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1.2.09
Homem de 72 anos morreu neste sábado (31) em Campinas. Corpo da vítima, que estava sozinha no monomotor, vai passar por exames.
A Polícia Civil de Campinas investiga as causas da queda do monomotor categoria ultraleve que caiu no final da manhã deste sábado (31) em Campinas, a 93 km de São Paulo, matando o piloto Sandro Jorgete, de 72 anos. O corpo de Jorgete vai passar por exames para verificar a possibilidade de ele ter passado mal na hora do acidente.
O monomotor, que levava apenas a vítima, caiu a 400 metros da cabeceira do Aeroclube dos Amarais. Segundo o presidente do aeroclube, Fábio Fernandes, Jorgete entrou em contato com a torre por duas vezes e comunicou situação de emergência. Ao se aproximar da pista, ele perdeu o controle do aparelho e caiu numa mata do Exército.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram para o local do acidente, já que havia risco de explosão devido ao vazamento de combustível.
O ultraleve tinha um sistema de emergência com para-quedas, mas ele não foi acionado. Uma das hipóteses é o fato de estar voando em baixa altitude e velocidade.


fonte:G1
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Homem de 72 anos morreu neste sábado (31) em Campinas. Corpo da vítima, que estava sozinha no monomotor, vai passar por exames.
A Polícia Civil de Campinas investiga as causas da queda do monomotor categoria ultraleve que caiu no final da manhã deste sábado (31) em Campinas, a 93 km de São Paulo, matando o piloto Sandro Jorgete, de 72 anos. O corpo de Jorgete vai passar por exames para verificar a possibilidade de ele ter passado mal na hora do acidente.
O monomotor, que levava apenas a vítima, caiu a 400 metros da cabeceira do Aeroclube dos Amarais. Segundo o presidente do aeroclube, Fábio Fernandes, Jorgete entrou em contato com a torre por duas vezes e comunicou situação de emergência. Ao se aproximar da pista, ele perdeu o controle do aparelho e caiu numa mata do Exército.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram para o local do acidente, já que havia risco de explosão devido ao vazamento de combustível.
O ultraleve tinha um sistema de emergência com para-quedas, mas ele não foi acionado. Uma das hipóteses é o fato de estar voando em baixa altitude e velocidade.


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Homem de 72 anos morreu neste sábado (31) em Campinas. Corpo da vítima, que estava sozinha no monomotor, vai passar por exames.
A Polícia Civil de Campinas investiga as causas da queda do monomotor categoria ultraleve que caiu no final da manhã deste sábado (31) em Campinas, a 93 km de São Paulo, matando o piloto Sandro Jorgete, de 72 anos. O corpo de Jorgete vai passar por exames para verificar a possibilidade de ele ter passado mal na hora do acidente.
O monomotor, que levava apenas a vítima, caiu a 400 metros da cabeceira do Aeroclube dos Amarais. Segundo o presidente do aeroclube, Fábio Fernandes, Jorgete entrou em contato com a torre por duas vezes e comunicou situação de emergência. Ao se aproximar da pista, ele perdeu o controle do aparelho e caiu numa mata do Exército.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram para o local do acidente, já que havia risco de explosão devido ao vazamento de combustível.
O ultraleve tinha um sistema de emergência com para-quedas, mas ele não foi acionado. Uma das hipóteses é o fato de estar voando em baixa altitude e velocidade.


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Homem de 72 anos morreu neste sábado (31) em Campinas. Corpo da vítima, que estava sozinha no monomotor, vai passar por exames.
A Polícia Civil de Campinas investiga as causas da queda do monomotor categoria ultraleve que caiu no final da manhã deste sábado (31) em Campinas, a 93 km de São Paulo, matando o piloto Sandro Jorgete, de 72 anos. O corpo de Jorgete vai passar por exames para verificar a possibilidade de ele ter passado mal na hora do acidente.
O monomotor, que levava apenas a vítima, caiu a 400 metros da cabeceira do Aeroclube dos Amarais. Segundo o presidente do aeroclube, Fábio Fernandes, Jorgete entrou em contato com a torre por duas vezes e comunicou situação de emergência. Ao se aproximar da pista, ele perdeu o controle do aparelho e caiu numa mata do Exército.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram para o local do acidente, já que havia risco de explosão devido ao vazamento de combustível.
O ultraleve tinha um sistema de emergência com para-quedas, mas ele não foi acionado. Uma das hipóteses é o fato de estar voando em baixa altitude e velocidade.


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Homem de 72 anos morreu neste sábado (31) em Campinas. Corpo da vítima, que estava sozinha no monomotor, vai passar por exames.
A Polícia Civil de Campinas investiga as causas da queda do monomotor categoria ultraleve que caiu no final da manhã deste sábado (31) em Campinas, a 93 km de São Paulo, matando o piloto Sandro Jorgete, de 72 anos. O corpo de Jorgete vai passar por exames para verificar a possibilidade de ele ter passado mal na hora do acidente.
O monomotor, que levava apenas a vítima, caiu a 400 metros da cabeceira do Aeroclube dos Amarais. Segundo o presidente do aeroclube, Fábio Fernandes, Jorgete entrou em contato com a torre por duas vezes e comunicou situação de emergência. Ao se aproximar da pista, ele perdeu o controle do aparelho e caiu numa mata do Exército.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram para o local do acidente, já que havia risco de explosão devido ao vazamento de combustível.
O ultraleve tinha um sistema de emergência com para-quedas, mas ele não foi acionado. Uma das hipóteses é o fato de estar voando em baixa altitude e velocidade.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


fonte:G1
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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, continua internada, desde o dia 30 de dezembro, após ter os dedos dos pés e as pontas dos dedos das mãos amputados por causa de uma infecção generalizada, que teve origem em uma pneumonia. Segundo o médico Rogério Castro, que cuida de Aline, o problema foi causado por bactérias Legionella sp. Médico infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Magno Fortaleza explicou ao G1 que essa bactéria se multiplica em água parada e ambientes quentes, situação geralmente encontrada em aparelhos de ar-condicionado. “A Legionella frequentemente se multiplica bem em sistemas de ventilação interna de prédios e se dispersa pelo ambiente. Se ela for aspirada em grande quantidade ou se a pessoa tem algum problema de imunidade, pode contrair uma pneumonia que pode ser muito grave”, afirmou Fortaleza.
Segundo o médico, a bactéria pode ser encontrada em sistemas de ventilação velhos ou sem manutenção adequada. “É o que chamamos de Síndrome do Edifício Doente. Quando o sistema de ar tem muitos fungos, são comuns essas infecções e problemas como rinite, sinusite e bronquite”, afirmou.
Nem todos que trabalham em um ambiente com ar-condicionado ficam doentes, mesmo que o local esteja contaminado. “Isso depende da defesa imunológica da pessoa. Às vezes, ela não tem defesa contra aquela bactéria específica ou está com baixa imunidade”, afirmou Fortaleza, que ressalta que o fato de Aline ser diabética pode ter contribuído para o agravamento do caso.

Manutenção é necessária
Gerente de qualidade de um laboratório de biotecnologia que analisa bactérias, Elisa Goulart explica que a única forma de evitar a contaminação é a limpeza periódica. Mesmo umidificadores de ar e aparelhos em carros também precisam de manutenção. Elisa ressalta que a manutenção nos veículos deve ser feita nas concessionárias ou em oficinas especializadas.
“Há pessoas que só notam alguma coisa errada quando há odor estranho, quando começam a espirrar. A recomendação é que o filtro de ar seja trocado a cada seis meses”, afirmou Elisa.

Normas da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui duas normas que regulamentam o assunto: a Portaria GM/MS nº. 3.523, de 28 de agosto de 1998, que fala sobre a limpeza e manutenção dos aparelhos, e a Resolução RE nº. 9, de 16 de janeiro de 2003, que é uma orientação técnica relativa à qualidade do ar. De acordo com o especialista em Vigilância Sanitária da Anvisa, Sandro Dolghi, a limpeza do filtro dos equipamentos é fundamental tanto em equipamentos grandes quanto pequenos. A maneira de limpar varia de acordo com o aparelho, mas qualquer fabricante pode passar essas orientações. “Vários fatores influenciam na periodicidade com que a limpeza deve ser feita. Um equipamento pode ter que ser limpo a cada cinco dias, enquanto outro só uma vez por mês. Quem define é quem cuida da manutenção”, explica Dolghi. “Em um prédio de escritórios, por exemplo, um equipamento em uma sala de reuniões que é usada várias vezes por semana será limpo com mais freqüência do que aquele que fica na sala de um diretor que vive viajando e quase nunca está na empresa.” A fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, fiscais dos trabalhos e conselhos que reúnem profissionais de uma categoria. Segundo Dolghi, qualquer usuário também pode auxiliar na fiscalização, checando os relatórios de manutenção do ar-condicionado, que devem ficar à disposição.
A modelo Mariana Bridi foi outra vítima de bactérias. Ela morreu no dia 24 de janeiro após uma infecção causada por Pseudomonas aeruginosa. “Contaminação por Pseudomonas se torna grave quando a bactéria invade uma parte do corpo onde normalmente não fica. É muito comum em casos de infecção hospitalar, após cirurgias. No caso da modelo, foi uma infecção urinária contraída na comunidade. Elas são mais raras, mas acontecem”, disse Fortaleza.


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Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

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Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

link do postPor anjoseguerreiros, às 19:25  comentar

Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

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Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

link do postPor anjoseguerreiros, às 19:25  comentar

Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

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Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

link do postPor anjoseguerreiros, às 19:25  comentar

Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

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Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

link do postPor anjoseguerreiros, às 19:25  comentar

Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

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Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

link do postPor anjoseguerreiros, às 19:25  comentar

Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

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Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

link do postPor anjoseguerreiros, às 19:25  comentar

Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!
5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

" Assim que Manu nasceu, fiquei perdida. Tinha medo de machucá-la, de deixá-la cair. Tomava muito cuidado ao pegá-la no colo... Mas meu grande desafio foi amamentação. Minha mama machucou. No começo, chorava de dor ao dar o peito. Apesar disso, nem pensava em desistir, pois sabia da importância do aleitamento materno. A solução foi tirar leite e dar na mamadeira até o bico curar.” Ariella Cristine Cabezas Piffer, 23 anos, estudante de arquitetura, mãe de Manuella, 2

“ No primeiro mês com a Lotus, foi difícil conciliar bebê, marido e casa. Não tinha tempo para nada! Sem contar que me sentia horrível, não queria ver ninguém. Me escondia do espelho, pois me sentia feia e gorda. O pior era continuar usando as batinhas e calças de grávida depois de dar à luz. Como demorei para emagrecer, o jeito foi esperar para voltar a usar minhas roupas antigas.” Jang Hui Hsin, 30 anos, publicitária, mãe de Lotus, 1 ano e 4 meses

" Quando engravidei pela primeira vez, tinha 21 anos. Estava na faculdade e abri mão de muitos convites. Na segunda vez, aos 26 anos, estava em ascensão profissional. Trabalhava como decoradora e me sentia realizada. Meu ex-chefe não encarou bem a novidade. Para ele, foi como se eu estivesse largando os projetos. Mudei de emprego e comecei a me perguntar com quem iria deixar meus filhos. Foi difícil. É preciso confiar totalmente na babá para voltar a trabalhar sem dramas.” Priscilla de Vitto, 31 anos, decoradora, mãe de Giovanna, 9, e João Pedro, 4

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Criança estava com marca de mordida e hematomas pelo corpo.Mãe disse à polícia que não é primeira vez que ele agride o bebê.

Um homem de 26 anos foi preso por agredir a filha de 4 meses em Ji-Paraná (RO), no sábado (31). Foi a mãe da criança quem denunciou o companheiro por maus-tratos. Acompanhada pelo bebê, a mãe foi até a delegacia e afirmou que não foi a primeira vez que o companheiro era violento. Segunda a polícia, a criança estava com hematomas pelo corpo, inclusive uma marca de mordida na perna. A médica legista Gilca Lamego, que examinou a criança, afirmou que os exames indicam que a menina vinha sendo alvo de agressões a vários dias.


fonte:G1
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Um homem de 26 anos foi preso por agredir a filha de 4 meses em Ji-Paraná (RO), no sábado (31). Foi a mãe da criança quem denunciou o companheiro por maus-tratos. Acompanhada pelo bebê, a mãe foi até a delegacia e afirmou que não foi a primeira vez que o companheiro era violento. Segunda a polícia, a criança estava com hematomas pelo corpo, inclusive uma marca de mordida na perna. A médica legista Gilca Lamego, que examinou a criança, afirmou que os exames indicam que a menina vinha sendo alvo de agressões a vários dias.


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Um homem de 26 anos foi preso por agredir a filha de 4 meses em Ji-Paraná (RO), no sábado (31). Foi a mãe da criança quem denunciou o companheiro por maus-tratos. Acompanhada pelo bebê, a mãe foi até a delegacia e afirmou que não foi a primeira vez que o companheiro era violento. Segunda a polícia, a criança estava com hematomas pelo corpo, inclusive uma marca de mordida na perna. A médica legista Gilca Lamego, que examinou a criança, afirmou que os exames indicam que a menina vinha sendo alvo de agressões a vários dias.


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Criança estava com marca de mordida e hematomas pelo corpo.Mãe disse à polícia que não é primeira vez que ele agride o bebê.

Um homem de 26 anos foi preso por agredir a filha de 4 meses em Ji-Paraná (RO), no sábado (31). Foi a mãe da criança quem denunciou o companheiro por maus-tratos. Acompanhada pelo bebê, a mãe foi até a delegacia e afirmou que não foi a primeira vez que o companheiro era violento. Segunda a polícia, a criança estava com hematomas pelo corpo, inclusive uma marca de mordida na perna. A médica legista Gilca Lamego, que examinou a criança, afirmou que os exames indicam que a menina vinha sendo alvo de agressões a vários dias.


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A coalizão que governa a Islândia anunciou neste domingo que escolheu uma homossexual assumida para o cargo de primeiro-ministro.
Com isso, o país passa a ser o primeiro na história a ser governado por uma pessoa assumidamente com tal orientação sexual.
A ex-ministra de Assuntos Sociais Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, será premiê até que novas eleições sejam realizadas no país, em maio.
Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


fonte:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/01/islandia-sera-1-pais-ser-governado-por-homossexual-assumida-754223718.asp
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A coalizão que governa a Islândia anunciou neste domingo que escolheu uma homossexual assumida para o cargo de primeiro-ministro.
Com isso, o país passa a ser o primeiro na história a ser governado por uma pessoa assumidamente com tal orientação sexual.
A ex-ministra de Assuntos Sociais Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, será premiê até que novas eleições sejam realizadas no país, em maio.
Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


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A coalizão que governa a Islândia anunciou neste domingo que escolheu uma homossexual assumida para o cargo de primeiro-ministro.
Com isso, o país passa a ser o primeiro na história a ser governado por uma pessoa assumidamente com tal orientação sexual.
A ex-ministra de Assuntos Sociais Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, será premiê até que novas eleições sejam realizadas no país, em maio.
Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
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Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
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Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
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Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


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Com isso, o país passa a ser o primeiro na história a ser governado por uma pessoa assumidamente com tal orientação sexual.
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Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
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A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


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Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


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Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


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Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
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A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
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"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
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A ex-ministra de Assuntos Sociais Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, será premiê até que novas eleições sejam realizadas no país, em maio.
Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


fonte:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/01/islandia-sera-1-pais-ser-governado-por-homossexual-assumida-754223718.asp
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A coalizão que governa a Islândia anunciou neste domingo que escolheu uma homossexual assumida para o cargo de primeiro-ministro.
Com isso, o país passa a ser o primeiro na história a ser governado por uma pessoa assumidamente com tal orientação sexual.
A ex-ministra de Assuntos Sociais Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, será premiê até que novas eleições sejam realizadas no país, em maio.
Segundo analistas, a indicação de Sigurdardottir representa um feito histórico no movimento pelos direitos dos homossexuais.
Entretanto, para muitos islandeses, trata-se de algo que não surpreende.
"Eu não acho que a orientação sexual dela importa. Nossos eleitores são bem liberais, eles não se importam com isso", disse à BBC Skuli Helgeson, secretário-geral da Aliança Social Democrática, o partido de Sigurdardottir.
A coalizão de governo islandesa divulgou um comunicado dizendo que o novo gabinete vai começar a trabalhar imediatamente para combater a crise econômica que tomou conta do país.
A crise levou à queda do governo chefiado pelo premiê Geir Haarde no mês passado.
"O governo herda enormes dificuldades devido ao colapso bancário e sistêmico, além de um considerável e rápido aumento de dívidas externas", diz o comunicado.


fonte:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/01/islandia-sera-1-pais-ser-governado-por-homossexual-assumida-754223718.asp
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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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RIO - A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel anti-aids, começou a ser produzido esta semana no Brasil, após a concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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Segundo Costa, a fabricação nacional do produto representa um grande avanço para o país, já que foi conquistada a partir do licenciamento compulsório decretado, em 2007, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
- Estamos comemorando o fato dessa produção ser fruto da primeira licença compulsória que o Brasil decidiu fazer em função do alto custo do medicamento, com impacto no tratamento dos pacientes de aids. Com isso, pudemos não só desenvolver o produto, mas também barateá-lo. E é evidente que o objetivo dessa medida não era possibilitar a importação de outro país, que cobrasse menos, mas estimular a produção pela indústria brasileira - afirmou Costa.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1,00, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.
A encomenda total do Ministério da Saúde prevê a entrega de 15 milhões de comprimidos por ano, mas a capacidade de Farmanguinhos corresponde ao dobro, o que representa o total consumido atualmente a cada no país (30 milhões de comprimidos). Além da produção do Efavirenz, a Fiocruz já estuda a possibilidade de produzir medicamentos genéricos do Tenofovir, outra droga que compõe o coquetel antiaids.


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BOGOTÁ - Os três policiais e um soldado colombianos sequestrados pelas Forças Armadas Revoluncionárias da Colômbia (Farc) já foram libertados e estão em poder da missão humanitária que os resgatou neste domingo na selva do Sul da Colômbia. Três helicópteros brasileiros decolaram na manhã deste domingo da cidade de Florencia, no Sul do país, depois de um atraso de mais de uma hora por conta do mau tempo. O ministro da Defesa colombiano Juan Manuel Santos suspendeu as ações militares durante 36 horas nas zonas relacionadas para facilitar o processo.
Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
Os helicópteros brasileiros decolaram de Florencia, capital do departamento de Caquetá, às 8h15m (horário local) com a senadora, três membros da Cruz Vermelha, três testemunhas e cinco tripulantes.
Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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BOGOTÁ - Os três policiais e um soldado colombianos sequestrados pelas Forças Armadas Revoluncionárias da Colômbia (Farc) já foram libertados e estão em poder da missão humanitária que os resgatou neste domingo na selva do Sul da Colômbia. Três helicópteros brasileiros decolaram na manhã deste domingo da cidade de Florencia, no Sul do país, depois de um atraso de mais de uma hora por conta do mau tempo. O ministro da Defesa colombiano Juan Manuel Santos suspendeu as ações militares durante 36 horas nas zonas relacionadas para facilitar o processo.
Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
Os helicópteros brasileiros decolaram de Florencia, capital do departamento de Caquetá, às 8h15m (horário local) com a senadora, três membros da Cruz Vermelha, três testemunhas e cinco tripulantes.
Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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BOGOTÁ - Os três policiais e um soldado colombianos sequestrados pelas Forças Armadas Revoluncionárias da Colômbia (Farc) já foram libertados e estão em poder da missão humanitária que os resgatou neste domingo na selva do Sul da Colômbia. Três helicópteros brasileiros decolaram na manhã deste domingo da cidade de Florencia, no Sul do país, depois de um atraso de mais de uma hora por conta do mau tempo. O ministro da Defesa colombiano Juan Manuel Santos suspendeu as ações militares durante 36 horas nas zonas relacionadas para facilitar o processo.
Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
Os helicópteros brasileiros decolaram de Florencia, capital do departamento de Caquetá, às 8h15m (horário local) com a senadora, três membros da Cruz Vermelha, três testemunhas e cinco tripulantes.
Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
Os helicópteros brasileiros decolaram de Florencia, capital do departamento de Caquetá, às 8h15m (horário local) com a senadora, três membros da Cruz Vermelha, três testemunhas e cinco tripulantes.
Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
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Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
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Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
Os helicópteros brasileiros decolaram de Florencia, capital do departamento de Caquetá, às 8h15m (horário local) com a senadora, três membros da Cruz Vermelha, três testemunhas e cinco tripulantes.
Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
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Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
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Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
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Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
Os helicópteros brasileiros decolaram de Florencia, capital do departamento de Caquetá, às 8h15m (horário local) com a senadora, três membros da Cruz Vermelha, três testemunhas e cinco tripulantes.
Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Cruz Vermelha já tem tudo pronto para receber reféns das Farc.
O Brasil ajudou na missão humanitária. A libertação é a primeira desde fevereiro de 2008, disse a senadora Piedad Córdoba, que esteve à frente da missão.
Os helicópteros brasileiros decolaram de Florencia, capital do departamento de Caquetá, às 8h15m (horário local) com a senadora, três membros da Cruz Vermelha, três testemunhas e cinco tripulantes.
Polícia colombiana revela relação de traficantes com as Farc.
Com a entrega, as Farc querem, na opinião de analistas, obter espaço político e melhora da sua imagem internacional depois dos duros golpes sofridos no ano passado, como a morte de diversos comandantes, a deserção de milhares de combatentes e o resgate da refém Ingrid Betancourt.
Também fazem parte da comissão que receberá os reféns a ativista de direitos humanos Olga Amparo Sánchez e os jornalistas Daniel Samper e Jorge Enrique Botero, além de representantes do CICV.
Nesta segunda-feira, a comissão volta com os helicópteros para a região para recolher, em outro ponto da selva, o ex-governador Alan Jara, do Departamento de Meta, sequestrado desde 2001. Na terça-feira, o grupo se desloca para Cali, onde irá coordenar a devolução do ex-deputado regional Sigifredo López, do Departamento do Valle.
Atualmente, as Farc mantêm sequestradas 28 pessoas por motivos políticos, e pressionam por um acordo com o governo para trocá-las por cerca de 500 rebeldes presos. Entretanto, a cifra se reduzirá a 22 quando terminarem as libertações anunciadas pela guerrilha. O governo e as Farc mantêm posições radicais, que impedem o fim do drama dos reféns, alguns dos quais sequstrados há mais de 11 anos na selva.


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Hanseníase
O que é?

A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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Hanseníase
O que é?

A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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Hanseníase
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A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
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A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
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A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
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A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
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A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

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Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
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A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

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Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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Hanseníase
O que é?

A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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Hanseníase
O que é?

A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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Hanseníase
O que é?

A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
Manifestações clínicas
As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária.

Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença.

A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada.

Tratamento

A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.



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RIO - O cantor Zeca Pagodinho está quase curado da pneumonia que o levou a ser internado na terça-feira na Casa de Saúde São José, no Humaitá, mas permanecerá internado até segunda-feira por causa de uma bronquite, que está sendo controlada pelos médicos.
Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:33  comentar

RIO - O cantor Zeca Pagodinho está quase curado da pneumonia que o levou a ser internado na terça-feira na Casa de Saúde São José, no Humaitá, mas permanecerá internado até segunda-feira por causa de uma bronquite, que está sendo controlada pelos médicos.
Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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RIO - O cantor Zeca Pagodinho está quase curado da pneumonia que o levou a ser internado na terça-feira na Casa de Saúde São José, no Humaitá, mas permanecerá internado até segunda-feira por causa de uma bronquite, que está sendo controlada pelos médicos.
Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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RIO - O cantor Zeca Pagodinho está quase curado da pneumonia que o levou a ser internado na terça-feira na Casa de Saúde São José, no Humaitá, mas permanecerá internado até segunda-feira por causa de uma bronquite, que está sendo controlada pelos médicos.
Segundo sua assessora, o sambista está fazendo a transição entre o uso de antibióticos venoso pelo oral e agora está melhor também da sinusite. Porém, uma bronquite mal curada vai segurar Zeca até a segunda-feira, quando o pneumologista Marcelo Kalichsztein deverá liberá-lo para voltar para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Góis deste sábado, Zeca teria deixado seu quarto na quinta-feira para assistir à missa na capela do hospital: "Nosso sambista foi agradecer pela recuperação e fazer uma promessa a si mesmo: parar de fumar".
Com a alta na próxima segunda-feira, Zeca poderá comemorar seu aniversário de 50 anos no próximo dia 4. Três dias depois, ele fará seu primeiro show no Rio após a recuperação. O cantor fará show no projeto Oi Noites Cariocas, no Pier Mauá.
Zeca tem recebido a visita de amigos e parentes no hospital deste terça-feira. A mulher dele, Mônica Silva, está o tempo todo ao lado de Zeca e dorme a seu lado todas as noites.
Ele foi internado na terça, com um quadro de febre e tosse, segundo o jornal "Extra", após ter passado o fim de semana em Angra dos Reis. Zeca fez exames de sangue e radiografia e os resultados identificaram a doença. O pneumologista deu ao cantor a opção de se recuperar em casa, mas o sambista preferiu a eficiência e a disciplina do hospital.
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RIO - Um erro, aparentemente humano, no sistema do Google deixou milhões de internautas confusos no sábado. Ao longo do dia, quem usava a ferramenta de busca se deparava com o alerta "esse site pode danificar o seu computador".
O erro causou pânico entre os navegadores. Eles acreditavam que a popular ferramenta de busca havia sido danificada, podendo ter sérias complicações para o comércio da internet.


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RIO - Um erro, aparentemente humano, no sistema do Google deixou milhões de internautas confusos no sábado. Ao longo do dia, quem usava a ferramenta de busca se deparava com o alerta "esse site pode danificar o seu computador".
O erro causou pânico entre os navegadores. Eles acreditavam que a popular ferramenta de busca havia sido danificada, podendo ter sérias complicações para o comércio da internet.


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RIO - Um erro, aparentemente humano, no sistema do Google deixou milhões de internautas confusos no sábado. Ao longo do dia, quem usava a ferramenta de busca se deparava com o alerta "esse site pode danificar o seu computador".
O erro causou pânico entre os navegadores. Eles acreditavam que a popular ferramenta de busca havia sido danificada, podendo ter sérias complicações para o comércio da internet.


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O erro causou pânico entre os navegadores. Eles acreditavam que a popular ferramenta de busca havia sido danificada, podendo ter sérias complicações para o comércio da internet.


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RIO - Um erro, aparentemente humano, no sistema do Google deixou milhões de internautas confusos no sábado. Ao longo do dia, quem usava a ferramenta de busca se deparava com o alerta "esse site pode danificar o seu computador".
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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
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A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
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A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BELÉM - Um indiano que está em um navio com bandeira da Índia, aportado em Icoaraci, passa pelo monitoramento do Instituto Evandro Chagas, Secretarias Municipal e de Estado de Saúde e Vigilância Sanitária por suspeita de ter contraído dengue do Tipo 4, que não existe no Brasil desde 1982.
A coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) do Pará, Ana Helfer, informou que o indiano sentiu-se mal, foi atendido no Hospital Abelardo Santos na quarta-feira. Na quinta-feira, ele realizou os exames necessários, foi medicado e liberado para voltar ao navio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada e no mesmo dia mandou equipe para fazer a inspeção da embarcação.
- O indiano fez o controle clínico e está bem. Se os sintomas retornarem, ele vai voltar ao hospital - confirmou Ana Helfer, sem querer divulgar a identidade do paciente.
Ela disse que ainda não acha possível que seja dengue Tipo 4 e toda a e qualquer confirmação sobre a existência do vírus no Brasil deverá ser feita pelo Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde da Sespa, o indiano está no Brasil há mais de seis meses e não faz parte do grupo que veio à cidade para o Fórum Social Mundial (FSM).
- Ele foi atendido com suspeita de virose. Possivelmente será dengue. Não existe tempo suficiente para fazer o isolamento do vírus - esclareceu.
Depois de detectar que um indiano não participante do Fórum está com dengue que pode ser o Tipo 4 e outro indiano participante do evento está com malária, a Secretaria de Estado de Saúde Pública decidiu fazer hoje uma grande ação de combate à dengue.
- Decidimos fazer porque a dengue é uma doença sazonal. Estamos no tempo de chuva, a população está acentuada no município e existe necessidade para despertar nas pessoas que a dengue é um problema de todos. Todos devem participar para se reduzir a quantidade de vetores - observou Ana Helfer.
Desde a segunda-feira passada, a Sespa contabiliza a suspeita de dengue Tipo 4 fora da área do FSM, mais um caso de malária e uma picada de escorpião no território da Universidade Federal Rural da Amazônia.
- Os outros casos são mais comuns, como diarréias, quedas e escoriações. Mas tudo está sob controle. Não encontramos nenhuma doença grave, que tivesse necessidade de isolamento - disse Ana Helfer.
A secretária municipal de Saúde, Rejane Jatene, disse que a Sesma também está acompanhando o caso:
- Esse tipo de dengue ainda não existe no Brasil. Como não existe, não queremos que apareça, porque nenhum de nós está resistente a ele. Como é um estrangeiro, se estiver com dengue, vai ter de ser rastreado - ressaltou.
A Vigilância Sanitária de Belém também está monitorando o estado de saúde do indiano, que apresentou, segundo Rejane Jatene, plaquetas baixas, sintomatologia da dengue clássica.


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BRASÍLIA - Maus-tratos, estímulo ao tráfico de animais silvestres e perigo para o público são os argumentos que motivaram a elaboração de alguns projetos de lei que propõem a proibição do uso de animais em circo. O último deles, o PLS 407/08, está nas mãos da relatora da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Marina Silva (PT-AC). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina já se posicionou publicamente, em outras ocasiões, contrária à permanência dos animais nos circos. Mora aí a esperança de organizações protetoras dos animais. Mas, na Câmara dos Deputados, a votação de proposições de mesmo teor na Comissão de Educação e Cultura são postergadas adeternum. Por trás dos adiamentos, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) garante que há um forte lobby do Ministério da Cultura e de políticos que têm suas campanhas financiadas por grandes circos.
Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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BRASÍLIA - Maus-tratos, estímulo ao tráfico de animais silvestres e perigo para o público são os argumentos que motivaram a elaboração de alguns projetos de lei que propõem a proibição do uso de animais em circo. O último deles, o PLS 407/08, está nas mãos da relatora da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Marina Silva (PT-AC). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina já se posicionou publicamente, em outras ocasiões, contrária à permanência dos animais nos circos. Mora aí a esperança de organizações protetoras dos animais. Mas, na Câmara dos Deputados, a votação de proposições de mesmo teor na Comissão de Educação e Cultura são postergadas adeternum. Por trás dos adiamentos, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) garante que há um forte lobby do Ministério da Cultura e de políticos que têm suas campanhas financiadas por grandes circos.
Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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BRASÍLIA - Maus-tratos, estímulo ao tráfico de animais silvestres e perigo para o público são os argumentos que motivaram a elaboração de alguns projetos de lei que propõem a proibição do uso de animais em circo. O último deles, o PLS 407/08, está nas mãos da relatora da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Marina Silva (PT-AC). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina já se posicionou publicamente, em outras ocasiões, contrária à permanência dos animais nos circos. Mora aí a esperança de organizações protetoras dos animais. Mas, na Câmara dos Deputados, a votação de proposições de mesmo teor na Comissão de Educação e Cultura são postergadas adeternum. Por trás dos adiamentos, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) garante que há um forte lobby do Ministério da Cultura e de políticos que têm suas campanhas financiadas por grandes circos.
Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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BRASÍLIA - Maus-tratos, estímulo ao tráfico de animais silvestres e perigo para o público são os argumentos que motivaram a elaboração de alguns projetos de lei que propõem a proibição do uso de animais em circo. O último deles, o PLS 407/08, está nas mãos da relatora da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Marina Silva (PT-AC). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina já se posicionou publicamente, em outras ocasiões, contrária à permanência dos animais nos circos. Mora aí a esperança de organizações protetoras dos animais. Mas, na Câmara dos Deputados, a votação de proposições de mesmo teor na Comissão de Educação e Cultura são postergadas adeternum. Por trás dos adiamentos, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) garante que há um forte lobby do Ministério da Cultura e de políticos que têm suas campanhas financiadas por grandes circos.
Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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BRASÍLIA - Maus-tratos, estímulo ao tráfico de animais silvestres e perigo para o público são os argumentos que motivaram a elaboração de alguns projetos de lei que propõem a proibição do uso de animais em circo. O último deles, o PLS 407/08, está nas mãos da relatora da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Marina Silva (PT-AC). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina já se posicionou publicamente, em outras ocasiões, contrária à permanência dos animais nos circos. Mora aí a esperança de organizações protetoras dos animais. Mas, na Câmara dos Deputados, a votação de proposições de mesmo teor na Comissão de Educação e Cultura são postergadas adeternum. Por trás dos adiamentos, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) garante que há um forte lobby do Ministério da Cultura e de políticos que têm suas campanhas financiadas por grandes circos.
Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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BRASÍLIA - Maus-tratos, estímulo ao tráfico de animais silvestres e perigo para o público são os argumentos que motivaram a elaboração de alguns projetos de lei que propõem a proibição do uso de animais em circo. O último deles, o PLS 407/08, está nas mãos da relatora da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Marina Silva (PT-AC). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina já se posicionou publicamente, em outras ocasiões, contrária à permanência dos animais nos circos. Mora aí a esperança de organizações protetoras dos animais. Mas, na Câmara dos Deputados, a votação de proposições de mesmo teor na Comissão de Educação e Cultura são postergadas adeternum. Por trás dos adiamentos, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) garante que há um forte lobby do Ministério da Cultura e de políticos que têm suas campanhas financiadas por grandes circos.
Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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BRASÍLIA - Maus-tratos, estímulo ao tráfico de animais silvestres e perigo para o público são os argumentos que motivaram a elaboração de alguns projetos de lei que propõem a proibição do uso de animais em circo. O último deles, o PLS 407/08, está nas mãos da relatora da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Marina Silva (PT-AC). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina já se posicionou publicamente, em outras ocasiões, contrária à permanência dos animais nos circos. Mora aí a esperança de organizações protetoras dos animais. Mas, na Câmara dos Deputados, a votação de proposições de mesmo teor na Comissão de Educação e Cultura são postergadas adeternum. Por trás dos adiamentos, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) garante que há um forte lobby do Ministério da Cultura e de políticos que têm suas campanhas financiadas por grandes circos.
Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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Um grupo de trabalho foi formado entre os ministérios do Meio e Ambiente e Cultura para debater a questão. Mas, até agora, não há sinal de acordo. Na próxima reunião, marcada para fevereiro, sentarão à mesa, também, os ministérios da Justiça e da Agricultura. Não existe uma regulamentação nacional para o uso de animais de circo. Estados e municípios criam suas próprias leis para proibir a prática. E os circos recorrem à Justiça para fazerem suas apresentações.
De acordo com o Ibama, além de maltratar, os circos costumam importar ilegalmente seus bichos.
– Eles conseguem uma licença para importar um animal da Europa e depois vão ao Uruguai, por exemplo, e atravessam a fronteira com outro animal da mesma espécie utilizando a mesma licença. – explica o coordenador de Fiscalização de Fauna do Ibama, Antônio Ganme. – Além da maioria das equipes de fiscalização não possuir leitor de chips de identificação dos bichos, muitos já conseguem remover os chips e reaproveitá-los.
Segundo Ganme, a Polícia Rodoviária Federal também costuma fazer vista grossa na fiscalização, “porque não teria o que fazer com um elefante”.
– O circo está no limbo da lei – afirma o coordenador. – Tentam dizer que seus bichos vivem mais. Mas como um animal que vive em lugares apertados, são mal alimentados e domados com castigos podem viver mais? Estão vivendo mais ou são os dublês ilegais?
Maus tratos
Ganme conta que é comum as equipes de fiscalização encontrarem ossos de animais pequenos nas jaulas dos felinos nos circos, “geralmente cães e gatos de rua”. Ainda segundo o coordenador, é impossível adestrar animais como leões e elefantes sem usar de violência.
O coordenador da União Brasileira de Circos Itinerantes, Wladimir Spernega, nega:
– Se o animal fosse maltratado, ele não reproduziria. Tem algumas babás que batem em criança. Tem pai que joga filho pela janela. Por isso as pessoas vão deixar de ter filhos? Não.
Spernega afirma que muitas ONGs “que se dizem protetoras dos animais” querem, na verdade, pegar os animais dos circos e colocá-los em zoológicos particulares “para beneficiar amigos”:
– Essas ONGs não querem acolher cachorros e cavalos de circos. Querem os primatas. Por que não tiram cavalos de jóquei? Touro de rodeio?
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) faz coro:
– Não pode simplesmente proibir – diz o coordenador de circo da Funarte, Marcos Teixeira. – Não pode generalizar essa história de maus-tratos. É possível adestrar animais com processos de memorização e recompensas.
Funarte e União dos Circos garantem que os prejuízos das empresas circences serão enormes. Além do desemprego, o patrimônio perdido é considerável, uma vez que um elefante chega a custar R$ 250 mil.
Pesquisas recentes revelaram que cresce a adesão da sociedade à proibição dos animais. A Funarte e o Ibama se acusam de manipular as pesquisas. Os dois órgãos já afirmaram que não vão retroceder em suas posições. Como não existe resolução do Congresso, parece que, mais uma vez, caberá à Justiça a solução do imbróglio.




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MELBURNE - A Austrália anunciou oficialmente no domingo a candidatura para sediar a Copa do Mundo de futebol de 2018 ou 2022. A Federação Australiana de Futebol havia dito anteriormente que se canditaria aos dois torneios e recebeu forte apoio em dezembro, quando o governo se comprometeu a contribuir com 45,6 milhões de dólares australianos (29,1 milhões de dólares) para ajudar na campanha.
O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
Lowy acrescentou que a postulação também ajudará o mundo a entender que a Austrália é um país "capaz", em que os grandes e importantes eventos podem ser feitos com poucas preocupações.
Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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MELBURNE - A Austrália anunciou oficialmente no domingo a candidatura para sediar a Copa do Mundo de futebol de 2018 ou 2022. A Federação Australiana de Futebol havia dito anteriormente que se canditaria aos dois torneios e recebeu forte apoio em dezembro, quando o governo se comprometeu a contribuir com 45,6 milhões de dólares australianos (29,1 milhões de dólares) para ajudar na campanha.
O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
Lowy acrescentou que a postulação também ajudará o mundo a entender que a Austrália é um país "capaz", em que os grandes e importantes eventos podem ser feitos com poucas preocupações.
Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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MELBURNE - A Austrália anunciou oficialmente no domingo a candidatura para sediar a Copa do Mundo de futebol de 2018 ou 2022. A Federação Australiana de Futebol havia dito anteriormente que se canditaria aos dois torneios e recebeu forte apoio em dezembro, quando o governo se comprometeu a contribuir com 45,6 milhões de dólares australianos (29,1 milhões de dólares) para ajudar na campanha.
O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
Lowy acrescentou que a postulação também ajudará o mundo a entender que a Austrália é um país "capaz", em que os grandes e importantes eventos podem ser feitos com poucas preocupações.
Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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MELBURNE - A Austrália anunciou oficialmente no domingo a candidatura para sediar a Copa do Mundo de futebol de 2018 ou 2022. A Federação Australiana de Futebol havia dito anteriormente que se canditaria aos dois torneios e recebeu forte apoio em dezembro, quando o governo se comprometeu a contribuir com 45,6 milhões de dólares australianos (29,1 milhões de dólares) para ajudar na campanha.
O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
Lowy acrescentou que a postulação também ajudará o mundo a entender que a Austrália é um país "capaz", em que os grandes e importantes eventos podem ser feitos com poucas preocupações.
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MELBURNE - A Austrália anunciou oficialmente no domingo a candidatura para sediar a Copa do Mundo de futebol de 2018 ou 2022. A Federação Australiana de Futebol havia dito anteriormente que se canditaria aos dois torneios e recebeu forte apoio em dezembro, quando o governo se comprometeu a contribuir com 45,6 milhões de dólares australianos (29,1 milhões de dólares) para ajudar na campanha.
O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
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Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
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Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
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O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
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O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
Lowy acrescentou que a postulação também ajudará o mundo a entender que a Austrália é um país "capaz", em que os grandes e importantes eventos podem ser feitos com poucas preocupações.
Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
Lowy acrescentou que a postulação também ajudará o mundo a entender que a Austrália é um país "capaz", em que os grandes e importantes eventos podem ser feitos com poucas preocupações.
Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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O prazo fixado pela Fifa para que os países se candidatem a sediar a Copa vence na segunda-feira e os vencedores serão anunciados em dezembro de 2010.
- Apresentamos o interesse da Austrália em organizar os jogos da Copa Mundial de 2018 ou 2022 - disse o presidente da federação do país, Frank Lowy, em um comunicado.
Lowy acrescentou que a postulação também ajudará o mundo a entender que a Austrália é um país "capaz", em que os grandes e importantes eventos podem ser feitos com poucas preocupações.
Inglaterra, Japão, Catar, México, Rússia e Indonésia declararam formalmente interesse em organizar um dos dois torneios e os Estados Unidos têm afirmado que também entrarão na disputa. Espanha e Portugal se candidataram conjuntamente, assim como Bélgica e Holanda.

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MOLO - O número de mortos em um incêndio com petróleo no Quênia subiu para 111, em um dos piores desastres recentes do país, informou a polícia no domingo.
- Nós contamos 91 corpos no local e há outros 20 que foram retirados - disse à Reuters o comissário de polícia da província de Rift Valley, Hassan Noor Hassan.
Um caminhão se acidentou no sábado na cidade de Molo, espalhando petróleo que pegou fogo enquanto centenas de pessoas se aproximaram do local em busca de combustível grátis.


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- Nós contamos 91 corpos no local e há outros 20 que foram retirados - disse à Reuters o comissário de polícia da província de Rift Valley, Hassan Noor Hassan.
Um caminhão se acidentou no sábado na cidade de Molo, espalhando petróleo que pegou fogo enquanto centenas de pessoas se aproximaram do local em busca de combustível grátis.


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Um caminhão se acidentou no sábado na cidade de Molo, espalhando petróleo que pegou fogo enquanto centenas de pessoas se aproximaram do local em busca de combustível grátis.


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SÃO PAULO - Uma mulher morreu após se submeter a uma lipoaspiração em uma clínica da zona leste, neste sábado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, Regiane Aparecida Bauer Lopes, de 27 anos, teve uma parada cardiorrespiratória. De acordo com uma prima dela, identificada apenas como Pamela, os médicos tentaram reanimar a paciente entre 10h45m e 11h30m. A lipoaspiração seria feita na região da barriga. Pamela disse que a clínica não possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


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SÃO PAULO - Uma mulher morreu após se submeter a uma lipoaspiração em uma clínica da zona leste, neste sábado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, Regiane Aparecida Bauer Lopes, de 27 anos, teve uma parada cardiorrespiratória. De acordo com uma prima dela, identificada apenas como Pamela, os médicos tentaram reanimar a paciente entre 10h45m e 11h30m. A lipoaspiração seria feita na região da barriga. Pamela disse que a clínica não possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


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RIO - Ao longo de 2008, cresceu o número de denúncias enviadas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontando corrupção, desvios e ineficiência de juízes. Segundo reportagem de Carolina Brígido, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, de janeiro a agosto, chegaram à corregedoria do CNJ 1.696 denúncias contra magistrados - uma média de 212 novos processos disciplinares por mês. De setembro a dezembro, foram 990 novas denúncias, o que aumentou a média mensal para 330.
Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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RIO - Ao longo de 2008, cresceu o número de denúncias enviadas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontando corrupção, desvios e ineficiência de juízes. Segundo reportagem de Carolina Brígido, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, de janeiro a agosto, chegaram à corregedoria do CNJ 1.696 denúncias contra magistrados - uma média de 212 novos processos disciplinares por mês. De setembro a dezembro, foram 990 novas denúncias, o que aumentou a média mensal para 330.
Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
De acordo com a reportagem, as denúncias estão sendo investigadas e, se os magistrados forem considerados culpados, poderão ser punidos com uma simples advertência até a aposentadoria compulsória. Para um juiz perder o cargo de forma definitiva, sem direito à aposentadoria, deve ser condenado em um tribunal.


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Entre os novos casos, a maioria (441) reclamava de demora no julgamento de ações. Foram contabilizados ainda 267 pedidos de investigação contra juízes que teriam cometido atos de corrupção ou agido de forma incompatível com o cargo.
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colaboradores: carmen e maria celia

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