feira (12), que considera "grave" e "chocante" o crime contra a advogada Paula Oliveira, que foi agredida e marcada com objetos cortantes em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique (Suíça).
Grávida, ela acabou perdendo seus filhos gêmeos. À polícia suíça, ela disse que sofreu um aborto logo depois do ataque.

O chanceler brasileiro acrescentou que o crime apresenta sinais de xenofobia (aversão a estrangeiros), o que o tornaria, em sua avaliação, "mais sério". "Há evidência aparente de xenofobia, pois o ataque denota uma outra motivação. Aparentemente, é xenofóbica, o que é preocupante. Mas não podemos tirar conclusões ainda. Mas, se de fato houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante e tem que ser tratado como tal", afirmou Amorim.
O ministro de Relações Exteriores informou ainda ter ligado para a cônsul-geral brasileira em Zurique, Vitória Clever, e ter pedido rigor na apuração do crime.
"Ela me disse que percebeu, de ontem para hoje, uma mudança de atitude. Um melhor acesso à chefia da polícia e pôde transmitir, de maneira mais direta, as preocupações brasileiras. A polícia disse que daria informações ainda hoje sobre o andamento das investigações. É preciso que fique muito claro que haverá uma investigação de todos aspectos", afirmou.
Segundo o chanceler brasileiro, é "muito raro" ter que ligar diretamente para um cônsul no exterior. "Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que deveríamos tomar, das várias formas que poderíamos tomar. Estamos aguardando os desdobramentos", disse.

Convocação
Nesta quinta-feira, Amorim convocou, ainda, o embaixador da Suíça no Brasil, Wilhelm Meier, para discutir o ataque à brasileira. Pelo fato de o embaixador suíço não estar presente em Brasília, foi enviado seu ministro-conselheiro Claude Grottaz, que conversou com o diretor-geral do Departamento Consular do Itamaraty, Eduardo Gradilone. Este repassou o recado ao suíço de que espera rigor na apuração do crime e punição dos culpados.

Trauma
O namorado da brasileira, o consultor de investimentos Marco Trepp, de 39 anos, afirmou que Paula Oliveira precisará de muito tempo para superar a violência sofrida e a perda dos gêmeos de que estava grávida. "Não é fácil suportar uma coisa dessas", disse


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Ministro se refere ao ataque à advogada Paula Oliveira, em Zurique.'Se, de fato, houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante', diz.

O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta quinta-feira (12), que considera "grave" e "chocante" o crime contra a advogada Paula Oliveira, que foi agredida e marcada com objetos cortantes em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique (Suíça).
Grávida, ela acabou perdendo seus filhos gêmeos. À polícia suíça, ela disse que sofreu um aborto logo depois do ataque.

O chanceler brasileiro acrescentou que o crime apresenta sinais de xenofobia (aversão a estrangeiros), o que o tornaria, em sua avaliação, "mais sério". "Há evidência aparente de xenofobia, pois o ataque denota uma outra motivação. Aparentemente, é xenofóbica, o que é preocupante. Mas não podemos tirar conclusões ainda. Mas, se de fato houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante e tem que ser tratado como tal", afirmou Amorim.
O ministro de Relações Exteriores informou ainda ter ligado para a cônsul-geral brasileira em Zurique, Vitória Clever, e ter pedido rigor na apuração do crime.
"Ela me disse que percebeu, de ontem para hoje, uma mudança de atitude. Um melhor acesso à chefia da polícia e pôde transmitir, de maneira mais direta, as preocupações brasileiras. A polícia disse que daria informações ainda hoje sobre o andamento das investigações. É preciso que fique muito claro que haverá uma investigação de todos aspectos", afirmou.
Segundo o chanceler brasileiro, é "muito raro" ter que ligar diretamente para um cônsul no exterior. "Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que deveríamos tomar, das várias formas que poderíamos tomar. Estamos aguardando os desdobramentos", disse.

Convocação
Nesta quinta-feira, Amorim convocou, ainda, o embaixador da Suíça no Brasil, Wilhelm Meier, para discutir o ataque à brasileira. Pelo fato de o embaixador suíço não estar presente em Brasília, foi enviado seu ministro-conselheiro Claude Grottaz, que conversou com o diretor-geral do Departamento Consular do Itamaraty, Eduardo Gradilone. Este repassou o recado ao suíço de que espera rigor na apuração do crime e punição dos culpados.

Trauma
O namorado da brasileira, o consultor de investimentos Marco Trepp, de 39 anos, afirmou que Paula Oliveira precisará de muito tempo para superar a violência sofrida e a perda dos gêmeos de que estava grávida. "Não é fácil suportar uma coisa dessas", disse


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O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta quinta-feira (12), que considera "grave" e "chocante" o crime contra a advogada Paula Oliveira, que foi agredida e marcada com objetos cortantes em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique (Suíça).
Grávida, ela acabou perdendo seus filhos gêmeos. À polícia suíça, ela disse que sofreu um aborto logo depois do ataque.

O chanceler brasileiro acrescentou que o crime apresenta sinais de xenofobia (aversão a estrangeiros), o que o tornaria, em sua avaliação, "mais sério". "Há evidência aparente de xenofobia, pois o ataque denota uma outra motivação. Aparentemente, é xenofóbica, o que é preocupante. Mas não podemos tirar conclusões ainda. Mas, se de fato houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante e tem que ser tratado como tal", afirmou Amorim.
O ministro de Relações Exteriores informou ainda ter ligado para a cônsul-geral brasileira em Zurique, Vitória Clever, e ter pedido rigor na apuração do crime.
"Ela me disse que percebeu, de ontem para hoje, uma mudança de atitude. Um melhor acesso à chefia da polícia e pôde transmitir, de maneira mais direta, as preocupações brasileiras. A polícia disse que daria informações ainda hoje sobre o andamento das investigações. É preciso que fique muito claro que haverá uma investigação de todos aspectos", afirmou.
Segundo o chanceler brasileiro, é "muito raro" ter que ligar diretamente para um cônsul no exterior. "Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que deveríamos tomar, das várias formas que poderíamos tomar. Estamos aguardando os desdobramentos", disse.

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O namorado da brasileira, o consultor de investimentos Marco Trepp, de 39 anos, afirmou que Paula Oliveira precisará de muito tempo para superar a violência sofrida e a perda dos gêmeos de que estava grávida. "Não é fácil suportar uma coisa dessas", disse


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O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta quinta-feira (12), que considera "grave" e "chocante" o crime contra a advogada Paula Oliveira, que foi agredida e marcada com objetos cortantes em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique (Suíça).
Grávida, ela acabou perdendo seus filhos gêmeos. À polícia suíça, ela disse que sofreu um aborto logo depois do ataque.

O chanceler brasileiro acrescentou que o crime apresenta sinais de xenofobia (aversão a estrangeiros), o que o tornaria, em sua avaliação, "mais sério". "Há evidência aparente de xenofobia, pois o ataque denota uma outra motivação. Aparentemente, é xenofóbica, o que é preocupante. Mas não podemos tirar conclusões ainda. Mas, se de fato houve agressão de natureza xenofóbica, é um agravante e tem que ser tratado como tal", afirmou Amorim.
O ministro de Relações Exteriores informou ainda ter ligado para a cônsul-geral brasileira em Zurique, Vitória Clever, e ter pedido rigor na apuração do crime.
"Ela me disse que percebeu, de ontem para hoje, uma mudança de atitude. Um melhor acesso à chefia da polícia e pôde transmitir, de maneira mais direta, as preocupações brasileiras. A polícia disse que daria informações ainda hoje sobre o andamento das investigações. É preciso que fique muito claro que haverá uma investigação de todos aspectos", afirmou.
Segundo o chanceler brasileiro, é "muito raro" ter que ligar diretamente para um cônsul no exterior. "Evidente que é um caso chocante. Tomamos as medidas que deveríamos tomar, das várias formas que poderíamos tomar. Estamos aguardando os desdobramentos", disse.

Convocação
Nesta quinta-feira, Amorim convocou, ainda, o embaixador da Suíça no Brasil, Wilhelm Meier, para discutir o ataque à brasileira. Pelo fato de o embaixador suíço não estar presente em Brasília, foi enviado seu ministro-conselheiro Claude Grottaz, que conversou com o diretor-geral do Departamento Consular do Itamaraty, Eduardo Gradilone. Este repassou o recado ao suíço de que espera rigor na apuração do crime e punição dos culpados.

Trauma
O namorado da brasileira, o consultor de investimentos Marco Trepp, de 39 anos, afirmou que Paula Oliveira precisará de muito tempo para superar a violência sofrida e a perda dos gêmeos de que estava grávida. "Não é fácil suportar uma coisa dessas", disse


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Nebulosa a 7.500 anos-luz é lar da maior estrela da galáxia, Eta Carina.Ventos estelares poderosos agitam gases e poeira nos arredores.

Imagem produzida por pesquisadores do Observatório Europeu do Sul (ESO), localizado no Chile, revelam detalhes incríveis da nebulosa Carina. Localizada a cerca de 7.500 anos-luz da Terra, ela é um famoso ninho de estrelas de grande porte. Entre suas habitantes ilustres está Eta Carina, uma estrela binária gigante que, nos próximos milhares de anos, deve explodir numa potente hipernova. Ela é a estrela mais maciça conhecida hoje na Via Láctea.


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Nebulosa a 7.500 anos-luz é lar da maior estrela da galáxia, Eta Carina.Ventos estelares poderosos agitam gases e poeira nos arredores.

Imagem produzida por pesquisadores do Observatório Europeu do Sul (ESO), localizado no Chile, revelam detalhes incríveis da nebulosa Carina. Localizada a cerca de 7.500 anos-luz da Terra, ela é um famoso ninho de estrelas de grande porte. Entre suas habitantes ilustres está Eta Carina, uma estrela binária gigante que, nos próximos milhares de anos, deve explodir numa potente hipernova. Ela é a estrela mais maciça conhecida hoje na Via Láctea.


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Imagem produzida por pesquisadores do Observatório Europeu do Sul (ESO), localizado no Chile, revelam detalhes incríveis da nebulosa Carina. Localizada a cerca de 7.500 anos-luz da Terra, ela é um famoso ninho de estrelas de grande porte. Entre suas habitantes ilustres está Eta Carina, uma estrela binária gigante que, nos próximos milhares de anos, deve explodir numa potente hipernova. Ela é a estrela mais maciça conhecida hoje na Via Láctea.


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Cerca de 145 toneladas de laranjas e limões foram utilizadas.Festival do Limão de Menton acontece de 13 fevereiro a 4 de março.

Cerca de 145 toneladas de laranjas e limões foram utilizadas para fazer as esculturas para o festival.
Homem faz retoques finais em uma máscara feita com limões e laranjas para o Festival do Limão de Menton, na França, que acontece de 13 fevereiro a 4 de março. O tema do festival é 'As Músicas do Mundo'.

fonte:G1
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Cerca de 145 toneladas de laranjas e limões foram utilizadas.Festival do Limão de Menton acontece de 13 fevereiro a 4 de março.

Cerca de 145 toneladas de laranjas e limões foram utilizadas para fazer as esculturas para o festival.
Homem faz retoques finais em uma máscara feita com limões e laranjas para o Festival do Limão de Menton, na França, que acontece de 13 fevereiro a 4 de março. O tema do festival é 'As Músicas do Mundo'.

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Homem faz retoques finais em uma máscara feita com limões e laranjas para o Festival do Limão de Menton, na França, que acontece de 13 fevereiro a 4 de março. O tema do festival é 'As Músicas do Mundo'.

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Homem faz retoques finais em uma máscara feita com limões e laranjas para o Festival do Limão de Menton, na França, que acontece de 13 fevereiro a 4 de março. O tema do festival é 'As Músicas do Mundo'.

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Homem faz retoques finais em uma máscara feita com limões e laranjas para o Festival do Limão de Menton, na França, que acontece de 13 fevereiro a 4 de março. O tema do festival é 'As Músicas do Mundo'.

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Homem faz retoques finais em uma máscara feita com limões e laranjas para o Festival do Limão de Menton, na França, que acontece de 13 fevereiro a 4 de março. O tema do festival é 'As Músicas do Mundo'.

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Homem faz retoques finais em uma máscara feita com limões e laranjas para o Festival do Limão de Menton, na França, que acontece de 13 fevereiro a 4 de março. O tema do festival é 'As Músicas do Mundo'.

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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

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Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
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As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

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As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

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Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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Cientistas desenvolvem telas flexíveis para aparelhos eletrônicos. Faltam poucos anos para que elas cheguem ao mercado

Você enfia a mão no bolso e dele tira um pedaço de plástico dobrado. Ele se acende. Você pressiona uma das bordas e estica o material até que fique como uma tela. Começam a surgir as imagens de uma transmissão de TV, de um jornal ou mesmo desta edição de ÉPOCA. Depois, você enrola o aparelho, como um canudo de papel, e guarda no bolso. Hoje, essa tecnologia ainda não está no mercado. Mas é um consenso entre os pesquisadores que o futuro da transmissão de informações pertence às telas maleáveis.
Durante a CES em Las Vegas, a principal feira mundial de novidades eletrônicas, em janeiro, a Sony apresentou um projeto de laptop com uma tela flexível. Ela cumpria o papel de teclado e monitor – sem dobradiça – e podia ser aberta, como uma revista, duplicando a área do monitor. O modelo não passava de um brinquedo de plástico, mas deu uma ideia do que eles sonham fazer. A Sony também mostrou um bracelete revestido, que funcionaria como reprodutor de vídeo e áudio. Já imaginou assistir a um filme no pulso?
A principal ideia em projeto é o papel eletrônico, feito com telas tão finas quanto folhas de sulfite. Espera-se que ele possa substituir livros, revistas e jornais, dando a impressão de uma folha de papel comum. Ele poderia ser enrolado e guardado no bolso, como plástico.
As telas flexíveis também têm uso militar, o ambiente em que, tradicionalmente, as novas tecnologias são testadas antes da produção comercial em larga escala. As telas poderiam ser fixadas na farda de combate, nos braços e nos pulsos dos soldados, ou usadas em relógios. Além de substituir equipamentos pesados e difíceis de carregar, permitiriam a transmissão de informações críticas, como instruções, mapas e fotos, nos campos de batalha. Desde 2004, o Exército americano já doou US$ 100 milhões ao Flexible Display Center, da Universidade do Estado do Arizona, principal centro de pesquisas sobre telas flexíveis dos Estados Unidos, que desenvolveu o Soldier Flex PDA, um computador de bolso com visor flexível que os soldados começaram a usar em 2007. O peso do aparelho diminuiu com a nova tela. A tecnologia também reduziu o consumo de energia.
As expectativas em torno da produção de telas flexíveis têm levado empresas e universidades a pesquisar novos materiais. Em janeiro, um grupo de cientistas da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, descreveu um método alternativo e mais versátil de produzir filmes com base em um novo material derivado do carbono, o grafeno. Graças a sua estrutura, ele é um dos materiais mais resistentes entre os já produzidos. Especula-se que o grafeno possa até substituir o silício na fabricação de chips de computador e outros produtos eletrônicos. Ele representa um avanço, porque suas folhas são finas e podem ser dobradas sem que haja qualquer dano. Elas também conduzem eletricidade. Até a descoberta dos coreanos, era possível produzir grafeno apenas em tamanhos menores que a espessura de um fio de cabelo. Agora, os pesquisadores trabalham na escala de alguns centímetros.


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RIO - Um homem foi encontrado morto na cachoeira conhecida como Véu das Noivas, na Serra dos Órgãos, na Região Serrana do estado. Policiais militares suspeitam que ele seja o homem acusado de ter praticado violência sexual contra mulheres em Nova Friburgo e que estava desaparecido há dois dias. Ele teria sido espancado por moradores do bairro e, para fugir das agressões, acabou caindo na cachoeira. O corpo foi resgatado pelos bombeiros e encaminhado para o Instituto Médico Legal de Friburgo, onde familiares devem comparecer para fazer o reconhecimento da vítima.


fonte:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/02/12/acusado-de-violencia-sexual-encontrado-morto-em-cachoeira-na-regiao-serrana-754378334.asp
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SÃO PAULO - Esta quarta-feira foi dia de volta às aulas nas escolas municipais da capital, mas o material escolar e os uniformes ainda não chegaram. Os alunos vão receber uma camiseta e um par de meias a mais este ano. Réguas, canetas e capas de cadernos serão de plástico reciclado. No primeiro dia de aula, houve confraternização entre pais, alunos e professores. Porém, dos 900 mil estudantes, sete mil só voltam para o colégio daqui a duas semanas, quando terminam as obras nas escolas onde estão matriculados.
A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
- É mais fácil a gente fiscalizar uma empresa terceirizada do que fiscalizar a entrega de alimentos em mais de duas mil unidades. Nós fornecemos 1,8 milhão de refeições - afirmou Schneider.


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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
- É mais fácil a gente fiscalizar uma empresa terceirizada do que fiscalizar a entrega de alimentos em mais de duas mil unidades. Nós fornecemos 1,8 milhão de refeições - afirmou Schneider.


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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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A prefeitura promete que, no próximo ano, todo aluno terá cinco horas de aula por dia e não haverá mais o chamado "turno da fome" criado nas escolas onde faltam vagas. Sobre a merenda escolar, o secretário da Educação, Alexandre Schneider, diz que as denúncias de irregularidades estão sendo investigadas e que haverá uma nova licitação. O fornecimento da merenda continuará sendo feito por empresas privadas.
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SÃO PAULO - A polícia de São Vicente prendeu o professor de capoeira Luiz Rodolfo, de 26 anos. Ele é suspeito de ter esganado a adolescente Leia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos, encontrada morta, no último dia 25, no apartamento em que morava com a irmã, em São Vicente, na Baixada Santista. A estudante estava deitada, coberta e com os cabelos penteados quando a irmã a encontrou. A chave do apartamento, que estava trancado, foi achada no estacionamento de uma escola vizinha ao edifício.
Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
Por enquanto, a principal hipótese da investigação é que, na passagem pelo apartamento de Leia, o capoeirista tenha visto a jovem seminua - como ela costumava dormir - e tentado alguma coisa contra a garota, que reagiu e foi esganada.


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SÃO PAULO - A polícia de São Vicente prendeu o professor de capoeira Luiz Rodolfo, de 26 anos. Ele é suspeito de ter esganado a adolescente Leia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos, encontrada morta, no último dia 25, no apartamento em que morava com a irmã, em São Vicente, na Baixada Santista. A estudante estava deitada, coberta e com os cabelos penteados quando a irmã a encontrou. A chave do apartamento, que estava trancado, foi achada no estacionamento de uma escola vizinha ao edifício.
Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
Por enquanto, a principal hipótese da investigação é que, na passagem pelo apartamento de Leia, o capoeirista tenha visto a jovem seminua - como ela costumava dormir - e tentado alguma coisa contra a garota, que reagiu e foi esganada.


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SÃO PAULO - A polícia de São Vicente prendeu o professor de capoeira Luiz Rodolfo, de 26 anos. Ele é suspeito de ter esganado a adolescente Leia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos, encontrada morta, no último dia 25, no apartamento em que morava com a irmã, em São Vicente, na Baixada Santista. A estudante estava deitada, coberta e com os cabelos penteados quando a irmã a encontrou. A chave do apartamento, que estava trancado, foi achada no estacionamento de uma escola vizinha ao edifício.
Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
Por enquanto, a principal hipótese da investigação é que, na passagem pelo apartamento de Leia, o capoeirista tenha visto a jovem seminua - como ela costumava dormir - e tentado alguma coisa contra a garota, que reagiu e foi esganada.


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SÃO PAULO - A polícia de São Vicente prendeu o professor de capoeira Luiz Rodolfo, de 26 anos. Ele é suspeito de ter esganado a adolescente Leia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos, encontrada morta, no último dia 25, no apartamento em que morava com a irmã, em São Vicente, na Baixada Santista. A estudante estava deitada, coberta e com os cabelos penteados quando a irmã a encontrou. A chave do apartamento, que estava trancado, foi achada no estacionamento de uma escola vizinha ao edifício.
Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
Por enquanto, a principal hipótese da investigação é que, na passagem pelo apartamento de Leia, o capoeirista tenha visto a jovem seminua - como ela costumava dormir - e tentado alguma coisa contra a garota, que reagiu e foi esganada.


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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
Por enquanto, a principal hipótese da investigação é que, na passagem pelo apartamento de Leia, o capoeirista tenha visto a jovem seminua - como ela costumava dormir - e tentado alguma coisa contra a garota, que reagiu e foi esganada.


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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
Por enquanto, a principal hipótese da investigação é que, na passagem pelo apartamento de Leia, o capoeirista tenha visto a jovem seminua - como ela costumava dormir - e tentado alguma coisa contra a garota, que reagiu e foi esganada.


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Segundo a polícia, Luiz teria matado a adolescente enquanto tentava usar o imóvel onde ela morava como passagem para chegar ao apartamento da avó, vizinho ao de Leia. O crime teria ocorrido entre as 7h30 e 8h30. Após matar a estudante, ele teria trancado a porta e, pouco depois, jogado a chave pela janela do seu quarto, no apartamento da avó.
Luiz já tinha sido apontado como suspeito dois dias após o crime, quando a polícia apreendeu imagens do circuito interno de TV do condomínio onde se via um homem saindo do local. Na ocasião, não se sabia que ele morava no prédio. A suspeita chegou a ser descartada quando ele se apresentou à polícia e explicou que residia com a avó no local.
Mas após rever as 38 horas de imagens, os investigadores viram que o homem de camiseta branca (Luiz) que aparece entrando no prédio, por volta das 7h30, é o mesmo que é visto saindo do mesmo bloco, mais de uma hora depois. "Ele se reconhece saindo do edifício, mas não sabe explicar como entrou", conta o delegado Jorge Alvaro.
Nesse período, Luiz, que disse ter bebido muito durante à noite, alega ter ficado encostado em uma parede do corredor do pátio, onde as câmeras não filmam. Mas, seis moradores que passaram pelo lugar disseram à polícia não ter visto ninguém.
Para a polícia, Luiz entrou no apartamento subiu em uma laje a 3,50m de altura do chão e entrou no apartamento de Leia pela janela. Agora, a polícia tem 30 dias para encontrar mais provas contra Luiz.
Por enquanto, a principal hipótese da investigação é que, na passagem pelo apartamento de Leia, o capoeirista tenha visto a jovem seminua - como ela costumava dormir - e tentado alguma coisa contra a garota, que reagiu e foi esganada.


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SÃO PAULO - A adolescente Andressa Brito, de 14 anos, e que está grávida de 3 meses, foi baleada na cabeça e morreu na tarde desta quarta-feira. De acordo com a polícia, uma amiga da adolescente, uma menina de apenas 10 anos, disparou acidentalmente a arma quando brincava com ela.
A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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SÃO PAULO - A adolescente Andressa Brito, de 14 anos, e que está grávida de 3 meses, foi baleada na cabeça e morreu na tarde desta quarta-feira. De acordo com a polícia, uma amiga da adolescente, uma menina de apenas 10 anos, disparou acidentalmente a arma quando brincava com ela.
A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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SÃO PAULO - A adolescente Andressa Brito, de 14 anos, e que está grávida de 3 meses, foi baleada na cabeça e morreu na tarde desta quarta-feira. De acordo com a polícia, uma amiga da adolescente, uma menina de apenas 10 anos, disparou acidentalmente a arma quando brincava com ela.
A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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SÃO PAULO - A adolescente Andressa Brito, de 14 anos, e que está grávida de 3 meses, foi baleada na cabeça e morreu na tarde desta quarta-feira. De acordo com a polícia, uma amiga da adolescente, uma menina de apenas 10 anos, disparou acidentalmente a arma quando brincava com ela.
A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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SÃO PAULO - A adolescente Andressa Brito, de 14 anos, e que está grávida de 3 meses, foi baleada na cabeça e morreu na tarde desta quarta-feira. De acordo com a polícia, uma amiga da adolescente, uma menina de apenas 10 anos, disparou acidentalmente a arma quando brincava com ela.
A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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SÃO PAULO - A adolescente Andressa Brito, de 14 anos, e que está grávida de 3 meses, foi baleada na cabeça e morreu na tarde desta quarta-feira. De acordo com a polícia, uma amiga da adolescente, uma menina de apenas 10 anos, disparou acidentalmente a arma quando brincava com ela.
A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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SÃO PAULO - A adolescente Andressa Brito, de 14 anos, e que está grávida de 3 meses, foi baleada na cabeça e morreu na tarde desta quarta-feira. De acordo com a polícia, uma amiga da adolescente, uma menina de apenas 10 anos, disparou acidentalmente a arma quando brincava com ela.
A adolescente teve morte cerebral, segundo médicos do Hospital Santa Marcelina em Itaquera.
Segundo a polícia, a adolescente mostrava o revólver calibre 38 do companheiro, o ajudante de encanador Josimário Ferreira, de 18 anos, para a menina, que é sobrinha dele. O acidente aconteceu no Itaim Paulista, também na zona leste.
Segundo a polícia, o revólver, que não tinha registro, era guardado ilegalmente pelo marido da vítima. Em depoimento, Josimário disse que guardou a arma em casa a pedido de um amigo. Ele foi preso por posse de arma de fogo e liberado após pagamento de R$ 500 de fiança.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul deve indiciar por lesão corporal dolosa, quando há intenção de ferir, a estudante acusada de ter queimado com uma mistura de tíner e creolina as calouras Priscila Muniz, grávida de 3 meses, e J.S.R., de 17 anos. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.
Segundo Priscila, a veterana que a queimou foi identificada como Layane Cristina da Silva, de 20 anos. O delegado Gervásio Fávaro deve aguardar o laudo do exame de corpo de delito para decidir se a lesão corporal será considerada leve, grave ou gravíssima.
- Ninguém sabe o paradeiro dela. Espero que, depois do inquérito, ela seja punida na faculdade - afirma.
Priscila diz que está melhor e sente menos dor, mas só retornará à faculdade se a jovem for expulsa ou se tiver a companhia de alguém que possa protegê-la de novas agressões.
As duas calouras foram submetidas a exames de corpo de delito e prestaram depoimento nesta quinta. O médico legista Damião Donizete Bermal, responsável pelo exame de Priscila, afirmou que as queimaduras foram de 1º grau ou "lesão indeterminada", porque não se sabe qual será a evolução dos ferimentos. A característica das lesões pode ser enquadrada como grave ou gravíssima. A descrição vai depender do resultado do próximo laudo, que será realizado daqui 30 dias.
A adolescente foi aprovada no curso de Letras e teve queimaduras nas costas. Assim como Priscila, também teve de ser internada, mas passa bem e teve ferimentos mais leves do que os da caloura grávida. O primeiro resultado do exame de corpo de delito será entregue à polícia ainda hoje.
Priscila foi agredida na calçada da Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec) em Santa Fé do Sul. A faculdade lamentou o incidente, mas afirmou que a agressão ocorreu fora da universidade e não pode ser responsabilizada por isso.
Ela teve queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. Ela foi encaminhada para o hospital da cidade com mal estar, ardor na pele e queda de pressão. A estudante ficou internada até terça-feira.
Jovem pediu para não ser alvo de trote
Priscila conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
Priscila foi atendida no pronto-socorro da Santa Casa da cidade e já foi liberada. Segundo os médicos, o bebê que ela espera está bem, mas mesmo assim a estudante fará um ultrassom ainda esta semana.
Este é o segundo caso de trote violento em faculdades do interior de São Paulo. Também na segunda-feira, o calouro Bruno Ferreira, de 21 anos, entrou em coma alcoolico durante um trote na Faculdade Anhanguera, em Leme. Ferreira foi obrigado a beber pinga, rolar sobre estrume e animais mortos, além de ter sido chicoteado. Ele desistiu de cursar a faculdade.
Priscila, que ingressou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contou que na segunda-feira foi à faculdade para o primeiro dia de aula. Ao chegar à Funec, encontrou um grupo de veteranos, mas ao informar que estava grávida teve a entrada permitida sem ser molestada.
Na saída, por volta de 20h30m, uma aluna do curso de Pedagogia se aproximou e jogou o líquido em suas pernas e costas.
Priscila, que usava calças jeans, sentiu um cheiro forte e, em seguida, uma queimação pelo corpo.
- Aquilo fritava nas minhas pernas. Liguei para meu pai, que me pegou e levou à Santa Casa, onde tomei soro e antiinflamatórios. Os médicos disseram que o bebê está bem, mas mesmo assim vou fazer um ultrassom ainda esta semana para tirar todas as dúvidas - afirmou a estudante.
Segundo a estudante, foi registrada queixa na Delegacia da Mulher da cidade.
Estudante chicoteado reconhece dois agressores
O estudante Bruno César Ferreira reconheceu nesta quarta-feira dois de seus agressores durante trote da Faculdade Anhanguera, de Leme. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito e , em seguida, fez o reconhecimento dos agressores.
Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
- Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os laudos do corpo de delito vão apontar lesão corporal leve, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão.


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NOTÍCIA MAIS RECENTE...VAMOS LÁ!!!

RIO - O consulado brasileiro na Suíça aguarda nesta quinta-feira um relatório da polícia sobre o caso da advogada pernambucana Paula Ventura Oliveira, de 26 anos, que foi agredida por skinheads neonazistas em Zurique. A cônsul-geral do Brasil na Suiça, Vitória Cleaver, que deve se reunir com autoridades locais nesta quinta-feira para pedir rigor nas investigações, já realizou diversos contatos e esperava receber novas informações da polícia até o meio-dia (horário de Brasília), mas até o momento o relatório não foi entregue, informou ao site do GLOBO a assessoria do consulado. Além de ter sofrido cortes de estilete por todo o corpo, Paula foi deixada sem roupa e chutada inúmeras vezes, segundo o "Diário de Pernambuco Online". A brasileira sofreu um aborto das gêmeas que esperava há 11 semanas.
Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

QUANTO TEMPO SERÁ QUE A POLÍCIA SUIÇA VAI LEVAR PARA COMEÇAR A FAZER ALGUMA COISA?

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RIO - O consulado brasileiro na Suíça aguarda nesta quinta-feira um relatório da polícia sobre o caso da advogada pernambucana Paula Ventura Oliveira, de 26 anos, que foi agredida por skinheads neonazistas em Zurique. A cônsul-geral do Brasil na Suiça, Vitória Cleaver, que deve se reunir com autoridades locais nesta quinta-feira para pedir rigor nas investigações, já realizou diversos contatos e esperava receber novas informações da polícia até o meio-dia (horário de Brasília), mas até o momento o relatório não foi entregue, informou ao site do GLOBO a assessoria do consulado. Além de ter sofrido cortes de estilete por todo o corpo, Paula foi deixada sem roupa e chutada inúmeras vezes, segundo o "Diário de Pernambuco Online". A brasileira sofreu um aborto das gêmeas que esperava há 11 semanas.
Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

QUANTO TEMPO SERÁ QUE A POLÍCIA SUIÇA VAI LEVAR PARA COMEÇAR A FAZER ALGUMA COISA?

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RIO - O consulado brasileiro na Suíça aguarda nesta quinta-feira um relatório da polícia sobre o caso da advogada pernambucana Paula Ventura Oliveira, de 26 anos, que foi agredida por skinheads neonazistas em Zurique. A cônsul-geral do Brasil na Suiça, Vitória Cleaver, que deve se reunir com autoridades locais nesta quinta-feira para pedir rigor nas investigações, já realizou diversos contatos e esperava receber novas informações da polícia até o meio-dia (horário de Brasília), mas até o momento o relatório não foi entregue, informou ao site do GLOBO a assessoria do consulado. Além de ter sofrido cortes de estilete por todo o corpo, Paula foi deixada sem roupa e chutada inúmeras vezes, segundo o "Diário de Pernambuco Online". A brasileira sofreu um aborto das gêmeas que esperava há 11 semanas.
Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

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Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

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Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

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Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

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Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

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Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

QUANTO TEMPO SERÁ QUE A POLÍCIA SUIÇA VAI LEVAR PARA COMEÇAR A FAZER ALGUMA COISA?

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NOTÍCIA MAIS RECENTE...VAMOS LÁ!!!

RIO - O consulado brasileiro na Suíça aguarda nesta quinta-feira um relatório da polícia sobre o caso da advogada pernambucana Paula Ventura Oliveira, de 26 anos, que foi agredida por skinheads neonazistas em Zurique. A cônsul-geral do Brasil na Suiça, Vitória Cleaver, que deve se reunir com autoridades locais nesta quinta-feira para pedir rigor nas investigações, já realizou diversos contatos e esperava receber novas informações da polícia até o meio-dia (horário de Brasília), mas até o momento o relatório não foi entregue, informou ao site do GLOBO a assessoria do consulado. Além de ter sofrido cortes de estilete por todo o corpo, Paula foi deixada sem roupa e chutada inúmeras vezes, segundo o "Diário de Pernambuco Online". A brasileira sofreu um aborto das gêmeas que esperava há 11 semanas.
Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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RIO - O consulado brasileiro na Suíça aguarda nesta quinta-feira um relatório da polícia sobre o caso da advogada pernambucana Paula Ventura Oliveira, de 26 anos, que foi agredida por skinheads neonazistas em Zurique. A cônsul-geral do Brasil na Suiça, Vitória Cleaver, que deve se reunir com autoridades locais nesta quinta-feira para pedir rigor nas investigações, já realizou diversos contatos e esperava receber novas informações da polícia até o meio-dia (horário de Brasília), mas até o momento o relatório não foi entregue, informou ao site do GLOBO a assessoria do consulado. Além de ter sofrido cortes de estilete por todo o corpo, Paula foi deixada sem roupa e chutada inúmeras vezes, segundo o "Diário de Pernambuco Online". A brasileira sofreu um aborto das gêmeas que esperava há 11 semanas.
Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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Paula falava ao telefone com a mãe, no Recife, quando foi atacada por homens carecas e vestidos de preto. Um deles tinha uma suástica na cabeça. Eles a levaram para uma área isolada e a torturam por dez minutos. Além dos cortes com estilete, os homens marcaram nas pernas da brasileira a sigla do Partido Popular da Suíça (SVP, na sigla em alemão para Schweiz Volkspartei). A legenda, a maior do país, é defensora do cerco aos imigrantes.

A advogada pernambucana trabalha legalmente na Suíça e planejava se casar em março com o economista suíço Marco Trepp, que era pai das duas filhas que esperava. Paula deve voltar ao Brasil na próxima semana. Seu pai, Paulo Oliveira - que é secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco - foi à Suíça para trazer a filha de volta e se revoltou com o caso.

- Quero levá-la para casa, no Recife, o mais rápido possível. Temo pela integridade dela até esses homens serem presos - disse Paulo ao Diário de Pernambuco.
Ele procurou a Embaixada do Brasil em Zurique. Conversou com a chefe do consulado brasileiro, que prometeu acompanhar o caso junto às autoridades policiais. Ela disse que no primeiro contato com o policial que registrou o caso foi informada de que teria que fazer qualquer pedido por escrito.

- O pedido será levado a outras esferas, se não conseguirmos explicação mais clara sobre o tema - afirmou Vitória Clever.
Paula mora em Dubendorf, pequena cidade que fica a três quilômetros de Zurique. Ela é funcionária de uma empresa líder mundial em transporte marítimo. Ela foi atacada por volta das 19h de segunda-feira, quando voltava para casa depois do trabalho.

Naquele dia, os suíços tinham aprovado em referendo, por 59,6% dos votos, a manutenção do acordo de livre circulação no país de trabalhadores da União Européia. O partido ao qual os agressores de Paula seriam ligados estava dividido sobre a questão.

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O pedófilo admitiu ao juiz: “Eu não resisti [à menina de 13 anos]”.

Ele disse que foi assediado pela adolescente e que ela sabia muito bem o que está fazendo.
Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
Há contradição na história contada pelo pedófilo. Ele disse ter sido assediado, mas ficou provado que seduziu a menina com presentes e promessas de amor.
No jargão jurídico, houve, de acordo com o Tribunal, ‘ato libidinoso diverso da conjugação carnal’. Em outras palavras: não houve penetração, mas ocorreu crime.
A menina ficou deprimida e tentou se matar.
Na sentença, os desembargadores concluíram que o réu, casado, criou dano moral passível de indenização à adolescente, que tem idade para ser a filha dele.


fonte:http://e-paulopes.blogspot.com/2009/02/pedofilo-de-rondonia-vai-ter-de.html
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Ele disse que foi assediado pela adolescente e que ela sabia muito bem o que está fazendo.
Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
Há contradição na história contada pelo pedófilo. Ele disse ter sido assediado, mas ficou provado que seduziu a menina com presentes e promessas de amor.
No jargão jurídico, houve, de acordo com o Tribunal, ‘ato libidinoso diverso da conjugação carnal’. Em outras palavras: não houve penetração, mas ocorreu crime.
A menina ficou deprimida e tentou se matar.
Na sentença, os desembargadores concluíram que o réu, casado, criou dano moral passível de indenização à adolescente, que tem idade para ser a filha dele.


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Ele disse que foi assediado pela adolescente e que ela sabia muito bem o que está fazendo.
Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
Há contradição na história contada pelo pedófilo. Ele disse ter sido assediado, mas ficou provado que seduziu a menina com presentes e promessas de amor.
No jargão jurídico, houve, de acordo com o Tribunal, ‘ato libidinoso diverso da conjugação carnal’. Em outras palavras: não houve penetração, mas ocorreu crime.
A menina ficou deprimida e tentou se matar.
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Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
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Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
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No jargão jurídico, houve, de acordo com o Tribunal, ‘ato libidinoso diverso da conjugação carnal’. Em outras palavras: não houve penetração, mas ocorreu crime.
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Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
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Há contradição na história contada pelo pedófilo. Ele disse ter sido assediado, mas ficou provado que seduziu a menina com presentes e promessas de amor.
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Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
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No jargão jurídico, houve, de acordo com o Tribunal, ‘ato libidinoso diverso da conjugação carnal’. Em outras palavras: não houve penetração, mas ocorreu crime.
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Ele disse que foi assediado pela adolescente e que ela sabia muito bem o que está fazendo.
Mas a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia condenou-o por unanimidade a pagar indenização de R$ 12 mil para a família da vítima.
Há contradição na história contada pelo pedófilo. Ele disse ter sido assediado, mas ficou provado que seduziu a menina com presentes e promessas de amor.
No jargão jurídico, houve, de acordo com o Tribunal, ‘ato libidinoso diverso da conjugação carnal’. Em outras palavras: não houve penetração, mas ocorreu crime.
A menina ficou deprimida e tentou se matar.
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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

E É SÓ ISSO QUE VAI FAZER??????

FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar

Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

E É SÓ ISSO QUE VAI FAZER??????

FONTE:G1
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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

E É SÓ ISSO QUE VAI FAZER??????

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

E É SÓ ISSO QUE VAI FAZER??????

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

E É SÓ ISSO QUE VAI FAZER??????

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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

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A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
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Paula Oliveira foi atacada por três homens na noite de segunda-feira (8).Nesta quarta-feira, ela recebeu vacinas antivirais em hospital de Zurique.
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira (9) em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira, pai da brasileira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, em entrevista à Globo News, a polícia ainda não tem pistas sobre os agressores.
Ela informou que o consulado está em contato com a polícia para se informar sobre o caso.
Paula e os pais devem voltar a Recife em uma semana. "Depois eu não sei, não quero fazer conjecturas. Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique", disse.

Consulado
A cônsul-geral do Brasil em Zurique disse que conversou apenas por telefone com Paula. Mas que tentou um contato com a polícia suíça.
"Tomamos conhecimento sobre este tema através da assessoria internacional do estado de Pernambuco ontem (terça) pela manhã", disse ela em entrevista à Globo News. "Ela está fora de perigo."

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ARACAJU - Resort, até tem. Um. Que propagandeia-se usando justamente os seis quilômetros de praias inabitadas ao seu redor. Fora o Starfish Ilha de Santa Luzia, e a própria capital, Aracaju, perto da qual está instalado, o litoral de Sergipe é feito de dunas, coqueiros, mar. e uma ou outra ocasional barraca de praia. Ao contrário da vizinha Bahia, o menor estado brasileiro mantém sua costa quase como veio ao mundo. E seus atrativos vão além da faixa de areia. Pirambu, no litoral Norte, conjuga água salgada com lagoas e cachoeiras, algumas desconhecidas até dos locais. Mangue Seco, que na verdade fica na Bahia, mas só é acessível por território sergipano, é o mesmo paraíso de dunas e águas rasinhas que serviu de cenário às aventuras de Tieta do Agreste, personagem de Jorge Amado cuja história foi adaptada para a televisão.
Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

APROVEITEM A DICA!!!

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Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

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Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

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Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

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Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

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Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
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Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
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Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
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Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

APROVEITEM A DICA!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

ARACAJU - Resort, até tem. Um. Que propagandeia-se usando justamente os seis quilômetros de praias inabitadas ao seu redor. Fora o Starfish Ilha de Santa Luzia, e a própria capital, Aracaju, perto da qual está instalado, o litoral de Sergipe é feito de dunas, coqueiros, mar. e uma ou outra ocasional barraca de praia. Ao contrário da vizinha Bahia, o menor estado brasileiro mantém sua costa quase como veio ao mundo. E seus atrativos vão além da faixa de areia. Pirambu, no litoral Norte, conjuga água salgada com lagoas e cachoeiras, algumas desconhecidas até dos locais. Mangue Seco, que na verdade fica na Bahia, mas só é acessível por território sergipano, é o mesmo paraíso de dunas e águas rasinhas que serviu de cenário às aventuras de Tieta do Agreste, personagem de Jorge Amado cuja história foi adaptada para a televisão.
Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

APROVEITEM A DICA!!!

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ARACAJU - Resort, até tem. Um. Que propagandeia-se usando justamente os seis quilômetros de praias inabitadas ao seu redor. Fora o Starfish Ilha de Santa Luzia, e a própria capital, Aracaju, perto da qual está instalado, o litoral de Sergipe é feito de dunas, coqueiros, mar. e uma ou outra ocasional barraca de praia. Ao contrário da vizinha Bahia, o menor estado brasileiro mantém sua costa quase como veio ao mundo. E seus atrativos vão além da faixa de areia. Pirambu, no litoral Norte, conjuga água salgada com lagoas e cachoeiras, algumas desconhecidas até dos locais. Mangue Seco, que na verdade fica na Bahia, mas só é acessível por território sergipano, é o mesmo paraíso de dunas e águas rasinhas que serviu de cenário às aventuras de Tieta do Agreste, personagem de Jorge Amado cuja história foi adaptada para a televisão.
Cansado de praia, pode-se ainda explorar um pouco da História do país na quase mineira São Cristóvão. E o que é melhor: dá para explorar tudo isso e algo mais sem precisar correr atrás de hotéis e transferes em cada lugar, pois, num estado de apenas 21,9 mil km², fica tudo pertinho, pertinho de Aracaju.
Lagoa Redonda, perto de Pirambu, a 32 quilômetros ao Norte de Aracaju, é, na verdade, um riacho que serpenteia ao longo de uma região de mangue e dunas, cuja vegetação vai de cactus às onipresentes mangabeiras antes de chegar ao mar. Nas dunas em torno dela, dá até para improvisar um esquibunda, e ir paredão de areia abaixo, direto às águas.
O governo de Sergipe planeja asfaltar as estradas que percorrem todo o litoral do Sergipe, o que terá como consequência a criação de um corredor costeiro de Salvador a Recife. A obra prevê a construção de três pontes, uma das quais já está com os alicerces à vista, como bem pode ver quem toma uma escuna ou lancha do Pontal, no extremo Sul do litoral do estado, em direção a Mangue Seco. Batizada de Joel Silveira, em homenagem ao jornalista sergipano, a ponte, que deverá ficar pronta em 2010, tornará mais fácil o acesso a Mangue Seco. Hoje, só se chega ao lugar cruzando o encontro dos rios Real e Piauí, que dividem Bahia e Sergipe, numa travessia de 40 minutos.
A dificuldade de acesso é, muito provavelmente, a principal razão pela qual o paraíso selvagem continua merecendo o título e o adjetivo, após ser mostrado em horário nobre e rede nacional há duas décadas. Há ainda um outro motivo a ser levado em conta: o poder das dunas. Ao criar uma tempestade de areia que engolia a fictícia Santana do Agreste no capítulo final da novela, os autores certamente tinham em mente um quê de realismo fantástico. Mas a verdade é que a natureza de Mangue Seco não passa longe de espetáculos do gênero. As dunas já chegaram a cobrir o cemitério local. E, circulando entre elas, podem-se distinguir por galhos descobertos cajueiros e mangabeiras que, de resto, estão soterrados pelas areias.

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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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WASHINGTON - Um satélite americano de comunicações, de propriedade privada, bateu, na terça-feira, em um satélite russo desativado, produzindo uma enorme nuvem de escombros, que podem atingir e até destruir outros satélites. A colisão, que aconteceu a cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, é a primeira já registrada entre satélites. De acordo com a Nasa (agência espacial americana), o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão
O comando do Centro de Operações Espaciais Conjuntas está rastreando entre 500 e 600 pedaços de destroços dos satélites, alguns de cerca de 10 centímetros, segundo o tenente-coronel da Força Aérea Les Kodlick, do Comando Estratégico dos EUA.
Kodlick acrescentou que a colisão aconteceu em uma altura onde geralmente estão os satélites que monitoram o clima e realizam serviços de comunicação telefônica.
- É uma órbita muito importante para vários satélites - disse o tenente-coronel americano.
A Estação Espacial Internacional voa em uma altitude baixa e a principal prioridade do comando é evitar colisões. Segundo a Roscosmos (agência espacial russa), os restos dos dois satélites não representam perigo real à Estação Espacial Internacional.


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Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



link do postPor anjoseguerreiros, às 09:28  comentar

Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Quem não tem cão caça com gato.. ou com chuchu!

Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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Os ladrões do Rio resolveram aposentar as armas de verdade e de brinquedo - não sei se por questões de economia - e resolveram adotar os legumes. Pois é, um taxista foi assaltado por dois bandidos que usavam um chuchu! Os dois malandrões resolveram usar o legume escondido embaixo da blusa para intimidar o trabalhador que seguia por uma rua de Bangu. É brincadeira, né?!
Policiais militares foram chamados ao local e iniciaram uma perseguição. Os dois bandidos foram detidos e levados para a delegacia de Bangu. Paulo Ricardo Vitória dos Santos, de 18 anos, foi preso. O outro detido, um menor de 16 anos, foi levado para a DPCA. Pensando pelo lado bom, se é que isso existe, pelo menos dois estavam incentivando o uso chamado 'armamento verde'!! Vai que os outros bandidos resolvem adotar...rs,rs,rs



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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, já identificou quem teria queimado a caloura Priscila Vieira Resende Muniz, de 18 anos, grávida de três meses, durante trote em calouros da Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul. A suspeita da agressão, uma veterana de 20 anos do segundo ano de Pedagogia, teria jogado creolina e tíner nas pernas, nas costas e na nádega direita de Priscila, provocando queimaduras de segundo grau. Outra aluna, de 17 anos, também foi atingida pelo produto, mas com menos gravidade.
A estudante conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
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SÃO PAULO - A polícia de Santa Fé do Sul, a 624 km de São Paulo, já identificou quem teria queimado a caloura Priscila Vieira Resende Muniz, de 18 anos, grávida de três meses, durante trote em calouros da Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul. A suspeita da agressão, uma veterana de 20 anos do segundo ano de Pedagogia, teria jogado creolina e tíner nas pernas, nas costas e na nádega direita de Priscila, provocando queimaduras de segundo grau. Outra aluna, de 17 anos, também foi atingida pelo produto, mas com menos gravidade.
A estudante conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
- Na hora minha vista embaçou e precisei sentar. Meu pai foi chamado e me levou ao hospital - diz Priscila, que só voltará à escola se a agressora for expulsa.
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A estudante conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
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A estudante conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
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A estudante conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
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A estudante conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
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A estudante conta que, por causa da gravidez, pediu aos veteranos, assim que entrou na faculdade, para não fazerem nada com ela. Mas a veterana teria dito: "Se não te pego hoje, pego amanhã". Na saída das aulas, quando passava pela catraca, a veterana atacou a caloura.
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colaboradores: carmen e maria celia

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