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3.2.09
RIO - A grife italiana Relish, que causou uma onda de polêmica e revolta quando divulgou uma campanha publicitária que mostra duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por dois policiais em Ipanema , na Zona Sul do Rio, afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil". Em nota intitulada "muitos rumores por nada", enviada nesta segunda-feira ao site do GLOBO, a responsável pelo setor de imprensa da empresa, Clara Garcovich, afirma que eles estão arrependidos de terem causado uma reação negativa, e reforça que a campanha representa uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.
"Além disso, a reação das mulheres também é falsa: duas modelos fazendo várias vezes cenas diferentes, como sempre acontece no set de qualquer filme ou estúdio fotográfico. As fotos tão debatidas são apenas uma das partes da campanha. Outra parte foi usada para páginas de grandes revistas de moda: é diferente, mas tem a mesma história. Por isso, é mais inteligente ver tudo antes de julgar", afirma.
A nota afirma ainda que em momento algum a grife teve a intenção de dizer que o Brasil é um país violento. Segundo a empresa, o motivo para a escolha da cidade para fotografar a campanha foi simplesmente porque eles precisavam fazer fotos para a coleção primavera-verão, e país nenhum da Europa teria o clima igual ao do Brasil.
" O Brasil tem uma longa e sólida história de campanhas de moda, e isso era o que a Relish precisava. Por isso, fica claro que a Relish não tinha intenção de criar qualquer controvérsia entre Itália e Brasil nem incitar a violência ou dizer que o Brasil é um país violento", conclui Garcovich. Rede de lojas pede desculpa às mulheres italianas
A Relish também divulgou, nesta segunda-feira, em seu site, uma nota em que pede desculpas às italianas . De acordo com a nota assinada pelo CEO da empresa, Alessandro Esposito, a campanha foi inspirada no filme "Thelma e Louise" e tinha um ponto de vista irônico. A campanha da Relish gerou polêmica na Itália, em Nápoles, onde está sendo veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos.
A Relish disse que não pretendia representar a mulher como um objeto, nem incentivar a violência contra ela. E acrescentou que a campanha foi planejada no ano passado e foi ao ar em dezembro, antes dos casos de violência contra a mulher. A empresa disse lamentar que a campanha tenha gerado reações e, por isso, não poderia deixar de pedir desculpas.
O governador Sérgio Cabral considerou uma tolice a polêmica. Para o governador, é liberdade de expressão:
- Acho uma tolice ficar polemizando com isso. Acho que uma cidade do tamanho do Rio de Janeiro, uma cidade cosmopolita... Que bom estão falando do Rio. Imagine se Nova Iorque fosse reagir a toda propaganda ruim... O Rio é uma cidade internacional - comentou durante a inauguração do Centro de Referência da Juventude de Vila Paciência, na Zona Oeste. - É uma bobajada. É um debate tupiniquim, totalmente sem cabimento - acrescentou.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou no sábado que vai trabalhar para melhorar a imagem da cidade no exterior. Ele disse que apoiará o secretário especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, caso peça à Embaixada Italiana no Brasil a retirada dos outdoors em diversas cidades daquele país.


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RIO - A grife italiana Relish, que causou uma onda de polêmica e revolta quando divulgou uma campanha publicitária que mostra duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por dois policiais em Ipanema , na Zona Sul do Rio, afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil". Em nota intitulada "muitos rumores por nada", enviada nesta segunda-feira ao site do GLOBO, a responsável pelo setor de imprensa da empresa, Clara Garcovich, afirma que eles estão arrependidos de terem causado uma reação negativa, e reforça que a campanha representa uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.
"Além disso, a reação das mulheres também é falsa: duas modelos fazendo várias vezes cenas diferentes, como sempre acontece no set de qualquer filme ou estúdio fotográfico. As fotos tão debatidas são apenas uma das partes da campanha. Outra parte foi usada para páginas de grandes revistas de moda: é diferente, mas tem a mesma história. Por isso, é mais inteligente ver tudo antes de julgar", afirma.
A nota afirma ainda que em momento algum a grife teve a intenção de dizer que o Brasil é um país violento. Segundo a empresa, o motivo para a escolha da cidade para fotografar a campanha foi simplesmente porque eles precisavam fazer fotos para a coleção primavera-verão, e país nenhum da Europa teria o clima igual ao do Brasil.
" O Brasil tem uma longa e sólida história de campanhas de moda, e isso era o que a Relish precisava. Por isso, fica claro que a Relish não tinha intenção de criar qualquer controvérsia entre Itália e Brasil nem incitar a violência ou dizer que o Brasil é um país violento", conclui Garcovich. Rede de lojas pede desculpa às mulheres italianas
A Relish também divulgou, nesta segunda-feira, em seu site, uma nota em que pede desculpas às italianas . De acordo com a nota assinada pelo CEO da empresa, Alessandro Esposito, a campanha foi inspirada no filme "Thelma e Louise" e tinha um ponto de vista irônico. A campanha da Relish gerou polêmica na Itália, em Nápoles, onde está sendo veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos.
A Relish disse que não pretendia representar a mulher como um objeto, nem incentivar a violência contra ela. E acrescentou que a campanha foi planejada no ano passado e foi ao ar em dezembro, antes dos casos de violência contra a mulher. A empresa disse lamentar que a campanha tenha gerado reações e, por isso, não poderia deixar de pedir desculpas.
O governador Sérgio Cabral considerou uma tolice a polêmica. Para o governador, é liberdade de expressão:
- Acho uma tolice ficar polemizando com isso. Acho que uma cidade do tamanho do Rio de Janeiro, uma cidade cosmopolita... Que bom estão falando do Rio. Imagine se Nova Iorque fosse reagir a toda propaganda ruim... O Rio é uma cidade internacional - comentou durante a inauguração do Centro de Referência da Juventude de Vila Paciência, na Zona Oeste. - É uma bobajada. É um debate tupiniquim, totalmente sem cabimento - acrescentou.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou no sábado que vai trabalhar para melhorar a imagem da cidade no exterior. Ele disse que apoiará o secretário especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, caso peça à Embaixada Italiana no Brasil a retirada dos outdoors em diversas cidades daquele país.


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RIO - A grife italiana Relish, que causou uma onda de polêmica e revolta quando divulgou uma campanha publicitária que mostra duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por dois policiais em Ipanema , na Zona Sul do Rio, afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil". Em nota intitulada "muitos rumores por nada", enviada nesta segunda-feira ao site do GLOBO, a responsável pelo setor de imprensa da empresa, Clara Garcovich, afirma que eles estão arrependidos de terem causado uma reação negativa, e reforça que a campanha representa uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.
"Além disso, a reação das mulheres também é falsa: duas modelos fazendo várias vezes cenas diferentes, como sempre acontece no set de qualquer filme ou estúdio fotográfico. As fotos tão debatidas são apenas uma das partes da campanha. Outra parte foi usada para páginas de grandes revistas de moda: é diferente, mas tem a mesma história. Por isso, é mais inteligente ver tudo antes de julgar", afirma.
A nota afirma ainda que em momento algum a grife teve a intenção de dizer que o Brasil é um país violento. Segundo a empresa, o motivo para a escolha da cidade para fotografar a campanha foi simplesmente porque eles precisavam fazer fotos para a coleção primavera-verão, e país nenhum da Europa teria o clima igual ao do Brasil.
" O Brasil tem uma longa e sólida história de campanhas de moda, e isso era o que a Relish precisava. Por isso, fica claro que a Relish não tinha intenção de criar qualquer controvérsia entre Itália e Brasil nem incitar a violência ou dizer que o Brasil é um país violento", conclui Garcovich. Rede de lojas pede desculpa às mulheres italianas
A Relish também divulgou, nesta segunda-feira, em seu site, uma nota em que pede desculpas às italianas . De acordo com a nota assinada pelo CEO da empresa, Alessandro Esposito, a campanha foi inspirada no filme "Thelma e Louise" e tinha um ponto de vista irônico. A campanha da Relish gerou polêmica na Itália, em Nápoles, onde está sendo veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos.
A Relish disse que não pretendia representar a mulher como um objeto, nem incentivar a violência contra ela. E acrescentou que a campanha foi planejada no ano passado e foi ao ar em dezembro, antes dos casos de violência contra a mulher. A empresa disse lamentar que a campanha tenha gerado reações e, por isso, não poderia deixar de pedir desculpas.
O governador Sérgio Cabral considerou uma tolice a polêmica. Para o governador, é liberdade de expressão:
- Acho uma tolice ficar polemizando com isso. Acho que uma cidade do tamanho do Rio de Janeiro, uma cidade cosmopolita... Que bom estão falando do Rio. Imagine se Nova Iorque fosse reagir a toda propaganda ruim... O Rio é uma cidade internacional - comentou durante a inauguração do Centro de Referência da Juventude de Vila Paciência, na Zona Oeste. - É uma bobajada. É um debate tupiniquim, totalmente sem cabimento - acrescentou.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou no sábado que vai trabalhar para melhorar a imagem da cidade no exterior. Ele disse que apoiará o secretário especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, caso peça à Embaixada Italiana no Brasil a retirada dos outdoors em diversas cidades daquele país.


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"Além disso, a reação das mulheres também é falsa: duas modelos fazendo várias vezes cenas diferentes, como sempre acontece no set de qualquer filme ou estúdio fotográfico. As fotos tão debatidas são apenas uma das partes da campanha. Outra parte foi usada para páginas de grandes revistas de moda: é diferente, mas tem a mesma história. Por isso, é mais inteligente ver tudo antes de julgar", afirma.
A nota afirma ainda que em momento algum a grife teve a intenção de dizer que o Brasil é um país violento. Segundo a empresa, o motivo para a escolha da cidade para fotografar a campanha foi simplesmente porque eles precisavam fazer fotos para a coleção primavera-verão, e país nenhum da Europa teria o clima igual ao do Brasil.
" O Brasil tem uma longa e sólida história de campanhas de moda, e isso era o que a Relish precisava. Por isso, fica claro que a Relish não tinha intenção de criar qualquer controvérsia entre Itália e Brasil nem incitar a violência ou dizer que o Brasil é um país violento", conclui Garcovich. Rede de lojas pede desculpa às mulheres italianas
A Relish também divulgou, nesta segunda-feira, em seu site, uma nota em que pede desculpas às italianas . De acordo com a nota assinada pelo CEO da empresa, Alessandro Esposito, a campanha foi inspirada no filme "Thelma e Louise" e tinha um ponto de vista irônico. A campanha da Relish gerou polêmica na Itália, em Nápoles, onde está sendo veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos.
A Relish disse que não pretendia representar a mulher como um objeto, nem incentivar a violência contra ela. E acrescentou que a campanha foi planejada no ano passado e foi ao ar em dezembro, antes dos casos de violência contra a mulher. A empresa disse lamentar que a campanha tenha gerado reações e, por isso, não poderia deixar de pedir desculpas.
O governador Sérgio Cabral considerou uma tolice a polêmica. Para o governador, é liberdade de expressão:
- Acho uma tolice ficar polemizando com isso. Acho que uma cidade do tamanho do Rio de Janeiro, uma cidade cosmopolita... Que bom estão falando do Rio. Imagine se Nova Iorque fosse reagir a toda propaganda ruim... O Rio é uma cidade internacional - comentou durante a inauguração do Centro de Referência da Juventude de Vila Paciência, na Zona Oeste. - É uma bobajada. É um debate tupiniquim, totalmente sem cabimento - acrescentou.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou no sábado que vai trabalhar para melhorar a imagem da cidade no exterior. Ele disse que apoiará o secretário especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, caso peça à Embaixada Italiana no Brasil a retirada dos outdoors em diversas cidades daquele país.


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"Além disso, a reação das mulheres também é falsa: duas modelos fazendo várias vezes cenas diferentes, como sempre acontece no set de qualquer filme ou estúdio fotográfico. As fotos tão debatidas são apenas uma das partes da campanha. Outra parte foi usada para páginas de grandes revistas de moda: é diferente, mas tem a mesma história. Por isso, é mais inteligente ver tudo antes de julgar", afirma.
A nota afirma ainda que em momento algum a grife teve a intenção de dizer que o Brasil é um país violento. Segundo a empresa, o motivo para a escolha da cidade para fotografar a campanha foi simplesmente porque eles precisavam fazer fotos para a coleção primavera-verão, e país nenhum da Europa teria o clima igual ao do Brasil.
" O Brasil tem uma longa e sólida história de campanhas de moda, e isso era o que a Relish precisava. Por isso, fica claro que a Relish não tinha intenção de criar qualquer controvérsia entre Itália e Brasil nem incitar a violência ou dizer que o Brasil é um país violento", conclui Garcovich. Rede de lojas pede desculpa às mulheres italianas
A Relish também divulgou, nesta segunda-feira, em seu site, uma nota em que pede desculpas às italianas . De acordo com a nota assinada pelo CEO da empresa, Alessandro Esposito, a campanha foi inspirada no filme "Thelma e Louise" e tinha um ponto de vista irônico. A campanha da Relish gerou polêmica na Itália, em Nápoles, onde está sendo veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos.
A Relish disse que não pretendia representar a mulher como um objeto, nem incentivar a violência contra ela. E acrescentou que a campanha foi planejada no ano passado e foi ao ar em dezembro, antes dos casos de violência contra a mulher. A empresa disse lamentar que a campanha tenha gerado reações e, por isso, não poderia deixar de pedir desculpas.
O governador Sérgio Cabral considerou uma tolice a polêmica. Para o governador, é liberdade de expressão:
- Acho uma tolice ficar polemizando com isso. Acho que uma cidade do tamanho do Rio de Janeiro, uma cidade cosmopolita... Que bom estão falando do Rio. Imagine se Nova Iorque fosse reagir a toda propaganda ruim... O Rio é uma cidade internacional - comentou durante a inauguração do Centro de Referência da Juventude de Vila Paciência, na Zona Oeste. - É uma bobajada. É um debate tupiniquim, totalmente sem cabimento - acrescentou.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou no sábado que vai trabalhar para melhorar a imagem da cidade no exterior. Ele disse que apoiará o secretário especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, caso peça à Embaixada Italiana no Brasil a retirada dos outdoors em diversas cidades daquele país.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


link do postPor anjoseguerreiros, às 17:53  comentar

RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - A Singularidade , uma das mais polêmicas teorias tecnológicas, acaba de ganhar apoio oficial de duas das maiores instituições da área: o Google e a Nasa. A dupla seu uniu para fundar a Universidade da Singularidade , com o objetivo de garantir que nossos líderes guiem o avanço das tecnologias de modo a beneficiar a humanidade. E ensinar aos robôs do futuro o slogan do Google: "Don't be evil".
A instituição será coordenada por Ray Kurzweil, controversa figura conhecida por sua posição extremamente otimista em relação ao futuro. Entre as teses defendidas por Kurzweil está a de que a inteligência artificial irá superar a capacidade humana de raciocinar antes da metade deste século. A Universidade ficará sediada num Centro de Pesquisa da Nasa próximo ao Googleplex, a portentosa sede do Google.
A instituição oferecerá cursos em dez áreas do conhecimento: Estudos do Futuro; Redes e Sistemas de Computação; Biotecnologia e Bioinformática; Nanotecnologia; Medicina e Neurociência; Inteligência Artificial, Robótica e Computação Cognitiva; Energia e Sistemas Ecológicos; Espaço e Física; Política, Leis e Ética; e Finanças e Empreendedorismo.
O termo "singularidade" - popularizado após a publicação em 2005 do livro "A Singularidade está próxima", de Kurzweil - representa um período de grande avanço tecnológico. Os que defendem a proximidade da singularidade tecnológica baseiam suas crenças na aceleração das descobertas científicas em diversas áreas do pensamento, como a informática, astronomia, nanotecnologia e biotecnologia.
Assim sendo, em breve as máquinas passariam a ter a capacidade de corrigir seus próprios erros utilizando inteligência artificial. Essa perspectiva, no entanto, deixa outros pensadores apreensivos com as escolhas morais que uma máquina com capacidade de "pensar" possa tomar...
O tema da inteligência artificial, e as questões éticas inerentes a ele, já foi discutido em diversos livros e filmes, a maioria questionando o risco de criarmos máquinas capazes de simular emoções e o pensamento humano. Desde Blade Runner , em que robôs com aparência humana batizados de Replicantes são escravizados; até Matrix , em que as máquinas ocupam o papel de carrasco transformando a nossa espécie em mera bateria orgânica presa a uma realidade virtual.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
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- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
Na tarde desta terça-feira, enquanto o galã dava entrevistas, Katie levou a filha Suri para um passeio na areia da praia de Copacabana e compras em shopping no Leblon.


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RIO - Tom Cruise recebeu a imprensa no Copacabana Palace, na tarde desta terça-feira, para uma coletiva de imprensa. O ator veio ao Brasil para divulgar o filme "Operação Valquíria", que estréia no dia 13 de fevereiro. A entrevista durou 40 minutos. Sempre simpático, o ator disse que falaria apenas sobre o filme, mas não conseguiu esconder a admiração pelo Brasil:
- É um país maravilhoso! Estou encantado com a música, a paisagem e a comida. Ontem (segunda-feira à noite) comemos em uma churrascaria, uma comida maravilhosa. Passamos um dia em uma ilha, em Angra. Vir aqui foi a realização de um sonho.
Aos jornalistas, Tom Cruise contou que assistiu ao nascer do sol acompanhado da mulher, Katie Holmes. O ator encantou-se também com a praia e com os jogadores de vôlei de plantão.
- Fiquei vendo aquela gente jogando na areia e vi que vou ter que voltar para fazer isso - disse Tom, que destacou o dia que passou na praia da Urca entre as melhores coisas de sua programação. - Eu e Suri (filha do ator) conhecemos as pessoas locais e brincamos o dia inteiro.
A entrevista foi interrompida por um reporter-fã, que disse ter prometido ao sobrinho de 12 anos que levaria uma foto com o personagem do "Missão impossível", Ethan Hunt. Tom recebeu o rapaz no palanque do salão, para desespero de outros jornalistas-fãs, que queriam o mesmo. Ao final, o repórter confessou que não tinha sobrinho algum e a foto era para seu próprio acervo.
Cruise declarou desejo de voltar ao Brasil também para rodar um filme. Esta temporada do ator no país, que começou com sua chegada na sexta-feira à noite, segue com pré-estreia na noite deste terça no Cine Odeon, na Cinelândia, às 20h. O galã, sua família e a comitiva de 20 pessoas seguem - em vôo fretado - na quarta de manhã para a Cidade do México, última parada de divulgação de "Operação Valquíria" no exterior.
No filme, Tom Cruise interpreta o coronel Claus Von Stauffenberg, oficial do exército alemão que chefiou uma operação secreta para assassinar Adolf Hitler. Dirigido por Bryan Singer ("X-Men" e "Superman - O retorno"), o filme é baseado em fatos reais. Houve 17 planos para matar o ditador Adolf Hitler, o último deles em julho de 1944, retratado no filme.
Apesar de os números no mercado da América doNorte não terem sido tão animadores, Cruise disse que o longa superou as expectativas da equipe de produção.
- Estamos muitos satisfeitos com a performance do filme no mercado doméstico, já superou bastante as nossas expectativas. Internacionalmente, estamos muito contentes por viajar pelo mundo para divulgar este filme - afirmou o ator, que já passou por Moscou, Madri, berlim, Seul e Roma, entre outras cidades, para divulgar o longa.
Desde que chegou ao Brasil na sexta-feira à noite, Tom Cruise conheceu a praia do Forte da Urca ao lado de Suri e Katie Holmes, e à noite jantou em um restaurante japonês no Leblon. No domingo, o trio e seus seguranças seguiram de helicóptero para a ilha particular do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis. Na segunda-feira, ele e a mulher foram flagrados na piscina privativa do quarto, no terraço do Copacabana Palace. À noite, foram ao hotel Fasano (onde teve a famosa festa de Madonna) e a uma churrascaria
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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

NÃO TOMEM REMÉDIO SEM A INDICAÇÃO MÉDICA!!!!


FONTE:O DIA ONLINE
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link do postPor anjoseguerreiros, às 17:40  comentar

China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

NÃO TOMEM REMÉDIO SEM A INDICAÇÃO MÉDICA!!!!


FONTE:O DIA ONLINE
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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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China - Duas pessoas morreram e nove foram hospitalizadas após tomar um falso remédio contra a diabetes, informou nesta terça o governo local de Xinjiang. As autoridades da região autônoma chinesa informaram que em 17 e 19 de janeiro, duas pessoas morreram após tomar o medicamento, que contém um ingrediente químico, a glibenclamida, usado para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
A glibenclamida é autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tratamentos diabéticos, mas o problema é que o remédio vendido em Xinjiang continha seis vezes mais a dose considerada curativa. No total, foram vendidas 9,6 mil garrafas do remédio falso na cidade de Kashi, das quais 8.536 foram recuperadas, informou a agência de notícias Xinhua.
A retirada do produto, no entanto, não evitou que nove pessoas fossem hospitalizadas, das quais quatro permanecem internadas no Hospital Popular de Kashi em condição estável, e as cinco restantes receberam alta.
Segundo o birô de medicamentos e alimentos do distrito de Shache, em Kashi, um vendedor chamado Ye Danjun supostamente vendeu o produto, sob a marca Tang Zhi Ning Jiao Nang, em uma casa de aluguel na qual também oferecia conferências e análise de açúcar gratuitamente. A polícia local reteve os bens de Ye e congelou suas contas bancárias enquanto investiga um caso no qual outras quatro pessoas foram detidas por implicação na história.

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África do Sul - Uma cadela labradora de nove anos de idade vem garantindo o bem-estar de vários filhotes de animais selvagens há nove anos na África do Sul. Lisha, a labradora, atua como mãe adotiva dos filhotes orfãos ou rejeitados pelas mães biológicas no Cango Wildlife Ranch, um parque em um rancho na região de Oudtshoorn, na África do Sul.
"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
Hall conta que, quando chegou ao rancho, a antiga moradora tinha uma labradora que havia cuidado de um filhote de leão rejeitado pela mãe biológica. Ele gostou da idéia e decidiu manter a tradição.


fonte:O DIA ONLINE
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África do Sul - Uma cadela labradora de nove anos de idade vem garantindo o bem-estar de vários filhotes de animais selvagens há nove anos na África do Sul. Lisha, a labradora, atua como mãe adotiva dos filhotes orfãos ou rejeitados pelas mães biológicas no Cango Wildlife Ranch, um parque em um rancho na região de Oudtshoorn, na África do Sul.
"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
Hall conta que, quando chegou ao rancho, a antiga moradora tinha uma labradora que havia cuidado de um filhote de leão rejeitado pela mãe biológica. Ele gostou da idéia e decidiu manter a tradição.


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África do Sul - Uma cadela labradora de nove anos de idade vem garantindo o bem-estar de vários filhotes de animais selvagens há nove anos na África do Sul. Lisha, a labradora, atua como mãe adotiva dos filhotes orfãos ou rejeitados pelas mães biológicas no Cango Wildlife Ranch, um parque em um rancho na região de Oudtshoorn, na África do Sul.
"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
Hall conta que, quando chegou ao rancho, a antiga moradora tinha uma labradora que havia cuidado de um filhote de leão rejeitado pela mãe biológica. Ele gostou da idéia e decidiu manter a tradição.


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África do Sul - Uma cadela labradora de nove anos de idade vem garantindo o bem-estar de vários filhotes de animais selvagens há nove anos na África do Sul. Lisha, a labradora, atua como mãe adotiva dos filhotes orfãos ou rejeitados pelas mães biológicas no Cango Wildlife Ranch, um parque em um rancho na região de Oudtshoorn, na África do Sul.
"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
Hall conta que, quando chegou ao rancho, a antiga moradora tinha uma labradora que havia cuidado de um filhote de leão rejeitado pela mãe biológica. Ele gostou da idéia e decidiu manter a tradição.


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África do Sul - Uma cadela labradora de nove anos de idade vem garantindo o bem-estar de vários filhotes de animais selvagens há nove anos na África do Sul. Lisha, a labradora, atua como mãe adotiva dos filhotes orfãos ou rejeitados pelas mães biológicas no Cango Wildlife Ranch, um parque em um rancho na região de Oudtshoorn, na África do Sul.
"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
Hall conta que, quando chegou ao rancho, a antiga moradora tinha uma labradora que havia cuidado de um filhote de leão rejeitado pela mãe biológica. Ele gostou da idéia e decidiu manter a tradição.


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"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
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"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
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"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
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África do Sul - Uma cadela labradora de nove anos de idade vem garantindo o bem-estar de vários filhotes de animais selvagens há nove anos na África do Sul. Lisha, a labradora, atua como mãe adotiva dos filhotes orfãos ou rejeitados pelas mães biológicas no Cango Wildlife Ranch, um parque em um rancho na região de Oudtshoorn, na África do Sul.
"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
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"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
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"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
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"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
Hall conta que, quando chegou ao rancho, a antiga moradora tinha uma labradora que havia cuidado de um filhote de leão rejeitado pela mãe biológica. Ele gostou da idéia e decidiu manter a tradição.


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"Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."
Hall conta que, quando chegou ao rancho, a antiga moradora tinha uma labradora que havia cuidado de um filhote de leão rejeitado pela mãe biológica. Ele gostou da idéia e decidiu manter a tradição.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 16:59  comentar

SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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SÃO PAULO - Um gerente de hotel foi preso e acusado de corrupção de menores e pedofilia. Marco Antonio Alves Amaro, de 40 anos, foi perseguido pela polícia e preso em flagrante após abordar um grupo de adolescentes na Rua Soldado Abel Antonio Medanha, no Parque Novo Mundo, zona norte de São Paulo. Os adolescentes teriam sido constrangidos por Amaro, que dirigia um Fiat Stilo, e chamaram uma viatura do 90º Distrito Policial, que atua na região.
Ao ser abordado, Amaro portava um celular com fotos pornográficas feitas com crianças e adolescentes. O material foi apreendido e o gerente foi levado para a delegacia.
Esta é a segunda prisão no estado pelo crime de pedofilia em dois dias. Em Ilhabela, litoral norte, um segurança foi detido e, segundo a polícia, atraía crianças pelas páginas de relacionamento na internet. Na casa dele, havia fotos de várias crianças, filmes pornográficos e muitos preservativos.
Segundo a polícia, o segurança procurava meninos na internet, em páginas de relacionamento, um meio de comunicação que muitas famílias ainda não dominam e têm dificuldade de fiscalizar. No caso de uma das vítimas, os pais nunca usaram um computador. A polícia suspeita que o segurança tenha aliciado pelo menos três outras crianças pela internet. Ele será indiciado por atentado violento ao pudor e corrupção de menores.


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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


fonte:G1
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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


fonte:G1
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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


fonte:G1
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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

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A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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Jovem de 23 anos foi baleada e estuprada; namorado foi morto.Crime ocorreu em trilha perto de praia em Matinhos.

A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança instaladas em prédios próximos à praia de Caiobá, em Matinhos (PR), para tentar identificar o suspeito de atacar um casal de namorados no fim de semana. O criminoso matou o rapaz de 22 anos, além de balear e estuprar a garota, de 23 anos.
A polícia também espera a recuperação da jovem para fazer um retrato falado do homem. Os investigadores também conversaram com moradores da região para saber se viram alguma cena suspeita, porém não há pistas. O estado de saúde da jovem, que segue internada em um hospital de Curitiba, é grave, porém estável. Na tarde desta terça-feira (3), os médicos devem iniciar a retirada dos aparelhos que ajudam na respiração.

De acordo com boletim médico, um dos tiros atingiu a coluna da estudante. Outro projétil foi localizado no pulmão, mas não haverá necessidade de cirurgia, segundo o hospital. O rapaz, que era estudante de direito, foi enterrado em Curitiba nesta terça-feira.O casal teria entrado em uma trilha acompanhado pelo criminoso, na tarde de sábado (31). Após 15 minutos, o assaltante teria matado o rapaz e baleado a menina. O homem fugiu e voltou ao local à noite, para estuprar a garota. Ela permaneceu 18 horas na mata até ser socorrida por uma equipe dos bombeiros.
Inicialmente, a polícia acreditava que o homem se ofereceu para guiar o casal de namorados até uma praia. Agora, após ouvir depoimentos e cruzar as informações recolhidas, os investigadores também trabalham com a hipótese de que o criminoso abordou os dois jovens com a intenção de estuprar a moça.


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Ele tem menos de duas vezes o diâmetro da Terra, segundo astrônomos.Mas, como gira muito próximo de sua estrela, é incapaz de abrigar vida.

Cientistas europeus acabam de anunciar a descoberta do menor planeta já descoberto fora do Sistema Solar. Ele é rochoso e tem menos de duas vezes o diâmetro da Terra. Mas é bom não se animar; muito próximo de sua estrela mãe, ele completa um ano a cada 20 horas e experimenta temperaturas altíssimas em sua superfície. De toda forma, a busca por astros cada vez mais parecidos com a Terra começa a esquentar, graças aos trabalhos do satélite franco-europeu Corot. Projetado pela agência espacial francesa (CNES), o projeto, que conta também com participação brasileira, é basicamente um telescópio espacial da alta sensibilidade, que consegue medir pequenas variações no brilho da estrela. Dependendo do padrão de variação, o fenômeno pode denunciar a ocorrência de um "estelemoto" (um terremoto estelar) ou a passagem de um planeta à frente da estrela .
Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Ele tem menos de duas vezes o diâmetro da Terra, segundo astrônomos.Mas, como gira muito próximo de sua estrela, é incapaz de abrigar vida.

Cientistas europeus acabam de anunciar a descoberta do menor planeta já descoberto fora do Sistema Solar. Ele é rochoso e tem menos de duas vezes o diâmetro da Terra. Mas é bom não se animar; muito próximo de sua estrela mãe, ele completa um ano a cada 20 horas e experimenta temperaturas altíssimas em sua superfície. De toda forma, a busca por astros cada vez mais parecidos com a Terra começa a esquentar, graças aos trabalhos do satélite franco-europeu Corot. Projetado pela agência espacial francesa (CNES), o projeto, que conta também com participação brasileira, é basicamente um telescópio espacial da alta sensibilidade, que consegue medir pequenas variações no brilho da estrela. Dependendo do padrão de variação, o fenômeno pode denunciar a ocorrência de um "estelemoto" (um terremoto estelar) ou a passagem de um planeta à frente da estrela .
Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Ele tem menos de duas vezes o diâmetro da Terra, segundo astrônomos.Mas, como gira muito próximo de sua estrela, é incapaz de abrigar vida.

Cientistas europeus acabam de anunciar a descoberta do menor planeta já descoberto fora do Sistema Solar. Ele é rochoso e tem menos de duas vezes o diâmetro da Terra. Mas é bom não se animar; muito próximo de sua estrela mãe, ele completa um ano a cada 20 horas e experimenta temperaturas altíssimas em sua superfície. De toda forma, a busca por astros cada vez mais parecidos com a Terra começa a esquentar, graças aos trabalhos do satélite franco-europeu Corot. Projetado pela agência espacial francesa (CNES), o projeto, que conta também com participação brasileira, é basicamente um telescópio espacial da alta sensibilidade, que consegue medir pequenas variações no brilho da estrela. Dependendo do padrão de variação, o fenômeno pode denunciar a ocorrência de um "estelemoto" (um terremoto estelar) ou a passagem de um planeta à frente da estrela .
Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Foi assim que o Corot detectou o novo astro, designado COROT-Exo-7b. Sua temperatura local na superfície deve ficar entre 1.000 e 1.500 graus Celsius. Sua composição ainda não é certa. Ele pode ser majoritariamente composto por água (ou, com esse calor todo, vapor d'água), ou pode ser majoritariamente rochoso, como a Terra. Só que uma Terra no lugar errado do sistema planetário -- muito perto da estrela, de forma que a superfície passe o tempo todo como lava derretida. Em ambos os casos, é um cenário diferente de tudo que pode ser encontrado em nosso próprio Sistema Solar. "Encontrar um planeta pequeno assim não foi uma surpresa completa", disse, em nota, Daniel Rouan, pesquisador do Observatório de Paris Lesia e coordenador do projeto. "O COROT-Exo-7b pertence a uma classe de objetos cuja existência já foi prevista há um bom tempo. O Corot foi projetado exatamente na esperança de encontrar alguns desses objetos."


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Um jornal em uma TV americana cometeu um deslize bastante inusitado. A matéria enfocava a história da menina Molly Bish, desaparecida há oito anos. De acordo com a reportagem, a polícia investiga se Rodney Stanger, de 60 anos, está envolvido no desaparecimento. Quando foi exibir a imagem do suspeito, que já está preso por assassinato na Flórida, a TV mostrou simplesmente um roedor!
A apresentadora, sem graça, limitou-se a dizer: "Obviamente, esse não é Rodney Stanger".
Que mico!


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Um jornal em uma TV americana cometeu um deslize bastante inusitado. A matéria enfocava a história da menina Molly Bish, desaparecida há oito anos. De acordo com a reportagem, a polícia investiga se Rodney Stanger, de 60 anos, está envolvido no desaparecimento. Quando foi exibir a imagem do suspeito, que já está preso por assassinato na Flórida, a TV mostrou simplesmente um roedor!
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Um jornal em uma TV americana cometeu um deslize bastante inusitado. A matéria enfocava a história da menina Molly Bish, desaparecida há oito anos. De acordo com a reportagem, a polícia investiga se Rodney Stanger, de 60 anos, está envolvido no desaparecimento. Quando foi exibir a imagem do suspeito, que já está preso por assassinato na Flórida, a TV mostrou simplesmente um roedor!
A apresentadora, sem graça, limitou-se a dizer: "Obviamente, esse não é Rodney Stanger".
Que mico!


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Um jornal em uma TV americana cometeu um deslize bastante inusitado. A matéria enfocava a história da menina Molly Bish, desaparecida há oito anos. De acordo com a reportagem, a polícia investiga se Rodney Stanger, de 60 anos, está envolvido no desaparecimento. Quando foi exibir a imagem do suspeito, que já está preso por assassinato na Flórida, a TV mostrou simplesmente um roedor!
A apresentadora, sem graça, limitou-se a dizer: "Obviamente, esse não é Rodney Stanger".
Que mico!


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Um jornal em uma TV americana cometeu um deslize bastante inusitado. A matéria enfocava a história da menina Molly Bish, desaparecida há oito anos. De acordo com a reportagem, a polícia investiga se Rodney Stanger, de 60 anos, está envolvido no desaparecimento. Quando foi exibir a imagem do suspeito, que já está preso por assassinato na Flórida, a TV mostrou simplesmente um roedor!
A apresentadora, sem graça, limitou-se a dizer: "Obviamente, esse não é Rodney Stanger".
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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
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RIO - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, fez um duro discurso nesta terça-feira, no qual exigiu que o Papa Bento XVI deixe claro que o Vaticano não vai tolerar qualquer negação à existência do Holocausto. Foi a sua primeira resposta à decisão do Papa de reabilitar, há pouco mais de uma semana, o bispo inglês Richard Williamson que negou a existência do Holocausto na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, líderes judeus chegaram a advertir que a decisão poderia prejudicar a relação entre judeus e católicos e fomentar o antissemitismo.
Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
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"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
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Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
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Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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Merkel, filha de um pastor protestante, disse que ela normalmente não comentava assuntos relacionadas a religião.
- Mas agora é diferente, já que estamos falando sobre questões fundamentais - disse ela durante uma coletiva de imprensa.
- Essa é uma questão relacionada ao Papa e ao Vaticano, que podem deixar claro que não ocorra negação ao Holocausto e que as relações com o judaísmo devem ser positivas - disse ela, acrescentando que Bento XVI ainda não esclareceu isso.
- Em minha opinião, esse esclarecimento é totamente insuficiente - declarou.
Em comentários à TV sueca, o bispo disse:
"Acredito que não houve câmaras de gás e também que somente 300.000 judeus morreram em campos de concentração nazistas, em vez de 6 milhões."
Williamson afirmou ainda: "Acredito que as provas históricas são amplamente contrárias a que 6 milhões tenham sido deliberadamente mortos em câmaras de gás, como uma política deliberada de Adolf Hitler."


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CURITIBA - O criminoso que matou o estudante Osíris Del Corso, de 22 anos, e estuprou a namorada dele , Monique Lima, de 23 anos, depois de também feri-la a tiros, no Morro do Boi, em Matinhos, no litoral do Paraná, não teria se apresentado como guia turístico. Segundo a Secretaria de Segurança do Paraná, o agressor já abordou o casal com intenção de estuprar a jovem e, em momento algum, ele se ofereceu para ajudá-los a andar pelas trilhas. Na manhã desta terça-feira, o corpo do rapaz foi enterrado.
De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
- Só uma pessoa com desvio para retornar ao local do crime e consumar um ato desses.


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CURITIBA - O criminoso que matou o estudante Osíris Del Corso, de 22 anos, e estuprou a namorada dele , Monique Lima, de 23 anos, depois de também feri-la a tiros, no Morro do Boi, em Matinhos, no litoral do Paraná, não teria se apresentado como guia turístico. Segundo a Secretaria de Segurança do Paraná, o agressor já abordou o casal com intenção de estuprar a jovem e, em momento algum, ele se ofereceu para ajudá-los a andar pelas trilhas. Na manhã desta terça-feira, o corpo do rapaz foi enterrado.
De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
- Só uma pessoa com desvio para retornar ao local do crime e consumar um ato desses.


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CURITIBA - O criminoso que matou o estudante Osíris Del Corso, de 22 anos, e estuprou a namorada dele , Monique Lima, de 23 anos, depois de também feri-la a tiros, no Morro do Boi, em Matinhos, no litoral do Paraná, não teria se apresentado como guia turístico. Segundo a Secretaria de Segurança do Paraná, o agressor já abordou o casal com intenção de estuprar a jovem e, em momento algum, ele se ofereceu para ajudá-los a andar pelas trilhas. Na manhã desta terça-feira, o corpo do rapaz foi enterrado.
De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
- Só uma pessoa com desvio para retornar ao local do crime e consumar um ato desses.


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CURITIBA - O criminoso que matou o estudante Osíris Del Corso, de 22 anos, e estuprou a namorada dele , Monique Lima, de 23 anos, depois de também feri-la a tiros, no Morro do Boi, em Matinhos, no litoral do Paraná, não teria se apresentado como guia turístico. Segundo a Secretaria de Segurança do Paraná, o agressor já abordou o casal com intenção de estuprar a jovem e, em momento algum, ele se ofereceu para ajudá-los a andar pelas trilhas. Na manhã desta terça-feira, o corpo do rapaz foi enterrado.
De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
- Só uma pessoa com desvio para retornar ao local do crime e consumar um ato desses.


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CURITIBA - O criminoso que matou o estudante Osíris Del Corso, de 22 anos, e estuprou a namorada dele , Monique Lima, de 23 anos, depois de também feri-la a tiros, no Morro do Boi, em Matinhos, no litoral do Paraná, não teria se apresentado como guia turístico. Segundo a Secretaria de Segurança do Paraná, o agressor já abordou o casal com intenção de estuprar a jovem e, em momento algum, ele se ofereceu para ajudá-los a andar pelas trilhas. Na manhã desta terça-feira, o corpo do rapaz foi enterrado.
De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
- Só uma pessoa com desvio para retornar ao local do crime e consumar um ato desses.


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De acordo com a primeira versão apresentada, o casal percorria uma trilha no Morro do Boi e tentava chegar à Praia dos Amores. No caminho, os dois pediram informação a um desconhecido, que se ofereceu para levá-los até a praia. Depois de 20 minutos de caminhada, na gruta que fica próxima à praia, por volta das 17h30m, o suspeio tentou abusar sexualmente da jovem. Ao tentar defender a namorada, Corso levou um tiro no peito e morreu na hora. Bombeiros só encontraram o casal no dia seguinte.
A moça tentou escapar, mas foi atingida por dois tiros nas costas, um na coluna e outro no pulmão, e ficou caída na mata, perto de uma gruta nas pedras, enquanto o criminoso fugiu. Por volta das 21h, o assassino ainda retornou à gruta, onde Monique estava ferida, para estuprá-la.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi a família do rapaz, que também estava no litoral, que comunicou o desaparecimento do casal. Apenas 18 horas depois do estupro, na tarde de domingo, bombeiros localizaram as vítimas.
Na segunda-feira, a Polícia do Paraná localizou roupas sujas de sangue, que seriam do criminoso. O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura informou que os policiais fizeram uma busca completa no morro onde os namorados foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros.
- Encontramos os pontos que ele percorreu e localizamos as roupas dele sujas de sangue, que serão submetidas a exame - disse o policial.
O delegado trabalha com o relato da estudante aos bombeiros, momentos antes de ser resgatada da mata. De acordo com ela, o homem seria alto, gordo, teria cerca de 30 anos, rosto redondo, olhos e cabelos castanhos. Ele seria calvo.
De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital que atende Monique, ela apresenta quadro estável e está consciente. A estudante está usando colar cervical devido ao tiro que levou próximo à região lombar e respirando com auxílio de aparelhos.
O delegado se indignou com a crueldade do assassino e disse que teria um perfil psicológico alterado:
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Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
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Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
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Veja, na íntegra, o depoimento de Sílvia (nome fictício), ex-paciente do médico Roger Abdelmassih publicado pela revista Marie Claire de fevereiro de 2009.


"Casei aos 25 anos e aos 28 ainda não tinha conseguido engravidar. Sempre tive sonho de ser mãe. Uma tia me indicou um médico especialista em fertilização, conhecido da família, dizendo que ele era o papa do assunto e que certamente iria me ajudar. O médico era o famoso Roger Abdelmassih. Dono de uma das mais bem-sucedida clínicas de fertilização de São Paulo. Na primeira consulta, fui acompanhada do meu marido. O dr. Roger foi muito simpático e conversou com a gente sobre vários assuntos. Nossa família é dona de fazendas e falamos bastante tempo sobre isso. Ficou contando vantagens – uma característica famosa do doutor. Fomos muito bem tratados. Ele se deu bem com o meu marido logo de cara. Engatavam longas conversas.
Comecei o tratamento de fertilização sem fazer exame nenhum para ver se era realmente necessário. O dr. Roger viu alguns exames antigos e me disse que eu estava apta a começar o tratamento. Falou para eu parar de sofrer tentando engravidar naturalmente. O procedimento artificial seria mais eficaz. Como eu era jovem, engravidaria num minutinho. Garantiu que ia resolver meu problema muito rápido. Só que não aconteceu bem assim... Foi uma longa trajetória até eu conseguir engravidar. Mas, no início, me empolguei com aquela solução que parecia fácil. Pagamos US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) por três tentativas de fertilização, em um pacote. Saía mais barato comprar o pacote do que pagar por tentativa isolada (como se desse para vender filho em pacote...). Cada [tentativa] sozinha custava uns US$ 7 mil (algo em torno de R$ 15 mil). O tal pacote era uma jogada de marketing da clínica, criticada por outros médicos sérios com os quais me consultei depois. Há 15 anos, a chance de engravidar em uma fertilização era de 30%. Só que esse é um cálculo tosco, como o tempo provou mais tarde. Era uma liquidação de filhos. Aceitei fazer o tratamento.
Morávamos no interior do estado de São Paulo. Assim como na minha primeira consulta, meu marido me acompanhou em visitas mais importantes, como nas tentativas de fertilização e nos exames de sangue que revelariam o sucesso ou o fracasso da fecundação. Outras vezes, fui à clínica desacompanhada. Precisava tomar doloridas injeções de hormônio para induzir uma espécie de menopausa e fazer exames de sangue para checar a eficiência delas. Essa primeira etapa do tratamento durou cerca de uma semana. Depois, tomei mais injeções doloridas para estimular a produção de óvulos. Meu ovário era monitorada por exames de sangue e ultrassom. Cerca de dez dias depois, quando os meus 18 óvulos estavam maduros, passei por um procedimento cirúrgico. Fui sedada e o dr. Roger os aspirou.
No começo não percebia nada diferente ou estranho. O dr. Roger sempre era atencioso e me tratava bem. Com o passar do tempo, ele foi se tornando mais íntimo. Todas as vezes em que ia à clínica ele dizia que eu estava linda, ficava me galanteando. Tenho um porte atlético, pratico exercícios, não tenho celulite e estou sempre bronzeada. Me considero uma mulher bonita. Ele também entrava na sala em que eu fazia os exames de ultrassom, com outro médico, e pegava na minha mão quando eu estava deitada na maca. Fazia elogios na frente dos outros. Eu também não esperava para ser atendida na sala de espera com outros pacientes. Ficava sentada em uma sala de reunião. Às vezes, sozinha. Em outras, ele vinha conversar comigo. Outras vezes me chamava para tomar um café. Quando eu ia embora, ele sempre me dava um abraço de urso – longo e apertado – e um beijo babado no rosto.
Percebia que ele me tratava diferente das outras pacientes. Mas achava que essa deferência vinha do fato de a minha família ser conhecida da dele. Uma vez, uma amiga que me acompanhou em uma visita me disse que não gostava do jeito pegajoso dele. Depois que nos despedimos daquele jeito, ela disse que ele estava dando em cima de mim. No fundo, também achava que aquela era uma maneira um pouco esquisita de tratar uma paciente, mas não via maldade. Achava que ele era um bom profissional. Além disso, o dr. Roger era um senhor e eu era uma jovem. Encarava tudo aquilo como se fosse o jeito de um tio tratar uma sobrinha.
Comecei a fazer as fertilizações na clínica. Sentia muita dor durante a colocação dos óvulos fecundados no meu útero. Na primeira vez, reclamei. Ele disse que eu estava sendo mole e tascou a sonda em mim. Falou que era assim mesmo, que eu tinha de aguentar. Mas não fiquei grávida desta vez. Na segunda tentativa de fecundação, não foi só a dor que me incomodou. Eu estava deitada na maca, em posição ginecológica, com as pernas para o alto, e ele começou a pôr os óvulos fecundados no meu útero dentro do centro cirúrgico. Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos. Até tinha uma assistente na sala naquele momento, mas não estava olhando.
Achei estranho, me senti desconfortável, e não entendi direito o que tinha acontecido. Fez isso mais algumas vezes durante aquele procedimento. Achei que era sem querer. Demorei para acreditar que aquilo era um assédio. Continuei acreditando no seu profissionalismo. O dr. Roger agiu como se nada tivesse acontecido e disse que estava tudo terminado, que eu deveria voltar dali a alguns dias para ver se a fertilização havia dado certo. Fui para casa e procurei não pensar naquilo nos dias que se seguiram. Na terceira tentativa fiquei receosa, mas tudo correu normalmente, apesar da dor.
Não engravidei no pacote do dr. Roger e decidi que não iria mais fazer tratamento de fertilização. Estava frustrada, e os procedimentos tinham sido muito doloridos. Sempre que eu recebia a notícia de que não estava grávida entrava em depressão. Chorava por vários dias seguidos, me sentia a última das mulheres. Me perguntava por que aquilo estava acontecendo comigo. Achava que nunca ia conseguir realizar o sonho que desejava tanto. Tinha vontade de morrer. Depois de alguns meses, me prometia que não me submeteria a outro tratamento desgastante. Conversava com o meu marido e decidíamos aproveitar a vida a dois.
Com tudo isso, naquele momento existia outro incômodo. Não contei para ninguém o que aconteceu durante a segunda tentativa de fecundação. Ainda tinha dúvidas se dele de fato tinha me assediado. De qualquer forma, fiquei bem fragilizada. A única certeza que tinha era de ter enjoado do dr. Roger. Não queria mais vê-lo na minha frente. Ele era muito pegajoso.
Passados o cansaço e o desgaste das primeiras fertilizações, me animei a tentar engravidar novamente. Depois de alguns meses, procurei outro médico. Foi esse segundo profissional que eu tinha alguns problemas que precisavam ser tratados antes de fazer a fertilização – informação que o dr. Roger não sabia ou ignorou. Quando fui fazer a colocação dos óvulos, o médico me sedou. Acordei com ele dizendo que não podia realizar o procedimento. Falou que o colo do meu útero era muito estreito. Perguntou se eu dava autorização para alargar um pouco a passagem com uma cirurgia. Daí em diante, a colocação dos óvulos sempre foi feita sob sedação. Fizemos mais três tentativas com o segundo médico, e elas também não deram certo.
Meu marido queria voltar à clínica do dr. Roger. Quando pensava nessa possibilidade, sentia um mal-estar, mas achava que estava implicando com o médico. Topei, porque afinal ele era considerado o melhor em sua área. Na consulta, disse que só faria o tratamento sob sedação. As duas primeiras tentativas foram frustradas. Não sei se ele me assediou, não vi se ele deu aquelas passadas de mão porque estava sedada. Foi na terceira tentativa que aconteceu o pior... Depois da transferência de óvulos, fui deslocada para um dos dois quartos da clínica dele, ainda sedada. Estava nua, vestida apenas com uma camisola cirúrgica. Quando acordei, o dr. Roger estava segurando a minha mão. Vestido de camisa, gravata e o jaleco branco, ele se inclinou sobre a cama e me deu um beijo na boca, tipo um selinho. Eu ainda estava zonza. Senti apenas aquele bigodão horroroso encostando no meu rosto. Empurrei sua mão e perguntei o que ele estava fazendo. Disse para pare com aquilo. Pedi pelo amor de Deus. Ele disse que estava loucamente apaixonado por mim. Me perguntou o que poder fazer com o que estava sentindo. Eu só dizia para ele parar.
Meu marido estava do lado de fora da sala. O dr. Roger saiu rapidamente do quarto, como se nada tivesse acontecido. Até hoje me vem à memória aquela cara de cínico. Antes de sair pela porta, olhou para trás e deu uma risadinha de conquistador. O clichê do cafajeste. Aquilo me deu um mal-estar, uma coisa horrorosa. Foi aí que caiu a minha ficha: o que aconteceu antes não tinha sido uma alucinação criada pela minha cabeça. Fiquei pensando como tinha sido bobinha todo aquele tempo. Mas não contei nada para ninguém, nem para o meu marido.
Ficava me questionando se eu tinha dado trela para ele em algum momento. Se tinha sido simpática demais, se dei a entender algo que, na verdade, não queria. Sentia culpa e vergonha e ficava muito constrangida com aquelas lembranças. Voltamos à clínica depois de 12 dias para saber se eu tinha engravidado. Mais uma vez o tratamento do dr. Roger deu errado. Eu disse que não queria mais tentar engravidar. Ele nos pediu para não resistir. Disse que faria de graça quantas fertilizações fossem necessárias até eu engravidar. Se desse certo, acertaríamos o valor depois. Neguei. Meu marido não entendeu o motivo de minha recusa. Disse que eu tinha pegado implicância com o dr. Roger, que eu o achava mau caráter, mas não entrei em detalhes. De qualquer forma, ele sabe que eu jamais daria em cima de alguém.
Depois de muitas tentativas em vão para engravidar e de viver um assédio, tive síndrome de pânico. Durante as crises, suava frio, tremia e sentia as mãos e a boca adormecerem. Acha que ia morrer. Foram várias crises seguidas. Tomei remédio controlado por um ano. Me sentia usado e desrespeitada. Peguei pavor de fazer outro tratamento. Uma vez, fiquei sabendo que o dr. Roger faria uma palestra na cidade em que eu morava. Fiquei arrepiada só de pensar na possibilidade de ver aquele homem em minha frente de novo. Fiquei com nojo e horror.
Só contei o que aconteceu na clínica do dr. Roger para o meu marido quando começaram a aparecer denúncias de outras moças assediadas por ele. Estávamos lendo o jornal de manhã quando ele comentou a notícia. Descreveu cenas idênticas de assédio às que tinha acontecido comigo dentro daquela clínica. Tive um ataque de choro e aquele sentimento ruim voltou. Disse ao meu marido que ele tinha feito tudo aquilo comigo. Ele foi muito compreensível. Vai me ajudar a procurar um advogado para fazer uma denúncia de assédio. Tinha medo de que as pessoas pensassem que eu estava com dor-de-cotovelo, que só estava falando mal dele porque não tinha conseguido engravidar. Ele era rico e famoso e eu não era ninguém. Passaria por louca. Quando comecei a fazer o tratamento, há 15 anos, nem todo mundo falava que se submetia à fertilização. Muitos casais faziam no sigilo. Esse procedimento não era tão aceito como hoje. Só contei o que aconteceu para algumas poucas mulheres que vieram pedir minha opinião sobre o dr. Roger. Muitas delas não acreditavam. Uma parente próxima achou que eu estava mentindo e fez um tratamento com ele. Felizmente, não aconteceu nada com ela.
Depois do dr. Roger, encontrei um médico sério. Ao todo foram 13 tentativas até conseguir finalmente engravidar da minha filha, que hoje tem sete anos. Foram nove anos de trabalho, e a maioria do tempo nas mãos do ‘excelentíssimo’ dr. Roger. Foram anos perdidos. Nos próximos dias vou para São Paulo prestar depoimento e me aliar às mulheres que tiveram coragem de denunciar os abusos. Ela ainda dizendo por aí que nem sabe se essas pessoas que o acusam foram suas pacientes. Que estão fazendo uma campanha de difamação contra ele. Mas tenho todos os documentos que provam que passei pela clínica. O que ele fez comigo e com outras pacientes é imperdoável."

(Depoimento à jornalista Maria Laura Neves)
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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RECIFE - Apesar da campanha do governo do estado "violência contra mulher é crime e dá cadeia", o problema não cessa em Pernambuco. Nesse final de semana, duas mulheres foram assassinadas no estado e por pouco uma terceira não morreu, após ser agredida a machadadas pelo companheiro, que, embriagado, irritou-se porque a mulher exigia que ele diminuísse o som da TV . Maria José da Silva, 38, a vítima, está internada em um hospital da região agreste e o companheiro, Luiz Antônio da Silva, 40, foi preso em flagrante quando a visitava.
- Estava de cabeça quente, peguei o machado e fiz aquilo - confessou.
Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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Hoje um outro homem de 41 anos, Ivanildo José dos Santos, foi preso quando tentava jogar a companheira do terceiro andar do edifício onde ambos moravam. Segundo vizinhos, ele seria usuário de drogas e teria se irritado porque ela se negara a dar dinheiro para que ele comprasse crack. A versão ainda não foi confirmada pela polícia.
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A melhor frase do tal choque de ordem da prefeitura eu ouvi ontem no Jardim de Alah - na fronteira entre Leblon e Ipanema, área nobre do Rio, do chefe da fiscalização de estacionamento e reboque da prefeitura, Paulo Roberto Almeida. Em outras palavras, está no título aí em cima. Ele deu entrevista à TV Repórter de Crime , na qual explica como o motorista deve agir ao estacionar nas ruas.
Com certeza não havia nenhum Bin Laden entre os motoristas do Jardim de Alah, mas a ação contra a desordem urbana pegou aquele tipo de pessoa que come três vezes por dia e estaciona em qualquer lugar onde couber o carro. Esse tipo de atitude é coisa do passado. Com as operações da prefeitura, o motorista terá que mudar seu comportamento ou será obrigado a toda semana ter que pegar o carro no reboque. É melhor vender o automóvel e passar a andar de ônibus.
Os motoristas chegaram a pagar R$ 7 por uma vaga em local proibido, no Jardim de Alah. Quem for abordado por guardadores clandestinos, deve sempre lembrá-los que não é obrigado a pagar o que é estipulado. E caso insistam deve citar o artigo 158 do Código Penal (extorsão: constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa). Um cinco oito neles! Aliás assim como se chama estelionatário de 171, deveríamos chamar flanelinhas de 158.
Desde que teve início as ações contra a desordem, no dia 5, a prefeitura já multou sete mil carros.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:33  comentar

A melhor frase do tal choque de ordem da prefeitura eu ouvi ontem no Jardim de Alah - na fronteira entre Leblon e Ipanema, área nobre do Rio, do chefe da fiscalização de estacionamento e reboque da prefeitura, Paulo Roberto Almeida. Em outras palavras, está no título aí em cima. Ele deu entrevista à TV Repórter de Crime , na qual explica como o motorista deve agir ao estacionar nas ruas.
Com certeza não havia nenhum Bin Laden entre os motoristas do Jardim de Alah, mas a ação contra a desordem urbana pegou aquele tipo de pessoa que come três vezes por dia e estaciona em qualquer lugar onde couber o carro. Esse tipo de atitude é coisa do passado. Com as operações da prefeitura, o motorista terá que mudar seu comportamento ou será obrigado a toda semana ter que pegar o carro no reboque. É melhor vender o automóvel e passar a andar de ônibus.
Os motoristas chegaram a pagar R$ 7 por uma vaga em local proibido, no Jardim de Alah. Quem for abordado por guardadores clandestinos, deve sempre lembrá-los que não é obrigado a pagar o que é estipulado. E caso insistam deve citar o artigo 158 do Código Penal (extorsão: constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa). Um cinco oito neles! Aliás assim como se chama estelionatário de 171, deveríamos chamar flanelinhas de 158.
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Com certeza não havia nenhum Bin Laden entre os motoristas do Jardim de Alah, mas a ação contra a desordem urbana pegou aquele tipo de pessoa que come três vezes por dia e estaciona em qualquer lugar onde couber o carro. Esse tipo de atitude é coisa do passado. Com as operações da prefeitura, o motorista terá que mudar seu comportamento ou será obrigado a toda semana ter que pegar o carro no reboque. É melhor vender o automóvel e passar a andar de ônibus.
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Com certeza não havia nenhum Bin Laden entre os motoristas do Jardim de Alah, mas a ação contra a desordem urbana pegou aquele tipo de pessoa que come três vezes por dia e estaciona em qualquer lugar onde couber o carro. Esse tipo de atitude é coisa do passado. Com as operações da prefeitura, o motorista terá que mudar seu comportamento ou será obrigado a toda semana ter que pegar o carro no reboque. É melhor vender o automóvel e passar a andar de ônibus.
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Com certeza não havia nenhum Bin Laden entre os motoristas do Jardim de Alah, mas a ação contra a desordem urbana pegou aquele tipo de pessoa que come três vezes por dia e estaciona em qualquer lugar onde couber o carro. Esse tipo de atitude é coisa do passado. Com as operações da prefeitura, o motorista terá que mudar seu comportamento ou será obrigado a toda semana ter que pegar o carro no reboque. É melhor vender o automóvel e passar a andar de ônibus.
Os motoristas chegaram a pagar R$ 7 por uma vaga em local proibido, no Jardim de Alah. Quem for abordado por guardadores clandestinos, deve sempre lembrá-los que não é obrigado a pagar o que é estipulado. E caso insistam deve citar o artigo 158 do Código Penal (extorsão: constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa). Um cinco oito neles! Aliás assim como se chama estelionatário de 171, deveríamos chamar flanelinhas de 158.
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SÃO PAULO - Os moradores da favela Paraisópolis, a segunda maior de São Paulo, entraram em confronto com policiais militares nesta segunda-feira. Eles protestavam contra a morte de um morador e a prisão de outro durante uma ação da PM no domingo. Durante a manifestação, os moradores puseram fogo em pelo menos três veículos para bloquear ruas. Os policiais abriram caminho usando bombas de efeito moral. De acordo com a secretaria de Segurança Pública, houve quatro feridos, todos policiais. Um sargento e um soldado foram levados para o Hospital Universitário. Um comandante que foi ferido no abdômen foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein, o mais próximo da região. O quarto policial ferido levou uma pedrada. Até às 22h, nove pessoas haviam sido presas, sendo três menores de idade. Elas foram levadas para o 89º Distrito Policial (DP). A favela vai permanecer cercada pelos policiais, segundo a secretaria de Segurança Pública.
No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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SÃO PAULO - Os moradores da favela Paraisópolis, a segunda maior de São Paulo, entraram em confronto com policiais militares nesta segunda-feira. Eles protestavam contra a morte de um morador e a prisão de outro durante uma ação da PM no domingo. Durante a manifestação, os moradores puseram fogo em pelo menos três veículos para bloquear ruas. Os policiais abriram caminho usando bombas de efeito moral. De acordo com a secretaria de Segurança Pública, houve quatro feridos, todos policiais. Um sargento e um soldado foram levados para o Hospital Universitário. Um comandante que foi ferido no abdômen foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein, o mais próximo da região. O quarto policial ferido levou uma pedrada. Até às 22h, nove pessoas haviam sido presas, sendo três menores de idade. Elas foram levadas para o 89º Distrito Policial (DP). A favela vai permanecer cercada pelos policiais, segundo a secretaria de Segurança Pública.
No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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SÃO PAULO - Os moradores da favela Paraisópolis, a segunda maior de São Paulo, entraram em confronto com policiais militares nesta segunda-feira. Eles protestavam contra a morte de um morador e a prisão de outro durante uma ação da PM no domingo. Durante a manifestação, os moradores puseram fogo em pelo menos três veículos para bloquear ruas. Os policiais abriram caminho usando bombas de efeito moral. De acordo com a secretaria de Segurança Pública, houve quatro feridos, todos policiais. Um sargento e um soldado foram levados para o Hospital Universitário. Um comandante que foi ferido no abdômen foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein, o mais próximo da região. O quarto policial ferido levou uma pedrada. Até às 22h, nove pessoas haviam sido presas, sendo três menores de idade. Elas foram levadas para o 89º Distrito Policial (DP). A favela vai permanecer cercada pelos policiais, segundo a secretaria de Segurança Pública.
No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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SÃO PAULO - Os moradores da favela Paraisópolis, a segunda maior de São Paulo, entraram em confronto com policiais militares nesta segunda-feira. Eles protestavam contra a morte de um morador e a prisão de outro durante uma ação da PM no domingo. Durante a manifestação, os moradores puseram fogo em pelo menos três veículos para bloquear ruas. Os policiais abriram caminho usando bombas de efeito moral. De acordo com a secretaria de Segurança Pública, houve quatro feridos, todos policiais. Um sargento e um soldado foram levados para o Hospital Universitário. Um comandante que foi ferido no abdômen foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein, o mais próximo da região. O quarto policial ferido levou uma pedrada. Até às 22h, nove pessoas haviam sido presas, sendo três menores de idade. Elas foram levadas para o 89º Distrito Policial (DP). A favela vai permanecer cercada pelos policiais, segundo a secretaria de Segurança Pública.
No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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SÃO PAULO - Os moradores da favela Paraisópolis, a segunda maior de São Paulo, entraram em confronto com policiais militares nesta segunda-feira. Eles protestavam contra a morte de um morador e a prisão de outro durante uma ação da PM no domingo. Durante a manifestação, os moradores puseram fogo em pelo menos três veículos para bloquear ruas. Os policiais abriram caminho usando bombas de efeito moral. De acordo com a secretaria de Segurança Pública, houve quatro feridos, todos policiais. Um sargento e um soldado foram levados para o Hospital Universitário. Um comandante que foi ferido no abdômen foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein, o mais próximo da região. O quarto policial ferido levou uma pedrada. Até às 22h, nove pessoas haviam sido presas, sendo três menores de idade. Elas foram levadas para o 89º Distrito Policial (DP). A favela vai permanecer cercada pelos policiais, segundo a secretaria de Segurança Pública.
No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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SÃO PAULO - Os moradores da favela Paraisópolis, a segunda maior de São Paulo, entraram em confronto com policiais militares nesta segunda-feira. Eles protestavam contra a morte de um morador e a prisão de outro durante uma ação da PM no domingo. Durante a manifestação, os moradores puseram fogo em pelo menos três veículos para bloquear ruas. Os policiais abriram caminho usando bombas de efeito moral. De acordo com a secretaria de Segurança Pública, houve quatro feridos, todos policiais. Um sargento e um soldado foram levados para o Hospital Universitário. Um comandante que foi ferido no abdômen foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein, o mais próximo da região. O quarto policial ferido levou uma pedrada. Até às 22h, nove pessoas haviam sido presas, sendo três menores de idade. Elas foram levadas para o 89º Distrito Policial (DP). A favela vai permanecer cercada pelos policiais, segundo a secretaria de Segurança Pública.
No protesto, os manifestantes saquearam carros que estavam estacionados e colocaram os veículos para bloquear as ruas. Depois, atearam fogo. Pneus também foram queimados e caçambas de entulho viraram barricadas para impedir a entrada do Batalhão de Choque da Polílica Militar. Os manifestantes também teriam depredado lojas e pelo menos um restaurante na região. Os policiais do Choque forçaram a entrada na favela, onde moram cerca de 80 mil pessoas, usando bombas de efeito moral. Ao todo, 120 homens da polícia foram para o local, em 60 viaturas.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas, segundo moradores, por ordem de traficantes. Eles também teriam decretado toque de recolher, segundo pessoas da favela. Um dos grupos de manifestantes - de aproximadamente cem pessoas - estava armado com pedaços de pau. Eles lançaram fogos de artifício na direção do helicóptero da Polícia Militar. Os manifestantes cobriram o rosto para não serem reconhecidos.
De acordo com a Polícia Militar, as cenas de vandalismo começaram por volta de 17h, no cruzamento da Giovanni Gronchi com a Rua São Pedro Fourrier, próximo a uma agência do Banco Itaú. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo nos veículos, mas tiveram dificuldade de entrar na favela por conta das barricadas. De acordo com o coronel Danilo Antão, da Polícia Militar, o homem morto durante a ação da PM no domingo era um bandido que havia roubado um veículo em Curitiba e seria fugitivo da Penitenciária de Franco da Rocha. A pessoa presa estava com ele.
- Vamos reforçar o policiamento aqui para manter a ordem - disse o coronel.
Por causa do confronto, seis linhas de ônibus não conseguiram trafegar normalmente na região desde a tarde da segunda-feira. As linhas, operadas por duas cooperativas de transporte, ligam Paraisópolis às regiões de Santo Amaro, Pinheiros e central. São elas: 6412 Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel; 746C Jardim Taboão - Santo Amaro; 746K Paraisópolis - Campo Belo ; 756A Jardim Paulo VI - Santo Amaro; 7040 Paraisópolis - Pinheiros ; 746P Paraisópolis - Santo Amaro.


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RIO - Por meio da porta-voz Emmanuela Moreau, o Comitê Olímpico Internacional (COI) aceitou nesta segunda-feira o pedido de desculpas do nadador americano Michael Phelps, flagrado inalando em um tubo utilizado para fumar maconha. Segundo a entidade, não há motivos para duvidar da sinceridade do atleta.
- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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RIO - Por meio da porta-voz Emmanuela Moreau, o Comitê Olímpico Internacional (COI) aceitou nesta segunda-feira o pedido de desculpas do nadador americano Michael Phelps, flagrado inalando em um tubo utilizado para fumar maconha. Segundo a entidade, não há motivos para duvidar da sinceridade do atleta.
- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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RIO - Por meio da porta-voz Emmanuela Moreau, o Comitê Olímpico Internacional (COI) aceitou nesta segunda-feira o pedido de desculpas do nadador americano Michael Phelps, flagrado inalando em um tubo utilizado para fumar maconha. Segundo a entidade, não há motivos para duvidar da sinceridade do atleta.
- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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RIO - Por meio da porta-voz Emmanuela Moreau, o Comitê Olímpico Internacional (COI) aceitou nesta segunda-feira o pedido de desculpas do nadador americano Michael Phelps, flagrado inalando em um tubo utilizado para fumar maconha. Segundo a entidade, não há motivos para duvidar da sinceridade do atleta.
- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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RIO - Por meio da porta-voz Emmanuela Moreau, o Comitê Olímpico Internacional (COI) aceitou nesta segunda-feira o pedido de desculpas do nadador americano Michael Phelps, flagrado inalando em um tubo utilizado para fumar maconha. Segundo a entidade, não há motivos para duvidar da sinceridade do atleta.
- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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RIO - Por meio da porta-voz Emmanuela Moreau, o Comitê Olímpico Internacional (COI) aceitou nesta segunda-feira o pedido de desculpas do nadador americano Michael Phelps, flagrado inalando em um tubo utilizado para fumar maconha. Segundo a entidade, não há motivos para duvidar da sinceridade do atleta.
- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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- Michael Phelps é um grande campeão olímpico. Ele pediu desculpas por seu comportamento inadequado. Não temos qualquer motivo para duvidar de sua sinceridade e comprometimento para continuar sendo um modelo de comportamento - declarou Moreau.
Ganhador de oito medalhas de ouro na Olimpíada de Pequim, Phelps apareceu nas páginas de domingo do jornal britânico "News of the World". O flagrante teria acontecido em uma festa na Universidade da Carolina do Sul, em novembro do ano passado.
De acordo com as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada), a maconha é considerada doping. Porém, um atleta somente sofrerá alguma sanção por uso da droga caso seja flagrado durante uma competição, o que não foi o caso de Phelps.
Como a festa aconteceu três meses após a Olimpíada, época em que Phelps estava de férias, sua atitude não o fará perder as medalhas olímpicas. O nadador americano nunca testou positivo para substâncias proibidas. Durante os Jogos de Pequim, o presidente do COI, o belga Jacques Rogge, chegou a declarar que Phelps era o ícone do evento.


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colaboradores: carmen e maria celia

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