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11.2.09
RIO - A Secretaria estadual de Educação selecionou os dois mil alunos que mais se destacaram nos testes de Língua Portuguesa e Matemática da Avaliação Externa realizada em 2008, no 9º ano do Ensino Fundamental e no 1º ano do Ensino Médio. Mil alunos de cada série receberão notebooks das mãos do governador Sérgio Cabral e da secretária Tereza Porto, no dia 17 de fevereiro, às 10h, no Maracanãzinho.
Para receber o notebook, o aluno deverá:
- Chegar com uma hora de antecedência para o credenciamento.
- Levar o convite encaminhado pela Secretaria de Estado de Educação.
- Levar um documento de identificação com foto ou a certidão de nascimento.
- Caso não possa comparecer, seu responsável deverá levar o convite, a carteira de identidade dele e a certidão de nascimento do aluno.

MERECERAM!!!!
CONTINUEM ESTUDANDO ASSIM!!!!

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RIO - A Secretaria estadual de Educação selecionou os dois mil alunos que mais se destacaram nos testes de Língua Portuguesa e Matemática da Avaliação Externa realizada em 2008, no 9º ano do Ensino Fundamental e no 1º ano do Ensino Médio. Mil alunos de cada série receberão notebooks das mãos do governador Sérgio Cabral e da secretária Tereza Porto, no dia 17 de fevereiro, às 10h, no Maracanãzinho.
Para receber o notebook, o aluno deverá:
- Chegar com uma hora de antecedência para o credenciamento.
- Levar o convite encaminhado pela Secretaria de Estado de Educação.
- Levar um documento de identificação com foto ou a certidão de nascimento.
- Caso não possa comparecer, seu responsável deverá levar o convite, a carteira de identidade dele e a certidão de nascimento do aluno.

MERECERAM!!!!
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RIO - A Secretaria estadual de Educação selecionou os dois mil alunos que mais se destacaram nos testes de Língua Portuguesa e Matemática da Avaliação Externa realizada em 2008, no 9º ano do Ensino Fundamental e no 1º ano do Ensino Médio. Mil alunos de cada série receberão notebooks das mãos do governador Sérgio Cabral e da secretária Tereza Porto, no dia 17 de fevereiro, às 10h, no Maracanãzinho.
Para receber o notebook, o aluno deverá:
- Chegar com uma hora de antecedência para o credenciamento.
- Levar o convite encaminhado pela Secretaria de Estado de Educação.
- Levar um documento de identificação com foto ou a certidão de nascimento.
- Caso não possa comparecer, seu responsável deverá levar o convite, a carteira de identidade dele e a certidão de nascimento do aluno.

MERECERAM!!!!
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RIO - A Secretaria estadual de Educação selecionou os dois mil alunos que mais se destacaram nos testes de Língua Portuguesa e Matemática da Avaliação Externa realizada em 2008, no 9º ano do Ensino Fundamental e no 1º ano do Ensino Médio. Mil alunos de cada série receberão notebooks das mãos do governador Sérgio Cabral e da secretária Tereza Porto, no dia 17 de fevereiro, às 10h, no Maracanãzinho.
Para receber o notebook, o aluno deverá:
- Chegar com uma hora de antecedência para o credenciamento.
- Levar o convite encaminhado pela Secretaria de Estado de Educação.
- Levar um documento de identificação com foto ou a certidão de nascimento.
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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


link do postPor anjoseguerreiros, às 17:27  comentar

SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
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De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
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De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
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De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O músico Paulo Sérgio Ribeiro, de 43 anos, teve a prisão temporária decretada após ter confessado à polícia que matou Camila dos Santos, de 19 anos, no último dia 6, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, depois de ter um surto psicótico. Ele escondeu o corpo da jovem durante cinco dias dentro de um freezer.
De acordo com o delegado Luiz Roberto Faria, o músico teria um caso com a vítima, que ameaçou contar à mulher dele.
- Na sexta-feira, eles tiveram uma discussão porque a vítima disse que ia contar sobre o romance deles para a mulher do músico. Ele disse que escutou uma voz na cabeça dele dizendo para amordaçá-la, colocá-la no freezer e assassiná-la - disse o delegado.
No filme Volver, de 2006, do cineasta espanhól Pedro Almodovar, a personagem Raimunda, vivida pela atriz Penélope Cruz, mata o marido e esconde o corpo num freezer após ele ter tentado abusar sexulamente de sua filha, vivida pela atriz Yohana Cobo.
De acordo com o delegado, o músico está desempregado e já cumpriu pena durante cinco anos por atentado violento ao pudor e estupro. Paulo Sérgio Ribeiro teve a prisão temporária decretada e será transferido ainda nesta quarta-feira para a cadeia pública de Cajamar.
Ele será indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 17:09  comentar

SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
A polícia chegou a investigar hipótese de vingança, mas não chegou a nada.


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SÃO PAULO - O pai do menino Lucas Pereira, de 3 anos, dobrou o valor da recompensa a quem der pistas que o ajudem a saber o que aconteceu com o filho. O valor agora é de R$ 60 mil. Lucas desapareceu em junho do ano passado na cidade de São Carlos, a 277 km de São Paulo. A polícia não tem pistas sobre o que teria acontecido. Até mesmo a polícia do Rio foi acionada, já que a família do garoto morou no Rio de Janeiro.
Lucas Pereira desapareceu na manhã do dia 21 de junho. Ele brincava na frente da casa da Avó, no Jardim Beatriz, com o irmão Caio, de 8 anos, quando sumiu.
O inquérito continua aberto, mas parado, na estaca zero. O engenheiro afirmou que a falta de informações levou a família a decidir aumentar o valor.
- Isso causa pressão nas autoridades, por isso acho válido o aumento de 30 para 60. Corremos o risco de trotes, mas estamos escaldados - disse o pai, o engenheiro da Petrobrás Antônio Carlos Ratto.
Para o delegado responsável pela investigação, Geraldo de Souza Filho, o aumento do valor da recompensa atrapalha o trabalho da polícia. Ele acredita que a oferta deve gerar mais trotes e informações que não vão ajudar na retomada das buscas.
Inicialmente, a família pensou que o garoto tivesse entrado e se perdido na mata de uma pedreira, que fica perto da casa. Porém, os bombeiros, a Polícia Militar, parentes, amigos da família e até soldados do Tiro de Guerra participaram das buscas na mata, sem sucesso.
Ratto chegou a suspeitar também de seqüestro. Colocou um carro de som para circular pela cidade e pedir informação. Fez folhetos com a foto do filho. Os cartazes foram colocados dentro de ônibus que fazem o transporte urbano, em terminais de passageiros e em locais de grande concentração de pessoas.
A hipótese de sequestro é duvidosa, já que a família não recebeu nenhum pedido de resgate. Um dos filhos do engenheiro usa a internet para divulgar a foto do irmão desaparecido.
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SÃO PAULO - O estudante Bruno César Ferreira, de 21 anos, que foi chicoteado e entrou em coma alcoólico durante um trote violento em Leme, no interior paulista, reconheceu nesta quarta-feira dois agressores. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito, nesta manhã de quarta-feira, e em seguida fez o reconhecimento dos agressores. Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 16:52  comentar

SÃO PAULO - O estudante Bruno César Ferreira, de 21 anos, que foi chicoteado e entrou em coma alcoólico durante um trote violento em Leme, no interior paulista, reconheceu nesta quarta-feira dois agressores. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito, nesta manhã de quarta-feira, e em seguida fez o reconhecimento dos agressores. Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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SÃO PAULO - O estudante Bruno César Ferreira, de 21 anos, que foi chicoteado e entrou em coma alcoólico durante um trote violento em Leme, no interior paulista, reconheceu nesta quarta-feira dois agressores. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito, nesta manhã de quarta-feira, e em seguida fez o reconhecimento dos agressores. Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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SÃO PAULO - O estudante Bruno César Ferreira, de 21 anos, que foi chicoteado e entrou em coma alcoólico durante um trote violento em Leme, no interior paulista, reconheceu nesta quarta-feira dois agressores. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito, nesta manhã de quarta-feira, e em seguida fez o reconhecimento dos agressores. Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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SÃO PAULO - O estudante Bruno César Ferreira, de 21 anos, que foi chicoteado e entrou em coma alcoólico durante um trote violento em Leme, no interior paulista, reconheceu nesta quarta-feira dois agressores. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito, nesta manhã de quarta-feira, e em seguida fez o reconhecimento dos agressores. Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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SÃO PAULO - O estudante Bruno César Ferreira, de 21 anos, que foi chicoteado e entrou em coma alcoólico durante um trote violento em Leme, no interior paulista, reconheceu nesta quarta-feira dois agressores. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito, nesta manhã de quarta-feira, e em seguida fez o reconhecimento dos agressores. Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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SÃO PAULO - O estudante Bruno César Ferreira, de 21 anos, que foi chicoteado e entrou em coma alcoólico durante um trote violento em Leme, no interior paulista, reconheceu nesta quarta-feira dois agressores. De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, o estudante passou por exame de corpo de delito, nesta manhã de quarta-feira, e em seguida fez o reconhecimento dos agressores. Os nomes dos dois jovens, que seriam veteranos da Faculdade de Anhangüera, não foram divulgados.
Eles negam qualquer participação no crime e passaram uma lista de testemunhas que poderiam confirmar a versão deles - afirmou Bravo.
Segundo o delegado, os dois serão interrogados nesta tarde.
- Vamos ouvi-los e também todas as testemunhas. Por enquanto, o único depoimento foi mesmo da vítima - disse o delegado, acrescentando que espera encerrar o inquérito até sexta-feira.
O delegado acompanhou nesta manhã o exame de corpo de delito de Bruno Ferreira. Os laudos, de acordo com ele, vão apontar lesão corporal leve.
- É um delito de menor gravidade, com pena prevista de 3 meses a um ano de prisão. Mas ainda precisamos ouvir todas as testemunhas antes de definir como os agressores serão indiciados - explicou.
Bruno, que entrou no curso de veterinária da Faculdade Anhanguera, foi amarrado a um poste e recebeu chibatadas na última segunda-feira. Segundo o comerciante Paulo Ferreira, pai de Bruno, as marcas do chicote estão no braço esquerdo, nas costas e na cabeça. Os supostos agressores disseram informalmente à polícia que não houve agressões com chicote e que as marcas seriam das amarras usadas para prender o jovem ao poste.
Em depoimento, Bruno negou que o dono do bar do Nassau, apontado por testemunhas como um dos agressores, tenha participado do crime. Mas o delegado afirma que ainda pretende ouvi-lo. O dono do estabelecimento, que fica perto da faculdade e de onde teriam ocorrido as agressões, também é veterano. Entre as humilhações sofridas pelo grupo de calouros estava a obrigação de rolar em uma lona cheia de fezes de animais e aves em decomposição. Bruno não quer mais voltar à faculdade, pois teme represálias por conta da repercussão do caso e de a família dele ter registrado boletim de ocorrência, dando início a um inquérito.
No caso de Bruno, depois de ter passado pela lona de fezes, ter o corpo coberto com piche e ser obrigado a nadar numa vala de lama, ele ainda foi amarrado num poste e açoitado. Depois das agressões, a vítima desmaiou ao ser derrubada de uma cadeira e bater a cabeça na guia da calçada. Inconsciente, Bruno foi levado a uma república onde tentaram reanimá-lo. Depois foi para um hospital e só então sua família foi avisada.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


fonte:G1
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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


fonte:G1
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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


fonte:G1
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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Entre os presos há jovens de classe média alta entre 20 e 30 anos. Grupos de diferentes traficantes dividiam custos das viagens ao exterior.

As duas quadrilhas alvo das operações Nocaute e Trilha da Polícia Federal faturavam cerca de R$ 1 milhão por mês. As ações mobilizaram 300 agentes no Rio de Janeiro e em outros oito estados, além do Distrito Federal nesta quarta-feira (11). Segundo a polícia, os grupos enviavam ‘mulas’ com cocaína para a Europa e as mesmas pessoas traziam de volta drogas sintéticas como ecstasy e LSD. Cada viagem custava em torno de R$ 20 mil e o lucro com a venda dessas drogas chegava a R$ 250 mil.
Com cerca de três a quatro viagens por mês, as quadrilhas movimentavam até R$ 1 milhão, caso os enviados não fossem pegos pela polícia. Traficantes dividiam os gastos das viagens ao exterior. A droga viajava em fundos falsos de malas e mochilas.

Jovens de classe média

PF confirmou 51 presos em balanço parcial, diferentemente dos 54 divulgados anteriormente. Entre eles estão jovens de classe média alta que têm entre 20 e 30 anos. As operações acontecem em vários pontos do Rio, e nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, e também no Distrito Federal.
Só no Rio, foram 40 prisões e a expectativa é de que outros sete mandados sejam cumpridos no estado. Alguns atuavam nos dois grupos investigados. As prisões aconteceram em bairros nobres como Lagoa, Copacabana, na Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e Vila Isabel, Ilha do Governador, além de Niterói, na Região Metropolitana.
Os presos atuavam não só em favelas como em bares e boates nobres da cidade. De acordo com a polícia, há ainda outros seis mandados em nome de pessoas já presas. Ainda segundo a PF, a cocaína vinha do Paraguai e Bolívia e seguia para França, Portugal, Espanha e Holanda. As polícias francesa, americana e paraguaia cooperaram nas investigações.

Armas e drogas sintéticas

Na soma das duas operações foram apreendidas ao longo das investigações 112.010 comprimidos de ecstasy, 115.399 micropontos de LSD, 7,2 quilos de cocaína, 2.962 frascos de lança perfume, 22 quilos de haxixe e 5 armas, como fuzis, metralhadoras e pistolas, que eram trazidas do Paraguai e revendidas para favelas cariocas.
Os acusados vão responder por tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, e, se condenados, receberão penas que variam de oito a 30 anos de reclusão.

Operação Trilha

Na Operação Trilha, iniciada há dois meses, pouco depois da prisão de um brasileiro num aeroporto de Paris, que usava uma mochila de marca brasileira, são 28 pessoas denunciadas.
"Os acusados são todos jovens de classe média alta, residentes em bairros nobres, principalmente no Rio de Janeiro, muitos praticantes de surfe e frequentadores de academias, que largaram os estudos e jamais tiveram ocupação lícita formal ou informal, dedicando-se exclusiva e diuturnamente ao comércio de entorpecentes, onde auferem rendimentos que possibilitam um padrão de vida sedutor para a maioria dos jovens de sua idade", afirmam os procuradores da República José Augusto Vagos e Orlando Cunha, responsáveis pelas denúncias.

Operação Nocaute

Deflagrada simultaneamente por uma logística da PF, a Operação Nocaute tem 36 pessoas denunciadas pelo MPF também por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, além de comércio ilegal de armas de fogo, no Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. Com uma vasta associação de traficantes, o grupo investia principalmente em drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, além de lança-perfume e haxixe. Com características próprias, a quadrilha tinha uma operação em formato de rede, que, segundo o MPF, se assemelhava a uma cooperativa, com falta de rigidez na divisão das funções. Como na Operação Trilha, os investigados contavam com torpedos de celular e mensagens de internet como principal via de comunicação.

Consórcio de drogas

Segundo a PF, com as investigações levando a prisão de "mulas" e, com isso, diminuindo os lucros, as quadrilhas passaram a atuar em esquema de associação. "Eles montaram verdadeiros consórcios. Se cada mala tinha 1 kg de cocaína, cada um colocava 200g, com 5 traficantes mandando uma única 'mula'", explica o delegado Fábio Andrade. "Em perspectiva mais ampla, as investigações evidenciaram o funcionamento, na cidade do Rio de Janeiro, fora das comunidades carentes, de um mercado de entorpecentes de grandes proporções, movimentado por densa e contínua procura", completa o procurador da República Marcello Miller.


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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:27  comentar

Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

fonte:G1
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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

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Caso ocorreu na segunda (9), em Santa Fé do Sul. Jovem afirma que estudante jogou solvente nela.
Uma jovem grávida de três meses precisou ser internada na segunda-feira (9), após trote violento no interior de São Paulo. O bebê não corre risco de morte. O caso ocorreu em Santa Fé do Sul, a 625 km de São Paulo, e a estudante sofreu queimaduras no corpo. Ela contou que uma aluna do segundo ano de pedagogia jogou solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo dela.
Os produtos deixaram queimaduras nas coxas, cotovelo e costas. A jovem foi encaminhada para o pronto-socorro da cidade com mal-estar, ardor na pele e queda de pressão. A polícia informou ter identificado a possível agressora e disse que, se indiciada, ela pode responder por lesão corporal dolosa, quando há intenção de machucar alguém.
O trote foi realizado por estudantes das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). Aluna do curso de análise de sistemas, a grávida contou que o trote violento ocorreu no primeiro dia de aula, na segunda (9). A assessoria de imprensa da Funec informou que não se pronunciaria sobre o caso porque a presidente da faculdade está viajando.

fonte:G1
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RIO - A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, é a capa da edição de março da revista de moda americana "Vogue". Segundo o site da revista, o editorial mostra que, além de uma mulher elegante que cria tendências, ela é serena, inteligente e muito acessível. Michelle é a segunda primeira-dama a ser capa - a primeira foi Hillary Clinton, em 1998.
A mulher do homem mais poderoso do mundo, Barack Obama, posou para a câmera da famosa fotógrafa Annie Leibovitz. Nas fotos, Michelle veste um modelo de seda roxo do estilista Jason Wu, criador do vestido usado pela própria nos dez bailes da posse, no dia 20 de janeiro. A escolha da roupa foi feita por Michelle.
Durante a entrevista, ela disse saber que suas roupas são analisadas detalhadamente por consultores de moda de todo o mundo.
- Não vou fingir que não ligo para isso. Mas também tenho que ser prática - disse ela na edição.


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A mulher do homem mais poderoso do mundo, Barack Obama, posou para a câmera da famosa fotógrafa Annie Leibovitz. Nas fotos, Michelle veste um modelo de seda roxo do estilista Jason Wu, criador do vestido usado pela própria nos dez bailes da posse, no dia 20 de janeiro. A escolha da roupa foi feita por Michelle.
Durante a entrevista, ela disse saber que suas roupas são analisadas detalhadamente por consultores de moda de todo o mundo.
- Não vou fingir que não ligo para isso. Mas também tenho que ser prática - disse ela na edição.


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Durante a entrevista, ela disse saber que suas roupas são analisadas detalhadamente por consultores de moda de todo o mundo.
- Não vou fingir que não ligo para isso. Mas também tenho que ser prática - disse ela na edição.


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Durante a entrevista, ela disse saber que suas roupas são analisadas detalhadamente por consultores de moda de todo o mundo.
- Não vou fingir que não ligo para isso. Mas também tenho que ser prática - disse ela na edição.


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A mulher do homem mais poderoso do mundo, Barack Obama, posou para a câmera da famosa fotógrafa Annie Leibovitz. Nas fotos, Michelle veste um modelo de seda roxo do estilista Jason Wu, criador do vestido usado pela própria nos dez bailes da posse, no dia 20 de janeiro. A escolha da roupa foi feita por Michelle.
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A mulher do homem mais poderoso do mundo, Barack Obama, posou para a câmera da famosa fotógrafa Annie Leibovitz. Nas fotos, Michelle veste um modelo de seda roxo do estilista Jason Wu, criador do vestido usado pela própria nos dez bailes da posse, no dia 20 de janeiro. A escolha da roupa foi feita por Michelle.
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WASHINGTON - Mulheres que tomaram suplementos vitamínicos durante anos não tiveram o risco de câncer o de infartos reduzido, afirmaram nesta semana pesquisadores americanos. Segundo eles, as fórmulas de vitaminas disponíveis na farmácia não têm o poder de evitar certos tipos de doença, principalmente as causadas por tumores e problemas cardiovasculares. O estudo foi feito com 162 mil americanas e publicado no Archives of Internal Medicine.
- Basicamente, os suplementos vitamínicos não têm nenhum efeito. Como o estudo foi feito com tantas pessoas e um grupo tão variado de indivíduos, acho que podemos afirmar que tomar vitaminas não faz mal, mas elas também não previnem certas doenças, em especial as crônicas - afirmou Marian Neuhouser, do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, à Reuters por telefone.
Os pesquisadores avaliaram a saúde de mulheres que já tinham passado pela menopausa durante oito anos. Dessas, 42% tinham o hábito de tomar um multivitamínico diariamente. O resultado indicou que as que tomavam vitaminas e as que não usavam nenhum suplemento tiveram a mesma incidência de câncer de mama, colorretal, pulmão e ovário, assim como doenças cardiovasculares como infarto e derrame.
Segundo Neuhouser, comer mais frutas e verduras todos os dias e diminuir a ingestão de produtos industrializados é mais eficaz do que tomar vitaminas.
- Muitas pessoas acreditam que não precisam comer bem se tomam vitaminas porque acham que o comprimido vai suprir as carências do organismo, mas isso não é verdade - afirma a pesquisadora.
Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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WASHINGTON - Mulheres que tomaram suplementos vitamínicos durante anos não tiveram o risco de câncer o de infartos reduzido, afirmaram nesta semana pesquisadores americanos. Segundo eles, as fórmulas de vitaminas disponíveis na farmácia não têm o poder de evitar certos tipos de doença, principalmente as causadas por tumores e problemas cardiovasculares. O estudo foi feito com 162 mil americanas e publicado no Archives of Internal Medicine.
- Basicamente, os suplementos vitamínicos não têm nenhum efeito. Como o estudo foi feito com tantas pessoas e um grupo tão variado de indivíduos, acho que podemos afirmar que tomar vitaminas não faz mal, mas elas também não previnem certas doenças, em especial as crônicas - afirmou Marian Neuhouser, do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, à Reuters por telefone.
Os pesquisadores avaliaram a saúde de mulheres que já tinham passado pela menopausa durante oito anos. Dessas, 42% tinham o hábito de tomar um multivitamínico diariamente. O resultado indicou que as que tomavam vitaminas e as que não usavam nenhum suplemento tiveram a mesma incidência de câncer de mama, colorretal, pulmão e ovário, assim como doenças cardiovasculares como infarto e derrame.
Segundo Neuhouser, comer mais frutas e verduras todos os dias e diminuir a ingestão de produtos industrializados é mais eficaz do que tomar vitaminas.
- Muitas pessoas acreditam que não precisam comer bem se tomam vitaminas porque acham que o comprimido vai suprir as carências do organismo, mas isso não é verdade - afirma a pesquisadora.
Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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- Basicamente, os suplementos vitamínicos não têm nenhum efeito. Como o estudo foi feito com tantas pessoas e um grupo tão variado de indivíduos, acho que podemos afirmar que tomar vitaminas não faz mal, mas elas também não previnem certas doenças, em especial as crônicas - afirmou Marian Neuhouser, do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, à Reuters por telefone.
Os pesquisadores avaliaram a saúde de mulheres que já tinham passado pela menopausa durante oito anos. Dessas, 42% tinham o hábito de tomar um multivitamínico diariamente. O resultado indicou que as que tomavam vitaminas e as que não usavam nenhum suplemento tiveram a mesma incidência de câncer de mama, colorretal, pulmão e ovário, assim como doenças cardiovasculares como infarto e derrame.
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Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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Os pesquisadores avaliaram a saúde de mulheres que já tinham passado pela menopausa durante oito anos. Dessas, 42% tinham o hábito de tomar um multivitamínico diariamente. O resultado indicou que as que tomavam vitaminas e as que não usavam nenhum suplemento tiveram a mesma incidência de câncer de mama, colorretal, pulmão e ovário, assim como doenças cardiovasculares como infarto e derrame.
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Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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- Muitas pessoas acreditam que não precisam comer bem se tomam vitaminas porque acham que o comprimido vai suprir as carências do organismo, mas isso não é verdade - afirma a pesquisadora.
Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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- Basicamente, os suplementos vitamínicos não têm nenhum efeito. Como o estudo foi feito com tantas pessoas e um grupo tão variado de indivíduos, acho que podemos afirmar que tomar vitaminas não faz mal, mas elas também não previnem certas doenças, em especial as crônicas - afirmou Marian Neuhouser, do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, à Reuters por telefone.
Os pesquisadores avaliaram a saúde de mulheres que já tinham passado pela menopausa durante oito anos. Dessas, 42% tinham o hábito de tomar um multivitamínico diariamente. O resultado indicou que as que tomavam vitaminas e as que não usavam nenhum suplemento tiveram a mesma incidência de câncer de mama, colorretal, pulmão e ovário, assim como doenças cardiovasculares como infarto e derrame.
Segundo Neuhouser, comer mais frutas e verduras todos os dias e diminuir a ingestão de produtos industrializados é mais eficaz do que tomar vitaminas.
- Muitas pessoas acreditam que não precisam comer bem se tomam vitaminas porque acham que o comprimido vai suprir as carências do organismo, mas isso não é verdade - afirma a pesquisadora.
Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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WASHINGTON - Mulheres que tomaram suplementos vitamínicos durante anos não tiveram o risco de câncer o de infartos reduzido, afirmaram nesta semana pesquisadores americanos. Segundo eles, as fórmulas de vitaminas disponíveis na farmácia não têm o poder de evitar certos tipos de doença, principalmente as causadas por tumores e problemas cardiovasculares. O estudo foi feito com 162 mil americanas e publicado no Archives of Internal Medicine.
- Basicamente, os suplementos vitamínicos não têm nenhum efeito. Como o estudo foi feito com tantas pessoas e um grupo tão variado de indivíduos, acho que podemos afirmar que tomar vitaminas não faz mal, mas elas também não previnem certas doenças, em especial as crônicas - afirmou Marian Neuhouser, do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, à Reuters por telefone.
Os pesquisadores avaliaram a saúde de mulheres que já tinham passado pela menopausa durante oito anos. Dessas, 42% tinham o hábito de tomar um multivitamínico diariamente. O resultado indicou que as que tomavam vitaminas e as que não usavam nenhum suplemento tiveram a mesma incidência de câncer de mama, colorretal, pulmão e ovário, assim como doenças cardiovasculares como infarto e derrame.
Segundo Neuhouser, comer mais frutas e verduras todos os dias e diminuir a ingestão de produtos industrializados é mais eficaz do que tomar vitaminas.
- Muitas pessoas acreditam que não precisam comer bem se tomam vitaminas porque acham que o comprimido vai suprir as carências do organismo, mas isso não é verdade - afirma a pesquisadora.
Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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WASHINGTON - Mulheres que tomaram suplementos vitamínicos durante anos não tiveram o risco de câncer o de infartos reduzido, afirmaram nesta semana pesquisadores americanos. Segundo eles, as fórmulas de vitaminas disponíveis na farmácia não têm o poder de evitar certos tipos de doença, principalmente as causadas por tumores e problemas cardiovasculares. O estudo foi feito com 162 mil americanas e publicado no Archives of Internal Medicine.
- Basicamente, os suplementos vitamínicos não têm nenhum efeito. Como o estudo foi feito com tantas pessoas e um grupo tão variado de indivíduos, acho que podemos afirmar que tomar vitaminas não faz mal, mas elas também não previnem certas doenças, em especial as crônicas - afirmou Marian Neuhouser, do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, à Reuters por telefone.
Os pesquisadores avaliaram a saúde de mulheres que já tinham passado pela menopausa durante oito anos. Dessas, 42% tinham o hábito de tomar um multivitamínico diariamente. O resultado indicou que as que tomavam vitaminas e as que não usavam nenhum suplemento tiveram a mesma incidência de câncer de mama, colorretal, pulmão e ovário, assim como doenças cardiovasculares como infarto e derrame.
Segundo Neuhouser, comer mais frutas e verduras todos os dias e diminuir a ingestão de produtos industrializados é mais eficaz do que tomar vitaminas.
- Muitas pessoas acreditam que não precisam comer bem se tomam vitaminas porque acham que o comprimido vai suprir as carências do organismo, mas isso não é verdade - afirma a pesquisadora.
Em outubro de 2007, o National Cancer Institute, nos Estados Unidos, afirmou que suplementos de selênio e vitamina E não protegem os homens de doenças como o câncer de próstata. No mês seguinte, um estudo com 14 mil homens indicou que tomar vitaminas C e E diariamente não diminui o risco de câncer e doenças no coração.


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OSLO (Reuters) - A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas da Grã-Bretanha.
De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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OSLO (Reuters) - A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas da Grã-Bretanha.
De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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OSLO (Reuters) - A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas da Grã-Bretanha.
De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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OSLO (Reuters) - A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas da Grã-Bretanha.
De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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OSLO (Reuters) - A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas da Grã-Bretanha.
De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.
"O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados", escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.
O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que "até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia".
O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.
As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.
Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.
O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.
- A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia - disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.
Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.
O aquecimento global, segundo os cientistas, está "acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo".


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Um cientista japonês criou uma "boneca" feita a partir de células vivas de câncer de fígado, abrindo caminho para que remédios e tratamentos sejam testados em condições mais parecidas com as encontradas no corpo humano.
A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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Um cientista japonês criou uma "boneca" feita a partir de células vivas de câncer de fígado, abrindo caminho para que remédios e tratamentos sejam testados em condições mais parecidas com as encontradas no corpo humano.
A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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Um cientista japonês criou uma "boneca" feita a partir de células vivas de câncer de fígado, abrindo caminho para que remédios e tratamentos sejam testados em condições mais parecidas com as encontradas no corpo humano.
A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
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Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
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Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
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O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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A boneca de 5 mm de altura e 2 mm de espessura foi criada usando uma técnica que molda o tecido em um formato tridimensional.
O criador da técnica, Shoji Takeuchi, do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, disse que, agora, sua equipe vai tentar combinar diferentes tipos de células para criar sistemas mais complexos.
"A técnica pode criar diferentes estruturas com diferentes células. É o que vamos começar a fazer a partir de agora", disse Takeuchi à BBC Brasil.
A estrutura foi criada usando cerca de 100 mil esferas de colágeno semeadas com células cancerígenas hepáticas e colocadas em um molde semelhante à forma humana.
As esferas foram cobertas por um tipo de célula que libera proteína e colágenos, unindo todas as células e fazendo com que a estrutura possa ser movida sem se quebrar.
Como resultado, o produto final é muito mais próximo do tecido humano do que um grupo de células em um prato de laboratório.


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Faixas de pedestre com uma temática romântica. Essa é a novíssima novidade que vem da China, mais precisamente da cidade de Chengdu. Por lá, a prefeitura local saiu pintando corações e mensagens de "I Love You" (eu te amo, em inglês), bem no meio do asfalto zebrado.

Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faixas de pedestre com uma temática romântica. Essa é a novíssima novidade que vem da China, mais precisamente da cidade de Chengdu. Por lá, a prefeitura local saiu pintando corações e mensagens de "I Love You" (eu te amo, em inglês), bem no meio do asfalto zebrado.

Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faixas de pedestre com uma temática romântica. Essa é a novíssima novidade que vem da China, mais precisamente da cidade de Chengdu. Por lá, a prefeitura local saiu pintando corações e mensagens de "I Love You" (eu te amo, em inglês), bem no meio do asfalto zebrado.

Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faixas de pedestre com uma temática romântica. Essa é a novíssima novidade que vem da China, mais precisamente da cidade de Chengdu. Por lá, a prefeitura local saiu pintando corações e mensagens de "I Love You" (eu te amo, em inglês), bem no meio do asfalto zebrado.

Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faixas de pedestre com uma temática romântica. Essa é a novíssima novidade que vem da China, mais precisamente da cidade de Chengdu. Por lá, a prefeitura local saiu pintando corações e mensagens de "I Love You" (eu te amo, em inglês), bem no meio do asfalto zebrado.

Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faixas de pedestre com uma temática romântica. Essa é a novíssima novidade que vem da China, mais precisamente da cidade de Chengdu. Por lá, a prefeitura local saiu pintando corações e mensagens de "I Love You" (eu te amo, em inglês), bem no meio do asfalto zebrado.

Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Faixas de pedestre com uma temática romântica. Essa é a novíssima novidade que vem da China, mais precisamente da cidade de Chengdu. Por lá, a prefeitura local saiu pintando corações e mensagens de "I Love You" (eu te amo, em inglês), bem no meio do asfalto zebrado.

Sam, toque um tema romântico para o casal, na faixa
Um porta-voz da administração local afirmou que a intenção é unir o útil e o agradável: "Queremos que essa faixa amorosa inspire os casais e que todos respeitem as leis de trânsito e atravessem a rua em segurança.
Faz até sentido, mas que a paixão é algo que vive atropelando as pessoas por aí, isso é. (O blog É Cada Coisa! pede desculpas por este último comentário. Tentem não nos odiar.)
Os pedestres amaram as novas faixas, mas alguns motoristas sem coração ainda param sobre elas, fechando o cruzamento .

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Depois do gato Billy...

CAMPO GRANDE - A cidade de Antonio João, a 377 quilômetros de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, está novamente às voltas com um caso de fraude no Bolsa Família. Depois do escândalo do gato Billy , animal de estimação da esposa do ex-coordenador do programa no município, que estava cadastrado entre os beneficiários, agora é a esposa de um vereador que aparece na lista de pessoas que recebem o Bolsa Família na cidade.
Denise Rios de Araújo pediu inclusão no programa Fome Zero em maio de 2002. Ficou cadastrada durante quatro anos, período em que o marido, Ramon Valdir Ribas de Araújo (PR), exerceu o primeiro mandato de vereador.
Araújo disse que a mulher - que ganhava R$ 400 por mês como funcionária pública - fez o cadastro no programa porque a família era 'muito pobre'. À TV Morena, ele disse ainda que imaginava que o cartão do Bolsa Família havia sido cancelado em 2004. Em maio de 2002, ele afirma que estava desempregado e sua família se enquadrava no programa Bolsa Família do governo federal.
- Temos duas filhas, na época elas tinham 9 e 8 anos, eu estava desempregado e minha esposa, como funcionária pública tinha uma renda de R$ 400, que era tudo o que tínhamos. Éramos muito pobres - justificou.
A fraude foi descoberta pela Secretaria de Assistência Social do município quando fazia um recadastramento das famílias atendidas pelo programa. Um ofício já foi encaminhado pela secretária Neuza Carrilo para a Caixa Econômica Federal para apurar o montante dos benefícios sacados pela esposa do vereador. Ela estaria cadastrada irregularmente por não se enquadrar na faixa de famílias abaixo da linha de pobreza.
Ramon Valdir Ribas alega que a esposa teve o benefício cancelado um ano e meio depois que assumiu o mandato, mas o nome dela permaneceu no cadastro até o ano passado. O vereador disse ainda que no ano passado, junto com a esposa, devolveu o cartão.
Segundo a nova coordenadora do Bolsa Família em Antonio João, Odete Nunes, o nome no cadastro não significa que o benefício foi pago porque há famílias que não receberam o cartão e outras que tiveram o pedido negado. Mas no caso da esposa do vereador, ela usou o cartão pelo menos durante quatro anos.

CONTINUA PRESIDENTE!!!!!!
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Denise Rios de Araújo pediu inclusão no programa Fome Zero em maio de 2002. Ficou cadastrada durante quatro anos, período em que o marido, Ramon Valdir Ribas de Araújo (PR), exerceu o primeiro mandato de vereador.
Araújo disse que a mulher - que ganhava R$ 400 por mês como funcionária pública - fez o cadastro no programa porque a família era 'muito pobre'. À TV Morena, ele disse ainda que imaginava que o cartão do Bolsa Família havia sido cancelado em 2004. Em maio de 2002, ele afirma que estava desempregado e sua família se enquadrava no programa Bolsa Família do governo federal.
- Temos duas filhas, na época elas tinham 9 e 8 anos, eu estava desempregado e minha esposa, como funcionária pública tinha uma renda de R$ 400, que era tudo o que tínhamos. Éramos muito pobres - justificou.
A fraude foi descoberta pela Secretaria de Assistência Social do município quando fazia um recadastramento das famílias atendidas pelo programa. Um ofício já foi encaminhado pela secretária Neuza Carrilo para a Caixa Econômica Federal para apurar o montante dos benefícios sacados pela esposa do vereador. Ela estaria cadastrada irregularmente por não se enquadrar na faixa de famílias abaixo da linha de pobreza.
Ramon Valdir Ribas alega que a esposa teve o benefício cancelado um ano e meio depois que assumiu o mandato, mas o nome dela permaneceu no cadastro até o ano passado. O vereador disse ainda que no ano passado, junto com a esposa, devolveu o cartão.
Segundo a nova coordenadora do Bolsa Família em Antonio João, Odete Nunes, o nome no cadastro não significa que o benefício foi pago porque há famílias que não receberam o cartão e outras que tiveram o pedido negado. Mas no caso da esposa do vereador, ela usou o cartão pelo menos durante quatro anos.

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- Temos duas filhas, na época elas tinham 9 e 8 anos, eu estava desempregado e minha esposa, como funcionária pública tinha uma renda de R$ 400, que era tudo o que tínhamos. Éramos muito pobres - justificou.
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- Temos duas filhas, na época elas tinham 9 e 8 anos, eu estava desempregado e minha esposa, como funcionária pública tinha uma renda de R$ 400, que era tudo o que tínhamos. Éramos muito pobres - justificou.
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Denise Rios de Araújo pediu inclusão no programa Fome Zero em maio de 2002. Ficou cadastrada durante quatro anos, período em que o marido, Ramon Valdir Ribas de Araújo (PR), exerceu o primeiro mandato de vereador.
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UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:12  comentar

UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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UDINE, Itália - A autópsia do corpo de Eluana Englaro, que foi submetida a morte assistida depois de passar 17 anos em coma, indica que a italiana de 38 anos morreu vítima de uma parada cardíaca após uma crise provocada pela desidratação progressiva realizada por médicos, sgundo a imprensa local. Eluana morreu na segunda-feira, dois dias depois de ter sua alimentação e hidratação artificiais suspensas a pedido de sua família, em meio à polêmica que dividiu o governo e mobilizou o país. Os médicos haviam anunciado que ela poderia resistir até 15 dias com vida.
O jornal italiano "La Repubblica" afirma nesta quarta que os resultados "absolvem" os médicos. Houve rumores de que eles teriam acelerado a morte de Eluana para que acontecesse antes de o governo aprovasse um projeto de lei impedindo sua morte. Uma sentença do Supremo Tribunal tinha autorizado a família a adotar a eutanásia.
A paciente morreu enquanto o Senado examinava o polêmico projeto de lei. O advogado da família Englaro, Giuseppe Campeis, disse a jornalistas que vai denunciar todas as difamações em resposta à publicação de insinuações de que a morte de Eluana tenha sido acelerada.
O pai de Eluana, Beppino Englaro, que se emocionou com a notícia da morte de sua filha e pediu aos meios de comunicação que lhe "deixem em paz", afirmou que está "um pouco melhor". A família Englaro decidiu que os restos de Eluana serão cremados e enterrados junto aos de seu avô, na cidade natal de sua família, Paluzza (província de Udine), sem funeral e com uma breve bênção.
A morte causou supresa, já que na manhã de segunda-feira o neurologista que acompanhava Eluana disse que a paciente apresentava "excelente estado físico". Carlo Alberto Defanti disse estar surpreso e que a morte repentina pode ter sido provocada por uma crise. Antes, ele próprio dissera acreditar que ela viveria mais 12 ou 14 dias e que ela tinha uma resistência acima da média. Médicos podem ser punidos por eutanásia
A Ordem de Médicos de Udine abriu um processo disciplinar contra a equipe que se ofereceu para realizar a morte assistida de Eluana. O caso da italiana, que passou a viver em estado vegetativo após sofrer um acidente de carro em 1992, mobilizou políticos e a sociedade italiana. Um projeto de lei chegou a ser aprovado, mas Napolitano se recusou a assiná-lo.
Depois, disso um novo projeto passou a tramitar no Parlamento, mas não foi votado a tempo de impedir a morte de Eluana. O novo texto prevê que não se possa privar de alimentação e hidratação qualquer pessoa, e proíbe "qualquer forma de terapia que submeta o paciente a tratamentos inúteis, desproporcionais ou arriscados".
O Vaticano pressiona autoridades italianas para que aprovem uma media que impeça que casos semelhantes aconteçam. Antes de saber da morte da jovem, o Vaticano ameaçou de excomunhão da Igreja Católica quem apoiasse a eutanásia da italiana. A advertência foi feita pelo secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, monsenhor Albert Malcolm Ranjith.


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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

QUE TUDO DÊ CERTO E A NOVA POLÍCIA DE SÃO CARLOS UNIDA À POLICIA DO RJ RESOLVAM ESSE MISTERIOSO DESAPARECIMENTO.......

VAMOS AJUDAR??????

FONTE:TV RECORD - PROGRAMA SP NO AR (LUCIANO FACCIOLLI)
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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

QUE TUDO DÊ CERTO E A NOVA POLÍCIA DE SÃO CARLOS UNIDA À POLICIA DO RJ RESOLVAM ESSE MISTERIOSO DESAPARECIMENTO.......

VAMOS AJUDAR??????

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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

QUE TUDO DÊ CERTO E A NOVA POLÍCIA DE SÃO CARLOS UNIDA À POLICIA DO RJ RESOLVAM ESSE MISTERIOSO DESAPARECIMENTO.......

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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

QUE TUDO DÊ CERTO E A NOVA POLÍCIA DE SÃO CARLOS UNIDA À POLICIA DO RJ RESOLVAM ESSE MISTERIOSO DESAPARECIMENTO.......

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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
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A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
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QUE TUDO DÊ CERTO E A NOVA POLÍCIA DE SÃO CARLOS UNIDA À POLICIA DO RJ RESOLVAM ESSE MISTERIOSO DESAPARECIMENTO.......

VAMOS AJUDAR??????

FONTE:TV RECORD - PROGRAMA SP NO AR (LUCIANO FACCIOLLI)
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:35  comentar


O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

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O caso do menino Lucas Pereira, desaparecido em junho de 2008, vai ser reaberto.

A mãe disse na ocasião:
“Tentaram fazer de mim uma Nardoni”

A estudante de modas Marlecene Érika Pereira, mãe do pequenino Lucas Pereira, 3, teve o pior aniversário de sua vida. Pois, o filho está desparecido e o outro filho, Caio Pereira, 8, se encontra com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, o qual tem a guarda provisória do garoto.Érika quebrou o silêncio e resolveu falar à imprensa sobre as investigações e sobre ser viciada em entorpecentes. Ela declarou que vai ficar em São Carlos, de onde só sairá com o filho vivo. "Muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou aonde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega”, desabafa Érika.Durante os oitenta dias do desaparecimento de Lucas, a DIG de São Carlos, juntamente com a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro trabalham no caso. Inclusive um homem chegou a ser preso na cidade de Ilhéus – BA, após extorquir o pai do menino, dizendo que estava com Lucas e queria a quantia de R$ 900 para traze-lo à São Carlos. Uma residência, na Ilha do Governador também chegou a ser averiguada por policiais daquela cidade, mas sem sucesso.O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Gilberto de Aquino, responsável pelas investigações, declarou que o caso ainda está sob investigação e nada de novo ocorreu e que conta com o apoio de toda a Polícia do Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
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Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

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Uma mulher de 59 anos foi localizada pela nossa reportagem e disse ser a última pessoa a conversar com o menino Lucas, na manhã do desaparecimento. Segundo ela, por volta das 10h, avistou Lucas caminhando sozinho pela rua, nas proximidades da casa de sua tia. Ele tentava atravessar a rua para ir até a sua casa para brincar com o seu neto. Ela teve que entrar para o interior de sua residência para atender o telefone e ao retornar viu Lucas virando a esquina, em direção a casa de sua avó. “O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno” diz a mulher que pede anonimato.

Tudo daí em diante se transformou em suposições e um grande mistério se formou em torno do caso.

Agora com a mudança de delegado em São Carlos, parece que tudo vão fazer para tentar resolver o caso.
O novo delegado disse que é prioridade para ele solucionar esse desaparecimento e a polícia de São Carlos vai se unir à polícia do Rio de Janeiro.
Acham que ele deve estar no Rio, mas não vão descartar a procura em outras cidades.
Os pais foram entrevistados pelo programa de Luciano Faccioli, SP NO AR e disseram ainda estar muito esperançosos, com certeza!
O pai ainda continua guardando suas economias para quem der pistas da localização do menino ou levá-lo para ele!!!!!

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Aluno aprovado em veterinária acabou no hospital, em coma alcoólico.
Depois de sair do coma alcoólico, o estudante Bruno César Ferreira se recupera na casa dos pais. Ele entrou no curso de medicina veterinária de uma universidade particular de Leme (SP). No primeiro dia de aula, Bruno foi parar no hospital, com marcas que mostram a violência que sofreu no trote. As imagens correram o Brasil e deixaram muita gente chocada.
“Estou com muita dor na costela. Disseram que foi uma chicotada que tomei. Uns dizem que eu estava amarrado no poste. Estou com marca no pescoço e estou constrangido”, disse o estudante. O constrangimento é o mesmo dos pais. “É muito triste. A hora que eu o vi no hospital, na maca, jogado lá... Porque ele não foi bem tratado lá. Ele entrou como indigente. Ficou molhado. Quando eu cheguei, os pés dele estavam gelados já, com muito frio”, lembra, chorando, o pai de Bruno, Paulo Sérgio Ferreira.
O estudante contou que foi levado a um bar e se recusou a beber. Ele teria sido amarrado a um poste, chutado e chicoteado. Depois que desmaiou, os veteranos tentaram reanimá-lo e, como não conseguiram, teriam deixado o rapaz na rua. Ele foi socorrido pela mãe de outra estudante.
A universidade diz que está investigando para saber se será possível expulsar algum dos participantes desse trote.

Com o início das aulas, os trotes voltam à pauta de discussão . Pesquisadores apontam que, embora existam diversas inciativas com caráter social, a ameaça de violência continua presente na recepção aos calouros, como podemos verificar nas imagens que circulam na internet.
Após meses de estudo, muitas horas de preocupação e várias noites de sono perdidas pelo vestibular, enfim chegou a hora de começar as aulas em um novo ambiente: a universidade. Essa mudança, porém, nem sempre é tranquila para todos. Uma das primeiras preocupações dos calouros é com a recepção que terão no novo ambiente, ou seja, o trote. Muitos ainda temem as tradicionais brincadeiras e, em especial, o uso da violência. Nos últimos anos, porém, muitas universidades têm lutado para mudar a imagem do trote, incentivando ações solidárias e que, de fato, sirvam para integrar os recém-chegados.
As mudanças no perfil do trote, porém, são recentes. Até meados da década de 90 o uso de violência na recepção dos calouros era o comportamento padrão dos veteranos. Foi preciso que ocorresse uma tragédia de repercussão nacional para que algo começasse a mudar na consciência dos alunos. Em fevereiro de 1999, o calouro de medicina da USP (Universidade de São Paulo), Edison Hsueh, foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz - um dia após o trote da Faculdade de Medicina, nas dependências da universidade.
O trote é uma tradição tão antiga quanto as próprias universidades. Segundo o professor Zuin, os primeiros registros de trotes datam do século XIV, na Europa, quando da criação das primeiras IES. Na época, os calouros eram colocados em pequenas salas, que antecediam o local onde eram ministradas as aulas, os vestíbulos (mesma origem da palavra vestibular).
Neste local, os alunos tinham seu cabelo raspado como uma medida profilática tomada pela universidade, pois havia a necessidade de se conter a propagação de determinadas doenças. Além disso, havia ainda a "dominação" dos estudantes veteranos, que submetiam os calouros a práticas humilhantes para que estes passassem, a partir do exercício seguinte, a ser considerados veteranos.
Curioso é notar que, com o próprio trote, nascem também as iniciativas para coibir os trotes violentos. Partindo inicialmente das próprias universidades, em meados do século XV surgiria a primeira associação voltada especificamente para a formação de políticas contra o trote. Em 1831, porém, foi registrada a primeira morte durante a aplicação de um trote, de acordo com Almeida.
O trote chegaria ao Brasil em meados do século XIX, com a criação dos cursos superiores. Os responsáveis pela novidade seriam os portugueses.
A partir do incidente em 1999, grande parte das universidades do país passou a coibir o trote violento, incentivando ações solidárias. Na maioria delas, foram criadas regras para punir atitudes agressivas dos veteranos ou ações que levassem os calouros a situações vexatórias. Para alguns especialistas, porém, isso ainda é insuficiente para resolver o problema. Embora a grande maioria das instituições tenha ferramentas para punir estas atividades, poucas são as que colocam em prática as medidas disciplinares. Dessa forma, as chamadas "brincadeiras" - pichação, corte de cabelo - não são efetivamente penalizadas.
"Cortar o cabelo, que todos chamam de brincadeira, é o começo de uma violência maior. O trote nunca começa pela morte de um aluno", alerta o professor do departamento de Economia da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), Oriowaldo Queda.
Para Zuin, autor do livro: "O Trote na Universidade: passagens de um Rito de Iniciação", os primeiros trotes têm como marca a soberba intelectual, que permanece nos veteranos até hoje. Este se vê como o portador da formação cultural do novo aluno, o indivíduo civilizado que vai domesticar os calouros e ensiná-los a conviver no meio acadêmico, do qual os mais experientes se posicionam como guardiões. .
Neste sentido, mesmo ações que demonstrem novas tendências, que buscam mudar a imagem que o trote tem na sociedade - como o chamado "trote solidário" - são condenadas pelos pesquisadores. Embasadas no assistencialismo, essas ações são tidas como subterfúgios que ocultam as atividades violentas, que continuam se propagando no meio acadêmico. Para os organizadores de eventos que têm um caráter social, no entanto, essa é a primeira opção para se conseguir a erradicação do trote violento. Não se pode negar que o número de trotes solidários têm crescido em progressão geométrica nos últimos anos, sobretudo após 1999. "A mudança para o trote solidário é uma tendência. O número de universidades que trabalha assim aumenta ano a ano", conta uma das organizadoras do Projeto Trote da Cidadania, Talita Ferraz.
Aparentemente, porém, nem todas as campanhas voltadas para este tipo de trabalho abandonam completamente as atividades consideradas violentas. Muitas delas ainda carregam algumas atividades consideradas "inocentes", como a pichação e o corte do cabelo, já citados acima. Outras colaboram para propagar ainda mais graves preconceitos contidos em expressões como a denominação "bixo".
Uma das unanimidades entre os pesquisadores, porém, é a necessidade de se encontrar uma alternativa pacífica para a recepção dos novos alunos nas IES. A integração de maneira violenta pode provocar sérios danos ao desenvolvimento acadêmico dos estudantes. "Que tipo de médico vai ser um sujeito que está acostumado a humilhar o outro, a satirizar aspectos físicos preconceituosos? Que tipo de responsabilidade social tem alguém com esse perfil?", questiona Almeida. "Não se trata de eliminar a relação do calouro com o veterano. É possível se fazer com que os calouros sejam bem recepcionados na universidade. Novas tradições podem ser criadas, não pautadas na violência física e simbólica", conclui Zuin.
Fonte: Universia

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Para garantir que o Carnaval seja seguro para os visitantes, a polícia do Rio divulgou um plano estratégico para receber os turistas. Ao todo, 250 homens vão atuar nos principais pontos turísticos da cidade de 20 a 28 de fevereiro.
Porém, quem pretende viajar e aproveitar os desfiles e blocos de rua não deve se preocupar apenas com a segurança. Veja as orientações de Rossani Funari, clínica médica do hospital Edmundo Vasconcelos, para cuidar também da saúde durante o feriado.
Durante essa época, algumas doenças são mais frequentes, já que muitas pessoas ficam expostas a situações de riscos, que vão de doenças sexualmente transmissíveis a desidratação.
Segundo a médica, a orientação é que as pessoas não deixem de:
1 Beber bastante líquido
2. Usar protetor solar e repelente
3. Moderar nas bebidas alcoólicas
4. Usar preservativos

Cuidado ao beijar

Em meio aos blocos de carnavais, diversão, gente bonita e muita música, o cuidado com o beijo é essencial. "Os beijoqueiros devem ser cautelosos. Se estiver com feridas ou qualquer tipo de sangramento na boca, o melhor é não beijar ninguém ou evitar beijar muitas pessoas", alerta o infectologista Celso Granato.
A infecção mais comum por esse contato é a mononucleose, também conhecida como "doença do beijo". A síndrome infectocontagiosa acomete principalmente adolescentes e adultos jovens, entre 15 e 25 anos, com sintomas de febre, dor de garganta e aumento de linfonodos (popularmente conhecidos como gânglios ou ínguas) na região do pescoço. Para ter uma idéia de sua freqüência em nosso meio, mais de 90% da população adulta possui anticorpos contra o agente que provoca essa infecção. Isso significa que em algum momento da vida o indivíduo entrou em contato com esse vírus, mesmo que não tenha desenvolvido nenhum quadro clínico característico. Uma outra infecção relacionada a contato íntimo, beijo ou compartilhamento de utensílios contaminados é o herpes. Cerca de 20% das pessoas podem terherpes crônico 1, isso quer dizer que a cada cinco pessoas que já tiveram a infecção, uma vai apresentar herpes de forma recorrente. Ao beijar um portador do vírus herpes simplex, mesmo que no momento do contato a outra pessoa não apresente a infecção (pequenas bolhas nos lábios, como num buquê), é possível contrair o vírus. Embora não seja grave, é uma infecção recidivante, dolorosa e que pode acometer outras regiões do corpo.A transmissão do vírus da hepatite A também pode acontecer por meio do contatode pessoa a pessoa. A doença pode não se manifestar em algumas pessoas,no entanto, naquelas que nunca tiveram contato prévio com esse vírus podeser grave. Apesar disso, tanto a infecção resolvida pelo próprio organismo quantoa vacinação conferem imunidade permanente contra o vírus. O citomegalovírus é uma outra virose muito comum entre a população jovem. Esse vírus raramente causa problemas mais sérios em pessoas saudáveis, mas, em indivíduos com o sistema imunológico comprometido - os imunodeprimidos, têm potencial para acometer o sistema nervoso central e o trato digestivo, além de causar hepatite, pneumonia e inflamação da retina, com risco de cegueira. ( Editoria de Saúde
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Mulher morre em apartamento com mais de 4t de lixo e 40 animais em Santos (SP)
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Uma mulher de 53 anos foi encontrada morta no final da tarde de segunda-feira (9) em seu apartamento, na rua Liberdade, no bairro de Aparecida, em Santos (litoral de São Paulo). De acordo com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, no local foram encontrados 40 animais de estimação vivos de e mais de 4 toneladas de lixo e entulho. Nesta terça, equipes da prefeitura limparam o imóvel.
De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
Animais
Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



Fonte: Marina Novaes ( Folha on-line)
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Mulher morre em apartamento com mais de 4t de lixo e 40 animais em Santos (SP)
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Uma mulher de 53 anos foi encontrada morta no final da tarde de segunda-feira (9) em seu apartamento, na rua Liberdade, no bairro de Aparecida, em Santos (litoral de São Paulo). De acordo com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, no local foram encontrados 40 animais de estimação vivos de e mais de 4 toneladas de lixo e entulho. Nesta terça, equipes da prefeitura limparam o imóvel.
De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
Animais
Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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Uma mulher de 53 anos foi encontrada morta no final da tarde de segunda-feira (9) em seu apartamento, na rua Liberdade, no bairro de Aparecida, em Santos (litoral de São Paulo). De acordo com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, no local foram encontrados 40 animais de estimação vivos de e mais de 4 toneladas de lixo e entulho. Nesta terça, equipes da prefeitura limparam o imóvel.
De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
Animais
Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
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Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
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De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
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Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
Animais
Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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Mulher morre em apartamento com mais de 4t de lixo e 40 animais em Santos (SP)
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Uma mulher de 53 anos foi encontrada morta no final da tarde de segunda-feira (9) em seu apartamento, na rua Liberdade, no bairro de Aparecida, em Santos (litoral de São Paulo). De acordo com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, no local foram encontrados 40 animais de estimação vivos de e mais de 4 toneladas de lixo e entulho. Nesta terça, equipes da prefeitura limparam o imóvel.
De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
Animais
Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



Fonte: Marina Novaes ( Folha on-line)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:45  comentar


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Uma mulher de 53 anos foi encontrada morta no final da tarde de segunda-feira (9) em seu apartamento, na rua Liberdade, no bairro de Aparecida, em Santos (litoral de São Paulo). De acordo com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, no local foram encontrados 40 animais de estimação vivos de e mais de 4 toneladas de lixo e entulho. Nesta terça, equipes da prefeitura limparam o imóvel.
De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
Animais
Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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Uma mulher de 53 anos foi encontrada morta no final da tarde de segunda-feira (9) em seu apartamento, na rua Liberdade, no bairro de Aparecida, em Santos (litoral de São Paulo). De acordo com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, no local foram encontrados 40 animais de estimação vivos de e mais de 4 toneladas de lixo e entulho. Nesta terça, equipes da prefeitura limparam o imóvel.
De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
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Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



Fonte: Marina Novaes ( Folha on-line)
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De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
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Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
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Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
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Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
De acordo com a Secretaria de Saúde, vizinhos disseram que Ana Maria morava sozinha há alguns anos e que, aparentemente, apresentava problemas mentais. O caso foi registrado no 3º DP de Santos.



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De acordo com a Polícia Militar, o órgão foi acionado por volta das 17h de segunda por moradores da região devido ao forte cheiro. As causas da morte de Ana Maria Abraços ainda são desconhecidas, mas, segundo a Secretaria de Saúde, na mesma tarde, ela já havia sido levada a um hospital por uma vizinha, pois estava passando mal --mas voltou para casa logo em seguida.
A prefeitura não soube informar quantos cômodos o apartamento, que fica em um prédio de dois andares, possui. Segundo assessoria do Meio Ambiente, até o final da tarde de hoje, o órgão já havia retirado 4 toneladas de lixo do local, mas o número pode ser maior. Até as 17h, três caminhões de lixo haviam sido retirados do apartamento, e a expectativa era de que o entulho restante fosse suficiente para encher outros dois caminhões.
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Segundo a prefeitura, até a tarde de ontem, agentes da Sevicoz (Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses) haviam retirado do apartamento 29 gatos, sete coelhos e quatro cachorros. Devido à grande quantidade de lixo encontrado no local, a Sevicoz já desinfetou o apartamento-- onde foram encontradas centenas de baratas e inúmeros ninhos.
Como existem muitas lojas de comércio na região --e as baratas podem invadir as localidades vizinhas--, equipes da Sevicoz devem realizar uma nova desinfestação no apartamento após a retirada total dos entulhos, o que vem sendo feito desde ontem e ainda não tem previsão para acabar.
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