notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
4.2.09
Tem leitor que fica chateado quando critico a polícia no meu blog, Repórter de Crime. Mas não vejo críticas como algo negativo. Salvo exceções, críticas significam sempre que alguém está preocupado com você. Pior do que se criticar a polícia, é tirar a autoridade que, apesar de tudo, ela ainda tem e precisa ter, como detentora do monopólio do uso da força, em nome do Estado. Foi exatamente isso que fez ontem um grupo de banhistas do Posto Nove, na Praia de Ipanema.
Ontem os libertários desafiaram a polícia. Por pouco não lincharam policiais do 23o BPM (Leblon) que tentavam abordar um suspeito de usar maconha em plena praia. O usuário da erva escapou, mas cinco pessoas acabaram detidas por desacato à autoridade e lesão corporal. Há jovens de classe média, bem nascidos, entre eles. Os policiais receberam uma chuva de garrafas de água e cocos e até mesmo foram cercados pelos banhistas. Um carro da PM ficou danificado. Um absurdo.
Acho admirável tremular a bandeira da liberdade no Posto Nove. Mas a minha liberdade termina quando começa o direito do vizinho. O que os troglodistas da maconha precisam entender é que as pessoas que não usam drogas não são obrigadas a dividir a areia com quem usa. Eu mesmo considero o cheiro de maconha insuportável, pior do que o de cachimbo. E não me venham dizer que os incomodados que se mudem porque estamos falando de um espaço público, que, apesar de estar tão avacalhado no Brasil e sobretudo no Rio, é de todos e deve ser regido pelas leis e regras de comportamento em sociedade.
Como se sabe, as drogas não são liberadas no Brasil. Deve ser chato para um usário ter que conviver com essa proibição, mas é a vida. Os usuários têm todo direito de lutar por essa mudança na legislação, mas não de tentar promover desobediência civil. Houve avanços no tratamento do usuário, mas isso não significa que eles possam usar abertamente o entorpecente. É mais correto e seguro fumarem seu baseado em casa, assistindo ao seriado "Weeds" - protagonizado por aquela aparentemente inofensiva traficante de maconha, bonita e simpática e mãe de família. Se os policiais agiram com truculência sem dúvida alguma devem ser denunciados a seus superiores. O que não pode é meia dúzia de defensores da legalização das drogas enfrentarem os representantes da lei. Apesar de toda desmoralização que a polícia vive hoje no Estado do Rio, ruim com ela, pior sem ela. Afinal por quem um usuário de drogas gostaria de ser salvo se estivesse a caminho do forno de microondas numa favela, levado para acertar contas, nos dois sentidos? Se a polícia não der um choque de ordem no Posto Nove, daqui a pouco vai ter uma "estica" do Cantagalo na praia, com marketing de caipirinha grátis para quem comprar mais de um quilo da erva. E em vez de proibida, a droga será obrigatória por ali e todos os banhistas na área passarão a ser fumantes passivos de maconha. Com todo respeito aos usuários de maconha, eu quero ter o direito de ir ao Posto Nove e não sentir a brisa pesada. Prefiro o ar puro que vem do mar.



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Tem leitor que fica chateado quando critico a polícia no meu blog, Repórter de Crime. Mas não vejo críticas como algo negativo. Salvo exceções, críticas significam sempre que alguém está preocupado com você. Pior do que se criticar a polícia, é tirar a autoridade que, apesar de tudo, ela ainda tem e precisa ter, como detentora do monopólio do uso da força, em nome do Estado. Foi exatamente isso que fez ontem um grupo de banhistas do Posto Nove, na Praia de Ipanema.
Ontem os libertários desafiaram a polícia. Por pouco não lincharam policiais do 23o BPM (Leblon) que tentavam abordar um suspeito de usar maconha em plena praia. O usuário da erva escapou, mas cinco pessoas acabaram detidas por desacato à autoridade e lesão corporal. Há jovens de classe média, bem nascidos, entre eles. Os policiais receberam uma chuva de garrafas de água e cocos e até mesmo foram cercados pelos banhistas. Um carro da PM ficou danificado. Um absurdo.
Acho admirável tremular a bandeira da liberdade no Posto Nove. Mas a minha liberdade termina quando começa o direito do vizinho. O que os troglodistas da maconha precisam entender é que as pessoas que não usam drogas não são obrigadas a dividir a areia com quem usa. Eu mesmo considero o cheiro de maconha insuportável, pior do que o de cachimbo. E não me venham dizer que os incomodados que se mudem porque estamos falando de um espaço público, que, apesar de estar tão avacalhado no Brasil e sobretudo no Rio, é de todos e deve ser regido pelas leis e regras de comportamento em sociedade.
Como se sabe, as drogas não são liberadas no Brasil. Deve ser chato para um usário ter que conviver com essa proibição, mas é a vida. Os usuários têm todo direito de lutar por essa mudança na legislação, mas não de tentar promover desobediência civil. Houve avanços no tratamento do usuário, mas isso não significa que eles possam usar abertamente o entorpecente. É mais correto e seguro fumarem seu baseado em casa, assistindo ao seriado "Weeds" - protagonizado por aquela aparentemente inofensiva traficante de maconha, bonita e simpática e mãe de família. Se os policiais agiram com truculência sem dúvida alguma devem ser denunciados a seus superiores. O que não pode é meia dúzia de defensores da legalização das drogas enfrentarem os representantes da lei. Apesar de toda desmoralização que a polícia vive hoje no Estado do Rio, ruim com ela, pior sem ela. Afinal por quem um usuário de drogas gostaria de ser salvo se estivesse a caminho do forno de microondas numa favela, levado para acertar contas, nos dois sentidos? Se a polícia não der um choque de ordem no Posto Nove, daqui a pouco vai ter uma "estica" do Cantagalo na praia, com marketing de caipirinha grátis para quem comprar mais de um quilo da erva. E em vez de proibida, a droga será obrigatória por ali e todos os banhistas na área passarão a ser fumantes passivos de maconha. Com todo respeito aos usuários de maconha, eu quero ter o direito de ir ao Posto Nove e não sentir a brisa pesada. Prefiro o ar puro que vem do mar.



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Tem leitor que fica chateado quando critico a polícia no meu blog, Repórter de Crime. Mas não vejo críticas como algo negativo. Salvo exceções, críticas significam sempre que alguém está preocupado com você. Pior do que se criticar a polícia, é tirar a autoridade que, apesar de tudo, ela ainda tem e precisa ter, como detentora do monopólio do uso da força, em nome do Estado. Foi exatamente isso que fez ontem um grupo de banhistas do Posto Nove, na Praia de Ipanema.
Ontem os libertários desafiaram a polícia. Por pouco não lincharam policiais do 23o BPM (Leblon) que tentavam abordar um suspeito de usar maconha em plena praia. O usuário da erva escapou, mas cinco pessoas acabaram detidas por desacato à autoridade e lesão corporal. Há jovens de classe média, bem nascidos, entre eles. Os policiais receberam uma chuva de garrafas de água e cocos e até mesmo foram cercados pelos banhistas. Um carro da PM ficou danificado. Um absurdo.
Acho admirável tremular a bandeira da liberdade no Posto Nove. Mas a minha liberdade termina quando começa o direito do vizinho. O que os troglodistas da maconha precisam entender é que as pessoas que não usam drogas não são obrigadas a dividir a areia com quem usa. Eu mesmo considero o cheiro de maconha insuportável, pior do que o de cachimbo. E não me venham dizer que os incomodados que se mudem porque estamos falando de um espaço público, que, apesar de estar tão avacalhado no Brasil e sobretudo no Rio, é de todos e deve ser regido pelas leis e regras de comportamento em sociedade.
Como se sabe, as drogas não são liberadas no Brasil. Deve ser chato para um usário ter que conviver com essa proibição, mas é a vida. Os usuários têm todo direito de lutar por essa mudança na legislação, mas não de tentar promover desobediência civil. Houve avanços no tratamento do usuário, mas isso não significa que eles possam usar abertamente o entorpecente. É mais correto e seguro fumarem seu baseado em casa, assistindo ao seriado "Weeds" - protagonizado por aquela aparentemente inofensiva traficante de maconha, bonita e simpática e mãe de família. Se os policiais agiram com truculência sem dúvida alguma devem ser denunciados a seus superiores. O que não pode é meia dúzia de defensores da legalização das drogas enfrentarem os representantes da lei. Apesar de toda desmoralização que a polícia vive hoje no Estado do Rio, ruim com ela, pior sem ela. Afinal por quem um usuário de drogas gostaria de ser salvo se estivesse a caminho do forno de microondas numa favela, levado para acertar contas, nos dois sentidos? Se a polícia não der um choque de ordem no Posto Nove, daqui a pouco vai ter uma "estica" do Cantagalo na praia, com marketing de caipirinha grátis para quem comprar mais de um quilo da erva. E em vez de proibida, a droga será obrigatória por ali e todos os banhistas na área passarão a ser fumantes passivos de maconha. Com todo respeito aos usuários de maconha, eu quero ter o direito de ir ao Posto Nove e não sentir a brisa pesada. Prefiro o ar puro que vem do mar.



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Tem leitor que fica chateado quando critico a polícia no meu blog, Repórter de Crime. Mas não vejo críticas como algo negativo. Salvo exceções, críticas significam sempre que alguém está preocupado com você. Pior do que se criticar a polícia, é tirar a autoridade que, apesar de tudo, ela ainda tem e precisa ter, como detentora do monopólio do uso da força, em nome do Estado. Foi exatamente isso que fez ontem um grupo de banhistas do Posto Nove, na Praia de Ipanema.
Ontem os libertários desafiaram a polícia. Por pouco não lincharam policiais do 23o BPM (Leblon) que tentavam abordar um suspeito de usar maconha em plena praia. O usuário da erva escapou, mas cinco pessoas acabaram detidas por desacato à autoridade e lesão corporal. Há jovens de classe média, bem nascidos, entre eles. Os policiais receberam uma chuva de garrafas de água e cocos e até mesmo foram cercados pelos banhistas. Um carro da PM ficou danificado. Um absurdo.
Acho admirável tremular a bandeira da liberdade no Posto Nove. Mas a minha liberdade termina quando começa o direito do vizinho. O que os troglodistas da maconha precisam entender é que as pessoas que não usam drogas não são obrigadas a dividir a areia com quem usa. Eu mesmo considero o cheiro de maconha insuportável, pior do que o de cachimbo. E não me venham dizer que os incomodados que se mudem porque estamos falando de um espaço público, que, apesar de estar tão avacalhado no Brasil e sobretudo no Rio, é de todos e deve ser regido pelas leis e regras de comportamento em sociedade.
Como se sabe, as drogas não são liberadas no Brasil. Deve ser chato para um usário ter que conviver com essa proibição, mas é a vida. Os usuários têm todo direito de lutar por essa mudança na legislação, mas não de tentar promover desobediência civil. Houve avanços no tratamento do usuário, mas isso não significa que eles possam usar abertamente o entorpecente. É mais correto e seguro fumarem seu baseado em casa, assistindo ao seriado "Weeds" - protagonizado por aquela aparentemente inofensiva traficante de maconha, bonita e simpática e mãe de família. Se os policiais agiram com truculência sem dúvida alguma devem ser denunciados a seus superiores. O que não pode é meia dúzia de defensores da legalização das drogas enfrentarem os representantes da lei. Apesar de toda desmoralização que a polícia vive hoje no Estado do Rio, ruim com ela, pior sem ela. Afinal por quem um usuário de drogas gostaria de ser salvo se estivesse a caminho do forno de microondas numa favela, levado para acertar contas, nos dois sentidos? Se a polícia não der um choque de ordem no Posto Nove, daqui a pouco vai ter uma "estica" do Cantagalo na praia, com marketing de caipirinha grátis para quem comprar mais de um quilo da erva. E em vez de proibida, a droga será obrigatória por ali e todos os banhistas na área passarão a ser fumantes passivos de maconha. Com todo respeito aos usuários de maconha, eu quero ter o direito de ir ao Posto Nove e não sentir a brisa pesada. Prefiro o ar puro que vem do mar.



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Tem leitor que fica chateado quando critico a polícia no meu blog, Repórter de Crime. Mas não vejo críticas como algo negativo. Salvo exceções, críticas significam sempre que alguém está preocupado com você. Pior do que se criticar a polícia, é tirar a autoridade que, apesar de tudo, ela ainda tem e precisa ter, como detentora do monopólio do uso da força, em nome do Estado. Foi exatamente isso que fez ontem um grupo de banhistas do Posto Nove, na Praia de Ipanema.
Ontem os libertários desafiaram a polícia. Por pouco não lincharam policiais do 23o BPM (Leblon) que tentavam abordar um suspeito de usar maconha em plena praia. O usuário da erva escapou, mas cinco pessoas acabaram detidas por desacato à autoridade e lesão corporal. Há jovens de classe média, bem nascidos, entre eles. Os policiais receberam uma chuva de garrafas de água e cocos e até mesmo foram cercados pelos banhistas. Um carro da PM ficou danificado. Um absurdo.
Acho admirável tremular a bandeira da liberdade no Posto Nove. Mas a minha liberdade termina quando começa o direito do vizinho. O que os troglodistas da maconha precisam entender é que as pessoas que não usam drogas não são obrigadas a dividir a areia com quem usa. Eu mesmo considero o cheiro de maconha insuportável, pior do que o de cachimbo. E não me venham dizer que os incomodados que se mudem porque estamos falando de um espaço público, que, apesar de estar tão avacalhado no Brasil e sobretudo no Rio, é de todos e deve ser regido pelas leis e regras de comportamento em sociedade.
Como se sabe, as drogas não são liberadas no Brasil. Deve ser chato para um usário ter que conviver com essa proibição, mas é a vida. Os usuários têm todo direito de lutar por essa mudança na legislação, mas não de tentar promover desobediência civil. Houve avanços no tratamento do usuário, mas isso não significa que eles possam usar abertamente o entorpecente. É mais correto e seguro fumarem seu baseado em casa, assistindo ao seriado "Weeds" - protagonizado por aquela aparentemente inofensiva traficante de maconha, bonita e simpática e mãe de família. Se os policiais agiram com truculência sem dúvida alguma devem ser denunciados a seus superiores. O que não pode é meia dúzia de defensores da legalização das drogas enfrentarem os representantes da lei. Apesar de toda desmoralização que a polícia vive hoje no Estado do Rio, ruim com ela, pior sem ela. Afinal por quem um usuário de drogas gostaria de ser salvo se estivesse a caminho do forno de microondas numa favela, levado para acertar contas, nos dois sentidos? Se a polícia não der um choque de ordem no Posto Nove, daqui a pouco vai ter uma "estica" do Cantagalo na praia, com marketing de caipirinha grátis para quem comprar mais de um quilo da erva. E em vez de proibida, a droga será obrigatória por ali e todos os banhistas na área passarão a ser fumantes passivos de maconha. Com todo respeito aos usuários de maconha, eu quero ter o direito de ir ao Posto Nove e não sentir a brisa pesada. Prefiro o ar puro que vem do mar.



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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:17  comentar

Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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Carmen Miranda, se viva fosse, completaria 100 anos na próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Como a área de atuação do BOLA DE MEIA é o futebol, apresento agora a paixão da 'Pequena Notável' pelo Flamengo. Quem colaborou para esse post foi ninguém menos que Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, autor das biografias de Garrincha, Nelson Rodrigues e dela, a mulher que chegou a ser a mais bem paga dos Estados Unidos.
Com vocês, Ruy Castro:
"Carmen Miranda era Flamengo, sabia? Apesar de nascida em Portugal -- veio para o Brasil com 10 meses de idade, em dezembro de 1909 -- e criada em meio à enorme colônia portuguesa do Rio, tornou-se rubro-negra aos 16 anos, quando começou a namorar Mario Cunha, remador do Flamengo e filho de um dos fundadores do clube. Nos sete anos em que durou esse namoro, até 1932, Carmen teve a chance de torcer pelo Flamengo em inúmeras provas de remo e de outros esportes.
Carmen era a única ovelha rubro-negra em sua família, toda formada por vascaínos: o irmão Mocotó, que era remador do Vasco e da seleção brasileira, a irmã Aurora, o cunhado Gabriel e os sobrinhos.
Em janeiro de 1955, no Rio, Carmen foi levada por eles ao Maracanã para assistir à decisão do campeonato carioca de 1954, entre Flamengo x Vasco. O Flamengo venceu por 2x1 e foi bicampeão. Carmen vibrou tanto nas cadeiras especiais que foi chamada à atenção por seu cunhado. Mas respondeu: "Ih, meu filho, Flamengo, Carnaval, samba, é tudo a mesma coisa!".
Em agosto daquele ano, quando Carmen morreu em Los Angeles, o presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso, emitiu nota oficial lamentando a morte da 'grande rubro-negra'."
Ruy Castro trabalhou cinco anos na biografia de Carmen, produzindo uma obra admirável. Ruy fez um pedido ao BOLA DE MEIA: "Valeu, Bernardo? Que tal pegar uma foto bonita de Carmen e colori-la de vermelho e preto?". A arte ficou por conta de BRUNO SÉRGIO, craque da criação aqui do site do Globo. Agora, os rubro-negros podem incluir Carmen Miranda na lista dos famosos torcedores. Talvez a mais ilustre.


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NOVA YORK - O MySpace identificou e bloqueou o acesso de cerca de 90 mil pessoas acusadas de delitos sexuais nos últimos dois anos, informaram os administradores da rede social a um grupo de trabalho que investiga o tema. O MySpace, propriedade da divisão digital da Fox Interactive Media, da News Corp, revelou os números após receber uma intimação.
A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
Segundo os administradores do site, a base de dados permitiu que 90 mil usuários fossem identificados como criminosos sexuais, por terem sido condenadas pela Justiça.


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NOVA YORK - O MySpace identificou e bloqueou o acesso de cerca de 90 mil pessoas acusadas de delitos sexuais nos últimos dois anos, informaram os administradores da rede social a um grupo de trabalho que investiga o tema. O MySpace, propriedade da divisão digital da Fox Interactive Media, da News Corp, revelou os números após receber uma intimação.
A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
Segundo os administradores do site, a base de dados permitiu que 90 mil usuários fossem identificados como criminosos sexuais, por terem sido condenadas pela Justiça.


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NOVA YORK - O MySpace identificou e bloqueou o acesso de cerca de 90 mil pessoas acusadas de delitos sexuais nos últimos dois anos, informaram os administradores da rede social a um grupo de trabalho que investiga o tema. O MySpace, propriedade da divisão digital da Fox Interactive Media, da News Corp, revelou os números após receber uma intimação.
A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
Segundo os administradores do site, a base de dados permitiu que 90 mil usuários fossem identificados como criminosos sexuais, por terem sido condenadas pela Justiça.


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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
Segundo os administradores do site, a base de dados permitiu que 90 mil usuários fossem identificados como criminosos sexuais, por terem sido condenadas pela Justiça.


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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
Segundo os administradores do site, a base de dados permitiu que 90 mil usuários fossem identificados como criminosos sexuais, por terem sido condenadas pela Justiça.


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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
Segundo os administradores do site, a base de dados permitiu que 90 mil usuários fossem identificados como criminosos sexuais, por terem sido condenadas pela Justiça.


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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
Segundo os administradores do site, a base de dados permitiu que 90 mil usuários fossem identificados como criminosos sexuais, por terem sido condenadas pela Justiça.


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A assustadora cifra é mais que o dobro do que o MySpace havia reconhecido anteriormente, de acordo com Richard Blumenthal, vice-presidente do grupo formado por fiscais que investigam o uso que delinquentes sexuais fazem da internet.
"Essa impressionante revelação, que recebemos graças a nossa intimação, nos dá uma prova convincente de que as redes sociais seguem infestadas de pedófilos", declarou Blumenthal em um comunicado. O grupo de estudo espera uma resposta a citação semelhante enviada ao Facebook.
O diretor de privacidade do Facebook, Chris Kelly, disse em comunicado que está trabalhando em conjunto com Blumenthal, mas que o site ainda não conseguiu descobrir "nenhum caso de um pedófilo que tenha se encontrado com um menor através do Facebook".
"Diferente do MySpace e de outras redes sociais, o Facebook sempre teve uma cultura de se adotar o nome real e desenvolveu regras de verificação social e de privacidade que permitem a interação em um ambiente mais seguro e confiável", continua o comunicado.
Há dois anos, o MySpace contratou os serviços da empresa Sentinel Safe Tech Holdings para verificar antecedentes e criar uma base de dados nacional de pedófilos, após surgirem relatos de que alguns adolescentes haviam sido sequestrados.
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BRASÍLIA - O arquiteto Oscar Niemeyer defendeu nesta quarta-feira a Praça da Soberania, polêmico projeto que foi criticado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que divulgou nota na segunda-feira afirmando que a praça fere o tombamento da cidade , e é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) . Desgostoso com o rumo que o debate tomou, com críticas constantes nos jornais, Niemeyer rebateu o argumento de que Brasília não pode ser modificada.
- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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BRASÍLIA - O arquiteto Oscar Niemeyer defendeu nesta quarta-feira a Praça da Soberania, polêmico projeto que foi criticado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que divulgou nota na segunda-feira afirmando que a praça fere o tombamento da cidade , e é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) . Desgostoso com o rumo que o debate tomou, com críticas constantes nos jornais, Niemeyer rebateu o argumento de que Brasília não pode ser modificada.
- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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BRASÍLIA - O arquiteto Oscar Niemeyer defendeu nesta quarta-feira a Praça da Soberania, polêmico projeto que foi criticado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que divulgou nota na segunda-feira afirmando que a praça fere o tombamento da cidade , e é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) . Desgostoso com o rumo que o debate tomou, com críticas constantes nos jornais, Niemeyer rebateu o argumento de que Brasília não pode ser modificada.
- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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BRASÍLIA - O arquiteto Oscar Niemeyer defendeu nesta quarta-feira a Praça da Soberania, polêmico projeto que foi criticado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que divulgou nota na segunda-feira afirmando que a praça fere o tombamento da cidade , e é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) . Desgostoso com o rumo que o debate tomou, com críticas constantes nos jornais, Niemeyer rebateu o argumento de que Brasília não pode ser modificada.
- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
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- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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BRASÍLIA - O arquiteto Oscar Niemeyer defendeu nesta quarta-feira a Praça da Soberania, polêmico projeto que foi criticado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que divulgou nota na segunda-feira afirmando que a praça fere o tombamento da cidade , e é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) . Desgostoso com o rumo que o debate tomou, com críticas constantes nos jornais, Niemeyer rebateu o argumento de que Brasília não pode ser modificada.
- Não há razão para uma cidade não poder ser modificada. Isso aconteceu no mundo inteiro. Na França, a planta preliminar de Paris foi mudada. Em Nova York apareceram os arranha-céus e a cidade antiga horizontal perdeu a importância que tinha. Interferir numa cidade vai acontecer sempre. No Brasil mesmo, se o Rio estivesse tombado, o Pereira Passos não teria feito essa avenida fantástica que corta a cidade de lado a lado. Uma cidade tem que ser modificada. Vai sempre aparecer uma coisa diferente que é obrigatório aceitar - afirmou o arquiteto, em entrevista à TV Brasil.
A praça inclui um um memorial dos presidentes brasileiros, estacionamento para 3 mil carros e um obelisco de cerca de 100 metros de altura no canteiro central do Eixo Monumental de Brasília, entre a rodoviária e o Congresso Nacional.
Niemeyer disse que o projeto vai ficar na prancheta pronto para ser utilizado quando um dia surgir um governador que "concorde com os pontos de vista que estou defendendo".
- Por que continuar nesse clima de ódio e discussão que não leva a nada? Principalmente nós que queremos cidades tranquilas, com pessoas se entendendo, procurando ajudar o outro - disse.
O arquiteto também se disse incomodado com a situação das cidades satélites de Brasília. Ele considera que há um contraste entre os que vivem nestas regiões e no Plano Piloto.
- Enquanto uns estão abandonados, os do Plano Piloto têm vida boa. Esse contraste me incomoda muito. Quem vai a Brasília e depois vai às cidades satélites fica com a impressão de que é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Foi isso que me motivou a criar a praça. Minha idéia foi lutar para não parecer que Brasília é uma cidade dividida entre pobres e ricos. Tenho certeza de que JK nunca gostaria de ver uma cidade neste sentido. Ele pensava que Brasília seria um exemplo de cidade justa para todos.

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O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura da raiva humana com um rapaz pernambucano de 15 anos. O jovem foi mordido por um morcego hematófago - que se alimenta de sangue - na cidade de Floresta, no interior do Estado. Este é o terceiro caso de cura da doença registrado no mundo.
A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura da raiva humana com um rapaz pernambucano de 15 anos. O jovem foi mordido por um morcego hematófago - que se alimenta de sangue - na cidade de Floresta, no interior do Estado. Este é o terceiro caso de cura da doença registrado no mundo.
A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura da raiva humana com um rapaz pernambucano de 15 anos. O jovem foi mordido por um morcego hematófago - que se alimenta de sangue - na cidade de Floresta, no interior do Estado. Este é o terceiro caso de cura da doença registrado no mundo.
A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura da raiva humana com um rapaz pernambucano de 15 anos. O jovem foi mordido por um morcego hematófago - que se alimenta de sangue - na cidade de Floresta, no interior do Estado. Este é o terceiro caso de cura da doença registrado no mundo.
A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura da raiva humana com um rapaz pernambucano de 15 anos. O jovem foi mordido por um morcego hematófago - que se alimenta de sangue - na cidade de Floresta, no interior do Estado. Este é o terceiro caso de cura da doença registrado no mundo.
A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura da raiva humana com um rapaz pernambucano de 15 anos. O jovem foi mordido por um morcego hematófago - que se alimenta de sangue - na cidade de Floresta, no interior do Estado. Este é o terceiro caso de cura da doença registrado no mundo.
A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura da raiva humana com um rapaz pernambucano de 15 anos. O jovem foi mordido por um morcego hematófago - que se alimenta de sangue - na cidade de Floresta, no interior do Estado. Este é o terceiro caso de cura da doença registrado no mundo.
A doença, contraída geralmente por pessoas que tiveram contato com animais mamíferos infectados, como cães, gatos, morcegos ou macacos, era considerada 100% letal até 2004, quando médicos americanos desenvolveram um tratamento baseado em anti-virais, sedativos e anestésicos injetáveis. Eles conseguiram curar uma paciente na cidade de Milwaukee, que deu nome ao método de combate ao vírus.
Segundo o médico Gustavo Trindade, responsável pelo caso tratado em Pernambuco, o protocolo Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira e aplicado no adolescente infectado. "Fizemos um protocolo adaptado à realidade brasileira em relação às condições do hospital público onde estamos tratando ele. Aplicando este protocolo, conseguimos fazer com que o quadro clínico dele se estabilizasse e provar a cura da infecção raiva através de exames laboratoriais, comprovando a eliminação completa do vírus de seu organismo", explicou.
O médico comentou ainda que, como a doença era considerada incurável até 2004, o tratamento visava apenas trazer uma morte com menos sofrimento ao infectado. "O tratamento convencional da raiva humana sempre foi para dar suporte, - medicamentos sintomáticos, sedação - para garantir ao paciente uma morte digna. Como a doença era considerada 100% letal, então o tratamento era para morrerem dignamente."
O paciente pernambucano curado, ainda se encontra em estado grave e, segundo Trindade, não há como saber o que pode ocorrer a partir de agora. "No caso dos Estados Unidos, a paciente ficou 100% curada. Em todos os outros, os pacientes faleceram. O que a gente conseguiu foi provar que dentro de um hospital público do Nordeste do Brasil, com todas as limitações que temos, conseguimos mostrar que a gente pode conseguir curar pacientes de raiva. Entretanto, a reversibilidade do quadro neurológico, só o futuro vai dizer".
Durante o tratamento, que teve início no dia 13 de outubro, o doutor Trindade manteve contato diário com o idealizador do protocolo de Milwaukee, o Ministério da Saúde e Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta. Ele espera que o caso brasileiro sirva para aperfeiçoar o tratamento da raiva no mundo.
O médico responsável pelo grupo técnico da raiva do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, disse que o tratamento e prevenção da raiva tem um alto custo para o governo federal e que, nos últimos cinco anos, mais de 100 brasileiros morreram com o vírus. O país, no entanto, vem se aproximando do controle da doença.
"Cerca de 35 milhões de cães são vacinados anualmente e cerca de 270 mil pessoas procuram assistência e recebem pelo menos uma dose de vacina anti-rábica humana. Na década de 1980, a média era de 40 a 50 casos por ano. Em 1990, aumentou pra 70 casos. Agora reduziu e este ano tivemos apenas dois casos", afirmou Wada.
Ele explica que a primeira medida a ser tomada no caso de mordida por animal capaz de transmitir a raiva é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, pois o procedimento mata o vírus. Depois, deve-se procurar o posto de saúde para que sejam tomadas as providências necessárias.


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RIO - Subiu para 12 o número de pessoas que foram mortas na operação que a Polícia Civil realizou na manhã desta quarta-feira nas favelas da Coréia, Rebu e Vila Aliança, em Senador Camará, na Zona Oeste da cidade, segundo secretaria estadual de Saúde. O objetivo da operação era prender traficantes. Quatro pessoas foram presas e pelo menos uma pessoa ficou ferida na ação, que envolveu cerca de 300 policiais, teve início às 6h e foi concluída no início da tarde.
De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
A polícia realizou buscas em lojas e nas casas de moradores. As aulas foram interrompidas em dez escolas e quatro creches municipais. Parte do comércio também esteve fechada.


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RIO - Subiu para 12 o número de pessoas que foram mortas na operação que a Polícia Civil realizou na manhã desta quarta-feira nas favelas da Coréia, Rebu e Vila Aliança, em Senador Camará, na Zona Oeste da cidade, segundo secretaria estadual de Saúde. O objetivo da operação era prender traficantes. Quatro pessoas foram presas e pelo menos uma pessoa ficou ferida na ação, que envolveu cerca de 300 policiais, teve início às 6h e foi concluída no início da tarde.
De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
A polícia realizou buscas em lojas e nas casas de moradores. As aulas foram interrompidas em dez escolas e quatro creches municipais. Parte do comércio também esteve fechada.


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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
A polícia realizou buscas em lojas e nas casas de moradores. As aulas foram interrompidas em dez escolas e quatro creches municipais. Parte do comércio também esteve fechada.


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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
A polícia realizou buscas em lojas e nas casas de moradores. As aulas foram interrompidas em dez escolas e quatro creches municipais. Parte do comércio também esteve fechada.


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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
A polícia realizou buscas em lojas e nas casas de moradores. As aulas foram interrompidas em dez escolas e quatro creches municipais. Parte do comércio também esteve fechada.


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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
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De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
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RIO - Subiu para 12 o número de pessoas que foram mortas na operação que a Polícia Civil realizou na manhã desta quarta-feira nas favelas da Coréia, Rebu e Vila Aliança, em Senador Camará, na Zona Oeste da cidade, segundo secretaria estadual de Saúde. O objetivo da operação era prender traficantes. Quatro pessoas foram presas e pelo menos uma pessoa ficou ferida na ação, que envolveu cerca de 300 policiais, teve início às 6h e foi concluída no início da tarde.
De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
A polícia realizou buscas em lojas e nas casas de moradores. As aulas foram interrompidas em dez escolas e quatro creches municipais. Parte do comércio também esteve fechada.


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RIO - Subiu para 12 o número de pessoas que foram mortas na operação que a Polícia Civil realizou na manhã desta quarta-feira nas favelas da Coréia, Rebu e Vila Aliança, em Senador Camará, na Zona Oeste da cidade, segundo secretaria estadual de Saúde. O objetivo da operação era prender traficantes. Quatro pessoas foram presas e pelo menos uma pessoa ficou ferida na ação, que envolveu cerca de 300 policiais, teve início às 6h e foi concluída no início da tarde.
De acordo com balanço divulgado pelo Hospital Albert Schweitzer, 12 corpos vindos das três favelas chegaram na unidade no início da tarde desta quarta-feira. Ainda de acordo com o balanço do hospital, apenas dois tinham documentos: Diego Matos Brás, de 15 anos, e Rogério da Costa Vieira, de 37 anos. De acordo com o comandante do 14º BPM (Bangu), além dos seis traficantes atingidos em trocas de tiros com a polícia civil, na Favela da Coréia, também foram mortos outros bandidos, na Favela do Rebu, por policiais militares.
Além dos mortos, uma mulher, que também ficou ferida durante a operação. Ela foi atendida no hospital. Ana Maria Souza, de 43 anos, levou um tiro no glúteo. Segundo o hospital ela foi vítima de uma bala perdida. Segundo a secretaria de Saúde, Ana Maria está lúcida e não corre risco de morte.
Os policiais civis encontraram a casa do chefe do tráfico da Favela da Coréia, em Senador Camará. No local, havia remédios para o tratamento de Aids. Segundo os policiais, o bandido teria ido ao posto de saúde da região para tentar descobrir de quem contraiu o vírus. Os presos também foram encontrados enquanto buscavam atendimento médico. Na rua que dá acesso à casa do traficante, há um parque infantil que impedia a passagem de veículos. Os brinquedos, como gangorras, balanços e escorregas, foram removidos pela polícia.

A operação foi comandada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) com o apoio da 34ª Delegacia de Bangu e contou com dois helicópteros e dois carros blindados.
A polícia realizou buscas em lojas e nas casas de moradores. As aulas foram interrompidas em dez escolas e quatro creches municipais. Parte do comércio também esteve fechada.


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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:13  comentar

1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:13  comentar

1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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1. Como denunciar anonimamente um caso de abuso sexual na vizinhança?
Existem vários Disque-denúncias divulgados pelo país. Procure saber se existe um à disposição em sua cidade ou Estado. Alguns números podem ser encontrados no site do CEDECA.

2. Como identificar o abuso sexual?
Existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual, são sinais que precisam ser investigados mais profundamente, mas que isolados não determinam que esteja ocorrendo a violência sexual. Podemos subdividi-los em físicos, sexuais ou comportamentais. São alguns indicadores físicos: dilatação do hímen, sangramento, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, infecções e dores na região genital e abdominal.
Sexuais: masturbação excessiva, conhecimento sexual que não condiz com a fase de desenvolvimento em que a criança/adolescente se encontra, comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual.
Comportamentais: isolamento, depressão, pensamentos e tendências suicidas, queda no rendimento escolar, fuga de casa, agressividade ou apatia extremas, medo, choro constante sem causa aparente, distúrbios do sono, distúrbios da alimentação, auto-agressão, preocupação exagerada com a limpeza corporal, aparência desleixada, entre outros. É importante estar muito atento às mudanças de comportamento ou humor, pois, na maioria das vezes, as crianças/adolescentes nos falam da violência sofrida através de comportamentos como os citados acima e não diretamente através de palavras. Por isso, ao notar algum desses comportamentos, tentar conversar de maneira tranqüila e acolhedora, estabelecendo um diálogo e um clima harmônico que propicie a fala da criança caso realmente esteja acontecendo um abuso sexual.

3. O que é violência sexual contra crianças e/ou adolescentes?
Existem várias definições para a violência sexual. Iremos destacar aqui os pontos fundamentais e comuns entre os conceitos mais utilizados na bibliografia sobre o tema. A violência sexual pressupõe uma relação entre um adulto e uma criança/adolescente que visa a gratificação sexual do adulto. Neste tipo de relação, o adulto utiliza seu poder para manter a criança/adolescente em silêncio. O objetivo é a satisfação sexual do adulto. Vale lembrar que o abuso sexual não se configura apenas com a relação sexual propriamente dita, ele vai desde carícias, manipulação da genitália, palavras obscenas, exposição indevida da imagem da criança/adolescente, exposição dos órgãos genitais, sexo oral, anal ou genital. Deve ficar claro que a violência sexual pode vir, ou não, acompanhada de violência física. É considerada uma violência porque parte-se do princípio de que uma criança ou adolescente ainda não tem maturidade bio-psico-sexual para consentir este tipo de atividade sexual. Não é a toa que o Código Penal Brasileiro considera crime sexual toda e qualquer relação de caráter sexual com pessoas menores de 14 anos.

4. Por que é importante falar sobre o abuso sexual sofrido?
Um dos aspectos mais difíceis de se lidar em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes é o pacto de silêncio que se forma em torno do acontecimento. A criança se cala porque tem medo; medo de não ser acreditada, das ameaças contra ela e sua família, de ser culpada pelo abuso. O silêncio da criança é a maior arma que o agressor tem para garantir a continuidade do ato abusivo e a sua não responsabilização pelo ocorrido. Contar a alguém de confiança o que está acontecendo é a única maneira que a criança/adolescente tem para que realmente se rompa o ciclo da violência, uma vez que essa pessoa pode dar conhecimento do fato aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, além de poder encaminhar a vítima para um acompanhamento psicológico, já que a maioria delas precisa de algum tipo de apoio especializado. É importante salientar que o rompimento do pacto de silêncio proporciona um ganho imensurável na história de vida da criança, além da quebra da impunidade tão pretendida por todos os participantes da rede de proteção à infância.

5. Qual a diferença entre abuso e exploração sexual?
Ambos na verdade se caracterizam como violência sexual. A diferença está no fato de que na exploração sexual, há uma utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e lucrativos. Quase sempre existe a participação de um aliciador (a), pessoa que lucra intermediando a relação entre a criança/adolescente e o usuário ou cliente. É caracterizada também pela produção de materiais pornográficos (vídeos, fotografias, filmes, sites da internet). Daí dizermos criança e/ou adolescente explorada, nunca prostituída, porque ela é vítima de um sistema de exploração comercial da sua sexualidade. A exploração sexual é muito freqüente em cidades turísticas, portuárias e de entroncamentos rodoviários, além de áreas de garimpos. Estão envolvidos na exploração sexual, os usuários (clientes), aliciadores e uma rede composta de pessoas que obtêm lucros secundários com esse “comércio”, como: motoristas de táxi, caminhoneiros, donos de hotéis e boates, familiares, entre outros. Justamente por haver tantas pessoas envolvidas, torna-se difícil combater essa prática. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8069/90, prevê no seu art. 244-A uma pena de quatro a dez anos de reclusão e multa para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual. O abuso sexual é a prática de atos sexuais com crianças ou adolescentes mediante violência ou grave ameaça. O abuso pode ser caracterizado através dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. Ambos são considerados pela lei como hediondos e têm as penas de seis a dez anos de reclusão.

6. Qual a diferença entre estupro e o atentado violento ao pudor?
O estupro é crime especial, uma vez que o agressor só pode ser homem e a vítima, mulher. Estuprar é constranger mulher à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça. Conjunção carnal, no caso, deve ser entendida como uma relação sexual vaginal. No atentado violento ao pudor, sendo um crime, comum, qualquer gênero pode figurar tanto como agressor como vítima. Qualquer ato sexual diverso da conjunção carnal, praticado mediante violência ou grave ameaça, é considerado atentado violento ao pudor.

7. Quem é o agressor sexual?
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, o abusador sexual raramente é um estranho. Na maioria das vezes é alguém muito próximo da criança/adolescente, pessoas do seu convívio e com quem mantém uma relação de confiança, afeto e respeito. São geralmente pessoas do sexo masculino. Pode ser o pai, padrasto, tio, primo, avô, parentes, vizinhos, professores e também desconhecidos. Quanto mais próximo o vínculo, mais difícil é para a criança revelar o abuso sexual e mais devastador do ponto de vista psico-emocional. O fato de ter a autoridade legitimada por ser adulto, de ter a confiança da criança, ser mais forte confere ao abusador um poder que é utilizado para consumação do abuso.

8. Sedução é crime?
O crime de sedução está previsto no art. 217 do Código Penal e consiste em seduzir mulher virgem, entre 14 e 18 anos, e ter com ela conjunção carnal aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança. É um crime que teve sua razão de ser 62 anos atrás, época da edição do atual Código Penal. De lá para cá a sociedade passou por várias transformações culturais e, particularmente, nas questões referentes aos costumes sexuais. Daí porque hoje o crime de sedução não possui a eficácia social necessária para ser aplicado, devendo inclusive ser retirado quando da promulgação do novo Código Penal.

9. Sendo apurada uma denúncia de abuso sexual e o estuprador identificado, ele será punido?
Ele será indiciado num inquérito policial e, posteriormente, processado criminalmente na Justiça. Se condenado, e após todos os recursos a condenação se mantiver, ele será punido.

10. Um rapaz de 25 anos pode se relacionar sexualmente com uma adolescente de 13 anos?
Relação sexual com qualquer pessoa menor de 14 anos é tida como violência presumida, ou seja, segundo a lei brasileira, seria estupro. Pelo art. 224, alínea "a" do Código Penal, menores de 14 anos não possuem maturidade suficiente para consentir uma relação sexual.
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Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
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Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
comentários recebidos pelo blog anjos e guerreiros
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:04  comentar

Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
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Finalmente as informações começam a chegar ao grande público, apesar da omissão da Rede Globo; apesar dos apresentadores Brito Júnior, Hebe Camargo, Sonia Abrão, Ana Maria Braga e outros tantos que preferiram omitir-se , prestando um desserviço à população e colocando em questionamento a veracidade de seus trabalhos.Graças à Internet, a Record respondeu e rompeu o silêncio que pairava nas emissoras de grande audiência. Levou à público, em seu programa Domingo Espetacular, as declarações de algumas das mulheres que fizeram a denúncia contra o famoso médico.A tão mal afamada internet mostrou que pode servir aos nossos interesses, quando possibilita a divulgação de informações e pressiona as pessoas a um posicionamento diante delas.É preciso que fique bem claro, que não temos "ódio no coração", nem é o "sentimento de vingança" que nos move nesta campanha, como sugeriu uma de nossas leitoras em seu comentário. Apenas desejamos que os fatos sejam apurados com rigor e transparência e que a justiça seja feita no final, principalmente, que não retrocedamos a a um tempo de obscurantismo, onde a imprensa era coibida por interesses político-econômicos.
Parabéns a essa incrível rede, que não permitiu que fossemos manipulados .
Parabéns à repórter Lilian Cristofoletti, que iniciou a divulgação das denúncias no jornal Folha de São Paulo; ao jornalista Paulo Lopes, que diariamente atualizou as notícias sobre o caso, em seu blog; ao também jornalista Luis Nassif, que disponibilizou espaço para comentários sobre o assunto.
Mas, parabéns mesmo merecem essas mulheres corajosas que se levantaram contra a impunidade, ousando expor sua intimidade e serem afrontadas com os mais variados adjetivos.Também cumprimentamos outra dezena delas, que preferiram se manter anônimas, mas não deixaram de dar seus depoimentos.
Que elas nos sirvam de espelho!


Eu fui vítima deste canalha em 1992, quando ele era um pioneiro e nós, mulheres fragilizadas procurávamos o nosso desejo de ser "mãe". Como todas, fiquei com medo de denunciá-lo por ser tão famoso, afinal não é qualquer que faz um filho para Pelé.

Também fui vítima desse crápula em 1999 e, a exemplo do que declarou Bruna, também foi após voltar da sedação. Meu caso tem uma agravante, pedi a um médico assistente de nome Pedro, que não me deixasse sozinha com o Roger. Além de não me questionar sobre o pedido, o médico não se aproximou mais de mim durante o tratamento, portanto tenho certeza de que os funcionários eram coniventes com todos os absurdos que aconteciam na clínica.

eu queria saber como faço para denuncia-lo ele tbm tentou me bjar em janeiro de 2001 ele e nojento e tem que ser punido.por favor me ajude

Boa tarde.Também sou uma das mulheres que este médico que se diz tão conceituado tentou abusar.Pois fiz 1 transferencias de embrioes sendo uma em sorocaba, uma em são (em outra clinica) e 9 tentativas foram na clinica dele.Nas primeiras tentativas nada ocorreu , mas quando foi em 2001 e 2002 quando estava na 7a.tentativa começou-se os abusos de tentar me beijar, ficar dando selinhos, pois eu não demorei a falar para o meu esposo e somente continuamos pois achavamos que naquela época o quadro de funcionários e médicos que trabalhavam com ele eram competentes para o que queríamos e também achei que teria acontecido somente comigo. Não acreditavamos que um médico deste nivel , teria tal atitude. Então a partir daí meu esposo me acompanhava em todas as consultas sem me deixar sozinha com ele.

Eu acretido, porque fui uma vitima dele. Na epoca e tinha 32 anos, hoje a minah filha tem 11 anos. Fiz todo o tratamento com ele. Na priomeira tentativa qdo fui cedada pela 2º vez ele entrou dentro do quarto, onde estava aguardando passar o efeito do cedativo ele entrou no quarto e me tocou, fiquei desesperada, mas não podia reagir, e tabem , não acreditava no que estava acontecendo.E isso aconteceu mais uma vez.Pedi pra parentes me acompanhar e pedi assistente dele deixá-los entrar até passar o esfeito do sedativo, nesses espaço de tempo teve uma vez q ele entrou no quarto e eu estava acompanhada....Não o denunciei porque sou de familia simples, vendemos tudo q tinha pra ter nossa filha!E isso não aconteceu so comigo na epoca, com uma companheira minha tbem. Tinhamos medo de falar, denunciar e acharem o mesmo q o anonimo disse....eu não preciso tirar proveito de nada e muito menos expor a minha vida dsta forma, com uma coisa tão brutal.Assim como o seu tratamento.

Acredito que o que esta sendo publicado seja verdade, pois eu e a minha ex-mulher, estivemos na clinica do Dr. Roger em 2006, e após 03 tentivas frustradas para que a minha ex-mulher engravidasse, tive problemas em receber os documentos dos procedimentos feitos na clinica. Havia grande ressistência em entrega-los. É importante salientar a total falta de esclarecimento e a forma de que tudo é feito de maneira muito rápida e sem explicações aos pacientes. Só consegui os exames e procedimentos por uma notificação extra judicial.Se pensarmos de uma forma lógica, se o Dr. Roger é tão bom o quanto ele diz, então porque ele investe tanto em mídia, e porque ele não entrega os documentos que é um direito do consumidor. Gostaria de ressaltar que a impressão tive do Dr. Roger, foi que quando ele olha as pessoas ele enxerga apenas um cifrão, mas tem ainda algo muito mais maléfico e destruidor nessa pessoa.

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.

Parabéns para quem teve a coragem que eu não tive. Não posso deixar essas mulheres sozinhas, passei por tudo isso e até hoje não tive coragem de contar ao meu marido.Quero denunicar. Você me deram força e coragem. Alguém pode informar como devo proceder? Não moro em São Paulo.

Infelizmente isso aconteceu comigo tambem e por medo de reverter a situação tambem não denunciei,nem contei a meu marido o ocorrido,comigo aconteceu a 20 anos atra e tambem axei q era a unica e q jamais poderia lutar com uma pessoa tão poderosa,pq ainda passaria por oportunista e querendo me promover como acontece no brail sempre,pobre qdo reclama de rico é pq quer se promover,eleé nojento!imundo!fazia meu marido ir pra salas fazer espermograma e ficava me cantando,convidando para ir a motel,tudo começou qdo meu esposo foi fazer uma cirurgia com o medico maniaco sexual,ele me pedi pra ir só eu e meu esposo,q num deveria levar ning comigo,bom somos de outra cidade e fui com meus sogros,mais pedi q eles num aparecessem até meu esposo sair do centro cirugico,e assim foi feito eu e meu marido chegando ao hospital fiemos o q tinha q ser feito pra meu esposo dar entrada no centro cirurgico,qdo meu esposo entrou sai e fui ficar com meu sogros ,qdo vi o maniaco chegar me dirigi a ele como ato normal,uma conversa com aquele q ia fazer uma cirurgia em meu esposo até ai era meu idolo,uma pessoa q realizaria nosso sonho sermos pais,ele me perguntou se eu estava só,disse q sim,ele me pediu para acompanha lo,no elevador pediu ao acessorista q parasse ñ lembro qtos andares antes de chegarmos ao centro cirurgico,e certeza q muitas pessoas sabem o q ele faz com suas pacientes,me recordo muito bem q qdo saimos do elevador o acessorista disse dr roger o senhor num tem jeito,saindo do elevador e indo ao centro cirurgico pelas escadas ele virou se a mim convidando me a um passeio por sp,q retornariamos em 2 oras enquanto isso ele deixaria meu esposo em repouso no centro cirurgico,falei o senhor opera meu esposo ,depois conversaremos,ele virou se e me deu um beijo na boca,entrei em panico,mais jamais faria algo,pq alem de loca meu esposo estaria na mão do monstro,bom desci e chamei meus sogros para esperarmos noticias do meu esposo,qdo ele saiu do centro cirurgico e se deparou comigo acompanhada ficou surpreso e falou e disse para vcs virem sozinhos,trazer pessoas só atrapalha,bom ai isso ñ me incomodava mais pq o q tinha q acontecer com meu esposo ja havia acontecido,a noite com muito medo liguei para minha mãe chorando muito,ela até axou q meu esposo estivesse rim e contei a situação a ela e q estava com medo de ficar só no hospital,porque só eu ficaria no hospital meus sogros ja tinham retornado a nossa cidade,foi horrivel,e num tinha coragem de contart a meu esposo e cada consulta era angustiante porque colocava meu esposo para fazer espermograma para me galantear,e fazer propostas nojentas e imundas,até q um dia falei q meu pai iria conversar com ele,graças a deus engravidei e nunca mais voltei ao consultorio da tortura,depois de gravida confessei a meu marido todo o ocorrido e pedi que raciocinasse que nada poderiamos fazer contra uma pessoa tão famosa,seriamos dados como pessoas oportunistas e ainda poderiam nos denunciar por falso testemunho,ñ quero nada desse verme ,mais otimo isso vir a publico,ao menos nóis mulheres estaremos mais protegidas se um verme desse perder seu crm,tenho filha e num sei se amanhã ela vai precisar de um tratamento tb,ou qualquer outro medico e num desejo a minha filha humilhação que passei dar esperança a um verme porque a vida do meu esposo estaria em suas mãos,depois do assedio tudo esse verme poderia ser capaz!sera q teremos justiça?sera que tantas palavras de pessoas menos previlegiadas valera contra 1 unico verme poderoso?

Eu estou chocada com tudo isso....E conheço uma amiga que passou pelo mãos desse doente, e ela irá denuncia-lo...Estou pasma com a atitute das redes de televisão.. REDE GLOBO,SBT,RECORD. A única rede de televisão séria é a BAND..que transmitiu a notícia em primeira mão..Tem que se fazer justiça.. e não importa os advogados dele.Quem defende um monstro desse e tão mostro quanto.Vamos fazer justiça...21 de Janeiro de 2009 14:24 Aconteceu comigo há já 15 anos. Paguei antecipadamente (e em dólares) por 3 tentativas de fertilização. A 1.ª não deu certo, mas o Dr Roger me tratava normalmente e sempre gentil. Na 2.ª tentativa, após a aspiração dos óvulos, enquanto estava na sala ao lado para recuperação da sedação, êle entrou, me fez sentar na cama e começou a tentar me beijar na boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo - eu estava apenas com um avental fininho. Empurrei-o com todas as forças, embora ainda semi-sedada, e comecei a perguntar em voz alta o que era aquilo. Daí êle saiu. Desse dia em diante continuou a me cantar, ficava sim sozinho comigo na sala sempre por alguns minutos (os assistentes saiam, pareciam saber de algo). Eu estava numa situação super difícil, meus óvulos fertizados, quase enlouqueci. Daí, quando soube que não havia dado certo essa 2.ª tentativa, (por motivos óbvios: meu estado emocional), contei ao meu marido. Tentamos saber como denunciar, mas nos desencorajaram dizendo que nada aconteceria, eu era apenas uma pessoa comum e êle super conhecido, etc, como provar? Eu iria me expor em demasiado, não tive coragem, além do que estava super fragilizada. Se tivesse sabido de outras mulheres... Êle me fez muito mal, é um MONSTRO.

Conheço a Monika daquela época, e ela me revelou o acontecido. Estava indignada pela postura do médico e pela reação do ex-marido que não a apoiou. Quando li nesta semana nas revistas, recosrdei-me do fato, e pensei: enfim será feita alguma justiça. O estranho é que na mesma semana, onde a Veja , a Isto É e na internet circula a notícia, há uma matéria paga, tipo propaganda, do mesmo médico na edição Isto É Gente .... Suzi

Por favor,tenham coragem e denunciem,sou médica e em 2001 passei pelo mesmo abuso chegando a acreditar que tinha tido uma "alucinação" pelo efeito da medicação para dormir.Muitas talvez caiam no erro de perdoar ao olhar para seus filhos achando que valeu "o preço"!Acordem......


JÁ PASSEI POR ESSA CLINICA,GRAÇAS A DEUS ISSO NÃO ACONTECEU,COMIGO AFINAL ELE NÃO FEZ O MEU TRATAMENTO FOI SUA EQUIPE, MAS UMA DAS PACIENTE NA EPOCA,COMENTOU QUE ELE ERA ESTRANHO TINHA LHE DADO UM CELINHO,TENHO MUITA REVOLTA DESSE SR.ROGER,AFINAL AS MULHERES QUE CONSIGUIRÃO REALIZAR SEU SONHOS TEM ESSE INDIVIDO COMO UM DEUS,E VÃO DEFENDE-LO COM SUA ALMA MAS NÃO JUSTIFICA ELAS DEVERIÃO FICAR CALADAS E AGRADECER A DEUS POR TER SEUS FILHOS QUE SÃO BENÇÃO DE DEUS...E ISSO NÃO O ISENTA DA CULPA,AS AUTORIDADES TEM O DEVER, DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO CRITÉRIOSA SB ESSE MEDÍCO EU GOSTARIA DE FAZER UM APELO AS GRANDES MULHERES DA MÍDIA,EX:HEBE,SONIA ABRÃO EMISSORAS DE TV, RECOR,GLOBO,BAND REDITV,SEI QUE ESSE SR. E MUITO PODEROSO NA MÍDIA MAS...COMO FICA AGORA SERÁ QUE VAI TERMINAR EM PIZZAS E DEVER DA MIDÍA E AUTORIDADES ENVESTIGAR O CASO A FUNDO! PARABENS A TODAS AS MULHERES...

Sou médica e fui paciente do Dr Roger. Apóa a primeira tentativa de traamento percebi que ele tinha falhas éticas gravíssimas na sua conduta, mesmo assim continuei o tratamento. Nunca tive problemas pessoais com ele, mas só observando a sua conduta, dos médicos(incluindo o filho dele) e dos funcionário dá prá imaginar que tudo isso é verdade. O pior é que todos os que trabalham lá estão coniventes. É preciso que o CREMESP lemmbre disso...os outros foram passivos e permitiram que isso acontecesse.

Ao contrário do que ele alega na sua declaração,sou uma das vítimas e nunca me relacionei em orkut nenhum com outras pacientes e tão pouco conheço esta tal de Iris Saga.Isto é o que ele quer que pareça;UM COMPLÔ? Por favor,né,não somos burras....

Isto é revoltante!!Em momento algum se questiona os resultados ou o sucesso das tecnicas utilizadas pelo doutor Roger nestes anos todos e sim seu COMPORTAMENTO diante destas mulheres.Sou médica e tbém fui assediada por este cidadão e entendo que apesar de muito feliz e realizada toda vez que olho para minhas filhas conseguidas já na primeira tentativa não posso me calar e aceitar esta falta total de respeito a cd uma destas mulheres e ao exercicio da nossa profissão.
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
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De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Levantamento feito no Conselho Federal de Medicina (CFM), entre os anos de 1997 e 2001, mostra que, no período, foram apresentadas 403 denúncias de assédio sexual contra médicos de todo o País.
De acordo com Luiz Fernando Galvão Salinas, segundo-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) no DF, a partir do momento em que se obtêm dados suficientes para garantir a condenação por atentado ao pudor, é decidida a cassação. "Nesse tipo de denúncia não adianta suspender o profissional, porque, se ele tem um desvio de conduta, vai voltar a praticar o abuso", afirma.
O médico e professor da UnB Júlio Cézar Meirelles conseguiu traçar um perfil dos profissionais acusados de cometer este tipo de abuso. Na maioria dos casos, são do sexo masculino, têm entre 50 e 59 anos de idade e se especializaram em ginecologia e obstetrícia. O que chamou a atenção do professor, em primeiro lugar, foi a gravidade do desvio de conduta. Em segundo plano, a quantidade e o aumento da incidência. Ele constatou, ainda, que em 15,6% dos casos houve reincidência.
O estudo realizado na UnB mostra que a maior parte dos processos (45,4%) se originaram em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (16,1%) e Minas Gerais (7,9%). O Distrito Federal teve nove denúncias apresentadas ao CFM, ou 2,2% do total.
Dos casos analisados pelo CFM, em apenas 4,2% houve condenação e em 5,2% absolvição. Os demais foram arquivados (18,6%), estavam em tramitação na época do estudo (15,9%) ou, ainda, foram classificados como indeterminados (57,1%).
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura as denúncias, já investigadas pelo Ministério Público Estadual, contra o médico Roger Abdelmassih(foto à esquerda), 65anos, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. Ele é acusado de abuso sexual, segundo relatos de pacientes feitos a três promotores. Já somam mais de 60 mulheres- entre elas uma ex-funcionária que admitiu ter tentado chantagear o médico - elas acusam Abdelmassih de abusar sexualmente delas durante as consultas, inclusive enquanto estavam sedadas. O Cremesp informou que solicitou informações sobre o inquérito que apura denúncias.
As investigações começaram há um ano e meio, mesma época em que o médico passou a ser atacado, de forma anônima, em blogs em comunidades de sites de relacionamento."Crime sexual raramente traz provas documentais" Segundo o promotor, Abd e l m a s s i h f o i c o n v o c a do duas vezes para depor. Na primeira, pediu novo prazo. Depois, enviou um atestado de saúde para justificar sua ausência. O Ministério Público afirmou - O crime sexual raramente traz provas documentais. É um crime quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesses caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que se encontram vítimas e o acusado -.
Além de Roger Abdelmassih, outros médicos brasileiros renomados já foram acusados de crime sexual dentro de consultórios.
Um dos casos mais conhecidos foi o do pediatra Eugênio Chipkevitch(foto à direita),que filmava cenas de abuso enquanto atendia os pacientes. As cenas fortes foram exibidas por redes de televisão e chocaram a sociedade. Especializado no tratamento de adolescentes em São Paulo foi preso em março de 2002 e, após um ano, condenado a 124 anos de prisão por pedofilia. Ainda está preso.
Ao investigar o crime, a polícia apreendeu 35 fitas de vídeo que registravam a ação do médico, que sedava e molestava adolescentes. O material foi encontrado numa caçamba de lixo na região dos Jardins. Numa das fitas, o pediatra aparece em práticas de abuso sexual com um garoto de 13 anos que estava de olhos vendados.
Outro caso que chamou atenção foi o do ginecologista Vasco Rodrigues da Cunha, de Brasília, o primeiro médico brasileiro proibido de exercer a profissão por ser acusado de assédio sexual. Seu registro foi cassado em novembro de 1995 pelo Conselho Federal de Medicina. Os indícios de crime sexual começaram em 1993, quando duas sobrinhas dele, menores de idade, relataram que o ginecologista as obrigava a se masturbar e apalpava seus seios.
Afora os 30 dias de prisão temporária, cumpridos dentro da clínica onde estava internado, Vasco não passou um só dia na cadeia por conta de seus crimes. Quando completou 70 anos, em 2007, foi beneficiado pela lei penal brasileira, com redução da pena e contagem dos prazos de prescrição pela metade.
Proibido de exercer a medicina, Vasco dedica-se à criação de gado e mantém fazendas no interior de Minas Gerais e de Goiás.
Após a divulgação das denúncias, 11 mulheres disseram ter sido vítimas. Vasco era um médico conhecido em Brasília e mantinha consultório numa das áreas mais nobres da capital federal.
Também em Brasília, o gastroenterologista Rodrigo Barbosa Vilaça foi acusado de usar a internet para transmitir fotos de cenas de sexo envolvendo crianças. Preso em 2001, pagou fiança e ficou em liberdade provisória. A polícia obteve gravações de conversas de Vilaça nas quais ele confirma ter abusado de menores. Uma agente se fez passar por interessada em imagens de menores, e, com autorização judicial, comprovou que o médico já tinha molestado uma menina de 8 anos em seu consultório, além de outras vítimas. Vilaça também dopava as meninas. Alegou, quando preso, que era doente e precisava de tratamento.

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Em comunicado, o Vaticano exigiu nesta quarta-feira que o bispo Richard Williamson negue "de forma inequívoca e pública" seus questionamentos a respeito da dimensão do Holocausto como um requisito para ser reabilitado na Igreja Católica. O documento afirma também que o papa Bento 16 não sabia do posicionamento do bispo quando suspendeu a excomunhão dele e de mais três bispos tradicionalistas, no último dia 24.
O ato do papa tem sido alvo de discussão entre católicos e judeus e é o último de uma série de episódios que levantaram acusações de antissemitismo contra Bento 16.
Desta vez, a polêmica começou com a reabilitação de Williamson e de outros três bispos excomungados nos anos 80 por terem sido consagrados pelo arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre sem autorização do então papa, João Paulo 2º. Lefebvre liderava, então, religiosos que se opunham às mudanças na Igreja introduzidas pelo Concílio Vaticano 2º, como o fim do uso do latim durante as missas.
O gesto de aproximação com o grupo conservador, no entanto, acabou nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca na qual ele questiona o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração."
O Vaticano logo afirmou que discorda de Williamson e que a decisão de readmiti-lo não tem relação com o episódio.
Nesta terça-feira (3), a polêmica esquentou com as declarações da chanceler alemã, Angela Merkel, que é protestante, exigindo que Bento 16 deixe "bem claro" que rejeita a negação do Holocausto --cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes. Ainda nesta terça-feira, o jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, afirmou que o papa "cometeu um erro grave" e que o "fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim".
Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Outros episódios
Os atritos entre o Vaticano e o judaísmo se acirraram recentemente com a reabilitação dos bispos e, no começo de janeiro passado, com as declarações do cardeal Renato Martino, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, segundo o qual Gaza, sob ataque israelense, assemelhava-se a um "grande campo de concentração".
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo interreligioso entre judeus e cristãos, no último dia 17, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.
Outra fonte de atrito entre o Vaticano e Israel é o processo de beatificação do papa Pio 12, que liderou a igreja na Segunda Guerra e é acusado por grupos judaicos de ter fechado os olhos à perseguição nazista aos judeus. Em 2008, Bento 16 barrou o processo que poderia levar o antecessor a ser declarado santo, pedindo um estudo aprofundado sobre o assunto. O atual papa destacou, no entanto, o que chamou de trabalho silencioso de Pio 12 em favor dos judeus, nos tempos do Holocausto.
Fonte: Folha de São Paulo, France Presse, Associated Press e Reuters
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Clipe feito pelo pai do garoto ganhou versão 'pancadão' e animação.Fenômeno de propagação é conhecido como 'memes de internet'.
David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


fonte:G1
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Clipe feito pelo pai do garoto ganhou versão 'pancadão' e animação.Fenômeno de propagação é conhecido como 'memes de internet'.
David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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Clipe feito pelo pai do garoto ganhou versão 'pancadão' e animação.Fenômeno de propagação é conhecido como 'memes de internet'.
David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


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Clipe feito pelo pai do garoto ganhou versão 'pancadão' e animação.Fenômeno de propagação é conhecido como 'memes de internet'.
David, um menino americano de 7 anos, teve seu dia de fama nesta terça-feira (3) na internet. Tudo depois de seu pai colocar no YouTube um vídeo onde ele aparece sob efeito de anestésicos que tomou na cadeira do dentista.
No vídeo, David pergunta ao pai se ele continua "na vida real" e se o efeito dos medicamentos vão durar para sempre. No YouTube, o pai do menino explica que David está bem e que gravou o vídeo porque a criança estava nervosa antes de ir ao dentista para extrair um dente.
Postado no dia 30 de janeiro, o vídeo foi parar em blogs de sucesso em todo o mundo na terça-feira, e provocou uma onda de criação de novas versões. Algumas das frases utilizadas pelo menino, como "isso aqui é a vida real?", foram repetidas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Um usuário do YouTube criou uma versão remixada do vídeo de David, transformando a "viagem" do jovem anestesiado em música estilo "Miami bass", o famoso "pancadão". Outro trocou as imagens por um desenho animado.
fenômeno de dissipação destes vídeos é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal. A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.


fonte:G1
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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


FONTE:G1 (GLOBO RURAL)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:25  comentar

Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


FONTE:G1 (GLOBO RURAL)
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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


FONTE:G1 (GLOBO RURAL)
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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Objetivo é controlar inseto que prejudica pecuária.Técnica já foi usada nos Estados Unidos.
Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


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Quase 200 milhões de moscas serão lançadas de avião em cem quilômetros de fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Essa é uma tentativa de combater um inseto que causa prejuízo para a pecuária.

Revisar o gado diariamente. Só assim seu Armando Neves evita um prejuízo maior com a bicheira. Nem no inverno essas moscas dão trégua. “Sempre tem bicheira”, contou. A Secretaria Estadual de Agricultura mantém animais sentinelas em Quaraí (RS). São ovelhas que servem como iscas para monitorar a infestação. Técnicos coletam ovos e larvas duas vezes por dia.
“Essa mosca é bastante resistente. Ela procura alimentação. Ela também procura nas árvores o néctar das flores para poder ter energia para voar até 280 quilômetros para encontrar um animal ou uma ferida onde ela possa depositar seus ovos e seguir o ciclo”, explicou a veterinária Ana Helena Schenkel.
Prejuízo
A estimativa do Ministério da Agricultura é de que a mosca cause um prejuízo anual de US$ 1,77 bilhão no Brasil. No Uruguai, são outros US$ 210 milhões. Por isso, os dois países se uniram em um projeto pioneiro na América Latina para tentar erradicar o inseto que em países como os Estados Unidos e o México não existe há mais de 20 anos.
Em um aeroporto uruguaio, do outro lado da fronteira, foi montada a base do projeto. De avião, serão espalhados quase 200 milhões de moscas estéreis importadas do México, que devem acasalar com as bicheiras, mas não gerar larvas. Usando essa técnica, a mosca foi erradicada em 25 anos nos Estados Unidos. Nos países do Mercosul, a expectativa é de que isso possa acontecer em duas décadas. O coordenador uruguaio do projeto disse que, além de evitar os prejuízos, isso também abriria mercados para a exportação de animais vivos. As moscas já começaram a ser soltas e o trabalho deve durar nove semanas. Os voos avançam 30 quilômetros dentro de cada país, em toda a faixa de fronteira.


FONTE:G1 (GLOBO RURAL)
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Irmão de 15 meses teria ligado máquina acidentalmente, disse a polícia dos EUA.

Uma menina de quatro anos de idade morreu depois de se prender dentro de uma máquina de lavar, que foi ligada por seu irmão, de apenas 15 meses.
Kaylee Ishii teria entrado na máquina - que tem abertura frontal - e fechado a porta, em sua casa, em Mission Viejo, Califórnia.
Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
Os controles ficavam a cerca de 50 cm do chão e o menino pode ter apertado o botão acidentalmente, disse o porta-voz da polícia de Orange County, Jim Amormino.
"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
Ainda será realizada uma autópsia para investigar a causa da morte, mas a polícia disse que possivelmente, o caso será fechado como um "acidente trágico".


NÃO DEIXEM AS CRIANÇAS SOZINHAS PERTO DE MÁQUINAS DESSE MODELO!!!!!



fonte:G1

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:44  comentar

Irmão de 15 meses teria ligado máquina acidentalmente, disse a polícia dos EUA.

Uma menina de quatro anos de idade morreu depois de se prender dentro de uma máquina de lavar, que foi ligada por seu irmão, de apenas 15 meses.
Kaylee Ishii teria entrado na máquina - que tem abertura frontal - e fechado a porta, em sua casa, em Mission Viejo, Califórnia.
Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
Os controles ficavam a cerca de 50 cm do chão e o menino pode ter apertado o botão acidentalmente, disse o porta-voz da polícia de Orange County, Jim Amormino.
"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
Ainda será realizada uma autópsia para investigar a causa da morte, mas a polícia disse que possivelmente, o caso será fechado como um "acidente trágico".


NÃO DEIXEM AS CRIANÇAS SOZINHAS PERTO DE MÁQUINAS DESSE MODELO!!!!!



fonte:G1

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Irmão de 15 meses teria ligado máquina acidentalmente, disse a polícia dos EUA.

Uma menina de quatro anos de idade morreu depois de se prender dentro de uma máquina de lavar, que foi ligada por seu irmão, de apenas 15 meses.
Kaylee Ishii teria entrado na máquina - que tem abertura frontal - e fechado a porta, em sua casa, em Mission Viejo, Califórnia.
Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
Os controles ficavam a cerca de 50 cm do chão e o menino pode ter apertado o botão acidentalmente, disse o porta-voz da polícia de Orange County, Jim Amormino.
"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
Ainda será realizada uma autópsia para investigar a causa da morte, mas a polícia disse que possivelmente, o caso será fechado como um "acidente trágico".


NÃO DEIXEM AS CRIANÇAS SOZINHAS PERTO DE MÁQUINAS DESSE MODELO!!!!!



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Kaylee Ishii teria entrado na máquina - que tem abertura frontal - e fechado a porta, em sua casa, em Mission Viejo, Califórnia.
Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
Os controles ficavam a cerca de 50 cm do chão e o menino pode ter apertado o botão acidentalmente, disse o porta-voz da polícia de Orange County, Jim Amormino.
"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
Ainda será realizada uma autópsia para investigar a causa da morte, mas a polícia disse que possivelmente, o caso será fechado como um "acidente trágico".


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"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
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Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
Os controles ficavam a cerca de 50 cm do chão e o menino pode ter apertado o botão acidentalmente, disse o porta-voz da polícia de Orange County, Jim Amormino.
"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
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"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
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Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
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"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
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"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
Ainda será realizada uma autópsia para investigar a causa da morte, mas a polícia disse que possivelmente, o caso será fechado como um "acidente trágico".


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Kaylee Ishii teria entrado na máquina - que tem abertura frontal - e fechado a porta, em sua casa, em Mission Viejo, Califórnia.
Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
Os controles ficavam a cerca de 50 cm do chão e o menino pode ter apertado o botão acidentalmente, disse o porta-voz da polícia de Orange County, Jim Amormino.
"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
Ainda será realizada uma autópsia para investigar a causa da morte, mas a polícia disse que possivelmente, o caso será fechado como um "acidente trágico".


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Kaylee Ishii teria entrado na máquina - que tem abertura frontal - e fechado a porta, em sua casa, em Mission Viejo, Califórnia.
Seu irmão mais novo teria então apertado o botão de ligar, segundo informou a polícia local.
Os controles ficavam a cerca de 50 cm do chão e o menino pode ter apertado o botão acidentalmente, disse o porta-voz da polícia de Orange County, Jim Amormino.
"A mãe percebeu o incidente e tentou desesperadamente resgatar sua filha da máquina... eventualmente, ela conseguiu tirar a filha de lá e chamou uma ambulância", disse Amormino à imprensa americana.
A menina foi levada para o hospital, mas morreu horas depois em conseqüência dos ferimentos.
Ainda será realizada uma autópsia para investigar a causa da morte, mas a polícia disse que possivelmente, o caso será fechado como um "acidente trágico".


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Rio - O Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ) já colocou seu bloco na rua. Começa amanhã, a partir das 9h, a operação "Carnaval com Camisinha", que tem o objetivo de verificar se os preservativos colocados à venda estão dentro das normas exigidas por lei. Fiscais da Superintendência de Qualidade irão percorrer drogarias, supermercados, sex-shoppings, hotéis e motéis das Zonas Norte, Zona Sul, Zona Oeste, Centro da cidade e Baixada Fluminense; além de Niterói e São Gonçalo.
Segundo Soraya Santos, presidente do órgão, é preciso que o consumidor, principalmente os mais jovens, fiquem atentos na hora da compra do preservativo e verifique se ele possui o selo do Inmetro.
- Caso essa marca não esteja impressa, ele deve entrar em contato com o Instituto através do 0800.282.3040 comunicando o endereço do estabelecimento, que encaminharemos uma equipe para apurar a denúncia - garantiu.
Ela disse, ainda, que o consumidor tem que observar na hora da compra o prazo de validade do produto, sua origem e o nome do fabricante ou importador. Além disso, todas as informações contidas na embalagem devem estar em local visível e em língua portuguesa.
- No ano passado foram fiscalizados 457.830 preservativos, sendo que nenhum apresentou irregularidade. Isso prova que o trabalho de fiscalização realizado ao longo do ano e a conscientização dos fabricantes, foram fundamentais para esse resultado - afirmou Soraya.
Os produtos que não estiverem dentro das determinações exigidas por lei serão apreendidos e os responsáveis autuados. Eles terão um prazo de quinze dias para apresentar a documentação de origem do produto e a nota de compra, caso contrário, estarão sujeitos a multa que pode variar de R$ 200 à R$ 10 mil.

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Rio - O Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ) já colocou seu bloco na rua. Começa amanhã, a partir das 9h, a operação "Carnaval com Camisinha", que tem o objetivo de verificar se os preservativos colocados à venda estão dentro das normas exigidas por lei. Fiscais da Superintendência de Qualidade irão percorrer drogarias, supermercados, sex-shoppings, hotéis e motéis das Zonas Norte, Zona Sul, Zona Oeste, Centro da cidade e Baixada Fluminense; além de Niterói e São Gonçalo.
Segundo Soraya Santos, presidente do órgão, é preciso que o consumidor, principalmente os mais jovens, fiquem atentos na hora da compra do preservativo e verifique se ele possui o selo do Inmetro.
- Caso essa marca não esteja impressa, ele deve entrar em contato com o Instituto através do 0800.282.3040 comunicando o endereço do estabelecimento, que encaminharemos uma equipe para apurar a denúncia - garantiu.
Ela disse, ainda, que o consumidor tem que observar na hora da compra o prazo de validade do produto, sua origem e o nome do fabricante ou importador. Além disso, todas as informações contidas na embalagem devem estar em local visível e em língua portuguesa.
- No ano passado foram fiscalizados 457.830 preservativos, sendo que nenhum apresentou irregularidade. Isso prova que o trabalho de fiscalização realizado ao longo do ano e a conscientização dos fabricantes, foram fundamentais para esse resultado - afirmou Soraya.
Os produtos que não estiverem dentro das determinações exigidas por lei serão apreendidos e os responsáveis autuados. Eles terão um prazo de quinze dias para apresentar a documentação de origem do produto e a nota de compra, caso contrário, estarão sujeitos a multa que pode variar de R$ 200 à R$ 10 mil.

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Segundo Soraya Santos, presidente do órgão, é preciso que o consumidor, principalmente os mais jovens, fiquem atentos na hora da compra do preservativo e verifique se ele possui o selo do Inmetro.
- Caso essa marca não esteja impressa, ele deve entrar em contato com o Instituto através do 0800.282.3040 comunicando o endereço do estabelecimento, que encaminharemos uma equipe para apurar a denúncia - garantiu.
Ela disse, ainda, que o consumidor tem que observar na hora da compra o prazo de validade do produto, sua origem e o nome do fabricante ou importador. Além disso, todas as informações contidas na embalagem devem estar em local visível e em língua portuguesa.
- No ano passado foram fiscalizados 457.830 preservativos, sendo que nenhum apresentou irregularidade. Isso prova que o trabalho de fiscalização realizado ao longo do ano e a conscientização dos fabricantes, foram fundamentais para esse resultado - afirmou Soraya.
Os produtos que não estiverem dentro das determinações exigidas por lei serão apreendidos e os responsáveis autuados. Eles terão um prazo de quinze dias para apresentar a documentação de origem do produto e a nota de compra, caso contrário, estarão sujeitos a multa que pode variar de R$ 200 à R$ 10 mil.

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Segundo Soraya Santos, presidente do órgão, é preciso que o consumidor, principalmente os mais jovens, fiquem atentos na hora da compra do preservativo e verifique se ele possui o selo do Inmetro.
- Caso essa marca não esteja impressa, ele deve entrar em contato com o Instituto através do 0800.282.3040 comunicando o endereço do estabelecimento, que encaminharemos uma equipe para apurar a denúncia - garantiu.
Ela disse, ainda, que o consumidor tem que observar na hora da compra o prazo de validade do produto, sua origem e o nome do fabricante ou importador. Além disso, todas as informações contidas na embalagem devem estar em local visível e em língua portuguesa.
- No ano passado foram fiscalizados 457.830 preservativos, sendo que nenhum apresentou irregularidade. Isso prova que o trabalho de fiscalização realizado ao longo do ano e a conscientização dos fabricantes, foram fundamentais para esse resultado - afirmou Soraya.
Os produtos que não estiverem dentro das determinações exigidas por lei serão apreendidos e os responsáveis autuados. Eles terão um prazo de quinze dias para apresentar a documentação de origem do produto e a nota de compra, caso contrário, estarão sujeitos a multa que pode variar de R$ 200 à R$ 10 mil.

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Segundo Soraya Santos, presidente do órgão, é preciso que o consumidor, principalmente os mais jovens, fiquem atentos na hora da compra do preservativo e verifique se ele possui o selo do Inmetro.
- Caso essa marca não esteja impressa, ele deve entrar em contato com o Instituto através do 0800.282.3040 comunicando o endereço do estabelecimento, que encaminharemos uma equipe para apurar a denúncia - garantiu.
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- No ano passado foram fiscalizados 457.830 preservativos, sendo que nenhum apresentou irregularidade. Isso prova que o trabalho de fiscalização realizado ao longo do ano e a conscientização dos fabricantes, foram fundamentais para esse resultado - afirmou Soraya.
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- No ano passado foram fiscalizados 457.830 preservativos, sendo que nenhum apresentou irregularidade. Isso prova que o trabalho de fiscalização realizado ao longo do ano e a conscientização dos fabricantes, foram fundamentais para esse resultado - afirmou Soraya.
Os produtos que não estiverem dentro das determinações exigidas por lei serão apreendidos e os responsáveis autuados. Eles te