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8.2.09
BRASÍLIA - No início de mais um ano letivo, enquanto a população de alguns municípios sofre com a falta de vagas na rede pública, em outras partes do país o fenômeno é o contrário, as escolas enfretam a falta de vagas.
As explicações vão desde mudanças no perfil das populações até a migração de alunos da classe média para a rede particular de ensino. Colégios do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul são exemplos dessa mudança.
No primeiro semestre de 2008, foram fechadas 105 unidades de ensino no Rio Grande do Sul. Para a secretária de educação do estado, Mariza Abreu, a explicação para o problema é demográfica. Segundo ela, a população do estado está envelhecendo, a taxa de natalidade caindo e por consequência há um decréscimo nas matrículas.
Nas escolas gaúchas em que a procura por matrículas é muito baixa, o restante dos estudantes são remanejados para unidades próximas. De acordo com a secretária, o prédio das escolas desativadas são utilizados para "outras ações públicas" ou devolvidas para as prefeituras.
No Distrito Federal, são as escolas do Plano Piloto que ficaram esvaziadas. Localizadas em bairros de classe média da capital, esses colégios costumam obter os melhores resultados em avaliações educacionais, mas não atraem a comunidade. Já na periferia de Brasília, o governo está construindo mais escolas para conseguir atender toda a demanda. Enquanto nas cidades satélites muitas mães esperam na fila para conseguir vagas para os filhos, no Jardim de Infância da 108 Sul a diretora Francineide Coelho mandou pendurar faixas na vizinhança avisando da disponibilidade para receber mais alunos. A escola que conta com piscina, parquinho, amplas salas de aula e refeitório tem apenas 55 crianças matriculadas, um quarto de sua capacidade.
Para a professora da Universidade de Brasília (UnB) Regina Vinhais Gracindo, também membro do Conselho Nacional da Educação (CNE), o esvaziamento das escolas públicas é resultado do processo de "privatização" que o país viveu na década de 90. A educadora defende que o governo precisa incentivar a população a procurar o ensino público e investir, especialmente, na melhoria da qualidade da educação.


link do postPor anjoseguerreiros, às 21:53  comentar

BRASÍLIA - No início de mais um ano letivo, enquanto a população de alguns municípios sofre com a falta de vagas na rede pública, em outras partes do país o fenômeno é o contrário, as escolas enfretam a falta de vagas.
As explicações vão desde mudanças no perfil das populações até a migração de alunos da classe média para a rede particular de ensino. Colégios do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul são exemplos dessa mudança.
No primeiro semestre de 2008, foram fechadas 105 unidades de ensino no Rio Grande do Sul. Para a secretária de educação do estado, Mariza Abreu, a explicação para o problema é demográfica. Segundo ela, a população do estado está envelhecendo, a taxa de natalidade caindo e por consequência há um decréscimo nas matrículas.
Nas escolas gaúchas em que a procura por matrículas é muito baixa, o restante dos estudantes são remanejados para unidades próximas. De acordo com a secretária, o prédio das escolas desativadas são utilizados para "outras ações públicas" ou devolvidas para as prefeituras.
No Distrito Federal, são as escolas do Plano Piloto que ficaram esvaziadas. Localizadas em bairros de classe média da capital, esses colégios costumam obter os melhores resultados em avaliações educacionais, mas não atraem a comunidade. Já na periferia de Brasília, o governo está construindo mais escolas para conseguir atender toda a demanda. Enquanto nas cidades satélites muitas mães esperam na fila para conseguir vagas para os filhos, no Jardim de Infância da 108 Sul a diretora Francineide Coelho mandou pendurar faixas na vizinhança avisando da disponibilidade para receber mais alunos. A escola que conta com piscina, parquinho, amplas salas de aula e refeitório tem apenas 55 crianças matriculadas, um quarto de sua capacidade.
Para a professora da Universidade de Brasília (UnB) Regina Vinhais Gracindo, também membro do Conselho Nacional da Educação (CNE), o esvaziamento das escolas públicas é resultado do processo de "privatização" que o país viveu na década de 90. A educadora defende que o governo precisa incentivar a população a procurar o ensino público e investir, especialmente, na melhoria da qualidade da educação.


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BRASÍLIA - No início de mais um ano letivo, enquanto a população de alguns municípios sofre com a falta de vagas na rede pública, em outras partes do país o fenômeno é o contrário, as escolas enfretam a falta de vagas.
As explicações vão desde mudanças no perfil das populações até a migração de alunos da classe média para a rede particular de ensino. Colégios do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul são exemplos dessa mudança.
No primeiro semestre de 2008, foram fechadas 105 unidades de ensino no Rio Grande do Sul. Para a secretária de educação do estado, Mariza Abreu, a explicação para o problema é demográfica. Segundo ela, a população do estado está envelhecendo, a taxa de natalidade caindo e por consequência há um decréscimo nas matrículas.
Nas escolas gaúchas em que a procura por matrículas é muito baixa, o restante dos estudantes são remanejados para unidades próximas. De acordo com a secretária, o prédio das escolas desativadas são utilizados para "outras ações públicas" ou devolvidas para as prefeituras.
No Distrito Federal, são as escolas do Plano Piloto que ficaram esvaziadas. Localizadas em bairros de classe média da capital, esses colégios costumam obter os melhores resultados em avaliações educacionais, mas não atraem a comunidade. Já na periferia de Brasília, o governo está construindo mais escolas para conseguir atender toda a demanda. Enquanto nas cidades satélites muitas mães esperam na fila para conseguir vagas para os filhos, no Jardim de Infância da 108 Sul a diretora Francineide Coelho mandou pendurar faixas na vizinhança avisando da disponibilidade para receber mais alunos. A escola que conta com piscina, parquinho, amplas salas de aula e refeitório tem apenas 55 crianças matriculadas, um quarto de sua capacidade.
Para a professora da Universidade de Brasília (UnB) Regina Vinhais Gracindo, também membro do Conselho Nacional da Educação (CNE), o esvaziamento das escolas públicas é resultado do processo de "privatização" que o país viveu na década de 90. A educadora defende que o governo precisa incentivar a população a procurar o ensino público e investir, especialmente, na melhoria da qualidade da educação.


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BRASÍLIA - No início de mais um ano letivo, enquanto a população de alguns municípios sofre com a falta de vagas na rede pública, em outras partes do país o fenômeno é o contrário, as escolas enfretam a falta de vagas.
As explicações vão desde mudanças no perfil das populações até a migração de alunos da classe média para a rede particular de ensino. Colégios do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul são exemplos dessa mudança.
No primeiro semestre de 2008, foram fechadas 105 unidades de ensino no Rio Grande do Sul. Para a secretária de educação do estado, Mariza Abreu, a explicação para o problema é demográfica. Segundo ela, a população do estado está envelhecendo, a taxa de natalidade caindo e por consequência há um decréscimo nas matrículas.
Nas escolas gaúchas em que a procura por matrículas é muito baixa, o restante dos estudantes são remanejados para unidades próximas. De acordo com a secretária, o prédio das escolas desativadas são utilizados para "outras ações públicas" ou devolvidas para as prefeituras.
No Distrito Federal, são as escolas do Plano Piloto que ficaram esvaziadas. Localizadas em bairros de classe média da capital, esses colégios costumam obter os melhores resultados em avaliações educacionais, mas não atraem a comunidade. Já na periferia de Brasília, o governo está construindo mais escolas para conseguir atender toda a demanda. Enquanto nas cidades satélites muitas mães esperam na fila para conseguir vagas para os filhos, no Jardim de Infância da 108 Sul a diretora Francineide Coelho mandou pendurar faixas na vizinhança avisando da disponibilidade para receber mais alunos. A escola que conta com piscina, parquinho, amplas salas de aula e refeitório tem apenas 55 crianças matriculadas, um quarto de sua capacidade.
Para a professora da Universidade de Brasília (UnB) Regina Vinhais Gracindo, também membro do Conselho Nacional da Educação (CNE), o esvaziamento das escolas públicas é resultado do processo de "privatização" que o país viveu na década de 90. A educadora defende que o governo precisa incentivar a população a procurar o ensino público e investir, especialmente, na melhoria da qualidade da educação.


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BRASÍLIA - No início de mais um ano letivo, enquanto a população de alguns municípios sofre com a falta de vagas na rede pública, em outras partes do país o fenômeno é o contrário, as escolas enfretam a falta de vagas.
As explicações vão desde mudanças no perfil das populações até a migração de alunos da classe média para a rede particular de ensino. Colégios do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul são exemplos dessa mudança.
No primeiro semestre de 2008, foram fechadas 105 unidades de ensino no Rio Grande do Sul. Para a secretária de educação do estado, Mariza Abreu, a explicação para o problema é demográfica. Segundo ela, a população do estado está envelhecendo, a taxa de natalidade caindo e por consequência há um decréscimo nas matrículas.
Nas escolas gaúchas em que a procura por matrículas é muito baixa, o restante dos estudantes são remanejados para unidades próximas. De acordo com a secretária, o prédio das escolas desativadas são utilizados para "outras ações públicas" ou devolvidas para as prefeituras.
No Distrito Federal, são as escolas do Plano Piloto que ficaram esvaziadas. Localizadas em bairros de classe média da capital, esses colégios costumam obter os melhores resultados em avaliações educacionais, mas não atraem a comunidade. Já na periferia de Brasília, o governo está construindo mais escolas para conseguir atender toda a demanda. Enquanto nas cidades satélites muitas mães esperam na fila para conseguir vagas para os filhos, no Jardim de Infância da 108 Sul a diretora Francineide Coelho mandou pendurar faixas na vizinhança avisando da disponibilidade para receber mais alunos. A escola que conta com piscina, parquinho, amplas salas de aula e refeitório tem apenas 55 crianças matriculadas, um quarto de sua capacidade.
Para a professora da Universidade de Brasília (UnB) Regina Vinhais Gracindo, também membro do Conselho Nacional da Educação (CNE), o esvaziamento das escolas públicas é resultado do processo de "privatização" que o país viveu na década de 90. A educadora defende que o governo precisa incentivar a população a procurar o ensino público e investir, especialmente, na melhoria da qualidade da educação.


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SÃO PAULO - Desaparecida desde a tarde do último domingo, depois que saiu de um churrasco em Santa Bárbara D'Oeste, a 120 km da capital, a professora Edileine Terezinha Baruque, de 41 anos, foi encontrada morta neste sábado, em Piracicaba. O corpo boiava nas águas do Rio Piracicaba. Ela estava com um saco plástico amarrado ao pescoço. No saco havia aproximadamente 10 quilos de areia, além da bolsa dela com cartões e documentos. A polícia acredita que a professora tenha sido torturada pelo assassino, que ainda cortou parte de seus cabelos. A causa da morte será apontada pelo IML.


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SÃO PAULO - Desaparecida desde a tarde do último domingo, depois que saiu de um churrasco em Santa Bárbara D'Oeste, a 120 km da capital, a professora Edileine Terezinha Baruque, de 41 anos, foi encontrada morta neste sábado, em Piracicaba. O corpo boiava nas águas do Rio Piracicaba. Ela estava com um saco plástico amarrado ao pescoço. No saco havia aproximadamente 10 quilos de areia, além da bolsa dela com cartões e documentos. A polícia acredita que a professora tenha sido torturada pelo assassino, que ainda cortou parte de seus cabelos. A causa da morte será apontada pelo IML.


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SÃO PAULO - Desaparecida desde a tarde do último domingo, depois que saiu de um churrasco em Santa Bárbara D'Oeste, a 120 km da capital, a professora Edileine Terezinha Baruque, de 41 anos, foi encontrada morta neste sábado, em Piracicaba. O corpo boiava nas águas do Rio Piracicaba. Ela estava com um saco plástico amarrado ao pescoço. No saco havia aproximadamente 10 quilos de areia, além da bolsa dela com cartões e documentos. A polícia acredita que a professora tenha sido torturada pelo assassino, que ainda cortou parte de seus cabelos. A causa da morte será apontada pelo IML.


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SÃO PAULO - Desaparecida desde a tarde do último domingo, depois que saiu de um churrasco em Santa Bárbara D'Oeste, a 120 km da capital, a professora Edileine Terezinha Baruque, de 41 anos, foi encontrada morta neste sábado, em Piracicaba. O corpo boiava nas águas do Rio Piracicaba. Ela estava com um saco plástico amarrado ao pescoço. No saco havia aproximadamente 10 quilos de areia, além da bolsa dela com cartões e documentos. A polícia acredita que a professora tenha sido torturada pelo assassino, que ainda cortou parte de seus cabelos. A causa da morte será apontada pelo IML.


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SÃO PAULO - Desaparecida desde a tarde do último domingo, depois que saiu de um churrasco em Santa Bárbara D'Oeste, a 120 km da capital, a professora Edileine Terezinha Baruque, de 41 anos, foi encontrada morta neste sábado, em Piracicaba. O corpo boiava nas águas do Rio Piracicaba. Ela estava com um saco plástico amarrado ao pescoço. No saco havia aproximadamente 10 quilos de areia, além da bolsa dela com cartões e documentos. A polícia acredita que a professora tenha sido torturada pelo assassino, que ainda cortou parte de seus cabelos. A causa da morte será apontada pelo IML.


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Coraline e o mundo secreto" ("Coraline"), de Henry Selick, que chega às telas nesta sexta-feira, nos EUA e no Brasil, é a primeira grande surpresa do cinema de animação de 2009. Embora um pouco irregular em sua montagem, que agrava a exposição de algumas pontas soltas do roteiro, o novo longa-metragem do diretor do cultuado "O estranho mundo de Jack" (1993) tem uma direção de arte arrebatadora para o padrão da stop-motion, técnica em que os objetos são filmados quadro a quadro, dando ilusão de movimento.
Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

DIVERSÃO PRA TODA FAMÍLIA


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Coraline e o mundo secreto" ("Coraline"), de Henry Selick, que chega às telas nesta sexta-feira, nos EUA e no Brasil, é a primeira grande surpresa do cinema de animação de 2009. Embora um pouco irregular em sua montagem, que agrava a exposição de algumas pontas soltas do roteiro, o novo longa-metragem do diretor do cultuado "O estranho mundo de Jack" (1993) tem uma direção de arte arrebatadora para o padrão da stop-motion, técnica em que os objetos são filmados quadro a quadro, dando ilusão de movimento.
Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Coraline e o mundo secreto" ("Coraline"), de Henry Selick, que chega às telas nesta sexta-feira, nos EUA e no Brasil, é a primeira grande surpresa do cinema de animação de 2009. Embora um pouco irregular em sua montagem, que agrava a exposição de algumas pontas soltas do roteiro, o novo longa-metragem do diretor do cultuado "O estranho mundo de Jack" (1993) tem uma direção de arte arrebatadora para o padrão da stop-motion, técnica em que os objetos são filmados quadro a quadro, dando ilusão de movimento.
Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Coraline e o mundo secreto" ("Coraline"), de Henry Selick, que chega às telas nesta sexta-feira, nos EUA e no Brasil, é a primeira grande surpresa do cinema de animação de 2009. Embora um pouco irregular em sua montagem, que agrava a exposição de algumas pontas soltas do roteiro, o novo longa-metragem do diretor do cultuado "O estranho mundo de Jack" (1993) tem uma direção de arte arrebatadora para o padrão da stop-motion, técnica em que os objetos são filmados quadro a quadro, dando ilusão de movimento.
Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Coraline e o mundo secreto" ("Coraline"), de Henry Selick, que chega às telas nesta sexta-feira, nos EUA e no Brasil, é a primeira grande surpresa do cinema de animação de 2009. Embora um pouco irregular em sua montagem, que agrava a exposição de algumas pontas soltas do roteiro, o novo longa-metragem do diretor do cultuado "O estranho mundo de Jack" (1993) tem uma direção de arte arrebatadora para o padrão da stop-motion, técnica em que os objetos são filmados quadro a quadro, dando ilusão de movimento.
Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

DIVERSÃO PRA TODA FAMÍLIA


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Coraline e o mundo secreto" ("Coraline"), de Henry Selick, que chega às telas nesta sexta-feira, nos EUA e no Brasil, é a primeira grande surpresa do cinema de animação de 2009. Embora um pouco irregular em sua montagem, que agrava a exposição de algumas pontas soltas do roteiro, o novo longa-metragem do diretor do cultuado "O estranho mundo de Jack" (1993) tem uma direção de arte arrebatadora para o padrão da stop-motion, técnica em que os objetos são filmados quadro a quadro, dando ilusão de movimento.
Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Coraline e o mundo secreto" ("Coraline"), de Henry Selick, que chega às telas nesta sexta-feira, nos EUA e no Brasil, é a primeira grande surpresa do cinema de animação de 2009. Embora um pouco irregular em sua montagem, que agrava a exposição de algumas pontas soltas do roteiro, o novo longa-metragem do diretor do cultuado "O estranho mundo de Jack" (1993) tem uma direção de arte arrebatadora para o padrão da stop-motion, técnica em que os objetos são filmados quadro a quadro, dando ilusão de movimento.
Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
A questão é que, nessa dimensão alternativa de delícias, Coraline percebe que as pessoas não têm olhos. No lugar de pupilas, há botões pretos, indicando que aquelas almas foram parar em algum outro espaço. Pouco a pouco, a triste garotinha aprende que sua "mãe" alternativa é uma criatura aracnídea (quem já jogou o RPG "Lobisomem - O Apocalipse" vai se sentir em casa), que simboliza a corrupção do espírito humano e sua vontade.
A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
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A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Embalado em uma trilha sonora que lembra uma ladainha de igreja, assinada por Bruno Coulais e They Might Be Giants, o filme é um mergulho na literatura infanto-juvenil de Neil Gaiman, o escritor e quadrinista responsável por obras memoráveis como a HQ "Sandman". Criador de universos, Gaiman desenhou uma fábula sobre o limite entre sonho e sanidade no livro homônimo que a Rocco lançou em 2003. Coraline Jones é uma garotinha que, às portas da adolescência, vai morar com os pais em uma localidade isolada de sua vizinhança habitual. Afogados no projeto de um catálogo sobre botânica, ambos ignoram a carência da garota, que sofre com o abandono. À cata de um analgésico existencial, ela se depara com uma estranha porta que dá para uma perede de tijolos. À noite, período do dia preferido de Gaiman em suas fições, a curiosa mocinha descobre que a tal "passagem" blocada encobre um portal para um mundo igualzinho ao seu, só que com algumas diferenças. Lá, todas as pessoas são extremamente calorosas com ela, em especial sua mãe, que cozinha delícias besuntadas de calorias.
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A partir dessa premissa soturna, Selick elabora um espetáculo para os olhos, mais voltado a crianças de sete anos ou mais. Não reside terreno para o riso em seu longa, só para a aventura. E para o horror. Como aqui ele não contou com a supervisão de Tim Burton, como aconteceu com a saga natalina de Jack, e seu "estranho mundo", sente-se a ausência de uma emotividade que sustentaria melhor a busca dramática do projeto, orçado em US$ 35 milhões. Na impecável versão brasileira de "Coraline", Isaac Bardavid, a voz do Esqueleto de "He-Man", dá seu show habitual substituindo os acordes graves de Ian McShane como o Senhor Bobinsky., um velho vizinho da menina. Mas o grande destaque da dublagem é Monica Rossi, que interpreta as duas mães da protagonista, seja em sua encarnação burocrática do dia-a-dia, seja em seu alter ego demoníaco.

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Em caso de mudança de endereço, o ideal é levar a casa na caçamba da pickup

Qualquer vaga é vaga, na hora de estacionar

Solução criativa para o problema de transporte no país

E depois de tanto aperto, nada melhor do que relaxar na piscina

No país mais populoso do planeta, encontrar espaço pode ser um grande problema. Seja para morar, locomover-se, refrescar-se na piscina ou mesmo para tirar uma soneca depois do almoço. Confira a seguir flagrantes do estilo de vida dos chineses.
fonte:G1
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E depois de tanto aperto, nada melhor do que relaxar na piscina

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Em caso de mudança de endereço, o ideal é levar a casa na caçamba da pickup

Qualquer vaga é vaga, na hora de estacionar

Solução criativa para o problema de transporte no país

E depois de tanto aperto, nada melhor do que relaxar na piscina

No país mais populoso do planeta, encontrar espaço pode ser um grande problema. Seja para morar, locomover-se, refrescar-se na piscina ou mesmo para tirar uma soneca depois do almoço. Confira a seguir flagrantes do estilo de vida dos chineses.
fonte:G1
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Em caso de mudança de endereço, o ideal é levar a casa na caçamba da pickup

Qualquer vaga é vaga, na hora de estacionar

Solução criativa para o problema de transporte no país

E depois de tanto aperto, nada melhor do que relaxar na piscina

No país mais populoso do planeta, encontrar espaço pode ser um grande problema. Seja para morar, locomover-se, refrescar-se na piscina ou mesmo para tirar uma soneca depois do almoço. Confira a seguir flagrantes do estilo de vida dos chineses.
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Em caso de mudança de endereço, o ideal é levar a casa na caçamba da pickup

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E depois de tanto aperto, nada melhor do que relaxar na piscina

No país mais populoso do planeta, encontrar espaço pode ser um grande problema. Seja para morar, locomover-se, refrescar-se na piscina ou mesmo para tirar uma soneca depois do almoço. Confira a seguir flagrantes do estilo de vida dos chineses.
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Em caso de mudança de endereço, o ideal é levar a casa na caçamba da pickup

Qualquer vaga é vaga, na hora de estacionar

Solução criativa para o problema de transporte no país

E depois de tanto aperto, nada melhor do que relaxar na piscina

No país mais populoso do planeta, encontrar espaço pode ser um grande problema. Seja para morar, locomover-se, refrescar-se na piscina ou mesmo para tirar uma soneca depois do almoço. Confira a seguir flagrantes do estilo de vida dos chineses.
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Segundo empresa, 2 mil mulheres engravidaram após tocarem estátuas.Museu Ripley's 'Believe It or Not' vai expor as peças em Myrtle Beach.

O museu Ripley's "Believe It or Not" ("Acredite se Quiser") colocou em exposição em Myrtle Beach, no estado da Carolina do Sul (EUA), suas estátuas da fertilidade, que, segundo a empresa, têm o poder de "engravidar".
As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
O museu Ripley's Believe it or Not foi inspirado nas coleções do explorador americano Robert Ripley. Ele começou a colecionar bizarrices em 1918 e hoje seu acervo pode ser visto em 32 museus de todo o mundo.

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Segundo empresa, 2 mil mulheres engravidaram após tocarem estátuas.Museu Ripley's 'Believe It or Not' vai expor as peças em Myrtle Beach.

O museu Ripley's "Believe It or Not" ("Acredite se Quiser") colocou em exposição em Myrtle Beach, no estado da Carolina do Sul (EUA), suas estátuas da fertilidade, que, segundo a empresa, têm o poder de "engravidar".
As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
O museu Ripley's Believe it or Not foi inspirado nas coleções do explorador americano Robert Ripley. Ele começou a colecionar bizarrices em 1918 e hoje seu acervo pode ser visto em 32 museus de todo o mundo.

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Segundo empresa, 2 mil mulheres engravidaram após tocarem estátuas.Museu Ripley's 'Believe It or Not' vai expor as peças em Myrtle Beach.

O museu Ripley's "Believe It or Not" ("Acredite se Quiser") colocou em exposição em Myrtle Beach, no estado da Carolina do Sul (EUA), suas estátuas da fertilidade, que, segundo a empresa, têm o poder de "engravidar".
As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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Segundo empresa, 2 mil mulheres engravidaram após tocarem estátuas.Museu Ripley's 'Believe It or Not' vai expor as peças em Myrtle Beach.

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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
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As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses. Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas. O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
O museu Ripley's Believe it or Not foi inspirado nas coleções do explorador americano Robert Ripley. Ele começou a colecionar bizarrices em 1918 e hoje seu acervo pode ser visto em 32 museus de todo o mundo.

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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


fonte:G1
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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Raíssa, que faria 6 anos dia 27, levou um tiro no peito. Assassinato estaria ligado a um acerto de contas do tráfico, diz polícia.

A polícia acredita que a menina Raíssa Cristina de Moraes, de 5 anos, teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai, Damião de Moraes, de 36 anos. Os dois foram assassinados na manhã deste domingo (8) num beco perto de casa, numa comunidade em Madureira, subúrbio do Rio.
A polícia não descarta a hipótese de execução e investiga se a morte do pai estaria ligada a um acerto de contas, por conta de uma suposta dívida com o tráfico local.

Família estava a caminho da praia
A família estaria a caminho da praia quando dois suspeitos fizeram vários disparos e conseguiram fugir. Rosângela Moraes, mãe de Raíssa, conseguiu escapar e chamou a polícia.
No local, foram encontradas seis cápsulas de calibre 45 e uma de calibre 38. A menina – que completaria 6 anos em 27 de fevereiro, segundo a polícia – foi atingida por um tiro no peito. Inicialmente, a polícia havia informado que a menina teria 7 anos.
Os corpos do pai e da filha foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) na tarde deste domingo. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira).


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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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Grupo fretou avião para ir a uma festa de aniversário surpresa.24 pessoas morreram - 20 das vítimas eram da mesma família.

A Aeronáutica já começou uma investigação e os peritos apuram se houve excesso de peso no avião que caiu em rio no Amazonas, no sábado (7), deixando 24 mortos. Três técnicos foram enviados para o local do acidente.
Dos 24 mortos na queda do avião, em Manacapuru, no Amazonas, 20 eram da mesma família e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente.
Os peritos esperam encontrar a caixa de voz do avião onde ficaram registrados os diálogos dos pilotos na cabine e com a torre de controle, em Manaus. Eles apuram se havia excesso de peso no avião. A empresa Manaus Aerotáxi diz que o avião tinha capacidade para transportar 20 pessoas, incluindo piloto e co-piloto, mas transportava 28 pessoas.
Vinte e duas pessoas serão enterradas na cidade de Coari, de onde partiu o voo, uma em Manacapuru e o piloto, em Manaus.
A população de Coari está em choque com essa tragédia", disse o secretário da Casa Civil, Daniel Maciel. Na cidade, que, segundo o IBGE tem 70 mil habitantes, foi decretado luto oficial de três dias e feriado nesta segunda-feira (9) para que as pessoas possam participar do velório.
"O velório terá início assim que os corpos chegarem", disse Maciel. Em Coari, dois ginásios irão receber os caixões: Ginário Geraldo Grangeiro e Ginásio Natanael Brasil. O enterro deverá ocorrer na segunda-feira de manhã no Cemitério Santa Teresa.
A empresa Manaus Aerotaxi, proprietária da aeronave, divulgou no início da tarde a lista com os nomes das pessoas que estavam a bordo. Confira abaixo a lista de passageiros (o grau de parentesco entre as vítimas foi passado pelo secretário da Casa Civil). A família iria participar de uma festa de aniversário de um empresário identificado apenas como Omar.

1 - Julia Caiane Melo Duarte (sobrinha de Omar)
2 - Laio Neto Melo Pinheiro (filho de Julia)3 - Adalto Santos dos Santos (cunhado de Omar)
4 - Luis Eduardo Melo Santos (filho de Adalto)
5 - Tamara Maria da Silva (sobrinha de Omar)
6 - Hosana de Souza Melo (irmã de Omar)
7 - Anads Junior (filho de Hosana)8 - Daniel de Souza Melo (sobrinho de Omar)
9 - Daniel de Melo (filho de Daniel)10 - Janete Melo dos Santos (irmã de Omar)
11 - Merciclei de Souza Melo (irmã de Omar)
12 - Evandro da Costa (marido de Merciclei) 13 - Emanuel de Melo (filho de Merciclei e Evandro) 14 - Jonas de Souza Melo (irmão de Omar) 15 - Micicleide de Oliveira (irmã de Omar)
16 - Maria Eduarda Melo (filha de Micicleide) 17 - Camile Almeida Melo (filha de Micicleide) 18 - Mateus Dantas da Silva (convidado da festa)
19 - João Liberal Neto (parente distante de Omar)
20 - Erick da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 21 - Natalia da Costa Liberal (filha de João) 22 - Yan da Costa Liberal (filho de João) - sobrevivente 23 - Stephanie da Costa Liberal (filha de João) 24 - Joelma Aguiar 25 - Ana Lucia Reis Laurea - sobrevivente 26 - Brenda Dias Moraes -sobrevivente
Tripulantes:
Piloto - César Leonel Grieger , 47 anos, gaúcho 28 - Copiloto - Danilson Cirino Ayres da Silva, 23 anos, amazonense
A empresa divulgou o telefone (92) 3652-1620 para que as famílias das vítimas possam obter mais informações sobre o ocorrido. Em seu site, há uma nota de pesar às vítimas.
As buscas por mais uma suposta vítima que estaria no avião foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros no início da tarde deste domingo.

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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:45  ver comentários (1) comentar









A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
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O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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A boneca mais famosa do mundo já ganhou rosto de Marilyn Monroe, pele negra e cílios de verdade. Seus 50 anos serão celebrados com exposições em todo o mundo
A Barbie tem 50 anos, apesar do corpinho de modelo e cinturinha de vespa. Em 2000, ela afinou as pernas e ombros e ganhou mais quadril. Desde que foi criada, em 1959, passou por inúmeras mudanças na aparência física – ganhou e perdeu cílios de verdade, sorriso e maquiagem, além de ter trocado de rosto inúmeras vezes –, no molejo de seu corpo e no jeito de se vestir – já foi roqueira, hippie, atriz de cinema, dona de casa e estilista. Segundo Carlos Keffer, colecionador e único brasileiro a ter o primeiro modelo da boneca (que custa US$ 12 mil hoje), "a Barbie deixou de ser boneca para ser ícone pop, celebrada por estilistas", afirma. O colecionador diz que ela foi elevada a outro patamar que qualquer outro brinquedo não teria sido. "Nestes 50 anos, ela registrou a história da moda e do comportamento da sociedade", afirma .

Bonequinha de luxo
A boneca mais vendida do mundo faz 50 anos no dia 9 de março. A Mattel, que fabrica a boneca desde 1949, pretende chamar a atenção de três gerações de consumidoras por meio de uma série de ações de marketing e de comunicação ao longo do ano todo.
Uma das mais impactantes será um desfile de roupas inspiradas na boneca, mas vestidas por modelos com mais de 1,75 de altura, na Semana de Moda de Nova York, no próximo dia 14. Cinquenta estilistas foram chamados para as criações. Entre eles, o brasileiro Amir Slama, que exibirá um maiô com pedrarias. O desfile será exibido ao vivo no site Barbie.com, aproveitando que a internet é hoje a principal mídia da grande miniestrela. A ocasião será marcada também pelo lançamento de uma página da Barbie no Facebook e de um microsite com vídeos e outras atrações sobre sua biografia. A Mattel está apostando pesadamente no licenciamento de produtos de moda e beleza com a marca Barbie. Stila, Bloomingdales e Jonathan Adler estão entre os novos parceiros. Os lançamentos serão anunciados numa festa com tapete pink, a cor “preferida” da aniversariante - em vez de tapete vermelho.
Além da Mattel, colecionadores do mundo todo também estão promovendo o aniversário da Barbie, e bem antes de a data chegar. Na Alemanha, a colecionadora Bettina Dorfmann exibe boa parte de suas 6 mil bonecas. Na Suíça, mais de mil Barbies exibem seus cabelos e modelitos ao lado de cenários de Lego, no museu Messe Halle.
O parabéns no Brasil vai acontecer numa exposição no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, organizada pelo colecionador Carlos Keffer, que faz em média 16 exposições comdessa por ano. Além disso, a Casa da Barbie, um caminhão todo decorado em cor-de-rosa que está passando por várias cidades desde o ano passado e vai rodar o país até o fim do ano, conta com a presença de uma modelo vestida de Barbie. As meninas vão à loucura. A festança acontece num momento em que a Mattel briga com a queda nas vendas. Lauren Dougherty, diretora de relações públicas da empresa, disse que a perda de mercado não irá afetar a campanha.
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RIO - Uma criança de 5 anos (e não 7 como anteriormente informado) e seu pai foram mortos a tiros na manhã deste domingo, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O crime foi presenciado pela mãe que, no entanto, escapou ilesa do crime. Segundo a polícia, a família seguia para a praia quando foi surpreendida por bandidos armados.
A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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RIO - Uma criança de 5 anos (e não 7 como anteriormente informado) e seu pai foram mortos a tiros na manhã deste domingo, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O crime foi presenciado pela mãe que, no entanto, escapou ilesa do crime. Segundo a polícia, a família seguia para a praia quando foi surpreendida por bandidos armados.
A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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RIO - Uma criança de 5 anos (e não 7 como anteriormente informado) e seu pai foram mortos a tiros na manhã deste domingo, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O crime foi presenciado pela mãe que, no entanto, escapou ilesa do crime. Segundo a polícia, a família seguia para a praia quando foi surpreendida por bandidos armados.
A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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RIO - Uma criança de 5 anos (e não 7 como anteriormente informado) e seu pai foram mortos a tiros na manhã deste domingo, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O crime foi presenciado pela mãe que, no entanto, escapou ilesa do crime. Segundo a polícia, a família seguia para a praia quando foi surpreendida por bandidos armados.
A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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RIO - Uma criança de 5 anos (e não 7 como anteriormente informado) e seu pai foram mortos a tiros na manhã deste domingo, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O crime foi presenciado pela mãe que, no entanto, escapou ilesa do crime. Segundo a polícia, a família seguia para a praia quando foi surpreendida por bandidos armados.
A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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RIO - Uma criança de 5 anos (e não 7 como anteriormente informado) e seu pai foram mortos a tiros na manhã deste domingo, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O crime foi presenciado pela mãe que, no entanto, escapou ilesa do crime. Segundo a polícia, a família seguia para a praia quando foi surpreendida por bandidos armados.
A pequena Raíssa Cristina de Moraes e Damião (e não Daniel, como anteriormente informado) de Moraes foram atingidos por tiros e morreram na hora.
Os corpos de Raíssa e Damião foram retirados na tarde deste domingo do Beco da Tranqüilidade, no Morro do Patola, em Madureira. Os cadáveres seguem para o Instituto Médico-Legal (IML), onde serão necropsiados. Raíssa foi atingida por um tiro no peito e Damião, por vários disparos.
A PM suspeita que o crime esteja relacionado a uma tentativa de assalto. Mas também há a informação que o crime estaria relacionado a uma dívida com o tráfico. Damião, que ficou preso três anos e ganhou o direito de responder em liberdade em dezembro, teria sido cobrado outras vezes. Neste domingo, quando saía com a filha para levá-la à praia, ele foi interceptado por dois homens armados. A menina teria sido morta por ter testemunhado a morte do pai. As investigações serão conduzidas pela 29ª DP (Madureira). Os enterros devem ser nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

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SÃO PAULO - As denúncias de abusos de exploração sexual de crianças e adolescentes cresceram 30,65% no ano passado, em relação a 2007. O Disque 100, serviço nacional de denúncia, coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), informa que recebeu e encaminhou no período 32.588 denúncias, uma média diária de 89.
"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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SÃO PAULO - As denúncias de abusos de exploração sexual de crianças e adolescentes cresceram 30,65% no ano passado, em relação a 2007. O Disque 100, serviço nacional de denúncia, coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), informa que recebeu e encaminhou no período 32.588 denúncias, uma média diária de 89.
"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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SÃO PAULO - As denúncias de abusos de exploração sexual de crianças e adolescentes cresceram 30,65% no ano passado, em relação a 2007. O Disque 100, serviço nacional de denúncia, coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), informa que recebeu e encaminhou no período 32.588 denúncias, uma média diária de 89.
"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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SÃO PAULO - As denúncias de abusos de exploração sexual de crianças e adolescentes cresceram 30,65% no ano passado, em relação a 2007. O Disque 100, serviço nacional de denúncia, coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), informa que recebeu e encaminhou no período 32.588 denúncias, uma média diária de 89.
"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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"A difusão do Disque 100 entre a população tem com principal resultado o crescimento da procura pelo serviço a cada ano", afirma Leila Paiva, coordenadora geral do Disque 100, por meio de sua assessoria.
Segundo ela, trata-se também de uma maior conscientização da população sobre o tema. O Disque 100 realizou, desde 2003, mais de 2,2 milhões de atendimentos, tendo recebido mais de 84 mil denúncias de todo o País.
Além de exploração sexual, o Disque 100 recebe informações sobre maus-tratos, violência contra crianças e adolescentes, negligência, entre outros crimes. A negligência concentra o maior números de queixas recebidas pela central. Entre 2003 e 2008, 35,27% foram ligações com casos de negligência, 33,67% de violência psicológica e física e 31,07% de violência sexual.
A maior parte das denúncias recebidas pelo central do Disque 100 são contra meninas , 62%. Esse número sobe para 81% quando as denúncias são de violência sexual. Das 32.588 denúncias recebidas em 2008, o Distrito Federal tem o maior índice de contato com o Disque 100, com 35,14 para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Mato Grosso do Sul, com 33,51 e em terceiro o Ceará, com 28,09.
O Centro-Oeste é a região que registra os maiores índices de denúncias. A região lidera o ranking com mais de 63 denúncias para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão as regiões Norte (57,99), Nordeste (54,83), Sul (42,34) e, por último, a região Sudeste (35,23).
O Disque 100 é executado pelo Programa de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes em parceria com a Petrobras e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados

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RIO - Longas filas de espera, recepções lotadas, pacientes nervosos, médicos sobrecarregados e muita reclamação. Não, isto não é a descrição de uma emergência da rede pública do Rio. O cenário tem sido constante nas principais emergências privadas da cidade. Diferentemente da rede pública, onde há falta de investimentos, organização e profissionais, na rede particular houve um incremento no número de pessoas, modernização de aparelhos e construção de novos hospitais. Mas que não foram suficientes para suportar o aumento cada vez maior de pacientes com planos de saúde. Hoje, os beneficiários de planos de saúde já são maioria no município do Rio: 51,1%. Em 2000, eram 42,2%. Nesses oito anos, os planos de saúde receberam 1,1 milhão de novos usuários na Região Metropolitana do Rio, sendo 677 mil só na capital.
Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

E PAGA-SE MUITO PARA NÃO SER ATENDIDO....IMAGINEM QUEM NÃO PAGA...QUE ATENDIMENTO DEVE TER!!!
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RIO - Longas filas de espera, recepções lotadas, pacientes nervosos, médicos sobrecarregados e muita reclamação. Não, isto não é a descrição de uma emergência da rede pública do Rio. O cenário tem sido constante nas principais emergências privadas da cidade. Diferentemente da rede pública, onde há falta de investimentos, organização e profissionais, na rede particular houve um incremento no número de pessoas, modernização de aparelhos e construção de novos hospitais. Mas que não foram suficientes para suportar o aumento cada vez maior de pacientes com planos de saúde. Hoje, os beneficiários de planos de saúde já são maioria no município do Rio: 51,1%. Em 2000, eram 42,2%. Nesses oito anos, os planos de saúde receberam 1,1 milhão de novos usuários na Região Metropolitana do Rio, sendo 677 mil só na capital.
Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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RIO - Longas filas de espera, recepções lotadas, pacientes nervosos, médicos sobrecarregados e muita reclamação. Não, isto não é a descrição de uma emergência da rede pública do Rio. O cenário tem sido constante nas principais emergências privadas da cidade. Diferentemente da rede pública, onde há falta de investimentos, organização e profissionais, na rede particular houve um incremento no número de pessoas, modernização de aparelhos e construção de novos hospitais. Mas que não foram suficientes para suportar o aumento cada vez maior de pacientes com planos de saúde. Hoje, os beneficiários de planos de saúde já são maioria no município do Rio: 51,1%. Em 2000, eram 42,2%. Nesses oito anos, os planos de saúde receberam 1,1 milhão de novos usuários na Região Metropolitana do Rio, sendo 677 mil só na capital.
Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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RIO - Longas filas de espera, recepções lotadas, pacientes nervosos, médicos sobrecarregados e muita reclamação. Não, isto não é a descrição de uma emergência da rede pública do Rio. O cenário tem sido constante nas principais emergências privadas da cidade. Diferentemente da rede pública, onde há falta de investimentos, organização e profissionais, na rede particular houve um incremento no número de pessoas, modernização de aparelhos e construção de novos hospitais. Mas que não foram suficientes para suportar o aumento cada vez maior de pacientes com planos de saúde. Hoje, os beneficiários de planos de saúde já são maioria no município do Rio: 51,1%. Em 2000, eram 42,2%. Nesses oito anos, os planos de saúde receberam 1,1 milhão de novos usuários na Região Metropolitana do Rio, sendo 677 mil só na capital.
Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

E PAGA-SE MUITO PARA NÃO SER ATENDIDO....IMAGINEM QUEM NÃO PAGA...QUE ATENDIMENTO DEVE TER!!!
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RIO - Longas filas de espera, recepções lotadas, pacientes nervosos, médicos sobrecarregados e muita reclamação. Não, isto não é a descrição de uma emergência da rede pública do Rio. O cenário tem sido constante nas principais emergências privadas da cidade. Diferentemente da rede pública, onde há falta de investimentos, organização e profissionais, na rede particular houve um incremento no número de pessoas, modernização de aparelhos e construção de novos hospitais. Mas que não foram suficientes para suportar o aumento cada vez maior de pacientes com planos de saúde. Hoje, os beneficiários de planos de saúde já são maioria no município do Rio: 51,1%. Em 2000, eram 42,2%. Nesses oito anos, os planos de saúde receberam 1,1 milhão de novos usuários na Região Metropolitana do Rio, sendo 677 mil só na capital.
Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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RIO - Longas filas de espera, recepções lotadas, pacientes nervosos, médicos sobrecarregados e muita reclamação. Não, isto não é a descrição de uma emergência da rede pública do Rio. O cenário tem sido constante nas principais emergências privadas da cidade. Diferentemente da rede pública, onde há falta de investimentos, organização e profissionais, na rede particular houve um incremento no número de pessoas, modernização de aparelhos e construção de novos hospitais. Mas que não foram suficientes para suportar o aumento cada vez maior de pacientes com planos de saúde. Hoje, os beneficiários de planos de saúde já são maioria no município do Rio: 51,1%. Em 2000, eram 42,2%. Nesses oito anos, os planos de saúde receberam 1,1 milhão de novos usuários na Região Metropolitana do Rio, sendo 677 mil só na capital.
Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

E PAGA-SE MUITO PARA NÃO SER ATENDIDO....IMAGINEM QUEM NÃO PAGA...QUE ATENDIMENTO DEVE TER!!!
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RIO - Longas filas de espera, recepções lotadas, pacientes nervosos, médicos sobrecarregados e muita reclamação. Não, isto não é a descrição de uma emergência da rede pública do Rio. O cenário tem sido constante nas principais emergências privadas da cidade. Diferentemente da rede pública, onde há falta de investimentos, organização e profissionais, na rede particular houve um incremento no número de pessoas, modernização de aparelhos e construção de novos hospitais. Mas que não foram suficientes para suportar o aumento cada vez maior de pacientes com planos de saúde. Hoje, os beneficiários de planos de saúde já são maioria no município do Rio: 51,1%. Em 2000, eram 42,2%. Nesses oito anos, os planos de saúde receberam 1,1 milhão de novos usuários na Região Metropolitana do Rio, sendo 677 mil só na capital.
Entre as causas da superlotação das emergências privadas está a dificuldade de acesso dos usuários de plano de saúde ao atendimento primário. Ou seja: faltam consultórios e ambulatórios para prevenção e os pacientes têm dificuldade de marcar consultas. O problema, traçando um paralelo com a rede pública, equivale à precariedade de atendimento nos postos de saúde.
Cálculos de médicos mostram que uma pessoa pode levar até três meses para conseguir um diagnóstico se depender de consultórios e clínicas de exames. Isso porque, segundo eles, normalmente os pacientes de plano de saúde, quando ligam para marcar um procedimento, em geral só conseguem vaga 15 a 30 dias depois. Nesse período, desistem e correm para uma emergência.
O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no Rio (Abramge-RJ), Sérgio Vieira, afirmou que a situação do atendimento de emergência nos hospitais particulares é preocupante. Segundo a Abramge, que representa 41 dos mais 300 planos e seguros de saúde no Estado do Rio, as seguradoras precisam dar melhores opções aos usuários, tornando o atendimento mais rápido e resolutivo.

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O que é?
É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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O que é?
É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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O que é?
É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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O que é?
É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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O que é?
É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Quais os sintomas?
Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
Como se transmite?
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Como tratar?
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.
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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


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Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


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Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


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Número de assassinatos aumentou 6,72% em 2008 na costa paulista; capital, Grande SP e interior tiveram queda em relação a 2007



Caraguatatuba, no litoral norte, é a cidade mais violenta no Estado, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes


Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.

O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.

Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.

A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. "Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto."Ayub também cita a "teoria da rotulação", do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como "diferentes" na sociedade. "Se as pessoas te apontam e dizem "você é baiano", "você é negro", "você é pobre", "você é caipira", isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade."

José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de "disputa de rua", como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.

Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem -sem a capital-, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.


EVANDRO SPINELLI

Folha de São Paulo
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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


FONTE:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/08/pior-incendio-florestal-da-australia-mata-84-pessoas-754315536.asp
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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


FONTE:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/08/pior-incendio-florestal-da-australia-mata-84-pessoas-754315536.asp
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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


FONTE:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/08/pior-incendio-florestal-da-australia-mata-84-pessoas-754315536.asp
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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


FONTE:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/08/pior-incendio-florestal-da-australia-mata-84-pessoas-754315536.asp
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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


FONTE:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/08/pior-incendio-florestal-da-australia-mata-84-pessoas-754315536.asp
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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


FONTE:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/08/pior-incendio-florestal-da-australia-mata-84-pessoas-754315536.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:19  comentar

WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


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Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


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Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


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WANDONG, Austrália (Reuters) - Incêndios florestais na Austrália já mataram 84 pessoas, afirmou a polícia neste domingo. O fogo toma cidades, destrói centenas de casas, enquanto as pessoas tentam fugir de carro ou se proteger em abrigos.
Até agora, a pior onda de incêndios na Austrália havia matado 75 pessoas em 1983.
No sábado, o principal incêndio no estado de Victoria havia queimado 3.000 hectares do parque nacional, quando temperaturas subiram até os 50 graus centígrados. Em questão de horas, o fogo queimaria 30 mil hectares, depois que o vento mudou de direção.
Os incêndios continuam neste domingo, numa área de 2.000 quilômetros quadrados, ao norte de Melbourne. Algumas cidades ainda estão ameaçadas, segundo o site da australiana ABC.
O fogo passou por cidades rurais ao norte de Melbourne no sábado à noite, destruindo tudo no caminho, chegando a forçar uma família a mergulhar no tanque da fazenda para sobreviver. Outros foram para abrigos comunitários, enquanto bombeiros permaneceram entre eles e as chamas.
"Choveu fogo", afirmou um dos sobreviventes. "(O fogo) veio com a rapidez de uma bala", disse Darren Webb-Johnson, de uma pequena cidade rural, à Sky TV. "Oitenta por cento da cidade foi queimada."
A polícia declarou que o número de mortos pode aumentar, já que os policiais ainda fazem buscas nos escombros e 20 pessoas estão internadas com queimaduras graves. Milhares de bombeiros ainda lutam contra o fogo em Victoria e em Nova Gales do Sul, no domingo à noite.
O governo colocou o Exército de prontidão e lançou fundos de emergência. Legisladores do Partido Verde pressionam por mais medidas contra o aquecimento global, políticas que reduzam o risco desses desastres de verão.
"O inferno e a sua fúria visitaram a boa gente de Victoria", afirmou o premiê Kevin Rudd, em visita à região. "A nação está de luto com Victoria."
De acordo com os bombeiros, mais de 700 casas foram destruídas no estado de Victoria neste fim de semana.
Incêndios florestais são algo natural na Austrália nesta época do ano, mas neste verão a combinação de muito calor e seca fortalecem as chamas.
SOBREVIVENTES
Neste domingo, sobreviventes, enrolados em colchas, vagavam em volta dos escombros queimados. Alguns choravam, sem saber se amigos e familiares estavam bem.
Na cidade de Wandong, a 50 quilômetros de Melbourne, um sobrevivente contou que havia achado o corpo de um amigo no que restou de uma casa queimada.
"Mais 20 segundos, e nós tínhamos ido. Perdemos nossos cachorros. Houve um monte de pessoas mortas. Nossos vizinhos não escaparam", declarou um dos sobreviventes.


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RIO - Meditar pode ser uma ferramenta eficaz para quem busca alívio para a dor, indicam pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá. Um novo estudo publicado na edição de fevereiro da revista Psychosomatic Medicine mostra que quem medita costuma ter menos sensibilidade a dores, tanto durante crises quanto no dia-a-dia.
A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


fonte:http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2009/02/06/meditacao-ajuda-aliviar-dor-indica-estudo-754294692.asp
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RIO - Meditar pode ser uma ferramenta eficaz para quem busca alívio para a dor, indicam pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá. Um novo estudo publicado na edição de fevereiro da revista Psychosomatic Medicine mostra que quem medita costuma ter menos sensibilidade a dores, tanto durante crises quanto no dia-a-dia.
A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


fonte:http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2009/02/06/meditacao-ajuda-aliviar-dor-indica-estudo-754294692.asp
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RIO - Meditar pode ser uma ferramenta eficaz para quem busca alívio para a dor, indicam pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá. Um novo estudo publicado na edição de fevereiro da revista Psychosomatic Medicine mostra que quem medita costuma ter menos sensibilidade a dores, tanto durante crises quanto no dia-a-dia.
A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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RIO - Meditar pode ser uma ferramenta eficaz para quem busca alívio para a dor, indicam pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá. Um novo estudo publicado na edição de fevereiro da revista Psychosomatic Medicine mostra que quem medita costuma ter menos sensibilidade a dores, tanto durante crises quanto no dia-a-dia.
A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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A pesquisa, coordenada pelo fisiologista Joshua Grant, teve como objetivo avaliar se o cérebro de praticantes de meditação respondia de forma diferente a certos estímulos, entre eles o da dor.
"Outros estudos já mostraram que a meditação ajuda a aliviar dores crônicas, mas poucos tinham investigado a ligação entre meditação e todo tipo de dor. Descobrimos que quem medita com regularidade tem uma forma diferente de perceber a dor", escreveu Grant no periódico.
De acordo com o estudo, quem medita com regularidade sente até 18% menos dor no cotidiano. Uma das explicações dos pesquisadores é de que os praticantes de meditação aprendem a ter controle sobre sua respiração.
A respiração, afirma Grant, nos faz perceber as sensações de forma diferente. A respiração lenta, por exemplo, está associada ao relaxamento e, por consequência, menos sensações dolorosas, enquanto uma respiração agitada aumenta a percepção do estresse, da ansiedade e da dor.
- O estudo mostra que a meditação pode ser uma ferramenta para quem sofre de dores, principalmente de dores crônicas. Meditar pode ajudar a reduzir o consumo de analgésicos e, quem sabe, auxiliar no processo de cura - completa o canadense.


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RIO - O Wii, da Nintendo, além de videogame mais popular de sua geração se tornou nesta semana uma ferramenta de investigação policial. Policiais japoneses utilizaram o criador de avatares do console para fazer o retrato falado de um homem acusado de fugir após um acidente de carro.
A ferramenta foi concebida originalmente para que os jogadores criem personagens que os representam nos jogos, chamados de "Mii". Com ela, é possível personalizar diversas características do "boneco", como formato do corpo, do rosto, cabelo, olhos e roupas.
O Mii criado pela polícia japonesa mostra um homem jovem e magro com cabelos castanhos na altura do ombro e óculos de sol. A imagem foi colocada em um poste próximo a área onde ocorreu o acidente, na cidade de Kanagawa, junto com uma foto do modelo do carro.

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A ferramenta foi concebida originalmente para que os jogadores criem personagens que os representam nos jogos, chamados de "Mii". Com ela, é possível personalizar diversas características do "boneco", como formato do corpo, do rosto, cabelo, olhos e roupas.
O Mii criado pela polícia japonesa mostra um homem jovem e magro com cabelos castanhos na altura do ombro e óculos de sol. A imagem foi colocada em um poste próximo a área onde ocorreu o acidente, na cidade de Kanagawa, junto com uma foto do modelo do carro.

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A ferramenta foi concebida originalmente para que os jogadores criem personagens que os representam nos jogos, chamados de "Mii". Com ela, é possível personalizar diversas características do "boneco", como formato do corpo, do rosto, cabelo, olhos e roupas.
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A ferramenta foi concebida originalmente para que os jogadores criem personagens que os representam nos jogos, chamados de "Mii". Com ela, é possível personalizar diversas características do "boneco", como formato do corpo, do rosto, cabelo, olhos e roupas.
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O Mii criado pela polícia japonesa mostra um homem jovem e magro com cabelos castanhos na altura do ombro e óculos de sol. A imagem foi colocada em um poste próximo a área onde ocorreu o acidente, na cidade de Kanagawa, junto com uma foto do modelo do carro.

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A ferramenta foi concebida originalmente para que os jogadores criem personagens que os representam nos jogos, chamados de "Mii". Com ela, é possível personalizar diversas características do "boneco", como formato do corpo, do rosto, cabelo, olhos e roupas.
O Mii criado pela polícia japonesa mostra um homem jovem e magro com cabelos castanhos na altura do ombro e óculos de sol. A imagem foi colocada em um poste próximo a área onde ocorreu o acidente, na cidade de Kanagawa, junto com uma foto do modelo do carro.

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colaboradores: carmen e maria celia

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