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28.12.08

SÃO PAULO - Um casal de fotógrafos de São Paulo quer iniciar 2009 nas alturas. Para tornar o sonho realidade, desde o Natal, Márcio Bortolusso, de 33 anos, e sua mulher, Fernanda Lupo, de 27, desbravam florestas de mata fechada da Serra da Mantiqueira, driblando gargantas de pedras e penhascos, para chegar ao topo do Pico Sem Nome, o mais isolado cume do Maciço dos Marins - uma das mais altas cadeias montanhosas do Brasil -, na divisa de São Paulo com Minas Gerais. O desafio do casal é passar o Réveillon em uma cama de lona, pendurado a 2.432 metros do nível do mar. E brindar com champanhe a chegada de 2009.
- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

QUE SEJAM BEM SUCEDIDOS EM SUA AVENTURA E TIREM FOTOS INTERESSANTES PARA FICARMOS SABENDO COMO FICARAM PENDURADOS LÁ NO ALTO!!!

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SÃO PAULO - Um casal de fotógrafos de São Paulo quer iniciar 2009 nas alturas. Para tornar o sonho realidade, desde o Natal, Márcio Bortolusso, de 33 anos, e sua mulher, Fernanda Lupo, de 27, desbravam florestas de mata fechada da Serra da Mantiqueira, driblando gargantas de pedras e penhascos, para chegar ao topo do Pico Sem Nome, o mais isolado cume do Maciço dos Marins - uma das mais altas cadeias montanhosas do Brasil -, na divisa de São Paulo com Minas Gerais. O desafio do casal é passar o Réveillon em uma cama de lona, pendurado a 2.432 metros do nível do mar. E brindar com champanhe a chegada de 2009.
- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
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Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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SÃO PAULO - Um casal de fotógrafos de São Paulo quer iniciar 2009 nas alturas. Para tornar o sonho realidade, desde o Natal, Márcio Bortolusso, de 33 anos, e sua mulher, Fernanda Lupo, de 27, desbravam florestas de mata fechada da Serra da Mantiqueira, driblando gargantas de pedras e penhascos, para chegar ao topo do Pico Sem Nome, o mais isolado cume do Maciço dos Marins - uma das mais altas cadeias montanhosas do Brasil -, na divisa de São Paulo com Minas Gerais. O desafio do casal é passar o Réveillon em uma cama de lona, pendurado a 2.432 metros do nível do mar. E brindar com champanhe a chegada de 2009.
- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

QUE SEJAM BEM SUCEDIDOS EM SUA AVENTURA E TIREM FOTOS INTERESSANTES PARA FICARMOS SABENDO COMO FICARAM PENDURADOS LÁ NO ALTO!!!

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SÃO PAULO - Um casal de fotógrafos de São Paulo quer iniciar 2009 nas alturas. Para tornar o sonho realidade, desde o Natal, Márcio Bortolusso, de 33 anos, e sua mulher, Fernanda Lupo, de 27, desbravam florestas de mata fechada da Serra da Mantiqueira, driblando gargantas de pedras e penhascos, para chegar ao topo do Pico Sem Nome, o mais isolado cume do Maciço dos Marins - uma das mais altas cadeias montanhosas do Brasil -, na divisa de São Paulo com Minas Gerais. O desafio do casal é passar o Réveillon em uma cama de lona, pendurado a 2.432 metros do nível do mar. E brindar com champanhe a chegada de 2009.
- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

QUE SEJAM BEM SUCEDIDOS EM SUA AVENTURA E TIREM FOTOS INTERESSANTES PARA FICARMOS SABENDO COMO FICARAM PENDURADOS LÁ NO ALTO!!!

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SÃO PAULO - Um casal de fotógrafos de São Paulo quer iniciar 2009 nas alturas. Para tornar o sonho realidade, desde o Natal, Márcio Bortolusso, de 33 anos, e sua mulher, Fernanda Lupo, de 27, desbravam florestas de mata fechada da Serra da Mantiqueira, driblando gargantas de pedras e penhascos, para chegar ao topo do Pico Sem Nome, o mais isolado cume do Maciço dos Marins - uma das mais altas cadeias montanhosas do Brasil -, na divisa de São Paulo com Minas Gerais. O desafio do casal é passar o Réveillon em uma cama de lona, pendurado a 2.432 metros do nível do mar. E brindar com champanhe a chegada de 2009.
- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
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Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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SÃO PAULO - Um casal de fotógrafos de São Paulo quer iniciar 2009 nas alturas. Para tornar o sonho realidade, desde o Natal, Márcio Bortolusso, de 33 anos, e sua mulher, Fernanda Lupo, de 27, desbravam florestas de mata fechada da Serra da Mantiqueira, driblando gargantas de pedras e penhascos, para chegar ao topo do Pico Sem Nome, o mais isolado cume do Maciço dos Marins - uma das mais altas cadeias montanhosas do Brasil -, na divisa de São Paulo com Minas Gerais. O desafio do casal é passar o Réveillon em uma cama de lona, pendurado a 2.432 metros do nível do mar. E brindar com champanhe a chegada de 2009.
- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
Para não carregar peso em excesso na bagagem, o casal optou por levar apenas o necessário para a escalada, abrindo mão inclusive de produtos de higiene pessoal. A bagagem terá 60 quilos - 40 dos quais somente de equipamentos de segurança.
- Tudo será muito contado. Se faltar, a gente improvisa - diz Bortolusso.
Entre os "cortes", o casal escolheu o banho.
- Usaremos só uma toalha de fibra sintética para passar no corpo. Além disso, levamos apenas uma calcinha e uma cueca extras só para ter uma roupa quente no caso de pegarmos uma tempestade - explica Fernanda.
- Muitos nos acham radicais, mas cem gramas a mais na bagagem pode ser determinante para não chegar ao topo - diz Bortolusso.
Em uma viagem como essa, a alimentação é cuidadosamente planejada. O casal leva um kit que inclui salame, queijo, biscoitos, barra de cereal, granola, muito chocolate, leite em pó, chá e macarrão instantâneo. A água é contada. O fotógrafo diz que a viagem tem que ser cuidadosamente planejada para que o alpinista conheça suas limitações.
- Ele escolhe o quanto de risco está disposta a correr. O trabalho maior é sempre para os pioneiros. Os outros já vão com croqui, sabendo o que encontrar - diz.
Uma das grandes preocupações de Márcio e Fernanda durante as escaladas é a preservação das nascentes de água. Por isso, evitam fazer necessidades biológicas na natureza.
- Levamos um tubo grande, com vários sacos de cal. Quando dá vontade, fazemos lá. Mas aí carregamos a sujeira até chegar em casa e poder jogar fora - explica Bortolusso.
O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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- Não troco o topo da montanha por nenhum hotel cinco estrelas. Planejamos essa viagem há dois anos - afirma Bortolusso, alpinista desde a infância.
Esta será a primeira vez que uma equipe de alpinistas chegará ao cume do pico, localizado na face oeste do Maciço dos Marins. O casal estima que a viagem dure sete dias. O mais difícil, segundo Bortolusso, é chegar à montanha, por causa dos obstáculos. São 15 quilômetros de trilha fechada. Depois, o grande desafio será escalar os 500 metros de rocha para chegar ao topo.
- Muitas vezes, o espaço é tão pequeno que só podemos usar a ponta dos pés como apoio - diz.
O risco não assusta o casal.
- Para conhecer algo novo, você cria ventosas onde não existe e gruda na rocha para não cair - brinca Bortolusso.
Além da dificuldade de escalada, o casal terá outro inimigo: o frio. O Maciço dos Marins tem as temperaturas mais baixas do país. Para se ter uma idéia do desafio, o frio é tão intenso que, quando em Campos do Jordão os termômetros atingem quatro graus negativos, a temperatura lá é de menos 10 graus.
Banho só na volta para casa
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O retorno a São Paulo deve começar na madrugada do dia 1 de janeiro e a estimativa é de fazer o percurso em 30 horas. Casados há dois anos, Bortolusso e Fernanda são sócios numa produtora de documentários sobre aventura, natureza e cultura. Eles treinam em média duas horas por dia e têm até uma parede de escalada instalada na sala de casa.

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UMA HOMENAGEM A TODAS AS MÃES QUE PERDERAM SEUS FILHOS E PRINCIPALMENTE À ANNA OLIVEIRA QUE É MÃE DA NOSSA QUERIDA ISABELLA.


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SERÁ QUE A MINHA NARNIA VAI GOSTAR DA NOTÍCIA?????

LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


fonte:JB online
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LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


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LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


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SERÁ QUE A MINHA NARNIA VAI GOSTAR DA NOTÍCIA?????

LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


fonte:JB online
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LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


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LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


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LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


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LOS ANGELES - Os estúdios Disney, que distribuíram as duas primeiras partes do filme "As crônicas de Nárnia", não quiseram participar da terceira versão, informou a empresa nesta quarta-feira.- Decidimos não considerar a opção (que tínhamos) sobre o livro - disse Heidi Trotta à AFP, confirmando a notícia publicada pelo jornal especializado "The Hollywood Reporter".De acordo com o veículo, o estúdio Disney desistiu do projeto que havia planejado realizar em conjunto com a produtora Walden Media para 2010. Em 2006, Walt Disney anunciou que faria os filmes baseados na célebre saga literária do escritor irlandês C.S. Lewis, dois meses depois da estréia do primeiro episódio.- É raro que um estúdio se retire no meio de uma trilogia, mas os números mostraram uma queda de popularidade da franquia - destacou "Hollywood Reporter", acrescentando que a primeira parte arrecadou 745 milhões de dólares de bilheteria mundial, e a segunda, 420 milhões de dólares.


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Beatriz passou pela cirurgia quando tinha apenas um quilo.Ela espera engordar mais 100g para ganhar colo da mãe.Nada de compras ou consumo. O presente de Natal de uma família de Taguatinga (DF), cidade próxima a Brasília, foi a saúde da filha Beatriz, de apenas um mês. Ela nasceu prematura em novembro e sobreviveu a uma delicada cirurgia cardíaca. A criança nasceu dois meses antes do previsto e tinha apenas um quilo quando passou pela cirurgia, no último dia 15. Ela se recupera bem, já ganhou 100 gramas e quando engordar mais 100 vai poder ficar no colo da mãe. Beatriz ainda está na incubadora, sendo alimentada por enfermeiras com o leite da própria mãe. Quando atingir 1,3 kg, dizem os médicos, ela já vai poder mamar direto no peito da mãe, a professora Fernanda Viana. “Ela lutou muito e está lutando ainda”, comemora a mãe.No hospital onde a menina está internada, a família comemora a cada dia a melhora no estado de saúde da pequena Beatriz. A pediatria da unidade ganhou até apelido neste Natal. Virou a “Ala do Bom Humor”.Beatriz ainda não tem data marcada para voltar para casa.
E EXISTE MELHOR PRESENTE???

fonte:G1
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Beatriz passou pela cirurgia quando tinha apenas um quilo.Ela espera engordar mais 100g para ganhar colo da mãe.Nada de compras ou consumo. O presente de Natal de uma família de Taguatinga (DF), cidade próxima a Brasília, foi a saúde da filha Beatriz, de apenas um mês. Ela nasceu prematura em novembro e sobreviveu a uma delicada cirurgia cardíaca. A criança nasceu dois meses antes do previsto e tinha apenas um quilo quando passou pela cirurgia, no último dia 15. Ela se recupera bem, já ganhou 100 gramas e quando engordar mais 100 vai poder ficar no colo da mãe. Beatriz ainda está na incubadora, sendo alimentada por enfermeiras com o leite da própria mãe. Quando atingir 1,3 kg, dizem os médicos, ela já vai poder mamar direto no peito da mãe, a professora Fernanda Viana. “Ela lutou muito e está lutando ainda”, comemora a mãe.No hospital onde a menina está internada, a família comemora a cada dia a melhora no estado de saúde da pequena Beatriz. A pediatria da unidade ganhou até apelido neste Natal. Virou a “Ala do Bom Humor”.Beatriz ainda não tem data marcada para voltar para casa.
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Beatriz passou pela cirurgia quando tinha apenas um quilo.Ela espera engordar mais 100g para ganhar colo da mãe.Nada de compras ou consumo. O presente de Natal de uma família de Taguatinga (DF), cidade próxima a Brasília, foi a saúde da filha Beatriz, de apenas um mês. Ela nasceu prematura em novembro e sobreviveu a uma delicada cirurgia cardíaca. A criança nasceu dois meses antes do previsto e tinha apenas um quilo quando passou pela cirurgia, no último dia 15. Ela se recupera bem, já ganhou 100 gramas e quando engordar mais 100 vai poder ficar no colo da mãe. Beatriz ainda está na incubadora, sendo alimentada por enfermeiras com o leite da própria mãe. Quando atingir 1,3 kg, dizem os médicos, ela já vai poder mamar direto no peito da mãe, a professora Fernanda Viana. “Ela lutou muito e está lutando ainda”, comemora a mãe.No hospital onde a menina está internada, a família comemora a cada dia a melhora no estado de saúde da pequena Beatriz. A pediatria da unidade ganhou até apelido neste Natal. Virou a “Ala do Bom Humor”.Beatriz ainda não tem data marcada para voltar para casa.
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Japão - Um bezerro e um hamster se "beijam" durante a cerimônia que marca a passagem chinesa do Ano do Rato para o Ano do Boi no Aquário Internacional Luz Do Sol em Tóquio
DICA PARA QUEM ACOMPANHA O HORÓSCOPO CHINÊS
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RIO - O que é que eu estava fazendo mesmo? A advogada Ana Lúcia dos Santos, de 32 anos, se fazia sempre essa pergunta. Até o dia em que esqueceu de pegar uma das filhas na aula de balé. Resolveu então procurar um médico. O diagnóstico? Estresse. Segundo especialistas, o excesso de informações e tarefas diárias é um dos maiores responsáveis por falhas de memória.- Os hormônios liberados pelo estresse têm impacto direto e negativo sobre a memória. A vida moderna prejudica a memória duplamente. Na correria diária, a pessoa tem pouco tempo para se concentrar e adquirir a memória, e também tem pouco tempo para consolidá-la, o que exige um sono tranqüilo. As pessoas se preocupam muito com o que está por vir e acabam não se ocupando daquilo que está acontecendo naquele momento - explica o cientista Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS).Para prevenir os lapsos de memória, os médicos recomendam manter o cérebro sempre ativo. Eles garantem que o hábito de leitura é fundamental.- O hábito de ler vai tornar a pessoa mais resistente ao estresse. Se você tem disciplina de leitura, vai ter mais capacidade de manter o foco de atenção. Mas todo mundo tem seu limite - lembra Sidarta Ribeiro.A prática de atividades intelectuais não só ajuda a manter a memória aguçada, como posterga a senilidade em idosos. Não é à toa que muitas pessoas com idade avançada conservam a mente afiada.- A leitura estimula quase todas as formas de memória ao mesmo tempo. É o maior exercício que existe. Usar a memória previne a falta de memória. As pessoas que lêem mais têm menos esquecimentos quando chegam à velhice. E, se têm Alzheimer, a doença é mais fraca e começa mais tarde. O brasileiro lê pouco, por isso, é um país sem memória - explica o neurofarmacologista Iván Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Em entrevista ao GLOBO ONLINE, Alberto Dell'Isola, capitão da equipe brasileira de memória, revelou as suas técnicas e deu algumas dicas para exercitar o cérebro. Atividade física e sono tranqüilo ajudam a preservar a memóriaDormir bem e manter hábitos de vida saudáveis - como praticar exercícios físicos regularmente e ter uma alimentação equilibrada - são outras medidas importantes.- A prática de atividades físicas tem função de aumentar na ramificação dos neurônios, além de ativar a circulação sangüínea - explica a neurologista Sonia Brucki, da Academia Brasileira de Neurologia.- Praticar esportes, fazer meditação, yoga, capoeira, tudo que possa servir para a pessoa se equilibrar, ajuda - completa Sindarta Ribeiro.Mas será que não tem nenhum remédio para a memória? Especialistas afirmam que o uso de medicamentos é indicado apenas para casos de doenças degenerativas, como o Alzheimer.- Não existe remédio que faça a gente lembrar mais. Existem medicações que a gente pode usar quando a memória está comprometida, como é o caso do Alzheimer. Sem uma doença específica, não existe remédio - afirma Sônia Brucki.Para dar uma mãozinha, a técnica de anotar os compromissos em uma agenda - ou num pedacinho de papel que seja - oferece bons resultados.- É um recurso fundamental. Se a sua memória está fraca, tem que usar memória auxiliar - diz Sindarta Ribeiro.
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:54  comentar

RIO - O que é que eu estava fazendo mesmo? A advogada Ana Lúcia dos Santos, de 32 anos, se fazia sempre essa pergunta. Até o dia em que esqueceu de pegar uma das filhas na aula de balé. Resolveu então procurar um médico. O diagnóstico? Estresse. Segundo especialistas, o excesso de informações e tarefas diárias é um dos maiores responsáveis por falhas de memória.- Os hormônios liberados pelo estresse têm impacto direto e negativo sobre a memória. A vida moderna prejudica a memória duplamente. Na correria diária, a pessoa tem pouco tempo para se concentrar e adquirir a memória, e também tem pouco tempo para consolidá-la, o que exige um sono tranqüilo. As pessoas se preocupam muito com o que está por vir e acabam não se ocupando daquilo que está acontecendo naquele momento - explica o cientista Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS).Para prevenir os lapsos de memória, os médicos recomendam manter o cérebro sempre ativo. Eles garantem que o hábito de leitura é fundamental.- O hábito de ler vai tornar a pessoa mais resistente ao estresse. Se você tem disciplina de leitura, vai ter mais capacidade de manter o foco de atenção. Mas todo mundo tem seu limite - lembra Sidarta Ribeiro.A prática de atividades intelectuais não só ajuda a manter a memória aguçada, como posterga a senilidade em idosos. Não é à toa que muitas pessoas com idade avançada conservam a mente afiada.- A leitura estimula quase todas as formas de memória ao mesmo tempo. É o maior exercício que existe. Usar a memória previne a falta de memória. As pessoas que lêem mais têm menos esquecimentos quando chegam à velhice. E, se têm Alzheimer, a doença é mais fraca e começa mais tarde. O brasileiro lê pouco, por isso, é um país sem memória - explica o neurofarmacologista Iván Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Em entrevista ao GLOBO ONLINE, Alberto Dell'Isola, capitão da equipe brasileira de memória, revelou as suas técnicas e deu algumas dicas para exercitar o cérebro. Atividade física e sono tranqüilo ajudam a preservar a memóriaDormir bem e manter hábitos de vida saudáveis - como praticar exercícios físicos regularmente e ter uma alimentação equilibrada - são outras medidas importantes.- A prática de atividades físicas tem função de aumentar na ramificação dos neurônios, além de ativar a circulação sangüínea - explica a neurologista Sonia Brucki, da Academia Brasileira de Neurologia.- Praticar esportes, fazer meditação, yoga, capoeira, tudo que possa servir para a pessoa se equilibrar, ajuda - completa Sindarta Ribeiro.Mas será que não tem nenhum remédio para a memória? Especialistas afirmam que o uso de medicamentos é indicado apenas para casos de doenças degenerativas, como o Alzheimer.- Não existe remédio que faça a gente lembrar mais. Existem medicações que a gente pode usar quando a memória está comprometida, como é o caso do Alzheimer. Sem uma doença específica, não existe remédio - afirma Sônia Brucki.Para dar uma mãozinha, a técnica de anotar os compromissos em uma agenda - ou num pedacinho de papel que seja - oferece bons resultados.- É um recurso fundamental. Se a sua memória está fraca, tem que usar memória auxiliar - diz Sindarta Ribeiro.
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RIO - O que é que eu estava fazendo mesmo? A advogada Ana Lúcia dos Santos, de 32 anos, se fazia sempre essa pergunta. Até o dia em que esqueceu de pegar uma das filhas na aula de balé. Resolveu então procurar um médico. O diagnóstico? Estresse. Segundo especialistas, o excesso de informações e tarefas diárias é um dos maiores responsáveis por falhas de memória.- Os hormônios liberados pelo estresse têm impacto direto e negativo sobre a memória. A vida moderna prejudica a memória duplamente. Na correria diária, a pessoa tem pouco tempo para se concentrar e adquirir a memória, e também tem pouco tempo para consolidá-la, o que exige um sono tranqüilo. As pessoas se preocupam muito com o que está por vir e acabam não se ocupando daquilo que está acontecendo naquele momento - explica o cientista Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS).Para prevenir os lapsos de memória, os médicos recomendam manter o cérebro sempre ativo. Eles garantem que o hábito de leitura é fundamental.- O hábito de ler vai tornar a pessoa mais resistente ao estresse. Se você tem disciplina de leitura, vai ter mais capacidade de manter o foco de atenção. Mas todo mundo tem seu limite - lembra Sidarta Ribeiro.A prática de atividades intelectuais não só ajuda a manter a memória aguçada, como posterga a senilidade em idosos. Não é à toa que muitas pessoas com idade avançada conservam a mente afiada.- A leitura estimula quase todas as formas de memória ao mesmo tempo. É o maior exercício que existe. Usar a memória previne a falta de memória. As pessoas que lêem mais têm menos esquecimentos quando chegam à velhice. E, se têm Alzheimer, a doença é mais fraca e começa mais tarde. O brasileiro lê pouco, por isso, é um país sem memória - explica o neurofarmacologista Iván Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Em entrevista ao GLOBO ONLINE, Alberto Dell'Isola, capitão da equipe brasileira de memória, revelou as suas técnicas e deu algumas dicas para exercitar o cérebro. Atividade física e sono tranqüilo ajudam a preservar a memóriaDormir bem e manter hábitos de vida saudáveis - como praticar exercícios físicos regularmente e ter uma alimentação equilibrada - são outras medidas importantes.- A prática de atividades físicas tem função de aumentar na ramificação dos neurônios, além de ativar a circulação sangüínea - explica a neurologista Sonia Brucki, da Academia Brasileira de Neurologia.- Praticar esportes, fazer meditação, yoga, capoeira, tudo que possa servir para a pessoa se equilibrar, ajuda - completa Sindarta Ribeiro.Mas será que não tem nenhum remédio para a memória? Especialistas afirmam que o uso de medicamentos é indicado apenas para casos de doenças degenerativas, como o Alzheimer.- Não existe remédio que faça a gente lembrar mais. Existem medicações que a gente pode usar quando a memória está comprometida, como é o caso do Alzheimer. Sem uma doença específica, não existe remédio - afirma Sônia Brucki.Para dar uma mãozinha, a técnica de anotar os compromissos em uma agenda - ou num pedacinho de papel que seja - oferece bons resultados.- É um recurso fundamental. Se a sua memória está fraca, tem que usar memória auxiliar - diz Sindarta Ribeiro.
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RIO - O que é que eu estava fazendo mesmo? A advogada Ana Lúcia dos Santos, de 32 anos, se fazia sempre essa pergunta. Até o dia em que esqueceu de pegar uma das filhas na aula de balé. Resolveu então procurar um médico. O diagnóstico? Estresse. Segundo especialistas, o excesso de informações e tarefas diárias é um dos maiores responsáveis por falhas de memória.- Os hormônios liberados pelo estresse têm impacto direto e negativo sobre a memória. A vida moderna prejudica a memória duplamente. Na correria diária, a pessoa tem pouco tempo para se concentrar e adquirir a memória, e também tem pouco tempo para consolidá-la, o que exige um sono tranqüilo. As pessoas se preocupam muito com o que está por vir e acabam não se ocupando daquilo que está acontecendo naquele momento - explica o cientista Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS).Para prevenir os lapsos de memória, os médicos recomendam manter o cérebro sempre ativo. Eles garantem que o hábito de leitura é fundamental.- O hábito de ler vai tornar a pessoa mais resistente ao estresse. Se você tem disciplina de leitura, vai ter mais capacidade de manter o foco de atenção. Mas todo mundo tem seu limite - lembra Sidarta Ribeiro.A prática de atividades intelectuais não só ajuda a manter a memória aguçada, como posterga a senilidade em idosos. Não é à toa que muitas pessoas com idade avançada conservam a mente afiada.- A leitura estimula quase todas as formas de memória ao mesmo tempo. É o maior exercício que existe. Usar a memória previne a falta de memória. As pessoas que lêem mais têm menos esquecimentos quando chegam à velhice. E, se têm Alzheimer, a doença é mais fraca e começa mais tarde. O brasileiro lê pouco, por isso, é um país sem memória - explica o neurofarmacologista Iván Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Em entrevista ao GLOBO ONLINE, Alberto Dell'Isola, capitão da equipe brasileira de memória, revelou as suas técnicas e deu algumas dicas para exercitar o cérebro. Atividade física e sono tranqüilo ajudam a preservar a memóriaDormir bem e manter hábitos de vida saudáveis - como praticar exercícios físicos regularmente e ter uma alimentação equilibrada - são outras medidas importantes.- A prática de atividades físicas tem função de aumentar na ramificação dos neurônios, além de ativar a circulação sangüínea - explica a neurologista Sonia Brucki, da Academia Brasileira de Neurologia.- Praticar esportes, fazer meditação, yoga, capoeira, tudo que possa servir para a pessoa se equilibrar, ajuda - completa Sindarta Ribeiro.Mas será que não tem nenhum remédio para a memória? Especialistas afirmam que o uso de medicamentos é indicado apenas para casos de doenças degenerativas, como o Alzheimer.- Não existe remédio que faça a gente lembrar mais. Existem medicações que a gente pode usar quando a memória está comprometida, como é o caso do Alzheimer. Sem uma doença específica, não existe remédio - afirma Sônia Brucki.Para dar uma mãozinha, a técnica de anotar os compromissos em uma agenda - ou num pedacinho de papel que seja - oferece bons resultados.- É um recurso fundamental. Se a sua memória está fraca, tem que usar memória auxiliar - diz Sindarta Ribeiro.
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RIO - O que é que eu estava fazendo mesmo? A advogada Ana Lúcia dos Santos, de 32 anos, se fazia sempre essa pergunta. Até o dia em que esqueceu de pegar uma das filhas na aula de balé. Resolveu então procurar um médico. O diagnóstico? Estresse. Segundo especialistas, o excesso de informações e tarefas diárias é um dos maiores responsáveis por falhas de memória.- Os hormônios liberados pelo estresse têm impacto direto e negativo sobre a memória. A vida moderna prejudica a memória duplamente. Na correria diária, a pessoa tem pouco tempo para se concentrar e adquirir a memória, e também tem pouco tempo para consolidá-la, o que exige um sono tranqüilo. As pessoas se preocupam muito com o que está por vir e acabam não se ocupando daquilo que está acontecendo naquele momento - explica o cientista Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS).Para prevenir os lapsos de memória, os médicos recomendam manter o cérebro sempre ativo. Eles garantem que o hábito de leitura é fundamental.- O hábito de ler vai tornar a pessoa mais resistente ao estresse. Se você tem disciplina de leitura, vai ter mais capacidade de manter o foco de atenção. Mas todo mundo tem seu limite - lembra Sidarta Ribeiro.A prática de atividades intelectuais não só ajuda a manter a memória aguçada, como posterga a senilidade em idosos. Não é à toa que muitas pessoas com idade avançada conservam a mente afiada.- A leitura estimula quase todas as formas de memória ao mesmo tempo. É o maior exercício que existe. Usar a memória previne a falta de memória. As pessoas que lêem mais têm menos esquecimentos quando chegam à velhice. E, se têm Alzheimer, a doença é mais fraca e começa mais tarde. O brasileiro lê pouco, por isso, é um país sem memória - explica o neurofarmacologista Iván Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Em entrevista ao GLOBO ONLINE, Alberto Dell'Isola, capitão da equipe brasileira de memória, revelou as suas técnicas e deu algumas dicas para exercitar o cérebro. Atividade física e sono tranqüilo ajudam a preservar a memóriaDormir bem e manter hábitos de vida saudáveis - como praticar exercícios físicos regularmente e ter uma alimentação equilibrada - são outras medidas importantes.- A prática de atividades físicas tem função de aumentar na ramificação dos neurônios, além de ativar a circulação sangüínea - explica a neurologista Sonia Brucki, da Academia Brasileira de Neurologia.- Praticar esportes, fazer meditação, yoga, capoeira, tudo que possa servir para a pessoa se equilibrar, ajuda - completa Sindarta Ribeiro.Mas será que não tem nenhum remédio para a memória? Especialistas afirmam que o uso de medicamentos é indicado apenas para casos de doenças degenerativas, como o Alzheimer.- Não existe remédio que faça a gente lembrar mais. Existem medicações que a gente pode usar quando a memória está comprometida, como é o caso do Alzheimer. Sem uma doença específica, não existe remédio - afirma Sônia Brucki.Para dar uma mãozinha, a técnica de anotar os compromissos em uma agenda - ou num pedacinho de papel que seja - oferece bons resultados.- É um recurso fundamental. Se a sua memória está fraca, tem que usar memória auxiliar - diz Sindarta Ribeiro.
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RIO - O que é que eu estava fazendo mesmo? A advogada Ana Lúcia dos Santos, de 32 anos, se fazia sempre essa pergunta. Até o dia em que esqueceu de pegar uma das filhas na aula de balé. Resolveu então procurar um médico. O diagnóstico? Estresse. Segundo especialistas, o excesso de informações e tarefas diárias é um dos maiores responsáveis por falhas de memória.- Os hormônios liberados pelo estresse têm impacto direto e negativo sobre a memória. A vida moderna prejudica a memória duplamente. Na correria diária, a pessoa tem pouco tempo para se concentrar e adquirir a memória, e também tem pouco tempo para consolidá-la, o que exige um sono tranqüilo. As pessoas se preocupam muito com o que está por vir e acabam não se ocupando daquilo que está acontecendo naquele momento - explica o cientista Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS).Para prevenir os lapsos de memória, os médicos recomendam manter o cérebro sempre ativo. Eles garantem que o hábito de leitura é fundamental.- O hábito de ler vai tornar a pessoa mais resistente ao estresse. Se você tem disciplina de leitura, vai ter mais capacidade de manter o foco de atenção. Mas todo mundo tem seu limite - lembra Sidarta Ribeiro.A prática de atividades intelectuais não só ajuda a manter a memória aguçada, como posterga a senilidade em idosos. Não é à toa que muitas pessoas com idade avançada conservam a mente afiada.- A leitura estimula quase todas as formas de memória ao mesmo tempo. É o maior exercício que existe. Usar a memória previne a falta de memória. As pessoas que lêem mais têm menos esquecimentos quando chegam à velhice. E, se têm Alzheimer, a doença é mais fraca e começa mais tarde. O brasileiro lê pouco, por isso, é um país sem memória - explica o neurofarmacologista Iván Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Em entrevista ao GLOBO ONLINE, Alberto Dell'Isola, capitão da equipe brasileira de memória, revelou as suas técnicas e deu algumas dicas para exercitar o cérebro. Atividade física e sono tranqüilo ajudam a preservar a memóriaDormir bem e manter hábitos de vida saudáveis - como praticar exercícios físicos regularmente e ter uma alimentação equilibrada - são outras medidas importantes.- A prática de atividades físicas tem função de aumentar na ramificação dos neurônios, além de ativar a circulação sangüínea - explica a neurologista Sonia Brucki, da Academia Brasileira de Neurologia.- Praticar esportes, fazer meditação, yoga, capoeira, tudo que possa servir para a pessoa se equilibrar, ajuda - completa Sindarta Ribeiro.Mas será que não tem nenhum remédio para a memória? Especialistas afirmam que o uso de medicamentos é indicado apenas para casos de doenças degenerativas, como o Alzheimer.- Não existe remédio que faça a gente lembrar mais. Existem medicações que a gente pode usar quando a memória está comprometida, como é o caso do Alzheimer. Sem uma doença específica, não existe remédio - afirma Sônia Brucki.Para dar uma mãozinha, a técnica de anotar os compromissos em uma agenda - ou num pedacinho de papel que seja - oferece bons resultados.- É um recurso fundamental. Se a sua memória está fraca, tem que usar memória auxiliar - diz Sindarta Ribeiro.
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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

Redação Terra
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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas "se desliguem", enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

BBC Brasil
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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

BBC Brasil
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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Um nascimento prematuro pode prejudicar os sentidos da criança e alterar suas reações sensíveis, sugere um estudo publicado na revista científica Pain.» Pesquisas mostram novas potencialidades do cérebro» O mais poderoso dos sentidos pode ser enganadoPesquisadores da Universidade College, em Londres, analisaram cerca de 40 adolescentes de 11 anos que nasceram 14 semanas antes da data prevista e descobriram que a habilidade deles em sentir variações de temperatura estava debilitada.Eles testaram a reação dos jovens a diferentes sensações - provocadas por variações de temperatura e toque - com o auxílio de um teste sensorial quantitativo. Ao comparar a reação dos adolescentes que nasceram prematuros com as respostas de um grupo de jovens que tiveram nascimento na data prevista, os pesquisadores observaram que os prematuros eram menos sensíveis a variações de temperatura - frio, quente, morno - mas tinham a mesma habilidade em reagir ao toque.De acordo com os autores do estudo, o sistema nervoso é particularmente vulnerável a mudanças nos estágios iniciais do desenvolvimento.Bebês prematuros, em geral colocados sob tratamento intensivo, são expostos a vários procedimentos doloroso - como exames de sangue - que podem ser responsáveis pelas mudanças nas reações das crianças à percepções sensoriais."Os mecanismos de dor no nosso corpo são plásticos, isto é, ferimentos e atividade nervosa são capazes de alterar esses mecanismos, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo", disse Suellen Walker, uma das autoras do estudo.DorOs pesquisadores sugerem que embora esses danos à sensibilidade não afetem o dia-a-dia das pessoas que nascem prematuras, eles alteram sua forma de percepção de dor."Todos aprendemos por tentativa e experiência. Talvez seja mais difícil para essas crianças aprender o que é um ferimento relativamente sério se elas não experimentam a dor da mesma maneira", disse Neil Marlow, um dos autores da pesquisa.Segundo ele, é importante que os médicos entendam como as intervenções realizadas em bebês prematuros afetam as funções sensíveis do corpo - e que eles entendam a necessidade de reduzir a exposição desses bebês a dor.A porta-voz da ONG Bliss, que trabalha com bebês com necessidades especiais, afirmou que a pesquisa é "bem-vinda porque ajuda na compreensão das conseqüências de curto e longo prazo do nascimento prematuro"."A taxa de nascimentos prematuros continua crescendo e mais bebês estão conseguindo sobreviver. Por isso, qualquer pesquisa que ajude os médicos a reduzir a dor que esses bebês enfrentam como conseqüência dos tratamentos que recebem é positiva".

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

AGÊNCIA O GLOBO
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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

AGÊNCIA O GLOBO
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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Reservar alguns minutos diários para meditar ao longo da gravidez tem um impacto benéfico para a saúde da mãe e do feto. Na gestante, a meditação diminui o fluxo dos hormônios do estresse, como a adrenalina, o cortisol e o ácido lático, regulariza a pressão, suaviza a respiração e os batimentos cardíacos e melhora a insônia. No bebê, os efeitos da prática ajudam no desenvolvimento pleno do seu sistema nervoso, diminuindo a incidência de distúrbios como déficit de atenção, depressão e até mesmo autismo.O obstetra Roberto Cardoso, chefe do setor de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, do Rio de Janeiro, que acaba de concluir um estudo sobre os efeitos benéficos da meditação nas grávidas, afirma que o principal mérito das diferentes técnicas disponíveis é a de ensinar a gestante a lidar com a ansiedade.– A mulher grávida tem níveis peculiares de ansiedade, que crescem à medida que a gestação se desenvolve. A meditação vem sendo citada como um interessante método de relaxamento dentro do meio médico, mas ainda não havia quase nenhum registro sobre como essa técnica poderia ser útil na redução da ansiedade da gravidez – diz o médico.A conclusão do estudo, que acompanhou 169 grávidas, é de que as mulheres que meditaram tiveram um aumento considerável no nível de bem-estar, sentiram menos tensões musculares, e afirmaram estar mais tranqüilas e seguras para enfrentar as mudanças físicas e psicológicas causadas pela gravidez.Estudos feitos pela Universidade de Berkley, nos Estados Unidos, apontam que a meditação na gravidez equilibra as funções hormonais na mulher, aumentando a quantidade de hormônios que provocam a sensação de bem-estar, entre eles o DHEA e a melatonina, e facilitando a amamentação após o nascimento do bebê. Meditar nos meses que antecedem o parto também diminui o risco de pré-eclâmpsia. No parto, um estudo feito pelo San Jose State University School of Nursing comprovou que o efeito da prática ajuda a diminuir a necessidade de cesarianas em 56% e de anestesia em 85%.Meditação transcendentalO professor de meditação transcendental Kleber Tani, diretor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental no Rio de Janeiro, afirma que a prática, na gravidez, ajuda na formação adequada do feto e torna os partos mais fáceis. Ele, que dá aulas há quase três décadas e já ensinou a técnica para mais de 15 mil alunos, garante que filhos de mulheres que meditaram na gravidez são mais equilibrados e menos estressados.– A meditação transcendental ordena as ondas elétricas do cérebro. Quando esta ordem se instaura, a pessoa se sente profundamente relaxada, mas ao mesmo tempo fica mais atenta. A prática ajuda a diminuir o ritmo metabólico, equilibrando as funções do corpo. Além de melhorar a concentração e a memória e diminuir os níveis de adrenalina e cortisol, este tipo de meditação melhora a saúde como um todo, já que fortalece o sistema imunológico. Terminada a meditação, o praticante se sente bem durante o resto do dia, pois é possível aplicar as mudanças positivas no dia-a-dia – avalia Tani.O ideal é praticar diariamente, vinte minutos pela manhã e mais vinte no fim do dia. Durante a gravidez, o professor sugere diminuir a permanência e meditar mais vezes ao longo do dia para evitar o desconforto. Grávidas que tiverem dificuldade para se manterem sentadas podem adaptar a posição ou deitar, ensina o professor.

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Rio - Na quarta-feira (24), véspera de Natal, Luiza Victória, que nasceu prematura no dia 30 de agosto com apenas 430 gramas e 26 centímetros, recebeu alta do hospital onde estava internada, no Rio de Janeiro.
fonte:G1
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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

fonte:BBC Brasil
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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

fonte:BBC Brasil
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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

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A desnutrição infantil em partes do Zimbábue aumentou em mais de 60% em comparação ao ano passado, de acordo com a ONG britânica Save the Children.Dados do distrito de Binga, no noroeste do país, indicam que 7,6% das crianças entre seis meses e cinco anos sofrem de desnutrição aguda.A desnutrição crônica, de longo-prazo, na mesma região, também aumentou, em cerca de 50%. Um total de 31,2% das crianças com menos de cinco anos têm um peso inferior ao normal, em comparação a 20,9% em outubro de 2007.Em relatório divulgado neste sábado, Save the Children disse que são necessárias 18 mil toneladas de alimentos para o mês de janeiro, e pediu que os países doadores aumentem a ajuda que concedem.Segundo a Save the Children, os zimbabuanos inocentes não deveriam sofrer por causa de uma crise política fora de seu controle."Não há desculpa para não se fornecer esta comida", disse Lynn Walker, diretora de programas da ONG no Zimbábue.A organização disse que cerca de 5 milhões de pessoas no Zimbábue - ou cerca de 50% da população do país - necessitam agora de ajuda alimentar.O setor agropecuário do país entrou em colapso depois que o presidente Robert Mugabe lançou um controvertido programa de reforma agrária há mais de cinco anos.O Zimbábue vive uma grave crise econômica e enfrenta uma epidemia de cólera, alimentada pelo caos nos setores de assistência médica e serviços de água e esgoto.Organizações beneficentes advertiram que a doença, que já matou mais de 1,1 mil pessoas, pode infectar mais de 60 mil se não for contida . O presidente Mugabe culpou o Ocidente pelos problemas em seu país.

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Dona do cachorro, advogada foi pioneira na luta por acesso.Diesel será o novo companheiro dela nas ruas da capital.
O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


fonte:G1
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Dona do cachorro, advogada foi pioneira na luta por acesso.Diesel será o novo companheiro dela nas ruas da capital.
O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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Dona do cachorro, advogada foi pioneira na luta por acesso.Diesel será o novo companheiro dela nas ruas da capital.
O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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Dona do cachorro, advogada foi pioneira na luta por acesso.Diesel será o novo companheiro dela nas ruas da capital.
O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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Dona do cachorro, advogada foi pioneira na luta por acesso.Diesel será o novo companheiro dela nas ruas da capital.
O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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Dona do cachorro, advogada foi pioneira na luta por acesso.Diesel será o novo companheiro dela nas ruas da capital.
O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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Dona do cachorro, advogada foi pioneira na luta por acesso.Diesel será o novo companheiro dela nas ruas da capital.
O labrador marrom Bóris, que em 2004 abriu caminho na Justiça para deficientes visuais terem o direito de entrar no Metrô de São Paulo com seus cães-guias, se aposentou aos dez anos de idade.
Após nove anos de serviços prestados à sua dona, a advogada Thays Martinez, de 34 anos, Boris, dará a vez a outro labrador, chamado Diesel, de um ano e sete meses.Nascido nos EUA, o novo cão-guia de Thays chegou do hemisfério norte há dez dias. Bóris sai agora apenas para passear, mas, de acordo com Thays, já superou os ciúmes da dona com o cão gringo.A advogada e Bóris ganharam destaque pela primeira vez em 2000, quando seu então cão-guia foi impedido de entrar na estação Marechal Deodoro do Metrô. A advogada formada pela Universidade de São Paulo entrou com uma ação judicial contra o Metrô.Em 2006, Thays vitória no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde ela fez a própria defesa com Bóris ao seu lado e garantiu acesso de cães-guia ao Metrô. Enquanto o processo tramitava na Justiça, Thays conseguiu a aprovação de duas outras leis, uma estadual 10.784, de 2001, e outra federal, a 11.126, de 2005, que garantem o acesso de cães-guia a locais públicos.A lei estadual foi, em 2008, absorvida pela lei 12.907, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no estado de São Paulo. O transporte de animais no Metrô é proibido. A única exceção diz respeito deficientes visuais conduzidos por cães-guias, autorizados pela lei estadual. Quando for para o Metrô, Diesel não precisará passar pelo transtorno a que se sujeitou Bóris, quando cães-guias eram proibidos dentro das composições. A primeira viagem deverá ocorrer na próxima semana.Novo nomeThays pensa em trocar o nome de Diesel por Dodge, que considera mais sonoro, mas antes vai abrir uma enquete em seu blog para saber a opinião dos internautas.Deficiente visual desde a infância e presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), Thays afirma que o Brasil tem atualmente cerca de 50 cães-guia. Apesar de ainda ser pouco em comparação com as 24 mil pessoas com necessidades e potencial para terem cães-guia, o número já é cinco vezes maior do que no início da década, quando Thays trouxe Bóris a São Paulo. Moisés Viera, do Iris O Iris estabelece parceria com uma instituição norte-americana, a Leader Dogs, para trazer cães-guia ao Brasil. De acordo com Thays, a Leader Dogs é mantida por uma entidade filantrópica e o atendimento é gratuito, mas os interessados precisam se inscrever em um processo seletivo. Na última viagem que fez aos Estados Unidos acompanhada pelo fundador da Iris, Moisés Vieira, Thays levou outros três paulistanos, que também receberam cães-guia da Leader Dogs. O Iris pretende implantar em São Paulo uma escola para treinamento de cães-guia, mas de acordo com Thays faltam ainda apoio público e privado.Em um trecho de seu blog, Thays conta uma de suas primeiras experiências com Diesel, ainda em Nova Iorque. Ela se esqueceu de pegar o endereço da casa, mas o labrador lembrou o caminho de volta. "Estava sozinha na casa pela manhã e resolvi dar uma volta com o Diesel. Descobri que tem uma loja de doces bem próxima daqui. Lá fui eu dando as orientações para ele e pronto, conseguimos encontrar a entrada. Quando terminei o café e o Donuts pedi para ir para a porta e tudo bem. Porém... Esqueci de um pequeno detalhe. Não sabia o nome da rua nem o número da casa! Ops... O jeito era torcer para que o Diesel lembrasse da casa e não desviasse do caminho. Nossa, nem acreditei quando ele virou para entrar em uma casa e subiu os degraus que já conheço! Apesar de já ter convivido 9 anos com o Super Boris, não consigo não me surpreender com o trabalho deles sempre! Parabéns cães-guias. Good boy, Diesel!"


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