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10.2.09
Suspeito disse que cobriu rosto do filho com sacos antes de queimá-los.Ele negou que as crianças tenham sido assassinadas por sufocamento.
Terminou às 14h20 a reconstituição de uma das versões do assassinato dos irmãos esquartejados em Ribeirão Pires, no ABC. O trabalho iniciado às 9h encenou o crime a partir do depoimento do pai das crianças que, junto com a madrasta delas, foi indiciado pelo crime.

A versão da madrasta será encenada nesta tarde, sem a presença da suspeita. Uma policial vai substituir a presença dela na encenação.

Relato do pai
Durante a reconstituição desta manhã, o pai das crianças disse que elas não foram sufocadas - versão divulgada anteriormente pela polícia.
Segundo o perito criminal Nelson Gonçalves, diretor da Polícia Científica de Santo André,que participou da reconstituição, o pai das crianças afirmou que estrangulou o menino mais novo e a madrasta esfaqueou a barriga do mais velho.
De acordo com o perito, o pai disse que colocou os sacos na cabeça dos filhos antes de queimar os corpos, pois não queria ver o rosto deles. A polícia achava que as crianças tinham sido sufocadas, porque havia vestígios dos sacos nas cabeças delas.

Fossa
Nesta manhã, os peritos localizaram vísceras das crianças na fossa que fica atrás da casa. Um forte odor de material podre fez com que a polícia chegasse ao local. O perito acredita que as vísceras foram jogadas no vaso sanitário, pois não há sinais de que a tampa da fossa tenha sido removida. Segundo ele, o pai das crianças não relatou em depoimento ter jogado as vísceras das crianças na rede de esgoto e surpreendeu com a descoberta. De acordo com Gonçalves, o suspeito relatou o crime com detalhes e disse que os assassinatos ocorreram simultaneamente. A polícia afirma que, o afirmou em depoimento que a madrasta matou o menino mais velho no quarto e ele estrangulou o mais novo na sala. Ao longo da reconstituição, o preso não chorou. Apenas a irmã dele ficou bastante emocionada.

A perícia ainda não concluiu a causa da morte das crianças. A única certeza é que, depois de mortas, elas foram queimadas e, em seguida, esquartejadas. Segundo Gonçalves, isso será feito com base na reconstituição e nos exames das partes dos corpos encontradas. "Vamos fazer um laudo policial conclusivo e irrefutável na esfera judicial."


FONTE:G1
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Suspeito disse que cobriu rosto do filho com sacos antes de queimá-los.Ele negou que as crianças tenham sido assassinadas por sufocamento.
Terminou às 14h20 a reconstituição de uma das versões do assassinato dos irmãos esquartejados em Ribeirão Pires, no ABC. O trabalho iniciado às 9h encenou o crime a partir do depoimento do pai das crianças que, junto com a madrasta delas, foi indiciado pelo crime.

A versão da madrasta será encenada nesta tarde, sem a presença da suspeita. Uma policial vai substituir a presença dela na encenação.

Relato do pai
Durante a reconstituição desta manhã, o pai das crianças disse que elas não foram sufocadas - versão divulgada anteriormente pela polícia.
Segundo o perito criminal Nelson Gonçalves, diretor da Polícia Científica de Santo André,que participou da reconstituição, o pai das crianças afirmou que estrangulou o menino mais novo e a madrasta esfaqueou a barriga do mais velho.
De acordo com o perito, o pai disse que colocou os sacos na cabeça dos filhos antes de queimar os corpos, pois não queria ver o rosto deles. A polícia achava que as crianças tinham sido sufocadas, porque havia vestígios dos sacos nas cabeças delas.

Fossa
Nesta manhã, os peritos localizaram vísceras das crianças na fossa que fica atrás da casa. Um forte odor de material podre fez com que a polícia chegasse ao local. O perito acredita que as vísceras foram jogadas no vaso sanitário, pois não há sinais de que a tampa da fossa tenha sido removida. Segundo ele, o pai das crianças não relatou em depoimento ter jogado as vísceras das crianças na rede de esgoto e surpreendeu com a descoberta. De acordo com Gonçalves, o suspeito relatou o crime com detalhes e disse que os assassinatos ocorreram simultaneamente. A polícia afirma que, o afirmou em depoimento que a madrasta matou o menino mais velho no quarto e ele estrangulou o mais novo na sala. Ao longo da reconstituição, o preso não chorou. Apenas a irmã dele ficou bastante emocionada.

A perícia ainda não concluiu a causa da morte das crianças. A única certeza é que, depois de mortas, elas foram queimadas e, em seguida, esquartejadas. Segundo Gonçalves, isso será feito com base na reconstituição e nos exames das partes dos corpos encontradas. "Vamos fazer um laudo policial conclusivo e irrefutável na esfera judicial."


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Suspeito disse que cobriu rosto do filho com sacos antes de queimá-los.Ele negou que as crianças tenham sido assassinadas por sufocamento.
Terminou às 14h20 a reconstituição de uma das versões do assassinato dos irmãos esquartejados em Ribeirão Pires, no ABC. O trabalho iniciado às 9h encenou o crime a partir do depoimento do pai das crianças que, junto com a madrasta delas, foi indiciado pelo crime.

A versão da madrasta será encenada nesta tarde, sem a presença da suspeita. Uma policial vai substituir a presença dela na encenação.

Relato do pai
Durante a reconstituição desta manhã, o pai das crianças disse que elas não foram sufocadas - versão divulgada anteriormente pela polícia.
Segundo o perito criminal Nelson Gonçalves, diretor da Polícia Científica de Santo André,que participou da reconstituição, o pai das crianças afirmou que estrangulou o menino mais novo e a madrasta esfaqueou a barriga do mais velho.
De acordo com o perito, o pai disse que colocou os sacos na cabeça dos filhos antes de queimar os corpos, pois não queria ver o rosto deles. A polícia achava que as crianças tinham sido sufocadas, porque havia vestígios dos sacos nas cabeças delas.

Fossa
Nesta manhã, os peritos localizaram vísceras das crianças na fossa que fica atrás da casa. Um forte odor de material podre fez com que a polícia chegasse ao local. O perito acredita que as vísceras foram jogadas no vaso sanitário, pois não há sinais de que a tampa da fossa tenha sido removida. Segundo ele, o pai das crianças não relatou em depoimento ter jogado as vísceras das crianças na rede de esgoto e surpreendeu com a descoberta. De acordo com Gonçalves, o suspeito relatou o crime com detalhes e disse que os assassinatos ocorreram simultaneamente. A polícia afirma que, o afirmou em depoimento que a madrasta matou o menino mais velho no quarto e ele estrangulou o mais novo na sala. Ao longo da reconstituição, o preso não chorou. Apenas a irmã dele ficou bastante emocionada.

A perícia ainda não concluiu a causa da morte das crianças. A única certeza é que, depois de mortas, elas foram queimadas e, em seguida, esquartejadas. Segundo Gonçalves, isso será feito com base na reconstituição e nos exames das partes dos corpos encontradas. "Vamos fazer um laudo policial conclusivo e irrefutável na esfera judicial."


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Suspeito disse que cobriu rosto do filho com sacos antes de queimá-los.Ele negou que as crianças tenham sido assassinadas por sufocamento.
Terminou às 14h20 a reconstituição de uma das versões do assassinato dos irmãos esquartejados em Ribeirão Pires, no ABC. O trabalho iniciado às 9h encenou o crime a partir do depoimento do pai das crianças que, junto com a madrasta delas, foi indiciado pelo crime.

A versão da madrasta será encenada nesta tarde, sem a presença da suspeita. Uma policial vai substituir a presença dela na encenação.

Relato do pai
Durante a reconstituição desta manhã, o pai das crianças disse que elas não foram sufocadas - versão divulgada anteriormente pela polícia.
Segundo o perito criminal Nelson Gonçalves, diretor da Polícia Científica de Santo André,que participou da reconstituição, o pai das crianças afirmou que estrangulou o menino mais novo e a madrasta esfaqueou a barriga do mais velho.
De acordo com o perito, o pai disse que colocou os sacos na cabeça dos filhos antes de queimar os corpos, pois não queria ver o rosto deles. A polícia achava que as crianças tinham sido sufocadas, porque havia vestígios dos sacos nas cabeças delas.

Fossa
Nesta manhã, os peritos localizaram vísceras das crianças na fossa que fica atrás da casa. Um forte odor de material podre fez com que a polícia chegasse ao local. O perito acredita que as vísceras foram jogadas no vaso sanitário, pois não há sinais de que a tampa da fossa tenha sido removida. Segundo ele, o pai das crianças não relatou em depoimento ter jogado as vísceras das crianças na rede de esgoto e surpreendeu com a descoberta. De acordo com Gonçalves, o suspeito relatou o crime com detalhes e disse que os assassinatos ocorreram simultaneamente. A polícia afirma que, o afirmou em depoimento que a madrasta matou o menino mais velho no quarto e ele estrangulou o mais novo na sala. Ao longo da reconstituição, o preso não chorou. Apenas a irmã dele ficou bastante emocionada.

A perícia ainda não concluiu a causa da morte das crianças. A única certeza é que, depois de mortas, elas foram queimadas e, em seguida, esquartejadas. Segundo Gonçalves, isso será feito com base na reconstituição e nos exames das partes dos corpos encontradas. "Vamos fazer um laudo policial conclusivo e irrefutável na esfera judicial."


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Suspeito disse que cobriu rosto do filho com sacos antes de queimá-los.Ele negou que as crianças tenham sido assassinadas por sufocamento.
Terminou às 14h20 a reconstituição de uma das versões do assassinato dos irmãos esquartejados em Ribeirão Pires, no ABC. O trabalho iniciado às 9h encenou o crime a partir do depoimento do pai das crianças que, junto com a madrasta delas, foi indiciado pelo crime.

A versão da madrasta será encenada nesta tarde, sem a presença da suspeita. Uma policial vai substituir a presença dela na encenação.

Relato do pai
Durante a reconstituição desta manhã, o pai das crianças disse que elas não foram sufocadas - versão divulgada anteriormente pela polícia.
Segundo o perito criminal Nelson Gonçalves, diretor da Polícia Científica de Santo André,que participou da reconstituição, o pai das crianças afirmou que estrangulou o menino mais novo e a madrasta esfaqueou a barriga do mais velho.
De acordo com o perito, o pai disse que colocou os sacos na cabeça dos filhos antes de queimar os corpos, pois não queria ver o rosto deles. A polícia achava que as crianças tinham sido sufocadas, porque havia vestígios dos sacos nas cabeças delas.

Fossa
Nesta manhã, os peritos localizaram vísceras das crianças na fossa que fica atrás da casa. Um forte odor de material podre fez com que a polícia chegasse ao local. O perito acredita que as vísceras foram jogadas no vaso sanitário, pois não há sinais de que a tampa da fossa tenha sido removida. Segundo ele, o pai das crianças não relatou em depoimento ter jogado as vísceras das crianças na rede de esgoto e surpreendeu com a descoberta. De acordo com Gonçalves, o suspeito relatou o crime com detalhes e disse que os assassinatos ocorreram simultaneamente. A polícia afirma que, o afirmou em depoimento que a madrasta matou o menino mais velho no quarto e ele estrangulou o mais novo na sala. Ao longo da reconstituição, o preso não chorou. Apenas a irmã dele ficou bastante emocionada.

A perícia ainda não concluiu a causa da morte das crianças. A única certeza é que, depois de mortas, elas foram queimadas e, em seguida, esquartejadas. Segundo Gonçalves, isso será feito com base na reconstituição e nos exames das partes dos corpos encontradas. "Vamos fazer um laudo policial conclusivo e irrefutável na esfera judicial."


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BRASÍLIA - Não foi por excentricidade que o deputado Edmar Moreira decidiu construir um castelo em estilo medieval em São João Nepomuceno, na Zona da Mata de Minas, a cerca de 250 quilômetros a sudeste de Belo Horizonte. De acordo com informações de políticos que o conhecem bem, o castelo foi construído para ser transformado num bem montado cassino assim que o jogo fosse legalizado no Brasil.

As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

ABSURDAMENTE INACREDITÁVEL!!!!!!!!!

fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,castelo-de-edmar-moreira-seria-um-cassino,320963,0.htm

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BRASÍLIA - Não foi por excentricidade que o deputado Edmar Moreira decidiu construir um castelo em estilo medieval em São João Nepomuceno, na Zona da Mata de Minas, a cerca de 250 quilômetros a sudeste de Belo Horizonte. De acordo com informações de políticos que o conhecem bem, o castelo foi construído para ser transformado num bem montado cassino assim que o jogo fosse legalizado no Brasil.

As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

ABSURDAMENTE INACREDITÁVEL!!!!!!!!!

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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BRASÍLIA - Não foi por excentricidade que o deputado Edmar Moreira decidiu construir um castelo em estilo medieval em São João Nepomuceno, na Zona da Mata de Minas, a cerca de 250 quilômetros a sudeste de Belo Horizonte. De acordo com informações de políticos que o conhecem bem, o castelo foi construído para ser transformado num bem montado cassino assim que o jogo fosse legalizado no Brasil.

As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

ABSURDAMENTE INACREDITÁVEL!!!!!!!!!

fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,castelo-de-edmar-moreira-seria-um-cassino,320963,0.htm

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BRASÍLIA - Não foi por excentricidade que o deputado Edmar Moreira decidiu construir um castelo em estilo medieval em São João Nepomuceno, na Zona da Mata de Minas, a cerca de 250 quilômetros a sudeste de Belo Horizonte. De acordo com informações de políticos que o conhecem bem, o castelo foi construído para ser transformado num bem montado cassino assim que o jogo fosse legalizado no Brasil.

As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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As obras do castelo tiveram início no final dos anos 80 e avançaram pelo início dos 90, justamente quando havia no governo e no Congresso intenso debate sobre a legalização dos jogos no País. Edmar, um capitão aposentado da PM de Minas Gerais, rico, dono de empresas na área de segurança e transporte de valores, percebeu a oportunidade de ganhar muito dinheiro no futuro. Entrou para a política por intermédio do amigo Itamar Franco, que na época estava no PRN de Fernando Collor, pelo qual seria eleito vice-presidente na eleição de 1989 que levou Collor ao poder.

Edmar candidatou-se em 1990 a deputado federal. Eleito, integrou a pequena bancada "collorida", que teve como líder o então deputado Renan Calheiros (PRN-AL), hoje senador, que há um ano e meio teve de renunciar à presidência do Senado por suspeita de ter usado dinheiro de uma empreiteira para pagar a pensão de uma filha fora do casamento.

Como a legalização do jogo nunca foi aprovada, Edmar Moreira ficou com um mico na mão. Afinal, não são muitas as pessoas que têm dinheiro para comprar um castelo. E aquelas que têm os valores necessários nem sempre querem um castelo medieval no Brasil, localizado justamente no interior de Minas. Mesmo assim ele pôs o castelo à venda, agora com o nome de Castelo Mona Lisa.

A construção é gigante. Seu conjunto arquitetônico foi inspirado em castelos europeus, com área de 192 hectares, nas quais se destacam lagos, reservas e parques. É composto de 12 torres, sendo a principal com oito andares. Do lado de dentro há 36 suítes com hidromassagens. Tem também salões de festas, ginástica, jogos, eventos diversos, reuniões, piscinas, saunas, lagos para prática de pescaria, estrutura para campos de golfe, jardins e áreas de relaxamento. Enfim, tudo para abrigar pessoas que quisessem ficar dias num cassino gastando o dinheiro. Só que o cassino nunca pôde ser aberto.

O Mona Lisa foi construído na Fazenda Luzitana, no distrito de Carlos Alves, que fica a 18 quilômetros de São João Nepomuceno. Quando edificou o castelo, Edmar Moreira logo quis mudar o nome do povoado de Carlos Alves para Santa Bárbara, a santa de sua devoção. No passado, o lugar tivera o nome da santa. Mas prefeitos adversários o trocaram para Carlos Alves só para espicaçar o deputado.

Nos últimos tempos, a família de Edmar Moreira voltou a ter poderes em São João Nepomuceno. A atual prefeita é Edmea Moreira, irmã dele, reeleita em novembro. Ela foi eleita pelo PSDB, numa chapa pouco comum, que teve como candidato a vice o petista José Maria Sampaio. Um grande cassino.

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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


fonte: O DIA ONLINE
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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


fonte: O DIA ONLINE
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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Porto Alegre - O secretário estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, anunciou nesta segunda-feira a quarta morte por febre amarela no Estado desde novembro do ano passado. No total, foram registrados cinco casos confirmados, três casos suspeitos, entre os quais dois com óbito, e três casos descartados, um deles com óbito.
Terra disse que 88% da população das áreas consideradas de risco para a doença está vacinada, considerando que 23 municípios (de um total de 134) foram incluídos na última semana de janeiro. A população imunizada chega a 1.750.072 pessoas. Segundo o secretário, a volta da febre amarela ao Estado, pesquisada pelo Ministério da Saúde, está supostamente associada à mudança climática.
DengueOsmar Terra anunciou a diminuição da área de risco para a dengue. Dos 61 municípios considerados ao final da epidemia de 2007, hoje são 58. Porto Alegre reduziu o número de residências infectadas para 1% (o percentual era de 4%).
Terra anunciou o repasse, este mês, de R$ 900 mil para reserva de leitos para serem usados em caso de uma eventual epidemia da doença nos municípios de Campo Bom, Capão da Canoa, Erechim, Esteio, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Passo Fundo e Três Passos.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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Não é que eu não goste de cachorros. Até gosto. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas.
Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão, enquanto digito, ou que o vizinho adolescente atraque-se à minha coxa, toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes – domesticados, de acordo com seus defensores – o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?
Acreditem, não é fácil, hoje em dia, ter qualquer reserva quanto aos cães. Nós, os que não ficamos contentes com o inesperado corpo-a-corpo com um animal desconhecido pelas esquinas da cidade, chegamos a ser até mal-vistos, socialmente. Crêem-nos seres desalmados, só por tentarmos nos desvencilhar do mamífero atracado a nossos sapatos, com discretos chacoalhões de perna, delicados safanões com o jornal. O tipo da pessoa que, se houver um crime no prédio, vai ser o primeiro suspeito. “Um cara estranho”, dirão.
Acho que cachorro, assim como sushi e religião, é um negócio com o qual a gente se acostuma desde pequeno, ou nunca mais. Lá em casa, íamos bastante à Liberdade, tínhamos uma vaga noção sobre Deus, mas nenhum relacionamento com bichos de estimação – peixes dourados e pintinhos, recebidos como brinde em feiras e festas infantis, não contam.
Consegui conviver razoavelmente bem com esse, digamos, desvio, até que fui conhecer minha sogra, semana passada. “Ela é muito tranqüila”, avisou-me minha namorada, querendo acalmar-me, a caminho do almoço. “Fica ali na Granja Viana, com seus 17 cachorros, sossegada. A única coisa que ela não tolera é gente que não curte bicho. Ela acha que não é bom caráter”. Fiquei petrificado: aquela gente era eu.
Esforcei-me, nas duas horas que duraram o almoço, para disfarçar minhas reservas. Cheguei a ficar com dois cachorros no colo, durante algum tempo – fazendo carinho - e fui até capaz de discorrer sobre as virtudes e vícios do governo Lula enquanto um deles envernizava meu cotovelo com várias demãos de saliva.
Estava já no carro, crente que havia vencido a barreira da caninofobia e conquistado minha simpática sogra, quando ela se apóia na janela e me diz, sem rodeios: “você não gosta de cachorro, né?”. Quis explicar-lhe minha teoria sobre a civilidade inter-espécies, pensei em exemplificá-la dizendo como seria estranho se eu lambesse seu cotovelo, mas achei melhor resignar-me num sincero “não muito”.
Despedimo-nos melancolicamente. No caminho de volta, minha namorada tentou me consolar, dizendo que não tinha problema. O pior que poderia acontecer era, na próxima visita, sairmos de lá com um filhotinho de Dog Alemão. Ela falava sério. Eu devia ter dito que era alérgico. Agora, só me resta comprar uma cumbuca e um ossinho e aguardar a chegada dessa peluda prova de amor.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:46  comentar

RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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RIO - A mídia deu ouvidos, mas a academia torce o nariz e até ridiculariza. A teoria do russo Igor Panarin, que teve destaque no "Wall Street Journal" e na rede CNN, prevendo a divisão dos EUA em seis partes em meados do próximo ano, é vista com grande ceticismo por especialistas dos EUA e do Brasil.
É bem improvável de acontecer, é claro: os planetas podem colidir, os dinossauros podem retornar e os Estados Unidos podem se dividir em seis diferentes blocos no futuro. Apesar de momentos difíceis estarem por vir, esse parece um resultado bem improvável - disse ao site do GLOBO Thad Dunning, professor do departamento de ciências políticas da universidade de Yale.
Embora não conheça a teoria de Igor Panarin, a professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Cristina Pecequilo disse que a idéia parece um exagero.
- Uma das grandes virtudes dos Estados Unidos foi justamente a manutenção da integridade territorial e mesmo da sua zona de influência - disse a professora.
Ela diz também que 2010 é uma data muito próxima, mas reconhece que o país enfrenta, sim, divisões.
- Existe uma América vermelha e uma azul, que apareceram nas eleições. A Azul é mais progressista, abriga imigrantes e negros e votou em Obama. A vermelha seria mais retrógrada, branca e religiosa. Mas falar em divisão seria um pouco de exagero.
Para Cristian Lobauer, cientista político do Grupo de Conjuntura Internacional da USP, se há um país que poderia ter uma divisão como a que Panarin aponta, essa nação é a Rússia:
- Que coisa mais ridícula! Essa teoria é maluca. Se há um país em que uma divisão dessas poderia acontecer é a Rússia, que desde o século XVIII tem uma formação artificial. A URSS foi uma formação bruta e, depois da queda de 1991, o país que sobrou ficou mais fragmentado ainda. Há vários territorios muculmanos, populações de etnias que revindicam secessão, uma população absolutamente diferente do povo russo no extremo oriente, entre outras coisas. Os Estados Unidos tem as instituições mais fortes do mundo. Podem falar o que quiserem do país, mas lá as instituições imperam, enquanto na Rússia as personalidades prevalecem. Por isso que se perpetuam líderes pragmáticos e populistas. Putin nada mais é que um czar pós-moderno.


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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

JUSTIÇA?????


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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

JUSTIÇA?????


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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

JUSTIÇA?????


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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

8 de setembro de 2008 - Procurador pede a revogação da liberdade provisória concedida a Gil Rugai.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

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Acusado de matar o pai e a madrasta, ele foi preso em setembro de 2008 após mudar de cidade sem avisar a Justiça

SÃO PAULO - Gil Rugai conseguiu mais um habeas corpus e deve deixar a prisão. A decisão foi confirmada à defesa de Rugai na segunda-feira, 9, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele foi preso em setembro de 2008, depois de mudar de cidade sem avisar à Justiça. Em 2006, Gil Rugai conseguiu um habeas-corpus concedido pelo STF, depois de ficar dois anos preso. No dia 11 de setembro, o TJ de São Paulo negou um pedido de habeas corpus a Rugai.

Cronologia

29 de março de 2004 - Um dia após o empresário Luiz Carlos Rugai e a mulher, Alessandra Fátima Troitiño, serem encontrados mortos na casa da Rua Atibaia, em Perdizes, onde moravam e tinham uma produtora de vídeo, o vigia da rua diz ter visto Gil Rugai, filho de Luiz Carlos, saindo da casa na noite do crime, na companhia de outra pessoa.

30 de março de 2004 - A polícia descobre que a produtora sofreu desfalque de R$ 100 mil um mês antes do crime. Gil trabalhava na contabilidade.

4 de abril de 2004 - Perícia encontra cartucho disparado pela mesma arma usada nos assassinatos no quarto do estudante na casa do pai. No dia seguinte, é confirmado o desfalque de R$ 100 mil dado por Gil.

6 de abril de 2004 - O estudante se entrega e nega o crime. No dia 29, a Justiça acolhe denúncia do Ministério Público contra Gil.

21 de maio de 2004 - Laudo constata que a pegada do estudante é compatível com a encontrada em uma porta arrombada na casa do pai.
25 de junho de 2005 - Pistola semi-automática calibre 380 é encontrada na tubulação do prédio onde Gil mantinha sua produtora.

6 de julho de 2005 - Perícia conclui que a pistola é a mesma usada para matar Luiz Carlos e Alessandra.

9 de agosto de 2005 - Rugai tem liminar negada em dois habeas-corpus pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram negados o trancamento da ação penal a que o estudante responde na Justiça e a revogação de sua prisão preventiva.

15 de setembro de 2005 - Juiz Cassiano Ricardo Zorzi Rocha, do 5º Tribunal do Júri, anuncia que Gil Rugai vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

18 de abril de 2006 - Após dois anos e 13 dias preso, o estudante Gil Rugai, de 22 anos, obtém habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal para aguardar seu julgamento em liberdade.

19 de abril de 2006 - Gil Rugai sai do Centro de Detenção Provisória (CDP) e aguarda o julgamento em liberdade provisória.

9 de maio de 2006 - A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça nega recurso da defesa de Gil Rugai e decide que ele vai a júri popular. No entanto, a data do julgamento não é definida.

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MANAUS - A Polícia Civil do Amazonas indiciou quatro índios da etnia Kulina por assassinar, esquartejar e ainda comer parte das vísceras do fazendeiro Océlio Alves de Carvalho, de 21 anos, em um ritual de canibalismo no município de Envira, a 1.215 quilômetros de Manaus, no Amazonas. O crime aconteceu na semana passada. Conhecidos como Gracinho, Messias, Tucumã e Macaquinho, eles continuam foragidos. A notícia foi destaque no portal da CNN .
Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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MANAUS - A Polícia Civil do Amazonas indiciou quatro índios da etnia Kulina por assassinar, esquartejar e ainda comer parte das vísceras do fazendeiro Océlio Alves de Carvalho, de 21 anos, em um ritual de canibalismo no município de Envira, a 1.215 quilômetros de Manaus, no Amazonas. O crime aconteceu na semana passada. Conhecidos como Gracinho, Messias, Tucumã e Macaquinho, eles continuam foragidos. A notícia foi destaque no portal da CNN .
Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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MANAUS - A Polícia Civil do Amazonas indiciou quatro índios da etnia Kulina por assassinar, esquartejar e ainda comer parte das vísceras do fazendeiro Océlio Alves de Carvalho, de 21 anos, em um ritual de canibalismo no município de Envira, a 1.215 quilômetros de Manaus, no Amazonas. O crime aconteceu na semana passada. Conhecidos como Gracinho, Messias, Tucumã e Macaquinho, eles continuam foragidos. A notícia foi destaque no portal da CNN .
Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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MANAUS - A Polícia Civil do Amazonas indiciou quatro índios da etnia Kulina por assassinar, esquartejar e ainda comer parte das vísceras do fazendeiro Océlio Alves de Carvalho, de 21 anos, em um ritual de canibalismo no município de Envira, a 1.215 quilômetros de Manaus, no Amazonas. O crime aconteceu na semana passada. Conhecidos como Gracinho, Messias, Tucumã e Macaquinho, eles continuam foragidos. A notícia foi destaque no portal da CNN .
Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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MANAUS - A Polícia Civil do Amazonas indiciou quatro índios da etnia Kulina por assassinar, esquartejar e ainda comer parte das vísceras do fazendeiro Océlio Alves de Carvalho, de 21 anos, em um ritual de canibalismo no município de Envira, a 1.215 quilômetros de Manaus, no Amazonas. O crime aconteceu na semana passada. Conhecidos como Gracinho, Messias, Tucumã e Macaquinho, eles continuam foragidos. A notícia foi destaque no portal da CNN .
Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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MANAUS - A Polícia Civil do Amazonas indiciou quatro índios da etnia Kulina por assassinar, esquartejar e ainda comer parte das vísceras do fazendeiro Océlio Alves de Carvalho, de 21 anos, em um ritual de canibalismo no município de Envira, a 1.215 quilômetros de Manaus, no Amazonas. O crime aconteceu na semana passada. Conhecidos como Gracinho, Messias, Tucumã e Macaquinho, eles continuam foragidos. A notícia foi destaque no portal da CNN .
Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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Os índios teriam fugido para a mata. De acordo com o secretário municipal de Comunicação, Luís Moura, nenhuma ação para prender os suspeitos foi realizada. Segundo o secretário, a legislação que protege os indígenas não permite que a Polícia Militar ou a Polícia Civil entrem na tribo para fazer as investigações.
A notícia do crime teria sido espalhada pelos próprios índios, que passaram a comentar com os moradores da aldeia, onde moram cerca de 190 famílias kulina.
Índios tinham boa relação com fazendeiro, diz delegado
Segundo o delegado do município, Maronilton da Silva Clementino, os índios tinham boa relação com o fazendeiro.
- Eles se conheciam e as vezes ajudavam uns aos outros. Os índios o convidaram para ir até a reserva há três dias e ele numca mais foi visto - disse Clementino, em entrevista à CNN.
O prefeito de Envira, Rômulo Matos, disse que este é mais um caso relacionado ao alto índice de alcoolismo dentro da comunidade indígena. Clementino também cita os problemas de alcoolismo nas tribos e diz que os outros fazendeiros estão com medo.
- A família está irritada com as leis, que protegem os índios, mas não os protege. Eles (os índios) começaram a beber e os fazendeiros daqui está com medo e se perguntando quem seria o próximo - disse o delegado.
A reportagem da CNN cita ainda dados da Funai que diz que aproximadamente 2.500 índios kulina vivem na região. Ela lembra ainda que a tribo Kulina é classificada como "isolada", mas alguns índios têm contato com a população não-indígena.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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MANAUS, RIO E BRASÍLIA - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa), de Brasília, investiga se o acidente com o avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotáxi, que matou 24 das 28 pessoas a bordo, foi provocado por excesso de peso. Um documento importante, preenchido pelos pilotos, está desaparecido. Ele teria as informações sobre o peso da carga que o avião levava. A informação foi confirmada pela Manaus Aerotáxi. No Bandeirante cabem 19 pessoas, mas havia 28. Um documento divulgado pela empresa dona do avião mostra uma lista com os nomes dos passageiros. Seria o manifesto de carga, documento onde os pilotos dão informações sobre o voo, incluindo o cálculo de peso. Mas os espaços estão vazios.
A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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A empresa afirma que o documento não foi feito pelo piloto do avião que caiu. Foi usado pela empresa apenas para divulgar a relação dos nomes, mas não sabe dizer onde está a cópia do documento original feito pelo piloto do Bandeirante antes de sair de Coari.
Técnicos do Cenipa começaram nesta segunda a analisar provas recolhidas no local da queda. A principal é a caixa-preta do avião, que registra a comunicação dos pilotos entre si e com a torre de controle aéreo de Manaus. Segundo a Aeronáutica, o equipamento foi encontrado em boas condições e deve ser determinante para revelar as causas do acidente, o maior no país desde a explosão do avião da TAM em Congonhas, em 2007. Mas os peritos ainda não conseguiram um programa de computador capaz de decodificar o som.


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SÃO PAULO - A ambulante Débora Silva dos Santos, de 22 anos, foi morta a tiros na frente da filha de 7 anos, neste domingo, na Praia Grande, no litoral paulista. O companheiro dela, José Maria Alves, de 28 anos, que trabalha em um quiosque da praia, é apontado como autor do crime e está foragido. A mulher foi morta em casa, na Vila Caiçara, por volta das 20h, dia em que a filha mais nova do casal completou 1 ano. Débora e José têm ainda um terceiro filho, de 4 anos.
O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
As agressões não teriam sido registradas na polícia. O acusado não tem passagem pela polícia.


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SÃO PAULO - A ambulante Débora Silva dos Santos, de 22 anos, foi morta a tiros na frente da filha de 7 anos, neste domingo, na Praia Grande, no litoral paulista. O companheiro dela, José Maria Alves, de 28 anos, que trabalha em um quiosque da praia, é apontado como autor do crime e está foragido. A mulher foi morta em casa, na Vila Caiçara, por volta das 20h, dia em que a filha mais nova do casal completou 1 ano. Débora e José têm ainda um terceiro filho, de 4 anos.
O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
As agressões não teriam sido registradas na polícia. O acusado não tem passagem pela polícia.


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SÃO PAULO - A ambulante Débora Silva dos Santos, de 22 anos, foi morta a tiros na frente da filha de 7 anos, neste domingo, na Praia Grande, no litoral paulista. O companheiro dela, José Maria Alves, de 28 anos, que trabalha em um quiosque da praia, é apontado como autor do crime e está foragido. A mulher foi morta em casa, na Vila Caiçara, por volta das 20h, dia em que a filha mais nova do casal completou 1 ano. Débora e José têm ainda um terceiro filho, de 4 anos.
O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
As agressões não teriam sido registradas na polícia. O acusado não tem passagem pela polícia.


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SÃO PAULO - A ambulante Débora Silva dos Santos, de 22 anos, foi morta a tiros na frente da filha de 7 anos, neste domingo, na Praia Grande, no litoral paulista. O companheiro dela, José Maria Alves, de 28 anos, que trabalha em um quiosque da praia, é apontado como autor do crime e está foragido. A mulher foi morta em casa, na Vila Caiçara, por volta das 20h, dia em que a filha mais nova do casal completou 1 ano. Débora e José têm ainda um terceiro filho, de 4 anos.
O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
As agressões não teriam sido registradas na polícia. O acusado não tem passagem pela polícia.


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SÃO PAULO - A ambulante Débora Silva dos Santos, de 22 anos, foi morta a tiros na frente da filha de 7 anos, neste domingo, na Praia Grande, no litoral paulista. O companheiro dela, José Maria Alves, de 28 anos, que trabalha em um quiosque da praia, é apontado como autor do crime e está foragido. A mulher foi morta em casa, na Vila Caiçara, por volta das 20h, dia em que a filha mais nova do casal completou 1 ano. Débora e José têm ainda um terceiro filho, de 4 anos.
O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
As agressões não teriam sido registradas na polícia. O acusado não tem passagem pela polícia.


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SÃO PAULO - A ambulante Débora Silva dos Santos, de 22 anos, foi morta a tiros na frente da filha de 7 anos, neste domingo, na Praia Grande, no litoral paulista. O companheiro dela, José Maria Alves, de 28 anos, que trabalha em um quiosque da praia, é apontado como autor do crime e está foragido. A mulher foi morta em casa, na Vila Caiçara, por volta das 20h, dia em que a filha mais nova do casal completou 1 ano. Débora e José têm ainda um terceiro filho, de 4 anos.
O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
As agressões não teriam sido registradas na polícia. O acusado não tem passagem pela polícia.


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O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
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O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
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O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
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O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
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O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
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O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
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SÃO PAULO - A ambulante Débora Silva dos Santos, de 22 anos, foi morta a tiros na frente da filha de 7 anos, neste domingo, na Praia Grande, no litoral paulista. O companheiro dela, José Maria Alves, de 28 anos, que trabalha em um quiosque da praia, é apontado como autor do crime e está foragido. A mulher foi morta em casa, na Vila Caiçara, por volta das 20h, dia em que a filha mais nova do casal completou 1 ano. Débora e José têm ainda um terceiro filho, de 4 anos.
O delegado Wagner Milhardo Alves, do 2º Distrito Policial de Praia Grande, disse que a filha mais velha do casal comentou com vizinhos que o pai atirou na mãe. Ele contou também que a vítima foi alvejada no ombro, peito e perna. Ela chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro Quietude, mas não resistiu.
- Uma testemunha viu o acusado saindo da casa depois dos disparos. Trabalhamos com a tese de crime passional, algum problema de relacionamento entre os dois. O acusado tinha ciúmes da vítima e já a tinha agredido anteriormente - afirmou o delegado.
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SÃO PAULO - A Polícia Civil vai abrir um inquérito para apurar as causas da queda de um elevador do quarto andar, no final da tarde de domingo, em São Carlos, a 227km de São Paulo. Uma equipe do Instituto de Criminalística de Araraquara esteve no local, nesta segunda-feira, para uma vistoria. O elevador descia do 7.º andar e, ao chegar no 4º, despencou. O Corpo de Bombeiros socorreu 10 pessoas. Cinco foram levadas com ferimentos leves para a Santa Casa.
Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
O laudo sobre as causas do acidente com o elevador deve ficar pronto em 30 dias.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:55  comentar

SÃO PAULO - A Polícia Civil vai abrir um inquérito para apurar as causas da queda de um elevador do quarto andar, no final da tarde de domingo, em São Carlos, a 227km de São Paulo. Uma equipe do Instituto de Criminalística de Araraquara esteve no local, nesta segunda-feira, para uma vistoria. O elevador descia do 7.º andar e, ao chegar no 4º, despencou. O Corpo de Bombeiros socorreu 10 pessoas. Cinco foram levadas com ferimentos leves para a Santa Casa.
Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
O laudo sobre as causas do acidente com o elevador deve ficar pronto em 30 dias.


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SÃO PAULO - A Polícia Civil vai abrir um inquérito para apurar as causas da queda de um elevador do quarto andar, no final da tarde de domingo, em São Carlos, a 227km de São Paulo. Uma equipe do Instituto de Criminalística de Araraquara esteve no local, nesta segunda-feira, para uma vistoria. O elevador descia do 7.º andar e, ao chegar no 4º, despencou. O Corpo de Bombeiros socorreu 10 pessoas. Cinco foram levadas com ferimentos leves para a Santa Casa.
Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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Os moradores afirmam que há seis meses estavam pagando um valor a mais na taxa de condomínio para a substituição dos elevadores, que ainda não foi feita. Segundo alguns moradores, os elevadores estavam velhos e a troca era uma solicitação antiga. Os responsáveis pela manutenção do elevador não deram declarações e o conserto só deve começar após o trabalho da perícia. A suspeita é que o excesso de peso tenha provocado a queda.
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SÃO PAULO - A polícia considera esclarecida a morte da professora de balé Edileine Terezinha Baruque, de 41 anos. Moradora de Santa Bárbara D'Oeste, ela estava desaparecida desde o dia 1º deste mês e o corpo foi encontrado no Rio Piracicaba na sexta-feira , com o rosto desfigurado. O corpo estava preso pelo pescoço a um saco com cerca de 10 quilos de areia.
Quatro pessoas foram presas, acusadas da morte. Para a polícia, o crime é passional e teria sido cometido por José Cláudio Furlan, que manteve um relacionamento amoroso com a professora.
De acordo com a polícia, Edileine Terezinha teria ido até o sítio onde Furlan mora e se desentendeu com Camila, a atual mulher dele. As duas brigaram e Furlan interveio, desferindo os golpes na cabeça da professora.
Furlan confessou ter matado Edileine após a discussão entre as duas, dentro do sítio dele. A delegada Jacira Oliveira afirmou que Furlan tentou ainda apartar a briga, mas acabou atingindo a vítima.
Quando o casal percebeu que a professora já não respirava, decidiram jogar o corpo no Rio Piracicaba. O corpo de Edileine foi encontrado após seis dias, na região de Piracicaba.
De acordo com a polícia, a professora tinha parte dos cabelos cortados. A bolsa dela, com cartões e documentos, foi achada dentro do saco de areia.
A polícia também prendeu o dono de um desmanche de veículos onde foi encontrada parte do carro da professora. A polícia ainda não revelou quem é o quarto detido. Três dos presos já tinham passagem pela polícia.

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SÃO PAULO - A polícia considera esclarecida a morte da professora de balé Edileine Terezinha Baruque, de 41 anos. Moradora de Santa Bárbara D'Oeste, ela estava desaparecida desde o dia 1º deste mês e o corpo foi encontrado no Rio Piracicaba na sexta-feira , com o rosto desfigurado. O corpo estava preso pelo pescoço a um saco com cerca de 10 quilos de areia.
Quatro pessoas foram presas, acusadas da morte. Para a polícia, o crime é passional e teria sido cometido por José Cláudio Furlan, que manteve um relacionamento amoroso com a professora.
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Quatro pessoas foram presas, acusadas da morte. Para a polícia, o crime é passional e teria sido cometido por José Cláudio Furlan, que manteve um relacionamento amoroso com a professora.
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Quatro pessoas foram presas, acusadas da morte. Para a polícia, o crime é passional e teria sido cometido por José Cláudio Furlan, que manteve um relacionamento amoroso com a professora.
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Furlan confessou ter matado Edileine após a discussão entre as duas, dentro do sítio dele. A delegada Jacira Oliveira afirmou que Furlan tentou ainda apartar a briga, mas acabou atingindo a vítima.
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Quatro pessoas foram presas, acusadas da morte. Para a polícia, o crime é passional e teria sido cometido por José Cláudio Furlan, que manteve um relacionamento amoroso com a professora.
De acordo com a polícia, Edileine Terezinha teria ido até o sítio onde Furlan mora e se desentendeu com Camila, a atual mulher dele. As duas brigaram e Furlan interveio, desferindo os golpes na cabeça da professora.
Furlan confessou ter matado Edileine após a discussão entre as duas, dentro do sítio dele. A delegada Jacira Oliveira afirmou que Furlan tentou ainda apartar a briga, mas acabou atingindo a vítima.
Quando o casal percebeu que a professora já não respirava, decidiram jogar o corpo no Rio Piracicaba. O corpo de Edileine foi encontrado após seis dias, na região de Piracicaba.
De acordo com a polícia, a professora tinha parte dos cabelos cortados. A bolsa dela, com cartões e documentos, foi achada dentro do saco de areia.
A polícia também prendeu o dono de um desmanche de veículos onde foi encontrada parte do carro da professora. A polícia ainda não revelou quem é o quarto detido. Três dos presos já tinham passagem pela polícia.

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SÃO PAULO - Um calouro do curso de medicina veterinária foi levado para a Santa Casa de Leme, a 189 quilômetros da capital, em estado de coma alcoólico, nesta segunda-feira. Bruno Ferreira, de 21 anos, participava de um trote aplicado por veteranos da Faculdade Anhanguera. Segundo informações de estudantes que presenciaram o trote, alguns veteranos agrediram os alunos e deram um banho nos calouros com animais mortos e estrume. Os estudantes também foram obrigados a comer ração de cachorro, nadar na lama e ingerir muitas bebidas alcoólicas.
Ferreira estava desacordado e sentado em uma cadeira amarrada ao poste. Ele foi chutado, caiu no chão e bateu a cabeça. A Polícia Militar foi acionada, mas não compareceu ao local. Alguns alunos socorreram o calouro que foi levado para a Santa Casa. Ele foi medicado e permanece em observação.
A Polícia Civil informou que vai investigar os fatos e procurar os autores do trote. A diretora geral do Centro Educacional Anhanguera, Viviani Gomes, informou que repudia o que aconteceu e também vai abrir um processo administrativo para averiguar o caso e identificar os autores, que deverão ser expulsos do centro.

JÁ DEIXOU DE SER UMA BRINCADEIRA DE BOAS VINDAS E PASSOU A SER VIOLÊNCIA!!

fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/02/09/estudante-entra-em-coma-alcoolico-durante-trote-em-leme-754335539.asp
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Ferreira estava desacordado e sentado em uma cadeira amarrada ao poste. Ele foi chutado, caiu no chão e bateu a cabeça. A Polícia Militar foi acionada, mas não compareceu ao local. Alguns alunos socorreram o calouro que foi levado para a Santa Casa. Ele foi medicado e permanece em observação.
A Polícia Civil informou que vai investigar os fatos e procurar os autores do trote. A diretora geral do Centro Educacional Anhanguera, Viviani Gomes, informou que repudia o que aconteceu e também vai abrir um processo administrativo para averiguar o caso e identificar os autores, que deverão ser expulsos do centro.

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Ferreira estava desacordado e sentado em uma cadeira amarrada ao poste. Ele foi chutado, caiu no chão e bateu a cabeça. A Polícia Militar foi acionada, mas não compareceu ao local. Alguns alunos socorreram o calouro que foi levado para a Santa Casa. Ele foi medicado e permanece em observação.
A Polícia Civil informou que vai investigar os fatos e procurar os autores do trote. A diretora geral do Centro Educacional Anhanguera, Viviani Gomes, informou que repudia o que aconteceu e também vai abrir um processo administrativo para averiguar o caso e identificar os autores, que deverão ser expulsos do centro.

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Ferreira estava desacordado e sentado em uma cadeira amarrada ao poste. Ele foi chutado, caiu no chão e bateu a cabeça. A Polícia Militar foi acionada, mas não compareceu ao local. Alguns alunos socorreram o calouro que foi levado para a Santa Casa. Ele foi medicado e permanece em observação.
A Polícia Civil informou que vai investigar os fatos e procurar os autores do trote. A diretora geral do Centro Educacional Anhanguera, Viviani Gomes, informou que repudia o que aconteceu e também vai abrir um processo administrativo para averiguar o caso e identificar os autores, que deverão ser expulsos do centro.

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A Polícia Civil informou que vai investigar os fatos e procurar os autores do trote. A diretora geral do Centro Educacional Anhanguera, Viviani Gomes, informou que repudia o que aconteceu e também vai abrir um processo administrativo para averiguar o caso e identificar os autores, que deverão ser expulsos do centro.

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Ferreira estava desacordado e sentado em uma cadeira amarrada ao poste. Ele foi chutado, caiu no chão e bateu a cabeça. A Polícia Militar foi acionada, mas não compareceu ao local. Alguns alunos socorreram o calouro que foi levado para a Santa Casa. Ele foi medicado e permanece em observação.
A Polícia Civil informou que vai investigar os fatos e procurar os autores do trote. A diretora geral do Centro Educacional Anhanguera, Viviani Gomes, informou que repudia o que aconteceu e também vai abrir um processo administrativo para averiguar o caso e identificar os autores, que deverão ser expulsos do centro.

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RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:35  comentar

RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
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Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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RIO - Somente no mês passado, 6.610 denúncias sobre assédio via internet foram encaminhadas à SaferNet Brasil, ONG especializada em segurança e prevenção na rede mundial de computadores. Para fazer um alerta contra esse e outros tipos de crimes digitais, a SaferNet e o Ministério Público Federal de São Paulo criaram uma campanha para marcar o Dia da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira, como mostra matéria de André Machado publicada no jornal O Globo.
- O evento começou em 2004 na Europa. Este ano esperamos contar com a participação de 65 países - diz Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet.
No site da campanha, em www.diadainternetsegura.org.br, estão listadas atividades ligadas ao uso responsável da internet.
- O site orienta pais e filhos com cartilhas, vídeos e informações sobre crimes digitais - diz Nejm, lembrando que nesta terça haverá atividades em São Paulo e em Belo Horizonte.
Para o especialista, um grande perigo da internet é a possibilidade de a criança interagir com desconhecidos e passar a eles informações pessoais como nome, endereço, escola etc. O risco de exposição a pedófilos e outros criminosos não é pequeno:
- Na pesquisa sobre hábitos de navegação, descobrimos que 28% dos jovens já se encontraram pessoalmente com "amigos" virtuais. É alto o risco de uma criança ser vítima de um aliciador nesse processo.
Outro problema comum é o chamado cyberbullying - ou seja, a perseguição a jovens e crianças pela internet e pelo celular. Segundo Nejm, trata-se de uma prática que se perpetua ao longo do tempo e pode destruir a autoestima do jovem.
- Os cyberbullys mandam mensagens pelo celular, e-mails, usam torpedos e criam perfis em redes de relacionamento (como Orkut e afins) com fotos falsas da vítima, procurando difamá-la - explica Nejm. - Ao contrário do bullying físico, que acontece na escola, o virtual não conhece fronteiras. Não adianta a criança ou adolescente mudar de escola ou de cidade.


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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Nílton Santos recebeu na semana passada a visita de ninguém menos que Júnior. O encontro dos dois maiores laterais do futebol brasileiro aconteceu na clínica onde o ex-craque do Botafogo está internado para tratar o Mal de Alzheimer. A foto foi publicada por Júnior no seu site, http://www.sitedojunior.com.br/. Humilde, o ex-craque do Flamengo disse que ao lado de Nilton - o Enciclopédia do Futebol - ele é um 'Livrinho de Cabeceira'. Confira as palavras de Júnior sobre o encontro.
"Na semana passada estive com o Mestre Nílton Santos. Ele está ótimo e não perdeu seu bom humor repleto de grandes tiradas. Neste mês de fevereiro, ele terá uma camisa do Botafogo feita em sua homenagem. Uma bela e justa homenagem, diga-se de passagem. Aos que tiveram o privilégio de vê-lo atuar, observem na foto ao lado como ele está com uma cara de alegria. Depois de tudo que escutei falar do Mestre, só poderia me intitular um Livrinho de Cabeceira".


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MILÃO E BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá julgar nesta quarta o processo de extradição do italiano Cesare Battisti. Na última semana, cresceu o número de ministros dispostos a analisar o pedido feito pelo governo da Itália, mesmo após a concessão de refúgio a Battisti pelo governo brasileiro. Até agora prevalecia no STF o entendimento de que, após receber o refúgio, o preso ficava livre da extradição. Agora, pelo menos três ministros do Supremo acreditam que o italiano ainda pode ser extraditado. Nesta segunda, o governo da Itália entrou com um mandado de segurança no STF contra a decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio a Battisti.
No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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MILÃO E BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá julgar nesta quarta o processo de extradição do italiano Cesare Battisti. Na última semana, cresceu o número de ministros dispostos a analisar o pedido feito pelo governo da Itália, mesmo após a concessão de refúgio a Battisti pelo governo brasileiro. Até agora prevalecia no STF o entendimento de que, após receber o refúgio, o preso ficava livre da extradição. Agora, pelo menos três ministros do Supremo acreditam que o italiano ainda pode ser extraditado. Nesta segunda, o governo da Itália entrou com um mandado de segurança no STF contra a decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio a Battisti.
No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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MILÃO E BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá julgar nesta quarta o processo de extradição do italiano Cesare Battisti. Na última semana, cresceu o número de ministros dispostos a analisar o pedido feito pelo governo da Itália, mesmo após a concessão de refúgio a Battisti pelo governo brasileiro. Até agora prevalecia no STF o entendimento de que, após receber o refúgio, o preso ficava livre da extradição. Agora, pelo menos três ministros do Supremo acreditam que o italiano ainda pode ser extraditado. Nesta segunda, o governo da Itália entrou com um mandado de segurança no STF contra a decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio a Battisti.
No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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MILÃO E BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá julgar nesta quarta o processo de extradição do italiano Cesare Battisti. Na última semana, cresceu o número de ministros dispostos a analisar o pedido feito pelo governo da Itália, mesmo após a concessão de refúgio a Battisti pelo governo brasileiro. Até agora prevalecia no STF o entendimento de que, após receber o refúgio, o preso ficava livre da extradição. Agora, pelo menos três ministros do Supremo acreditam que o italiano ainda pode ser extraditado. Nesta segunda, o governo da Itália entrou com um mandado de segurança no STF contra a decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio a Battisti.
No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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MILÃO E BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá julgar nesta quarta o processo de extradição do italiano Cesare Battisti. Na última semana, cresceu o número de ministros dispostos a analisar o pedido feito pelo governo da Itália, mesmo após a concessão de refúgio a Battisti pelo governo brasileiro. Até agora prevalecia no STF o entendimento de que, após receber o refúgio, o preso ficava livre da extradição. Agora, pelo menos três ministros do Supremo acreditam que o italiano ainda pode ser extraditado. Nesta segunda, o governo da Itália entrou com um mandado de segurança no STF contra a decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio a Battisti.
No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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No STF, apenas o presidente da Corte, Gilmar Mendes, defendia a tese de que a concessão de refúgio não interrompia o julgamento de caso de extradição na Corte. Mas outros dois ministros já deram sinais de que podem rever a jurisprudência do Supremo: o relator do processo no STF, Cezar Peluso, e o ministro Carlos Alberto Direito.
Na quarta-feira, o ministro Celso de Mello admitiu a possibilidade de Battisti ser extraditado . O ex-ativista de esquerda foi condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios cometidos na década de 70. Itália insistirá na extradição do ex-ativista, diz subsecretário
O subsecretário da Justiça da Itália, Giacomo Caliendo, disse nesta segunda-feira que o governo deve "continuar insistindo" com o Brasil para "induzi-lo" a aceitar o pedido de extradição de Battisti. As informações são da Agência Ansa.
- Vamos continuar insistindo com o governo brasileiro, porque é o único modo para induzi-lo a rever uma posição errada. Nós mantemos a nossa posição, inclusive porque o terrorismo na Itália foi processado dentro das normas legais e, diferentemente de outros países, foi combatido com processos - afirmou o subsecretário durante encontro realizado na Câmara de Comércio de Milão. Parlamento Europeu pede que Brasil revise decisão de conceder refúgio
Na quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou a resolução que pede para o Brasil revisar a decisão. Em Brasília, o Itamaraty informou que a missão do Brasil junto à União Europeia enviou aos parlamentares europeus um texto com esclarecimentos sobre o processo legal envolvendo o caso Battisti. No texto, assinalou que há uma lei no país delegando ao ministro da Justiça a tarefa de conceder o status de refugiado.
No documento, o Brasil também reafirma a confiança expressa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carta enviada na última semana ao seu colega italiano, Giorgio Napolitano, na qual enfatizava "os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália" e que "continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais nossas densas e sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores".
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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
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Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
- Falta a gente melhorar a qualidade desse disco. Naquela época não tinha a tecnologia de hoje. Mas quem sabe, daqui a pouco, não aceito lançar o original


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BÚZIOS - O "tema" da coletiva para a imprensa de Roberto Carlos no seu tradicional cruzeiro Costa Mágica foi o "amor". Diversas perguntas foram feitas sobre sua vida amorosa e o Rei tentou desviar de todas as maneiras, até a hora que surgiu a palavra "ficar".
- Bem que minha mãe disse para eu ter cuidado com esta entrevista - disse Roberto Carlos, de 67 anos, rindo. - Eu vivo de acordo com a época. E todo mundo tem o direito de fazer o que é bom. Hoje em dia as coisas são diferentes, mas não quer dizer que são piores.
Com esta resposta, o músico não negou o caso amoroso que estaria tendo com uma estudante de Medicina de 24 anos de São Paulo. Nem confirmou os boatos de várias colunas de jornais e sites que divulgaram que ele estaria até se mudando de sua casa no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, para a capital paulista por conta do relacionamento.
- Isso é mentira. Costumo ir a São Paulo duas vezes por mês por que tenho escritório lá. Eu ficava em hotel, agora a gente está montando apartamento.
Outra deixa para os repórteres: como assim "a gente", Roberto Carlos?
- Não, não, EU estou montando - corrigiu às gargalhadas. - Eu, minha decoradora e o arquiteto.
Nova tentativa de fazer o Rei assumir publicamente seu novo relacionamento, o primeiro desde a morte da mulher Maria Rita há nove anos:
- Se estou amando? Estou amando sempre. Por que o amor faz parte da minha vida.
E se casaria com alguém de 24 anos?
- Com certeza. Acho que a idade não tem a ver. Quando duas pessoas se amam, isso é superado. A gente não pode prever nada, por que amor a gente não planeja. Acho que tudo pode acontecer, mas tudo tem que ter um começo. A gente tem que viver a vida e procurar se alegrar.
O único boato que Roberto negou foi o de que teria "repaginado" seu rosto. Mas assumiu ter passado por uma pequena plástica no pescoço.
- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
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Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
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- Aproveitei a correção de uma cicatriz e puxei um pouquinho aqui no pescoço. Falaram que repaginei a cara, mas isso não foi verdade.
Esbanjando saúde, o Rei voltou a dizer que gosta de "marombar". Diz que é adepto da malhação, "que faz bem para o corpo e para a mente".
- É sempre bom poder tirar a camisa de luz acesa - conta animado.
Sobre as comemorações de 50 anos de carreira, Roberto confirmu que fará show no Maracanã e lançará disco de inéditas de parcerias com Erasmo Carlos.
- Estou devendo esse disco para mim e para vocês. Ia fazer ano passado, mas gostei da ideia de festejar a bossa. O show vai acontecer mas a gente está acertando datas para o Maracanã.
Ele ainda ganhará um musical dirigidio por Charles Moëller e Claudio Botelho. A TV Globo também prepara uma programação especial com a participação dele em diversos programas da grade.
Perguntado se essas comemorações todas não o deixam com medo de envelhecer, Roberto Carlos foi enfático.
- Na verdade não tenho medo. Eu tenho é pânico! Faço tudo para evitar ou para pelo menos enganá-la (a velhice). Fisicamente e mentalmente.
Os 50 anos da carreira suscitam o imbróglio sobre o primeiro disco do Rei. "Louco por você", de 1959, foi censurado por Roberto, que proibiu seu relançamento. Mas o que falta para liberar?
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colaboradores: carmen e maria celia

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